sexta-feira, maio 1, 2026

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Soja encerra pregão em baixa em Chicago



Outro fator baixista é a queda no preço do petróleo


Outro fator baixista é a queda no preço do petróleo
Outro fator baixista é a queda no preço do petróleo – Foto: Bing

A soja negociada em Chicago encerrou o pregão desta terça-feira (10) em baixa, mesmo diante da deterioração das lavouras americanas reportada pelo USDA. Segundo análise da TF Agroeconômica, o contrato para novembro recuou 0,24% ou -2,50 cents/bushel, cotado a US$ 1.031,25, enquanto janeiro fechou a US$ 1.050,50, em queda de 0,21% ou -2,25 cents/bushel. No segmento de derivados, o farelo de soja para outubro subiu 2,06% a US$ 287,70 por tonelada curta, mas o óleo de soja recuou na mesma proporção, a US$ 49,93 por libra-peso.

Apesar do cenário climático adverso nos Estados Unidos, que deveria oferecer suporte às cotações, o mercado segue pressionado pela ausência da China nos relatórios oficiais de compras, fator que preocupa exportadores diante da perda de participação no maior mercado importador do mundo. O aumento das vendas pontuais para destinos como o Egito não tem compensado essa lacuna.

Outro fator baixista é a queda no preço do petróleo, impactado por um projeto de lei republicano que visa restringir a Agência de Proteção Ambiental (EPA) de redistribuir obrigações de mistura de biocombustíveis. Caso aprovado, o movimento pode resultar em excesso de biodiesel e etanol, reforçando o embate entre o lobby do petróleo e o lobby agrícola no Centro-Oeste americano.

No entanto, há um limite para a pressão negativa: a possibilidade de uma safra menor nos EUA. A contínua seca em parte do cinturão da soja e do milho aumenta as especulações de que o USDA poderá revisar para baixo a produção no relatório mensal a ser divulgado na sexta-feira. Esse cenário ainda mantém investidores atentos às oscilações climáticas como suporte de preços no curto prazo.

 





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Soja apresenta firmeza no Sul


O mercado de soja no Rio Grande do Sul apresentou firmeza, sustentado pela demanda de exportação, segundo informações da TF Agroeconômica. “As indicações de preços para pagamento em meados de setembro, com entrega entre agosto e setembro, ficaram em R$ 142,00 (-0,36%) nos portos. No interior, as cotações marcaram ganho e ficaram em torno de R$ 135,00 por saca, em Cruz Alta, Passo Fundo e Santa Rosa para 30/09”, comenta.

O mercado de soja em Santa Catarina mantém-se sólido, impulsionado pela demanda consistente da indústria local de processamento. “A safra recorde de 3,3 milhões de toneladas reforçou a posição do estado como fornecedor estratégico para o consumo interno, o que ajuda a sustentar preços firmes e reduz a pressão de oferta sobre o mercado. No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 142,84”, completa.

O Paraná segue como um dos estados mais dinâmicos no mercado de soja. “Em Paranaguá, o preço chegou R$ 142,50. Em Cascavel, o preço foi 129,01. Em Maringá, o preço foi de R$ 130,47. Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 131,36 (-0,68%) por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$ 123,00. Nesse contexto, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 118,00”, indica.

O mercado de soja em Mato Grosso do Sul apresentou valorização. “Em Dourados, o spot da soja ficou em R$ 127,00 (+1,20%), Campo Grande em R$ 130,00 (+1,56%), Maracaju em R$ 123,00 (+0,20%), Chapadão do Sul a R$ 125,00, Sidrolândia a em R$ 130,00 (+1,56%)”, informa. Os produtores de Mato Grosso mantêm cautela na comercialização da safra futura. “Campo Verde: R$ 125,80 (+0,66%). Lucas do Rio Verde: R$ 122,89, Nova Mutum: R$ 120,76. Primavera do Leste: R$ 124,00 (+0,67%). Rondonópolis: R$ 130,50. Sorriso: R$ 119,40 (-0,33%)”, conclui.

