domingo, maio 3, 2026

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O preço do milho ainda vai subir



Por outro lado, fatores de pressão para baixa também existem



Por outro lado, fatores de pressão para baixa também existem
Por outro lado, fatores de pressão para baixa também existem – Foto: AgResource

O mercado de milho sinaliza alta nos preços nos próximos meses, segundo análise da TF Agroeconômica. A consultoria destaca que a tendência é sazonal e se repete anualmente, com a redução gradual dos estoques impulsionando a demanda e, consequentemente, os valores da commodity.

Para produtores e empresas, o conselho é estratégico: caso seja necessário vender para honrar compromissos imediatos, recomenda-se comercializar o produto físico e simultaneamente comprar contratos futuros na B3. Essa operação permite continuar participando das altas de preço esperadas para o segundo semestre. Para empresas com contratos obrigatórios de venda, a orientação segue a mesma linha, protegendo margens e garantindo receita futura.

Entre os fatores que favorecem a alta estão o ritmo acelerado das vendas nos Estados Unidos, superando a média necessária para atingir a meta recorde de exportação de 73,03 milhões de toneladas estabelecida pelo USDA. Na Europa, a produção prevista caiu de 60,10 para 57,60 milhões de toneladas, aumentando a necessidade de importações, enquanto as exportações da Ucrânia caíram 60,64% em comparação ao mesmo período do ano passado, abrindo espaço para vendas brasileiras e americanas. No Brasil, os preços já mostram recuperação, impulsionados pelo consumo industrial e pelas exportações do segundo semestre.

Por outro lado, fatores de pressão para baixa também existem. Nos EUA, o início da colheita de safra recorde no sul do país deve ampliar a oferta. Problemas nas negociações comerciais entre Washington e Tóquio afetam a demanda externa, já que o Japão é o segundo maior comprador de milho americano. No Brasil, a desvalorização do dólar e a queda nos preços de produtos consumidores de milho, como etanol hidratado, carne de frango e bovina, freiam a valorização da commodity. Diante desse cenário, produtores e empresas devem atuar de forma estratégica para proteger margens e aproveitar oportunidades de ganho.

 





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Dados de inflação na Europa e China devem agitar o mercado global


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que o feriado nos EUA reduziu liquidez nos mercados, trazendo cautela.

O petróleo avançou com queda nos embarques russos, enquanto o cobre recuou por incertezas sobre a China.

O dólar operou em leve alta a R$ 5,45, e o Ibovespa teve baixa com volume reduzido. Hoje, destaque para IPC-Fipe, PIB do 2º tri e dados de inflação na Europa e China.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Brasil lidera embarques de café solúvel no mundo



Exportações de café solúvel crescem 47% em junho




Foto: Pixabay

Em junho de 2025, as exportações mundiais de café solúvel atingiram 1,3 milhão de sacas de 60 quilos, resultado 47,2% superior ao registrado no mesmo período de 2024, quando foram embarcadas 940 mil sacas. O Brasil se destacou como principal fornecedor global, com 300 mil sacas enviadas ao exterior, o que correspondeu a 23% do volume mundial no mês.

De acordo com informações do Observatório do Café, as vendas internacionais de café torrado também cresceram. O volume passou de 50 mil para 80 mil sacas, uma alta de 58,1% em relação a junho do ano anterior. No mesmo período, as exportações de café verde somaram 10,23 milhões de sacas, avanço de 3,3% frente às 9,91 milhões exportadas em junho de 2024.

Na composição geral das exportações de junho, os grãos verdes mantiveram participação predominante, representando cerca de 87% do volume total. O café solúvel respondeu por aproximadamente 11%, consolidando o Brasil como líder nesse segmento. Já o café torrado ficou com uma fatia de 0,7%.

Segundo a análise, “os números reforçam a relevância estrutural dos grãos verdes no comércio internacional, mas também evidenciam o dinamismo crescente do mercado de solúvel e a expansão consistente do segmento de cafés torrados”.





