segunda-feira, maio 25, 2026

Agro

News

Cofco terá no Brasil maior terminal de granéis fora da China


A Cofco International vai inaugurar, em breve, um novo terminal agrícola no Porto de Santos. O Terminal Export Cofco (TEC) será um dos principais e mais modernos terminais portuários do Brasil.

O Empreendimento, orçado em R$ 1,7 bilhão, está localizado na área do STS11, na margem direita do cais santista e permitirá a movimentação de 14 milhões de toneladas de produtos por ano até 2026.

Em entrevista ao portal BE News, o diretor de Operações da Cofco, Sérgio Ferreira, disse que as operações do novo terminal começarão em abril e as obras da primeira fase serão entregues neste mês.

O TEC será o maior terminal portuário da Cofco fora da China e vai superar o terminal da companhia localizado em Rosário, na Argentina, que possui capacidade para movimentação de 6 milhões de toneladas por ano.

Somente em 2025, a Cofco tem a expectativa de movimentar pelo novo terminal oito milhões de toneladas de carga, como grãos, açúcar e farelo de soja. Atualmente, a empresa chinesa exporta cerca de 4,5 milhões de toneladas pelo Porto de Santos, utilizando terminais de terceiros.

Vencedora da licitação da área, realizada em 2022, a Cofco possui um contrato de concessão de 25 anos no Porto de Santos e iniciou as obras no terminal no segundo semestre de 2023.

Primeira fase das obras do terminal da CofcoPrimeira fase das obras do terminal da Cofco
Previsão para o término da primeira fase das obras será neste mês Foto: divugação Cofco

O número de 14 milhões de toneladas, com a totalidade das operações no terminal, prevista para ocorrer até 2026, vai garantir à Cofco a triplicação de sua capacidade portuária em território brasileiro.

De acordo com o executivo, os investimentos aplicados no maior porto do país vão otimizar a produção e ampliar os resultados operacionais da companhia.

Cofco investe em transporte multimodal

Com o objetivo de atender às operações do TEC, no começo do ano, a Cofco anunciou um investimento de R$ 1,2 bilhão em transporte ferroviário, adquirindo 979 vagões e 23 locomotivas, que serão utilizados para trazer grãos e açúcar ao Porto de Santos.

Os equipamentos terão capacidade de transportar até 4 milhões de toneladas dos armazéns e das indústrias de esmagamento da Cofco e também de suas quatro usinas de açúcar no interior de São Paulo. O transporte será realizado pela operadora ferroviária Rumo (Grupo Cosan).

Sérgio também explicou que, além do investimento no transporte ferroviário e na construção dos silos, a companhia vai investir em melhorias nos berços de atracação do terminal, incluindo reforço de cais, dragagem de aprofundamento, incluindo a aquisição de dois shiploaders (equipamentos mecânicos utilizados para carregar mercadorias a granel em navios).

Haverá melhorias no pátio de descarregamento que será composto por quatro linhas ferroviárias, com alimentação de três moegas com capacidade de 1,5 mil toneladas por hora de produtos a granel.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Qual o cenário do milho em Goiás?


Desde agosto de 2024, o preço do milho segue em trajetória de valorização, atingindo, na segunda quinzena de fevereiro, patamares superiores a R$ 80,00 por saca, o maior valor dos últimos 22 meses. Segundo o Agro em Dados de março, da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Goiás, a alta se deve à menor oferta do grão no curto prazo, ao aumento da demanda interna e às preocupações com a janela da safrinha.

Para os próximos meses, as condições climáticas serão determinantes para o sucesso da safra, especialmente entre abril e maio, período crítico para o desenvolvimento do cereal.

As exportações brasileiras de milho em janeiro caíram 26,3%, reflexo do aumento da demanda doméstica e da redução nas compras pela China (-87,6%) e pelo Vietnã (-27,7%), quando comparadas ao mesmo período de 2024.

Apesar desse cenário, Goiás se destacou como o segundo maior estado exportador do país, registrando crescimento de 127,9% no volume embarcado em relação a janeiro de 2024. O aumento se deve principalmente ao avanço das compras pelo Vietnã (+85,1%) e pelo Irã, que ampliou suas aquisições em quase seis vezes. Além disso, Bangladesh, Egito e Iraque importaram milho goiano pela primeira vez em janeiro, já que, em 2024, suas compras ocorreram apenas no segundo semestre.

