segunda-feira, maio 25, 2026

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Como calcular o lucro da produção rural e evitar prejuízos


No mês do consumidor, em que muitos estão de olho nas ofertas deste período, principalmente no setor agrícola, devido à alta nos preços dos alimentos, micro e pequenos produtores rurais precisam ficar atentos para não se deixarem levar pelo apelo comercial e caírem no prejuízo na hora da venda.

A equipe do Porteira Aberta Empreender conversou com Eionyr Barbosa, consultora em gestão financeira do Sebrae Mato Grosso do Sul (MS), para entender erros e acertos na hora de definir preços no setor agropecuário.

Então, bora lá anotar todas as dicas 

Para garantir lucro, é essencial calcular os custos corretamente e definir preços de venda adequados.

“Ter registros de todos os gastos para calcular o custo de produção. Quando o produtor tem o custo de produção, ele pode negociar com maior segurança, sabendo o desconto que pode conceder ao cliente para não ter prejuízo. O produtor precisa fazer as contas para saber o custo de produção e a margem de lucro”, explica Barbosa. 

Como saber se a produção dá lucro? 

Segundo Eionyr, a conta é simples: some todas as vendas do mês (receita total) e subtraia os custos de produção. Se o resultado for positivo, há lucro. Caso contrário, é preciso rever os gastos ou ajustar os preços.

“Os custos incluem insumos, adubo, defensivos, mudas ou sementes etc., custos de vendas como embalagens, combustíveis de transporte, alimentação do produtor durante as vendas, manutenção, mão de obra externa, pró-labore, energia, e se possível, calcular a depreciação dos bens. Há ainda despesas como internet, contador, telefone etc.”

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Eionyr Barbosa, consultora em gestão financeira do Sebrae/MS | Foto: Divulgação Sebrae/MS

Como definir o preço correto dos produtos?

“Para calcular o preço de venda de um produto, é preciso levar em conta os custos variáveis e os custos fixos”, afirma a consultora de finanças do Sebrae MS

Confira o passo a passo da explicação:

Arte sobre cálculos Arte sobre cálculos

Na Prática

Para um produtor rural que tem uma plantação de alface, por exemplo, para que possa calcular o preço justo de um pé de alface precisa fazer as seguinte conta: 

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Arte Cálculo Arte Cálculo

Agora, basta somar os custos fixos como aluguel, água, luz, entre outros, aos custos variáveis, e assim, chegará ao valor de um pé de alface. Quer saber mais?

Então, fique ligado aqui no site do Canal Rural/Empreendedorismo, além de saber como calcular os custos fixos, a Eionyr Barbosa, consultora em gestão financeira do Sebrae MS, dará outras dicas de como evitar erros na hora de precificar seus produtos. 



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AgroNewsPolítica & Agro

Previsão de clima ameno anima produtores de hortaliças



Estresse hídrico afeta cultivos de alface e rúcula




Foto: Seane Lennon

A produção de folhosas no Rio Grande do Sul tem sido afetada pelas variações climáticas. Segundo o Informativo Conjuntural divulgado na quinta-feira (20) pela Emater/RS-Ascar, enquanto algumas regiões registram desenvolvimento favorável, outras enfrentam desafios com altas temperaturas e déficit hídrico.

Na região administrativa de Soledade, as temperaturas mais amenas favoreceram o crescimento da alface. No entanto, o tempo seco exigiu maior controle de tripes, praga que se proliferou devido às condições climáticas.

Em Passo Fundo, o cenário é diferente. O calor intenso e as chuvas irregulares prejudicaram o desenvolvimento de alface, rúcula, radiche, agrião e couve-folha. A falta de umidade tem comprometido o crescimento dessas culturas.

Na região de Santa Rosa, o estresse hídrico continua afetando os cultivos de folhosas. Em sistemas hidropônicos, a elevação da temperatura da solução nutritiva exigiu a adição de gelo para proteger as raízes. Embora haja disponibilidade de água, o calor excessivo e a forte radiação solar provocaram o murchamento das plantas. Com a previsão de temperaturas mais amenas, produtores planejam retomar o plantio para garantir a oferta dessas hortaliças no próximo mês.





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para conter inflação, Selic deve continuar em alta no Brasil


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o tom hawkish da Ata do Copom, reforçando o compromisso com a inflação e indicando que a alta da Selic pode continuar.

O Ibovespa subiu 0,57%, enquanto o dólar caiu, acompanhando o recuo da moeda americana no exterior. No radar, seguem as incertezas sobre tarifas nos EUA e negociações para um cessar-fogo na Europa Oriental. Hoje, o foco é o déficit em conta corrente no Brasil, projetado em US$ 9 bilhões.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Memórias do Brasil Rural mostra a transformação do país no celeiro do mundo, diz Alckmin



Durante o lançamento do projeto multiplataforma Memórias do Brasil Rural, o presidente em exercício e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, ressaltou a importância da iniciativa e destacou que o projeto espelha a trajetória do país.

