quarta-feira, maio 27, 2026

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Soja encerra semana de forma mista em Chicago


A soja negociada na Bolsa de Chicago (CBOT) fechou a sexta-feira de forma mista, encerrando a semana com leves perdas, segundo informações da TF Agroeconômica. O contrato de maio, referência para a safra brasileira, caiu 0,22%, fechando a US$ 1025,00 por bushel, enquanto o contrato de julho recuou 0,07%, para US$ 1038,75. O farelo de soja para maio teve leve baixa de 0,16%, cotado a US$ 304,40 por tonelada curta, enquanto o óleo de soja subiu 0,58%, encerrando a US$ 43,42 por libra-peso.  

A volatilidade marcou a semana, com cotações oscilando entre altas e baixas ao longo dos pregões. A principal pressão sobre os preços veio da guerra tarifária entre os Estados Unidos e seus parceiros comerciais. A China, antecipando-se às tarifas impostas, importou 13,61 milhões de toneladas de soja nos primeiros dois meses de 2025, um aumento de 4,4% em relação ao mesmo período do ano passado. No entanto, o governo chinês elevou em 10% as tarifas sobre a soja americana e bloqueou importações de três empresas dos EUA, intensificando o conflito comercial.  

Esse cenário pode favorecer as exportações brasileiras, já que o país está em plena colheita e, sazonalmente, o mercado global direciona suas compras para o Brasil nesta época do ano. Com as restrições impostas à soja americana, a China pode reduzir drasticamente suas aquisições nos EUA, impulsionando a demanda pelos grãos brasileiros.  No acumulado da semana, a soja caiu 0,07%, enquanto o farelo subiu 1,40% e o óleo de soja recuou 1,59%. O mercado segue atento aos desdobramentos da disputa comercial, que pode continuar influenciando os preços nos próximos dias.

 





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FPA quer incluir Plano Safra nas despesas obrigatórias do Orçamento



A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) defende a inclusão do Plano Safra e do Seguro Rural entre os programas orçamentários que não podem sofrer limitações de repasses. Na Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2025 (Lei 15.080/24), houve uma tentativa de incluir quatro tipos de subsídios agrícolas entre as despesas obrigatórias, mas os itens foram vetados pelo Executivo.

Em entrevista à Rádio Câmara, o deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), vice-presidente da FPA na Câmara, afirmou que o setor agropecuário não pode ter uma quebra na previsibilidade dos recursos como aconteceu com o Plano Safra deste ano, e como o Orçamento de 2025 (PLN 26/24) não foi votado, o Executivo teve que suspender os repasses e, mais tarde, editou uma medida provisória (MP 1289/25) para liberar recursos de forma emergencial.

“Nós sempre defendemos isso com relação ao Plano Safra e aos recursos para o Seguro Rural também: que não possam ser contingenciados por conta dessa possibilidade do agro não postergar decisões”, disse Jardim.

O governo justificou os vetos, afirmando que o aumento das despesas obrigatórias no Orçamento reduz a flexibilidade e a liberdade dos órgãos na gestão de suas despesas.

Segundo o deputado, o custeio da safra brasileira é de R$ 1,2 trilhão e, ainda que apenas R$ 18 bilhões sejam de recursos orçamentários, essa parcela é essencial. “Tem linhas (de crédito) que têm juros abaixo do juro que as instituições financeiras recebem, porque uma parte dos juros é paga pelo Orçamento, disse.

Para 2025, a FPA quer discutir mudanças no Seguro Rural e um Plano Safra que ultrapasse o orçamento anual, ou seja, que tenha um horizonte de mais longo prazo. Ele explicou, por exemplo, que a safra de grãos chega a 370 milhões de toneladas e o país tem armazenamento para apenas 100 milhões.



