quinta-feira, maio 28, 2026

Agro

AgroNewsPolítica & Agro

preço do suíno vivo sobe 3,4% em 2024


De acordo com o Boletim Semanal de Conjuntura Agropecuária divulgado pelo Departamento de Economia Rural (Deral) nesta quinta-feira (06), o preço médio pago ao produtor pelo suíno vivo no Paraná apresentou um aumento de 3,4% em 2024, comparado ao ano anterior. A alta foi equivalente a R$ 0,21 por quilograma vivo.

Durante o ano de 2024, os preços oscilaram entre R$ 5,84 em junho e R$ 7,28 em dezembro, com uma média anual de R$ 6,47, o que representou o maior valor nominal desde o início da série histórica em 1995. O recorde anterior foi de R$ 7,21, em novembro de 2024, e de R$ 7,17, em novembro de 2020.

Quando comparado aos custos de produção calculados pela Embrapa Suínos e Aves, o preço pago pelo quilograma do suíno vivo superou o custo de produção em R$ 0,73 em 2024, enquanto em 2023 essa diferença foi de R$ 0,23. Em 2022 e 2021, no entanto, o preço pago pelos suínos foi inferior ao custo de produção, resultando em prejuízos estimados de R$ 0,97 e R$ 0,36 por quilograma, respectivamente.

A valorização do preço do suíno vivo trouxe um alívio aos produtores paranaenses, ajudando na recuperação do setor após os desafios enfrentados nos anos anteriores.

Em janeiro de 2025, contudo, o preço pago ao produtor registrou uma queda de 7% (equivalente a R$ 0,52), enquanto o custo de produção aumentou em 2,8% (R$ 0,17). Já em fevereiro, o preço médio recebido pelos suinocultores foi de R$ 6,98, representando um leve aumento de 3% (R$ 0,22) em relação ao mês anterior. A Embrapa ainda não divulgou os custos de produção de fevereiro.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Açúcar tem alta após cinco dias de queda nos mercados


De acordo com dados divulgados pela União Nacional da Bioenergia (Udop), os contratos futuros do açúcar encerraram a quarta-feira (5) em alta, revertendo a tendência de queda das cinco sessões anteriores. Tanto na ICE Futures de Nova York quanto na ICE Futures Europe, os preços registraram valorização em todos os lotes.

Em Nova York, o contrato maio/25 do açúcar bruto subiu 10 pontos, sendo negociado a 18,20 centavos de dólar por libra-peso, um avanço de 0,6% em relação ao dia anterior. Já a tela julho/25 teve um incremento de 15 pontos, fechando a 17,89 cts/lb. Os demais contratos também apresentaram aumentos entre 1 e 15 pontos. Na ICE Futures Europe, em Londres, o açúcar branco acompanhou o movimento de alta. O contrato maio/25 foi negociado a US$ 522,00 por tonelada, alta de US$ 4,00. O lote agosto/25 subiu US$ 4,40, sendo cotado a US$ 503,30 por tonelada. Os demais vencimentos também tiveram ganhos entre 70 cents e US$ 4,00.

No mercado interno, o açúcar cristal também registrou valorização, de acordo com o Indicador Cepea/Esalq, da USP. Na quarta-feira, a saca de 50 quilos foi negociada a R$ 141,23, ante os R$ 138,87 da sexta-feira anterior, um avanço de 1,70%.

Por outro lado, o etanol hidratado começou março em queda, conforme o Indicador Diário Paulínia. O biocombustível foi comercializado pelas usinas a R$ 2.926,00 por metro cúbico, contra os R$ 2.945,50 registrados na sexta-feira (28), uma redução de 0,66%.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Chuvas beneficiam lavouras de mandioca



Colheita da mandioca de segundo ano avança no estado




Foto: Canva

Segundo o boletim da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (06) produção de mandioca e aipim no Rio Grande do Sul segue com desenvolvimento adequado. Na região administrativa de Santa Rosa, as lavouras plantadas neste ano estão em crescimento e não houve registro de perdas. O controle de invasoras é realizado manualmente na maioria das propriedades.

