terça-feira, março 24, 2026

Agro

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Veja o preço da arroba do boi gordo em dia que a China adiou investigações



O mercado físico do boi gordo se depara com tentativas de compra em patamares mais baixos nas principais regiões produtoras do país, incluindo São Paulo, onde os frigoríficos começam a indicar para escalas de abate mais confortáveis.

De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o destaque desta terça-feira (25) vai para o fato de, logo no início do dia, as autoridades chinesas terem anunciado que a investigação em torno do impacto das importações de carne bovina sobre a produção local foi prorrogada para o dia 26 de janeiro de 2026.

“Foi o segundo adiamento dessa investigação que foi iniciada no final de 2024. Essa é uma variável determinante para o mercado do boi gordo, considerando o peso da China na importação de carne bovina brasileira”, disse.

Preços médios da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 321,25 — ontem: R$ 324,33
  • Goiás: R$ 315,18 — R$ 315,36
  • Minas Gerais: R$ 312,65 — R$ 313,53
  • Mato Grosso do Sul: R$ 317,39 — R$ 318,30
  • Mato Grosso: R$ 300,05 — R$ 300,57

Mercado atacadista

O mercado atacadista se depara com preços firmes. Segundo Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere por alguma alta dos preços durante a semana, em linha com a boa demanda prevista para o período.

“Com a demanda interna chegando ao seu auge durante o último bimestre, o que se espera é maior propensão a reajustes dos preços do traseiro bovino, cortes mais apreciados nesse período do ano”, assinalou.

  • Quarto traseiro: segue a R$ 25,75 por quilo
  • Quarto dianteiro: se mantém a R$ 19,25 por quilo
  • Ponta de agulha: continua em R$ 18,75 por quilo

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,35%, sendo negociado a R$ 5,3756 para venda e a R$ 5,3736 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3560 e a máxima de R$ 5,4130.



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Brasil deve embarcar até 4,3 milhões de toneladas em novembro



As exportações brasileiras de soja em grão devem atingir 4,395 milhões de toneladas em novembro, segundo levantamento semanal da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec). No mesmo mês de 2024, os embarques somaram 2,339 milhões de toneladas. Em outubro deste ano, foram 6,398 milhões de toneladas.

Na semana encerrada em 22 de novembro, o Brasil embarcou 839,997 mil toneladas, e a previsão para o período entre 23 e 29 de novembro é de 1,042 milhão de toneladas.

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Farelo de soja

Para o farelo de soja, a previsão de embarques em novembro é de 2,496 milhões de toneladas, acima dos 1,728 milhão de toneladas registradas no mesmo mês do ano passado.

Em outubro, os embarques somaram 1,725 milhão de toneladas. Na semana passada, foram exportadas 595 mil toneladas, com previsão de 850 mil toneladas para esta semana.



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Venda de sêmen cresce 11,7% no 3º trimestre de 2025, para 8,3 milhões de doses



O investimento dos pecuaristas em genética bovina cresceu 11,7% no terceiro trimestre de 2025, para 8,3 milhões de doses, na comparação com igual período de 2024. O dado faz parte do Index Asbia, divulgado pela Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Asbia), com base em levantamento do Centro de Estudos em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP.

Na pecuária de corte, as vendas de material genético somaram 6,6 milhões de doses entre julho e setembro, alta de 11,5% frente às 5,9 milhões de doses do terceiro trimestre do ano anterior. Para a pecuária de leite, o aumento foi de 12,4%, para 1,7 milhão de doses, ante 1,5 milhão no igual intervalo de 2024.

A produção nacional de sêmen alcançou 6,9 milhões de doses no trimestre, avanço de 29,6% em relação às 5,3 milhões de doses produzidas um ano antes. Já as importações atingiram 2,3 milhões de doses, expansão de 29,8% ante 1,7 milhão no terceiro trimestre de 2024.

