quinta-feira, maio 28, 2026

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EUA com ritmo lento para soja, milho e algodão



Já o algodão apresenta um avanço de 4% na semeadura



Para o milho, o avanço é modesto
Para o milho, o avanço é modesto – Foto: Freepik

De acordo com dados divulgados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) e compartilhados por Guilherme Silva Póvoa, sócio e diretor de operações da Soberano Corretora de Seguros, Consórcios e Financiamentos, o início do plantio da nova safra norte-americana apresenta ritmo lento, especialmente para a soja. Os números contemplam os 18 principais estados produtores de soja e milho e os 15 maiores de algodão, permitindo uma análise precisa do progresso das lavouras.

No caso da soja, o plantio ainda não começou. A taxa atual está em 0%, igual ao registrado na mesma semana do ano passado e à média histórica dos últimos cinco anos para esse período. O cenário sugere que os produtores ainda aguardam melhores condições climáticas ou outros fatores técnicos para iniciar os trabalhos.

Para o milho, o avanço é modesto, com 2% da área semeada até agora. Isso representa uma leve melhora em relação à semana passada, que registrava 0%, mas está abaixo dos 3% do mesmo período em 2023. Ainda assim, o índice se alinha à média dos últimos cinco anos, indicando que não há motivo de alarme imediato quanto a atrasos significativos.

Já o algodão apresenta um avanço de 4% na semeadura, ficando um pouco abaixo da média entre 2019 e 2023, que é de 6%, mas acima do registrado na semana anterior, que era de 0%. Em comparação com 2023, o ritmo também está mais lento, já que no mesmo período do ano passado o plantio havia atingido 5%.

Esses números iniciais são importantes para o mercado, pois o ritmo do plantio influencia diretamente nas expectativas de produtividade e no comportamento dos preços internacionais. Com o avanço das semanas, o acompanhamento contínuo dos dados será essencial para avaliar eventuais impactos no abastecimento global.

 





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Feriado de Tiradentes pode começar com geada; saiba onde



A segunda-feira (21) deve começar gelada em alguns estados do Brasil. Uma massa de ar polar é a responsável pela queda nas temperaturas, inclusive com possibilidade de geada em alguns pontos, segundo a Climatempo. Confira previsão do tempo nas cinco regiões do país:

Chance de geada nos pontos mais altos da Serra de SC e do RS. O tempo segue firme na maior parte dos dois estados, com previsão de chuva apenas no norte e litoral norte de SC. No PR, a entrada de ventos úmidos que sopram do mar contra a costa favorecem algumas pancadas mais localizadas. O interior do PR continua com tempo firme.

Região Sudeste

Os ventos úmidos que sopram do mar contra a costa ainda favorecem chuva no litoral de SP, em áreas do Sul do RJ e no leste e litoral do ES, dia mais úmido com muita nebulosidade e condições de chuva moderada a forte. Interior de SP, com chuva diminuindo e temperaturas voltando a subir à tarde. Chove em forma de pancadas no norte de Minas.

Região Centro-Oeste

Amanhecer com temperaturas mais amenas em áreas do sul de MS, com sol aparecendo mais e pouca nebulosidade, a chuva continua ocorrendo em forma de pancadas no leste e norte de GO e no norte e noroeste de MT. Chove com moderada a forte intensidade no norte de MS e na região de Corumbá.

Região Nordeste

O tempo continua firme no interior e sertão do Nordeste com uma segunda-feira de sol, pouca nebulosidade e umidade podendo ficar abaixo do ideal para a saúde (>60%). Chove em forma de pancadas no litoral do MA e do PI. O sol aparece durante o dia e pode chover com moderada a forte intensidade no oeste da Bahia.

Região Norte

Dia abafado em toda a região com calor e umidade estimulando nuvens carregadas em todos os estados. Risco de temporal no interior do AM e no estado do AP. Pode chover forte em Manaus, Porto Velho e Rio Branco.



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mercado segue voltado à guerra comercial após semana de boa movimentação



Após uma semana anterior de boa movimentação, o mercado interno de soja no Brasil perdeu força nos últimos dias, em parte por conta do feriado prolongado entre sexta-feira e segunda. Segundo a consultoria Safras & Mercado, os produtores optaram por se afastar temporariamente das negociações, à espera de melhores condições de venda.

