quinta-feira, junho 25, 2026

Agro

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confira como fecharam os preços da saca hoje



O mercado brasileiro de milho iniciou a semana com preços fracos, oscilando entre estabilidade e baixa em diversas praças.

Segundo o consultor da Safras & Mercado Paulo Molinari, há sinais regionais de acomodação nas cotações, com leve aumento na oferta em algumas regiões produtoras.

Confira as cotações da saca de milho hoje

  • Porto de Santos (SP): R$ 77 a R$ 85 (CIF)
  • Porto de Paranaguá (PR): R$ 76 a R$ 85 (CIF)
  • Cascavel (PR): R$ 76 a R$ 80
  • Mogiana (SP): R$ 88 a R$ 90
  • Campinas (SP): R$ 90 a R$ 92 (CIF)
  • Erechim (RS): R$ 76 a R$ 800
  • Uberlândia (MG): R$ 80a R$ 83
  • Rio Verde/GO (CIF): R$ 80,00 a R$ 82,00
  • Rondonópolis/MT: R$ 80,00 a R$ 83,00

Milho em Chicago fecha com cenário misto

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos futuros de milho encerraram a sessão desta segunda-feira com comportamento misto. O mercado repercutiu os relatórios do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgados no dia, que apresentaram as intenções de plantio para 2025 e os estoques trimestrais em 1º de março.

Segundo o USDA, os Estados Unidos devem cultivar 95,326 milhões de acres de milho na safra 2025, um aumento de 5% em relação aos 90,594 milhões de acres da temporada anterior. A projeção superou as expectativas do mercado, que estimava entre 94,165 e 94,361 milhões de acres.

Em relação aos estoques trimestrais, o volume foi de 8,150 bilhões de bushels, 2% abaixo do registrado no mesmo período de 2024 (8,352 bilhões). Desses, 4,5 bilhões estão armazenados com produtores — uma queda de 11% — e 3,650 bilhões fora das fazendas, o que representa um aumento de 12%.

As inspeções de exportação norte-americana de milho somaram 1.614.406 toneladas na semana encerrada em 27 de março, acima das 1.538.042 toneladas da semana anterior. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1º de setembro, as inspeções totalizam 33.957.191 toneladas, contra 25.917.446 no mesmo período do ciclo anterior.

Na sessão, os contratos com entrega em maio de 2025 subiram 4,00 centavos (0,88%), encerrando a US$ 4,57 1/4 por bushel. Já os contratos com entrega em julho de 2025 fecharam com alta de 3,25 centavos (0,70%), cotados a US$ 4,63 1/4 por bushel. As demais posições fecharam em queda.

O cenário ainda reflete o avanço do petróleo em Nova York, contraposto à valorização do dólar frente a outras moedas, o que contribuiu para a volatilidade no mercado internacional de milho.



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AgroNewsPolítica & Agro

Colheita de milho avança, mas demanda retraída pressiona preços



As negociações envolvendo milho seguem de forma pontual e regionalizada




Foto: Divulgação

As negociações envolvendo milho seguem de forma pontual e regionalizada, de acordo com o mais recente boletim informativo do Cepea. Com os produtores focados nas atividades de campo, a colheita da safra de verão avança na maioria das regiões produtoras, enquanto a semeadura da segunda safra se aproxima da fase final. Esse cenário tem impactado o ritmo das comercializações, reduzindo a liquidez no mercado.

Do lado da demanda, compradores se mostram abastecidos e, por isso, evitam novas aquisições em grandes volumes no mercado spot. Muitos consumidores têm optado por compras pontuais, à medida que suas necessidades surgem, o que tem limitado a movimentação dos negócios. Essa retração na demanda já reflete na formação de preços em algumas praças, como Campinas (SP), onde os valores apresentam certa pressão baixista.

Apesar dessa tendência pontual de queda, o Cepea destaca que os preços do milho ainda estão em patamares elevados e, em termos nominais, seguem acima dos registrados no mesmo período de 2023. A sustentação das cotações ocorre devido à influência de fatores externos, como a demanda internacional e os custos logísticos, que continuam impactando o mercado brasileiro.

