sexta-feira, março 27, 2026

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Plantio de soja em MT chega a 96,36% da área, aponta Imea



O plantio da safra 2025/26 de soja em Mato Grosso alcançou 96,36% da área até a última sexta-feira (14), conforme dados do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea). O número representa um avanço de 10,68 pontos percentuais na semana.

Segundo o instituto, o ritmo está 2,62 pontos abaixo do registrado no mesmo período da temporada passada (98,98%) e ligeiramente inferior à média dos últimos cinco anos para a data, de 97,01%.

O médio-norte do estado concluiu 100% da semeadura, seguido pelo centro-sul, com 98,42%. No norte, o índice é de 99,62%, enquanto o noroeste soma 99,90% e o oeste, 95,35%. Os menores avanços são observados no sudeste, com 91,96%, e no nordeste, com 92,41%.



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Comitiva do setor do tabaco está na Suíça para acompanhar a COP11



Representantes da cadeia produtiva do tabaco estão na Suíça para acompanhar a 11ª Conferência das Partes (COP 11) da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco. O encontro ocorre entre 17 e 22 de novembro, em Genebra.

O grupo inclui parlamentares, autoridades municipais da região Sul e entidades ligadas ao setor. Mesmo sem acesso às sessões oficiais, os participantes afirmam que estarão presentes para monitorar as posições da delegação brasileira e defender a continuidade da produção de tabaco no país.

Motivos da viagem e críticas à falta de acesso

Segundo os representantes do setor, o objetivo é assegurar que a delegação oficial cumpra a declaração interpretativa firmada pelo Brasil ao aderir à Convenção-Quadro. O compromisso prevê que medidas de controle não inviabilizem a atividade produtiva já estabelecida.

Valmor Thesing, presidente do Sindicato da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), afirma que o grupo representa trabalhadores rurais e empregados da indústria ligados à cadeia do tabaco. Ele destaca o impacto econômico da atividade e diz que a participação da comitiva ocorre nos “bastidores”, já que, assim como em outras edições, entidades e imprensa não terão acesso aos debates.

Thesing também critica a ausência de diálogo nas reuniões da CQCT e afirma que decisões tomadas sem participação do setor podem repercutir na renda e no emprego relacionados ao tabaco no Brasil.

Indicadores da produção no país

A produção de tabaco no Brasil tem concentração na região Sul, que reúne a maior parte dos municípios e produtores ligados ao segmento. Na safra 2024/25, segundo a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), mais de 138 mil famílias participaram da atividade nos três estados da região. A colheita atingiu cerca de 720 mil toneladas, movimentando recursos nos 525 municípios produtores.

O setor reúne milhares de empregos diretos e indiretos, além de gerar receita e exportações. Os dados apresentados pelas entidades do segmento apontam participação relevante na economia regional e no apoio às comunidades rurais envolvidas no cultivo.



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Colheita da mandioca é retomada, mas ainda em ritmo lento



Mesmo diante das chuvas na semana passada em muitas regiões, produtores retomaram a colheita de mandioca. Isso é o que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

O ritmo das atividades de campo, no entanto, ficou abaixo das expectativas dos agentes do mercado. Segundo o centro de pesquisas, muitos produtores ainda mostram pouco interesse em avançar com os trabalhos, alegando ser reduzida a atratividade da comercialização da raiz. 

De acordo com esses mandiocultores, a produtividade e o teor de amido estão baixos. Diante disso, os valores de negociação da raiz de mandioca se sustentaram na semana passada. 

Levantamento do Cepea mostra que, de 10 a 14 de novembro, o valor médio da tonelada de mandioca posta fecularia foi de R$ 565,81, com queda de 1,1% frente ao mesmo período do ano anterior. A média da parcial de novembro segue 0,6% acima da de outubro.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Oferta de feijão prevalece e preços seguem em queda



Os preços médios dos feijões carioca e preto seguiram em queda ao longo da semana passada em quase todas as regiões. Isso é o que indicam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo pesquisadores do instituto, compradores atuam de forma pontual, evitando fechar grandes volumes, enquanto a oferta está maior, prevalecendo sobre a demanda. 

