domingo, maio 3, 2026

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Quinta-feira tem possibilidade de chuvas intensas em diversas partes do Brasil


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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu uma série de alertas para chuvas intensas que devem atingir diferentes regiões do país ao longo desta quinta-feira (7). Os avisos são classificados com grau de perigo potencial e abrangem áreas do Norte, Sul e parte do Nordeste, indicando a possibilidade de pancadas de chuva com moderada intensidade, acompanhadas de ventos fortes.

De acordo com o Inmet, a previsão aponta para acumulados de 20 a 30 milímetros por hora, podendo chegar a até 50 mm em um único dia. Também há possibilidade de ventos entre 40 e 60 km/h, além de riscos pontuais de queda de galhos de árvores, alagamentos, descargas elétricas e interrupções no fornecimento de energia elétrica.

Na Região Sul, o alerta vale para amplas áreas dos estados de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. Estão incluídas regiões como a Serrana, o Oeste e o Vale do Itajaí em Santa Catarina; o Sudoeste, Centro-Sul e Sudeste do Paraná; e o Centro Oriental, Nordeste, Noroeste e a Região Metropolitana de Porto Alegre no Rio Grande do Sul. A atuação de sistemas de instabilidade atmosférica associados à presença de uma frente fria contribui para o aumento da umidade e favorece a ocorrência das chuvas.

No Norte do país, o Inmet também mantém alertas em vigor desde a manhã desta quarta-feira (6), com validade até as 10h de quinta. As áreas mais afetadas devem ser o sudoeste e sul do Amazonas e o Vale do Juruá, no Acre, onde a combinação entre calor e umidade típica da floresta favorece a formação de nuvens carregadas.

Outro alerta foi emitido para a faixa norte da Região Norte e parte do Nordeste, incluindo o Baixo Amazonas, Marajó, o Nordeste do Pará, o Amapá, Roraima, o norte e leste do Maranhão, além do norte do Piauí. A previsão para essas áreas também indica chuva expressiva, com potencial para provocar transtornos localizados, sobretudo em centros urbanos e áreas com deficiência de drenagem.

Embora os avisos indiquem baixo risco para acidentes graves, o Inmet recomenda que a população evite se abrigar debaixo de árvores durante rajadas de vento e não estacione veículos próximos a torres de transmissão ou placas de publicidade. Em caso de emergência, a orientação é acionar a Defesa Civil (telefone 199) ou o Corpo de Bombeiros (193).





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Agosto traz preços mais altos para a soja no Brasil; mercado aquece ‘na largada’



O mercado de soja encerrou agosto com preços em alta no Brasil e em Chicago. A primeira quinzena foi marcada por maior volume de negócios, mas na segunda metade do mês os agentes reduziram a disposição de negociar.

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Segundo a consultoria Safras & Mercado, no mercado externo, os contratos futuros da oleaginosa também tiveram avanço consistente, ainda que limitado pela valorização do real frente ao dólar.

Cotações de soja

No Brasil, a saca de 60 quilos registrou valorização em importantes praças: em Passo Fundo (RS), passou de R$ 132,00 para R$ 133,00; em Cascavel (PR), de R$ 132,00 para R$ 134,00; em Rondonópolis (MT), de R$ 121,00 para R$ 127,00; e no porto de Paranaguá (PR), de R$ 137,00 para R$ 139,00.

Contratos futuros de soja

Na Bolsa de Chicago (CBOT), os contratos com vencimento em novembro, os mais negociados, acumularam valorização de 5,43% em agosto. A posição encerrou a manhã desta sexta-feira, 29, a US$ 10,43 por bushel, frente aos US$ 9,89 do início do mês.

USDA

A firmeza em Chicago ganhou força após o relatório de agosto do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que reduziu as projeções de safra e estoques americanos para níveis abaixo do esperado pelo mercado. Dias depois, a tradicional crop tour da Pro Farmer confirmou um cenário de produção ainda menor que o apontado pelo USDA.