Exportações apresentaram crescimento

As exportações também apresentaram crescimento sólido. O volume destinado à pecuária de corte subiu 26,7%, para 222.903 doses, ante 175.968 doses exportadas no igual período do ano passado. Já o embarque de sêmen leiteiro chegou a 89.460 doses, alta de 20,5% sobre as 83.171 doses exportadas no terceiro trimestre de 2024.

A prestação de serviços, modalidade em que empresas especializadas coletam e industrializam sêmen de reprodutores de propriedade dos pecuaristas, totalizou 349.719 doses no trimestre, crescimento de 7,4% ante as 325.685 doses contratadas no mesmo período do ano anterior.

Segundo a executiva da Asbia, Lilian Matimoto, os dados reforçam a confiança internacional na genética bovina brasileira. “Essa é uma demonstração clara do quanto o mercado internacional confia na qualidade da nossa pecuária – uma das mais importantes do mundo”, afirmou. Ela destacou ainda que o uso de inseminação artificial alcançou 78,7% dos municípios brasileiros no terceiro trimestre de 2025.



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soja em grão atinge melhor cotação do ano e aquece embarques


O mercado internacional de soja segue em forte valorização, com a cotação do grão em Chicago superando 11 dólares por bushel e alcançando os maiores níveis do ano. Esse movimento impulsiona os embarques brasileiros, que já atingem patamares recordes para o final de 2025. As informações foram divulgadas no Agroexport desta terça-feira (25).

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Soja em grão

Reprodução Canal Rural

Dados apresentados no Agroexport indicam que o Brasil deve encerrar 2025 com exportações de soja em grão entre 109 e 110 milhões de toneladas, superando o recorde de 102 milhões registrado em 2023. Mesmo com quase um mês ainda pela frente, já foram embarcadas mais de 105 milhões de toneladas neste ano.

Farelo

Reprodução Canal Rural

O farelo de soja também apresenta crescimento consistente. De janeiro a novembro de 2025, já foram exportadas 21,65 milhões de toneladas, e a expectativa é fechar o ano em torno de 22 milhões, com potencial de atingir até 24 milhões de toneladas, considerando a média histórica de dezembro.

O Brasil não cresce apenas na exportação de soja em grão, mas também no farelo, agregando valor à produção, impulsionando a atividade econômica da agroindústria e fortalecendo a presença do país no mercado internacional de farelo de soja.

Óleo

Reprodução Canal Rural

O óleo de soja, que passou por altos e baixos nos últimos anos, apresenta sinais de recuperação. O pico das exportações ocorreu em 2022 e 2023, impulsionado pelo conflito Rússia-Ucrânia, quando a Europa aumentou a importação de óleo de soja brasileiro devido ao receio da escassez de gás russo.

Após uma queda em 2024, 2025 já igualou o volume total exportado no ano anterior, e a expectativa é superar 1,4 milhão de toneladas, retomando os níveis pré-conflito. O cenário indica um viés de alta orgânico nas exportações de óleo de soja, refletindo a recuperação do setor.

Complexo soja

Reprodução Canal Rural

No acumulado do complexo soja (grão, farelo e óleo) o Brasil já exportou 128,6 milhões de toneladas, superando o volume de 2024 e com potencial para alcançar 135 milhões de toneladas até o final do ano.

A produção total da safra está estimada em cerca de 160 milhões de toneladas, garantindo espaço para novas exportações recordes. O recorde histórico anterior foi registrado em 2023, com 126,7 milhões de toneladas.

Demanda chinesa

Além da alta dos preços internacionais, outro fator que impulsionou o desempenho das exportações brasileiras de soja foi a forte demanda da China. Estima-se que o país asiático absorva mais de 80% das exportações brasileiras de soja em 2025, concentrando ainda mais o mercado. O apetite chinês, aliado à valorização da soja em Chicago, explica os números históricos registrados neste ano.

No entanto, esse cenário também representa um risco de concentração. Historicamente, a participação da China nas compras de soja do Brasil sempre foi alta, acima de 70%, mas nos últimos anos tinha se estabilizado entre 68% e 72%. Agora, com a previsão de voltar a 80% de participação, o mercado brasileiro volta a depender fortemente de um único destino.