No cenário global, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) revisou para baixo a estimativa de produção de milho. Houve redução de 1 milhão de toneladas na safra da Argentina, impactada por condições climáticas adversas. Para o Brasil, a projeção também caiu 1 milhão de toneladas, totalizando 126 milhões de toneladas, e a previsão de exportação recuou na mesma proporção, para 46 milhões de toneladas. A produção e os estoques mundiais foram ajustados para baixo em 1,8 milhão e 3 milhões de toneladas, respectivamente, em relação à estimativa anterior.





Source link

News

Apesar de leve retração, agronegócio respondeu por 22,5% da economia baiana em 2024



O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio baiano, totalizou R$ 108,8 bilhões em 2024 e fechou o ano com uma pequena retração no valor real (valor nominal, descontada a variação de preços) de 0,4%, com participação de 22,5% na economia baiana.

Os dados foram divulgados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), que no último trimestre de 2024, verificou uma retração de 0,7%.

De acordo com a SEI, a redução no volume do PIB do agronegócio baiano em 2024 é explicada, basicamente, por uma queda na safra de grãos no estado, que encolheu 7,3%, devido a problemas climáticos, causados pelo fenômeno ‘el niño’.

O milho e a soja, culturas que têm peso significativo no agro estadual, enfrentaram redução de colheita de 24,7% e 3,1%, respectivamente.

Por outro lado, segundo a SEI, os preços dos produtos agropecuários experimentaram uma elevação muito forte no ano passado, pressionando para cima o valor nominal do agronegócio estadual, fato que elevou a participação do agronegócio no PIB.

Quando comparada a participação do agronegócio na economia baiana em 2024 contra 2023, observa-se que houve elevação de 21,1% para 22,5%, revertendo uma trajetória de queda que vinha desde 2021.

Essa elevação de participação foi decorrente do substancial aumento nos preços dos principais produtos agropecuários do estado, a exemplo da laranja, café, cacau e boi gordo.

Ou seja, apesar da variação negativa no volume real do segmento, o PIB do agronegócio a preço corrente obteve incremento, elevando a participação no PIB estadual.

Análises dos agregados

Segundo a SEI, a estimativa do PIB do agronegócio baiano é feita a partir da análise e cálculo de quatro grandes agregados:

  • Agregado I – Insumos para a Agricultura e Pecuária;
  • Agregado II – Agropecuária;
  • Agregado III – Indústrias de base agrícola (consomem produtos do agregado II);
  • Agregado IV – Transporte, comércio e serviços referentes à distribuição final dos produtos dos agregados II e III.

No acumulado do ano, os insumos para agropecuária (Agregado I) participaram com 1,5% para formação do PIB estadual, a menor contribuição. O agregado II, que corresponde exatamente à produção agropecuária, respondeu por 8,5% da atividade econômica da Bahia.

A agroindústria (Agregado III) foi responsável por 2,5% da economia baiana, enquanto que os serviços correlacionados com o agronegócio (Agregado IV) tiveram participação de 9,9%.


Siga o Canal Rural Bahia no Instagram! Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Clique aqui e envie uma mensagem para o nosso WhatsApp!





Source link

News

Soja enfrenta volatilidade com clima adverso; confira os dados de mercado



O mercado de soja no Brasil teve a última semana marcada por alta volatilidade, influenciado por fatores climáticos, câmbio e exportações internacionais. Segundo a plataforma Grão Direto, o clima foi um dos principais pontos de atenção, com a produção no Sul do país, especialmente no Rio Grande do Sul, sendo afetada por chuvas irregulares que atrasaram a colheita.

  • Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱

No Centro-Oeste, no entanto, as condições climáticas foram mais favoráveis, permitindo um ritmo de colheita mais ágil. Essa disparidade entre as regiões brasileiras impactou diretamente o andamento da produção e a movimentação do mercado.

O câmbio também teve um papel importante, com o dólar atingindo a mínima do ano e reagindo a decisões econômicas nos Estados Unidos e no Brasil. No final da semana, o dólar estava cotado a R$5,72, apresentando uma leve queda de 0,35%. Essa oscilação cambial refletiu-se nos preços internos da soja, que registraram uma leve queda.

O contrato de soja para maio de 2025, por exemplo, fechou a U$10,10 por bushel, representando uma perda de 0,69%, e o contrato para março de 2026 caiu 1,25%, alcançando U$10,23 por bushel.

Do lado das exportações, os Estados Unidos enfrentaram uma queda de 53% em relação à semana anterior, com a China continuando a ser o maior destino da soja americana. Essa diminuição nas exportações norte-americanas tem favorecido a soja brasileira, que, com uma safra recorde, tem ganhado competitividade no mercado global.

A disputa comercial envolvendo os EUA e outros países também tem sido um fator relevante, e o Brasil tem se beneficiado disso, com a China como principal importadora, seguida pela Tailândia e Espanha.

