quinta-feira, abril 30, 2026

Agro

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balanço do 1º mês e impactos no agronegócio


Em pouco mais de sete meses na Casa Branca, o presidente Donald Trump transformou profundamente a posição dos Estados Unidos no tabuleiro geopolítico global, assim como suas relações com outros países. A estratégia é clara: impor tarifas alfandegárias elevadas em setores estratégicos para pressionar parceiros comerciais, forçar concessões e fortalecer a indústria americana.

A tática já elevou a arrecadação tarifária a mais de US$ 100 bilhões em um ano fiscal, mas também trouxe efeitos adversos dentro do próprio país, como aumento de preços de bens de consumo e tendência de elevação inflacionária.

No caso do Brasil, a decisão mais dura foi anunciada em 9 de julho: tarifas de 50% sobre produtos brasileiros, em vigor desde 1º de agosto. Trump justificou a medida alegando “relações injustas” e citou ainda fatores políticos, como o apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro, além da irritação com a agenda dos Brics e a defesa da desdolarização. Paralelamente, ordenou ao Representante de Comércio dos EUA (USTR) uma investigação com base na seção 301 da Lei de Comércio de 1974, instrumento que pode abrir caminho para novas retaliações unilaterais contra o Brasil.

O impacto já aparece nos números. Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), as exportações brasileiras para os EUA caíram 18,5% em agosto, o equivalente a US$ 600 milhões a menos em relação ao mesmo mês de 2024.

A retração não se limitou aos produtos diretamente taxados: aeronaves, óleos e combustíveis, celulose e minério de ferro também sofreram quedas expressivas, reflexo da insegurança gerada pela medida. Entre os itens mais atingidos, destaque para minério de ferro (-100%), aeronaves (-84,9%), açúcar (-88,4%), carne bovina fresca (- 46,2%) e máquinas (-45,6%).

Vale notar que agosto ainda refletiu embarques programados anteriormente, o que sugere que os efeitos negativos podem se aprofundar nos próximos meses.

Apesar da perda nos EUA, o comércio exterior brasileiro mostrou resiliência. Houve alta de 3,9% nas exportações em agosto, puxada por maiores vendas para China (+29,9%), Argentina (+40,3%) e México (+43,8%). O superávit de US$ 6,13 bilhões foi garantido, sobretudo, pela agropecuária (+8,3%) e pela indústria extrativa (+11,3%), com destaque para soja, carne bovina, minério de ferro e açúcar. A diversificação de mercados é, portanto, um fator-chave para mitigar os efeitos do tarifaço.

Do lado diplomático, o setor privado se mobilizou rapidamente. Uma comitiva da Confederação Nacional da Indústria (CNI), com 130 empresários, esteve em Washington para participar da audiência pública da seção 301. Apesar da boa argumentação técnica, não houve resposta do USTR sobre possíveis exceções setoriais ou sobre a suspensão de sobretaxas adicionais. O sentimento predominante é de que o impasse não deve ser resolvido no curto prazo.

O cenário político também pesa. As tensões aumentam com o julgamento de Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF) e com as críticas de Lula a Trump durante a presidência temporária do Brics. O governo brasileiro evita anunciar retaliações imediatas, mas avalia medidas sob a Lei de Reciprocidade Econômica, que autoriza restrições às importações, suspensão de concessões de propriedade intelectual e revisão de obrigações em acordos internacionais. Caso tais medidas sejam aplicadas, é provável que os EUA endureçam ainda mais, gerando uma escalada tarifária de difícil controle.

A experiência de outros países mostra que a saída passa pela negociação. China, Reino Unido, Vietnã e Indonésia conseguiram acordos comerciais mesmo sob pressão tarifária americana. O Brasil, embora disponha de maior poder de barganha que Vietnã e Indonésia, enfrenta um contexto político conturbado e menos espaço para concessões. Uma redução significativa das tarifas, para antigo patamar de 10%, parece improvável no curto prazo; alcançar uma alíquota média, que alivie parte do setor exportador, seria um cenário mais realista.