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Saúde do oceano brasileiro cai e chega a ‘ponto de não retorno’, alerta especialista



O estado de saúde do oceano ao longo do litoral brasileiro vem piorando de forma consistente nos últimos anos. Dados divulgados pela Ocean Health Index mostram que o índice, que era de 77% em 2012, caiu para 70% em 2024, acendendo um alerta sobre a qualidade da água, a biodiversidade e o equilíbrio dos ecossistemas marinhos.

Segundo especialistas, o declínio indica que o litoral brasileiro “está doente”. Segundo o professor de pós-graduação em Oceanografia e Ecologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Paulo Horta, o oceano se aproxima de um ponto de não retorno, especialmente em áreas formadas por sistemas recifais, as chamadas “florestas marinhas”.

Branqueamento de corais

Horta explica que os recifes brasileiros enfrentam, nos últimos anos, episódios intensos de branqueamento de corais, fenômeno em que o coral perde cor e resistência.

“Os corais ficam pálidos como um fantasma e à medida que isso vai acontecendo, eles vão ficando cada vez mais susceptíveis a doenças, a outros problemas relacionados à poluição. Estamos vivenciando o aumento da mortalidade das nossas florestas marinhas”, afirma.

O professor lembra ainda que as florestas marinhas têm papel direto na formação de nuvens através da liberação de compostos como o dimetil sulfeto, substância essencial para o regime de chuvas que abastece florestas terrestres e áreas agrícolas.

“Não existe verde sem azul. Se o oceano estiver doente, nossos sistemas terrestres também estarão”, reforça.

De acordo com o professor, este fenômeno é causado pelo aumento da temperatura do mar a medida que esse aquecimento ocorre, especialmente em áreas poluídas, a relação de simbiose entre uma alga, que vive no coral e lhe dá cor, e o animal, o coral, se rompe.

Quando isso ocorre a alga é expulsa e o coral fica branco e se torna mais suscetível a morrer, seja de fome ou por doenças. Esses sistemas marinhos, as nossas florestas marinhas, produzem substâncias que vão para a atmosfera e ajudam na formação de nuvens, como os dimetil sulfetos, explica Horta.

Ações para recuperar a saúde do mar

Durante a COP, pesquisadores defenderam medidas urgentes para recuperar o oceano. Entre as ações prioritárias está o saneamento básico nas cidades costeiras, reduzindo a carga de poluentes que chega ao mar todos os dias.

Outra frente é o uso de algas na produção de biofertilizantes, o que ajuda a diminuir a dependência brasileira de insumos importados. Além de contribuir para a recuperação ambiental, essa tecnologia pode aumentar a resistência das lavouras diante de fenômenos climáticos extremos.

O professor afirma que o Brasil possui conhecimento científico e capacidade técnica, mas falta financiamento estruturado.

Fundo Florestas Marinhas para Sempre

Durante a COP, pesquisadores responsáveis pela proposta do Fundo Florestas Marinhas Para Sempre ampliaram o diálogo com diversos setores. O grupo se reuniu com representantes do poder público, negociadores internacionais e também publicou a iniciativa no jornal Valor Econômico, para ampliar a visibilidade do projeto. A avaliação é de que, à medida que as discussões avançam, o mecanismo poderá receber aportes tanto da esfera estatal quanto da iniciativa privada.

Por se tratar de um processo multilateral voltado à governança global, o Brasil estuda assumir a liderança na criação de um projeto-piloto. Segundo os pesquisadores, já houve conversas com Fernando de Noronha e com comunidades costeiras de várias regiões do país, todas dispostas a receber investimentos e implementar ações de recuperação das chamadas “florestas marinhas”.

A expectativa é transformar a proposta em um projeto concreto, capaz de impulsionar a recuperação dos ecossistemas oceânicos brasileiros.



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Casa Civil entra no jogo e agita disputa bilionária pelo Tecon 10



Membros da equipe da Casa Civil começaram a atuar diretamente nas discussões sobre o modelo do leilão do Tecon 10, novo terminal de contêineres de Santos. A ampla concorrência está em julgamento no Tribunal de Contas das União (TCU), com linhas divergentes em disputa.