Apesar dos cortes, tanto o USDA quanto a Pro Farmer destacaram que os EUA caminham para colher uma safra cheia. Esse fator acabou limitando a recuperação dos contratos e retirando-os das máximas registradas ao longo do mês. O clima, às vésperas da colheita, continua favorecendo o desenvolvimento das lavouras norte-americanas.

Na frente da demanda, a China seguiu como ponto de atenção. Mesmo após apelos do presidente Donald Trump, os compradores asiáticos mantiveram a preferência pela soja sul-americana. A percepção do mercado é de que, apesar das oscilações nas negociações comerciais, a procura chinesa pela oleaginosa americana deve continuar contida.

Câmbio

O câmbio, por sua vez, atuou como fator de pressão interna. Com a perspectiva de cortes nos juros nos Estados Unidos, o dólar comercial recuou 3,47% em agosto, encerrando o mês a R$ 5,40, o que reduziu parte do impacto positivo dos ganhos de Chicago sobre as cotações brasileiras.



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Abelhas devem abandonar a América do Norte até 2050, mostra estudo



A Universidade Federal do Paraná (UFPR) fez um estudo para entender como as alterações nos padrões climáticos afetarão a distribuição geográfica das abelhas.

De acordo com a pesquisa, algumas espécies do sudeste da América do Sul podem deixar o Norte do continente, onde em geral é mais calor, e se deslocar para o Sul.

Os cientistas selecionaram 18 espécies de abelhas de uma das regiões mais diversas do mundo e usaram projeções climáticas computacionais para o ano de 2050, para identificar os possíveis efeitos das mudanças climáticas na distribuição desses insetos.

De acordo com o biólogo Felipe Walter Pereira, com o aumento das emissões de carbono e das consequentes mudanças de temperatura, essas espécies tendem a deixar a América do Norte, porque essa região deve ficar com temperaturas acima da média.

O professor Rodrigo Gonçalves conta que fizeram a seleção de espécies que vivem no Sudeste da América do Sul (Argentina, Uruguai e estados do sul do Brasil) por serem adaptadas a climas mais amenos.

Também foram escolhidas espécies com modos de vida e comportamentos sociais diferentes para entender como cada uma pode reagir às mudanças climáticas.

“Com base nessas informações, usamos modelos para prever como essas condições vão mudar no futuro e, assim, estimar quais áreas continuarão adequadas e quais serão perdidas. Comparando esses cenários, conseguimos prever deslocamentos ou redução na distribuição das espécies”, afirma.

Distribuição geográfica das abelhas em 2050

Apesar de cada espécie ter sua própria condição climática adequada para sobreviver em determinado local (chamada nicho climático), de modo geral as abelhas são insetos que preferem climas mais amenos, em ambientes mais secos, e são mais diversas em locais de campos abertos.

Além disso, são seres ectotérmicos, ou seja, sua temperatura corporal é influenciada pela temperatura do ambiente, o que pode fazer com que estes insetos não resistam às temperaturas mais altas.

Considerando estes fatores, os pesquisadores buscaram testar a hipótese de que, com as mudanças climáticas, as abelhas devem buscar locais mais adequados e podem desaparecer de áreas que se tornaram menos favoráveis.

Para isso, um dos primeiros passos foi construir modelos de nichos ecológicos para encontrar as áreas climaticamente favoráveis para as espécies no presente.

Os modelos foram projetados para 2050, utilizando um cenário definido pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, da sigla em língua inglesa).

Estes cenários representam previsões de mudanças climáticas futuras com base em diferentes níveis de emissões de gases de efeito estufa, avaliando o que os governos estão fazendo para combater o problema e apresentando dados sobre temperatura, umidade e eventos extremos.

No estudo sobre as abelhas, os pesquisadores selecionaram o cenário pessimista SSP585, que apresenta maiores emissões de carbono e ações nulas ou limitadas para a mitigação das mudanças climáticas.

“Para realizar este trabalho, temos determinadas as posições geográficas das espécies em latitude e longitude. Fazemos várias perguntas com as variáveis climáticas, encontrando as características do ambiente que são importantes para as abelhas. Com isso, temos um recorte de condições favoráveis para aquela abelha de hoje”, afirma Moura.