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Confira como a soja encerrou a semana


No mercado da soja do estado do Rio Grande do Sul, o destaque é o rendimento abaixo do esperado na colheita, segundo o que informa a TF Agroeconômica. “Porto a R$ 140,00 Indicações no porto, para entrega em março, pagamento abril na casa de R$ 136,00. No interior, os preços nas fábricas seguem os valores de cada praça: R$ 126,00 em Cruz Alta (pagamento em 31/03), R$ 126,00 em Passo Fundo (pagamento no final de março), R$ 126,00 em Ijuí (pagamento em 31/03), R$ 127,00 em Santa Rosa/São Luiz (pagamento em meados de abril). Já os preços de pedra em Panambi mantiveram-se em R$ 125,00 por saca para o produtor”, comenta.

Enquanto isso, a falta de umidade prejudica a colheita em Santa Catarina, com perdas na soja e seca intensa no oeste. “No porto de São Francisco, os preços da soja apresentam variações, com cotação de R$133,44 por saca em junho. Esse cenário reflete as incertezas climáticas e os impactos na produção”, completa.

A safra de soja no Paraná tem preços em alta, impulsionados pela desvalorização do real. “Em Paranaguá, o preço chegou a R$ 135,80. Em Ponta Grossa foi de R$ 129,26 por saca CIF, Cascavel, o preço foi 125,11. Em Maringá, o preço foi de R$ 125,19 em Ponta Grossa o preço foi a R$ 129,26 por saca FOB, sem negócios reportados. Os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 133,44”, indica.

No Mato Grosso do Sul, Campo Grande lidera o valor de produção agrícola no país e projeta crescimento com mudanças tributárias. “Paralelamente, o plantio do milho segunda safra avança, com a região Sul liderando (48,2%), seguida pela Norte (40,8%) e centro (35,1%), totalizando 936 mil hectares plantados até o momento. Em Dourados, o spot da soja ficou em 118,89, Campo Grande a 118,69, Maracaju a 118,89, Chapadão do Sul a 112,48 e Sidrolândia a 118,69”, informa.

Chuvas atrasam a colheita no Mato Grosso, mas a produtividade da soja segue estável. A seca severa reduziu a produtividade para 51,7 sc/ha, levando produtores a investir em manejo e diversificação de culturas. A Embrapa criou um protetor solar para plantas, e um acordo Brasil-China busca ampliar a produção sustentável. Preços da soja variam entre R$ 107,83 e R$ 114,93 no estado.





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Congresso e Judiciário retomam sessões após feriado de Carnaval



O Congresso e o Judiciário retomam nesta semana os trabalhos dos plenários e comissões após o feriado de Carnaval. Com a retomada das votações, os parlamentares devem destravar a tramitação do Orçamento de 2025, que ainda não foi votado por causa de divergências políticas.

Na terça-feira (11), a Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional começará a discutir o relatório final do projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA) deste ano. A lei deveria ter sido aprovada em dezembro do ano passado, mas as decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) envolvendo a suspensão do pagamento das emendas parlamentares travaram a tramitação da proposta.

No final do mês passado, o ministro do STF, Flávio Dino, e a cúpula do Congresso chegaram a um acordo para garantir a transparência e a rastreabilidade na aplicação dos recursos das emendas.

Com o acordo aprovado pela Corte, a partir do exercício financeiro deste ano, não será mais possível empenhar emendas sem a identificação de parlamentar que fez a indicação dos recursos e da entidade que vai receber o dinheiro.

Judiciário

Na terça-feira (11), a ministra do Superior Tribunal Militar (STM) Maria Elizabeth Rocha será empossada na presidência da Corte.

A ministra compõe o STM desde 2007, quando foi indicada durante o primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ela é a primeira mulher nomeada para o tribunal militar em 216 anos de funcionamento do órgão.

Também nesta semana, a Procuradoria-Geral da República (PGR) deve se manifestar sobre os argumentos apresentados pelos advogados dos denunciados pela tentativa de golpe durante o governo de Jair Bolsonaro.

O Supremo já recebeu as defesas de 28 dos 34 denunciados. A procuradoria tem até sexta-feira (14) para se manifestar sobre as questões apontadas pelos advogados dos acusados.

Após receber as manifestações da PGR, o julgamento deve ser marcado pela Primeira Turma da Corte, colegiado que será responsável pelo julgamento que vai decidir se Bolsonaro e dos demais acusados vão se tornar réus.