A colheita das lavouras de segundo ano está em andamento, e as áreas implantadas em 2024 começam a ser colhidas. O preço pago ao produtor pela caixa de 25 kg está em R$ 120,00. No mercado, a mandioca lavada e não descascada é vendida a R$ 5,43/kg. Para o varejo, a mandioca descascada tem valores de R$ 6,00/kg, enquanto na feira e na venda direta ao consumidor o preço varia entre R$ 7,00 e R$ 9,00/kg.

Na região de Soledade, em Venâncio Aires, a colheita também foi iniciada. Atualmente, cerca de 20 plantas são necessárias para preencher uma caixa de 22 kg, que está sendo comercializada a R$ 50,00. O desenvolvimento das lavouras é considerado razoável, segundo a Emater.





Source link

News

Produção global de algodão deve aumentar 6,51% em 24/25



A produção mundial de algodão deve alcançar 25,69 milhões de toneladas na temporada 2024/25, que começou em agosto passado, informou o Conselho Consultivo Internacional do Algodão (Icac, na sigla em inglês) em relatório mensal.

O volume representa aumento de 6,51% ante a estimativa para a temporada 2023/24, de 24,12 milhões de toneladas.

Para o Brasil, o órgão estima produção de 3,70 milhões de toneladas na atual safra, incremento de 15,6% ante o ciclo anterior.

Quanto ao consumo global em 2024/25, o Icac projeta aumento de 2,28% ante a temporada anterior, para 25,53 milhões de toneladas.

Contudo, as exportações tendem a diminuir 0,20%, para 9,86 milhões de toneladas. Já os estoques finais podem subir 0,91%, para 18,78 milhões de toneladas, mostra o relatório.

As estimativas de preço para o índice A na temporada 2024/25 vão de 92 a 97 centavos de dólar por libra-peso, com média de 94 cents.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Cotrijal aprova distribuição milionária para associados


A Cotrijal anunciou a distribuição de R$ 24,7 milhões para seus associados. O montante se refere às sobras da cooperativa correspondentes ao exercício de 2024. O valor que deve ser distribuído equivale a 200 mil sacas de soja. A decisão da cooperativa foi aprovada durante a Assembleia Geral Ordinária (AGO), realizada na última sexta-feira (28), no parque da Expodireto, em Não-Me-Toque (RS).

Cerca de 2,7 mil associados e familiares participaram das assembleias regionais na última semana. Nos eventos, a diretoria da cooperativa informou os dados referentes ao balanço e as atividades realizadas em 2024. O faturamento da Cotrijal durante o período foi de R$ 4,8 bilhões. A cooperativa apontou também os investimentos de R$ 100 milhões em infraestrutura, com melhorias no fluxo, aumento de capacidade de armazenagem, secagem e recebimento de grãos realizados no último ano. 

O presidente da Cotrijal, Nei César Manica, comentou que 2024 foi um ano desafios para os gaúchos, especialmente por conta das enchentes que afetaram o estado. “2024 foi mais um ano de desafios para o produtor gaúcho, entre eles, as enchentes que ocorreram no estado, afetando principalmente a região centro-sul da área de atuação da cooperativa, o que também nos exigiu um esforço coletivo. Porém, seguimos trabalhando ao lado dos nossos produtores, levando informações, assistência técnica e suporte, alcançando, juntos – Cotrijal e associados – resultados positivos para a nossa cooperativa”, explicou o presidente.

Durante os encontros, a diretoria informou que pretende expandir a Unidade de Beneficiamento de Sementes, fortalecer parcerias, e discutir temas como, “irrigação, créditos de carbono, rastreabilidade e sustentabilidade” ao longo do ano de 2025.

Vale ressaltar que a cooperativa organiza a 25ª edição da Expodireto Cotrijal, que vai acontecer de 10 a 14 de março em Não-Me-Toque (RS). A feira contará com mais de 550 expositores e espera atrair milhares de visitantes. Neste ano foram criadas 1,5 mil novas vagas de estacionamento, totalizando 12,5 mil vagas para carros e motos.