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Milho fecha agosto em alta na B3 e em Chicago


O mercado de milho encerrou agosto com valorização nas principais bolsas, impulsionado por maior atividade dos compradores e perspectivas de alta no segundo semestre. Segundo a TF Agroeconômica, as cotações na B3 ganharam fôlego com a valorização do dólar e da bolsa de Chicago, enquanto no físico, vendedores ainda focados na soja buscaram melhores propostas.

Na B3, os contratos futuros fecharam com variações mistas no dia, mas o balanço mensal foi positivo. O contrato de novembro/25 subiu 2,55% no mês, fechando a R$ 69,52, enquanto a média Cepea avançou 1,18%. O vencimento de janeiro/26 encerrou a R$ 71,95, com alta acumulada de R$ 0,30 na semana. No geral, o milho físico também apresentou valorização, refletindo maior procura por lotes disponíveis após o fim da colheita.

Em Chicago, o milho também registrou alta sustentada pela demanda. O contrato de setembro, referência para a safrinha brasileira, subiu 3,24%, fechando a $ 398,00 cents/bushel, e o de dezembro avançou 2,50%, a $ 420,25 cents/bushel. Fundos de investimento nos EUA aproveitaram os preços mais baixos para cobrir posições vendidas, enquanto a forte procura externa e interna, incluindo possíveis compras do Vietnã, sustentou os preços mesmo com a iminência de uma colheita recorde americana.

O resultado foi um cenário positivo para milho no dia, na semana e no mês. Na B3, o acumulado de agosto trouxe leve alta nas médias, enquanto em Chicago, o avanço mensal foi de 1,57%, refletindo um mercado firme diante da demanda consistente e das expectativas de continuidade da valorização nos próximos meses.

 





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Agroindústria gera 340 mil empregos no Rio Grande do Sul


O Rio Grande do Sul concentra atualmente 14,7 mil indústrias da transformação ligadas ao agronegócio, responsáveis por 340,5 mil empregos e por movimentar US$ 10,7 bilhões em exportações, segundo levantamento do Sistema FIERGS. A relevância do setor está em destaque na Expointer, considerada a maior feira agropecuária da América Latina, que ocorre em Esteio até o próximo domingo (7).

Durante o evento, a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS) promove ações voltadas a negócios, inovação e conhecimento. Entre os destaques está o lançamento do Observatório da Agroindústria, marcado para quinta-feira (4), em seu estande institucional. A plataforma digital reúne dados sobre o desempenho da agroindústria gaúcha.

O presidente do Sistema FIERGS, Claudio Bier, destacou a importância da feira para a integração do setor. “O agronegócio vai muito além da lavoura. Para que exista agroindústria, é preciso ter agropecuária. Para que haja agropecuária, são indispensáveis os insumos agrícolas, como máquinas e fertilizantes. Tudo está conectado”, afirmou. Ele acrescentou: “E não há lugar melhor para fortalecer as pautas do agro do que a Expointer”.

De acordo com a FIERGS, 13,8 mil indústrias do estado são classificadas como agroindústrias, representando 27% do setor industrial gaúcho. Essas unidades geram 294,2 mil empregos, equivalem a 34% da mão de obra industrial e movimentaram US$ 10 bilhões em exportações, o que corresponde a 45,5% das vendas externas do estado. O Rio Grande do Sul é o quinto em número de agroindústrias e ocupa a terceira posição no ranking nacional de exportação de produtos agroindustriais.

No segmento de insumos agropecuários, que inclui máquinas, fertilizantes, rações e medicamentos veterinários, o estado conta com 884 estabelecimentos, equivalentes a 1,7% das indústrias locais. Essa atividade emprega 46,3 mil pessoas e registrou exportações de US$ 682,3 milhões em 2024, segundo a FIERGS. O estado ocupa a segunda posição nacional nesse segmento, tanto em número de estabelecimentos quanto em exportações.

As máquinas e equipamentos agrícolas se destacam nesse contexto. O Rio Grande do Sul é o segundo maior exportador do país, com vendas externas de US$ 446,6 milhões em 2024, atrás apenas de São Paulo. Panambi lidera em número de estabelecimentos, com 35 fábricas que empregam 5,7 mil trabalhadores. O estado ainda responde por 60% da produção nacional de tratores agrícolas.