O balanço do primeiro mês é claro: o tarifaço já provoca perdas relevantes, especialmente no agronegócio, mas também escancara a importância da diversificação comercial brasileira.

A resposta precisa ser pragmática: buscar novos mercados, negociar com firmeza em Washington e avançar em acordos bilaterais. Ainda que o mercado americano seja estratégico para o Brasil, superar os desafios impostos pelas tarifas exige persistência diplomática e coordenação com o setor privado.

O caminho passa por manter canais de diálogo abertos, inclusive com o empresariado dos EUA, e por reforçar a capacidade de adaptação do agronegócio brasileiro diante de um cenário internacional cada vez mais instável.

* Rebeca Lucena é diretora de Relações Governamentais da BMJ Consultores Associados. Cofundadora da rede Women Inside Trade (WIT), é formada em Relações Internacionais pelo UniCEUB, com pós-graduação em Comércio Exterior e Negócios Internacionais pela FGV, e em Análise Política e Políticas Públicas pela UnB.


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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AgroNewsPolítica & Agro

Abertura de mercados e expansão do pet food marcam a 2º edição da VICTAM LatAm


O setor de alimentação animal brasileiro cresceu 2,2% no primeiro semestre de 2025, atingindo 43,5 milhões de toneladas de rações e concentrados produzidos, segundo Sindirações. A resiliência da indústria reflete não apenas a força do mercado interno, mas também a abertura de novos destinos de exportações como Filipinas, México e Singapura no segmento de suínos, além da consolidação dos Estados Unidos como principais compradores de ovos comerciais brasileiros.

De 16 e 18 de setembro, VICTAM LatAm e a 1º edição da FEED Formulation Latin America devem reunir em São Paulo mais de 250 expositores, 350 marcas do setor e 8 mil profissionais de 30 países da América Latina, reforçando o Brasil como palco estratégico para novos negócios no mercado de indústrias de nutrição animal e processamento de grãos.

Um dos destaques desta edição da VICTAM LatAm é o pet food, que já responde por 53,5% do faturamento da indústria da alimentação animal e produziu 2 milhões de toneladas de rações para cães de gatos apenas no primeiro semestre de 2025, segundo relatório do sindicato apresentado em 10 de setembro. Metade dos expositores confirmados trazem inovações e tecnologias voltadas ao segmento, evidenciando sua força e relevância econômica.

Para Sebas van den Ende, diretor-geral da VICTAM Corporation, o evento simboliza a conexão entre pesquisa, indústria e mercado internacional. “A VICTAM LatAm amplia as oportunidades de negócios, aproximando fornecedores globais, compradores locais e novos destinos de exportação para o Brasil e a América Latina”.

Criada há mais de 60 anos na Holanda, país de origem do evento, a feira se consolidou como referência global em nutrição animal e processamento de grãos. Com a edição do Brasil, a VICTAM, acontece a cada dois anos em quatro continentes: Europa, Ásia, África e América Latina, conectando a indústria local às maiores tendências internacionais.

Serviço

VICTAM LatAm 2025 + Feed Formulation Latin America + Grapas LatAm + Seminário FTI

Data: 16 a 18 de setembro de 2025

Local: Expo Center Norte – São Paulo (SP)

Conferências: das 10 às 17h | Feiras: das 12h às 19h

Credenciamento para visitação: gratuito

Participação nas conferências: mediante inscrições inscricaodeeventos.com.br

Mais informações e programação completa: www.victamlatam.com

 





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como fica o tempo com a nova estação?



Atenção sojicultores: a semana começa com calor intenso e tempo seco no Brasil Central. As áreas produtoras de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Rondônia seguem registrando temperaturas elevadas, com máximas próximas de 40 °C.

