segunda-feira, maio 4, 2026

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TCU vai fiscalizar bancos que utilizam a Moratória da Soja como critério para concessão de crédito



A pedido da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados, o Tribunal de Contas da União (TCU) determinou a fiscalização de bancos que estariam adotando a Moratória da Soja como critério para concessão de crédito a produtores rurais.

A decisão, assinada pelo ministro relator Aroldo Cedraz, estabelece que a fiscalização seja realizada no Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Banco da Amazônia, podendo, entretanto, ser estendida a outras instituições financeiras.

“Com o objetivo de atender à solicitação em análise, a unidade instrutiva propõe a realização de auditoria de conformidade, nos termos do art. 38, inciso I, da Lei nº 8.443/1992, combinado com o art. 239, inciso II, do Regimento Interno do TCU. Essa auditoria deverá avaliar a aplicação do Plano Safra, dos recursos dos Fundos Constitucionais e do crédito rural com isenção fiscal, diante da possível adoção de critérios externos ligados a entidades privadas não integrantes do Sistema Nacional de Crédito Rural, instituído pela Lei nº 4.829/1965.”, diz trecho da decisão.

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O pedido de fiscalização dos parlamentares se fundamenta no entendimento de que instituições financeiras não podem utilizar acordos comerciais privados, como a Moratória da Soja, para definir a concessão de crédito. Pela legislação brasileira, os critérios devem seguir o Código Florestal.

De acordo com a decisão do TCU, a adesão do Banco do Brasil à Moratória da Soja pode configurar irregularidade, uma vez que se trata de acordo firmado em 2006 entre a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) e a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec). O acordo inclui regras mais rígidas que a legislação nacional, dificultando o acesso dos produtores ao crédito rural.

Enquanto a Moratória proíbe o plantio de soja em áreas desmatadas no bioma amazônico após julho de 2008, o Código Florestal permite o desmatamento de até 20% da área de uma propriedade rural (respeitadas as especificidades regionais). Os parlamentares argumentam que um acordo privado firmado entre empresas e ONGs estrangeiras não pode se sobrepor à legislação nacional.

Disputa judicial

No dia 18 de agosto, o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) concedeu medida cautelar suspendendo imediatamente a Moratória da Soja. O processo teve início a partir de representações da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), da Aprosoja-MT, da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.

Apesar das diferenças de argumentação, todas as entidades alegaram que a Moratória configuraria prática ilícita e deveria ser condenada. A CNA, mais recentemente, solicitou providências urgentes, alegando prejuízos concretos aos produtores e apresentando parecer econômico que apontava danos ao setor e ao país. Com base nesses argumentos, o Cade determinou a suspensão do acordo até a conclusão do processo.

No entanto, no dia 25 de agosto, a Abiove obteve na Justiça uma liminar suspendendo os efeitos da decisão do Cade. A entidade argumentou que a medida havia sido tomada de forma monocrática, violando o contraditório, a ampla defesa e o devido processo legal.



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Exportações de carne bovina sobem 34,7% em agosto



Cotações do boi gordo seguem firmes no mercado interno




Foto: Canva

De acordo com a análise divulgada nesta terça-feira (26) no informativo Tem Boi na Linha, da Scot Consultoria, o mercado do boi gordo apresentou estabilidade nas cotações em São Paulo. A consultoria informou que o dia começou “especulado, porém, parte dos frigoríficos não abriu as compras”. O cenário foi marcado por oferta razoável, escoamento lento da carne e escalas de abate avançando.

Segundo a publicação, as cotações permaneceram estáveis para todas as categorias, com as escalas de abate atendendo, em média, a dez dias no estado.

Em Mato Grosso do Sul, o quadro foi de ofertas reduzidas, com escoamento variando entre razoável e lento. As cotações também se mantiveram estáveis em todas as regiões. As escalas de abate estavam em média em sete dias em Dourados e Campo Grande e em nove dias em Três Lagoas.

Na região Noroeste do Paraná, as ofertas foram consideradas razoáveis e a exportação de carne permaneceu aquecida, o que sustentou os preços. O mercado abriu oferecendo R$ 2,00 a mais por arroba da novilha, com escalas de abate médias de nove dias.

No acumulado até a quarta semana de agosto, as exportações de carne bovina in natura somaram 212,9 mil toneladas, com média diária de 13,3 mil toneladas, crescimento de 34,7% em relação ao mesmo período de 2024. A cotação média da tonelada exportada ficou em US$ 5,6 mil, alta de 26,3% na comparação anual.





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Nigéria e Brasil abrem novas frentes de cooperação


Em evento realizado no Sebrae, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, celebrou o aprofundamento das relações entre Brasil e Nigéria durante a visita do presidente nigeriano, Bola Tinubu. O encontro, segundo Alckmin, evidenciou a diversidade de possibilidades para investimentos e comércio bilateral.