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Contratos futuros da soja

Os contratos futuros em Chicago registraram queda, enquanto o dólar se manteve relativamente estável, oscilando entre R$ 5,85 e R$ 5,90. Os prêmios de exportação também cederam. Ainda assim, em meio à entrada da safra brasileira e à incerteza gerada pela guerra comercial entre China e Estados Unidos, os preços continuam atrativos para o produtor rural.

Segundo Rafael Silveira, consultor da Safras & Mercado, os preços seguem em patamares interessantes, mas o comportamento do vendedor mudou. “O spread pedido pelo produtor aumentou. Ele está mais cauteloso, atento ao cenário internacional. Após ter aproveitado boas oportunidades de venda recentemente, agora prefere esperar por valores mais firmes”, afirma.

Como ficaram os preços da soja no Brasil?

  • Passo Fundo (RS): R$ 132,00/saca
  • Santa Rosa (RS): R$ 133,00/saca
  • Porto de Rio Grande (RS): R$ 138,00/saca
  • Cascavel (PR): R$ 131,00/saca
  • Porto de Paranaguá (PR): R$ 137,00/saca
  • Rondonópolis (MT): R$ 119,00/saca
  • Dourados (MS): R$ 123,00/saca
  • Rio Verde (GO): R$ 119,00/saca

Guerra comercial favorece Brasil

Durante palestra no 9º Safras Agri Week, Rafael Silveira destacou que a guerra comercial deflagrada pelo ex-presidente norte-americano Donald Trump segue trazendo vantagens para o Brasil. “Essa disputa tarifária abriu portas importantes para a soja brasileira no mercado internacional”, aponta.

Na safra 2024/25, o Brasil deverá ultrapassar 170 milhões de toneladas, com ganhos expressivos de produtividade, especialmente em estados como Mato Grosso. Por outro lado, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul enfrentaram problemas mais severos.

Os preços no mercado interno estão considerados altos, e há possibilidade de alta adicional, caso os produtores dos EUA reduzam ainda mais a área plantada.

Óleo e farelo

O mercado de farelo e óleo de soja apresenta pouca variação, mesmo com a safra brasileira próxima da conclusão. Gabriel Viana, também da Safras & Mercado, explica: “Normalmente o preço cai nessa fase de colheita, mas isso não ocorreu. A margem de esmagamento será decisiva nos próximos meses”.

Na Argentina, a colheita começou com certo atraso por conta das chuvas. Ele prevê forte volatilidade nas cotações internacionais e aconselha os produtores a aproveitarem as janelas de oportunidade. “Com a entrada intensa da soja argentina e brasileira em maio, é provável que os preços recuem”, conclui.



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Parceria entre setor público e privado visa qualificar a mão de obra rural



Ecolas Técnicas Estaduais (Etecs) das cidades de Jundiaí, Espírito Santo do Pinhal e Rio das Pedras estão nos planos do governo paulista para ampliar a qualificação da mão de obra rural do estado. A Secretaria de Agricultura de São Paulo, em parceria com o Centro Paula Souza e a fabricante de maquinários AGCO, irá capacitar estudantes para operação e manutenção de máquinas.

A expectativa é ampliar a parceria para garantir mão de obra qualificada no mercado do agronegócio e, paralelamente, incentivar o interesse dos jovens no segmento agropecuário.

“Estamos empenhados em buscar cada vez mais parceiros que tenham interesse na formação de mão de obra qualificada para atender o mercado do agronegócio paulista, ofertando melhores salários e condições de fixação no campo para a população”, disse o secretário de Agricultura e Abastecimento do estado de São Paulo, Guilherme Piai.

Além da qualificação, estudantes têm oportunidade de estágio

O projeto-piloto deve começar com 30 alunos selecionados pela diretoria das Etecs participantes. O governo paulista negociou com a AGCO bolsas de estágio para os três melhores jovens, para qualificação dentro das empresas como Fendt, Massey Ferguson, PTx e Valtra.

A realização do curso tem como base o Termo de Cooperação firmado em 2022 entre a Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta), da Secretaria de Agricultura, e o Centro Paula Souza, além do convênio firmado entre o Instituto Agronômico (IAC-Apta) e a AGCO em 2013, sendo renovado em 2024.



