terça-feira, maio 5, 2026

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Comissão aprova projeto que isenta produtor rural de culpa por incêndio vizinho



Projeto isenta produtores de culpa por incêndios em fazendas vizinhas


Foto: Pexels

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 3872/24, que isenta de responsabilidade o proprietário rural que não tiver contribuído, direta ou indiretamente, para queimada ou incêndio florestal iniciados em propriedade vizinha.

Se virar lei, o proprietário não poderá sofrer sanções aplicadas por órgãos ambientais nesses casos. O relator, deputado Ricardo Salles (Novo-SP), recomendou a aprovação da proposta de autoria do deputado Lucio Mosquini (MDB-RO).

Segundo Salles, a medida visa garantir maior segurança jurídica ao produtor rural. “Atualmente, inúmeros proprietários rurais têm sido penalizados administrativamente por incêndios originados em propriedades vizinhas, mesmo sem terem concorrido para o sinistro”, disse.

Próximos passos

O projeto será analisado agora pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), em caráter conclusivo. Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

 





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Dólar firme e forte demanda internacional sustentam preços da soja


O mercado da soja atravessou a última semana com sinais de recuperação e sustentação nos preços, tanto no cenário internacional quanto no brasileiro. Em Chicago, o contrato de setembro/25 valorizou 1,34%, fechando a 10,36 US$/bushel, movimento impulsionado pelo aumento da percepção de risco climático nos Estados Unidos, onde a previsão de tempo mais seco e quente elevou o sentimento altista dos investidores.

De acordo com análise da Grão Direto, no Brasil, o suporte aos preços veio principalmente da combinação entre a valorização do dólar e a firmeza dos prêmios de exportação. A demanda internacional segue aquecida, garantindo bons níveis de competitividade para o grão brasileiro. A ANEC, inclusive, revisou para cima as projeções de embarques de agosto, que podem atingir 9,38 milhões de toneladas, número bastante superior ao mesmo período de 2024.

Enquanto o Brasil mantém protagonismo nas exportações, os dados de vendas semanais do USDA já indicam uma transição de foco para a safra norte-americana 2025/26. Esse movimento sinaliza que a janela de dominância brasileira tende a se encurtar à medida que os EUA avançam com a colheita, pressionando os diferenciais pagos pelo grão nacional.

Os próximos dias prometem volatilidade. Em Chicago, o clima no Meio-Oeste americano será o fator determinante, já que a região entra na fase crítica de enchimento dos grãos. Caso se confirme um padrão mais seco, os preços podem ganhar novo fôlego. Por outro lado, o retorno de chuvas pode retirar rapidamente o prêmio de risco embutido nas cotações.

No Brasil, o produtor deve aproveitar o momento favorável, já que a demanda chinesa — pilar da sustentação de preços — em breve terá a alternativa da safra norte-americana. A recomendação é atenção aos mapas climáticos e ao ritmo de vendas da nova safra nos EUA, pois essas variáveis podem impactar diretamente a competitividade do produto brasileiro.

A agenda da semana traz ainda o relatório de Acompanhamento de Safras do USDA, que pode refletir eventuais impactos do clima seco, além do relatório de Vendas Semanais para Exportação, fundamental para medir a força da demanda pela nova safra americana.

 





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confira os destaques econômicos de hoje


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que o Ibovespa sustentou 138 mil pontos, beneficiado pela redução das expectativas de inflação no Focus e alta de varejistas com perspectiva de juros menores.

O real se fortaleceu diante do dólar global e os juros futuros recuaram. Lá fora, bolsas de NY caíram com tensão geopolítica e expectativa de novos dados nos EUA e China.

Hoje, destaque para encomendas de bens duráveis, confiança do consumidor e lucros industriais chineses.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Cotações do boi gordo seguem estáveis em São Paulo



Frango recua 3,1% no mercado atacadista




Foto: Canva

De acordo com análise divulgada na segunda-feira (25) pelo informativo Tem Boi na Linha, da Scot Consultoria, as cotações do boi gordo permaneceram estáveis em São Paulo. A consultoria destacou que “com muitos compradores fora dos negócios e as escalas preenchidas, a cotação não mudou em relação à sexta-feira”. As escalas de abate no estado atendem, em média, a nove dias.

No Rio Grande do Sul, o mercado apresentou cenário semelhante. “Com o mercado bem ofertado e as escalas preenchidas, o ritmo das negociações está lento. Assim, as cotações não mudaram nas regiões de Pelotas e Oeste”, informou o levantamento. Em Alagoas, o mercado local também não registrou variações.

