quarta-feira, maio 27, 2026

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Mercado do boi gordo começa a semana estável


Segundo dados do informativo “Tem Boi na Linha”, omercado do boi gordo começou a semana com preços estáveis nas praças paulistas, refletindo um equilíbrio entre oferta e demanda. Apesar da retenção de boiada pelos vendedores, na tentativa de negociar valores acima da referência, as vendas de carne seguiram em ritmo lento, mantendo as cotações sem grandes variações.

Na Região Sudeste de Rondônia, a oferta elevada, especialmente de fêmeas, resultou em queda nas cotações. O boi gordo e o “boi China” mantiveram os mesmos valores da semana anterior, enquanto os preços das fêmeas recuaram R$ 5,00/@.

No mercado atacadista, mesmo com o ritmo de vendas moderado, a redução da oferta impulsionou os preços da carne bovina. A carcaça do boi capão subiu 1,2%, e a do boi inteiro aumentou 0,5%. Para as fêmeas, a carcaça casada da novilha valorizou 0,3%, enquanto a cotação da vaca permaneceu estável.

Já no segmento de carnes alternativas, os preços oscilaram. O frango médio registrou alta de 2,9% (+R$ 0,23/kg), enquanto a carcaça de suíno especial caiu 2,3% (-R$ 0,30/kg).

As exportações de carne bovina in natura alcançaram 190,5 mil toneladas em fevereiro, o maior volume já registrado para o mês. A média diária embarcada foi de 9,5 mil toneladas, um crescimento de 6,7% em relação a fevereiro de 2024. O preço médio da tonelada subiu 8,9% na comparação anual, refletindo a demanda internacional aquecida. 





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Exportações de carne bovina batem recorde em fevereiro com 219 mil toneladas



As exportações de carne bovina pelo Brasil atingiram um novo recorde para o mês de fevereiro, com 219 mil toneladas comercializadas e um faturamento de US$ 1,04 bilhão. O volume representa um aumento de 7,5% em relação ao mesmo período de 2024, enquanto a receita cresceu 16,5%. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e foram divulgados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec).

No acumulado de 2025, o Brasil já exportou 428 mil toneladas de carne bovina, um avanço de 4,7% em comparação ao mesmo período do ano passado. O faturamento também registrou alta expressiva, somando US$ 2,045 bilhões, um crescimento de 13,9%, impulsionado pelo aumento de 8,8% no preço médio da carne exportada.

China lidera compras de carnes, mas EUA e México ampliam participação

A China segue como principal destino da carne bovina brasileira, com 94.448 toneladas embarcadas em fevereiro, gerando uma receita de US$ 450,38 milhões. No entanto, os preços médios no mercado chinês caíram 2,1% em relação a janeiro, reflexo da menor demanda e de preços mais baixos no atacado.

Os Estados Unidos apresentaram um crescimento significativo nas importações, adquirindo 26.936 toneladas, um salto de 42% sobre janeiro. O faturamento com os embarques para o país norte-americano atingiu US$ 147,3 milhões, um aumento de 38,2% no período.

O México também ampliou suas compras em 41% na comparação mensal, ocupando a sétima posição entre os principais importadores, com 4.421 toneladas adquiridas em fevereiro.

Exportações de carnes fortalecem mercado brasileiro

O presidente da Abiec, Roberto Perosa, destacou que os resultados refletem o esforço do setor para expandir a presença da carne bovina brasileira no mercado global e equilibrar a produção nacional.

“As exportações representam cerca de 30% da produção brasileira, o que permite à indústria otimizar o aproveitamento de cada corte, ajustar o mix de produtos e atender às demandas específicas de mais de 150 mercados. Esse trabalho estratégico fortalece a competitividade do Brasil e abre novas oportunidades para a carne bovina no cenário internacional”, afirmou Perosa.



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Aumento do consumo de café abre novas perspectivas para produção e certificação



O café faz parte da rotina de muitos brasileiro, mas nos últimos anos, a busca por grãos de qualidade superior e certificação de origem tem ganhado força.

O Brasil, líder mundial na produção e exportação da bebida, acompanha essa tendência. Em 2024, o consumo interno cresceu 1,11%, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC), confirmando o interesse por produtos diferenciados.

Além disso, no ano passado, a produção brasileira atingiu 54,21 milhões de sacas, com 40,4% destinadas ao mercado interno, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).  

O faturamento da indústria de café torrado alcançou R$ 36,82 bilhões. A alteração ocorre devido ao aumento do preço do café na gôndola.

Apesar dos bons números, o setor enfrenta desafios como a volatilidade dos preços. Para os produtores de café certificado, a diferenciação se tornou um trunfo para garantir melhor remuneração.