No geral, observa-se maior disponibilidade de feijão na região sudoeste de São Paulo, com lotes mais claros, variedades de escurecimento lento, granulações acima de 90% na peneira 12 e umidade adequada. 

Para o feijão preto, o Cepea observou aumento na oferta de lotes comerciais. Ainda em São Paulo, agentes estão atentos às chuvas neste período de colheita e aos possíveis impactos do clima úmido sobre a qualidade. 

Nas demais regiões, os produtores focam no armazenamento e disponibilizam lotes pontuais.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Soja cai em Chicago após revisão das exportações dos EUA



Os contratos registraram quedas consistentes


Os contratos registraram quedas consistentes
Os contratos registraram quedas consistentes – Foto: Pixabay

O mercado futuro da soja nos Estados Unidos fechou em baixa, refletindo a mudança de percepção sobre o ritmo das exportações americanas. Segundo a TF Agroeconômica, o movimento negativo ocorreu mesmo após uma semana de ganhos para a oleaginosa na bolsa de Chicago. O dia terminou pressionado pelos ajustes nas expectativas de demanda internacional, que ganharam força após a divulgação de novos dados do setor.

Os contratos registraram quedas consistentes. O vencimento de novembro recuou 1,70%, enquanto janeiro perdeu 1,96%. No complexo, o farelo para dezembro caiu 1,80% e o óleo encerrou com baixa de 0,20%. A consultoria explica que, embora o relatório WASDE tenha trazido números amplamente favoráveis para a soja americana, a revisão para baixo de 2,97% nas exportações assumiu papel determinante no rumo das cotações ao longo do pregão.

A confirmação de apenas 332 mil toneladas negociadas com a China contribuiu para o aumento da cautela. A indústria ainda aguarda até 2 de janeiro para a atualização completa das vendas referentes ao período de paralisação do governo dos Estados Unidos, o que alimenta dúvidas sobre o cumprimento do volume inicialmente previsto para 2025. Para os anos seguintes, os valores também permanecem abaixo da média de cinco anos. Com o grão americano mais caro que o brasileiro após as recentes altas, o desempenho das exportações se consolida como o principal ponto de atenção do mercado nos próximos dias.

Apesar da queda diária, o saldo semanal terminou positivo. A soja acumulou alta de 1,00%, o farelo avançou 1,70% e o óleo subiu 0,95%, apoiados pelo movimento de recuperação registrado ao longo da semana.

 





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Setor de biocombustíveis lança carta e propõe quadruplicar combustíveis sustentáveis até 2035



O setor brasileiro de biocombustíveis lançou a Carta de Belém, documento que propõe um esforço internacional para quadruplicar a produção e o uso de combustíveis sustentáveis até 2035. A meta segue as recomendações mais recentes da Agência Internacional de Energia (IEA).

O texto é assinado pela Anfavea, Bioenergia Brasil, Instituto MBCBrasil e Unica, que liderou a elaboração do documento. A carta apresenta um diagnóstico direto: o mundo está atrasado na descarbonização da mobilidade e não cumprirá o Global Stocktake sem combinar eletrificação, combustíveis sustentáveis e novas rotas tecnológicas.

Como base desse argumento, o setor apresenta o caso brasileiro. Após cinco décadas de políticas como Proálcool e RenovaBio, o Brasil construiu uma das matrizes energéticas mais limpas entre as grandes economias, com 29% de bioenergia e 20% de outras fontes renováveis. A oferta de bioeletricidade também cresceu e chegou a 21.000 GWh em 2024, equivalente a 4% do consumo nacional.

Para o presidente da Unica, Evandro Gussi, o Brasil demonstra que os biocombustíveis são uma solução escalável e competitiva.

“O etanol é uma tecnologia comprovada, integrada às cadeias produtivas. O Brasil mostrou que é possível descarbonizar enquanto se gera emprego e competitividade. A Carta de Belém traduz esse aprendizado para que outros países avancem com segurança e velocidade”, afirmou.