A informação de que a Casa Civil defende que a disputa seja aberta a todos os interessados foi primeiro revelada pela Folha de S. Paulo. Nome do alto escalão do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) diz que há alinhamento com a Casa Civil desde antes de o projeto ser enviado ao TCU e refuta divergências.

Mas o consenso teria se revertido porque, mesmo diante de uma série de relatórios técnicos que dizem que a ampla concorrência deve ser garantida, há tendência de a maioria dos ministros votar para restringir a participação dos atuais operadores do Porto de Santos. Entre as posições pela abertura a todos os interessados estão documentos do Ministério da Fazenda e da equipe técnica do próprio TCU. Há projeções, por isso, de que o processo será alvo fácil de judicialização.

O Tecon 10 é considerado estratégico por exigir R$ 6,45 bilhões em investimentos e ampliar a capacidade do Porto de Santos, responsável por cerca de 30% do comércio exterior brasileiro. A demanda pela expansão é histórica, com registro de prejuízos milionários para empresas que dependem do atual espaço que, insuficiente, leva operadores a esperarem dias para atracar seus navios.

Conforme relatado à reportagem, mais que defender a ampla concorrência – na contramão ao projeto elaborado pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), a Casa Civil está colhendo a tendência de votos e dialogando sobre esses. Pelo retrospecto da relação entre a equipe palaciana e a Corte de Contas, há chances de a Casa Civil conquistar mudanças de posições, avalia um membro do TCU.

Um integrante-chave do MPor afirmou à reportagem que o movimento de parte do ministério palaciano, se existir, é inexpressivo e orquestrado por pessoas que querem tumultuar o processo. O mesmo membro disse que essa oposição não faria sentido já que, antes de o processo ser remetido ao TCU, o modelo que restringe participações recebeu o aval da Secretaria Especial do Programa de Parcerias de Investimentos, da Casa Civil.

Julgamento

O julgamento foi iniciado na semana passada com duas linhas divergentes. O relator, ministro Antonio Anastasia, defende o modelo aberto, até aqui, isolado em sua tese. O relator revisor, ministro Bruno Dantas, vê necessidade de restringir os atuais operadores de Santos em uma primeira tentativa de leilão, o que seria necessário para evitar concentração de mercado.

A análise foi suspensa por pedido de vista do ministro Augusto Nardes e está prevista para ser retomada na próxima semana. Dantas foi seguido pelo ministro Walton Alencar, que antecipou o voto. O ministro Jorge Oliveira também comunicou que acompanhará a tese, mas não formalizou por pedido do presidente Vital do Rêgo, que apelou aos colegas para aguardar a retomada do julgamento.

O cenário da semana passada, conforme mostrou a Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, era de que Anastasia seria acompanhado por no máximo outros dois ministros: Benjamin Zymler, que crava a interlocutores que acompanhará o colega e, talvez, o presidente da Corte de Contas, Vital do Rêgo, que até então se dizia indeciso.

Já o apoio ao voto de Dantas tendia a ser bem mais amplo. Interlocutores diziam que ele seria acompanhado também pelos ministros Aroldo Cedraz e Jhonatan de Jesus. Dessa forma, Antonio Anastasia amargaria no mínimo seis votos contrários. Caso Vital do Rêgo também decida pela tese de Dantas, o placar final ficará em sete a dois.

Agora, com a atuação – de parte ou integral – da Casa Civil, um observador do processo diz que vê possibilidade de empate. Nesse caso, como o colegiado é formado por nove ministros, a decisão final ficaria com o presidente Vital do Rêgo – que nesse cenário tenderia a votar com o relator.

O Ministério de Portos e Aeroportos não é obrigado a seguir a definição do TCU sobre o leilão. No entanto, o titular da pasta, ministro Silvio Costa Filho, reitera publicamente há meses que seguirá o que for estabelecido na Corte de Contas.