Com a valorização do mercado de cafés especiais, produtores de diversas regiões com Indicação Geográfica (IG) enxergam novas oportunidades de crescimento e maior retorno financeiro.

“O mercado está enfrentando uma alta nos preços do café, e as regiões que contam com o registro de Indicação Geográfica podem se beneficiar dessa situação. Este é um momento oportuno para os consumidores experimentarem cafés de diferentes regiões produtoras”, comenta Carmen Sousa, analista do Núcleo de Agronegócios da Unidade de Competitividade do Sebrae.

A certificação de IG, concedida pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), assegura a procedência dos grãos e suas características únicas, tornando-os mais atrativos no mercado global.

Fernando Barbosa, presidente da Associação dos Cafeicultores do Sudoeste de Minas Gerais, destaca a importância da IG para o setor.

“Por meio de programas via Sebraetec, o chamado Origina Cafés Especiais, que está fazendo muitos produtores da região participarem de concursos de qualidade, em vários concursos em Minas Gerais e no país, tem ajudado produtores a conquistarem reconhecimento”, afirma Barbosa.

Além da valorização do café, a certificação impulsiona o turismo rural e fomenta a economia local. O Brasil possui 16 regiões de origem de café com IG. Esse reconhecimento atesta a qualidade do produto cultivado nessas áreas. 

Diante do cenário positivo para os cafés certificados, a tendência é que mais produtores invistam na diferenciação como estratégia de mercado.

Com a alta na procura por grãos especiais, a certificação se consolida como um caminho sólido para fortalecer a cafeicultura brasileira e garantir sua competitividade global.

Quer saber mais sobre inovação, certificações e empreendedorismo no agronegócio?

Todos os dias, aqui no site Canal Rural, Empreendedorismo, você fica por dentro de todas as novidades para empreender de forma segura e responsável.

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Para entender melhor como realizar um pedido de Indicação Geográfica, acesse aqui e confira com o Sebrae o passo a passo.



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mutirão global contra crise climática



O presidente da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), embaixador André Corrêa do Lago, divulgou nesta segunda-feira (10), uma carta em que faz um chamado global contra as mudanças do clima.

O embaixador convoca o mundo para um “mutirão” contra as mudanças climáticas. “Juntos, podemos fazer da COP30 o momento em que viramos o jogo, quando colocamos em prática nossas conquistas políticas e nosso conhecimento coletivo sobre o clima para mudar o curso da próxima década”, disse Corrêa do Lago.

O documento também destaca a necessidade de cooperação internacional para acelerar a implementação, além de soluções, em uma nova década de ação global para combater a crise climática.

“A ideia da carta é convidar a comunidade internacional a abraçar a ideia da COP30, um convite para que a comunidade internacional reaja e nos ajude a estruturar a melhor agenda possível para a Conferência. O Brasil não pode, sozinho, acreditar que vai apresentar soluções para a COP30, muito pelo contrário. A ideia da Conferência é a negociação, e a negociação é por consenso, ou seja, todo mundo tem que estar de acordo para que os textos sejam aprovados”, destacou o embaixador.

A carta reforça a necessidade de fortalecer o multilateralismo em um momento de grande complexidade no cenário internacional. Com disputas geopolíticas intensificadas, desafios no financiamento climático e divergências sobre a implementação do Acordo de Paris, as negociações ambientais enfrentam entraves que vão além das questões técnicas.

“Estamos num momento extremamente complexo internacionalmente. Nós queremos muito, nesses meses de preparação para a COP30, conectar a sociedade civil e todos para superarmos a abstração que existe nessas negociações, e de que maneira essas negociações realmente atingem a vida das pessoas. Achamos muito importante acelerar a implementação do Acordo de Paris”, pontuou o embaixador.

O ano de 2024 foi o mais quente já registrado e o primeiro em que a temperatura média global ultrapassou 1,5°C acima de níveis pré-industriais. “A mudança é inevitável – seja por escolha ou por catástrofe. Se o aquecimento global não for controlado, a mudança nos será imposta, ao desestruturar nossas sociedades, economias e famílias”, afirmou o presidente da COP30.

“Mudar pela escolha nos dá a chance de um futuro que não é ditado pela tragédia, mas sim pela resiliência e pela agência em direção a uma visão que nós mesmos projetamos.”

Na avaliação de Corrêa do Lago, houve progresso coletivo significativo, mas muito ainda precisa ser feito para cumprir a meta de 1,5ºC. Segundo o embaixador, é necessário puxar todas as alavancas possíveis para alinhar os esforços aos objetivos de longo prazo do Acordo de Paris relativos à temperatura, resiliência e fluxos financeiros, por exemplo.

