quarta-feira, maio 27, 2026

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Confira como está o milho nos estados


De acordo com a TF Agroeconômica, o mercado de milho no Rio Grande do Sul enfrenta dificuldades devido à falta de oferta e à escassez de opções de fornecimento. Pequenos compradores, especialmente indústrias que precisam garantir produto para os meses de maio e junho, têm se visto obrigados a aceitar os preços cada vez mais elevados, que já estão próximos aos valores praticados no mercado de exportação. 

Estima-se que mais de 80% da safra de milho de verão de 2025 já tenha sido negociada no estado, o que coloca os compradores em uma posição fragilizada, dependendo das condições impostas pelos vendedores. As negociações seguem lentas, com os compradores tentando ajustar os preços internos para se alinhar às exportações, enquanto os vendedores resistem a reduções. Para entregas entre abril e maio, os preços variam de R$ 74,00 a R$ 77,50 por saca, dependendo da região.

Além disso, em Mato Grosso do Sul, o mercado também apresenta um cenário travado, com variações regionais nos preços do milho. Nas principais cidades do estado, os preços giram em torno de R$ 74,00 a saca, mas os valores do milho da segunda safra são mais elevados, com preços chegando até R$ 125,00. O mercado de exportação, nos portos de Paranaguá e Santos, mantém preços firmes em torno de R$ 138,00 por saca, o que tem influenciado o mercado interno. A área plantada com milho na segunda safra no estado deve alcançar 2,1 milhões de hectares, com estimativa de aumento de 20,6% na produção.

Em Santa Catarina, o mercado de milho segue lento, com os produtores ainda priorizando a colheita da soja. A diferença entre os preços pedidos e ofertados tem dificultado o fechamento de negócios, com preços variando entre R$ 79,00 e R$ 85,00 por saca, dependendo da região. A expectativa é que o mercado ganhe tração nos próximos dias, com a entrada do milho da segunda safra. Já no Paraná, a colheita de milho está praticamente concluída, com 90% da área já colhida. Apesar das altas temperaturas e da estiagem em março, a safra deve ser uma das melhores dos últimos três anos, com estimativas de produção de 10,9 milhões de toneladas.

 





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Laranja sofre desvalorização frente a baixa no consumo e grande estoque



O preço da laranja vem caindo, de acordo com levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). A queda acontece devido a grande presença de frutas precoces no mercado, gerando um estoque maior e ampliando a disponibilidade. 

De acordo com o instituto, a média da hamlin, principal cultivar do grupo de laranjas precoces, baixou de R$ 81,76 por caixa de 40,8 kg para R$ 79,50/cx no comparativo com a última semana. A retração representa uma queda de 2,78% no preço, conforme o levantamento do Cepea.

Outra variedade do grupo das precoces, a westing, sofreu uma retração de 4,66% operando R$ 76,75/cx, ainda no comparativo com a última semana. 

Assim, para o próximo mês, o instituto prevê uma desvalorização ainda maior, levando em consideração a possibilidade de uma maior quantidade de laranjas precoces. O clima ameno também tem contribuído para limitar o consumo da fruta, o que também aumenta os estoques 

*Sob supervisão de Thiago Dantas



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Alimentos puxam a prévia da inflação de abril



A prévia da inflação oficial registrou 0,43% em abril, pressionada pelos preços dos alimentos e itens de saúde. O resultado, apurado pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), representa desaceleração em relação a março, quando ficou em 0,64%.

Em 12 meses, o índice soma 5,49%. Em abril do ano passado, o IPCA-15 marcou 0,21%.

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Dos nove grupos pesquisados pelo IBGE, oito apresentam alta, com destaque para o de alimentação e bebidas, que acelerou de 1,09% para 1,14% na passagem de março para abril, respondendo por 0,25 ponto percentual do IPCA-15 deste mês.

O grupo saúde e cuidados pessoais passou de inflação de 0,35% para 0,96% no mesmo período. Os dois grupamentos juntos representam 88% da prévia de inflação do mês.

Confira a variação e os impactos dos grupos na prévia da inflação de abril:

  • Alimentação e bebidas: 1,14% (0,25 ponto percentual)
  • Saúde e cuidados pessoais: 0,96% (0,13)
  • Despesas pessoais: 0,53% (0,06)
  • Comunicação: 0,52% (0,02)
  • Artigos de residência: 0,37% (0,01)
  • Habitação: 0,09% (0,01)
  • Transportes: -0,44% (-0,09)

Alimentos e saúde

No grupo alimentos e bebidas, a alimentação no domicílio, que tinha subido 1,25% em março, passou para alta de 1,29% em abril. As maiores pressões vieram do tomate (32,67%), café moído (6,73%) e do leite longa vida (2,44%).