Cenários futuros

A pesquisa concluiu que o padrão de deslocamento para o sul foi observado em todas as 18 espécies analisadas, mas também foi identificado que as espécies de abelhas eussociais da região podem ser mais afetadas pela perda de áreas adequadas para a sobrevivência do que as espécies solitárias.

O artigo reforça que, além do clima, mudanças no habitat e particularidades comportamentais das abelhas podem também influenciar na vulnerabilidade dos insetos.

Pereira conclui que a ideia desta e outras pesquisas sobre as abelhas é juntar vozes para fortalecer a luta pela mitigação dos problemas acarretados pelas mudanças climáticas.

“Nós usamos esses planos de conservação para pensarmos em cenários futuros adequados para produção de alimentos, para o bem-estar, para simplesmente a gente ter um planeta habitável nas próximas décadas”, afirma.

*Sob supervisão de Victor Faverin



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Produtores de soja do oeste da Bahia têm até este domingo para cadastro de plantio antecipado



Atenção, produtores de soja do oeste da Bahia: o prazo para o cadastramento do plantio antecipado termina neste domingo, 31 de agosto. A medida, de caráter excepcional, permite que os produtores realizem a semeadura entre os dias 25 de setembro e 7 de outubro, desde que cumpram os critérios estabelecidos pelo órgão fiscalizador.

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O gerente de agronegócios da Associação de Agricultores Irrigantes da Bahia (Aiba), Aloísio Júnior, explicou que o cadastramento é obrigatório e regulamentado pela Agência de Defesa Agropecuária do Estado da Bahia (Adab), por meio da Portaria 47, de 6 de junho.

“Esse cadastro é fundamental para fiscalizar e monitorar as áreas de plantio, garantindo o devido controle fitossanitário e a segurança da produção”, destaca Aloísio Júnior.

O procedimento permite que a Adab acompanhe de perto as áreas de plantio, assegurando que todas as normas sejam cumpridas. Produtores interessados devem regularizar suas áreas antes do prazo final para garantir que o plantio antecipado seja realizado dentro das regras estabelecidas.



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Produtor de Rondônia vira especialista em confinamento com dieta de grão inteiro. Veja


Pecuaristas, a fronteira da pecuária brasileira está cheia de histórias de inovação e empreendedorismo. Em Rondônia, um produtor de leite que é fera na lida se transformou em um especialista em confinamento, mostrando que, com planejamento e investimento, é possível diversificar os negócios e garantir um retorno que enche o bolso. Já clica aí pra assistir ao vídeo abaixo e conferir essa história que é pura inspiração para a sua fazenda!

Essa prova de excelência e dedicação foi o grande assunto do quadro Giro pelo Brasil desta sexta-feira (29).

O tradicional quadro do programa Giro do Boi, do Canal Rural, mostra como o Brasil está produzindo carne de alta qualidade, segura e com rastreabilidade para os consumidores. A história de hoje é um desses bons exemplos da pecuária de corte da “prateleira de cima”.

O sucesso que vem do Sítio Vencedor

Bovinos de corte no confinamento. Foto: Ezequias Freitas/Friboi de Ariquemes (RO)
Bovinos de corte no confinamento. Foto: Ezequias Freitas/Friboi de Ariquemes (RO)

De onde veio esse gado que está dando o que falar? Essa produção de primeira é do pecuarista Valdeny de Almeida Barros, à frente do Sítio Vencedor, localizado em Machadinho D’Oeste, no estado de Rondônia.

Valdeny, que antes era focado na produção de leite, agora aposta na engorda com a silagem e tem muita habilidade com a dieta de grão inteiro, usando milho e ração peletizada. É um produtor cauteloso e sábio, que pensa em cada detalhe do confinamento para garantir um bom retorno.

Quem fez questão de apresentar esses resultados de tirar o chapéu foi o Ezequias Freitas, técnico em agronegócio e originador da unidade da Friboi de Ariquemes, no estado de Rondônia.

Ezequias visitou o Sítio Vencedor e pôde ver de perto como Valdeny vem adquirindo maquinários e aumentando sua lotação, com uma média de 180 a 200 animais fechados. É o investimento em tecnologia e manejo de ponta fazendo a diferença na prática.