O documento propõe ainda o reconhecimento da necessidade de agir o mais rápido possível para enfrentar a urgência da mudança do clima.

“Devemos reconhecer que questões consideradas ‘problemas’ podem emergir como importantes ‘soluções’. Quando nos reunirmos na Amazônia brasileira em novembro deste ano, devemos ouvir atentamente a ciência mais avançada e reavaliar o papel extraordinário já desempenhado pelas florestas e pelas pessoas que as preservam e delas dependem”, ressaltou.



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Onda de calor impacta maturação do arroz



Colheita avança, mas calor impacta qualidade dos grãos




Foto: Divulgação

Segundo o boletim conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado na última quinta-feira (13), a safra de arroz segue com produção dentro da normalidade no Rio Grande do Sul. As recentes precipitações nas regiões orizícolas ajudaram a estabilizar temporariamente os níveis hídricos, reduzindo o risco de déficit de água para irrigação. No entanto, os mananciais seguem com vazão limitada e os reservatórios ainda não atingiram recuperação total.

A colheita do arroz está em andamento em todas as regiões do estado, mas ainda depende da maturação completa das lavouras. A tendência é de aceleração do processo a partir de março. Os índices de produtividade seguem dentro do esperado, mas há preocupação com a queda na qualidade dos grãos.

Na região Oeste, algumas lavouras apresentam índice de grãos inteiros abaixo de 55%, o que fica aquém do padrão comercial. Esse impacto está associado à onda de calor prolongada, que pode ter causado abortamento fisiológico de grãos e danos mecânicos durante o beneficiamento, como fissuras tegumentares e maior quebra dos grãos.

De acordo com o Instituto Rio Grandense de Arroz (IRGA), a área cultivada nesta safra é de 970.194 hectares. A Emater/RS-Ascar estima uma produtividade inicial de 8.478 kg/ha, mantendo-se dentro dos patamares históricos do estado.





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Canal Rural e CNN fazem parceria para fortalecer cobertura do agro



A partir desta terça-feira (11), o Canal Rural passa a ser o parceiro oficial da CNN Brasil na cobertura do agronegócio. Os visitantes do portal da CNN encontrarão conteúdos especializados fornecidos pelo Canal Rural, incluindo análises do mercado agrícola, pecuária, commodities e tendências do setor.

“A parceria representa a credibilidade do jornalismo do Canal Rural que há quase 30 anos é a voz e a fonte mais segura e completa de informação para o produtor rural. Conteúdo que vai reverberar ainda mais junto com a CNN”, destaca Laila Muniz, gerente de Jornalismo.

A consolidação da parceria agrega a credibilidade e a expertise do Canal Rural, que há 28 anos é líder e referência no segmento agro no Brasil. Com essa iniciativa, a CNN amplia sua cobertura de um dos setores mais relevantes para a economia nacional, oferecendo informações precisas e aprofundadas para o público interessado no setor.

Essa colaboração reforça o compromisso de ambas as empresas em levar informação de qualidade e fortalecer o debate sobre o agronegócio no Brasil.



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cenário internacional pesa sobre mercado brasileiro; ouça análise


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o aumento da aversão ao risco no mercado, com o Ibovespa caindo para 124 mil pontos e o dólar fechando a R$ 5,85.

O temor de fragilidade econômica nos EUA e na China pressionou as commodities e impactou os juros futuros no Brasil.

O Boletim Focus trouxe nova alta nas expectativas de inflação para 2025, enquanto a produção industrial alemã segue em cenário incerto.

Hoje, destaque para a PIM no Brasil e o relatório Jolts nos EUA, que pode intensificar preocupações com a economia americana.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Temporais em três regiões do país: confira a previsão de hoje


chuva forte temporais Brasil
Foto: Pixabay

A terça-feira (11) inicia com instabilidades em quase todo o país. Pancadas de chuva, afastamento de frente fria e temporais localizados marcam o dia. Acompanhe:

Sul

Áreas de instabilidade avançam do interior do continente, deixando o tempo mais nublado e com chuva a qualquer hora entre Santa Catarina e o Paraná, onde pode chover forte e não se descartam temporais localizados. No centro-norte do Rio Grande do Sul pancadas com trovoadas, enquanto a metade sul gaúcha tem predomínio de sol. As temperaturas ficam mais agradáveis em grande parte da Região, e faz calor no oeste e na região das missões gaúcha e no norte paranaense.