“Quando a gente retrata a história do Brasil rural, estamos falando da história do nosso país, de todas as dificuldades, superações e conquistas que transformaram o Brasil nesse celeiro do mundo”, declarou Alckmin.

“O Brasil é hoje um dos grandes produtores do mundo, um grande exportador de proteína animal e vegetal. Temos uma agricultura das mais competitivas do mundo, na vanguarda da ciência e da tecnologia”, completou.

Alckmin falou sobre a importância do agronegócio para o desenvolvimento nacional. “A primeira indústria brasileira, da cana-de-açúcar, nasceu do agro. O agro sempre esteve na vanguarda de todos os avanços do nosso país”, afirmou.

O lançamento do projeto foi na noite desta terça-feira (25), na sede da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em Brasília. A cerimônia foi prestigiada por personalidades históricas do setor. Estiveram presentes Eliseu Alves, fundador da Embrapa; Gabriel Garcia Cid, presidente da ABCZ; e Elizabeth Obino Cirne Lima, subsecretária do Parque de Exposições Assis Brasil, que representou o ex-ministro da Agricultura e fundador da Embrapa Cirne Lima.

Também estiveram no lançamento os presidentes dos parceiros do projeto: Julio Cargnino, do Canal Rural, e João Martins, da CNA, enquanto a presidente da Embrapa,Silvia Massruhá participou enviando um video, sendo representada pelo diretor de Governança e Informação da entidade, Alderi Emídio de Araújo. O evento contou ainda com a presença da senadora Tereza Cristina (PP-MS).

Memórias do Brasil Rural

O Memórias do Brasil Rural é fruto de uma parceria entre a CNA, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e o Canal Rural, com apoio da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ).

A iniciativa tem o objetivo de digitalizar e recuperar conteúdos históricos do acervo do Canal Rural e de entidades parceiras, criando o primeiro acervo audiovisual integrado do agronegócio brasileiro, com registros históricos, depoimentos de personalidades e materiais de famílias de produtores rurais. A série pretende mostrar a construção do agronegócio no Brasil.

O primeiro episódio do Memórias do Brasil Rural será veiculado hoje (26), às 18h, no Canal Rural.



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São Paulo registra alta na cotação das fêmeas



Exportações de carne bovina in natura seguem em alta




Foto: Canva

De acordo com dados do informativo “Tem Boi na Linha”, a cotação das fêmeas registrou alta em São Paulo devido à redução da oferta e escalas de abate mais curtas, que, em média, estão em sete dias úteis. Com isso, os preços subiram R$ 2,00 por arroba, enquanto o boi gordo manteve estabilidade.

No oeste do Maranhão, a escassez de oferta também pressionou as cotações para cima, com todas as categorias registrando valorização de R$ 2,00 por arroba. A escala de abate, em média, foi reduzida para cinco dias.

No Espírito Santo, a retenção da boiada por parte dos vendedores, que aguardam preços mais altos, contribuiu para a elevação da arroba do boi gordo em R$ 2,00. No sudeste de Rondônia, as escalas de abate encurtaram para cerca de sete dias.

No mercado externo, as exportações de carne bovina in natura seguem em alta. Até a terceira semana de março, foram embarcadas 163,3 mil toneladas, com média diária de 12,6 mil toneladas, um crescimento de 51,1% em relação ao mesmo período de 2024. O preço médio da tonelada subiu 7,8% na comparação anual.





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Expansão do biodiesel impulsiona setor de soja



Um desafio apontado pelo estudo é a infraestrutura logística



Um desafio apontado pelo estudo é a infraestrutura logística
Um desafio apontado pelo estudo é a infraestrutura logística – Foto: Divulgação

O Rabobank, por meio da analista setorial de grãos e oleaginosas Marcela Marini, destacou em seu relatório a crescente participação do biodiesel na matriz energética brasileira e seus impactos no setor de soja. Desde 2008, a mistura de biodiesel no diesel aumentou de 2% para 14% em 2024, impulsionando a produção local. Com a legislação sancionada em outubro de 2024, que prevê um aumento anual de 1% na mistura até atingir 20% em 2030, a necessidade de esmagamento adicional de soja se torna evidente para suprir a demanda por óleo vegetal.  

Esse crescimento na capacidade de esmagamento será sustentado pela maior demanda por óleo de soja, mas trará desafios ao mercado de farelo de soja. Com o aumento da oferta, os preços do farelo devem sofrer pressão de queda, tornando essencial a atração de compradores exportadores. Ainda assim, o óleo de soja deverá ganhar relevância na composição das margens de esmagamento, tornando-se um fator estratégico para o setor.  