O segredo do confinamento e o bom retorno

Detalhe do cocho de alimentação do gado no confinamento. Foto: Ezequias Freitas/Friboi de Ariquemes (RO)
Detalhe do cocho de alimentação do gado no confinamento. Foto: Ezequias Freitas/Friboi de Ariquemes (RO)

O investimento de Valdeny em maquinários e na engorda com silagem e a dieta de grão inteiro é a prova de que a pecuária moderna exige planejamento e tecnologia.

A habilidade dele com o grão inteiro (dieta de milho grão mais ração peletizada) mostra que ele domina o manejo nutricional, o que se reflete no ganho de peso e no acabamento de carcaça.

É um sistema que permite ao produtor ter mais controle sobre o desenvolvimento do gado e garante um produto final de alta qualidade, pronto para atender aos mercados mais exigentes.



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vigília religiosa pede conscientização ambiental



Com a proximidade da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), marcada para ocorrer em Belém entre os dias 10 e 21 de novembro, o Instituto de Estudos da Religião (Iser) realiza, no Rio de Janeiro, a edição carioca da Vigília pela Terra. O evento reúne diversas comunidades e organizações da sociedade civil com o objetivo de promover a conscientização ambiental sobre os impactos do aquecimento global e a importância de ações concretas para proteger o planeta.

“Os grupos de fé, a partir das suas vertentes, livros sagrados, crenças, são originalmente protetores da casa comum, da natureza, da Terra. É muito importante ter representantes dos grupos religiosos como aliados na proteção ambiental e na sensibilização da população”, afirmou Ana Carolina Evangelista, diretora-executiva do Iser.

Fé, sustentabilidade e proteção ambiental

Essa iniciativa já passou por Brasília e Porto Alegre e, após o Rio de Janeiro, seguirá para Manaus, Natal e Recife, culminando em Belém durante a COP30. Ana Carolina explica que o formato descentralizado permite que lideranças locais contribuam diretamente para o debate sobre proteção ambiental: “Selecionamos capitais em todas as regiões para visibilizar o que as lideranças religiosas estão fazendo pela promoção do meio ambiente”.

O evento também apresenta atrações culturais, como apresentações musicais, danças e gastronomia, que ajudam a reforçar a mensagem de cuidado com a natureza. Para os organizadores, essas atividades são importantes para engajar a população de forma ampla e inclusiva.

As informações são da Agência Brasil.



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Agricultores recebem estações meteorológicas para monitoramento climático



Comunidades rurais de Formosa e São João d’Aliança, Goiás receberam, neste mês de agosto, estações meteorológicas que vão coletar dados climáticos da região.

O objetivo é facilitar o manejo da irrigação dos cultivos de maracujá e manga que estão sendo implantados em assentamentos rurais desses municípios, atendidos pelo projeto Fruticultura Irrigada do Vão do Paranã. Nas 41 propriedades selecionadas em Formosa e nas sete em São João d’Aliança, estão sendo instalados kits de irrigação e espaldeiras.

Os dados climáticos coletados pelas estações meteorológicas alimentarão o aplicativo “Irrigar para Desenvolver (ID)”, que vai auxiliar os agricultores no manejo da irrigação com informações diárias sobre o momento ideal e a quantidade certa de água a ser aplicada nos cultivos, contribuindo para o uso eficiente dos recursos. 

Segundo o pesquisador e coordenador das ações da Embrapa Cerrados no projeto, Lineu Rodrigues, o objetivo é que os produtores economizem água e energia e aumentem a produtividade

O aplicativo será inicialmente acessado apenas pelos participantes do projeto, que estão sendo cadastrados pelas secretarias municipais de agricultura.

Encontro com as comunidades

No dia 11 de agosto, foi entregue a estação meteorológica de Formosa, na Escola Municipal Fazenda Palmeira, na zona rural do município, com a presença de autoridades, agricultores e a comunidade local.