Sudeste

Na terça-feira, a frente fria vai se afastando para alto mar, mas ainda consegue organizar chuva pelo centro-leste e oeste de São Paulo, Rio de Janeiro e sul e leste de Minas Gerais. Entre o norte paulista, centro-norte e Triângulo mineiro e Espírito Santo o predomínio é de sol. O tempo vai seguir abafado em toda a Região e as temperaturas seguem elevadas em território fluminense.

Centro-Oeste

O dia começa instável e com chuva pela manhã pelo oeste e noroeste de Mato Grosso e em áreas do sul de Mato Grosso do Sul. A partir da tarde a chuva ganha força nas demais áreas do sul mato-grossense e em Mato Grosso, enquanto no sul, faixa oeste e norte de Goiás as pancadas são mais isoladas a partir da tarde. No Distrito Federal o predomínio é de sol ao longo do dia.

Nordeste

A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) mantém as nuvens mais carregadas na costa norte, onde chove forte e podem ocorrer alguns temporais desde o norte do Ceará até o Maranhão. Na costa leste, pancadas isoladas, mas que podem vir com trovoadas, enquanto o interior da Bahia tem um dia de sol e algumas variações de nebulosidade.

Norte

O tempo segue instável em toda a Região. As pancadas de chuva ocorrem alternadas com períodos de melhoria no Acre, Rondônio, Amazonas e Pará. Nessas áreas podem ocorrer alguns temporais, especialmente à tarde. No Amapá e norte do Pará, a ZCIT mantém as nuvens mais carregadas e há chance de chuva a qualquer momento.

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Açúcar fecha semana em alta



Mercado interno acompanha tendência de alta




Foto: Divulgação

De acordo com dados divulgados pela União Nacional da Bioenergia (Udop), os contratos futuros do açúcar encerraram a última sexta-feira (7) em alta nas bolsas internacionais de Nova York e Londres. No mercado doméstico, os preços do açúcar cristal também registraram forte valorização, conforme dados do Indicador Cepea/Esalq.

Na ICE Futures de Nova York, o açúcar bruto apresentou valorização em todos os lotes. O contrato maio/25, considerado o de maior liquidez, foi negociado a 18,31 centavos de dólar por libra-peso, alta de 18 pontos em relação à véspera. Já a tela julho/25 subiu 19 pontos, fechando a 17,99 cts/lb. Os demais contratos tiveram alta entre 2 e 16 pontos.

Já na ICE Futures Europe, em Londres, o açúcar branco também fechou em alta. O contrato maio/25 atingiu US$ 524,90 por tonelada, um aumento de US$ 8 frente ao dia anterior. O lote agosto/25 foi negociado a US$ 505,50/t, subindo US$ 6. As demais cotações avançaram entre US$ 1,50 e US$ 4,30.

No mercado doméstico, o açúcar cristal também registrou ganhos expressivos. Segundo o Indicador Cepea/Esalq, da USP, a saca de 50 kg foi comercializada a R$ 143,09 na sexta-feira, contra R$ 139,95 na véspera, o que representa uma valorização de 2,24% em um único dia.

O cenário positivo no setor reflete uma combinação de fatores, incluindo ajustes na oferta e demanda e a influência dos preços internacionais sobre o mercado brasileiro.





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São Paulo amplia crédito para mulheres do agro



O programa é voltado exclusivamente para mulheres do setor agropecuário




Foto: Canva

A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo anunciará, na próxima segunda-feira (10), a continuidade do programa FEAP Mulher Agro SP em 2025, com alterações nos valores de crédito disponibilizados para agricultoras paulistas. A cerimônia ocorrerá na sede da pasta, na capital paulista, em celebração ao Dia Internacional da Mulher.

O programa, voltado exclusivamente para mulheres do setor agropecuário, contará com um investimento de R$ 10 milhões. Além disso, o limite de crédito por beneficiária será elevado, passando para R$ 30 mil por CPF, com prazo de pagamento de até 84 meses e carência de 12 meses. A iniciativa busca incentivar o protagonismo feminino no agronegócio e fomentar novos investimentos nas propriedades rurais do estado.

Veja também: Mulheres no agro: da superação à liderança, a revolução feminina no campo

De acordo com um levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP, São Paulo possui mais de 10 milhões de mulheres rurais, que representam parte da força produtiva do setor. No Brasil, aproximadamente 38,7% da mão de obra agrícola é feminina, evidenciando a importância da participação das mulheres na economia rural.

Veja também: Floricultura espera aumento de 8% em vendas no Dia da Mulher

As interessadas em aderir ao programa devem procurar a Casa da Agricultura do seu município. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (11) 5067-0125 ou pelo e-mail [email protected].

O endereço das unidades da Casa da Agricultura pode ser consultado pelo link: https://www.cati.sp.gov.br/portal/institucional/enderecos?unidades=CAR-SP





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