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pesquisa da Esalq mapeia riscos na produção do Sudeste



A presença de micotoxinas na cadeia produtiva do leite foi tema de uma pesquisa no Programa de Pós-graduação em Ciência Animal e Pastagens da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP).

A tese, defendida pela médica veterinária Aline Moreira Borowsky, teve como objetivo mapear as micotoxinas presentes na dieta de vacas leiteiras da região Sudeste do Brasil e avaliar o risco de transmissão dessas substâncias para o leite consumido pela população.

O estudo surgiu da necessidade de obter dados sobre a ocorrência de múltiplas micotoxinas em propriedades leiteiras da região. “Coletamos amostras de leite e ração de vacas leiteiras em 100 fazendas distribuídas por essa região”, explica a pesquisadora, orientada pelo professor Carlon Humbeto Corassin. Os materiais foram submetidos a análises laboratoriais para identificar e quantificar as micotoxinas presentes.

Os resultados mostraram a presença de aflatoxinas, fumonisinas, desoxivalenol e zearalenona tanto na alimentação dos animais quanto no leite produzido.

“Embora o alto percentual de amostras positivas para várias micotoxinas e o risco representado por essas substâncias para a saúde animal sejam preocupantes, os níveis encontrados no leite foram baixos e não oferecem risco à saúde humana”, destaca a autora do estudo.

A pesquisadora também enfatiza que a análise de múltiplas micotoxinas no leite pode ser uma ferramenta importante para avaliar os riscos à saúde humana e como alternativa para o monitoramento da ocorrência de micotoxicoses em rebanhos leiteiros.

“Os achados da pesquisa ajudam a compreender melhor o cenário das micotoxinas na produção leiteira brasileira, fornecendo subsídios para a implementação de estratégias de mitigação da contaminação nos sistemas de produção.” O projeto contou com o financiamento das agências Fapesp, CNPq e Capes.

A Tese Destaque é uma parceria entre a Comissão de Pós-Graduação e a Divisão de Comunicação da Esalq.



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crescem as exportações de ovos mineiros aos EUA



As vendas de ovos de galinha, produzidos em Minas Gerais, e exportados aos Estados Unidos apresentaram crescimento, segundo a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa). De acordo com a pasta, o surto de Influenza Aviária que atingiu as aves americanas, gerou um efeito cascata que se mostrou uma excelente oportunidade para as vendas brasileiras – e Minas Gerais é um grande protagonista nesse cenário.

Os Estados Unidos são o segundo maior produtor global de ovos. No entanto, com a doença, eles precisaram abater os rebanhos de aves, o que gerou uma maior necessidade de importar o alimento. O país viu no Brasil um fornecedor para sua demanda por ovos e países que tradicionalmente compravam dos americanos, como México e Canadá, também vieram em busca dos produtos brasileiros. “Isso é uma janela de oportunidade para Minas Gerais”, explica a assessora técnica do Programa AgroExporta, da Seapa, Manoela Oliveira.

Segundo Manoela, o crescimento da demanda americana por ovos beneficia todo o país, mas há dois polos avícolas em Minas que saem na frente. A região de Montes Claros, no Norte do estado, se destaca pela posição logística privilegiada, servindo como um “hub” para outras regiões; e o sul de Minas, com destaque para o município de Pouso Alegre, que emerge como um núcleo tecnológico da avicultura.

Manoela também informa que o Sul de Minas conta com cooperativas de ovos estruturadas, e o fato de estar próximo a São Paulo e de centros de pesquisas de genética avícola fazem com que essa área responda por um percentual alto da produtividade no estado, combinando uma escala industrial com o acesso a mercados de consumidores.

“Minas Gerais conta com um rebanho de postura de cerca de 21 milhões de cabeças, ou seja, 8% do efetivo nacional. Temos uma cadeia produtiva altamente tecnificada e o perfil dos produtores rurais é um perfil de qualificação. Temos também um sistema de defesa sanitária reconhecido, executado pelo Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA)”, informa Manoela.

Minas responde por 7% dos ovos produzidos no Brasil, cerca de 431 milhões de dúzias por ano. Esses pontos, somados ao crescimento de 266% no valor exportado só nesse primeiro trimestre, mostram que a demanda está sendo redirecionada para Minas Gerais, completa a assessora.

