sábado, maio 16, 2026

Agro

News

Projeção da Fazenda para IPCA de 2025 passa de 5,0% para 4,9%; estimativa para 2026 é de 3,6%



O Ministério da Fazenda revisou a sua projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2025 para 4,9% – acima do teto da meta, de 4,5% – no Boletim Macrofiscal divulgado nesta sexta-feira (11) pela Secretaria de Política Econômica (SPE). A projeção era de 5,0% no boletim anterior, de maio, e de 4,8% no documento “2024 em retrospectiva e o que esperar de 2025”, publicado em fevereiro.

“A mudança reflete variações menores que as esperadas para o índice nos meses de maio e junho, além de revisões no cenário à frente, condicionadas principalmente pela menor cotação projetada para o real frente ao dólar. Além da expectativa de real mais valorizado até o final do ano, também contribuíram para reduzir a inflação projetada para o IPCA em 2025 a deflação mais acentuada dos preços no atacado agropecuário e industrial e a maior concorrência com produtos importados, repercutindo o avanço da deflação ao produtor na China”, diz o boletim.

No cenário considerado, projeta-se redução da inflação de junho a agosto, reversão dessa trajetória em setembro por conta da saída dos efeitos do bônus de Itaipu, e nova redução em seguida, até dezembro. Para 2026, a projeção de IPCA se manteve praticamente constante, em 3,6%, dentro do intervalo da meta de inflação. “De 2027 em diante, espera-se convergência da inflação ao centro da meta”, enfatizou a SPE.

Para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 2025, a projeção da SPE passou de 4,9% para 4,7% enquanto a para o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) foi 5,6% para 4,6%. Para 2026, o INPC saiu 3,5% para 3,3% e o IGP-DI, de 4,9% para 5,0%.



Source link

News

exportações atingem o melhor desempenho desde 1997



As exportações brasileiras de ovos, incluindo produtos in natura e processados, registraram o melhor desempenho para um primeiro semestre desde o início da série histórica da Secex, iniciada em 1997. 

Segundo números analisados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), entre janeiro e junho deste ano, o volume embarcado cresceu expressivos 192% em relação ao mesmo período de 2024, somando 24,9 mil toneladas. 

A receita obtida com as vendas também foi recorde, atingindo US$ 57,8 milhões nos seis primeiros meses de 2025. O montante foi 216% superior ao obtido em igual intervalo do ano passado. 

Por outro lado, no mercado doméstico, levantamentos do Cepea mostram que os preços dos ovos vêm caindo na maioria das regiões acompanhadas. Apesar do leve aumento na liquidez nesta primeira quinzena, a pressão por descontos nas negociações se intensificou. 

Colaboradores do Cepea estão atentos ao comportamento das vendas neste mês de férias escolares. Neste período, parte da produção acaba sendo direcionada ao consumo doméstico, pressionando ainda mais os valores.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



Source link

News

Após tarifaço de Trump, preço da arroba do boi gordo recua



O tarifaço das exportações brasileiras anunciado por Donal Trump, presidente dos EUA, resultou em baixa liquidez e queda nas cotações no mercado de boi na quinta-feira (10), de acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Vendedores e compradores estão cautelosos e os frigoríficos esperam uma melhor definição de preços e condições para fecharem grandes compras. Já os pecuaristas temem que o aumento da taxa pelos EUA travem as exportações de carne brasileira e consequentemente pressionem o preço do boi gordo.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

Diante desse cenário de indefinição, agentes praticaram preços mais baixos. Em São Paulo, agentes negociaram o preço da arroba na faixa de R$ 295 a R$ 300. O indicador Cepea/Esalq fechou em R$ 299,70 a arroba, recuando 1,74%. Os cortes dianteiro e traseiro deram uma ligeira enfraquecida, recuando cerca de 0,5%. A carcaça casada de boi teve média de R$ 21,18 por quilo à vista no atacado da Grande SP.



