quinta-feira, maio 28, 2026

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Alckmin agenda conversa com secretário de comércio dos EUA



O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, vai conversar nesta quinta-feira (6), com o secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick. O encontro, por videoconferência, está marcado para às 17h30.

A expectativa é de que Alckmin trate na reunião sobre as tarifas anunciadas pelos EUA que devem afetar produtos brasileiros, em especial o aço, cuja sobretaxa já tem previsão de entrar em vigor na próxima quarta-feira (12).

O presidente executivo do Instituto Aço Brasil, Marco Polo de Mello Lopes, disse esperar que o país consiga recompor o acordo de cotas de exportação fechado em 2018 com os americanos, na primeira gestão de Donald Trump. A aposta de Lopes gira em torno da conversa de Alckmin com Lutnick.

Na terça (4), Donald Trump reforçou seu plano de impor tarifas de 25% sobre o aço e o alumínio que chegam de fora aos Estados Unidos. Aqui, por sua vez, o setor siderúrgico aposta na função estratégica que o aço brasileiro exportado exerce na indústria americana para manter o acordo de 2018.

Se depender de Trump, o Brasil pode exportar anualmente 3,5 milhões de toneladas de aço semiacabado e 687 mil toneladas de laminados aos EUA, arranjo que evitou a sobretaxa anunciada pelo republicano em seu primeiro mandato.

Na gestão Trump 2, a velocidade das negociações de alto nível com os Estados Unidos foi impactada porque apenas recentemente os indicados do republicano para a área de comércio foram confirmados pelo Senado americano.

Entre os principais nomes estão Lutnick, com quem Alckmin conversará, e Jamieson Greer, escolhido como representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR). A expectativa de integrantes do governo é de que a reunião com o secretário de Comércio seja um divisor nas tratativas com os americanos.



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‘SeloVerde MG’ abre porteiras para o mercado internacional



O setor agropecuário brasileiro enfrenta um novo desafio com a Regulamentação para Produtos Livres de Desmatamento (EUDR – sigla em inglês), da União Europeia (UE).

A norma proíbe a importação de produtos agropecuários originados de áreas desmatadas a partir dezembro de 2020.

A regulamentação entrará em vigor no país, no dia 30 de dezembro de 2025, para grandes propriedades rurais e, 30 de junho de 2026, para os micro e pequenos produtores rurais.

Diante deste cenário, a plataforma SeloVerde MG se consolida como uma ferramenta essencial para produtores mineiros que desejam manter acesso ao mercado europeu.

O sistema, lançado em 2023, utiliza análises geoespaciais avançadas para atestar a conformidade ambiental de propriedades rurais registradas no Cadastro Ambiental Rural (CAR), garantindo que as atividades sejam sustentáveis e estejam dentro das novas exigências internacionais.

Adequação ambiental e certificação digital

Com a regulamentação europeia se aproximando, os produtores brasileiros precisam demonstrar que seus produtos não contribuem para o desmatamento ilegal.

O Selo Verde MG já certifica a adequação de 97% das propriedades de pecuária bovina e 95% das áreas de soja no estado.

A emissão gratuita de certidões de conformidade ambiental, é uma ferramenta valiosa para os produtores que buscam comprovar sua adesão às práticas de preservação. 

Além disso, a plataforma não apenas comprova a conformidade ambiental, mas também ajuda os produtores a fortalecerem sua rastreabilidade, um dos principais critérios exigidos pelo mercado global.

Segundo Thales Fernandes, secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais, o detalhamento do parque cafeeiro de Minas por meio da SeloVerde MG já trouxe informações valiosas.

“De todas as propriedades analisadas que produzem café, 99% estão em conformidade, o que habilita os nossos produtores a exportar conforme as exigências impostas pela União Europeia”, revela Fernandes.

A ferramenta inclui todos os produtores rurais de Minas Gerais por meio do CAR, o que significa mais de 1 milhão de propriedades georreferenciadas.

A plataforma já integra as culturas do café, soja, pecuária bovina, cana-de-açúcar e eucalipto, com informações individualizadas das propriedades a respeito do cumprimento da legislação nacional, rastreabilidade e critérios socioambientais para exportação de commodities agrícolas. 