Sem risco

Apesar da alta demanda pelo produto, as análises da Secretaria de Agricultura revelam que não há risco de desabastecimento. O quantitativo de ovos para exportação representa apenas 1% da produção total de Minas, o que deixa 99% para atender ao mercado interno.

“Não há risco nem a curto, nem a médio prazo de desabastecimento, porque essa proporção cria uma reserva de segurança. Para causar um impacto significativo na disponibilidade doméstica, teria que haver um aumento muito súbito e expressivo da demanda internacional, e os preços no mercado externo teriam que aumentar drasticamente, além de ter uma capacidade ociosa das granjas mineiras, que não é o que ocorre”, informa Manoela.

Perspectivas

Manoela explica que Minas Gerais exporta praticamente o dobro de ovos em comparação ao mesmo período do ano passado. “No primeiro trimestre nós fechamos com US$ 4 milhões em receita e 2 mil toneladas em volume. Para o próximo trimestre, devemos alcançar cerca de US$ 8 milhões em vendas e pouco mais de 4 mil toneladas de ovos para exportação”, conclui Manoela.



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Crédito mais flexível impulsiona irrigação e inovação



A irrigação desponta como tecnologia-chave para aumentar a produtividade



A irrigação desponta como tecnologia-chave para aumentar a produtividade
A irrigação desponta como tecnologia-chave para aumentar a produtividade – Foto: Pixabay

Nos últimos dez anos, o financiamento no agronegócio brasileiro evoluiu com a entrada de novas fontes privadas, como bancos, fundos e indústrias, suprindo a crescente demanda por crédito. Segundo Bruna Neri, gerente financeira da Netafim, “o recurso subsidiado não é suficiente para o mercado. “Temos um agro mais tecnológico e sólido, pronto para investir”.

A irrigação desponta como tecnologia-chave para aumentar a produtividade e garantir segurança hídrica. Contudo, ainda há desafios para o financiamento. “”O Proirriga é uma importante linha subsidiada para a irrigação, mas o mercado ainda demanda novas fontes de financiamento para atender plenamente seu potencial de crescimento. Estima-se que o valor liberado anualmente represente menos de 20% da expectativa do setor. Por isso, diversificar as opções de financiamento e atrair novos agentes pode ser um caminho estratégico para ampliar o acesso à irrigação”.

Com prazos maiores, garantias mais flexíveis e pagamento em commodities, surgem soluções inovadoras. A Netafim, por exemplo, criou linhas de crédito via BNDES e fechou parcerias com bancos privados. Essas condições favorecem investimentos em tecnologias como a irrigação por gotejamento, que aumenta a produtividade e reduz desperdícios, explica Bruna.

Essa evolução também permitiu que pequenos e médios produtores adotassem sistemas modernos. A perspectiva é de mais incentivos à sustentabilidade, combinando inovação e crédito acessível. “Durante esses eventos, há uma maior busca por soluções de crédito, já que os agricultores procuram entender melhor as opções disponíveis e como elas podem apoiar suas necessidades tecnológicas e de irrigação”, conclui Bruna.

 





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Pesquisa aponta árvores que se adaptam melhor às mudanças climáticas



Uma pesquisa do Instituto de Pesquisas Ambientais (IPA) identificou espécies de árvores na Grande São Paulo com maior capacidade de resistência aos efeitos das mudanças climáticas. O estudo analisou folhas de 29 espécies de árvores nativas em fragmentos urbanos e periurbanos da Mata Atlântica, revelando seis espécies potencialmente tolerantes.

Essas espécies poderão ser consideradas para a arborização urbana no futuro, desde que atendam a outros critérios, como resistência a patógenos e pragas, além de características de crescimento da copa e das raízes. Os testes foram realizados tanto em campo quanto em laboratório.

Espécies de árvores mais tolerantes identificadas até o momento:

  • Cupania vernalis – Camboatá ou Camboatã
  • Croton floribundus – Capixingui ou Tapixingui
  • Eugenia cerasiflora – Guamirim
  • Eugenia excelsa – Pessegueiro-bravo
  • Guapira opposita – Maria-mole
  • Myrcia tijucensis – Guamirim-ferro

“Compreender quais espécies são mais resistentes aos estressores ambientais é fundamental para o planejamento urbano e a conservação da biodiversidade em regiões metropolitanas”, destaca a pesquisadora do Instituto de Pesquisas Ambientais, Marisa Domingos, que supervisionou o estudo.