A RaboResearch projeta que a produção brasileira de soja pode alcançar 185 milhões de toneladas métricas até 2030, garantindo suprimentos suficientes para atender à demanda interna crescente. Além disso, fatores externos, como a possível redução das importações chinesas e as restrições impostas pela Regulamentação Europeia de Desmatamento (EUDR), podem limitar o crescimento das exportações do complexo de soja, aumentando a importância do mercado doméstico.  

Outro desafio apontado pelo estudo é a infraestrutura logística, cuja falta de investimentos pode restringir a capacidade de escoamento para exportação. Diante desse cenário, a demanda interna mais forte ajudaria a equilibrar o setor. Para viabilizar essa expansão, será essencial a continuidade das políticas governamentais de incentivo e o engajamento do setor privado, reduzindo os riscos para investimentos adicionais na capacidade de esmagamento.

 





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Fundecitrus participa de curso de habilitação de técnicos para a emissão de Certificado Fitossanitário (CFO/CFOC)


O Fundecitrus participou, na última semana, da 65ª edição do Curso de Habilitação de Responsáveis Técnicos para Emissão de Certificado Fitossanitário de Origem (CFO) e Certificado Fitossanitário de Origem Consolidado (CFOC), em Campinas (SP).

O treinamento foi promovido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), em conjunto com a Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (SAA), e com o Instituto Biológico (IB). O curso, que é direcionado para credenciar engenheiros-agrônomos e florestais, aborda as normas de certificação fitossanitária de origem e de origem consolidada, trânsito de plantas ou de produtos vegetais, legislações sobre o Sistema de Mitigação de Risco (SMR), cancro cítrico e greening, além das pragas de requisito de exportação e normas para atendimento a diretiva europeia. 

A programação do curso contou com diversas palestras que trataram desde orientações gerais sobre as normas de certificação até orientações específicas sobre pragas quarentenárias presentes (PQP’s) e pragas de interesse de países importadores, com foco na cadeia produtiva de citros.

O engenheiro-agrônomo do Fundecitrus Arthur Tomaseto abordou, em sua palestra, a identificação e controle do greening. “Essa troca de conhecimento com os técnicos é muito importante, pois são eles que vão levar a informação aos produtores de citros de forma assertiva e conscientizá-los da gravidade da doença. Conhecê-la bem ajuda a mitigar os riscos e impactos na citricultura”, explica.  

Já a palestra da engenheira-agrônoma do Fundecitrus Jaqueline Della Vechia tratou sobre a gravidade do cancro cítrico, doença que pode gerar grandes prejuízos ao citricultor. “As lesões de cancro cítrico depreciam a qualidade dos frutos para o mercado in natura e restringem a comercialização da produção.  Devido às cargas com frutos contaminados com cancro cítrico enviadas à Europa, o Brasil aumentou a fiscalização. Por isso, é essencial que os profissionais estejam capacitados para identificarem a doença”, afirma. 

O Certificado Fitossanitário de Origem é uma ferramenta utilizada para evitar a entrada de pragas e doenças que possam impactar o meio ambiente e a economia em locais que não registraram suas ocorrências ou que já comprovaram estar livres e com suas disseminações controladas.

Cerca de 40 técnicos participaram do treinamento.





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Embrapa aposta no ovino pantaneiro para impulsionar produção no Centro-Oeste


Com a crescente demanda por carne ovina no Brasil, pesquisadores e produtores voltam seus olhos para uma raça historicamente adaptada ao bioma do Pantanal: o ovino pantaneiro. Originário da região a partir de animais trazidos pelos europeus e moldado por séculos de seleção natural, esse animal tem se destacado como solução promissora para fortalecer a ovinocultura regional de forma sustentável.

Estudos liderados pela Embrapa Pantanal (MS), em parceria com a Embrapa Caprinos e Ovinos (CE), integram o projeto “Estratégias para o desenvolvimento de soluções genéticas para sistemas de produção de carne de ovinos no Brasil”. O foco está no melhoramento genético e no desenvolvimento de sistemas produtivos adaptados à realidade local.

“O ovino pantaneiro já possui alta adaptação, mas queremos garantir que ele tenha desempenho produtivo superior sem perder essas características naturais”, afirma a pesquisadora Adriana Mello.

As pesquisas envolvem a caracterização genética do rebanho, com ênfase na rusticidade, prolificidade e resistência a verminoses. Atualmente, os rebanhos são criados em sistemas extensivos, compartilhando espaço com bovinos e equinos em pastagens nativas — modelo semelhante ao do Semiárido nordestino.