O SeloVerde MG é fruto da parceria entre o Instituto Estadual de Florestas (IEF), a Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa) e a UFMG, com suporte do programa AL-INVEST Verde da União Europeia.

Clique aqui para acessar o SeloVerde MG.

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Fonte: Secretaria de Estado de Agricultura



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Sem milho? Consórcios forrageiros são alternativa viável no Mato Grosso


Com o fim de fevereiro, encerrou-se a janela ideal para a semeadura do milho segunda safra na maior parte dos municípios de Mato Grosso, conforme indica o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc). Para as áreas onde o milho não pôde ser semeado a tempo, os consórcios forrageiros surgem como uma alternativa viável para os produtores rurais, conforme o informado pela Embrapa.

A Embrapa Agrossilvipastoril, em parceria com a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), tem desenvolvido estudos sobre diferentes opções de consórcios na segunda safra, com benefícios que vão desde o aumento de matéria orgânica no solo até a mitigação de nematoides e a melhoria da microbiota.

Entre as alternativas estudadas, destaca-se o Sistema Gravataí, que combina braquiária com feijão-caupi. A tecnologia pode ser utilizada tanto para formação de palhada em plantio direto quanto para pastejo animal na integração lavoura-pecuária (ILP). Além disso, o sistema promove fixação biológica de nitrogênio e gera palhada de qualidade, o que pode resultar em maior produtividade na safra seguinte ou em ganho de peso animal.

A Embrapa disponibilizou recentemente um curso on-line gratuito detalhando a implantação, o manejo e os resultados do Sistema Gravataí.

Outros consórcios também apresentam resultados promissores. O sorgo granífero BRS 373 consorciado com estilosantes Bela e a braquiária com Crotalaria spectabilis são opções que ajudam na mitigação de nematoides e no aporte de Nitrogênio ao solo. Já para a ciclagem de nutrientes, os consórcios de capim com nabo forrageiro e capim com trigo mourisco têm mostrado eficiência na disponibilização de Potássio, chegando a 340 kg/ha na palhada.

Para áreas com problemas de compactação do solo, os consórcios múltiplos com até seis espécies diferentes têm demonstrado resultados positivos, melhorando a estrutura do solo e aumentando o teor de matéria orgânica.

Esses consórcios vêm sendo estudados tanto em experimentos da Embrapa Agrossilvipastoril quanto em áreas comerciais. Um dos projetos, financiado pelo REM Mato Grosso, avaliou sete consórcios em plantio direto e seis em ILP durante três safras na fazenda Santana, em Sorriso (MT). Os resultados foram apresentados em um workshop, cuja gravação está disponível no canal da Embrapa no YouTube.

Segundo o boletim semanal do Imea, publicado em 24 de fevereiro, apenas 67% da área prevista para o milho havia sido semeada em Mato Grosso até aquela data. Mesmo que a semeadura alcance 100%, a área total plantada será a metade dos 12,6 milhões de hectares cultivados com soja na primeira safra. Na região médio-norte, onde o milho ocupa 71% da área de soja, ainda há 270 mil hectares disponíveis para outras culturas ou consórcios.

O Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) define janelas ideais de plantio para mais de 40 culturas em cada município brasileiro, considerando fatores como clima, tipo de solo e ciclo das cultivares. As faixas de risco são classificadas em 20%, 30% e 40%. Além de orientar os produtores, o Zarc é referência para concessão de crédito rural e pagamento de seguros agrícolas. Com o avanço das pesquisas e a adoção de consórcios forrageiros, os produtores de Mato Grosso contam com alternativas sustentáveis e estratégicas para otimizar a produção e garantir a saúde do solo nas áreas onde o milho não foi semeado a tempo.





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Brasil dialoga com China para retomar exportação de 3 frigoríficos, diz secretário



O secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Carlos Goulart, afirmou, em nota, que o governo brasileiro está em conversações com representantes da indústria de proteína bovina e o governo da China em busca de soluções que permitam a retomada das exportações por três frigoríficos suspensos pelo país asiático.

“Seguiremos em diálogo com o setor privado exportador e com as autoridades chinesas para solucionar os questionamentos apontados e retomar as exportações dessas unidades”, disse Goulart, na nota, ressaltando que o Brasil mantém um bom desempenho na defesa agropecuária, o que reforça a credibilidade do setor no mercado internacional.