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Semana começa com mercado de olho no dólar e no IPCA: ouça o Diário Econômico


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca que a atividade econômica brasileira dá sinais de fraqueza, impactando juros e câmbio. Nos EUA, a política comercial e os dados do Payroll aumentam as incertezas.

A China mantém sua meta de crescimento, e a Europa vê alta nos juros soberanos. O foco da semana está nos dados de inflação e emprego.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Expodireto Cotrijal inicia nesta segunda-feira (10)


A 25ª edição da Expodireto Cotrijal inicia nesta segunda-feira (10) em Não-Me-Toque (RS), trazendo uma ampla programação voltada ao agronegócio. O evento, que ocorre até o dia 14 de março, reúne especialistas, produtores, empresários e representantes de instituições nacionais e internacionais para debater desafios, inovações e oportunidades do setor. O Portal Agrolink estará presente para a cobertura completa do evento.

A cerimônia oficial de abertura será realizada no Auditório Central para convidados e imprensa. Na ocasião, a tradicional Calçada da Fama do Agro homenageará Claudio Bier, presidente do Sistema Fiergs. À tarde, será entregue o Troféu Semente de Ouro a Jânio Stefanello, presidente da Coprel, em reconhecimento à sua contribuição para o setor.

A feira conta com eventos técnicos e fóruns sobre temas relevantes para o agronegócio. Na terça-feira (11), o 35º Fórum Nacional da soja discutirá o impacto da influência chinesa no setor e as perspectivas para os mercados de soja e milho na safra 2024/2025. Na quarta-feira (12), acontece o 10º Encontro de Empresárias Rurais, e na quinta-feira (13), o Summit do Jovem Cooperativista.

Além disso, a Expodireto Cotrijal reafirma sua importância como espaço de reivindicações políticas. Na sexta-feira (14), será realizada uma Audiência Pública do Senado Federal para debater a securitização de operações de crédito rural, buscando alternativas para produtores afetados por eventos climáticos extremos.

Diversos fóruns serão promovidos ao longo da feira, em parceria com instituições de pesquisa e cooperativas. O 16º Fórum do Milho abre a programação na segunda-feira (10), seguido pelo 9º Fórum Estadual de Conservação do Solo e da Água e pelo 3º Fórum da Carne na terça-feira (11). Na quarta-feira (12), ocorrem o 20º Fórum Estadual do Leite, o 10º Fórum do Trigo e o 4º Fórum Estadual dos Gestores Municipais do Agro. O 17º Fórum Florestal, que discute créditos de carbono na produção de erva-mate, acontece na quinta-feira (13).

Na área de produção vegetal, o Momento Especialistas do Agro trará pesquisadores para abordar desafios como clima, manejo de solo e controle de doenças. Já a produção animal terá dois pavilhões dedicados à exposição de animais e empresas do setor pecuário. A Fábrica de Rações Cotrijal apresentará seu processo produtivo e promoverá workshops para universidades.

A Arena Agrodigital será o centro de debates sobre inovação, com o tema “O Agro do Amanhã”. O espaço reunirá mais de 30 empresas, startups e hubs de tecnologia, além de oferecer serviços como a emissão de certificado digital para produtores rurais pelo aplicativo Smart Coop. Destaques da programação incluem palestras de Paulo Herrmann (Fiergs) sobre inovação industrial e de Clovis Tramontina (Tramontina) sobre empreendedorismo.

O Pavilhão Internacional receberá representantes de mais de 70 países, registrando um recorde de empresas estrangeiras expositoras. A Índia participa pela primeira vez com um estande próprio na Área Internacional da Câmara de Comércio e Indústria Indo Brasil (CCIIB). O local também sediará o “6º Seminário China – Brasil da Cadeia de Suprimentos da Agricultura, Pecuária e Alimentação”.

O Espaço da Natureza contará com a exposição “Mundo dos Répteis”, além da área Bosques Gaúchos, que representa biomas do Rio Grande do Sul. O projeto Papagaio Charão, da Universidade de Passo Fundo (UPF), promoverá ações de conscientização ambiental. O Anfiteatro da Natureza apresentará a peça teatral “A Mulher do Agro” duas vezes ao dia.

