quinta-feira, maio 28, 2026

Agro

News

Mundo tem 24 ‘superbilionários’ com fortunas acima de US$ 50 bi; adivinhe quem é o nº 1



Desde que revista Forbes publicou a sua primeira lista com as pessoas mais ricas do mundo, em 1987, uma nova categoria de afortunados se descolou, criando um segmento à parte, ainda mais restrito: os superbilionários, um grupo de apenas 24 pessoas ao redor do globo e que possui patrimônio acima de US$ 50 bilhões.

De acordo com dados da empresa de inteligência de patrimônio global Altrata, divulgados pelo The Wall Street Journal (WSJ), quem lidera essa nova lista é o dono da Tesla, Elon Musk, com US$ 419,4 bilhões em patrimônio.

No início de fevereiro, segundo a reportagem do WSJ, as fortunas desses 24 superbilionários representavam mais de 16% de toda a riqueza dos bilionários, um aumento acelerado em relação aos 4% de 2014. O patrimônio líquido combinado dos superbilionários totalizava US$ 3,3 trilhões, o equivalente ao PIB nominal da França.

Dessas 24 pessoas, 16 se qualificaram como centibilionários, o que significa que têm um patrimônio líquido de pelo menos US$ 100 bilhões.

O grupo de superbilionários é composto em grande parte por empreendedores que ganharam dinheiro no setor de tecnologia ou cujo setor foi catapultado a novos níveis pelos avanços tecnológicos, segundo a reportagem.

Dos 10 indivíduos mais ricos da lista, seis se enquadram nessa categoria. Do total de 24 superbilionários, apenas três eram mulheres, e apenas sete estavam sediados fora dos Estados Unidos.



Source link

News

Atraso na votação do Orçamento ameaça Plano Safra e eleva incertezas no agro



O atraso na votação do Orçamento de 2025 já afeta diversos setores da economia, e o agronegócio não é exceção. Um dos primeiros reflexos foi o congelamento de linhas do Plano Safra, comprometendo ainda mais o financiamento da produção rural. A indefinição no Congresso Nacional adiciona incerteza ao mercado e pode impactar diretamente investimentos, produtividade e preços dos alimentos.

Segundo Carlos Dias, presidente do Instituto Democracia e Liberdade (IDL), o congelamento do crédito rural não decorre apenas do atraso na votação do orçamento, mas também da falta de articulação política do governo.

O papel da LDO e os impactos do atraso

A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) estabelece as regras básicas para a elaboração do orçamento público, definindo metas fiscais, prioridades de investimentos e limites para gastos do governo. Ela funciona como um guia para a Lei Orçamentária Anual (LOA), que detalha as receitas e despesas do ano seguinte.

De acordo com Dias, a indefinição prejudica diretamente a produção rural e desestabiliza o setor. “A incapacidade do governo em negociar e garantir apoio para a votação do orçamento cria incerteza e compromete as políticas de financiamento agrícola”, destaca.

Riscos para a economia

Além da falta de crédito, o especialista alerta para impactos mais amplos na economia. A insegurança financeira pode reduzir investimentos em tecnologia e infraestrutura, atrasando a modernização do agro e diminuindo a produtividade.

“Outros setores também sentem os efeitos da incerteza orçamentária, pois a falta de previsibilidade reduz investimentos e pode levar a um crescimento econômico mais lento”, afirma.

O governo tem ressaltado a necessidade de baratear os alimentos, mas, segundo o especialista, a restrição ao financiamento agrícola pode ter o efeito oposto. Com menos crédito disponível, a produção tende a diminuir, reduzindo a oferta de produtos agropecuários e pressionando os preços para cima.

“Caso o objetivo seja realmente reduzir os preços dos alimentos, a limitação do financiamento agrícola se torna uma contradição”, avalia.

Soluções práticas

Para minimizar os efeitos do atraso orçamentário no agronegócio, Dias sugere medidas emergenciais, como a liberação de recursos provisórios para manter atividades essenciais do Plano Safra.

Ele também defende o fortalecimento da integração entre produtores, indústrias e o mercado, promovendo a verticalização da produção e melhorando a comercialização e o escoamento dos produtos.

“Uma solução estrutural seria estabelecer um limite percentual de endividamento do governo em relação ao PIB, garantindo maior previsibilidade fiscal”, conclui.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Sorgo e algodão se beneficiam de clima ensolarado na Austrália



Tempo seco favorece desenvolvimento de culturas




Foto: Pixabay

O Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (25) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), apontou que, após chuvas intensas na última semana, o clima seco e ensolarado predominou no leste da Austrália, beneficiando o desenvolvimento de algodão, sorgo e outras culturas de verão.