O Observatório da Agroindústria, que será apresentado oficialmente na Expointer, é resultado da parceria entre o Conselho da Agroindústria (Conagro), a Unidade de Estudos Econômicos (UEE) e o Observatório da Indústria. Segundo a FIERGS, a ferramenta foi criada para “auxiliar o setor a identificar desafios e oportunidades”, reunindo dados sobre exportações, geração de empregos e participação do setor na economia.





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Milho segue travado no RS


O ritmo de negócios de milho permanece travado no Rio Grande do Sul, com liquidez bastante reduzida, segundo informações da TF Agreoconômica. “As referências de compra estão em R$ 66,00/saca em Santa Rosa e Ijuí, R$ 67,00 em Não-Me-Toque, R$ 68,00 em Marau, Gaurama e Seberi, R$ 69,00 em Arroio do Meio e Lajeado, e R$ 70,00 em Montenegro. Para setembro, as pedidas no interior variam entre R$ 68,00 e R$ 70,00/saca, enquanto no porto a indicação futura para fevereiro/2026 é de R$ 69,00/saca”, comenta.

Situação de impasse entre a oferta e a demanda se mantém em Santa Catarina. “O mercado de milho em Santa Catarina continua com baixa liquidez, já que compradores e vendedores não chegam a um consenso. Em Campos Novos, produtores pedem R$ 80,00/saca, mas as ofertas ficam em R$ 70,00, enquanto no Planalto Norte os pedidos de R$ 75,00 encontram ofertas próximas de R$ 71,00. Essa falta de acordo tem levado parte dos agricultores a cortar investimentos no próximo ciclo”, completa.

O Paraná tem quebras expressivas na segunda safra e mercado ainda lento. “O mercado de milho no Paraná segue com liquidez reduzida, marcado pela diferença entre pedidas e ofertas. Produtores insistem em valores próximos de R$ 73,00/saca FOB, chegando a R$ 75,00 em algumas regiões, enquanto compradores mantêm ofertas CIF abaixo de R$ 70,00, o que trava novos negócios. Mesmo diante da pressão nacional, alguns levantamentos mostraram ajustes positivos: Metropolitana de Curitiba em R$ 66,90, Oeste Paranaense a R$ 55,14, Norte Central em R$ 55,70 e Centro Oriental a R$ 57,19”, indica.

Safra impactada pelo clima mantém o mercado estagnado no Mato Grosso do Sul. “A comercialização no estado continua lenta, com negócios limitados e resistência entre compradores e vendedores. As cotações registraram leves altas, principalmente em Maracaju, nas demais regiões os preços oscilam entre R$ 45,00 e R$ 52,00/saca, com leves altas, mas ainda sem força para estimular novos contratos”, conclui.

 





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Maior laboratório de análise de solo do país fez 375 mil mensurações de carbono nos último cinco anos


Os projetos de balanço, compensação e comércio de carbono ganham força como mecanismos para impulsionar a adoção de práticas mais resilientes ao clima. Ao mesmo tempo, geram dados rastreáveis sobre o uso do solo e os impactos ambientais da produção, ampliando a transparência na cadeia de alimentos e viabilizando o acesso a mercados cada vez mais exigentes. Nesse cenário, a demanda por mensurações robustas, rastreáveis e alinhadas a padrões internacionais tornou-se estratégica — não apenas para garantir a integridade dos créditos de carbono, mas para sustentar a credibilidade de toda uma nova economia climática que se estrutura sobre o solo. O IBRA Megalab está à frente dos principais projetos de carbono e agricultura regenerativa brasileiros e é responsável por 375.000 levantamentos nos últimos cinco anos. 

O maior laboratório de análises de solo do país alia métodos clássicos a tecnologias inovadoras (DSM, Vis-NIR, frações lábeis, BioAS) que garantem alta rastreabilidade e controle de qualidade. Dessa forma, determina a quantidade de carbono no solo por meio do método de combustão seca (Dumas) e foi pioneiro no desenvolvimento da nova tecnologia Vis-NIR, o SpecSolo, juntamente com a Embrapa. “O laboratório também é acreditado pela ISO 17025, garantindo rastreabilidade e precisão em seus resultados analíticos. Além disso, é registrado no Global Soil Laboratory Network (GLOSOLAN), rede internacional reconhecida pela metodologia VM0042 como evidência aceita de desempenho analítico, reforçando a confiabilidade e a comparabilidade de suas análises de carbono no solo”, explica Thiago Camargo, diretor do IBRA Megalab.