No atacado de carne com osso, houve reação nas cotações. A carcaça casada do boi capão registrou alta de 0,7%, equivalente a R$ 0,15 por quilo, enquanto o boi inteiro apresentou valorização de 1,3% ou R$ 0,25 por quilo. Entre as fêmeas, a alta foi de 1,3% ou R$ 0,25 por quilo.

Já no mercado de carnes alternativas, o frango médio teve queda de 3,1%, o que representa recuo de R$ 0,20 por quilo. Em contrapartida, o suíno especial apresentou valorização de 1,5%, com alta de R$ 0,20 por quilo.





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Vacas prenhes recebem atenção especial no RS


De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater/RS-Ascar na última quinta-feira (21), a bovinocultura de corte no Rio Grande do Sul segue em diferentes fases de manejo, com destaque para o desmame de bezerros e a administração de vermífugos. Segundo o boletim, “a fase predominante dos rebanhos é a gestação, e os nascimentos de terneiros avançam neste mês”.

As vacas prenhes foram mantidas separadas das demais categorias, assim como os reprodutores, que receberam alimentação diferenciada para manter a condição corporal e preparar a estação de monta no fim da primavera. Também foi aplicado reforço da vacina preventiva contra clostridioses e observada redução na população de ectoparasitas.

Na região de Bagé, houve melhora no ganho de peso dos rebanhos e aumento da carga animal em vários municípios, favorecidos pelas temperaturas mais amenas. Em Caçapava do Sul, algumas propriedades iniciaram protocolos de inseminação artificial em tempo fixo, enquanto nos demais municípios foram feitos exames andrológicos em touros. Já em São Gabriel, os rebanhos manejados de forma tradicional entraram na fase de parição. Em Lavras do Sul, um remate realizado em 16 de agosto comercializou 1.992 animais, incluindo 281 vacas de invernar a R$ 8,96/kg e 502 terneiros a R$ 12,41/kg.

Na região de Caxias do Sul, o estado corporal dos bovinos foi considerado ruim devido à baixa disponibilidade de pasto. Houve necessidade de controle de miíases e bernes, além de vacinação contra a raiva na região das Hortênsias. Em Frederico Westphalen, as condições climáticas favoreceram o bem-estar animal, mas foi necessária suplementação alimentar.

Em Erechim, a boa oferta de animais gordos se deveu às pastagens de inverno, incluindo novilhos, bois, novilhas e vacas. Também houve comercialização de terneiros e terneiras em leilões regionais. O estado nutricional geral foi satisfatório, mas algumas propriedades com alta lotação registraram perdas de peso.

Na região de Passo Fundo, os rebanhos se mantiveram dentro dos padrões sanitários e nutricionais. Em Pelotas, houve melhora na condição corporal de animais em restevas de soja, mas em Pinheiro Machado foram registrados casos de mortalidade por falta de alimento.

Na região de Porto Alegre, técnicos alertaram para risco de intoxicação por maria-mole em áreas sobrepastejadas. Já em Santa Maria, a baixa precipitação contribuiu para o bem-estar dos rebanhos. Em Santa Rosa, a boa capacidade de suporte dos campos manteve o ganho de peso, embora a demanda por gado de invernar e animais terminados tenha sido baixa.

Por fim, em Soledade, o pastejo em aveia e azevém favoreceu o ganho de peso dos rebanhos, com terneiros apresentando bom peso ao nascer. A região também registrou início da seleção de fêmeas para reposição.





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Tarifaço dos EUA pressiona café brasileiro



O tarifaço gera efeitos imediatos nas negociações



O tarifaço gera efeitos imediatos nas negociações
O tarifaço gera efeitos imediatos nas negociações – Foto: Divulgação

O aumento das tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre o café brasileiro trouxe preocupação ao setor, já que o país é o maior comprador do produto e responde por mais de 30% das importações de café verde norte-americanas, segundo o USDA. O impacto direto no fluxo comercial pressiona produtores e exportadores, que agora precisam buscar novos destinos para manter a competitividade.

O tarifaço gera efeitos imediatos nas negociações e reforça a necessidade de diversificação dos mercados. Embora o mercado norte-americano seja estratégico, a ampliação da presença em outros países torna-se fundamental para reduzir riscos e dependência. Luiz Almeida, diretor de operações da EEmovel Agro, comenta que “o aumento das tarifas gera um impacto imediato nas negociações e força produtores e exportadores a buscarem alternativas para diversificar seus mercados e minimizar perdas”.