Embora a secura tenha aumentado a demanda por irrigação em algumas áreas, os níveis de umidade do solo seguem próximos do normal, favorecendo o crescimento das lavouras. O sorgo de maturação precoce também foi beneficiado pelo tempo seco, com melhores condições para a secagem e colheita.

As temperaturas ficaram abaixo da média na região, variando de 1 a 2°C menores no sul de Queensland e norte de Nova Gales do Sul, e chegando a 3 a 4°C abaixo do normal no sul de Nova Gales do Sul. As máximas, em torno de 30°C, minimizaram o estresse térmico nas culturas ainda imaturas.





Source link

News

Tilápia impulsiona exportações e Brasil dobra vendas de peixes de cultivo


As exportações brasileiras de peixes de cultivo cresceram 102% em volume em 2024, totalizando 13.792 toneladas, e 138% em receita, atingindo US$ 59 milhões. A tilápia foi a principal responsável por esse avanço, representando 94% das vendas externas do setor.

Os dados foram consolidados por pesquisadores da Embrapa Pesca e Aquicultura e divulgados pela Associação Brasileira da Piscicultura (PeixeBR).

O crescimento expressivo foi impulsionado pela maior demanda dos Estados Unidos, especialmente por filés frescos e peixes inteiros congelados. Apenas os filés frescos renderam US$ 36,6 milhões, enquanto os peixes inteiros congelados somaram US$ 17,5 milhões. Juntas, essas duas categorias representaram 91,7% do valor total exportado.

De acordo com os especialistas, a redução de 19% nos preços da tilápia no Brasil entre o quarto trimestre de 2023 e o mesmo período de 2024 foi um dos principais fatores para o aumento das exportações. Em contrapartida, o preço do filé fresco no mercado externo subiu 12,75%, alcançando US$ 7,69/kg, favorecendo os produtores que exportam para os EUA.

cultivo de tilápia em Rifaina (SP)cultivo de tilápia em Rifaina (SP)
Cultivo de tilápia em Rifaina (SP). Foto: PeixeBR

EUA lideram compras de tilápia do Brasil

Os Estados Unidos foram o principal destino das exportações brasileiras de peixes de cultivo em 2024, comprando US$ 52,2 milhões em produtos – 89% do total. Em seguida, aparecem Peru, China, Canadá e Japão.

Desde 2020, o Brasil subiu quatro posições no ranking de fornecedores de tilápia para os EUA, ocupando agora o quarto lugar. Nesse período, as vendas para o mercado americano cresceram 718%. No segmento específico de filés frescos, o Brasil já é o segundo maior exportador, atrás apenas da Colômbia.

Segundo a PeixeBR, a tendência é que o país continue ganhando espaço, especialmente após a revogação da obrigatoriedade do Certificado Sanitário Internacional, que simplificará as exportações a partir de 2025. Essa mudança pode tornar o Brasil o maior fornecedor de filé fresco de tilápia para os EUA.

O Paraná, maior produtor de tilápia do país, também foi o estado que mais exportou em 2024, respondendo por 64% do total (US$ 35,7 milhões). Em seguida, aparecem São Paulo (12%) e Mato Grosso do Sul (3%).

Importações

Apesar do crescimento nas exportações, o Brasil ainda mantém um déficit comercial significativo no setor. Em 2024, o saldo negativo foi de US$ 992 milhões, um aumento de 8,5% em relação ao ano anterior.

Isso se deve principalmente às importações de peixes como o salmão, que lidera as compras externas com US$ 909 milhões, seguido pelo pangasius (US$ 137 milhões) e a truta (US$ 195 milhões).



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Colheita da noz-pecã começa com expectativas mistas



Noz-pecã tem boas perspectivas, mas clima preocupa produtores




Foto: Pixabay

O mais recente boletim conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (27), revelou cenários distintos para a produção de noz-pecã no Rio Grande do Sul. Enquanto algumas regiões apresentam boa frutificação, outras registram expectativas frustrantes para a safra.

Na região de Pelotas, em Turuçu, os produtores enfrentam baixa produtividade na primeira colheita comercial, frustrando as projeções iniciais. Já na região de Santa Rosa, os pomares estão em fase de frutificação e demonstram bom desenvolvimento.