Eletrificação e biocombustíveis devem caminhar juntos, diz setor

A carta também reforça a complementaridade entre eletrificação e biocombustíveis. Segundo o documento, países com forte base agrícola e infraestrutura limitada de recarga podem reduzir emissões de maneira mais rápida ao combinar híbridos flexfuel, etanol, biometano e eletricidade.

“A aposta em diferentes tecnologias é o melhor caminho para acelerarmos a descarbonização. Os biocombustíveis são aliados fundamentais, com impacto real no transporte leve e pesado”, disse Igor Calvet, presidente da Anfavea.

A Carta de Belém destaca ainda o potencial do biometano, combustível de baixa ou até negativa intensidade de carbono. A partir de resíduos agrícolas e urbanos, o Brasil poderia produzir 120 milhões de Nm³ por dia, o que substituiria até 60% do diesel usado no transporte nacional. A tecnologia tem aplicações no transporte pesado, na logística, na indústria e, na forma de BioLNG, também na navegação.

Para Mário Campos, presidente da Bioenergia Brasil e da SIAMIG Bioenergia, o Brasil está pronto para ocupar uma posição de liderança.

“Os biocombustíveis são parte estratégica da solução climática do Brasil. A Carta de Belém mostra ao mundo que etanol, bioenergia e combustíveis de baixa emissão já entregam resultados concretos em descarbonização e desenvolvimento regional”, afirmou.

Documento ecoa avaliações da IEA, ICAO e IMO

A carta também dialoga com avaliações de organismos internacionais como IEA, ICAO e IMO, todos alinhados em reconhecer que combustíveis sustentáveis,líquidos, gasosos e derivados de hidrogênio, serão decisivos para reduzir emissões na aviação, navegação e indústria pesada.

O documento lembra que 70 países já adotam mandatos de mistura obrigatória e que a expansão dessas rotas precisa garantir ganhos sociais, como geração de emprego no campo, renda regional e valorização de cadeias produtivas de baixo carbono.

“O Brasil demonstra há 50 anos que descarbonização eficaz é aquela que também gera emprego e fortalece a economia”, afirma José Eduardo Luzzi, presidente do Instituto MBCBrasil.

“Não há solução única. A rota brasileira, baseada no etanol, biometano, biodiesel e bioeletrificação , é testada, imediata e pragmática”, completou.

Financiamento será decisivo para acelerar a transição

A Carta de Belém estima que a transição energética exigirá investimentos entre US$ 29 e 30 trilhões até 2030. Para os signatários, entre US$ 1,3 trilhão deveriam ser direcionados a combustíveis sustentáveis em países em desenvolvimento.

O documento também defende previsibilidade regulatória e acesso a financiamento competitivo. Segundo as entidades, a experiência brasileira coloca o país em posição estratégica para influenciar uma transição global mais rápida e inclusiva



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Plantio de soja atinge 71% da área no Brasil



O plantio da safra 2025/26 de soja alcançou 71% da área estimada no país até quinta-feira (13), segundo levantamento da AgRural divulgado hoje. O ritmo representa avanço em relação aos 61% registrados na semana anterior, mas permanece atrás dos 80% observados em igual período do ano passado.

Apesar da melhora no ritmo de trabalho, a AgRural comenta que as chuvas continuam irregulares em parte do Centro-Oeste e do Matopiba, o que tem exigido cautela dos produtores. Mesmo assim, muitos seguem adiantando a semeadura, confiantes nas previsões de precipitações mais constantes nas próximas semanas. Na Região Sul, o cenário é inverso: a umidade excessiva ainda impede progressos mais robustos.

Milho

Ja a semeadura do milho verão 2025/26 no Centro-Sul chegou a 85% da área prevista, também até o dia 13, contra 72% na semana anterior e 87% há um ano. O avanço foi favorecido pelas melhores condições de campo em São Paulo e Minas Gerais durante a última semana.

Por outro lado, Goiás segue com atrasos, reflexo da umidade irregular e do foco dos produtores na conclusão do plantio da soja, principal cultura do período.



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EUA registram 332 mil toneladas de soja vendidas à China desde outubro



Exportadores dos Estados Unidos reportaram 332 mil toneladas de soja vendidas à China entre 1º de outubro e 13 de novembro. Os dados foram divulgados pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), na última sexta-feira (14), após a retomada das publicações, interrompidas durante a paralisação do governo norte-americano.