Source link

News

no início de junho preços seguem em queda



Os preços da carne de frango iniciram julho em queda em praticamente todas as regiões acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo o instituto, a pressão vem da oferta acima da demanda, que ainda está atrelada às restrições às exportações brasileiras. Estas foram  impostas por alguns países após a confirmação de um caso de influenza aviária em uma granja comercial no município de Montenegro (RS), no dia 15 de maio. 

Neste cenário, alguns dos mais importantes parceiros comerciais já vem retomando gradualmente as compras da carne brasileira. Ainda assim, o mercado doméstico ainda não conseguiu equilibrar a disponibilidade à procura, afirmam os pesquisadores. 

Nessa terça-feira, 8, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) divulgou nota informando que Filipinas, Singapura e África do Sul já retiraram as restrições aos embarques.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Geada antecipa fim da colheita da batata-doce em Feliz



Produtores já preparam nova safra em Feliz no Rio Grande do Sul




Foto: Pixabay

A colheita da batata-doce está em fase final na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Lajeado, especificamente no município de Feliz. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (10), as geadas registradas nos últimos dias praticamente encerraram a safra 2024.

Segundo a Emater/RS-Ascar, “os produtores já estão encomendando mudas para a próxima safra”. Apesar das baixas temperaturas que marcaram o fim do ciclo, não foram registrados problemas fitossanitários nas lavouras.

A comercialização da batata-doce tem variado entre R$ 1,50 e R$ 2,00 o quilo, conforme apuração da entidade.





Source link

News

Soja registra preço baixo na Bolsa de Chicago



Os contratos da soja em grão registram preços levemente mais baixos nas negociações da sessão eletrônica na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado opera em compasso de espera pelo relatório mensal do Departamento de Agricultura dos
Estados Unidos (USDA), previsto para esta sexta-feira (11), com novas estimativas de oferta e
demanda global de grãos.

Além disso, a oleaginosa vem pressionada ao longo da semana pelo clima praticamente ideal no Meio-Oeste dos EUA, que elevou as expectativas de uma safra robusta no país. Os investidores esperam que o documento confirme essas perspectivas. Até o momento, a posição novembro/25 acumula baixa semanal de 3,2%.
O USDA deverá indicar um pequeno corte na produção de soja norte-americana em 2025/26. Os estoques, no entanto, devem ser revisados para cima. Analistas consultados pelas agências internacionais indicam que o número para a safra americana em 2025/26 deverá ficar em 4,331 bilhões de bushels, contra 4,340 bilhões previstos em junho.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!
Para os estoques de passagem, a previsão é de um número de 304 milhões de bushels para 2025/26, contra 295 milhões projetados em jujnho. Para 2024/25, a aposta é de um aumento, passando dos 350 milhões indicados em junho para 358 milhões de bushels.
Em relação ao quadro de oferta e demanda mundial da soja, o mercado aposta em estoques finais 2024/25 de 124,3 milhões de toneladas. Em junho, o número ficou em 124,2 milhões. Segundo o mercado, a indicação do USDA para 2025/26 deverá ser de 125,5 milhões de toneladas, contra 125,3 milhões projetados em junho.
O USDA deverá elevar a estimativa para a safra do Brasil em 2024/25 de 169 milhões para 169,4 milhões de toneladas. Já a estimativa para a Argentina deverá ser aumentada de 49 milhões para 49,2 milhões de toneladas.
Os contratos com vencimento em novembro operam cotados a US$ 10,13 1/2 por bushel, baixa de 0,25 centavo de dólar, ou 0,02%, em relação ao fechamento anterior. Ontem (10), a soja fechou com preços em alta. Na véspera do relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos e após encostar no menor patamar em três meses, as cotações foram beneficiadas por um movimento de recuperação técnica e posicionamento de carteiras.
A reação foi limitada pelas projeções climáticas, que seguem favoráveis ao desenvolvimento das lavouras americanas. A política tarifária de Donald Trump segue no radar. A imposição de uma tarifa de 50% ao Brasil não atinge diretamente aos grãos, mas a desvalorização do dólar pode determinar um aumento nas vendas brasileiras.
Os contratos da soja em grão com entrega em agosto fecharam com alta de 3,50 centavos de dólar ou 0,34% a US$ 10,12 1/2 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 10,13 3/4 por bushel, ganho de 6,50 centavos ou 0,64%.