Em Erechim, a colheita começou e há forte demanda dos setores de panificação e agroindústria. A produção deve superar os números de 2024. Em Soledade, a cultura está na fase de formação da amêndoa, e apesar da falta de chuvas em janeiro e fevereiro, que causou queda de frutos, a situação já se estabilizou. As chuvas recentes ajudaram no enchimento das amêndoas e a sanidade dos pomares é considerada satisfatória.

Com a demanda em alta e produção variada, o setor segue atento às condições climáticas e à qualidade dos frutos para garantir o abastecimento do mercado.





Source link

News

FPA apresenta propostas ao governo para conter alta



A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) entregou ao governo federal nesta sexta-feira (28) um documento contendo 20 propostas para ajudar a combater a inflação de alimentos no Brasil.

O ofício encaminhado aos ministros da Casa Civil, Rui Costa, e da Fazenda, Fernando Haddad, elenca 9 sugestões para aplicação em curto prazo e 11 itens para médio e longo prazos, elaboradas pelo Instituto Pensar Agropecuária (IPA).

O documento credita o impulso da inflação ao aumento dos gastos públicos e à desvalorização cambial. E teme pela aplicação de “medidas heterodoxas” por parte do governo que possam vir a prejudicar o setor produtivo, propondo medidas de fortalecimento da produção interna, como a diminuição de impostos.

Propostas de curto prazo para conter a alta dos alimentos

  1. Revisão da tributação sobre fertilizantes e defensivos agrícolas, garantindo a renovação do Convênio ICMS 100/97 até a transição da reforma tributária;
  2. Redução temporária de PIS/Cofins sobre insumos essenciais, como trigo e óleo vegetal, para aliviar os custos de produtos básicos como massas e pães;
  3. Revisão do Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM), reduzindo custos no transporte de insumos agropecuários;
  4. Redução dos requisitos de garantia real para operações de crédito: o governo federal pode solicitar aos bancos públicos que reduzam o percentual de garantia real exigido. E permitir que produtores utilizem créditos de ICMS para a compra de máquinas e insumos agrícolas, aumentando o capital de giro do produtor, uma vez que este não forma preço;
  5. Reavaliação dos impostos sobre embalagens essenciais, reduzindo o impacto no preço final dos alimentos processados;
  6. Desburocratização alfandegária, integrando processos alfandegários e sanitários para agilizar a liberação de mercadorias;
  7. Ampliação do uso do Portal Único de Comércio Exterior (Siscomex) para integração entre processos alfandegários e sanitários e padronizar os procedimentos entre Ministério da Agricultura e Receita Federal, reduzindo tempos de liberação de mercadorias;
  8. Combate a restrições artificiais à oferta agrícola, eliminando barreiras regulatórias desnecessárias que dificultam a comercialização de produtos agropecuários;
  9. Inclusão do óleo de soja na Lista de Exceções à Tarifa Externa Comum (Letec): atualmente, o óleo de soja importado de países do Mercosul é internalizado sem imposto de importação. Para aqueles advindos de fora do bloco, incide tarifa de 9% sobre o óleo de soja bruto e de 10% sobre o óleo de soja refinado envasado. A sugestão é zerar temporariamente a TEC para todas as origens.

O documento aponta ainda a necessidade de “medidas estruturantes”, que dariam previsibilidade e competitividade ao setor no longo prazo.

“Enquanto as intervenções imediatas podem trazer efeitos rápidos na redução de custos e estabilização do mercado, somente investimentos estratégicos em infraestrutura, política fiscal equilibrada e estímulo à produção nacional de insumos poderão garantir uma redução dos preços dos alimentos ao longo do tempo”, informa o texto.

Propostas de médio e longo prazo para conter inflação de alimentos

  1. Adoção de políticas para reduzir o desperdício de alimentos, reavaliando normas de validade e incentivando programas de aproveitamento de alimentos próprios para consumo;
  2. Plano Safra sem contingenciamentos, garantindo previsibilidade orçamentária e condições de financiamento mais acessíveis para os produtores;
  3. Extinção de barreiras regulatórias no acesso ao crédito rural, adequando normas ambientais e simplificando exigências de garantias;
  4. Ampliação da subvenção ao seguro rural e ao Proagro, garantindo maior
    proteção financeira aos produtores em caso de perdas climáticas;
  5. Financiamento de longo prazo para investimento na “cadeia de frio”: a infraestrutura de armazenamento refrigerado evita desperdícios e aumenta a oferta de alimentos perecíveis, reduzindo oscilações de preços;
  6. Expansão da malha ferroviária e hidroviária, reduzindo a dependência do modal rodoviário e barateando os custos logísticos;
  7. Incentivo à produção nacional de fertilizantes e bioinsumos, reduzindo a dependência de insumos importados e aumentando a competitividade do setor.
  8. Recuperação de rodovias estratégicas e estradas vicinais, facilitando o escoamento da produção e reduzindo perdas logísticas;
  9. Expansão da capacidade de armazenagem, evitando oscilações de preços e reduzindo a vulnerabilidade dos produtores a períodos de colheita;
  10. Aplicação de medidas antidumping apenas em casos comprovados de concorrência desleal, evitando impactos negativos na oferta e no preço dos alimentos; e
  11. Aumentar a disponibilidade de farelo de milho e soja para baratear a ração animal e reduzir o custo da produção de proteína, por meio do aumento da mistura de biodiesel e etanol à combustíveis fósseis.