A entrada para o evento é gratuita. Na última edição, a feira recebeu mais de 377 mil visitantes em uma área de 130 hectares.





Source link

News

Tarifa de importação de carne, café, açúcar, milho e azeite serão zeradas, anuncia governo



Após reunião com entes do setor produtivo nesta quinta-feira (6), o governo anunciou medidas para reduzir os preços dos alimentos aos consumidores.

Em coletiva, o vice-presidente Geraldo Alckmin, ao lado do ministro da Agricultura e Pecuária (Mapa), Carlos Fávaro, destacou que café, açúcar, milho, óleo de girassol, óleo de palma, sardinha e massas alimentícias terão alíquota de importação zerada.

De acordo com o vice-presidente, as medidas precisam passar pela Câmara de Comércio Exterior (Camex) e tendem a entrar em vigor “em poucos dias”, além de fazerem parte de um pacote de outras futuras ações. “O governo está abrindo mão de imposto em favor da redução de preço”, disse.

Assim, a União deixará de arrecadar, no caso da carne, alíquota de 10,8%; do café de 9%; do açúcar de 14% e do milho de 7,2%.

Segundo Alckmin, o imposto de exportação de produtos do agro, uma grande preocupação do setor e que rendeu ameaça de demissão de Fávaro, não esteve em pauta.

A inflação dos alimentos é uma grande preocupação do governo Lula nos últimos meses. Pesquisas de opinião mostram que a popularidade do presidente decaiu significativamente.

Inspeção de produtos de origem animal

Além de zerar a alíquota de importação de produtos, o governo anunciou outras medidas, como a ampliação do Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SISBI-POA), que permite que leite, mel, ovos e carnes inspecionados em municípios e estados possam ser vendidos em todo o país.

De acordo com Fávaro, a meta é passar de 1.550 registros para 3.000 no sistema, o que pode trazer mais competitividade e redução de custos no setor de proteína animal.

Alckimin também afirmou que os financiamentos do Plano Safra devem priorizar a produção de itens da cesta básica, com mais estímulo para produtores rurais que abastecem o mercado interno.

Por fim, o governo anunciou, nesta primeira rodada de medidas, que quer garantir a oferta e estabilidade de produtos ao reforçar os estoques públicos de alimentos básicos em busca de segurar a alta de preços em momentos críticos.



Source link

News

saiba como fechou o mercado



O mercado físico do boi gordo se depara com acomodação em seus preços em grande parte do país.

Segundo o analista de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o diferencial de preço entre fêmeas e machos ainda é representativo, uma consequência da oferta representativa em grande parte do país.

“Os frigoríficos tentam exercer pressão em determinadas regiões, é o que se evidenciou na retomada das negociações após o Carnaval. O comportamento dos preços da carne ao longo da primeira quinzena de março é uma variável chave a ser considerada no curtíssimo prazo”, disse.

  • São Paulo: R$ 307,75
  • Goiás: R$ 290,36
  • Minas Gerais: R$ 302,65
  • Mato Grosso do Sul: R$ 298,30
  • Mato Grosso: R$ 298,38

Mercado atacadista

O mercado atacadista apresenta preços em alta. Segundo Iglesias, o escoamento da carne pode ser descrito como satisfatório durante o feriado de Carnaval.

A expectativa é que haja continuidade deste movimento, considerando a entrada dos salários na economia como grande motivador da reposição entre atacado e varejo.

“Mas ainda há limitações, considerando a preferência de parcela da população por proteínas mais acessíveis, a exemplo da carne de frango, embutidos e de ovos”, destacou o analista.

O quarto traseiro foi precificado a R$ 24,50 por quilo, alta de R$ 0,70. O quarto dianteiro foi cotado a R$ 18,00 por quilo, alta de R$ 0,80. Ponta de agulha ainda é precificada a R$ 17,00, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,06%, sendo negociado a R$ 5,7592 para venda e a R$ 5,7572 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7323 e a máxima de R$ 5,7808.



Source link

News

Preços altos ou queda nas cotações da soja?