Os resultados laboratoriais são integrados à plataforma digital própria que combina modelagem climática e dados de campo para gerar insights agronômicos e apoiar decisões mais precisas e resilientes, com aplicação direta em projetos de carbono e iniciativas de agricultura regenerativa.

Rastreabilidade dos dados

A rastreabilidade começa ainda na etapa de planejamento da amostragem na plataforma, passando pela execução da coleta em campo, o transporte das amostras e todo o fluxo interno no laboratório, até a emissão final dos resultados.

Durante a coleta, as amostras são embaladas em sacos com QR Code, que só podem ser escaneados no ponto georreferenciado previamente definido, garantindo que cada amostra corresponda exatamente ao local planejado. O sistema registra automaticamente data, horário e localização, permitindo o acompanhamento preciso de todas as etapas do processo.

As amostras são então integradas ao sistema LIMS (Laboratory Information Management System), que acompanha todo o ciclo analítico — da recepção ao laudo — com controle de qualidade contínuo. Cada lote passa por padrões internos, reanálises e validações com curvas de calibração, assegurando a integridade e confiabilidade dos dados.

Ao final, os resultados são inseridos na plataforma digital, que organiza e disponibiliza os dados analíticos de forma estruturada e transparente, permitindo a geração de relatórios rastreáveis, prontos para uso em auditorias e verificações de projetos de carbono.

Agricultura regenerativa

Presente nas principais regiões agrícolas do país por meio de uma rede de laboratórios franqueados, o IBRA Megalab facilita a logística, reduz o tempo de recebimento e garante agilidade no início das análises — fator crítico em projetos de carbono. Além disso, conecta desenvolvedores de projetos a empresas parceiras especializadas em coleta de solos em todo o território nacional, capacitadas para operar conforme os protocolos exigidos para análise de carbono.

O IBRA Megalab atua como laboratório de referência para análises de carbono e solo em diversos projetos de destaque em agricultura regenerativa e carbono no Brasil, como ProCarbono (Bayer), Programa Renove (Minerva), Agoro Carbon Alliance, NaturAll Carbon, Renova Terra, SPD Agro+ e Euro Clima, International Finance Corporation (IFC). “Também colaboramos com consultorias técnicas e desenvolvedores de projetos de carbono independentes em diferentes biomas, orientando sobre protocolos de coleta e análise para mensuração de carbono no solo, alinhados com padrões internacionais”, destaca Camargo.

 





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Mais de 7 mil cabeças de gado são apreendidas em áreas de desmatamento ilegal



O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) identificou gado criado em área de floresta desmatada ilegalmente durante a Operação Carne Fria 3, no Pará.

A ação trouxe resultados expressivos: 7.061 cabeças de gado foram apreendidas em áreas embargadas por desmatamento ilegal e R$ 49 milhões em multas aplicadas aos infratores.

Durante as análises, o Ibama identificou mais de 2,1 mil hectares de floresta suprimida ilegalmente, que deveriam estar em recuperação, mas estavam sendo utilizados para a pecuária.

Ao todo, foram inspecionados 20 imóveis rurais nos municípios de São Félix do Xingu, Pacajá e Rondon, todos líderes em desmatamento. Como resultado, foram aplicados R$ 22 milhões em multas por descumprimento de embargo e impedimento da regeneração da vegetação.

Além disso, os mais de 7 mil animais apreendidos, avaliados em aproximadamente R$ 30 milhões, deverão ser retirados das áreas embargadas pelos proprietários no prazo de 30 dias.

Frigoríficos autuados

A fiscalização atingiu também os frigoríficos: 16 unidades foram inspecionadas, e seis foram autuadas em R$ 4 milhões por compra direta de 8.172 cabeças de gado de áreas embargadas. Outros 12 frigoríficos receberam notificações e estão sob investigação por adquirirem gado suspeito, que teria sido triangulado por fazendas “limpas” para mascarar a origem ilegal.