 





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Milho tem ajustes na B3 e queda em Chicago


O mercado de milho apresentou movimentos distintos nesta segunda-feira, com ajustes na B3 e quedas em Chicago. Segundo a TF Agroeconômica, os contratos futuros no Brasil encerraram de forma mista, refletindo a influência da alta do dólar, que não foi suficiente para compensar a pressão negativa vinda do mercado externo. A ampla oferta, característica da reta final da colheita, deixa os compradores em posição confortável, enquanto os vendedores adotam postura cautelosa, liberando apenas pequenos lotes e aguardando preços mais atrativos.

Na B3, os ajustes foram pontuais. O contrato de setembro/25 fechou em R$ 65,47, com leve alta diária de R$ 0,08 e ganho semanal de R$ 0,52. Já o vencimento de novembro/25 encerrou a R$ 68,18, queda de R$ 0,06 no dia e recuo de R$ 0,97 na semana. O contrato de janeiro/26 foi cotado a R$ 71,28, em baixa de R$ 0,03 no dia e de R$ 0,69 na semana. Esses resultados refletem um cenário em que vendedores, atentos às recentes valorizações nos portos e no mercado internacional, mantêm a oferta restrita e pedem preços firmes em novos negócios.

No cenário externo, as cotações do milho em Chicago recuaram diante do avanço da colheita nos Estados Unidos, que caminha para confirmar a maior safra da história do país. O contrato de dezembro caiu 0,47%, encerrando a US$ 419,75/bushel, enquanto o de março recuou 0,46%, para US$ 437,50/bushel. Embora a demanda continue sólida, o mercado ainda levanta dúvidas quanto ao real tamanho da safra reportada pelo USDA, o que limita quedas mais intensas.

Outro fator de pressão foi a proposta de lei nos EUA que pretende bloquear a realocação das obrigações de mistura de biocombustíveis, o que pode reduzir a demanda de milho destinado à produção de etanol e adicionar incerteza ao mercado futuro.

 





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Milho continua travado no Sul


O mercado gaúcho de milho continua travado no Rio Grande do Sul, com baixa liquidez e negociações restritas, segundo informações da TF Agroeconômica. “As indicações atuais de compra estão em R$ 67,00/saca em Santa Rosa e Ijuí, R$ 68,00 em Não-Me-Toque e Seberi, R$ 69,00 em Marau e Gaurama, e R$ 70,00 em Arroio do Meio, Lajeado e Montenegro. Para setembro, as pedidas no interior variam entre R$ 68,00 e R$ 70,00/saca, enquanto no porto a referência futura para fevereiro/2026 segue em R$ 69,00/saca”, comenta.

Após perdas no Oeste, nova safra começa com perspectivas climáticas favoráveis em Santa Catarina. “Em Campos Novos, produtores pedem R$ 80,00/saca, enquanto as ofertas não passam de R$ 70,00. Já no Planalto Norte, os pedidos chegam a R$ 75,00, frente a ofertas de R$ 71,00. Esse cenário desestimula negócios e leva parte dos agricultores a repensar investimentos para o próximo ciclo”, completa.

O mercado de milho no Paraná continua com baixa liquidez, reflexo do impasse entre pedidas e ofertas. “Produtores mantêm valores próximos de R$ 73,00/saca FOB, chegando a R$ 75,00 em algumas regiões, enquanto compradores seguem firmes em ofertas CIF abaixo de R$ 70,00, o que limita o fechamento de negócios”, indica a consultoria.

A comercialização do milho em Mato Grosso do Sul mostra sinais de avanço, embora de forma lenta. “As cotações variam entre R$ 45,00 e R$ 53,00/saca, com destaque para Sidrolândia, enquanto Dourados mantém o melhor valor do estado. Mesmo com ajustes pontuais, os preços ainda não atingem patamares capazes de estimular novos contratos, mantendo o impasse entre compradores e vendedores”, informa.





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Brasil exportará embriões e sêmen bovino para dois novos países



O Brasil iniciará as exportações de sêmen e de embriões bovinos para a Indonésia, informou o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) na última terça-feira (9)

A abertura de mercado aconteceu após o governo receber das autoridades sanitárias do país asiático o aceite para os modelos de Certificado Zoossanitário Internacional.

Para o Ministério, a nova oportunidade é mais uma chance de a pecuária brasileira, que se destaca pela excelência genética, qualidade sanitária e pelo uso de biotecnologias avançadas em reprodução animal expandir horizontes.