Para as próximas semanas, a atenção do setor se volta para o andamento da colheita e os possíveis impactos no abastecimento interno. Além disso, o comportamento dos compradores e a influência do mercado externo podem determinar a direção dos preços no curto prazo.


 





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cenário é de alta no curto prazo; veja preços da arroba hoje



O mercado físico do boi gordo voltou a se deparar com negócios acima da referência média nesta segunda-feira (31).

De acordo com a consultoria Safras & Mercado, o cenário ainda sugere pela continuidade do movimento de alta no curto prazo. A análise leva em conta o atual posicionamento das escalas de abate, somado à boa demanda prevista para a primeira quinzena de abril.

Dessa forma, o mais provável é que os frigoríficos ainda atuem de maneira contundente na compra de gado.

“Vale destacar que a redução das chuvas prevista para a segunda metade do mês tende a ampliar o desgaste das pastagens, enquanto o mercado se aproxima do auge da safra do boi gordo”, diz o analista da Fernando Henrique Iglesias, da Safras & Mercado.

Confira preço médio da arroba de boi gordo no país

  • São Paulo: R$ 319,58
  • Goiás: R$ 310,54
  • Minas Gerais: R$ 301,47
  • Mato Grosso do Sul: R$ 310,23
  • Mato Grosso: R$ 310,61

Atacado

O mercado atacadista se depara com preços firmes para a carne bovina. Conforme Iglesias, a expectativa ainda é de elevação dos preços no curto prazo, em linha com a entrada dos salários na economia, somado ao adicional de consumo relacionado ao Domingo de Páscoa.

As exportações permanecem em alto nível, com expectativa de mais um recorde histórico na atual temporada, afirmou o analista

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 25,50 o quilo. O quarto dianteiro ainda é cotado a R$ 18,50 por quilo. A ponta de agulha ainda é precificada a R$ 17,50 o quilo.



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Como ficaram os preços da soja em dia do relatório do USDA?



O mercado brasileiro de soja teve dois momentos distintos nesta segunda-feira (31). Segundo a consultoria Safras & Mercado, antes dos relatórios do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a Bolsa de Chicago operava em alta, e os preços no físico estavam relativamente bons. Poucos negócios foram observados.

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Após a divulgação, o mercado caiu enquanto os prêmios permaneceram praticamente inalterados, resultando em uma queda acentuada nos preços físicos. Com isso, o mercado ficou lento e sem negócios.

Preços da soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 130,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 131,00
  • Porto de Rio Grande (RS): caiu de R$ 134,00 para R$ 133,00
  • Cascavel (PR): caiu de R$ 127,00 para R$ 125,00
  • Porto de Paranaguá (PR): caiu de R$ 134,00 para R$ 132,00
  • Rondonópolis (MT): caiu de R$ 116,00 para R$ 115,00
  • Dourados (MS): caiu de R$ 119,00 para R$ 118,50
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 115,00 para R$ 113,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira em baixa. Ao indicar estoques trimestrais acima do esperado e uma área a ser plantada nos Estados Unidos muito próxima ao estimado, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) adicionou pressão aos contratos.

EUA

As incertezas quanto ao rumo da política tarifária do governo Trump segue sendo motivo de preocupação. A aversão ao risco também pesa. As tarifas recíprocas devem entrar em vigor a partir de 2 de abril e os agentes temem pelas retaliações, que deverão atingir os produtos agrícolas norte-americanos.

A área plantada com soja nos Estados Unidos em 2025 deverá totalizar 83,495 milhões de acres. Se confirmada, a área ficará 4% abaixo do total cultivado no ano passado, de 87,05 milhões de acres.

O número ficou abaixo da expectativa do mercado, que era de 83,76 milhões de acres. O número também veio abaixo da área indicada no Fórum Anual do USDA, divulgado em fevereiro, que era de 84 milhões de acres. Na comparação com o ano passado, a área diminuiu ou ficou inalterado em 23 dos 29 estados produtores.