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Na região de Sorriso (MT), por exemplo, a previsão do tempo para os próximos 30 dias indica pancadas de chuva, mas de forma isolada. A mudança mais visível deve ocorrer com a chegada da primavera, entre os dias 20 e 21 de setembro. Nesse período, as temperaturas tendem a se estabilizar entre 33 °C e 35 °C, ainda com chuvas moderadas. O ritmo mais consistente das precipitações só deve se firmar a partir da primeira quinzena de outubro.

O mapa de umidade do solo apresentado pelo meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller, mostra que o Brasil Central enfrenta forte déficit hídrico, necessitando de cerca de 100 mm de chuva para reverter a condição atual. Nos próximos cinco dias, o cenário segue desfavorável para o início da semeadura, já que o tempo permanece muito seco.

O tempo na virada do mês

Na virada do mês, há expectativa de chuvas distribuídas pelo Sudeste, Centro-Oeste e interior do Matopiba. No entanto, os acumulados devem ser baixos, entre 20 e 30 mm. A última semana de setembro volta a ser marcada por tempo seco, reforçando que a retomada efetiva das chuvas só deve acontecer no início de outubro.

Muita chuva!

As anomalias de precipitação indicam que outubro terá volumes mais expressivos, especialmente em Rondônia, Centro-Oeste, Sudeste, centro-sul da Bahia e também no Paraná.



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Expo Rio Preto começa com show da raça Sindi e promete ser a maior da história


Pecuaristas, a 62ª Expo Rio Preto já começou em São José do Rio Preto, no estado de São Paulo, e a primeira etapa, dedicada ao gado leiteiro, já se mostra um sucesso absoluto. Com entrada e estacionamento gratuitos, a exposição se consolida como um evento imperdível para o agronegócio e para a comunidade local, que lotou o parque de exposições nos primeiros dias. Assista ao vídeo abaixo e confira.

O programa Giro do Boi, do Canal Rural, conversou com Carina Ayres, produtora rural e secretária de Agricultura e Abastecimento do município.

Ela, que também é embaixadora do Congresso Nacional das Mulheres do Agro, destacou o sucesso do evento e a importância de um dos destaques desta edição: a raça sindi.

Destaque para a raça Sindi e o torneio leiteiro

Foto: Arthur Merlotti/Prefeitura de Rio Preto
Foto: Arthur Merlotti/Prefeitura de Rio Preto

A Expo Rio Preto teve um início impressionante, com um show da raça sindi. Carina Ayres ressaltou que a Nacional do Sindi, que aconteceu no final de semana, reuniu mais de 15 criadores e animais de altíssimo nível.

O julgamento foi tão disputado que os juízes tiveram que se desdobrar para julgar o que há de melhor na raça.

A festa do gado leiteiro continua, e a exposição terá a etapa do gir e do girolando, com uma premiação especial para a “vaca suprema”.

Serão analisados o fenótipo, o genótipo e a quantidade de leite do animal, o que mostra o rigor e a importância que a Expo Rio Preto tem para o ranking nacional das raças.

Programação e entretenimento para toda a família

Foto: Arthur Merlotti/Prefeitura de Rio Preto
Foto: Arthur Merlotti/Prefeitura de Rio Preto

Sob o slogan “Bom de negócio. Bom para a família“, a Expo Rio Preto busca conectar o agronegócio com a população urbana.

A entrada e o estacionamento gratuitos foram um sucesso, e os estacionamentos ficaram lotados já no primeiro final de semana, com o show gratuito de Lourenço e Lourival.

A programação da feira é diversificada e atende a todos os públicos:

  • Julgamentos e leilões: Julgamentos de raças, leilões de genética de touros e leilão beneficente de ovinos, com verba revertida para a APAE.
  • Provas esportivas: Na nova arena multiuso, o público poderá acompanhar a Prova do Tambor e o Ranch Sorting.
  • Palestras e debates: A Intertech Agro promoverá painéis sobre inovação, sustentabilidade e agricultura familiar. A programação inclui o Encontro de Mulheres Embaixadoras do Agro e o Encontro de Jovens do Agro.
  • Fazendinha: Exposição de mini animais e espécies exóticas para as crianças.