O mercado brasileiro de soja teve preços em alta nesta quinta-feira (6). Os prêmios seguiram em firme valorização durante boa parte do dia. A Bolsa de Chicago subiu e o dólar ficou estável.

Segundo a Safras & e Mercado, os preços foram bons para os vendedores, o que gerou realização de negócios. Em Paranaguá, houve chances de negócios até R$ 139,00 nos melhores momentos, com entrega rápida e pagamento em abril.

Posteriormente, os prêmios recuaram e os preços recuaram. No geral, as indicações estiveram em bons níveis. O mercado interno operou próximo da paridade de exportação, em algumas regiões, até acima. Aos poucos, a paridade vai pesando sobre o mercado físico.

Preços da soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 127,00 para R$ 129,00
  • Região das Missões (RS): subiu de R$ 128,00 para R$ 130,00
  • Porto de Rio Grande (RS): subiu de R$ 132,50 para R$ 133,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 129,00 para R$ 130,00
  • Porto de Paranaguá (PR): subiu de R$ 132,00 para R$ 136,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 114,00 para R$ 115,00.
  • Dourados (MS): subiu de R$ 118,50 para R$ 119,00
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 111,00 para R$ 115,00

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quinta-feira com bons ganhos. Informações de adiamento do início da cobrança de tarifas sobre produtos do Canadá e do México impulsionaram os preços. A queda do dólar frente a outras moedas completou o cenário positivo.

As notícias de hoje voltaram a ser mais moderadas sobre a política comercial externa dos Estados Unidos. As taxas sobre o setor de automóveis do México e do Canadá foram transferidas para abril. Hoje, o governo americano confirmou ainda que qualquer tarifa sobre os produtos mexicanos também foi adiada para o próximo mês.

USDA

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) deverá, no seu relatório de março, indicar poucas alterações no quadro de oferta e demanda americano de soja. Na avaliação do mercado, o Departamento poderá elevar a estimativa de safra do Brasil e cortar a previsão para a Argentina. Os dados para oferta e demanda americana e mundial serão divulgados na terça, 11, às 13h.

Analistas consultados pelas agências internacionais apostam em estoques americanos de 381 milhões de bushels em 2024/25. Em fevereiro, a previsão do USDA foi de 380 milhões.

Em relação ao quadro de oferta e demanda mundial da soja, o mercado aposta em estoques finais 2024/25 de 124,2 milhões de toneladas. No mês de fevereiro, o número ficou em 124,3 milhões.

O USDA deverá elevar a estimativa para a safra do Brasil de 169 milhões para 169,3 milhões de toneladas. Já a estimativa para a Argentina deverá ser reduzida de 49 milhões para 48,6 milhões de toneladas.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com alta de 16,25 centavos de dólar ou 1,53% a US$ 10,27 1/4 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 10,39 1/2 por bushel, ganho de 14,50 centavos ou 1,41%.

Nos subprodutos, a posição maio do farelo fechou com alta de US$ 5,10 ou 1,70% a US$ 304,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em maio fecharam a 43,17 centavos de dólar, com alta de 0,18 centavo ou 0,41%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,06%, negociado a R$ 5,7592 para venda e a R$ 5,7572 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7323 e a máxima de R$ 5,7808.



Source link

News

Bezerro teve alta de 26% e deve continuar valorizando, diz Emater-MG



Em 2024, a carne bovina teve alta de 20,8%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Já 2025, devido a maior oferta de animais, o produto começou a baixar, mas muitos especialistas apostam em uma virada do ciclo pecuário no segundo semestre.

Os pecuaristas têm visto um aumento na procura dos animais para a recria, o que contribui para uma subida das cotações do bezerro. Pelo aquecimento da atividade no país, a Emater-MG, por exemplo, espera uma retomada dos investimentos no setor, dentre eles as feiras e leilões do programa Pró-Genética, iniciativa do governo mineiro que visa facilitar a compra de touros e fêmeas melhorados geneticamente por meio de feiras e leilões.