“O envio de material genético permite à Indonésia fortalecer o seu rebanho, aumentar a produtividade local e reduzir custos de importação de animais vivos, ao mesmo tempo que abre novas frentes de negócios para empresas brasileiras do setor”, diz a pasta, em nota.

A Indonésia é a quarta nação mais populosa do mundo, com mais de 270 milhões de habitantes. O país vem ampliando sua demanda por proteínas animais e investindo em melhoramento genético para atender à crescente necessidade de abastecimento interno.

“Nesse contexto, o Brasil se posiciona como parceiro confiável, oferecendo tecnologia de ponta e de qualidade”, diz o Mapa.

Genética bovina também na África

Também na terça-feira, o Ministério da Agricultura anunciou que o Brasil passará a embarcar bovinos vivos para reprodução, material genético bovino (sêmen e embriões), bem como alevinos, ovos férteis e pintos de um dia para Burkina Faso, país da África Ocidental.

“Estas novas aberturas de mercado permitirão ao Brasil exportar produtos agropecuários de alto valor agregado, que contribuirão para a melhoria de qualidade no plantel de Burkina Faso, além de oferecer oportunidades futuras para produtores brasileiros, em vista do grande potencial do continente africano em termos de expansão demográfica e de crescimento econômico”, diz o Mapa, em nota.

Com estes anúncios, o agronegócio brasileiro alcança 434 aberturas de mercado desde o início de 2023.



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Operação do Mapa fiscalizou restaurantes para identificar fraudes em azeites



O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) realizou uma operação para identificar possíveis fraudes em azeites de oliva oferecidos em restaurantes e praças de alimentação do Rio de Janeiro. A iniciativa foi feita em parceria com a Secretaria de Defesa do Consumidor do estado (Sedcon-RJ).

A ação teve como foco avaliar a qualidade e a identidade dos produtos disponibilizados diretamente ao consumidor.

De acordo com os fiscais, uma das práticas irregulares mais frequentes é a reutilização de garrafas como refil. Nesse caso, o rótulo não corresponde ao conteúdo: o azeite extravirgem anunciado pode ser substituído por óleos de menor qualidade ou até mesmo de outras categorias.

Segundo o auditor fiscal federal agropecuário Kléber Basso, a fraude engana o consumidor e oferece riscos.

“Muitas vezes o cliente acredita estar consumindo azeite de oliva extravirgem, mas, na realidade, está recebendo outro tipo de óleo, de qualidade inferior e procedência duvidosa”, afirmou.

Identificação correta de azeites

Além da fiscalização, a iniciativa teve caráter educativo, buscando conscientizar consumidores e proprietários de restaurantes sobre a importância da correta identificação do produto. Um dia de treinamento também foi promovido para equipes de fiscalização.

O Mapa apresentou as ações realizadas em todo o país no combate à adulteração do azeite, enquanto a Embrapa Agroindústria de Alimentos demonstrou aspectos sensoriais que ajudam a identificar características autênticas e possíveis irregularidades.

As amostras coletadas serão analisadas pelo LFDA/RS em conjunto com a Embrapa, com resultados previstos para outubro.



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Cotações da soja no Brasil baixam com queda em Chicago; veja os preços de hoje


O mercado brasileiro de soja encerrou esta quarta-feira (10) com poucos negócios efetivados. O referencial externo em Chicago ficou em queda e, no Brasil, o recuo mais forte do dólar adicionou pressão sobre os preços em reais, reforçando o tom negativo.

Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Thiago Oleto, a liquidez permaneceu reduzida. Ele destaca que a combinação de câmbio mais fraco e Chicago em baixa comprimiu a atratividade de venda, levando muitos produtores e ofertantes a adotarem postura mais cautelosa.

“Minas Gerais foi o estado que teve uma saída mais expressiva de lotes, enquanto nos portos os negócios foram pontuais, sem grande relevância”, acrescenta.

Preços médios da saca de soja

  • Passo Fundo (RS): recuou de R$ 135,50 para R$ 135
  • Santa Rosa (RS): baixou de R$ 136,50 para R$ 136
  • Porto de Rio Grande (RS): foi de R$ 142 para R$ 141
  • Cascavel (PR): diminuiu de R$ 136 para R$ 135
  • Porto de Paranaguá (PR): retração de R$ 141,50 para R$ 140,50
  • Rondonópolis (MT): decresceu de R$ 129 para R$ 128
  • Dourados (MS): passou de R$ 128 para R$ 127
  • Rio Verde (GO): foi de R$ 127 para R$ 126

Bolsa de Chicago

Os contratos futuros da soja recuaram na sessão desta quarta-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT).