A Expo Rio Preto se consolida como a maior feira agropecuária do Noroeste Paulista, com mais de 3 mil animais, e uma exposição que mostra a força do agronegócio e a tradição das famílias produtoras. A etapa do gado de corte será de 28 de setembro a 5 de outubro.



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Sistema para monitoramento diário de toda a Amazônia é lançado



O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) lançaram nesta segunda-feira (15) o Deter Não Floresta (Deter NF), sistema que passa a monitorar diariamente todo o bioma Amazônia.

Diferente do modelo tradicional do Deter, focado apenas na floresta densa, o Deter NF amplia a cobertura para áreas não florestais, como campos naturais, savanas e zonas de transição, que representam cerca de 20% do bioma.

A ferramenta usará imagens de satélite e inteligência artificial para detectar alterações na vegetação, como desmatamento, queimadas, mineração e outras atividades irregulares.

Os alertas gerados são públicos, gratuitos, e já estão disponíveis na plataforma TerraBrasilis.

Segundo o MMA, a inovação representa um avanço na governança ambiental da Amazônia e fortalece a fiscalização de órgãos como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e as polícias ambientais estaduais.

“Estamos fechando uma lacuna crítica no monitoramento. Onde antes tínhamos um vazio de informação diária, agora temos transparência e agilidade. Isso democratiza o acesso à informação e fortalece imensamente a ação do Estado”, destacou o secretário Extraordinário de Controle do Desmatamento e Ordenamento Ambiental Territorial do MMA, André Lima.

Segundo o Inpe, o sistema é resultado de anos de pesquisa e desenvolvimento, utilizando técnicas avançadas de processamento de imagens. A meta agora é expandir a tecnologia para os biomas Mata Atlântica, Caatinga e Pampa, ainda sem monitoramento diário.

“Aplicamos técnicas avançadas de processamento de imagens com o uso de métodos de aprendizagem por máquina [inteligência artificial] para criar um sistema robusto e confiável que atende a uma necessidade urgente de proteção de todos os ecossistemas do bioma”, disse o coordenador do programa BiomasBR do Inpe, Cláudio Almeida.

Dados do Deter apontam que, em agosto deste ano, os alertas de desmatamento caíram 36,6% na Amazônia Florestal em comparação com o mesmo mês do ano anterior. Nas áreas não florestais da Amazônia houve aumento de 8%. No Cerrado, a redução foi de 27,3%, e no Pantanal, 16,8%.



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CNH abre inscrições para programa de estágio em 3 estados



Estão abertas as inscrições para o Programa de Estágio 2025 da CNH, multinacional do setor de máquinas e tecnologias para agricultura e construção. As vagas são voltadas a estudantes de graduação, com formação prevista a partir de dezembro de 2027, que desejam iniciar a carreira em uma das maiores empresas do setor.

O programa oferece oportunidades em diversas áreas, incluindo Administração, Compras, Engenharias, Finanças, Jurídico, Logística, Manufatura, Recursos Humanos e Sistemas de Informação.

As vagas estão distribuídas em quatro plantas da companhia:

  • Contagem (MG)
  • Curitiba (PR)
  • Piracicaba (SP)
  • Sorocaba (SP)

Segundo a empresa, o estágio é a principal porta de entrada para jovens talentos que desejam acelerar o desenvolvimento profissional e participar de projetos reais com impacto no mercado.

Desenvolvimento e capacitação garantidos

O Programa de Desenvolvimento de Estagiários (PDE) da CNH inclui capacitação contínua e iniciativas voltadas à evolução profissional. Além disso, os estagiários terão contato com equipes multidisciplinares, estimulando a inovação e a colaboração no dia a dia.

Darilene Raftopulos, vice-presidente de Recursos Humanos da CNH para a América Latina, ressalta a importância do ambiente criado para os estudantes:

“Acreditamos na colaboração como forma de inovação e buscamos talentos que compartilhem dessa atitude. Na CNH, o estudante encontra um ambiente fértil e seguro para explorar ideias e contribuir para um futuro mais sustentável.”