Source link

AgroNewsPolítica & AgroSafra

Tarifa de 10% dos EUA e valorização do euro terá impacto sobre exportações…


Logotipo Reuters

SINTRA, Portugal (Reuters) – Uma tarifa de 10% dos Estados Unidos sobre produtos europeus, combinada com uma valorização semelhante ou maior do euro em relação ao dólar, teria um impacto significativo sobre as exportações da zona do euro, disse o membro do Banco Central Europeu, Martins Kazaks.

Como as negociações comerciais entre os EUA e a UE permanecem incertas, economistas estão especulando sobre as condições que podem levar o BCE a intervir com novos cortes nas taxas de juros para apoiar a economia da zona do euro.

Kazaks disse que as importações da zona do euro já seriam afetadas por uma tarifa de 10% dos EUA – a linha de base com a qual as autoridades da UE se conformaram – e por um aumento de 10% ou mais na taxa de câmbio do euro em relação ao dólar, o que seria apenas 1% a mais do que o ganho desde o Dia da Libertação.

Tarifas mais altas no exterior e uma moeda mais forte tornam as exportações de uma região mais caras.

“Se houver uma tarifa de 10% mais uma valorização da taxa de câmbio do euro de mais 10%, isso é grande o suficiente para afetar a dinâmica das exportações”, disse ele à Reuters no fórum anual do BCE sobre bancos centrais em Sintra, Portugal.

O euro estava sendo negociado a US$1,178 nesta terça-feira, com alta de 13,8% desde o início do ano e de 8,9% desde o início de abril.

Kazaks descreveu a economia da zona do euro como “fraca”, embora ainda apresente “algum crescimento”, acrescentando que a inflação está “mais ou menos” na meta de 2% do banco central, o que implica pouca necessidade de grandes mudanças.

A última projeção do BCE apontou a inflação na meta de 2,0% este ano, antes de cair para 1,6% no ano seguinte e retornar a 2,0% em 2027.

“A maior parte do ajuste de juros já foi feita”, disse Kazaks, repetindo sua posição anterior. “Se houver mais cortes, eles serão pequenos e terão valor de sinalização, desde que permaneçamos no cenário base.”

Ele também alertou que a China “está começando a despejar produtos na Europa”, o que tanto reduzirá a inflação quanto prejudicará a competitividade europeia.

(Reportagem de Francesco Canepa)





Source link

News

Sebraetec ajuda produtores na implementação do turismo rural


Você já pensou em abrir as porteiras da sua propriedade para turistas que buscam tranquilidade, natureza e experiências autênticas no campo? Com apoio do Sebrae, esse sonho pode se tornar realidade e até em uma nova fonte de renda.

O turismo rural é uma atividade em expansão no Brasil. Ele oferece ao visitante mais do que belas paisagens — proporciona vivências únicas, como colher frutas direto do pé, preparar receitas com ingredientes da horta, brincar com animais, fazer trilhas e aprender com os saberes da roça.

Mas para que a experiência seja prazerosa para o turista e lucrativa para o produtor, é preciso planejar. E é aí que entra o Sebraetec, programa do Sebrae que oferece apoio técnico e especializado, desde o diagnóstico até o apoio na implantação do negócio.

Ana Clévia Guerreiro, coordenadora de comércio, serviços e economias de futuro do Sebrae Nacional, explica que o primeiro passo para empreender no turismo rural é olhar com atenção para o que a propriedade tem a oferecer.

“Seja um rio, cachoeiras e [até a] potencialidade para o desenvolvimento de atividades de ecoturismo, turismo de aventura e outras atividades.”