O governo brasileiro foi notificado pela Administração-Geral de Aduanas da China (GACC) sobre a suspensão temporária de três plantas frigoríficas do País: uma unidade da JBS em Mozarlândia (Goiás), uma da Frisa em Nanuque (Minas Gerais) e uma da Bon Mart em Presidente Prudente (São Paulo).

A decisão ocorreu após videoauditorias realizadas pelo órgão chinês, que identificou não conformidades em relação aos requisitos de importação estabelecidos pelo país asiático. As empresas afetadas já foram informadas e estão adotando medidas corretivas para atender às exigências regulatórias.

Fávaro se manifesta sobre parecer da China

O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, minimizou, na nota, o impacto da decisão chinesa, destacando que o Brasil tem 126 plantas habilitadas para exportação à China.

“Quando nós assumimos, tínhamos 12 plantas suspensas. Nós retomamos essas 12 e abrimos mais 43, das 55 desse total de 126. Então, não é coerente que três plantas suspensas impactem a relação comercial”, afirmou Fávaro.

A China é o principal destino da carne bovina brasileira, e as exportações para o país asiático desempenham um papel estratégico para o mercado nacional.

Segundo Fávaro, os cortes exportados têm baixo consumo no Brasil, o que favorece a precificação no mercado interno. “O fato de estarmos exportando é bom para a formação do todo”, acrescentou o ministro.



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Otimismo do mercado brasileiro e desaceleração dos EUA: ouça o Diário Econômico



Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o otimismo no mercado brasileiro após o feriado. O dólar caiu 2,71%, fechando em R$ 5,75, e o Ibovespa subiu 0,20%, puxado por Vale e setor financeiro.

Nos Estados Unidos, o Livro Bege do Fed indicou desaceleração econômica, enquanto Trump adiou tarifas sobre veículos do acordo EUA-México-Canadá. Na Europa, expectativa para a decisão de juros do BCE, com atenção ao discurso de Christine Lagarde. Sexta-feira será marcada pela divulgação do PIB do Brasil e do Payroll nos EUA.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!



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Temporais em dois estados abrem espaço no tempo seco e quente do restante do país



Dia de tempo mais aberto, com chuva passageira em algumas áreas. Apenas em parte do Nordeste há alerta de temporais. Veja a previsão para esta quinta-feira (6):

Sul

O dia começa com sol e pouca nebulosidade, mas, à tarde, nuvens carregadas se formam sobre Paraná, Santa Catarina e as regiões oeste e da Campanha Gaúcha, no Rio Grande do Sul, devido ao calor e à alta umidade. A chuva chega no fim da tarde, podendo ser forte, mas sem previsão de grandes volumes. Porto Alegre (RS) terá um dia ensolarado e sem chuva, enquanto Florianópolis (SC) e Curitiba (PR) podem registrar pancadas no fim da tarde.

Sudeste

O tempo segue predominantemente seco e muito quente. As instabilidades ficam concentradas no litoral do Espírito Santo, no norte do Rio de Janeiro e em algumas áreas do estado de São Paulo. Já nas capitais Belo Horizonte (MG), São Paulo e Rio de Janeiro, o tempo será estável e sem chuva.

Centro-Oeste

A chuva se espalha ao longo do dia em Mato Grosso, com alerta para temporais em Cuiabá. No centro-norte de Mato Grosso do Sul, as pancadas ocorrem no fim da tarde e podem ser intensas. Já no sul e leste do estado, as precipitações serão mais passageiras. Em Goiás e no Distrito Federal, o sol predomina e não há previsão de chuva.

Nordeste

A chuva diminui na costa leste, mas segue intensa entre o Maranhão e Rio Grande do Norte, com São Luís na rota de temporais e acumulados elevados. No sertão nordestino, o tempo continua seco e ensolarado.

Norte

Pancadas de chuva podem ocorrer a qualquer momento do dia, com os maiores acumulados previstos para Manaus (AM), Belém (PA) e Macapá (AP). Em Boa Vista (RR), o tempo será firme e seco.



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Calor intenso afeta citricultura e provoca queimaduras em frutos


A citricultura no Rio Grande do Sul tem sido impactada pelas condições climáticas adversas, segundo o boletim conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado na quinta-feira (27). O calor intenso, a estiagem e a alta radiação solar provocaram queimaduras em frutos, afetando principalmente as variedades precoces de bergamota, como a Satsuma Okitsu.