Exportações de soja

Em relação às exportações brasileiras, o ritmo segue aquecido, embora ainda esteja 26% abaixo do acumulado de janeiro e fevereiro de 2024. No entanto, as exportações diárias aumentaram 35,7% em comparação com o ano passado, o que indica que o país pode alcançar cerca de 17 milhões de toneladas exportadas até o final de março.

O mercado também está atento à safra dos Estados Unidos, com o USDA (Departamento de Agricultura dos EUA) já apresentando as primeiras projeções para 2025/26. A expectativa é de que a área destinada ao milho seja maior do que a de soja, o que contrariou algumas previsões do mercado.

A divulgação das perspectivas de plantio no final deste mês pode influenciar as cotações da soja em Chicago, um dos maiores centros de negociação da commodity. O mercado continuará de olho no desenvolvimento da safra americana, que pode gerar novos impactos no cenário global.

Câmbio

Além disso, o câmbio continua pressionado, refletindo as incertezas econômicas globais. A leve queda do dólar, combinada com as decisões sobre taxas de juros no Brasil e nos EUA, aumentou a cautela nos mercados financeiros. A guerra comercial também segue impactando a inflação nos EUA e afetando os custos de produção, com uma possível transferência desses custos para os consumidores.

Tarifas

Além disso, a incerteza gerada pelas tarifas e as ameaças de uma desaceleração econômica nos Estados Unidos estão aumentando a aversão ao risco, o que tende a reforçar a busca por ativos mais seguros, como o dólar.

Diante desse cenário, a próxima semana deve ser marcada por mais incertezas no mercado de soja, especialmente nas cotações de Chicago. A guerra comercial e as questões econômicas globais continuarão sendo monitoradas de perto, podendo gerar novas surpresas e oportunidades para o produtor brasileiro, que deverá seguir atento aos desdobramentos do mercado.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Trigo está em um momento decisivo



As condições climáticas nos Estados Unidos ainda não são ideais



As condições climáticas nos Estados Unidos ainda não são ideais
As condições climáticas nos Estados Unidos ainda não são ideais – Foto: Canva

A TF Agroeconômica destaca que o mercado de trigo está em um momento decisivo, com diversos fatores influenciando os preços no curto, médio e longo prazo. A proximidade do prazo para a imposição de tarifas por Donald Trump sobre importações mexicanas pode alterar significativamente o comércio global e fortalecer o dólar, impactando diretamente o trigo

Além disso, as condições climáticas nos Estados Unidos ainda não são ideais, com níveis de seca superiores aos do ano passado, e as exportações russas caíram 50% em relação à média histórica. Apesar disso, os fundos especulativos mantêm posições baixistas, o que pode reverter rapidamente caso o cenário se modifique.

Diante desse contexto, a recomendação para os moinhos é aproveitar os preços atuais e garantir contratos de compra por meio de operações de CALL na Bolsa de Chicago. O objetivo é reduzir os custos da matéria-prima no Brasil, que já iniciou uma trajetória de alta e deve continuar subindo nos próximos quatro meses. Esse movimento é impulsionado tanto pelos fatores externos quanto pela dinâmica interna do mercado, onde a demanda permanece firme.

Já para agricultores, cerealistas e cooperativas, a orientação é aguardar a valorização do trigo, mas sempre considerando os custos de armazenagem e financeiros da manutenção do estoque. A análise da TF Agroeconômica indica que os preços da safra 2024/25 pagos aos produtores refletem os valores atuais apenas ajustados pelos custos de carregamento. Dessa forma, para justificar a retenção do trigo, é essencial que as vendas futuras sejam realizadas acima desses níveis projetados.

 





Source link

News

Com o objetivo de abrir mercado da carne, delegação do Brasil se reúne com importadores do Japão



Nesta segunda-feira (24), a delegação do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) participou de uma reunião com a Japan Meat Trade Association, em Tóquio. O encontro faz parte da agenda oficial da missão presidencial ao Japão e teve como objetivo principal discutir a parceria comercial entre os dois países e os avanços necessários para a possível abertura do mercado japonês à carne bovina brasileira.

A reunião teve como pauta, ainda, o possível reconhecimento da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) de que o Brasil é livre de febre aftosa sem vacinação.

A Japan Meat Trade Association representa todos os importadores japoneses de proteínas. O encontro foi sede do Banco do Brasil no Japão e contou com a participação do secretário de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Luis Rua, da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) e de mais de 20 associados.

“Sobre a abertura do mercado japonês para a carne bovina brasileira, já temos avanços previstos a partir desta viagem. Esperamos que as autoridades japonesas anunciem a visita de técnicos especializados ao Brasil para conhecer nosso sistema produtivo, incluindo frigoríficos e medidas sanitárias”, afirmou o ministro da Agricultura Carlos Fávaro.