A visita de Tinubu ao Brasil retribui a missão brasileira a Abuja, em junho, que foi liderada por Alckmin a pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O vice-presidente destacou que as conversas entre os dois governos resultaram na assinatura de acordos e na abertura de novas frentes de cooperação.

De acordo com Alckmin, a visita trouxe “boas notícias por terra, mar e ar”, em referência às parcerias firmadas em áreas como agropecuária, aviação, transição energética e saúde. O vice-presidente afirmou: “Temos aí uma avenida de possibilidades de trabalho, investimentos e comércio exterior. São dois países irmãos. A Nigéria, uma das maiores economias do continente africano, e o Brasil, a maior da América Latina. Vamos superar o Oceano Atlântico e trabalhar muito juntos em benefício das nossas populações, pois o desenvolvimento é o novo nome da paz”.

Alckmin ressaltou ainda que o comércio exterior entre os dois países cresceu 20% no último ano e apontou que a tendência é de aceleração. O evento contou com a presença de autoridades como o presidente da ApexBrasil, Jorge Viana, o presidente do Sebrae, Décio Lima, o secretário executivo do MDIC, Márcio Elias Rosa, além de ministros e empresários nigerianos.

Na parte da manhã, o presidente Lula recebeu o presidente Bola Tinubu no Palácio do Planalto. Foram anunciados novos acordos em áreas estratégicas e reafirmada a disposição de ampliar o intercâmbio econômico, político, cultural e tecnológico. Para Lula, a visita simboliza um marco na retomada da cooperação. O presidente destacou: “Na última década, o intercâmbio entre Brasil e Nigéria diminuiu drasticamente. De 10 bilhões de dólares em 2014, passamos a 2 bilhões de dólares em 2024. Não foi por acaso. Nos últimos governos, o Brasil se distanciou da África. Duas das maiores economias da América Latina e da África deveriam ter um intercâmbio muito maior”.





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Cooperativa registra faturamento de R$ 2,85 bi no semestre



A cooperativa também detalhou investimentos e obras realizadas



A cooperativa também detalhou investimentos e obras realizadas
A cooperativa também detalhou investimentos e obras realizadas – Foto: Pixabay

A Capal Cooperativa Agroindustrial realizou uma reunião online com seus produtores associados para apresentar o balanço financeiro do primeiro semestre de 2025. O evento, conduzido pelo presidente do Conselho de Administração e pela Diretoria Executiva, permitiu que os cooperados enviassem dúvidas e comentários, reforçando o compromisso da cooperativa com transparência e trabalho colaborativo. Durante a apresentação, também foram discutidos aspectos da conjuntura do agronegócio brasileiro e os desafios enfrentados pelo setor.

Segundo Erik Bosch, presidente da Capal, a cooperativa mantém a estratégia de investimento mesmo em meio a adversidades climáticas e geopolíticas. “Além das condições climáticas e questões geopolíticas mundiais, os desafios aumentaram para todo o setor, e notamos muitos casos de empresas em recuperação judicial no agronegócio. É nesse ambiente que precisamos continuar com as nossas atividades, modernizar nossas fazendas e a cooperativa, não parar de crescer e de investir”, declara.

No primeiro semestre, a Capal alcançou faturamento bruto de R$ 2,85 bilhões e receita líquida de R$ 24,3 milhões, com expectativa de resultados ainda melhores no segundo semestre. A recepção bruta de grãos nas unidades chegou a 606 mil toneladas, com aumento de 15% na soja, totalizando 403 mil toneladas. A produção de leite superou as projeções, com 74,4 milhões de litros comercializados.

A cooperativa também detalhou investimentos e obras realizadas no período, totalizando R$ 57,5 milhões. Entre os projetos estão melhorias e expansões nas unidades de Arapoti, Wenceslau Braz e Santo Antônio da Platina (PR), além de Itararé, Fartura e Taquarituba (SP), reforçando o compromisso com crescimento sustentável e infraestrutura moderna para os cooperados.

 





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Produção de pepino salada em baixa



Plantio a céu aberto deve iniciar no fim de agosto




Foto: Pixabay

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na última quinta-feira (21), a produção de pepino está na baixa nos municípios de Bom Princípio e São Sebastião do Caí, na região administrativa de Lajeado. A redução foi atribuída ao período de temperaturas mais baixas, o que levou muitos agricultores a iniciarem o preparo dos canteiros para o replantio.