Os estoques trimestrais de soja em grão dos Estados Unidos, na posição primeiro de de março, totalizaram 1,91 bilhão de bushels. O volume estocado subiu 4% na comparação com igual período de 2023.

O número ficou acima da expectativa do mercado, de 1,895 bilhão de bushels. Do total, 877 milhões de bushels estão armazenados com os produtores, com baixa de 6% sobre o ano anterior. Os estoques fora das fazendas somam 1,03 bilhão de bushels, com alta de 13%.

Em março, a posição maio acumulou desvalorização de 1,07%. No acumulado do primeiro trimestre, a perda é de 0,73%.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com baixa de 8,25 centavos de dólar ou 0,80% a US$ 10,14 3/4 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 10,28 1/4 por bushel, perda de 9,00 centavos ou 0,86%.

Nos subprodutos, a posição maio do farelo fechou com baixa de US$ 0,80 ou 0,27% a US$ 292,70 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em maio fecharam a 44,89 centavos de dólar, com baixa de 0,27 centavo ou 0,59%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,93%, sendo negociado a R$ 5,7073 para venda e a R$ 5,7053 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7013 e a máxima de R$ 5,7858. No mês e trimestre a moeda recuou 3,52% e 7,64%, respectivamente.



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AgroNewsPolítica & Agro

Preço do feijão preto recua com oferta elevada



Compradores mantêm uma postura cautelosa, aguardando melhores oportunidades




Foto: Pixabay

O mercado do feijão preto encerrou a última semana em queda, impactado pela oferta elevada da primeira safra e pela proximidade da colheita da segunda. Segundo o boletim informativo do Cepea, a desvalorização foi mais expressiva no Paraná, onde a comercialização segue lenta devido à resistência dos produtores em negociar grandes volumes diante do atual cenário de preços.

Pesquisadores do Cepea explicam que a oferta abundante tem pressionado os valores, uma vez que a primeira safra ainda abastece o mercado, e a entrada da segunda deve ampliar a disponibilidade do grão. Com isso, compradores mantêm uma postura cautelosa, aguardando melhores oportunidades de aquisição.

No Paraná, estado que se destaca como um dos principais produtores de feijão preto, a baixa liquidez reflete a estratégia de agricultores que optam por segurar a produção à espera de uma possível recuperação nos preços. No entanto, o avanço da colheita da segunda safra pode intensificar a pressão sobre os valores, dificultando uma reação positiva no curto prazo.

Diante desse cenário, agentes do setor seguem atentos ao ritmo da comercialização e ao comportamento da demanda, fatores que serão determinantes para a definição dos preços nas próximas semanas.





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Melhor em campo em partida de futebol ganha 4 dúzias de ovos como prêmio



O time do goleiro Jan de Boer, o Bryne, da Noruega, não ganhou o jogo do último domingo (30) contra o rival Bodø/Glimt, que marcou o único gol da partida. 

Mesmo assim, o atleta saiu consagrado como o melhor jogador em campo. E recebeu um prêmio por isso.

Em razão de ter defendido um pênalti – e certamente por não ter levado nenhum frango -, Boer recebeu um belo prêmio: cartelas com quatro dúzias de ovos.

O “troféu” foi um oferecimento da Steinsland & Co., empresa norueguesa fundada em 1953 e que se tornou a maior produtora de galinhas poedeiras do país. 

“Nós chocamos as galinhas que põem os melhores ovos da Noruega”, diz o site da companhia. 

A Steinsland & Co. está sediada na mesma região da cidade do Bryne.

“Irmão! Venha ao Brasil imediatamente. Você (agora) está rico”, escreveu um brasileiro no instagram do time norueguês. 





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Estoques de soja nos EUA sobem 4%



Os estoques trimestrais de soja em grão dos Estados Unidos, na posição de 1º de março, totalizaram 1,91 bilhão de bushels, segundo relatório divulgado nesta segunda-feira (31) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Segundo a consultoria Safras & Mercado, o volume representa um crescimento de 4% em relação ao mesmo período do último ano e ficou acima da expectativa do mercado, que projetava 1,895 bilhão de bushels.