Já a alimentação fora do domicílio subiu (0,77%), aceleração ante março, quando tinha ficado 0,66% mais alta. Os impactos principais em abril vieram do lanche (1,23%) e da refeição (0,50%).

O grupo saúde e cuidados pessoais teve forte influência dos itens higiene pessoal (1,51%) e produtos farmacêuticos (1,04%). No fim de março, o governo autorizou o reajuste de até 5,09% nos preços dos medicamentos. Os planos de saúde encareceram 0,57%.

Transportes

Os transportes, único grupo que teve deflação (queda de preços) entre as prévias de março e abril, foi influenciado pelo preço das passagens aéreas, que recuaram 14,38%, representando alívio de 0,11 ponto percentual no IPCA-15. Esse foi o maior impacto negativo de todo o índice.

Os combustíveis também representaram um refresco para o bolso dos brasileiros, com redução média de 0,38% nos preços. Houve variação negativa do etanol (0,95%), gás veicular (0,71%), óleo diesel (0,64%) e gasolina (0,29%).

Prévia x IPCA

O IPCA-15 tem basicamente a mesma metodologia do IPCA, a chamada inflação oficial, que serve de base para a política de meta de inflação do governo: 3% em 12 meses, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.

A diferença está no período de coleta de preços e na abrangência geográfica. Na prévia, a pesquisa é feita e divulgada antes mesmo de acabar o mês de referência. Em relação à divulgação atual, o período de coleta foi de 18 de março a 14 de abril.

Ambos os índices levam em consideração uma cesta de produtos e serviços para famílias com rendimentos entre um e 40 salários mínimos. Atualmente o mínimo é de R$ 1.518.

O IPCA-15 coleta preços em 11 localidades do país (as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, de Porto Alegre, Belo Horizonte, do Recife, de São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia.); e o IPCA, 16 localidades (inclui Vitória, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju). O IPCA cheio de abril será divulgado em 9 de maio.



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Suspeitos de integrar milícia com atuação em conflitos fundiários são presos em operação do MP-BA


Duas pessoas suspeitas de integrar um grupo miliciano armado que atua há mais de dez anos em conflitos fundiários no Oeste da Bahia, foram presas durante cumprimento da “Operação Terra Justa”, deflagrada pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA).

Segundo o MP-BA, foram cumpridos nesta sexta-feira (25), mandados de prisão, busca e apreensão contra o grupo criminoso que prestava serviços a grandes fazendeiros da região e ameaçava comunidades tradicionais onde vivem dezenas de famílias.

A “Operação Terra Justa” teve como alvos os integrantes da milícia envolvida em atos de intimidação e violência em conflitos fundiários na região.

Deflagrada pelo Ministério Público do Estado da Bahia, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), de forma integrada com a Polícia Civil, a operação também contou com o apoio da Corregedoria Geral da Polícia Militar da Bahia e do Comando de Policiamento de Missões Especiais, por meio da Cipe Cerrado.

O grupo foi denunciado à Justiça pelo Ministério Público da Bahia por crime de milícia privada.

Foto: Ministério Público da Bahia

Além disso, o MP-BA também deu cumprimento a quatro mandados de busca e apreensão nos municípios de Correntina e Jaborandi, ambos da região Oeste da Bahia.

Objetos apreendidos

Foram apreendidos aparelhos eletrônicos, armas e munição. Os mandados foram deferidos pela Vara Criminal de Correntina, que acatou pedidos do MP-BA baseados em investigações que identificaram a atuação do grupo em áreas rurais no município de Correntina.

Conforme as apurações do MP-BA, o grupo agia por meio de empresa de fachada com registro de segurança privada – sem autorização legal da Polícia Federal – para prestar serviços a grandes fazendeiros da região, praticando ameaças, lesões corporais e grilagem de terras contra comunidades tradicionais de fundo e fecho de pasto, expulsando famílias posseiras e povos tradicionais de suas terras.


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Preço do frango vivo atinge maior patamar em quase quatro anos



De acordo com as últimas pesquisas do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o preço cobrado pelo frango vivo no mercado paulistano é o maior desde agosto de 2022. De acordo com o instituto, o aumento no valor é devido ao patamar elevado dos insumos para a criação de frango.