O boletim aponta que na região de Caxias do Sul, citricultores estão realizando o raleio das bergamoteiras, com as frutas sendo comercializadas a R$ 15,00 por caixa de 25 kg. A colheita das variedades superprecoces teve início, com a Okitsu sendo vendida a R$ 6,00/kg nas feiras, embora sem a coloração ideal. Além disso, seguem as práticas de adubação e controle fitossanitário, com destaque para o combate à pinta-preta.

Em Lajeado, onde há 558 hectares de bergamota e 398 hectares de laranja, a expectativa para a safra é positiva. Apesar das chuvas no início do ano terem afetado o desenvolvimento das plantas em algumas propriedades, a produtividade dos pomares não foi comprometida. Já em pomares recém-implantados, foi necessário um cuidado especial devido à estiagem de janeiro.

Em Pareci Novo, onde os cultivos de bergamota ocupam 1.006 hectares, o raleio das variedades Caí, Pareci e Montenegrina está em andamento. Os frutos retirados são vendidos para a indústria a R$ 16,00 a R$ 20,00 a caixa de 20 kg, sendo utilizados para a extração de óleos essenciais.

Na região de Frederico Westphalen, a estiagem reduziu a produtividade em cerca de 30% e afetou a qualidade comercial dos frutos. Além disso, houve aumento da queda prematura dos frutos, agravando as perdas. Os citricultores intensificaram adubações e tratamentos fitossanitários para o manejo de pragas como a mosca-branca. O tempo seco favoreceu a proliferação do ácaro-da-falsa-ferrugem e do ácaro-da-leprose.

Já na região de Santa Rosa, o raleio da bergamota Montenegrina está praticamente encerrado, e produtores estão instalando armadilhas para controle da mosca-das-frutas. O crescimento dos frutos de laranja e bergamota foi comprometido pela falta de umidade no solo, resultando em frutos menores. Nas brotações novas, há alta incidência de larva-minadora e pulgão, exigindo pulverizações frequentes com inseticidas, bioinsumos e caldas.

Na região de Erechim, o plantio de bergamota ultrapassou 600 hectares, impulsionado pelos bons preços e pela instalação de uma indústria em Centenário. O crescimento da citricultura se destaca em municípios como Mariano Moro (250 ha), Itatiba do Sul (150 ha) e Centenário (120 ha). As variedades mais plantadas são Valência, Salustiana, Valência Late, Folha Murcha e Iapar.





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Floricultura espera aumento de 8% em vendas no Dia da Mulher



A floricultura nacional está otimista para o Dia Internacional da Mulher




Foto: Pixabay

A floricultura nacional está otimista para o Dia Internacional da Mulher, que será comemorado no próximo sábado, 8 de março. O Ibraflor (Instituto Brasileiro de Floricultura) projeta um aumento de 8% nas vendas de flores em comparação com 2024, destacando a data como uma oportunidade única para presentear com flores e reconhecer a importância das mulheres. 

A data já representa 8% das vendas anuais de flores e plantas ornamentais no Brasil, e este ano a procura deve ser ainda maior, com destaque para os buquês. As floriculturas estão se preparando para um volume de pedidos superior à média diária, refletindo a crescente valorização da data, que se consolidou como uma das principais para o comércio de flores. “A floricultura nacional está preparada para atender a essa demanda crescente com produtos frescos, de alta qualidade e com arranjos especiais, na certeza de que, mais uma vez, o Dia da Mulher será celebrado com muita cor e afeto”, diz o presidente do Ibraflor, Jorge Possato.

Entre as flores mais demandadas para o Dia da Mulher, as rosas vermelhas, clássicas da celebração, e as orquídeas Phalaenopsis, famosas pela beleza exótica e delicada, estão entre as preferidas dos consumidores. Também são requisitadas flores como alstroemerias, gypsophila, tango e ruscus, que compõem buquês sofisticados e elegantes para a data.