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O aumento foi impulsionado pelos estoques fora das fazendas, que cresceram 13%, atingindo 1,03 bilhão de bushels. Por outro lado, os estoques mantidos pelos produtores recuaram 6%, totalizando 877 milhões de bushels. Esse movimento pode indicar que os agricultores estão aproveitando boas oportunidades de venda, enquanto empresas e tradings aumentam suas reservas em meio às incertezas sobre a oferta global.

Os números mostram um mercado em constante adaptação, impactado por fatores como a demanda chinesa, oscilações nos preços internacionais e o avanço da colheita na América do Sul. Com a oferta maior nos armazéns, investidores e analistas já especulam sobre os reflexos nos preços da soja e nos próximos movimentos do setor. A expectativa agora se volta para os próximos relatórios do USDA, que devem trazer mais clareza sobre o ritmo das exportações e o impacto desse cenário para os produtores norte-americanos.



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Falta de chuvas na Bahia; o produtor de soja pode esperar por melhora?



A escassez de chuvas na Chapada Diamantina, especialmente na região de Iraquara, na Bahia, tem gerado crescente preocupação entre os produtores de soja. Segundo o Canal Rural, a previsão indica precipitações irregulares apenas a partir da segunda quinzena de abril, tornando o cenário desafiador tanto para a agricultura quanto para a pecuária.

No próximo mês, espera-se um acumulado de apenas 29 mm de chuva, insuficiente para reverter a seca que assola o solo. Além disso, maio também trará pouca esperança, com apenas 7 mm de previsão. Essa falta de umidade afeta diretamente culturas como a soja, que necessita de condições climáticas favoráveis para um bom desenvolvimento.

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Altas temperaturas

A situação se agrava com as altas temperaturas, que seguem elevadas durante o dia, atingindo máximas acima dos 31ºC. Esse quadro aumenta a evapotranspiração, reduzindo ainda mais a umidade do solo e dificultando o crescimento das plantas.

Além disso, a amplitude térmica também impacta a lavoura, pois as baixas temperaturas da manhã e as altas do período da tarde podem estressar as plantas e comprometer a produtividade.

Situação dos produtores de soja

Diante desse cenário, produtores de soja devem adotar estratégias para minimizar os impactos da seca. Técnicas como o manejo adequado do solo, o uso de culturas de cobertura e a escolha de variedades mais resistentes à seca são alternativas para tentar mitigar os efeitos negativos da estiagem.

A previsão meteorológica para os próximos meses não traz boas notícias para os produtores de soja da região. Portanto, monitorar as condições climáticas e buscar soluções adaptativas será essencial para atravessar esse período de escassez hídrica.



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Bahia conquista novo mercado e exportará citros para o Chile


Unidades de produção de lima ácida tahiti da Bahia poderão exportar seus frutos para o Chile. O processo de negociação iniciado há dois meses, foi concluído durante a Fruit Attraction São Paulo, principal feira internacional para o mercado de frutas e hortaliças no hemisfério Sul.

Esse importante passo na comercialização internacional de citros e intermediação com o Chile, foi feito entre Agência Estadual de Defesa Agropecuária (Adab) e o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

Para o diretor geral da Adab e engenheiro agrônomo, Paulo Sérgio Luz, que participou do evento e das negociações, essa conquista é resultado de uma política pública estadual que valoriza o setor como um todo, da produção à comercialização.

Laranja, produção em grande escala na Bahia, citriculturaLaranja, produção em grande escala na Bahia, citricultura
Foto: Vinicius Ramos/Canal Rural Bahia

“O Governo do Estado, por meio das secretarias da Agricultura (Seagri) e de Desenvolvimento Rural (SDR), tem atuado conjuntamente com ações de fomento, organização, inovação e conquista de mercados consumidores”, avalia, ressaltando também o trabalho dos órgãos reguladores, das esferas estadual e federal, responsáveis pela execução defesa agropecuária.