A partir desse mapeamento, o produtor deve se preparar para ser um bom anfitrião, atender às exigências legais e técnicas, ter consciência ambiental e conhecer as necessidades dos turistas.

“O turismo é uma atividade econômica que tem legislação, normas e aspectos da hospitalidade que são próprios da atividade. Por exemplo, quem atua com ecoturismo e turismo de aventura tem que implantar o Sistema de Gestão de Segurança (SGS) conforme estabelece a Lei Geral do Turismo”, afirma Guerreiro.

Ana Clévia Guerreiro, coordenadora de comércio, serviços e economias de futuro do Sebrae nacional
Ana Clévia Guerreiro, coordenadora de comércio, serviços e economias de futuro do Sebrae Nacional. Foto: Arquivo pessoal
  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp

Turismo rural é negócio sério — e lucrativo

A transição para o turismo rural pode começar com um restaurante rural, uma minifazendinha para crianças, passeios em meio à natureza, experiências como a colheita de frutas e verduras ou o acompanhamento da produção de produtos variados como queijo, mel e embutidos.

Também é possível oferecer o chamado day-use — um modelo de visita rápida com vivências rurais. Com o tempo, é possível evoluir para hospedagens completas e ampliar a oferta com novas atividades. E não é preciso fazer tudo sozinho. Uma das estratégias mais eficazes é a cooperação com vizinhos.

“Se na sua propriedade não há a possibilidade de realizar atividades de trilhas e há uma propriedade vizinha que pode oferecer este tipo de atividade, o empreendedor pode realizar uma parceria. Também pode comercializar produtos de pequenos agricultores e artesanatos”, orienta Guerreiro.

A divulgação inteligente também é parte essencial do processo. Com a ajuda do Sebrae, os produtores aprendem, inclusive, a usar o marketing digital.

Do papel à prática

O Sebraetec é o caminho para transformar suas ideias em negócio. O programa conecta produtores a especialistas do mercado – auxiliando em todas as etapas como na análise do potencial turístico e no cálculo de investimentos. Para participar do programa, é fácil. Basta que o produtor rural tenha um dos registros abaixo:

  • Inscrição Estadual de Produtor;
  • Número do Imóvel Rural na Receita Federal (NIRF);
  • Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF);
  • Ou Registro de Pescador.

Depois, é só acessar aqui, escolher uma região e preencher o formulário. Uma equipe do Sebrae entrará em contato para explicar e tirar todas as dúvidas.

“O Sebrae está presente em [todo país] e dispõe de soluções que podem apoiar na implantação da nova atividade. As ações disponibilizadas pelo Sebrae vão desde orientações básicas, passando por consultorias, até o apoio na implementação”, explica Guerreiro.

Se você é produtor rural e quer diversificar sua renda, valorizar sua cultura regional e oferecer experiências que encantem visitantes, o turismo rural pode ser o seu próximo passo. E com o Sebraetec, esse passo pode ser mais seguro, bem planejado e sustentável.

Porteira Aberta Empreender

Quer saber mais? Assista ao programa Porteira Aberta Empreender, uma parceria entre o Sebrae e o Canal Rural, que mostra histórias reais de micro e pequenos produtores de todo o país. Envie sua dúvida, sugestão ou relato pelo WhatsApp ou acesse aqui, e confira os canais disponíveis para assistir aos episódios.

Arte com os horários do programa Porteira Aberta Empreender
Às quintas-feiras, às 17h45, no Canal Rural. Foto: Arte Divulgação | Canal Rural



Source link

News

EUA fecha primeiro semestre com superávit comercial em relação ao Brasil de US$ 1,7 bilhão



O superávit comercial dos Estados Unidos em relação ao Brasil alcançou US$ 1,7 bilhão no primeiros semestre de 2025, de acordo o do Monitor do Comércio Brasil-EUA, da Amcham Brasil. Esse número representa um aumento de aproximadamente 500% em comparação com o mesmo período de 2024.