Source link

News

Aprosoja Maranhão obtém liminar contra taxa de exportação de grãos criada no estado



A Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado do Maranhão (Aprosoja-MA) obteve na Justiça uma decisão liminar que suspende uma cobrança do governo estadual sobre as exportações de soja, milho, milheto e sorgo.

O juiz Osmar Gomes dos Santos, da 2ª Vara da Fazenda Pública de São Luís, concedeu uma tutela de urgência de forma inaudita altera parte (ou seja, sem a manifestação prévia da parte contrária). Isso impede o estado de aplicar a Contribuição Especial de Grãos (CEG), uma taxa de 1,8% sobre os grãos que passam pelo Maranhão. A taxação entrou em vigor no último domingo (23).

Se a CEG for cobrada dos associados da Aprosoja-MA, haverá multa diária de R$ 100 mil. Na decisão preliminar, o juiz determinou a intimação do estado do Maranhão para apresentar manifestação no prazo de 15 dias.

Maranhão criou taxa para ampliar receitas

A Contribuição Especial de Grãos foi instituída com o objetivo de obter receitas para o estado, mas gerou reações contrárias do setor agropecuário.

Para os produtores, a medida representa um impacto financeiro significativo, podendo comprometer a competitividade da produção de grãos não apenas no Maranhão, mas também em outros estados.

De acordo com nota emitida pela Aprosoja Brasil, estimativas baseadas na movimentação do Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram) em 2024 indicam que a arrecadação potencial da CEG pode superar R$ 600 milhões anuais, dos quais R$ 550 milhões seriam provenientes apenas da soja.

A entidade afirma que cerca de 70% desse montante viria de outros estados: Tocantins (R$ 137 milhões), Piauí (R$ 109 milhões), Mato Grosso (R$ 98 milhões), Bahia (R$ 80 milhões) e Goiás (R$ 1,5 milhão).



Source link

News

Doença que faz gado perder até 15% de peso tem se espalhado pelo país



A infestação por bernes é uma doença que costuma tirar o sono do pecuarista brasileiro, trazendo impactos no desempenho do rebanho e na saúde financeira da propriedade.

O médico-veterinário Thales Vechiato afirma que é importante diferenciar os nódulos que aparecem na tábua do pescoço, originados por erros de aplicação de vacinas e vermífugos, dos bernes, que geralmente ficam espalhados por todo o corpo do animal com espessuras de até 10 cm, a depender da quantidade.

“Como a pupa se desenvolve dentro do animal, ela precisa de um orifício para respirar. Então quando o pecuarista nota uma abertura na pele do animal vazando líquido, é sinal de que a cabeça do berne está apontando, ou seja, é uma doença que se nota quando ela já está instalada. Não tem como olhar para um animal com o couro limpo e dizer que ele tem berne.”

Áreas de maior incidência da doença

Vechiato conta que a mosca que ocasiona o berne no rebanho é mais comum em áreas de matas fechadas. Assim, fazendas próximas a esses locais, a grutas e florestas, possuem maior predisposição ao contágio com o parasita.

O especialista destaca que na Região Sudeste a incidência é alta, mas, hoje em dia, como as altas temperaturas estão presentes em todo o país, está mais espalhada. “Começamos a ver bernes em lugares e regiões onde, antigamente, não se tinham relatos, como no Rio Grande do Sul e até na fronteira.”

Segundo ele, o inseto que origina o contágio tem uma vida muito curta, então ele captura outros tipos de mosca, seja a doméstica ou até a dos estábulos, e deposita as suas larvas neles. “Quando essa segunda mosca pousa no gado para picar, acaba depositando as larvas que estão em sua barriga ou debaixo de suas asas diretamente no couro do animal, o que causa o contágio”, detalha.