O Dia Internacional da Mulher tem raízes no início do século XX, durante um período de grandes transformações sociais e econômicas. A data surgiu como símbolo da luta das mulheres por direitos iguais, melhores condições de trabalho e pelo direito ao voto. Em 1908, um grupo de mulheres operárias em Nova York fez uma greve exigindo melhores condições de trabalho e igualdade salarial. Trágicamente, 129 mulheres morreram em um incêndio enquanto estavam trancadas em uma fábrica, o que gerou grande comoção e reforçou a luta pelos direitos femininos. A primeira comemoração do Dia Internacional da Mulher ocorreu em 1911, em diversas nações europeias. Desde então, o 8 de março se tornou um símbolo da luta das mulheres por igualdade, liberdade e justiça social.





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Brasil exportou 1,6 milhão de toneladas de farelo de soja em janeiro



Bolsa de Comércio de Rosário reduziu sua estimativa para a safra argentina




Foto: Divulgação

De acordo com a edição de fevereiro do Boletim Logístico, divulgado na última sexta-feira (28) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a recuperação do mercado de farelo de soja foi impulsionada pelas tarifas praticadas nos Estados Unidos e pelo aumento das reservas estatais da China, fatores que elevaram as margens de esmagamento da indústria chinesa.

A Bolsa de Comércio de Rosário reduziu sua estimativa para a safra argentina 2024/25, agora prevista em 47,5 milhões de toneladas, o que pode impactar a oferta do país vizinho. A produção brasileira deve suprir com tranquilidade tanto a demanda interna quanto as exportações da oleaginosa e seus derivados.

Em janeiro de 2025, o Brasil exportou 1,6 milhão de toneladas de farelo de soja, volume inferior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando as exportações atingiram 1,8 milhão de toneladas.

O escoamento pelo porto de Santos correspondeu a 45,4% da oferta nacional no mês, contra 46,3% em janeiro de 2024. Em Paranaguá, o percentual ficou em 30,4%, ligeiramente acima dos 29,7% do ano anterior. Já o porto de Rio Grande teve participação de 10,4%, ante 12,6% no mesmo período do ano passado, enquanto Salvador registrou 6,9%, mais que o dobro dos 3,3% de janeiro de 2024. Os principais estados exportadores foram Mato Grosso (MT), Paraná (PR), Goiás (GO) e Mato Grosso do Sul (MS), que seguem como os maiores fornecedores do farelo de soja brasileiro ao mercado externo.





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Justiça anula ITBI indevido em imóvel rural



Especialista diz que é preciso sempre estar atento a esse tipo de situação



"Ocorre que muitos municípios estão cobrando o imposto ITBI sobre a diferença entre o valor de mercado e o custo histórico"
“Ocorre que muitos municípios estão cobrando o imposto ITBI sobre a diferença entre o valor de mercado e o custo histórico” – Foto: Pixabay

A Justiça de Jataí (GO) concedeu decisão favorável ao escritório Amaral e Melo Advogados contra a cobrança indevida de ITBI na transferência de uma fazenda para o capital social de uma empresa familiar no município de Perolândia. O advogado tributarista Leonardo Amaral explica que muitos municípios têm interpretado de forma equivocada o Tema 796 do STF, de 2020, aplicando o imposto sobre a diferença entre o valor de mercado e o custo histórico do imóvel, mesmo quando a Constituição prevê imunidade para essas operações.  

“Neste caso, o imóvel rural é incorporado ao capital social da empresa familiar pelo seu custo de aquisição histórico informado na declaração de renda do sócio. Ocorre que muitos municípios estão cobrando o imposto ITBI sobre a diferença entre o valor de mercado e o custo histórico, com base em uma interpretação distorcida de uma decisão do STF proferida no ano de 2020”, comenta.

Segundo ele, a sentença reforça a importância do planejamento sucessório no agronegócio, visto que a incorporação de imóveis rurais ao capital social de holdings familiares tem sido uma prática comum. Entretanto, municípios podem cobrar indevidamente o ITBI, gerando disputas judiciais. A liminar obtida pelo escritório reconhece a ilegalidade da cobrança e pode servir de precedente para outros casos semelhantes.  

“A transferência para uma empresa familiar, ou holding, tem se tornado uma prática de planejamento cada vez mais comum. No entanto, dependendo do município e até mesmo das atividades realizadas em diferentes propriedades rurais, por exemplo, pode haver uma interpretação equivocada e a cobrança incorreta do imposto. Então, é preciso estar atento e, se preciso, buscar a ajuda de um especialista gabaritado para tirar qualquer dúvida sobre a questão”, conclui.

 





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