terça-feira, maio 12, 2026

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Canadá e EUA podem não chegar a um acordo até 1º de agosto, diz primeiro-ministro



O primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, afirmou que as negociações bilaterais com os Estados Unidos para resolver a disputa tarifária podem não resultar em um acordo antes do prazo de 1º de agosto.

Autoridades do país estão em Washington buscando um acordo que seja adequado para o Canadá, mas Carney reconheceu que é possível que as conversas não sejam concluídas até a data limite. Essa indefinição reflete as dificuldades das negociações entre os dois vizinhos da América do Norte, que juntos movimentaram quase US$ 800 bilhões em comércio bilateral no ano passado.

O presidente Donald Trump declarou que o prazo de 1º de agosto não será prorrogado, apesar de Carney ter afirmado dias antes acreditar que havia uma “zona de aterrissagem” propícia para um acordo.

Os Estados Unidos já fecharam acordos tarifários com Japão e União Europeia, aplicando uma tarifa de 15% sobre a maioria dos produtos importados desses parceiros, ao mesmo tempo que mantêm tarifas de 50% sobre aço e alumínio. O Canadá é atualmente a única economia do G7 que ainda não possui um acordo tarifário com os EUA, aumentando a pressão sobre as negociações.

Carney destacou que as negociações são complexas e que os representantes canadenses estão empenhados em garantir o melhor acordo possível para a economia do país, mas que ainda não chegaram a um consenso. Ele também mencionou que, caso não haja um acordo antes do prazo final, existem outras áreas para cooperação entre Washington e Ottawa, como esforços para fortalecer a segurança continental, que são parte do atual processo negociador.

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A incerteza sobre o futuro do comércio bilateral tem exercido impacto negativo na economia
canadense. Segundo o Banco do Canadá, se o cenário atual de tarifas continuar, o crescimento econômico do país deve permanecer fraco até 2026 e início de 2027, afetando investimentos e a confiança empresarial. Esse ambiente de instabilidade dificulta o planejamento econômico e pode frear o dinamismo do setor produtivo canadense.



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AgroNewsPolítica & Agro

Senar Goiás lança curso para estimular cultivo no estado



A manga é a fruta produzida no Brasil mais exportada


Foto: Divulgação

A manga é a fruta produzida no Brasil mais exportada. Segundo a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI/Mapa), em 2024 foram enviados o equivalente a US$ 350 milhões, principalmente para a União Europeia, Estados Unidos e Reino Unido. Goiás tem tudo para se destacar nesse mercado: clima favorável, solo apropriado e produtores com vontade de crescer. Diante disso, o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural em Goiás (Senar Goiás) lançou o curso Fruticultura da Manga.

A capacitação foi lançada recentemente na região de Flores de Goiás, onde os primeiros alunos já começaram a aprender técnicas modernas e práticas voltadas à produção da manga. “Esse curso foi pensado para capacitar quem quer iniciar ou melhorar a produção de manga. A gente ensina desde a importância econômica da cultura até as exigências de solo e clima, preparo do plantio, propagação por sementes e enxertia, adubação, poda, manejo de pragas e também sobre colheita e pós-colheita”, informa Yanuzi Camilo, coordenadora de Formação Profissional Rural do Senar Goiás (FPR),

 





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Suco de laranja escapa de tarifas nos EUA graças à dependência mútua, diz CitrusBR



O setor brasileiro de suco de laranja recebeu com alívio a notícia de que foi incluído na lista de exceções às novas tarifas de importação anunciadas pelos Estados Unidos. Segundo o diretor-executivo da Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos (CitrusBR), Ibiapaba Netto, a medida impede um impacto bilionário sobre as exportações brasileiras, estimado em R$ 3,6 bilhões.

A decisão evita a inviabilização do principal mercado para o produto nacional. Hoje, o Brasil representa 56% do consumo de suco de laranja nos EUA e responde por 70% das importações americanas. Em contrapartida, os Estados Unidos absorvem 42% de tudo que o Brasil exporta em suco de laranja.

“É uma relação de interdependência. Essa concessão foi feita pelo governo americano para proteger as empresas locais, que dependem do nosso produto. Não foi um benefício ao Brasil, mas aceitamos essa carona com muito alívio”, afirmou Netto.