Fávaro também comentou o possível reconhecimento da Organização Mundial de Saúde Animal de que o Brasil é livre de febre aftosa sem vacinação. “Esse reconhecimento deve ocorrer em maio e, com a visita dos especialistas japoneses, estaremos dando um passo decisivo para a abertura do mercado japonês à carne bovina brasileira”, concluiu.

O secretário Luis Rua também destacou a importância da reunião para consolidar o Brasil como um dos principais fornecedores globais de proteínas. “O importante é fazermos do Brasil um importante player no mercado mundial de proteínas. O mercado japonês é um mercado de alto valor agregado, e o Brasil tem trabalhado para que possamos conseguir, em um breve espaço de tempo, acesso a esse importante mercado”, destacou Rua.

Agenda no Japão

Na terça-feira (25), o ministro Carlos Fávaro, juntamente com a comitiva do Mapa, irá se reunir com o ministro da Agricultura, Silvicultura e Pesca do Japão, Taku Etō, para tratar das boas perspectivas de avanço nas questões sanitárias e técnicas, com o pedido de uma visita dos técnicos japoneses ao Brasil para avaliar o sistema sanitário brasileiro.

Durante a viagem, estão previstos encontros com empresários dos setores de alimentos, agronegócio, aeroespacial, bebidas, energia, logística, siderurgia, entre outros. Além disso, devem ser assinados acordos em diversas áreas, tanto no setor público quanto no privado, abrangendo ciência e tecnologia, combustíveis sustentáveis, educação, pesca e recuperação de pastagens, fortalecendo ainda mais a cooperação bilateral.

A comitiva é liderada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Soja, milho e trigo iniciam semana em queda


De acordo com a TF Agroeconômica, os mercados agrícolas abriram a semana sob pressão, com quedas para soja, milho e trigo na Bolsa de Chicago (CBOT). A soja para maio iniciou o dia cotada a US$ 1007,75 por bushel, recuando 2 pontos, reflexo da entrada da safra brasileira e das incertezas sobre tarifas recíprocas a partir de abril. No Brasil, o preço da soja subiu levemente para R$ 133,38/sc, impulsionado pela quebra da safra gaúcha, que preocupa a indústria local quanto ao abastecimento. No Paraguai, o valor FAS em Assunção foi de US$ 361,04.  

“No Brasil, o preço está levemente maior, devido à forte quebra da safra gaúcha, onde estão localizadas importantes indústrias, que se preocupam com o seu abastecimento”, comenta.

O milho também abriu em baixa, com o contrato de maio em Chicago caindo para US$ 461,00 por bushel (-3,25 pontos), mantendo a tendência de realização de lucros da última sexta-feira. A guerra tarifária nos EUA impacta as exportações para o México e o etanol de milho para o Canadá, gerando incertezas. No Brasil, o milho na B3 caiu 0,90%, para R$ 79,61/sc, enquanto no indicador CEPEA teve leve alta diária de 0,07%, chegando a R$ 90,14/sc. O avanço da safrinha e o início da colheita da primeira safra mantêm o mercado doméstico tranquilo, com compradores pressionando os preços.  

“No Brasil, o bom andamento da Safrinha e a entrada da primeira safra transmitem tranquilidade aos compradores,  que pressionam os preços locais”, completa.

O trigo seguiu a mesma tendência, com o contrato de maio em Chicago recuando 6,75 pontos, para US$ 551,50 por bushel, após lucros da alta na última sexta-feira. A recente valorização foi impulsionada pelos conflitos no Mar Negro e pelos impactos de tufões na Ásia. No Brasil, a escassez do cereal eleva os preços, com o CEPEA apontando alta de 0,35% no Paraná (R$ 1.531,87/t) e de 0,60% no Rio Grande do Sul (R$ 1.431,94/t). A importação de trigo paraguaio também segue em alta, com cotações variando entre US$ 240 e US$ 290.

“No Brasil, a escassez de trigo está elevando sistematicamente os preços nos dois principais estados produtores e a importação de trigo paraguaio”, conclui.

 





Source link

News

Governo limita gastos dos ministérios em R$ 128 bilhões



Com o objetivo de garantir o cumprimento da meta de resultado primário e o limite de despesas primárias de que trata a Lei Complementar nº 200/2023, o governo editou um decreto (Nº 12.416) para dispor sobre a execução orçamentária dos órgãos, dos fundos e das entidades do Poder Executivo federal até a edição do Decreto de Programação Orçamentária e Financeira (DPOF).