Apesar de a corrente de comércio bilateral ter crescido 7,7% no período, totalizando US$ 41,7 bilhões, segundo maior valor da série histórica, o levantamento aponta efeitos cada vez mais visíveis das tarifas sobre setores estratégicos das exportações brasileiras.

A divulgação do relatório ocorre em meio à preocupação com a decisão do governo norte-americano de elevar para 50% as tarifas sobre as exportações brasileiras, com vigência prevista para 1º de agosto.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

“Os resultados do primeiro semestre evidenciam a relevância do comércio bilateral para ambas as economias e reforçam a necessidade de buscar uma solução equilibrada e pragmática diante da escalada tarifária prevista para o curto prazo”, afirma Abrão Neto, presidente da Amcham Brasil.

EUA ganham mais espaço nas importações brasileiras

As exportações brasileiras aumentaram 4,4%, totalizando US$ 20 bilhões, com destaque para carne bovina (+142%), sucos de frutas (+74%), café não torrado (+39%) e aeronaves (+12,1%). Por sua vez, as importações brasileiras de produtos norte-americanos cresceram em ritmo mais acelerado, com alta de 11,5%, somando US$ 21,7 bilhões. Como consequência, os Estados Unidos registraram um superávit de US$ 1,7 bilhão no período.

Efeito tarifaço

Apesar do desempenho geral positivo das exportações brasileiras no primeiro semestre, setores estratégicos já começam a apresentar retração nas vendas aos Estados Unidos como consequência direta das tarifas atualmente em vigor. Dentre os 10 principais produtos que tiveram queda nas exportações, oito deles estão sujeitos a aumentos tarifários, como celulose (-14,9%), motores (-7,6%), máquinas e equipamentos (-23,6%), manufaturas de madeira (-14,0%) e autopeças (-5,6%).



Source link

News

Congresso Brasileiro do Agronegócio 2025 mostrará importância das agroalianças



A Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), em parceria com a B3, a bolsa do Brasil, promove o 24º Congresso Brasileiro do Agronegócio, no dia 11 de agosto, em formato híbrido. O objetivo é debater como as agroalianças são fundamentais para o crescimento sustentável do setor e para a manutenção da competitividade, frente aos desafios globais e nacionais.

Considerado um dos mais importantes eventos da cadeia do agronegócio no país, o evento reunirá autoridades, líderes setoriais, empresários, especialistas e profissionais no Sheraton WTC São Paulo Hotel (SP). Eles irão participar das discussões sobre as pautas mais relevantes para o agro, em uma oportunidade para fortalecer o relacionamento com diferentes atores do mercado e de ampliar o conhecimento a partir de avaliações sobre os acontecimentos atuais no segmento.

O congresso contará com a palestra inaugural “Agroalianças e o Futuro”, conduzida pelo embaixador Roberto Azevêdo, consultor da Abag e ex-diretor-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC). A programação inclui mais dois painéis: “Alimentos, Energias e Inovação” e “Agrobrasil com Crescimento Sustentável: Financiamento e Mercado de Capitais”, além de uma mesa redonda, que tratará os principais aspectos da “Transição Energética”.

Nessa edição, a Abag prestará homenagens ao embaixador Alexandre Parola, que receberá o Prêmio Ney Bittencourt de Araújo – Personalidade do Agronegócio, e à ex-ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira, que será contemplada com o Prêmio Norman Borlaug – Sustentabilidade.

Em 2024, o Congresso Brasileiro do Agronegócio reuniu mais de 800 participantes presencialmente. Já a transmissão online do evento foi assistida por cerca de 4 mil pessoas, do Brasil e do exterior.

24º Congresso Brasileiro do Agronegócio – presencial e online

Tema: Agroalianças

Data: 11 de agosto de 2025

Horário: das 9h às 18h

Local: Sheraton WTC São Paulo Hotel – Av. das Nações Unidas, 12.559

Informações e inscrições: https://congressoabag.com.br/



Source link