A isenção garante previsibilidade para a indústria brasileira e estabilidade para o consumidor norte-americano, num mercado onde as cadeias produtivas estão profundamente conectadas.



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Mortes por gripe aviária fecha zoológico do Rio



A visitação pública ao zoológico do Rio, na Quinta da Boa Vista, foi suspensa temporariamente, a partir dessa quarta-feira (30), por causa da morte de três marrecos e uma maritaca. É a segunda vez este mês que o BioParque é fechado.

Desde o dia 17, a área chamada de Savana Africana está interditada devido à morte de 16 galinhas-d’angola e dois pavões pela gripe aviária, transmitida pelo vírus Influenza. Com mais esses quatros casos de ontem, 22 aves morreram no zoológico.

Com o fechamento ao público, às pessoas que adquiriram ingressos antecipadamente terão direito a pegar o dinheiro de volta, orientou o BioParque. Para isso, é necessário entrar em contato com o site do BioParque.

Ministério da Agricultura

No dia 25 deste mês, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) confirmou a detecção do vírus da influenza aviária de alta patogenicidade em aves do zoológico da capital fluminense.

A ocorrência foi registrada em 17 de julho, após o serviço veterinário Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa-RJ) receber alerta sobre mortes súbitas de galinhas-d’angola no local.

As amostras colhidas foram analisadas pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária de Campinas, em São Paulo, que diagnosticou a presença do vírus subtipo H5N1. Com a confirmação da gripe aviária, todos os animais foram eliminados como medida sanitária para conter a disseminação do vírus.



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Brasil registra taxa de desemprego de 5,8%, segundo IBGE



O Brasil atingiu no segundo trimestre do ano a taxa de desemprego de 5,8%. É o menor patamar já registrado pela série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), iniciada em 2012. O dado faz parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta quinta-feira (31). O levantamento mostra ainda que o país bateu recorde de emprego com carteira e salário do trabalhador.

A menor taxa de desocupação pertencia a novembro de 2024, com 6,1%. No primeiro trimestre de 2025, o índice estava em 7%. Já no segundo trimestre de 2024 era 6,9%.

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No conjunto de três meses encerrado em julho, o país tinha 102,3 milhões de trabalhadores ocupados e cerca de 6,3 milhões desocupados. O número de pessoas à procura de trabalho representa recuo de 17,4% (menos 1,3 milhão de pessoas) ante o primeiro trimestre. Já o número de ocupados subiu 1,8% de um trimestre para o outro, o que significa 1,8 milhão de pessoas a mais trabalhando no país.

O contingente de pessoas com carteira assinada no setor privado atingiu 39 milhões de pessoas, crescimento de 0,9% ante o primeiro trimestre do ano e o maior já registrado pelo IBGE. O número de trabalhadores sem carteira também cresceu (+2,6%), chegando a 13,5 milhões.

Pesquisa atualizada

A Pnad divulgada nesta quinta-feira é a primeira que apresenta ponderação com base em dados apurados pelo Censo 2022. A mudança consiste em um ajuste da amostra representativa de domicílios visitados pelos pesquisadores do IBGE. A atualização é praxe de órgãos de estatísticas em todo o mundo.

A pesquisa do IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja emprego com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo. Só é considerada desocupada a pessoas que efetivamente procura emprego. São visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.

A taxa de informalidade – proporção de trabalhadores informais na população ocupada – foi de 37,8%. É a menor registrada desde igual trimestre de 2020 (36,6%). O IBGE aponta como informais os trabalhadores sem carteira e os autônomos e empregadores sem CNPJ. Essas pessoas não têm garantidas coberturas como seguro-desemprego, férias e décimo-terceiro salário.

O contingente de desalentados, pessoas que sequer procuram emprego por avaliarem que não conseguirão, fechou o segundo trimestre em 2,8 milhões, menor nível desde 2016.

Salários

O mercado de trabalho aquecido pode ser sentido no bolso do trabalhador. O IBGE revelou que o rendimento médio mensal atingiu R$ 3.477, o maior já apurado. Esse valor fica 1,1% acima do recebido no primeiro trimestre do ano e 3,3% maior que o do segundo trimestre do ano passado.