Além da barreira tarifária, o cenário global já vinha sendo marcado por instabilidade, com preços voláteis e adiamento de contratos. Ainda que seja improvável a saída total do café brasileiro do mercado americano, a medida já provoca desaquecimento nas vendas e dificulta o equilíbrio entre custos de produção e margens de lucro.

Nesse contexto, o maior peso recai sobre o produtor rural, que enfrenta a incerteza internacional em busca de preços justos para continuar produzindo. A pressão pode levar ao congelamento das vendas e à paralisação de contratos até que o mercado encontre um novo equilíbrio, exigindo estratégias rápidas para evitar prejuízos ainda maiores. “Com o tarifaço, há uma tendência de congelamento das vendas e adiamento dos contratos até que o mercado internacional encontre um novo equilíbrio, o que exige agilidade e estratégia para que os produtores não sejam penalizados”, finaliza.

 





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Abiove consegue liminar para barrar suspensão da Moratória da Soja



A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) conseguiu na noite desta segunda-feira (25) uma medida preventiva para que a suspensão da Moratória da Soja seja impedida.

Na ação, contra o superintendente-geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Alexandre Barreto de Souza, a entidade sustenta que a decisão, aprovada em 18 de agosto, foi tomada de maneira monocrática e proferida sem a devida apreciação das manifestações técnicas e jurídicas apresentadas, em evidente afronta ao contraditório, à ampla defesa e ao devido processo legal.

A ação que cancelava os efeitos da Moratória — pacto multissetorial que impede que traders de soja comprem o grão de produtores que tenham desmatado áreas no bioma amazônico após julho de 2008 — havia sido requerida ao Cade pela Associação dos Produtores de Soja de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal.

A Abiove alega, ainda, que o ato extrapola os limites da competência da Superintendência Geral do Cade ao interferir em política pública ambiental reconhecida e apoiada formalmente por órgãos federais, como o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Assim, a previsão de multa diária de R$ 250 mil às signatárias da Moratória também foi suspensa na decisão, assinada pela juíza federal Adverci Rates Mendes de Abreu, da 20ª Vara/SJDF.

Ao aprovar o pleito que suspendia os efeitos da Moratória da Soja, o superintendente-geral do Cade havia determinado, ainda, uma investigação completa sobre os signatários do pacto, dizendo que se “constitui em um acordo anticompetitivo entre concorrentes que prejudicam a exportação de soja”.



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Agroleite 2025 registrou alta de 86% em volume de negócios



A 25ª edição do Agroleite movimentou R$ 969 milhões em negócios, valor recorde, informou a organização em nota. O montante é 86% superior ao registrado em 2024, quando o total chegou a R$ 520 milhões. A mostra leiteira ocorreu entre os dias 5 e 8 de agosto em Castro, no Paraná.

“Devido o contexto geral da economia, nossa expectativa era de um montante próximo ao da última edição, mas, durante os dias do evento, constatamos, em conversa tanto com expositores, quanto com visitantes, que as pessoas aguardaram o momento da feira e as condições especiais para fechar negócios”, afirmou, na nota, o presidente da Castrolanda, Willem Bouwman.

O levantamento foi feito junto às 370 empresas expositoras e instituições financeiras participantes. De acordo com o gerente do Agroleite, Gustavo Viganó, a cifra apenas as transações fechadas durante os quatro dias de feira.

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“Sabemos também que é grande o volume de negócios prospectados e que se concretizam nas semanas seguintes ao evento”, acrescentou.

O Agroleite 2025 recebeu 163 mil visitantes, recorde de público e o dobro da população de Castro. Outro destaque foi o retorno do Leilão Virtual Estrelas do Leite, que comercializou 41 animais e arrecadou R$ 834 mil. O maior valor pago foi R$ 42 mil por uma fêmea jovem da raça Jersey.

A próxima edição do Agroleite já está confirmada para agosto de 2026, com data a ser anunciada nas próximas semanas.



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Argentina projeta aumento na área de milho



No cenário global, a campanha 2025/26 projeta aumento na produção



No cenário global, a campanha 2025/26 projeta aumento na produçãoNo cenário global, a campanha 2025/26 projeta aumento na produção
No cenário global, a campanha 2025/26 projeta aumento na produçãoNo cenário global, a campanha 2025/26 projeta aumento na produção – Foto: Agrolink

A produção de milho na Argentina para o ciclo 2025/26 deve registrar uma recuperação expressiva em relação ao ano anterior. Segundo levantamento da Bolsa de Cereales de Buenos Aires (BCBA), a área destinada ao grão pode alcançar 7,8 milhões de hectares, impulsionada por melhores condições de umidade e maior conhecimento sobre o manejo da cigarrinha do milho (Dalbulus maidis).