Alta do bezerro

De acordo com dados do Cepea, a tendência de alta do bezerro teve início em setembro de 2024, quando o nelore macho (8 a 12 meses) estava cotado a R$ 2.100. O valor foi aumentando todos os meses, chegando a R$ 2.650 em janeiro deste ano, ou seja, 26% de valorização. Atualmente, a arroba do bezerro nelore em Minas Gerais está valendo R$ 337,27, em fechamento de 3 de março disponibilizado pela Scott Consultoria.

“A cria e recria tiveram um longo período de preços desvalorizados e agora vemos um cenário de recuperação. Historicamente, o valor médio do ágio da arroba do bezerro em relação a arroba do boi é de 25% e, atualmente, esse índice é de 21%, o que sugere que uma continuação da tendência de alta de preços dos animais de recria”, comenta o coordenador técnico Estadual de Bovinocultura da Emater-MG, Manoel Lúcio Pontes Morais.

Exportações em alta

A oferta reduzida de animais devido ao elevado abate de fêmeas nos últimos dois anos é um dos fatores que contribuem para as expectativas de valorização do preço do bezerro, destaca o coordenador.

“Em 2025, o mercado pecuário brasileiro segue cauteloso pelo baixo poder aquisitivo da população e os juros altos, que desestimulam os investimentos em atividades produtivas. Mas a baixa oferta de animais e as exportações em alta geram uma expectativa de que, no segundo semestre, a atividade de cria seja bastante rentável”, esclarece Manoel.

No entanto, o coordenador da Emater-MG faz um alerta aos pecuaristas: não adianta contar com um mercado de reposição aquecido se a rentabilidade da atividade não for satisfatória.

“Mais importante que o preço é a margem de lucro. Os custos de produção também tiveram uma forte elevação. Para aumentar a rentabilidade do negócio, o produtor precisa aprimorar as práticas da atividade, dentre elas a gestão da propriedade e a melhoria genética dos animais”, salienta.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Frente de calor e chuvas abundantes na Argentina


De acordo com a perspectiva agroclimática divulgada pela Bolsa de Cereales de Buenos Aires (BCBA), a Argentina enfrentará condições climáticas intensas nos próximos dias. O norte e o centro-leste do país experimentarão um calor extremo, enquanto o oeste e o sul terão temperaturas mais amenas. 

As altas temperaturas são atribuídas aos ventos tropicais, que continuarão a influenciar a região, elevando as máximas para níveis significativamente acima da média. Simultaneamente, um frente de tempestade deverá provocar precipitações em grande parte da área agrícola, com exceção das porções nordeste e sudoeste, que ficarão com precipitações escassas. O evento será finalizado com a chegada de uma massa de ar polar, que trará uma queda moderada de temperatura para o oeste e sul do país, sem afetar o centro e o norte.

No Brasil, a perspectiva é marcada por intenso calor, principalmente no interior do país, com focos extremos de altas temperaturas. O calor será intensificado pelos ventos tropicais que sopram com força, enquanto a região amazônica e o norte do Cerrado receberão chuvas significativas. Por outro lado, a maior parte da área agrícola brasileira, incluindo o Cerrado, grande parte da Região Nordeste e o Sul, não deve receber precipitações significativas. A situação será concluída com a entrada de ventos do sul, que trarão um alívio temporário no litoral atlântico, mas sem afetar o interior, onde o calor persistirá.

No início da primeira etapa, os ventos tropicais continuarão a afetar a região, causando temperaturas máximas muito acima da média no norte e centro-leste da área agrícola, enquanto o oeste, centro-oeste e sul terão registros menos intensos. O leste de Salta, grande parte da Região do Chaco, o Paraguai, a Mesopotâmia, o nordeste de Córdoba e grande parte do Uruguai terão máximas superiores a 35°C, enquanto o leste do NOA, o leste de Cuyo, a maior parte da Região Pampeana e o norte e sudeste do Uruguai registrarão máximas entre 30 e 35°C. O centro-leste do NOA, o oeste de Cuyo e o sul de Buenos Aires terão máximas entre 25 e 30°C, e apenas as áreas serranas e montanhosas do oeste observarão temperaturas abaixo de 25°C.

 





Source link