O maior número de pessoas ocupadas e o recorde no rendimento fizeram com que a massa de rendimentos – o total de dinheiro que os trabalhadores recebem – também atingisse o ponto mais alto já alcançado, R$ 351,2 bilhões. É dinheiro que termina movimentando a economia, seja em forma de consumo ou poupança. Esse patamar supera em 5,9% (R$ 19,7 bilhões) o montante do mesmo trimestre de 2024.



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Com tarifaço, exportadores de carne bovina dizem que carga tributária ultrapassará 76%



Após a assinatura da Ordem Executiva por Donald Trump, que estabeleceu a taxação de 50% sobre as exportações brasileiras, a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) divulgou nota dizendo que somada à alíquota atual de 26,4%, a carga tributária total ultrapassaria 76%, comprometendo a viabilidade econômica das exportações ao mercado norte-americano.

De acordo com a entidade, os EUA que importou 229 mil toneladas em 2024 e para 2025, a previsão era atingir 400 mil toneladas. A carne bovina ficou de fora da lista de produtos isentos da tarifa extra.

Ainda de acordo com a nota, a Abiec mantém diálogo com os importadores norte-americanos e conversa com o governo federal em busca de uma solução para o impasse. A taxa começa a vigorar a partir do dia 6 de agosto, de acordo com decreto assinado pelos presidente dos Estados Unidos.

“A entidade está em diálogo com os importadores norte-americanos e colabora com o governo federal na busca de uma solução negociada. Reforça a importância de preservar o fluxo comercial com os EUA, que enfrentam atualmente o menor ciclo pecuário dos últimos 80 anos. Também destaca a atuação conjunta do esforço do Ministério da Agricultura e Pecuária na abertura de novos mercados e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e do Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) nas articulações diplomáticas e comerciais”, diz trecho da nota.



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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Soja volta a cair na Bolsa de Chicago nesta 3ª feira, com mercado…


Nova safra americana em andamento e China ausente do mercado nos EUA pesam sobre as cotações

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Os preços da soja voltam a cair na Bolsa de Chicago nesta terça-feira (1), depois do fechamento misto da sessão anterior, em que o mercado foi impactado por uma série de novos números do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos). 

Assim, por volta de 7h30 (horário de Brasília), as baixas variavam de 7 e 8,75 pontos nos principais vencimentos, levando o julho a US$ 10,15 e o novembro a US$ 10,19 por bushel. Os preços do farelo também cediam e recuavam mais de 0,5%. Na contramão, o óleo operava em alta. 

O mercado, passados os novos boletins do USDA que pouco mudaram seus dados, se volta novamente aos seus fundamentos, como a nova safra americana em andamento – e sem grandes ameaças – e a China ainda ausente das compras nos EUA, ambos pesando sobre as cotações.

De outro lado, os traders também observam como será o ritmo da comercialização na Argentina depois da volta dos valores originais das retenciones – acontecendo neste 1º de julho – e também no Brasil.

O quadro macroeconômico e o cenário geopolítico também permanecem no radar. 

Veja como fechou o mercado nesta segunda-feira:

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Por:

Carla Mendes | Instagram @jornalistacarlamendes

Fonte:

Notícias Agrícolas





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Embraer fica livre de tarifaço e defende tarifa zero para setor



A Embraer ficou livre da taxação de 50% imposta pelos Estados Unidos a produtos brasileiros. Aeronaves, motores, peças e componentes de aviação aparecem na lista de cerca de 700 produtos considerados exceções.

Para a empresa, terceira maior fabricante de aeronaves do mundo, a liberação é o reconhecimento da importância estratégica das atividades da empresa para Brasil e Estados Unidos.

“Continuamos acreditando e defendendo firmemente o retorno à regra de tarifa zero para a indústria aeroespacial global”, afirma a nota da Embraer.

“Mais importante ainda, apoiamos o diálogo contínuo entre os governos brasileiro e norte-americano e permanecemos confiantes em um resultado positivo para os dois países”, complementa.

Na semana passada, a empresa informou que o tarifaço de 50% elevaria o preço de cada avião vendido aos EUA em cerca de R$ 50 milhões, o que acabaria por inviabilizar a venda. Considerando o período até 2030, o impacto poderia chegar a R$ 20 bilhões em tarifas.

Em nota publicada, no início da noite, a Câmara Americana de Comércio para o Brasil – Amcham Brasil calcula que os 694 produtos excluídos da Ordem Executiva representam US$ 18,4 bilhões em exportações brasileiras no último período apurado (2024). O valor corresponde a 43,4% do total de US$ 42,3 bilhões exportados pelo Brasil para os EUA, de acordo com a análise da entidade.