O preço pelo quilo do galináceo ainda vivo está em R$ 6,15, de acordo com a medição parcial deste mês de abril. O valor representa um aumento de 11% apenas neste mês. Segundo o Cepea, a valorização ocorre porque o mercado interno e externo da proteína está aquecido.

“Esta valorização da cotação do frango vivo, somada à desvalorização dos insumos para a criação, no caso o milho e o farelo de soja, impulsionam a capacidade aquisitiva do produtor. Dessa forma, o poder de compra do avicultor paulista segue em alta pelo segundo mês consecutivo”, informa o Centro de Pesquisas.

Avicultura de postura

Por outro lado, o setor da avicultura de postura se vê em um cenário totalmente diferente. De acordo com o Centro de Estudos, o poder de compra destes produtores vem caindo frente ao farelo de soja. Com relação ao milho, o desempenho ainda é estável, mas o problema é que o preço dos ovos diminuiu em maior intensidade do que o farelo, no comparativo dos meses de março e abril.

Na praça de Bastos (SP), o ovo branco retirado na granja recuou 5%. A caixa de 30 dúzias caiu de R$ 203,01 para 192,79. Já a queda do vermelho foi de 4,9%, operando agora a R$  220,20 a caixa. De acordo com o Cepea, a retração está atrelada à lentidão das vendas.

*Sob supervisão de Thiago Dantas



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Quebra de safra derruba R$ 22 bilhões do PIB da cadeia produtiva da soja em 2024



Dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em parceria com a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) mostram que a cadeia produtiva da soja e do biodiesel movimentou R$ 650,4 bilhões em 2024, valor R$ 22 bilhões abaixo dos R$ 672,4 bilhões registrados no ano anterior.

Segundo as entidades, a retração de 3,27% no chamado PIB-renda reflete a quebra da safra de soja no país, que comprometeu o desempenho do setor como um todo. Considerando o volume físico das atividades da cadeia, o recuo foi ainda maior: queda de 5,03% em relação a 2023.

Mesmo com o tombo, o valor agregado pela cadeia foi o segundo maior da série histórica iniciada em 2010, superado apenas pelo recorde do ano anterior. Com esse desempenho, a participação da cadeia da soja e do biodiesel no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro passou de 5,9% em 2023 para 5,5% em 2024. Dentro do agronegócio, a fatia caiu de 25,2% para 23,8%.

A produção de soja somou 147,7 milhões de toneladas, de acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Embora seja a segunda maior safra já colhida no país, o volume ficou aquém do necessário para sustentar a cadeia, diante dos efeitos adversos do clima sobre a produtividade. O impacto foi sentido principalmente no segmento primário, cujo PIB caiu de R$ 179,8 bilhões para R$ 147,1 bilhões, recuo de 18,2% em termos reais.

A agroindústria foi o destaque positivo do ano, com crescimento de R$ 81,3 bilhões para R$ 88 bilhões no PIB-renda – avanço de 8,31%. O principal motor foi o biodiesel, cujo valor gerado subiu de R$ 4,7 bilhões para R$ 10 bilhões, alta de 110,56%. A indústria de rações também teve crescimento, passando de R$ 10,6 bilhões para R$ 12 bilhões (+13,73%), enquanto o esmagamento e refino da soja ficou estável, em torno de R$ 66 bilhões.

Do lado do comércio exterior, a cadeia exportou US$ 54,25 bilhões em 2024, recuo de US$ 13,3 bilhões ante os US$ 67,56 bilhões de 2023. A queda de 19,69% no valor exportado foi puxada pela retração dos preços internacionais (-17,6%) e pela leve redução do volume físico exportado, de 127,3 milhões para 124,1 milhões de toneladas (-2,54%). A China seguiu como principal destino, com 59% das compras totais, liderando as aquisições de soja em grão (73,4%) e glicerol (78,7%).

Entre os subprodutos, o farelo de soja foi o único com aumento em volume exportado, passando de 22,47 milhões para 23,13 milhões de toneladas (+2,94%). Já o óleo de soja caiu 41,39% e o biodiesel 30,58%. O principal destino do óleo foi a Índia, enquanto o farelo teve como principais mercados a União Europeia, o Sudeste Asiático e o Oriente Médio.