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Cautela domina negócios com a soja e preços ficam firmes em algumas regiões



O mercado brasileiro de soja apresentou pouca movimentação nesta terça-feira (25). Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado, Rafael Silveira, os negócios estiveram fracos, com alguns volumes destinados à exportação, enquanto a indústria manteve movimentações limitadas.

Houve oportunidades pontuais em Goiás e Minas Gerais, com preços firmes em lotes específicos, mas o produtor continua segurando e pedindo valores mais elevados. Além disso, a comercialização da safra nova segue lenta.

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De olho no plantio

Com o retorno das chuvas no Nordeste, o produtor avançou no campo, focando no plantio. Os prêmios permanecem negativos, com poucos ajustes diários, enquanto a CBOT operou com leve alta.

De acordo com a consultoria, o plantio brasileiro atingiu 79,8% da área total esperada até 21 de novembro, contra 69,6% na semana anterior e 85,6% em igual período do ano passado, abaixo da média histórica de 84,4%. A Safras & Mercado reforça que a semeadura segue atrasada no Matopiba.

Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 136,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 137,00
  • Cascavel (PR): caiu de R$ 135,00 para R$ 134,00
  • Rondonópolis (MT): caiu de R$ 126,00 para R$ 124,50
  • Dourados (MS): manteve em R$ 126,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 126,00
  • Paranaguá (PR): manteve em R$ 141,50
  • Rio Grande (RS): manteve em R$ 141,00

Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em leve alta nesta terça-feira (25) na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), em dia volátil com atenção ao ritmo das compras chinesas. Especulações seguem sobre a efetividade das aquisições asiáticas, com negociações de alto nível entre EUA e China para acelerar o cronograma de vendas.

Contratos futuros

Na CBOT, os contratos da soja em grão para janeiro fecharam com alta de 1,50 centavos de dólar, a US$ 11,24 3/4 por bushel. Março subiu 2,75 centavos, a US$ 11,34 3/4 por bushel. O farelo para janeiro teve alta de US$ 2,10, a US$ 320,40 por tonelada, e o óleo para o mesmo vencimento fechou a 50,65 centavos de dólar, com ganho de 0,13 centavo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou o dia em queda de 0,35%, sendo negociado a R$ 5,3756 para venda e R$ 5,3736 para compra, com mínima de R$ 5,3560 e máxima de R$ 5,4130 durante a sessão.



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Pimenta-do-reino bate recorde de exportações em 2025



A pimenta-do-reino se consolidou como o terceiro produto de maior geração de divisas da pauta agroexportadora do Espírito Santo. O estado responde por 69% da especiaria exportada pelo Brasil até outubro de 2025.

Nesse período de dez meses, o agronegócio capixaba movimentou US$ 2,67 bilhões em exportações, com mais de 2 milhões de toneladas embarcadas, incluindo as exportações da especiaria que registraram um avanço expressivo.

As divisas saltaram de US$ 134,3 milhões em 2024 para US$ 296,6 milhões em 2025, mais que dobrando o resultado. Houve também significativa valorização no mercado internacional: o preço médio passou de US$ 4,32/kg para US$ 6,16/kg.

Assim, além de exportar mais volume, o Espírito Santo passou a competir com maior valor agregado, conferindo rentabilidade ao produtor.

No ano passado, considerando de janeiro a dezembro, o estado exportou US$ 163,2 milhões de dólares, ou seja, nos dez primeiros meses de 2025, o estado já exportou 81% a mais que o ano de 2024 completo.

A produtividade da pimenta-do-reino capixaba

De acordo com o secretário de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca, Enio Bergoli, a pimenta-do-reino é referência no campo capixaba e continuará recebendo investimento em assistência técnica, inovação e sustentabilidade.

“A pimenta-do-reino capixaba é um exemplo claro de como o Espírito Santo transforma vocação em resultado. Essa especiaria que tempera o mundo, chegou a 59 países de janeiro a outubro. É uma cadeia que gera emprego, renda e tem potencial para crescer ainda mais”, comenta.