À espera do relatório de setembro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a fraca demanda chinesa pela soja americana voltou a pesar sobre as cotações.

Os agentes buscaram, mais uma vez, posicionar suas carteiras, aguardando os números que serão divulgados na sexta (12), às 13h.

A expectativa é que o USDA indique corte na projeção de safra dos Estados Unidos em 2025/26. Analistas consultados pelas agências internacionais indicam que o número para a safra americana em 2025/26 deverá ficar em 4,273 bilhões de bushels, contra 4,292 bilhões previstos em agosto.

Para os estoques de passagem, a previsão é de um número de 293 milhões de bushels para 2025/26, contra 290 milhões projetados em agosto. Para 2024/25, a aposta é de um corte, passando dos 330 milhões indicados em julho para 327 milhões de bushels.

Em relação ao quadro de oferta e demanda mundial da soja, o mercado aposta em estoques finais 2024/25 de 125,6 milhões de toneladas. Em agosto, o número ficou em 125,2 milhões.

Segundo o mercado, a indicação do USDA para 2025/26 deverá ser de 125,4 milhões de toneladas, contra 124,9 milhões projetados em agosto.

Contratos futuros

soja preço baixo guerra comercial
Foto: Pixabay/ Arte Canal Rural
Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 6,00 centavos de dólar, ou 0,58%, a US$ 10,25 1/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 10,44 3/4 por bushel, com baixa de 5,75 centavos ou 0,54%.
Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 3,20 ou 1,10%, a US$ 285,80 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 51,01 centavos de dólar, com ganho de 0,53 centavo ou 1,04%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,54%, sendo negociado a R$ 5,4063 para venda e a R$ 5,4043 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3985 e a máxima de R$ 5,4395.



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Produtividade de arroz no Rio Grande do Sul bate recorde histórico



O Rio Grande do Sul alcançou um marco histórico na produção de arroz irrigado na safra 2024/25. O rendimento médio chegou a 9.044 kg por hectare (180,9 sacas/ha), a maior já registrada no estado.

Os dados partem de levantamento do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), que aponta produção total em 8,76 milhões de toneladas, crescimento de 21,7% em relação ao ciclo anterior.

De acordo com o documento, as condições climáticas foram determinantes para o resultado. Apesar de atrasos na semeadura em algumas regiões, a ocorrência de radiação solar acima da média entre dezembro de 2024 e março deste ano beneficiou as lavouras, inclusive as semeadas mais tarde.

“Esse resultado expressivo é fruto da combinação entre fatores meteorológicos favoráveis, avanços em pesquisa e extensão e, principalmente, da resiliência dos produtores gaúchos”, destaca.

No rol das lavouras do estado, as cultivares desenvolvidas pelo Irga representaram 63,1% da área plantada, com destaque para a IRGA 424 RI, presente em 54,5% das lavouras.

O levantamento do Instituto também ressalta que a soja cultivada em rotação com o arroz apresentou aumento expressivo de produtividade, apesar da redução de área semeada (375 mil hectares, 16,9% a menos que no ciclo anterior).

A média estadual foi de 2.420 kg/ha (40,3 sc/ha), 37,9% superior à da safra passada. “O sistema de rotação segue contribuindo para a fertilidade do solo, o controle de plantas daninhas e a diversificação da renda do produtor”, diz o Irga.



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Preços do boi gordo resistem à escala de abate cheia da indústria



O mercado físico do boi gordo apresentou predominante acomodação em seus preços no decorrer da quarta-feira (10).

No entanto, de acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, em várias regiões do país o que se evidencia é um consistente avanço das escalas de abate. “Algumas unidades indicam escalas completas para o mês de setembro”, afirma.

“Conforme citado anteriormente, a incidência de animais de parceria (contratos a termo), somado a utilização de confinamentos próprios ajuda no alongamento das escalas de abate”.

Segundo ele, as exportações ainda são um importante diferencial para oferecer suporte aos preços da arroba, com números recordes registrados ao longo de 2025. Balanço dos primeiros dias de setembro mostra uma média de embarques de 15 toneladas por dia.