O relatório destaca que a agregação de valor pela indústria é substancial. Em 2024, o PIB gerado por tonelada de soja processada foi de R$ 8.108, enquanto a soja exportada diretamente gerou R$ 1.738 por tonelada. Isso significa que o processamento agregou 4,67 vezes mais valor à economia do que a exportação in natura.

No mercado de trabalho, o número de ocupados na cadeia da soja e do biodiesel caiu de 2,34 milhões para 2,26 milhões de pessoas em 2024, redução de 3,20%. A retração foi puxada pelos agrosserviços (-4,98%) e pelo setor primário (-2,60%). Em contrapartida, a agroindústria cresceu 20,71% em número de empregos, com destaque para o esmagamento e refino (+42,2%), rações (+14,6%) e biodiesel (+2,26%).

A queda na ocupação também afetou a participação da cadeia no total do emprego nacional. No agronegócio, a fatia recuou de 10,29% para 9,71%. Na economia como um todo, a participação passou de 2,35% para 2,24%.



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Preços do trigo no Sul: Movimentações no mercado



No Paraná, o mercado segue com pouca movimentação, apesar das ofertas



Em Santa Catarina, o trigo gaúcho alcançou preços de até R$ 1.560/t
Em Santa Catarina, o trigo gaúcho alcançou preços de até R$ 1.560/t – Foto: Canva

Segundo informações da TF Agroeconômica, o mercado de trigo no Sul do Brasil enfrenta uma série de flutuações nos preços e na movimentação de negócios. No Rio Grande do Sul, os preços futuros do trigo registraram nova queda, com valores em torno de R$ 1.500 FOB, com pouca movimentação. O trigo branquear é oferecido por R$ 1.600 FOB, mas sem demanda significativa. O trigo importado está na faixa de US$ 285 a US$ 290 FOB Rio Grande, com a oferta de trigo argentino a US$ 259, sendo agora negociado a US$ 285. O mercado estima que cerca de 60 mil toneladas já foram negociadas a futuro, entre exportação e moinhos.

Em Santa Catarina, o trigo gaúcho alcançou preços de até R$ 1.560/t no leste do estado. No entanto, a safra nova ainda está indefinida, com pouca atividade entre vendedores e compradores. A safra atual teve lotes pontuais sendo negociados de R$ 1.400 a R$ 1.450 FOB, mas a pedida geral é de R$ 1.500/t. Além disso, o preço das pedras subiu para R$ 78,00/saca em Canoinhas, mantendo-se estável em outras cidades como Chapecó e Joaçaba.

No Paraná, o mercado segue com pouca movimentação, apesar das ofertas. Os compradores que já estão bem abastecidos indicam R$ 1.600 CIF para entrega imediata, enquanto aqueles sem espaço para receber o produto indicam valores de R$ 1.650 CIF para entregas em maio/junho. Alguns negócios no FOB ocorreram a R$ 1.600, com pagamento em junho, e o trigo importado está sendo negociado por US$ 295 CIF em Paranaguá.

Os preços da pedra no Paraná, de acordo com o Deral, subiram 0,45% esta semana, chegando a R$ 80,04/saca. No entanto, com o aumento dos custos de produção, o lucro médio do triticultor no estado recuou de 13,39% para 8,85%, embora ainda seja considerado significativo.

 





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AgroNewsPolítica & Agro

Pá carregadeira CASE 721E customizada para cana é destaque na Agrishow


A CASE Construction Equipment, marca de equipamentos de construção da CNH, estará presente na Agrishow, no estande da marca-irmã Case IH, mostrando toda a versatilidade e inovação do seu portfólio, com aplicação também no agronegócio. Os destaques são a pá carregadeira 721E versão canavieira, o trator de esteira compacto 850M e a miniescavadeira CX35D, lançamento recente da marca, todos 100% conectados.

Esta versão da 721E vem com itens que fazem toda a diferença para uma melhor produtividade nas operações com o bagaço de cana, bem como as tarefas do dia a dia.  O filtro de ar-condicionado tipo snorkel, para a entrada de ar na cabine, similar ao usado em veículos off-road e o pré-filtro de ar HD do motor, promovem uma filtragem mais eficiente, reduzindo a saturação dos itens. “São soluções robustas, com maior capacidade de remover partículas menores – mais presentes no cultivo da cana, devido ao bagaço ser um material muito leve – prolongando a vida útil dos componentes”, explica Marcelo Rohr, especialista de marketing de produto da CASE.