Além disso, a participação relativa da pimenta-do-reino na pauta de exportações do agronegócio capixaba neste ano foi de 11%, um aumento de 6,5 pontos percentuais em relação a 2024 completo, em que a participação era de 4,5%.

Nos últimos dez anos, o Espírito Santo multiplicou sua produção por quase nove vezes. A área plantada cresceu 658% desde 2014, e mesmo com a leve oscilação natural observada entre 2023 e 2024, os indicadores seguem em níveis históricos. A produtividade média fechou 2024 em 3.634 quilos por hectare.

*Sob supervisão de Victor Faverin



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AgroNewsPolítica & Agro

semeadura da soja fica abaixo do ritmo de 2024



Crédito limitado atrasa definição de áreas de soja



Foto: Pixabay

A semeadura da soja no Rio Grande do Sul avançou nas últimas semanas, impulsionada pela umidade adequada do solo e pela liberação gradual das áreas antes destinadas às culturas de inverno. As informações constam no Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quarta-feira (19). Segundo o documento, “a área implantada avançou de 28% para 43% do total projetado”, embora o índice ainda esteja abaixo da média dos últimos cinco anos. No mesmo período de 2024, o percentual era de aproximadamente 50%.

A Emater/RS-Ascar informou que a predominância de condições meteorológicas estáveis permitiu acelerar as operações de campo, apesar de interrupções pontuais provocadas por episódios de instabilidade. O órgão destacou que a emergência das lavouras ocorre de forma uniforme, com “bom estande de plantas e desenvolvimento inicial compatível ao estágio fenológico”.

O informativo também aponta que limitações de crédito e restrições financeiras em algumas regiões retardaram a definição das áreas efetivamente cultivadas. Conforme o relatório, arrendadores e arrendatários negociam ajustes nos valores dos contratos “diante da expectativa de menor retorno por unidade de área na safra atual”.

As práticas de manejo pré-emergente e a dessecação sequencial seguem amplamente utilizadas para o controle de plantas daninhas de difícil manejo, especialmente em áreas que permaneceram em pousio durante o inverno.

Para a safra 2025/2026, a Emater/RS-Ascar projeta o cultivo de 6.742.236 hectares e produtividade média de 3.180 kg/ha no Estado.





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Deral: plantio de soja no Paraná atinge 97% da área



O plantio da safra de soja 2025/26 está em fase final ou já concluído na maioria das regiões do Paraná, com 97% da área colhida, inclusive onde houve necessidade de replantio devido ao excesso de chuvas e episódios de granizo.

Segundo boletim divulgado nesta terça-feira (25), pelo Departamento de Economia Rural (Deral), 92% das lavouras estão em boas condições, 7% em quadro considerado médio e 1%, ruim.

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O Deral aponta que 61% estão em desenvolvimento vegetativo, 6% em germinação, 28% em floração e 5% em frutificação. “As lavouras em emergência e desenvolvimento vegetativo apresentam bom vigor, com avanço gradual para floração em parte das áreas”, disse o órgão, em nota.

Além disso, foi registrado que o excesso de umidade no início do ciclo provocou atrasos pontuais, mas o estabelecimento geral das plantas é considerado adequado.

Safra de milho 25/26

Quanto à safra de verão de milho 2025/26, o departamento informou que o plantio foi concluído. Do total das lavouras, 74% estão em desenvolvimento vegetativo, 24% em floração e 2% em frutificação.

A maioria apresenta boas condições (92%), 7% estão em condição média e 1% em condição ruim. “As condições de umidade e temperatura têm favorecido o crescimento das plantas. Os produtores seguem com os tratos culturais”, afirmou o órgão.

Trigo

Sobre a colheita da safra de trigo 2025, o Deral destaca que a produtividade e a qualidade superaram as expectativas iniciais em grande parte das áreas, apesar de danos pontuais causados por condições climáticas severas em algumas regiões.

O boletim aponta que o cereal já foi colhido em 99% da área semeada, com 73% das lavouras em boas condições e 27% em condições médias. Atualmente, 99% das lavouras estão em fase de maturação e 1% em frutificação.



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