Benefícios para os selecionados

Entre os benefícios oferecidos pela CNH estão:

  • Modalidades de trabalho híbrido e presencial;
  • Bolsa-auxílio;
  • Programas de descontos e parcerias;
  • Wellhub;
  • Cesta de Natal;
  • Alimentação no local;
  • Assistência médica e odontológica;
  • Benefício de transporte conforme a localidade;
  • Seguro de vida.

Reconhecimento e credibilidade da CNH

A CNH possui o selo Great Place To Work (GPTW), certificado por sete anos consecutivos como uma das melhores empresas para trabalhar na América Latina.

No Brasil, a companhia reúne marcas de referência, como Case IH e New Holland, em soluções agrícolas; New Holland Construction e Case Construction Equipment, em equipamentos de construção; além do Banco CNH, que oferece soluções financeiras especializadas.

Inscrições até outubro

Os interessados devem se inscrever no site oficial da CNH até o dia 6 de outubro de 2025. O início do programa está previsto para novembro, e o processo seletivo inclui etapas de entrevistas, dinâmicas e entrevista com gestores.



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Iniciativas inovadoras e práticas ESG foram os destaques no evento no Paraná


A Feira do Empreendedor 2025 (FE25), realizada em Curitiba pelo Sebrae/PR, mostrou que é possível unir negócios, inovação e responsabilidade socioambiental.

Ao longo dos quatro dias de evento, empreendedores, expositores e visitantes participaram de ações que reforçaram o compromisso com práticas de Environmental, Social and Governance (ESG), sigla que, em português, significa Ambiental, Social e Governança – conceito utilizado para avaliar o comprometimento de empresas e organizações nestas três dimensões.

“Toda a feira foi inventariada em relação às emissões de carbono, desde o deslocamento do público até o consumo de energia e a geração de resíduos”, explicou Joelson Carvalho Jorge, consultor do Sebrae/PR.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte a sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp

Além disso, o Sebrae/PR buscou a certificação ‘Lixo Zero’, envolvendo todos os núcleos, expositores e áreas de alimentação. A equipe recebeu treinamento para garantir o destino correto dos resíduos, priorizando reciclagem e compostagem. 

“Não tivemos nenhum tipo de plástico descartável. Talheres foram de madeira de reflorestamento, copos de papel reciclável substituíram os de plástico, e embalagens também eram recicláveis”, contou o consultor do Sebrae/PR.

Agora, o Sebrae convida para a edição paulista da FE25, que acontece entre os dias 15 e 18 de outubro, no São Paulo Expo. As inscrições já estão abertas. O Sebrae/SP destaca o conceito de Inteligência Empreendedora.

Porteira Aberta Empreender

Quer saber mais? Assista ao programa Porteira Aberta Empreender, uma parceria entre o Sebrae e o Canal Rural, que traz dicas, orientações e mostra histórias reais de micro e pequenos produtores de todo o país.

Às quintas-feiras, às 17h45, no Canal Rural. | Foto: Arte Divulgação



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Iniciativas inovadoras e práticas ESG deram destaque a evento no Paraná


A Feira do Empreendedor 2025 (FE25), realizada em Curitiba pelo Sebrae/PR, mostrou que é possível unir negócios, inovação e responsabilidade socioambiental.

Ao longo dos quatro dias de evento, empreendedores, expositores e visitantes participaram de ações que reforçaram o compromisso com práticas de Environmental, Social and Governance (ESG), sigla que, em português, significa Ambiental, Social e Governança – conceito utilizado para avaliar o comprometimento de empresas e organizações nestas três dimensões.

“Toda a feira foi inventariada em relação às emissões de carbono, desde o deslocamento do público até o consumo de energia e a geração de resíduos”, explicou Joelson Carvalho Jorge, consultor do Sebrae/PR.