A Emater/RS-Ascar informou que, diante do cenário, os preços seguem elevados. A salada de pepino tem sido comercializada entre R$ 70,00 e R$ 80,00 por caixa de 20 quilos. O pepino japonês apresenta cotação em alta, variando de R$ 115,00 a R$ 130,00 a caixa de 18 quilos. Já o pepino conserva oscila entre R$ 140,00 e R$ 150,00 a caixa de 20 quilos.

A entidade destacou ainda que o plantio a campo, em áreas de céu aberto, está previsto para o final de agosto.





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Colheita de cana-de-açúcar está praticamente concluída em Santa Rosa



Agroindústrias mantêm áreas para garantir produção




Foto: Canva

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na última quinta-feira (21), a colheita da cana-de-açúcar na região administrativa de Santa Rosa está praticamente finalizada nos 2.256 hectares cultivados. Restam apenas algumas áreas mantidas pelas agroindústrias para assegurar a continuidade da produção.

Segundo a Emater/RS-Ascar, nas lavouras já colhidas a cultura ainda não apresenta brotação significativa. Alguns agricultores optaram por implantar novas áreas com o objetivo de ampliar a produção destinada à alimentação animal.

Além disso, parte dos produtores comercializa melado, que tem sido vendido a R$ 15,00 o quilo. A média recebida pela cana-de-açúcar foi de R$ 135,83 por tonelada.





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Óleo de algodão sobe com demanda de biocombustíveis



Cotação do caroço de algodão recua em Mato Grosso




Foto: Canva

Segundo a análise semanal do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), divulgada nesta segunda-feira (25), o preço do caroço de algodão disponível em Mato Grosso foi cotado a R$ 905,27 por tonelada, o que representa uma queda de 3,78% em relação à semana anterior e de 12,46% frente ao mesmo período do mês passado.

O instituto explicou que “o movimento é pautado pelo avanço da colheita no estado, de modo que a disponibilidade tem aumentado e, consequentemente, pressionado os preços”.

Por outro lado, o preço do óleo de algodão apresentou valorização de 1,10% no comparativo semanal, alcançando R$ 5.571,43 por tonelada. O Imea destacou que “parte desse incremento é atribuído ao aumento da demanda das indústrias de biocombustíveis, ligado à maior procura de óleo para a produção de biodiesel”.

Dessa forma, o instituto avaliou que, “apesar da tendência de queda nos preços do caroço conforme o avanço da colheita e a maior oferta, o óleo deve continuar encontrando suporte na demanda por parte das indústrias”.





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Projeto de lei quer dar aos estados o controle sobre javalis e bonificar caçadores



Transferir do Ibama para os órgãos de licenciamento e fiscalização estaduais o controle sobre javalis e espécies nocivas. Esse é o cerne de um projeto de lei do deputado Alceu Moreira (MDB).

De acordo com o parlamentar, a atuação da autarquia tem sido fortemente contestada pelo excesso de autuações aplicadas a caçadores profissionais, inviabilizando o manejo da fauna em diversos casos.

“São perseguições arbitrárias de quem, no fundo, não tem nenhum compromisso com a nossa integridade sanitária. Temos que otimizar esse controle, pois é inadmissível que um país como o nosso, que levou anos para consolidar mercados mundo afora, esteja sujeito a fechar fronteiras por febre aftosa ou gripe suína”, afirma o deputado.

Alceu lembra que a Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/1998) já prevê que o abate de animais declarados nocivos não configura crime, mas que, apesar disso, o Ibama segue cometendo excessos, seja multando os atiradores ou dificultando a emissão de licenças.

A proposta de Moreira conta com o apoio da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e deverá, também, estabelecer condições para consumo, distribuição e comercialização dos produtos e subprodutos resultantes do abate, desde que estejam em conformidade com a legislação sanitária e ambiental dos estados.

Seguno o parlamentar, outra questão que ficará a cargo dos estados é a possibilidade de bonificação aos caçadores credenciados, estimulando a adesão voluntária no manejo de espécies invasoras.

Proliferação de javalis

Originário da Europa e Ásia, o javali chegou ao Brasil a partir da década de 1990, trazido inicialmente para criação comercial e caça esportiva. No entanto, com o tempo, escaparam de cativeiros, se reproduziram sem controle e hoje estão presentes em milhares de municípios, especialmente nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

A explosão populacional do animal ameaça lavouras e a biodiversidade. O comentarista do Canal Rural Miguel Daoud lembra que os javalis vivem em bandos e têm alta taxa de reprodução, sendo que uma fêmea pode gerar até 10 filhotes por ninhada.

“Sem os predadores naturais, a população cresce até 150% ao ano. Em pouco tempo, áreas inteiras são devastadas. Eles atacam plantações de milho e sorgo, destroem nascentes, competem com espécies nativas como catetos e queixadas e predam ovos e filhotes de aves silvestres”, destaca.