A Adab e o Mapa atuam no trânsito interestadual de vegetais; prevenção e monitoramento de pragas; certificação fitossanitária; emissão de documentos intra e interestadual; fiscalização do uso e comércio de agrotóxicos; elaboração de instrumentos legais; campanhas de educação sanitária.

Oportunidade

Para a especialista em citros, da Adab, Suely Brito, a Fruit Attraction foi uma grande oportunidade não só para a realização de negócios, mas para ratificar o protagonismo do Programa Fitossanitário do Citros, no atendimento às demandas de um território grande em extensão e diverso na sua produção, como a Bahia.

O estado da Bahia é quarto maior produtor de laranja do país, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com a última Pesquisa Agrícola Municipal (PAM 2023), a produção da citricultura no estado cresceu 6,95%.


Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Siga o Canal Rural Bahia no Instagram e nos envie uma mensagem.





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veja previsão do tempo do Inmet



Entre os dias 31 de março e 7 de abril, a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) indica mudanças no padrão climático em várias regiões do país. Os destaques da semana no informativo do órgão para o período são as chuvas, que se concentram no Norte e no Sudeste, e a chegada da primeira massa de ar frio do outono no Sul, que poderá provocar geada nas áreas serranas.

A região Norte deve registrar os maiores volumes de chuva da semana. No oeste do Amazonas, Pará, Amapá, norte do Tocantins e oeste de Rondônia, os acumulados podem ultrapassar 80 mm. Já o Acre, parte de Rondônia, sul do Pará e sul de Tocantins devem ter volumes inferiores a 40 mm.

No Nordeste, a atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) continua favorecendo as chuvas no norte do Maranhão, Piauí e litoral do Ceará, com acumulados acima de 60 mm. Em contrapartida, áreas do interior da Bahia, Alagoas, Sergipe, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte, além do norte de Minas Gerais e leste de Goiás, devem enfrentar tempo mais seco, com menos de 20 mm de chuva e umidade relativa do ar abaixo de 50%.

No Centro-Oeste, as chuvas mais significativas se concentram em Mato Grosso, oeste de Goiás e Mato Grosso do Sul, podendo ultrapassar os 50 mm. No restante da região, os volumes serão menores, mas há previsão de pancadas no final da semana, especialmente no nordeste de Goiás e no Distrito Federal.

A região Sudeste terá chuvas intensas no sul de Minas Gerais, leste de São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo, com previsão de mais de 100 mm no Vale do Paraíba, litoral norte paulista, região serrana e na capital fluminense, a partir de sábado (5). Por outro lado, o centro-norte de Minas e o centro-oeste paulista devem registrar volumes inferiores a 20 mm.

No Sul do Brasil, a semana começa com o avanço de uma frente fria, que deve provocar temporais isolados no Rio Grande do Sul até o dia 3 de abril, com possibilidade de granizo e descargas elétricas. Os maiores acumulados ocorrerão no leste e oeste do Rio Grande do Sul, oeste de Santa Catarina e sudoeste e leste do Paraná, com mais de 40 mm. A partir do sábado, o tempo deve se estabilizar.

Primeira massa de ar frio do outono e geada

Ao longo da semana, as temperaturas máximas permanecem elevadas, especialmente no interior do Nordeste, norte de Minas Gerais e leste do Centro-Oeste, onde os termômetros podem superar 34 °C. Na quinata-feria (3), esse calor se intensifica no oeste de Goiás, Bahia, norte de Minas, sul do Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte.

As temperaturas mínimas devem ficar acima de 26 °C no Norte, Centro-Oeste e parte do Nordeste e Sudeste até sexta (4). Porém, a partir do sábado, a entrada da primeira massa de ar frio do outono provocará queda acentuada de temperatura no Sul e no sul de Mato Grosso do Sul. Há previsão de geada nas serras gaúcha e catarinense, com mínimas abaixo de 10 °C.

No domingo (7), a temperatura se eleva no Sul, mas cai no Sudeste, com mínimas em torno de 12 °C na Serra da Mantiqueira, entre São Paulo e Minas Gerais.



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