A prefeita de Formosa, Simone Ribeiro, ressalta que o projeto tem um caráter de união em prol da coletividade: “Estamos inaugurando um equipamento que, para muitos, pode ser simples, mas traz informação e capta diretamente a necessidade de cada produtor rural, que há muito tempo foi esquecido”, disse.

O município abriga 29 assentamentos de reforma agrária e do crédito fundiário, com cerca de 2,5 mil famílias assentadas. “Já temos produtores focais de maracujá, alguns entraram no projeto. E a manga vem como uma novidade”, explicou a secretária municipal de Agricultura, Suzana Borgmann.

Em São João D’Aliança, a estação foi instalada no Projeto de Assentamento (PA) Mingau e entregue no dia 18 de agosto. O prefeito Genivan Gonçalves conta que a estação abre uma nova perspectiva para os produtores do município.

“Essa estação vem proporcionar uma produção mais voltada ao aumento da produtividade, com menor gasto de água. Os agricultores não vão produzir só para subsistência, eles vão aumentar a produção e comercializar os produtos agrícolas”, diz.



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Embrapa lança novo feijão carioca durante evento em PE



A Embrapa apresentou ao setor produtivo, durante o Semiárido Show 2025, em Petrolina (PE), a cultivar de feijão-comum biofortificado BRS FC409, do tipo carioca. O grão, que alia alto valor nutricional à boa produtividade no campo, foi o destaque do estande da instituição durante o evento que aconteceu do dia 26 a 29 de agosto. Desenvolvido no âmbito da Rede BioFORT, o feijão chega como alternativa estratégica para agricultores de 19 estados e do Distrito Federal, com mais ferro, zinco e proteína na dieta das famílias brasileiras.

O lançamento oficial foi conduzido pelo pesquisador Luis Cláudio de Faria, da Embrapa Arroz e Feijão. Além da apresentação e degustação, a cultivar esteve plantada na vitrine tecnológica do evento, evidenciando suas vantagens produtivas e a resistência a doenças que favorece o cultivo em diferentes regiões do país.

Destaques da Embrapa

O Semiárido Show 2025 reuniu 20 unidades de pesquisa da Embrapa, que levaram ao público soluções tecnológicas, minicursos e oficinas voltados à agricultura familiar. As tecnologias apresentadas foram: GliriNutri, para uso da gliricídia na alimentação de ruminantes, e a tradicional cultivar de milho BRS Gorutuba, adaptada ao Semiárido. O evento se consolidou como espaço de troca de conhecimentos e construção de alternativas sustentáveis para o campo.

Um momento simbólico da programação foi a celebração dos 50 anos de atuação da Embrapa no Nordeste. Seis unidades comemoraram meio século de pesquisas na região, em ato que contou com a presença da presidente da empresa, Silvia Massruhá, e da diretora de Inovação, Ana Euler. A chefa-geral da Embrapa Tabuleiros Costeiros, Tereza Cristina de Oliveira, destacou a importância do trabalho em rede para fortalecer a agricultura familiar e apoiar políticas públicas que elevem renda e qualidade de vida no semiárido.

Além das vitrines tecnológicas e oficinas presenciais, os visitantes puderam conhecer o e-Campo, plataforma digital da Embrapa que oferece cursos de capacitação online em temas como nutrição e adubação do coqueiro, aquaponia residencial e produção agroecológica de sementes e ovos embrionados. A integração entre pesquisa, transferência de tecnologia e capacitação marcou mais uma edição do maior evento da agricultura familiar do Nordeste.



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Estudo revela fatores decisivos para o sucesso da reprodução in vitro de gir leiteiro



Estudo conduzido por pesquisadores do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) analisou os fatores que influenciam a produção in vitro de embriões de gir leiteiro, uma raça fundamental para a produção de leite em regiões tropicais como o Brasil.

“O principal achado da pesquisa foi que os fatores ambientais testados, como estação do ano, idade e categoria da doadora apresentaram efeito significativo sobre as características de produção in vitro de embriões testadas em animais da raça Gir”, explica Lethissia Amorim da Silva Coelho, mestranda da UFRRJ que desenvolveu o estudo sob orientação dos professores Elisandra Lurdes Kern e Rondineli Pavezzi Barbero.