Prejuízos e prevenção

O médico-veterinário afirma que estudos apontam que a existência de 10 a 20 nódulos no gado cause perdas de peso do animal entre 8% e 15%. “Então, se o pecuarista identificou a primeira presença de um nódulo, já é recomendado que se faça o tratamento, que é muito simples.”

O especialista diz que o tratamento é feito por meio de um ectoparasiticida pour on, cuja função é de repelência das moscas que depositam as bernes. “Após isso, quando a doença está instalada, o uso de produtos à base de avermectinas, seja da classe da ivermectina, doramectina ou moxidectina injetável, trarão uma solução completa a esse animal”, afirma.



Source link

AgroNewsPolítica & AgroSafra

Cotações mistas, mas com pequenas mudanças, encerram esta segunda-feira (17)…


Logotipo Notícias Agrícolas

Esta segunda-feira (17) terminou com cotações mistas para o mercado do frango, mas mudanças sutis nos preços. De acordo com dados do Cepea, o mercado de carne de frango está mais aquecido nesta primeira quinzena de fevereiro em São Paulo. Segundo pesquisadores do órgão, além da maior procura típica neste período – por conta do recebimento dos salários por parte da população –, a oferta está controlada, cenário que eleva os valores da proteína avícola negociada no atacado da Grande São Paulo.

De acordo com a Scot Consultoria, o valor do frango na granja em São Paulo subiu 1,85%, custando, em média, R$ 5,50/kg, enquanto a ave no atacado cedeu 0,37%, custando, em média, R$ 8,00/kg.

No caso do animal vivo, o preço ficou estável no Paraná, com valor de R$ 4,65/kg, assim como em Santa Catarina, com preço de R$ 4,61/kg.

Conforme informações do Cepea/Esalq,Vivo, referentes à sexta-feira (14), tanto a ave congelada quanto o frango resfriado ficaram com preços estáveis, custando, respectivamente, R$ 8,41/kg e R$8,40/kg.

Já segue nosso Canal oficial no WhatsApp? Clique Aqui para receber em primeira mão as principais notícias do agronegócio

Fonte:

Notícias Agrícolas





Source link

News

recuperação de áreas desmatadas pode gerar R$ 781 bi em receitas



O bioma Cerrado tem 6 milhões de hectares desmatados que necessitam de recuperação, o que corresponde à metade da meta assumida pelo Brasil no Acordo de Paris, em 2015, de plantar 12 milhões de hectares de florestas até 2030. Com a restauração da vegetação nativa em Áreas de Preservação Permanente (APP) e Reserva Legal, a receita líquida
será de R$ 781,3 bilhões. Os dados são apresentados no estudo Quanto o Brasil precisa investir para restaurar o Cerrado?, divulgado nesta terça-feira (25) pelo Instituto Escolhas.

Considerado o celeiro do mundo e a caixa d’água do país, a recuperação do Cerrado pode ajudar o Brasil a atingir a meta climática produzindo alimento, gerando emprego e renda e recuperando as nascentes fundamentais para garantir água para a agricultura e as hidrelétricas.

Projeções e resultados para o Cerrado

A recomposição de Reserva Legal por meio de sistemas de produção madeireira pode resultar na produção de 942 mil metros cúbicos de madeira, enquanto restaurar APPs por sistemas agroflorestais pode produzir 26,6 milhões de toneladas de alimentos, o que demandará a produção de 3,7 bilhões de mudas. Com um investimento projetado de R$ 132 bilhões, a restauração do Cerrado vai gerar renda com a criação de 1,8 milhão de empregos.

A remoção de gases de efeito estufa da atmosfera pela recuperação da vegetação do Cerrado também foi calculada na pesquisa e atinge 2,38 bilhões de toneladas de CO2, o que equivale a todas as emissões do Brasil no ano de 2023. Os dados inéditos do Cerrado são um recorte atualizado do estudo ‘Os bons frutos da recuperação de florestas: do investimento aos benefícios’.

Importância do Cerrado

“O país tem a meta de recuperar 12 milhões de hectares de vegetação nativa e metade disso, seis milhões, está no Cerrado, que é o berço das águas do Brasil e o celeiro do mundo. Precisamos de uma estratégia de restauração produtiva que potencialize as vocações do bioma, recuperando nascentes, produzindo alimento e gerando emprego e renda. Nossos números mostram que isso é possível”, afirma Rafael Giovanelli, gerente de pesquisas do Instituto Escolhas.

“Apesar da meta ter sido assumida em 2015, dez anos depois, o país pouco avançou e vai chegar na COP30, em Belém, sem ter o que mostrar”, complementa.



Source link