O estudo da BCBA indica que, após um ano marcado por incertezas relacionadas à praga, os produtores estão mais confiantes e tendem a optar por sementes precoces para reduzir riscos, especialmente nas regiões que sofreram reduções significativas de área na safra passada. Além disso, a combinação de umidade favorável no solo e estratégias de manejo contribui para um cenário mais positivo.

No cenário global, a campanha 2025/26 projeta aumento na produção e no consumo de milho, impulsionados pela demanda para alimentação, etanol e indústria. Estados Unidos devem alcançar um recorde histórico, enquanto o Brasil se consolidaria com uma das maiores safras de sua história. Os estoques finais mundiais também devem subir, com destaque para a recuperação ucraniana, embora ainda sujeita às variações do conflito na região.

Localmente, os preços futuros apresentam ligeira valorização, enquanto os custos de insumos tendem a cair, melhorando a relação insumo-produto, embora a rentabilidade projetada permaneça ajustada. A previsão de crescimento de 9,6% na área plantada em relação ao ciclo anterior confirma a retomada da confiança do produtor argentino, colocando a safra como a segunda maior da série histórica da BCBA.

 





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Brasil e Nigéria firmam acordos em agricultura, pecuária e fertilizantes


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu o presidente da Nigéria, Bola Tinubu, para uma visita de Estado, nesta segunda-feira (25), no Palácio do Planalto, e reafirmou sua preocupação com o desenvolvimento do continente africano.

Lula disse que o Brasil quer ampliar o fluxo comercial com a Nigéria e afirmou que os dois países apostam no livre comércio, em um momento em que ressurgem “o protecionismo e o unilateralismo” no mundo.

Ele lembrou que o intercâmbio entre Brasil e Nigéria “diminuiu drasticamente” na última década, de US$ 10 bilhões em 2014 para US$ 2 bilhões no ano passado, sendo a Nigéria o quarto maior parceiro comercial brasileiro na África.

Durante declaração à imprensa, Lula afirmou que nos últimos governos o Brasil se distanciou da África e destacou que duas das maiores economias da América Latina e do continente africano deveriam manter um intercâmbio muito maior.

“Nesse momento, em que ressurgem o protecionismo e o unilateralismo, Nigéria e Brasil reafirmam a sua aposta no livre comércio e na integração produtiva. Seguimos empenhados na construção de um mundo de paz e livre de imposições hegemônicas”, acrescentou.

Cooperação em agricultura e pecuária

Entre as áreas possíveis de cooperação, Lula citou agricultura e pecuária, petróleo e gás, fertilizantes, aeronaves e máquinas. Hoje, o Brasil exporta principalmente açúcares e melaços (74%), enquanto as importações são concentradas em fertilizantes (48%) e petróleo e derivados (48%).

Lula reafirmou que o Brasil tem uma dívida com o continente africano diante dos 350 anos de escravidão a que o povo negro foi submetido no território brasileiro. Para o presidente, a dívida histórica deve ser paga com solidariedade, transferência de tecnologia e assistência para o desenvolvimento da agricultura local, por meio de uma relação “solidária, fraterna e igualitária”.

Por sua vez, o presidente da Nigéria, Bola Tinubu, contou que a Nigéria tem uma população muito jovem, que está pronta para troca de ideias e para aproveitar as oportunidades com as transferências tecnológicas. “Eles sabem que o Brasil tem os ativos que nós precisamos”, afirmou.

Segundo Tinubu, a Nigéria tem interesses na produção industrial de medicamentos genéricos, já consolidada no Brasil, e em parcerias com a Petrobras, na exploração de gás natural.

“Somos o terceiro maior produtor de petróleo da África e isso não está levando a atividades comercias de valor como deveria”, afirmou.

Retomada

Nessa retomada da cooperação, Lula contou que vários acordos já foram firmados em áreas como defesa, agricultura e pecuária, segurança, produção audiovisual, comércio, investimentos, turismo e energia.

Durante a visita, foram assinados cinco atos bilaterais. Um deles é o acordo sobre aviação civil, com o propósito de estabelecer e explorar os serviços aéreos entre os dois territórios. Foi aprovado o início da operação de um voo direto entre São Paulo e Lagos, cidade litorânea da Nigéria.



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