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Além disso, o Sebrae/PR buscou a certificação ‘Lixo Zero’, envolvendo todos os núcleos, expositores e áreas de alimentação. A equipe recebeu treinamento para garantir o destino correto dos resíduos, priorizando reciclagem e compostagem. 

“Não tivemos nenhum tipo de plástico descartável. Talheres foram de madeira de reflorestamento, copos de papel reciclável substituíram os de plástico, e embalagens também eram recicláveis”, contou o consultor do Sebrae/PR.

Agora, o Sebrae convida para a edição paulista da FE25, que acontece entre os dias 15 e 18 de outubro, no São Paulo Expo. As inscrições já estão abertas. O Sebrae/SP destaca o conceito de Inteligência Empreendedora.

Porteira Aberta Empreender

Quer saber mais? Assista ao programa Porteira Aberta Empreender, uma parceria entre o Sebrae e o Canal Rural, que traz dicas, orientações e mostra histórias reais de micro e pequenos produtores de todo o país.

Às quintas-feiras, às 17h45, no Canal Rural. | Foto: Arte Divulgação



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Painel on-line discutirá a integração entre soja e mel; participe



Para discutir os impactos econômicos, sociais e ambientais da convivência entre a sojicultura e a apicultura, será realizado, nesta terça-feira (16), o painel on-line “Integração entre Sojicultura e Apicultura: Resultados Econômicos e Ambientais”.

O evento será transmitido pelo canal da Embrapa Soja no YouTube, das 8h30 às 9h30, e é promovido em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e outras instituições do setor. As inscrições para participação estão abertas e podem ser realizadas de forma gratuita neste link.

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Durante o evento, serão apresentados os principais resultados da validação de um protocolo de boas práticas para sojicultura e para apicultura, desenvolvido ao longo de três safras (2022/2023, 2023/2024 e 2024/2025). Os experimentos foram conduzidos no Paraná, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul.

Cartilha

Os dados obtidos deram origem à cartilha Boas Práticas para Integração entre Apicultura e Sojicultura, já disponível no site do Senar. O documento é um guia de instruções para auxiliar na integração entre a produção de soja e a atividade apícola (produção de mel). 

Programação do painel

A programação inclui ainda a discussão sobre os desafios e as fortalezas observadas na convivência entre a sojicultura e a apicultura, com base nos resultados obtidos e na experiência prática no campo. Também será enfatizada a relevância da adoção das boas práticas agrícolas e apícolas. Além disso, o público poderá conhecer a visão de um apicultor que traz a experiência prática do campo e acompanhar a apresentação da cartilha. 



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Produtividade da cana segue em queda no Centro-Sul



O desempenho dos canaviais do Centro-Sul manteve tendência de retração em agosto, segundo dados da Plataforma de Benchmarking do Centro de Tecnologia Canavieira (CTC).

A produtividade média alcançou 77,5 toneladas por hectare, ligeiramente abaixo das 78,8 t/ha registradas no mesmo mês de 2024. Já a qualidade da cana (ATR) passou de 148,4 kg/t para 144,2 kg/t, queda de 2,9%.

No acumulado da safra 2025/26, os indicadores também apontam retração. A produtividade média recuou 8,2%, com 79,2 t/ha, frente às 86,3 t/ha no ciclo anterior. O ATR acumulado ficou em 129,7 kg/t, contra 133,2 kg/t no mesmo período da safra passada.

Fatores climáticos na cana

O levantamento mostra que, embora alguns polos apresentem resultados positivos pontuais, a maior parte das regiões do Centro-Sul sofreu retração na produtividade de cana. Estados como Goiás e Mato Grosso registraram quedas tanto em toneladas por hectare quanto em ATR.

As condições climáticas ajudam a explicar esse cenário. Dados meteorológicos indicam acumulados de chuva abaixo da média histórica, especialmente entre maio e agosto, o que comprometeu o armazenamento de água no solo.

*Sob supervisão de Victor Faverin



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