Com uma programação abrangente e foco em inovação e sustentabilidade, a Expodireto Cotrijal se consolida como um evento estratégico para o agronegócio. O Portal de Agrolink trará cobertura em tempo real, destacando as principais novidades e tendências do setor.





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Onda de calor prejudica lavouras de feijão-de-vagem



Altas temperaturas provocaram abortamento de vagens




Foto: Pixabay

A onda de calor registrada nas últimas semanas impactou a produção de feijão-de-vagem na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Lajeado, especialmente no município de Bom Princípio. Segundo o boletim conjuntural da entidade, divulgado nesta quinta-feira (6), as altas temperaturas provocaram abortamento de vagens e queimaduras nas plantas, reduzindo a produtividade da cultura.

Diante das adversidades climáticas, muitos produtores optaram por liberar a lavoura para o preparo do solo e o plantio de um novo ciclo da cultura ou de cultivos típicos do outono-inverno.

A queda na oferta refletiu diretamente no mercado, elevando os preços do feijão-de-vagem, que agora é comercializado entre R$ 80 e R$ 100 por saca de 10 kg.





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preços do boi gordo recuam em fevereiro



A tendência de baixa pode continuar no curto prazo




Foto: Sheila Flores

Os contratos futuros da arroba do boi gordo encerraram fevereiro em queda, refletindo a maior oferta de animais para abate e a cautela dos investidores. De acordo com dados divulgados pela Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (CEEMA), os contratos com vencimento em abril e maio de 2025 registraram retrações mensais de 4,86% e 5,20%, respectivamente.

A cotação média da arroba para abril ficou em R$ 305,94, enquanto para maio foi de R$ 305,37, uma queda aproximada de R$ 17 em relação aos valores praticados em janeiro. No mercado físico, as escalas de abate voltaram a se alongar, fechando o mês com uma média de 9,03 dias úteis, indicando que os frigoríficos estão mais abastecidos.

A tendência de baixa pode continuar no curto prazo, especialmente devido à maior oferta de fêmeas para abate em Mato Grosso, fator que deve seguir pressionando as cotações tanto no mercado futuro quanto no físico.





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manejo inteligente e tecnologia garantem safra competitiva


A colheita do arroz de 2025 marca um momento importante para os produtores gaúchos, reforçando a importância da tecnologia e do manejo eficiente na busca por maior produtividade e rentabilidade. E as soluções inovadoras e estratégias integradas fazem a diferença no campo, permitindo que o agricultor enfrente desafios como plantas daninhas e doenças de forma mais eficaz.  

A BASF, referência em inovação para o setor orízicola, apresentou novidades que auxiliam no aprimoramento da lavoura e garantem um sistema produtivo mais sustentável.

Sistema Provisia®: controle eficiente de plantas daninhas

O Sistema Provisia® tem se destacado como uma alternativa eficaz no combate às plantas daninhas na cultura do arroz. Segundo Schaiane Piovezan, gerente de Território de Vendas da BASF, a tecnologia surgiu como uma solução inovadora após o lançamento do Clearfield®, há 22 anos.

“O Provisia® é altamente eficiente no controle de plantas daninhas de difícil manejo, como o arroz vermelho e o capim-arroz. Atualmente, comercializamos a tecnologia com sementes de arroz híbrido, através do  material LD 132 PV, que, aliado ao herbicida Provisia® 50 EC, tem apresentado excelentes resultados ao longo das últimas três safras”, destaca Piovezan.

A tecnologia permite o cultivo em áreas que estavam inviabilizadas pela alta pressão dessas plantas invasoras. “Nossa grande entrega com Provisia® não é apenas produtividade, mas sim a viabilidade de áreas agrícolas comprometidas, garantindo longevidade ao sistema produtivo por meio da rotação de culturas e ativos”, reforça a especialista.