A operação revelou ainda indícios de “lavagem de gado”: animais de áreas ilegais eram transferidos para propriedades sem embargo para receber novas Guias de Trânsito Animal (GTAs), criando aparência de legalidade antes de serem repassados a frigoríficos exportadores.

Além das medidas administrativas, todas as irregularidades foram encaminhadas ao Ministério Público Federal (MPF) para responsabilização civil e criminal dos envolvidos.

Operação Carne Fria 3

As investigações da operação tiveram início em março de 2025 e integram o Plano de Ação para Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm).

A série Operação Carne Fria já havia sido realizada em outras duas edições, em 2017 e 2024, quando o Ibama fiscalizou mais de 50 frigoríficos, centenas de imóveis rurais e lavrou mais de 170 autuações, que somaram R$ 640 milhões em multas, além da apreensão de 8.854 cabeças de gado.



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Mapa aprova zoneamento agrícola de milho 2ª safra para 13 estados



O Ministério da Agricultura aprovou o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para o cultivo de milho segunda safra no ciclo 2025/26. A medida, que consta das portarias de números de 384 a 397, foi publicada pela Secretaria de Política Agrícola do ministério no Diário Oficial da União (DOU).

O zoneamento foi aprovado para o cultivo de milho para os seguintes estados:

  • Acre;
  • Goiás;
  • Maranhão;
  • Minas Gerais;
  • Mato Grosso do Sul;
  • Mato Grosso;
  • Pará;
  • Piauí;
  • Paraná;
  • Rio de janeiro;
  • Rondônia;
  • São Paulo;
  • Tocantins; e
  • Distrito Federal

Para cada estado, o ministério estabeleceu os períodos mais adequados para o plantio do cereal e indicou as cultivares mais adaptadas a cada unidade federativa.

A pasta reforça que o zoneamento objetiva reduzir os riscos relacionados aos problemas climáticos e orienta o produtor quanto ao período adequado para a semeadura em cada região de acordo com o solo e a variedade da cultura.

A política define as áreas e os períodos de plantio, de acordo com probabilidades de perdas de produtividade de 20%, 30% e 40%. A concessão de crédito rural e a cobertura de seguro rural estão vinculadas ao Zarc.



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Preços do boi gordo hoje: confira as cotações no 1º dia de setembro


boiada, carne orgânica do Pantanal, boi
Foto: Raquel Brunelli/Embrapa

O mercado físico do boi gordo iniciou a semana sem apresentar mudanças significativas no padrão das negociações, com acomodação nas principais praças pecuárias.

De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, os frigoríficos, em especial os de maior porte, ainda dispõem de animais de parceria (contratos a termo), além da utilização de confinamento próprio para suprir suas necessidades, o que mantém uma frente de relativo conforto em suas escalas de abate.

“A demanda ainda é um ponto relevante a ser considerado, em especial quando se trata das exportações, em um ritmo acelerado de embarques no decorrer do ano”, disse.

Preços médios da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 313,58 — na sexta: R$ 313,00
  • Goiás: R$ 307,86 — R$ 307,14
  • Minas Gerais: R$ 303,24 — R$ 304,12
  • Mato Grosso do Sul: R$ 316,14 — R$ 316,59
  • Mato Grosso: R$ 313,72 — R$ 313,18

Mercado atacadista

O mercado atacadista teve preços firmes para a carne bovina nesta segunda-feira (1). Segundo Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere por reajustes dos preços ao longo da primeira quinzena do mês, considerando a entrada dos salários na economia como motivador da reposição entre atacado e varejo.

“Por outro lado, a carne de frango ainda dispõe de maior competitividade ante as proteínas concorrentes, em especial se comparado a carne bovina“, ressalta.

O quarto traseiro segue cotado a R$ 22,90, por quilo; o quarto dianteiro ainda é precificado a R$ 18,25, por quilo; e a ponta de agulha segue no patamar de R$ 17,25.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em alta de 0,31%, sendo negociado a R$ 5,4390 para venda e a R$ 5,4370 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4154 e a máxima de R$ 5,4494.

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