Isso significa que os ministérios e órgãos poderão empenhar, até novembro, somente o limite de um dezoito avos (1/18) por mês. Tal medida representa uma restrição na ordem de R$ 69,5 bilhões até novembro e de R$ 128,4 bilhões até maio.

O decreto alcança a execução provisória do Projeto de Lei Orçamentária PLOA 2025 e o início da execução da Lei Orçamentária (LOA) 2025. Em seu anexo, os limites de empenho estão sendo divididos em três períodos: até maio, até novembro e até dezembro.

Segundo o governo, a meta é adequar o ritmo de execução de despesas ao avanço do exercício e ciclo de avaliação e gestão fiscal do orçamento, como preconiza o § 1º do art. 1º da Lei de Responsabilidade Fiscal.

O governo também informou, através Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO), que não será divulgado o Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias, previsto inicialmente para o dia 22 de março.

“Para as despesas correntes discricionárias, em geral, é autorizada a execução de 1/12 dos valores inicialmente previstos. Esse regramento na antevigência da LOA tem resultado, até o momento, em significativo controle dos gastos públicos”, informou o governo em uma publicação no site do MPO.



Source link

News

Ainda dá tempo! Vote no seu Personagem Soja Brasil favorito!



Faltam duas semanas para o encerramento da votação referente ao Prêmio Personagem Soja Brasil. O formulário para a computação dos votos segue aberto até o dia 7 de abril, a fim de escolher os produtores e pesquisadores que tanto contribuem para o desenvolvimento e a sustentabilidade da soja brasileira no cenário global.

  • Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link! 🌱

O objetivo do prêmio Soja Brasil é reconhecer os profissionais que impulsionam o crescimento e o protagonismo do grão no Brasil. E votar é simples: basta acessar este link, preencher seus dados e pronto, sua participação já está garantida.

Conheça os personagens do Soja Brasil:

Alberto Schlatter – Produtor Rural (MS)
Produtor em Chapadão do Sul, Mato Grosso do Sul, Alberto vem de uma família de origem suíça que se estabeleceu no Brasil em 1921. Sua trajetória na agricultura é marcada por tradição e inovação.

Anderson Cavenaghi – Pesquisador (UNIVAG – MT)
Engenheiro agrônomo com doutorado em proteção de plantas (FCA/UNESP – Botucatu-SP), Anderson é especialista em herbicidas e plantas daninhas. Como pesquisador da Univag-MT, ele se dedica a estudos sobre controle de plantas daninhas nas culturas do Cerrado.

Cecilia Czepak – Pesquisadora (UFG – GO)
Professora da Escola de Agronomia da Universidade Federal de Goiás, Cecilia tem 26 anos de experiência no ensino e pesquisa. Seu foco é o manejo integrado de pragas.

Claudia D’Agostini – Produtora Rural (PR)
Produtora em Sabáudia, Paraná, Claudia assumiu, junto com sua irmã, a fazenda da família, dando continuidade ao legado da produção rural iniciado por seu pai.

Julio Cezar Franchini – Pesquisador (Embrapa Soja – PR)
Pesquisador da Embrapa Soja, Julio atua na área de manejo de solos, contribuindo para o aumento da produtividade, qualidade e sustentabilidade da cultura da soja.

Oliverio Alves de Melo – Produtor Rural (MA)
Produtor em Balsas, Maranhão, Oliverio tem formação técnica em agropecuária e administração de empresas. Em 1995, integrou o Programa de Cooperação Nipo-Brasileira para o Desenvolvimento do Cerrado.



Source link

News

EUA aumentam em 90% importação de ovos do Brasil



Diante da escassez de ovos causada pelo surto de gripe aviária, os Estados Unidos aumentaram em 93% a importação de ovos do Brasil em fevereiro. Além disso, o país avalia mudanças nas regras para o uso de ovos de frangos de corte, segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

A crise já levou à alta de 53,6% nos preços dos ovos no atacado em fevereiro, antes de um leve recuo em março nos EUA.

A gripe aviária dizimou 170 milhões de aves desde 2022, impactando o abastecimento e a inflação alimentar do país. Para enfrentar o problema, o governo Trump lançou um plano de US$ 1 bilhão para reduzir os preços, investindo em prevenção e pesquisa de vacinas. Além do Brasil, os Estados Unidos buscam importações da Turquia, Coreia do Sul e Europa.

Enquanto isso, alguns estados suspenderam leis que exigiam ovos de galinhas livres de gaiolas para tentar reduzir os preços. O estado de Nevada já pausou sua legislação, e o Arizona estuda revogar uma regra semelhante.



Source link