Herbicida Aura® 200: aliado contra plantas daninhas

O manejo de plantas daninhas continua sendo um grande desafio para os rizicultores. Nesse contexto, o herbicida Aura® 200 se apresenta como uma ferramenta fundamental. Kemili Prestes de Melo, especialista da BASF, explica que o produto é um graminicida eficiente no controle de espécies como capim-arroz, milhã e papuã.

“O Aura® 200 permite um manejo eficaz dessas plantas invasoras, proporcionando ao produtor uma lavoura mais limpa e produtiva. Além disso, sua baixa dosagem e sua eficiência no manejo de resistência tornam o produto uma solução sustentável e econômica”, ressalta a especialista.

Brusone: o grande desafio da produtividade

 

A brusone é uma das doenças mais prejudiciais à cultura do arroz, impactando diretamente a produtividade e a qualidade dos grãos. Segundo Miguel Manosso Neto, gerente de Desenvolvimento de Mercado da BASF, essa patologia exige um manejo eficiente e preventivo.

“A brusone pode causar perdas de até 90% em anos severos, comprometendo toda a lavoura. É essencial que o produtor adote medidas preventivas para garantir a sanidade do arroz”, alerta o gerente.

A BASF desenvolveu o fungicida Seltima®, uma solução inovadora para o manejo da brusone. “Seltima® é uma molécula desenvolvida especialmente para o arroz, encapsulada para liberar seu ingrediente ativo apenas quando em contato com a planta. Além de garantir um controle eficaz da doença, o produto traz benefícios fisiológicos para a cultura, resultando em maior produtividade”, explica o especialista.

A recomendação é aplicar Seltima® preventivamente, criando uma barreira protetora antes da infecção da brusone. “Com essa estratégia, conseguimos reduzir significativamente as perdas e assegurar uma colheita mais produtiva”, finaliza Manosso Neto.

#ArrozPraTodoDia: valorização da cultura

Além do investimento em tecnologia, a BASF tem trabalhado na valorização do arroz por meio da campanha #ArrozPraTodoDia. Matheus Scherer, Gerente de Marketing e Cultivo para Arroz da BASF, destaca a importância da iniciativa para fortalecer o consumo e o reconhecimento da cultura no Brasil.

“O arroz é um dos alimentos mais consumidos pelos brasileiros e tem um papel fundamental na agricultura nacional. Nosso objetivo com a campanha é mostrar a relevância do arroz no dia a dia e incentivar o seu consumo”, afirma Scherer.

A BASF também investe constantemente em inovação para o setor. “O futuro do arroz no Brasil depende de soluções que tragam mais eficiência e sustentabilidade. Continuamos desenvolvendo novas tecnologias e fortalecendo nossa parceria com os produtores para garantir uma lavoura mais produtiva e rentável nos próximos anos”, conclui.

 





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Conab treina agricultores familiares no Amazonas



As atividades ocorrerão nos dias 10 e 14 de março




Foto: Divulgação

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) promoverá duas ações de capacitação no Amazonas para agricultores familiares, associações e cooperativas interessados no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). As atividades ocorrerão nos dias 10 e 14 de março, em formato on-line e presencial, respectivamente.

A primeira capacitação será realizada no dia 10, às 10h, por videoconferência, permitindo a participação de agricultores do interior do estado. Já no dia 14, a partir das 8h, a Conab oferecerá um encontro presencial na Assembleia Legislativa do Amazonas, voltado para produtores de Manaus e região. As capacitações serão conduzidas por técnicos da superintendência regional da Conab no estado.

O PAA é coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) em parceria com os ministérios do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e da Fazenda, sendo executado pela Conab. O programa tem como objetivos incentivar a produção sustentável, fomentar a industrialização de alimentos e promover a inclusão econômica e social dos agricultores familiares.

Além disso, o PAA desempenha um papel essencial na segurança alimentar, garantindo que pessoas em situação de vulnerabilidade tenham acesso regular a alimentos de qualidade. Dessa forma, a Conab reforça seu compromisso com o Direito Humano à Alimentação Adequada e Saudável, valorizando a produção da agricultura familiar e incentivando seu consumo.





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