Somente o setor de aeronaves vendeu US$ 2 bilhões no ano passado, sendo metade somente em aeronaves leves, principal produto da Embraer. Apenas o setor de combustíveis exporta mais, com US$ 18,4 bilhões em vendas em 2024.

Desde o dia 2 de abril, os produtos da Embraer estão taxados em 10%, o que permanecerá em agosto. Com a inclusão de aeronaves na lista de exceções, as ações da Embraer valorizaram 10,93% na quarta-feira (30).



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AgroNewsPolítica & Agro

Farsul e Fundação Pró-Sementes apresentam resultados do ECR Soja 24/25



Estudo mostra produtividade e importância da escolha da semente na soja RS




Foto: Divulgação

O Sistema Farsul e a Fundação Pró-Sementes divulgaram, nesta quarta-feira (30/07), os resultados do Ensaio de Cultivares em Rede (ECR) da safra de soja 2024/2025. Foram analisadas 35 variedades de sementes em nove regiões do estado. A pesquisa tem o patrocínio do Senar-RS e da Bayer, e tem como objetivo informar o produtor rural sobre as melhores escolhas de semente para a região em que atua.Elmar Konrad, 1º Vice-Presidente e Coordenador da Comissão de Grãos da Farsul falou sobre a importância do estudo. “Esse estudo sempre trouxe informações bastante importantes pro produtor, e mesmo com as quebras de safra que temos sofrido nos últimos anos, podemos ver a amplitude dos resultados e a importância da escolha correta de cultivar”, declarou.

A produtividade média entre todas as regiões variou entre 5.748kg/ha (ECR Grupo I Vacaria) à 2.119kg/ha (ECR Grupo I Passo Fundo). A maior produtividade registrado foi de 7.049kg/ha, em Vacaria, o equivalente a 117 sacos por hectare. A grande variação nos resultados exemplifica a importância de o produtor rural escolher o grão correto na hora de plantar.

Eduardo Condorelli, superintendente do Senar-RS, destacou a dificuldade enfrentada para realizar a pesquisa, visto que, após um ano de enchente, a safra 24/25 foi atingida novamente por estiagens, o que impactou inclusive na viabilidade dos campos de estudo de algumas regiões. “É importante perceber que, mesmo com o desafio climático, tivemos regiões atingindo 100 sacos por hectare. Esse estudo nos permite interpretar que existem variedades que podem ter uma resistência maior à estiagem, um evento que parece mais frequente no estado”, finalizou.”É muito importante ter acesso a esse tipo de pesquisa, para que o produtor não precise depender só da boca a boca para tomar suas decisões” afirma Kassiana Kehl, coordenadora do projeto. “Mesmo tendo só nove pontos de pesquisa, conseguimos contemplar a maior parte das regiões produtoras, e com informação, a chance de errar é sempre menor”, completou.Para o Diretor Técnico da Fundação Pró-Sementes, Alexandre Levien, estudos como esse são importantes exatamente em momentos de dificuldade como o que o estado enfrenta. “Nos últimos anos temos sido bastante desafiados, com até mesmo perdas de pontos de ensaio, mas a nossa pesquisa está ai para ajudar em momentos como esse.”Os resultados de todos os Ensaios de Cultivares em Rede estão disponíveis para consulta no site da Fundação Pró-Sementes. Além disso, o Sistema Farsul distribui aos Sindicatos Rurais a publicação impressa dos resultados a cada safra.





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Carne suína perde competitividade frente às concorrentes



A carne suína perdeu competitividade frente às principais substitutas (bovina e de frango) em julho. É isso o que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). 

De acordo com os pesquisadores, este cenário foi motivado pelas quedas pouco acentuadas nas cotações da carcaça especial suína. 

Ao mesmo tempo, as baixas verificadas para a carcaça casada bovina e o frango resfriado no atacado da Grande São Paulo foram mais intensas no comparativo com o mês de junho.

No mercado doméstico de carne suína, ainda conforme o centro de pesquisas, os recuos nas cotações do animal vivo não foram suficientes para impulsionar a demanda pelos cortes.

Além disso, com o período de final de mês e o menor poder de compra da população, o ritmo dos negócios permanece lento.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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