As vendas comunicadas incluem duas operações acima do limite obrigatório de reporte: cem mil toneladas em 30 de outubro e duzentas e trinta e duas mil toneladas em 3 de novembro. Essas datas ocorreram próximas ao encontro entre os presidentes Donald Trump e Xi Jinping, realizado no fim de outubro na Coreia do Sul.

Normas de reporte do USDA

Pelas regras do USDA, exportadores dos Estados Unidos devem informar qualquer venda diária igual ou superior a cem mil toneladas de uma commodity. Também devem ser reportadas operações de duzentas mil toneladas ou mais destinadas a um único comprador, sempre até o dia seguinte.

Vendas para destinos não identificados

No mesmo período, houve ainda vendas avulsas de soja para destinos não especificados, somando seiscentas e dezesseis mil toneladas. Essas operações podem ou não ter como destino a China. Apesar disso, o volume permanece muito inferior ao compromisso chinês de adquirir doze milhões de toneladas até o fim do ano.



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Disparidade entre preços limita negócios da soja



As negociações envolvendo a soja em grão estão mais lentas no Brasil, como apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

De acordo com o instituto, esse cenário está atrelado à disparidade entre os valores ofertados pelos compradores e os pedidos por vendedores. De um lado, pesquisadores do Cepea apontam que os sojicultores se mostram capitalizados e afastados das negociações. Esses agentes têm a atenção voltada à valorização externa. 

Já boa parte dos consumidores está cautelosa, atenta ao alto estoque remanescente da safra 2024/25, às expectativas de safra recorde na temporada 2025/26, à desvalorização cambial (US$/R$) e à queda nos prêmios de exportação no Brasil.

Deste modo, os preços da soja em grão registraram apenas pequenas oscilações ao longo da última semana nas praças acompanhadas pelo Cepea.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Mercado reduz previsão da inflação para 4,46%



Após a divulgação da inflação de outubro, a menor para o mês em quase 30 anos, a previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 4,55% para 4,46% este ano. Com isso, a estimativa alcançou o intervalo da meta de inflação que deve ser perseguida pelo Banco Central (BC).

Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.

A estimativa está no boletim Focus desta segunda-feira (17), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), em Brasília, com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Para 2026, a projeção da inflação permaneceu em 4,2%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 3,8% e 3,5%, respectivamente.

A redução na conta de luz puxou a inflação oficial para baixo e fez o IPCA fechar outubro em 0,09%, o menor para o mês desde 1998, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE). Em setembro, o índice havia marcado 0,48%. Em outubro de 2024, a variação havia sido de 0,56%.

Com esse resultado, a inflação acumulada em 12 meses é 4,68%, a primeira vez, em oito meses, que o patamar fica abaixo da casa de 5%. No entanto, ainda acima do teto da meta do CMN.

Juros básicos

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros – a Selic – definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. O recuo da inflação e a desaceleração da economia levaram à manutenção da Selic pela terceira vez seguida, na última reunião, no início deste mês.

No entanto, o colegiado não descarta a possibilidade de voltar a elevar os juros “caso julgue apropriado”.

Em nota, o BC informou que o ambiente externo se mantém incerto por causa da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, com reflexos nas condições financeiras globais.

Já no Brasil, a autarquia destacou que a inflação continua acima da meta, apesar da desaceleração da atividade econômica, o que indica que os juros continuarão alto por bastante tempo.

A estimativa dos analistas de mercado é que a taxa básica encerre 2025 nesses 15% ao ano. Para o fim de 2026, a expectativa é que a Selic caia para 12,25% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente.

Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio

Nesta edição do boletim Focus, a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano permaneceu em 2,16%.

Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) ficou em 1,78%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 1,88% e 2%, respectivamente.

Puxada pelas expansões dos serviços e da indústria, no segundo trimestre deste ano a economia brasileira cresceu 0,4%. Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021, quando o PIB alcançou 4,8%.

A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,40 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,50.



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