  • São Paulo: R$ 310,83
  • Goiás: R$ 301,96
  • Minas Gerais: R$ 297,06
  • Mato Grosso do Sul: R$ 320,82
  • Mato Grosso: R$ 303,45

Mercado atacadista

O mercado atacadista se depara com acomodação dos preços no decorrer da quarta-feira. Segundo Iglesias, isso acontece em um ambiente pautado por algum espaço para reajustes no curto prazo, em uma semana que ainda conta com os efeitos da entrada dos salários na economia.

“Vale destacar que durante a segunda quinzena o apelo a reajustes é significativamente menor, além disso, a carne de frango ainda dispõe de maior competitividade”, assinalou.

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 24,10 por quilo; o traseiro segue cotado a R$ 18,00 por quilo; e a ponta de agulha se mantém no patamar de R$ 17,10, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,54%, sendo negociado a R$ 5,4063 para venda e a R$ 5,4043 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3985 e a máxima de R$ 5,4395.



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Cotações da soja no Brasil baixam com queda em Chicago; veja cotações de hoje


O mercado brasileiro de soja encerrou esta quarta-feira (10) com poucos negócios efetivados. O referencial externo em Chicago ficou em queda e, no Brasil, o recuo mais forte do dólar adicionou pressão sobre os preços em reais, reforçando o tom negativo.

Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Thiago Oleto, a liquidez permaneceu reduzida. Ele destaca que a combinação de câmbio mais fraco e Chicago em baixa comprimiu a atratividade de venda, levando muitos produtores e ofertantes a adotarem postura mais cautelosa.

“Minas Gerais foi o estado que teve uma saída mais expressiva de lotes, enquanto nos portos os negócios foram pontuais, sem grande relevância”, acrescenta.

Preços médios da saca de soja

  • Passo Fundo (RS): recuou de R$ 135,50 para R$ 135
  • Santa Rosa (RS): baixou de R$ 136,50 para R$ 136
  • Porto de Rio Grande (RS): foi de R$ 142 para R$ 141
  • Cascavel (PR): diminuiu de R$ 136 para R$ 135
  • Porto de Paranaguá (PR): retração de R$ 141,50 para R$ 140,50
  • Rondonópolis (MT): decresceu de R$ 129 para R$ 128
  • Dourados (MS): passou de R$ 128 para R$ 127
  • Rio Verde (GO): foi de R$ 127 para R$ 126

Bolsa de Chicago

Os contratos futuros da soja recuaram na sessão desta quarta-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT).

À espera do relatório de setembro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a fraca demanda chinesa pela soja americana voltou a pesar sobre as cotações.

Os agentes buscaram, mais uma vez, posicionar suas carteiras, aguardando os números que serão divulgados na sexta (12), às 13h.

A expectativa é que o USDA indique corte na projeção de safra dos Estados Unidos em 2025/26. Analistas consultados pelas agências internacionais indicam que o número para a safra americana em 2025/26 deverá ficar em 4,273 bilhões de bushels, contra 4,292 bilhões previstos em agosto.

Para os estoques de passagem, a previsão é de um número de 293 milhões de bushels para 2025/26, contra 290 milhões projetados em agosto. Para 2024/25, a aposta é de um corte, passando dos 330 milhões indicados em julho para 327 milhões de bushels.

Em relação ao quadro de oferta e demanda mundial da soja, o mercado aposta em estoques finais 2024/25 de 125,6 milhões de toneladas. Em agosto, o número ficou em 125,2 milhões.

Segundo o mercado, a indicação do USDA para 2025/26 deverá ser de 125,4 milhões de toneladas, contra 124,9 milhões projetados em agosto.

Contratos futuros

soja preço baixo guerra comercialsoja preço baixo guerra comercial
Foto: Pixabay/ Arte Canal Rural
Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 6,00 centavos de dólar, ou 0,58%, a US$ 10,25 1/4 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 10,44 3/4 por bushel, com baixa de 5,75 centavos ou 0,54%.
Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com baixa de US$ 3,20 ou 1,10%, a US$ 285,80 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 51,01 centavos de dólar, com ganho de 0,53 centavo ou 1,04%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,54%, sendo negociado a R$ 5,4063 para venda e a R$ 5,4043 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3985 e a máxima de R$ 5,4395.



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