O grupo de pesquisa do IPA está começando um novo projeto que visa aprimorar o protocolo de métodos, incluindo novos biomarcadores para classificar o nível de tolerância de árvores nativas da floresta atlântica ao estresse urbano.

O estudo também ampliará o número de espécies analisadas, incluindo aquelas utilizadas em projetos de restauração florestal, e realizará experimentos em câmaras de crescimento para avaliar a resistência das árvores à deposição de poluentes e a eventos climáticos extremos.

O trabalho faz parte do Plano de Desenvolvimento Institucional em Pesquisa (PDIP), financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), dentro do projeto “Desafios para a conservação da biodiversidade frente às mudanças climáticas, poluição e uso e ocupação do solo”.

Segundo os pesquisadores, o estudo contribui como orientação para ações de reflorestamento em ilhas de calor, a preservação da biodiversidade e apoio à formulação de políticas públicas.

“Investir em pesquisa científica e inovação é essencial para desenvolver soluções sustentáveis e eficazes que garantam a resiliência das cidades e a conservação da biodiversidade”, destaca o coordenador do Instituto de Pesquisas Ambientais, Marco Aurélio Nalon.



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Domingo de Páscoa com risco de temporal, 100 mm de chuva e ventania agora à tarde



O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu na manhã de hoje (20) que duas grandes áreas do Brasil estão sujeitas a fortes temporais neste domingo de Páscoa. O órgão informa que as chuvas intensas têm grau de severidade representando perigo à população.

Os acumulados podem alcançar os 100 mm, com ventos intensos de até 100 km/h. Há risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.

As regiões Nordeste e Norte serão as mais afetadas de acordo com o Inmet.

Nordeste

  • Ceará: norte, noroeste, Metropolitana de Fortaleza, Sul, centro-sul, sertão e o Jaguaribe
  • Maranhão: Oeste Maranhense, Leste Maranhense, Norte Maranhense, Centro Maranhense
  • Paraíba: sertão, agreste e Zona da Mata paraibana
  • Pernambuco: Metropolitana de Recife, sertão, agreste, e Zona da Mata pernambucana
  • Piauí: centro-norte Piauiense e norte piauiense
  • Rio Grande do Norte: Central Potiguar, oeste, agreste e leste potiguar

Norte

  • Amapá: norte e sul do Amapá
  • Amazonas: centro amazonense, sudoeste, norte e Baixo Amazonas
  • Pará: nordeste, sudeste, Marajó, Metropolitana de Belém e sudoeste paraense
  • Roraima: norte e sul de Roraima
  • Tocantins: região ocidental

Alerta Amarelo

Outra grande área está classificada sob o aviso de Alerta Amarelo pelo Inmet. Essa zona de instabilidade corta o país de leste a oeste e atinge todos os estados da região Centro-Oeste, parte da Bahia e Minas Gerais, o Acre e Rondônia.

Chuva causou problemas no Sudeste e Sul do Brasil

No sábado (19), chuvas fortes causaram transtornos nos estados de Santa Catarina e São Paulo. No final da tarde de ontem, um temporal causou alagamentos em cidades da região do ABC e litoral paulista. Agricultores do oeste e da serra catarinense tiveram prejuízos com tempestades de granizo.



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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Exportações de soja batem recorde histórico em março


Por Ronaldo Fernandes

O Brasil exportou 14,68 milhões de toneladas de soja em março de 2025, o maior volume já registrado na história para março. A marca representa um crescimento de mais de 16,51% em relação a março de 2024, e reforça a força do Brasil como principal fornecedor global da oleaginosa.

A concentração desse volume no primeiro trimestre mostra o apetite chinês para repor estoques. Com o mercado asiático desabastecido nos primeiros meses do ano, o volume recorde embarcado em março deve começar a chegar nos portos da China em abril e maio, justamente quando o consumo se intensifica.

Além disso, com a recente escalada tarifária entre EUA e seus principais parceiros comerciais, o Brasil se tornou ainda mais atrativo para compradores internacionais, o que deve manter o ritmo de exportações aquecido ao longo dos próximos meses.

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