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A pesquisa também sugere que a criopreservação de embriões reduz a taxa de prenhez de embriões produzidos in vitro, sendo a estação do ano outro fator que apresentou efeito significativo nessa característica. “Isso mostra que o desempenho reprodutivo da produção in vitro de embriões pode ser otimizado considerando o contexto ambiental e o perfil da doadora”, reforça Lethissia.

Foram analisadas informações de mais de 15 mil procedimentos de aspiração folicular feitos em 3.682 doadoras da raça Gir em programas comerciais de produção in vitro de embriões , a fim de avaliar o efeito de determinados fatores sobre a produção e capacidade dos óvulos, bem como o sucesso na implantação dos embriões produzidos em laboratório.

A pesquisadora explica que o estudo avaliou a idade das doadoras, categoria da doadora (vaca ou novilha), estação do ano em que foi realizada a coleta e transferência e o tipo de transferência (embriões vitrificados ou frescos).

“Utilizamos modelos lineares mistos, uma vez que nossos dados eram repetidos no tempo com mais de uma observação por animal ao longo da sua vida. As análises foram feitas utilizando os pacotes lme4, lmertest e emmeans no software estatístico R”, detalhou.

De acordo com a pesquisadora, a aplicação prática dos resultados pode contribuir para aprimoramento de biotecnologias reprodutivas aplicadas aos zebuínos leiteiros, bem como para aumentar a eficiência dos programas de produção e transferência de embriões, reduzir perdas econômicas e promover a sustentabilidade na agropecuária.



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Plantio de soja 25/26 começa a se aproximar no Sul do Brasil



Produtores do Sul do Brasil estão em contagem regressiva para a abertura oficial do calendário de plantio de soja da safra 2025/26. Algumas regiões já poderão iniciar os trabalhos a partir desta segunda-feira (1º), e a expectativa é de que o clima colabore para o desenvolvimento inicial da cultura, especialmente em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul.

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Paraná

No Paraná, o calendário de plantio é dividido em três regiões. A faixa leste do estado, classificada como região um, pode iniciar a semeadura em 20 de setembro, com prazo até 20 de janeiro. Já a região dois, que abrange o oeste e o centro-norte paranaense, tem início mais cedo, em 1º de setembro, e segue até 31 de dezembro. A região três, que corresponde ao sul-central, está autorizada a plantar entre 11 de setembro e 10 de janeiro.

Os próximos cinco dias não devem trazer chuvas volumosas ao estado, o que mantém a preocupação com a umidade do solo, sobretudo no centro-norte. Em Assis Chateaubriand, uma das principais áreas produtoras, a expectativa é de que as precipitações retornem apenas na segunda quinzena de setembro, com possibilidade de acumular até 100 milímetros em duas semanas, considerado um cenário animador.

Situação de soja em SC

Em Santa Catarina, o calendário também é dividido em duas grandes áreas. O litoral sul e o extremo sul só podem começar a semeadura em 13 de outubro, com prazo até 10 de fevereiro. No restante do estado, que inclui o oeste, o meio-oeste, o Planalto Norte e a região central, o plantio começa em 22 de setembro e termina em 22 de janeiro.

A previsão entre os dias 3 e 7 de setembro indica cerca de 20 milímetros de chuva, suficientes para manter a boa umidade do solo.

Na região de Abelardo Luz, um dos polos produtivos catarinenses, o volume previsto para outubro deve alcançar 200 milímetros em 30 dias. Essa condição pode atrasar levemente a semeadura no início, mas tende a garantir bons níveis de umidade para o avanço da safra.

Rio Grande do Sul: chuvas previstas

No Rio Grande do Sul, todo o estado segue um calendário unificado, com início em 1º de outubro e término em 28 de janeiro. As chuvas devem contemplar entre 150 e 180 milímetros já no começo de outubro em regiões como Tupanciretã. Embora a umidade seja considerada favorável para o plantio, há risco de excesso de precipitação no centro-sul gaúcho, o que pode dificultar os trabalhos de campo em determinados momentos.



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