Outro diferencial são os pneus especiais 750-65R26, maiores e mais largos, melhorando a tração da máquina. “Trouxemos o mesmo pneu utilizado em colheitadeiras, que evita que a máquina afunde no bagaço de cana. Houve uma preocupação em aumentar a área de contato com o solo, diminuindo a pressão”, explica Rohr.  A caçamba também foi adaptada, passando de 5.5 para 6 m³ e um peso aproximado de 1.550kg, melhorando a produtividade da máquina.

O trator compacto 850M, fabricado no Brasil e exportado para todo o mundo, também é uma excelente solução para o campo. Indicado para diversas aplicações, se adapta e entrega resultados, em diferentes tipos de solo, incluindo lama, pois oferece tração e estabilidade. Suas esteiras reduzem a compactação do solo, além de proporcionar uma excelente tração, sendo ideal para tracionar e operar com implementos em todos os tipos de terreno.

Já a miniescavadeira CX35D, um dos lançamentos mais recentes da CASE Construction Equipment, tem indicação para operações em condições complexas, com eficiência e segurança. Multifuncional, opera também no campo, com possibilidade de utilização de diversos tipos de implemento, para diferentes necessidades.

Quem passar pelo estande também poderá ver a retroescavadeira 580N S2 HD, a motoniveladora 865B e a minicarregadeira SV300.

Conectividade  

Todo o portfólio da CASE produzido no Brasil conta com recursos de telemetria.

Com máquinas 100% conectadas, é possível realizar manutenção preditiva, identificar problemas ou falhas iminentes, otimizar o consumo de combustível, analisar o desempenho das operações e programar tarefas de maneira eficiente, resultando em maior produtividade e redução do tempo de inatividade das máquinas, entre outros benefícios. 

O myCASE Construction é a plataforma da marca que reúne todas essas informações. A ferramenta pode ser acessada de qualquer aparelho com conexão de internet e o cliente monitora toda sua frota em tempo real, além de ter contato direto com a rede de concessionários e a fábrica. 

Localizado na fábrica de Contagem (MG), o CASE SiteConnect Center é uma central de suporte, com uma equipe de especialistas preparada para garantir respostas rápidas, uma experiência diferenciada e entrega eficiente de operações. 





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Preço do boi gordo no Mercosul atinge novo recorde em três anos



O preço do boi gordo para exportação nos países membros do Mercosul, medido pela consultora Faxcarne, atingiu um novo recorde em três anos, alcançando US$ 4,06 por quilo de carcaça.

Segundo o relatório, o boi argentino foi cotado a US$ 4,98 por quilo de carcaça, o que
representa um aumento de 8,3% em relação à semana anterior, impulsionado tanto pela firme demanda internacional quanto por uma maior estabilidade no câmbio.

No Brasil, de acordo com dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a demanda acima da oferta sustenta preços do boi no mercado doméstico.

O Indicador do boi gordo Cepea/Esalq avançou cerca de 2,5%, saindo da casa de R$ 320 no final de março para a de R$ 327 a arroba nesta semana. No atacado da Grande São Paulo, a carcaça casada bovina valorizou 5,5% na parcial de abril, operando em torno dos R$ 23/kg à vista.

Convertendo o valor da carcaça em dólar, segundo a cotação do dia 24 de abril no Brasil , o preço é de US$ 3,88.



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Ex-presidente Fernando Collor de Mello é preso



O ex-presidente da República Fernando Collor de Mello foi detido na manhã desta sexta-feira (25) em Maceió. Segundo sua defesa, a prisão ocorreu às 4h, quando o político se deslocava para Brasília.

Ainda de acordo com a defesa de Collor, que também é ex-senador, ele se deslocava para Brasília para o cumprimento espontâneo do mandado de prisão.

Depois da prisão, o ex-presidente foi encaminhado para a Superintendência da Polícia Federal em Alagoas.

A prisão de Collor foi determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, após negar recurso da defesa para rever uma condenação, de 2023, a 8 anos e 10 meses de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Trajetória política de Collor

Fernando Collor tem 75 anos e é economista. Foi eleito o 32.º presidente do Brasil, de 1990 até sua renúncia em 1992. Atualmente filiado ao Partido Trabalhista Brasileiro, foi senador por Alagoas de 2007 até 2023, tendo presidido a Comissão de Relações Exteriores do Senado de 2017 até 2019.



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