Foto: Adriana Ribeiro/Embrapa

Mesmo com potencial produtivo, a cadeia enfrenta desafios. “Corumbá, que concentra o maior rebanho ovino de Mato Grosso do Sul, não tem abatedouro próprio. Isso dificulta a formação de uma cadeia produtiva organizada”, conta Mello. Para contornar esse problema, o governo estadual criou as Propriedades de Descanso de Ovinos para Abate (PDOA), viabilizando o abate coletivo.

Além disso, a falta de protocolos sanitários padronizados preocupa. Pesquisadores desenvolvem soluções para o controle de doenças tropicais, com alternativas naturais e protocolos regionais. “Muitos produtores aplicam vermífugos sem critérios, o que pode gerar resistência e afetar a produtividade”, alerta a pesquisadora.

O impacto socioeconômico é evidente. Produtores como João Pedro Rocha destacam a rentabilidade da carne ovina. “Ela tem valor de mercado superior à bovina e custo de produção menor. Com incentivos adequados, pode se tornar uma excelente fonte de renda”, diz.

Programas como o Proape Ovinos buscam estruturar a cadeia e facilitar o acesso de pequenos criadores ao mercado. Segundo o gestor da cadeia de ovinocultura do estado, Márcio Henrique Boza, o principal desafio atual é organizar a produção para atender à indústria e ao consumidor.

Foto: Raquel Brunelli/Embrapa

Como é o ovino pantaneiro

O ovino pantaneiro possui características únicas: porte médio, rusticidade, ausência de lã em partes do corpo sujeitas à umidade e precocidade reprodutiva. Os cordeiros, com peso médio de 3 kg ao nascer, chegam a 30–35 kg em cerca de cinco meses, prontos para o abate.

Com metade da carne ovina consumida no Centro-Oeste ainda vinda de fora, a valorização da produção local é estratégica. A carne do ovino pantaneiro, com potencial para nichos gourmet e rastreabilidade, pode fortalecer a presença da ovinocultura nacional no mercado interno e externo.

O futuro da raça depende de apoio técnico, políticas públicas e organização da cadeia. Com base científica e tradição histórica, o ovino pantaneiro surge como peça-chave para uma pecuária mais sustentável e rentável no coração do Brasil.



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AgroNewsPolítica & Agro

Workshop Colheita Produtiva reúne 70 pessoas em Monte Azul Paulista (SP)



O Fundecitrus realizou, nesta quinta-feira (13), o Workshop Colheita Produtiva


Foto: Fundecitrus

O Fundecitrus realizou, nesta quinta-feira (13), o Workshop Colheita Produtiva no auditório da Uniceres, em Monte Azul Paulista (SP). Cerca de 70 pessoas participaram do evento, entre engenheiros-agrônomos, citricultores, técnicos do setor e gestores de equipes de colheita.

O workshop abordou importantes mecanismos de produtividade da colheita, visando otimizar a prática no campo, e perspectivas para o uso de plataformas e máquinas e atualização do manejo de greening. “A boa gestão de equipes de colheita é fundamental para que os resultados desse trabalho tenham um incremento de produção, promovendo eficiência, qualidade e inovação dentro do pomar”, diz a especialista em processos no projeto Colhe+, Marcella Freitas. O encontro também levou atualizações sobre o manejo do greening e do psilídeo na região. “Esse encontro foi muito importante para reforçar as estratégias de manejo preconizadas pelo Fundecitrus na batalha contra o greening. A atualização constante é necessária para que as ações sejam coordenadas e realizadas de forma eficaz pelos produtores”, explica o engenheiro-agrônomo do Fundecitrus Olavo Bianchi.

O Colhe+ é um projeto idealizado pelo Fundecitrus, em parceria com a empresa Move Agro, que busca promover o desenvolvimento da colheita de citros por meio da melhoria do processo de colheita manual e da busca de soluções mecanizadas e semimecanizadas para a citricultura.





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AgroNewsPolítica & Agro

Eficácia de inseticidas para o controle do psilídeo é tema do Fundecitrus Podcast



55º episódio do Fundecitrus Podcast


Foto: Fundecitrus

 

O 55º episódio do Fundecitrus Podcast discute o estudo que analisou a eficácia de inseticidas em populações de psilídeo provenientes de diferentes regiões do estado de São Paulo. O trabalho serviu como base para o desenvolvimento de uma importante plataforma do Fundecitrus, o Avalia Psilídeo, que contribui para o manejo do inseto nos pomares. A conversa é com o pesquisador do Fundecitrus Marcelo Miranda e com o autor do estudo, o engenheiro-agrônomo da instituição e ex-aluno do MasterCitrus — Programa de Mestrado Profissional em Fitossanidade dos Citros —, Olavo Bianchi.





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