Embora o javali seja reconhecido como espécie invasora e nociva desde 2013, os critérios para controle e abate ainda são tidos como burocráticos. “A autorização de caça não foi suficiente para reduzir a população e, em alguns casos, favoreceu ainda mais a dispersão”, considera Daoud. “O resultado é um cenário em que produtores sofrem com prejuízos, ambientalistas alertam para perda de biodiversidade e o país fica vulnerável a riscos sanitários graves”, completa.

Para ele, a solução passa por simplificar o processo de controle, incentivar a ação conjunta entre órgãos ambientais, produtores e autoridades policiais, além de adotar tecnologias modernas de monitoramento e erradicação, fatores que o projeto de lei do deputado Alceu Moreira pode ajudar a concretizar.



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Filme “8 Segundos – O Desafio” leva arena de rodeio para as telonas; assista o teaser



O clima da arena de rodeio chegou ao cinema com a pré-estreia de “8 Segundos – O Desafio”, realizada nesta quarta-feira (27), no North Shopping, em Barretos, São Paulo.

A cidade, que é cenário central da trama, recebeu a exibição em uma sessão que também homenageou a 70ª Festa do Peão de Barretos, que segue até este domingo (31).

Participaram da sessão os atores Rafael Cardoso, Letícia Augustin, Robson Nunes, Juliano Laham, Jaedson Bahia e Matheus Sandré, além do diretor Márcio Trigo, que compartilharam com o público a emoção de trazer para as telas uma narrativa inspirada no universo country.

“A ideia de estrear em Barretos é porque o filme foi feito aqui, além de aproveitar a Festa do Peão como um mote. O filme vai levar essa cultura sertaneja e rural para os grandes centros do Brasil e do Mundo”, destaca o diretor, Márcio Trigo.

De acordo com Rafael Cardoso, que interpreta o peão João Donato, a experiência foi especial. “Conhecer o Hospital de Amor, a Festa do Peão, os 70 anos de Barretão e conferir de perto toda essa estrutura é transformador.”, comenta.

Segundo a protagonista do filme, a atriz Letícia Augustin, o longa tem um papel importante para retratar a potência feminina no sertanejo. “A ideia é defender a força da mulher no posicionamento, nos sonhos e também nesse mundo de competições.” conta.

O longa, produzido pela New Cine & TV e distribuído pela Paris Filmes, estreia em 6 de novembro, exclusivamente nos cinemas.

História do filme

O filme acompanha a trajetória de João Donato, campeão internacional de rodeios que, após sofrer um grave acidente, retorna ao Brasil em busca de redenção. Entre antigas rivalidades, amores do passado e o desafio de retomar a carreira, ele reencontra suas raízes no sertão e a força necessária para reconstruir sua vida.

Em paralelo, sua irmã Helena regressa ao Brasil após concluir residência médica nos Estados Unidos. Dividida entre a rotina intensa no Hospital de Amor e o fim de um relacionamento de infância com Heitor (Juliano Laham), ela revive um sonho secreto: seguir os passos do irmão nas arenas de rodeio.

Confira o teaser do filme “8 Segundos – O Desafio” e veja os primeiros destaques da trama ambientada em Barretos, antes da estreia nacional em 6 de novembro.



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Pará recebe 1 mil toneladas de milho para o ProVB



ProVB beneficia pequenos criadores




Foto: Agrolink

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) recebeu nesta semana mais de 205 toneladas de milho em grãos destinadas ao Programa de Venda em Balcão (ProVB) no Pará. O produto foi armazenado na Unidade Armazenadora de Ananindeua. Com essa operação, somada à remessa anterior de cerca de 795 toneladas, o total recebido no exercício atual alcançou 1 mil toneladas.

Em 2024, o programa registrou recorde de vendas no estado, com aproximadamente 1,1 mil toneladas comercializadas, contra mais de 400 toneladas em 2023, o que representou um crescimento de 172%. Já em 2025, até 21 de agosto, foram removidas mais de 1,3 mil toneladas de milho para atendimento à demanda, das quais cerca de 900 toneladas já foram vendidas. A expectativa da Conab é de que, até o final do ano, o volume chegue a 1,5 mil toneladas, ampliando o acesso dos pequenos criadores ao produto.

De acordo com a companhia, o ProVB “possibilita a compra direta do grão por pequenos criadores de animais, com limite mensal de aquisição de até 27 toneladas por cliente”. Os preços de venda são atualizados quinzenalmente. Podem participar suinocultores, avicultores, bovinocultores, caprinocultores, ovinocultores e outros produtores. Segundo a Conab, o programa “equipara as condições de acesso ao milho dos estoques públicos para produtores de diferentes portes”.





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