segunda-feira, maio 25, 2026

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Portos do Arco Norte lideram exportação de soja e milho



A necessidade de investimentos em infraestrutura segue como prioridade



A necessidade de investimentos em infraestrutura segue como prioridade
A necessidade de investimentos em infraestrutura segue como prioridade – Foto: Divulgação

Os portos privados do Arco Norte movimentaram 52,3 milhões de toneladas de soja e milho para exportação em 2024, segundo o Anuário Estatístico da ANTAQ. O volume representou 47,4% das exportações nacionais de milho, com 18,4 milhões de toneladas, e 35,3% das exportações de soja, totalizando 34,4 milhões de toneladas. O desempenho superou corredores tradicionais como Santos, que escoou 16,7 milhões de toneladas de milho (42% do total) e 27,9 milhões de toneladas de soja (28,3%).  

Mesmo com os desafios da seca extrema em 2024, os portos da região mantiveram operações eficientes, impulsionadas por investimentos contínuos em infraestrutura e medidas para garantir a competitividade. A modernização e a ampliação da capacidade de escoamento foram fatores determinantes para a superação das dificuldades climáticas.  

A necessidade de investimentos em infraestrutura segue como prioridade para minimizar os impactos das secas prolongadas. A dragagem de pontos críticos do Rio Tapajós, planejada pelo DNIT, é uma das ações consideradas essenciais para garantir a navegabilidade e evitar interrupções no transporte de cargas. Medidas como essa são vistas como fundamentais para o desenvolvimento sustentável do setor e da economia regional.  

Com uma capacidade atual de 52 milhões de toneladas, o setor já projeta um crescimento significativo. Investimentos em andamento devem dobrar essa capacidade nos próximos cinco anos, permitindo o embarque de até 100 milhões de toneladas de grãos. O cenário indica um futuro promissor para os portos do Arco Norte, que seguem se consolidando como peça-chave na logística de exportação brasileira.

 





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colheita provoca alta do preço de fretes em MT, diz Conab



A colheita da soja em Mato Grosso tem provocado alta no preço do frete no estado, diz o Boletim Logístico da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado nesta segunda-feira (31).

Segundo a estatal, a alta de preços ocorreu especialmente nas regiões nas quais a colheita se intensificou primeiro, “com destaque para o médio-norte”, diz, no boletim.

Assim, ao longo de fevereiro ocorreu avanço das cotações de frete no estado “de forma mais generalizada”.

Em Sorriso, por exemplo, o frete de soja para Santos (SP) subiu 7% em fevereiro, para R$ 490 a tonelada. Para Paranaguá (PR), a alta foi de 8%, a R$ 460 a tonelada. A alta mais expressiva no mês, no estado, ocorreu em Querência, onde o valor da tonelada transportada para Santos subiu 11%; para Araguari (MG), 25%; para Colinas (TO), 21% e para São Luís (MA), 20%.

A Conab observa ainda que, na atual safra, referente ao ciclo 2024/25, diversos fatores têm contribuído para a alta do transporte de grãos. Primeiramente, a safra recorde de soja, superior a 46 milhões de toneladas em Mato Grosso, ou 7 milhões a mais ante 2023/24, é um fator de alta.

Em segundo lugar, a Conab cita a concentração da colheita em um curto intervalo de tempo. “A produção já havia sido majoritariamente implantada em uma curta janela, com cerca de 90% realizados em apenas cinco semanas”, justifica, e acrescenta que o fato de ter chovido muito em janeiro, o que postergou os trabalhos de campo, “contribuiu para um represamento ainda maior da soja a ser colhida”.

Com a redução das chuvas, houve, “de repente”, diz a Conab, uma enorme quantidade de soja a ser transportada.

“Adicionalmente, o referido atraso fez com que tenha ocorrido coincidência no período da colheita com outros estados, que passaram a concorrer pela oferta de caminhões”, comenta a estatal, citando, por exemplo, Tocantins, Goiás e Bahia.

“Em uma safra sem intercorrências, isso não aconteceria”, assinala. Por fim, a Conab comenta que os preços altos do milho têm pressionado a urgência para o escoamento da soja, “sendo certo que Mato Grosso deverá produzir uma grande safra de milho a ser injetada no mercado em meados de 2025”, acrescenta. “Ou seja, serão poucos meses para liberação de espaço e de corredores para mais uma grande safra estadual, o que eleva a necessidade de se escoar a produção colhida o mais rapidamente possível.”

Ainda sobre a pressão nos fretes, a estatal diz que Mato Grosso já se encaminha para o fim da colheita de soja.

“No entanto, há muito produto armazenado, em razão da produção recorde, que deverá movimentar os corredores nos próximos meses, mantendo o suporte às cotações de fretes rodoviários, porém de forma mais consistente e continuada, sendo provável que em patamar um pouco inferior ao registrado na safra



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confira como fecharam os preços da saca hoje



O mercado brasileiro de milho iniciou a semana com preços fracos, oscilando entre estabilidade e baixa em diversas praças.

Segundo o consultor da Safras & Mercado Paulo Molinari, há sinais regionais de acomodação nas cotações, com leve aumento na oferta em algumas regiões produtoras.

Confira as cotações da saca de milho hoje

  • Porto de Santos (SP): R$ 77 a R$ 85 (CIF)
  • Porto de Paranaguá (PR): R$ 76 a R$ 85 (CIF)
  • Cascavel (PR): R$ 76 a R$ 80
  • Mogiana (SP): R$ 88 a R$ 90
  • Campinas (SP): R$ 90 a R$ 92 (CIF)
  • Erechim (RS): R$ 76 a R$ 800
  • Uberlândia (MG): R$ 80a R$ 83
  • Rio Verde/GO (CIF): R$ 80,00 a R$ 82,00
  • Rondonópolis/MT: R$ 80,00 a R$ 83,00

Milho em Chicago fecha com cenário misto

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos futuros de milho encerraram a sessão desta segunda-feira com comportamento misto. O mercado repercutiu os relatórios do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgados no dia, que apresentaram as intenções de plantio para 2025 e os estoques trimestrais em 1º de março.

Segundo o USDA, os Estados Unidos devem cultivar 95,326 milhões de acres de milho na safra 2025, um aumento de 5% em relação aos 90,594 milhões de acres da temporada anterior. A projeção superou as expectativas do mercado, que estimava entre 94,165 e 94,361 milhões de acres.

Em relação aos estoques trimestrais, o volume foi de 8,150 bilhões de bushels, 2% abaixo do registrado no mesmo período de 2024 (8,352 bilhões). Desses, 4,5 bilhões estão armazenados com produtores — uma queda de 11% — e 3,650 bilhões fora das fazendas, o que representa um aumento de 12%.

As inspeções de exportação norte-americana de milho somaram 1.614.406 toneladas na semana encerrada em 27 de março, acima das 1.538.042 toneladas da semana anterior. No acumulado do ano-safra, iniciado em 1º de setembro, as inspeções totalizam 33.957.191 toneladas, contra 25.917.446 no mesmo período do ciclo anterior.

Na sessão, os contratos com entrega em maio de 2025 subiram 4,00 centavos (0,88%), encerrando a US$ 4,57 1/4 por bushel. Já os contratos com entrega em julho de 2025 fecharam com alta de 3,25 centavos (0,70%), cotados a US$ 4,63 1/4 por bushel. As demais posições fecharam em queda.

O cenário ainda reflete o avanço do petróleo em Nova York, contraposto à valorização do dólar frente a outras moedas, o que contribuiu para a volatilidade no mercado internacional de milho.



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Colheita de milho avança, mas demanda retraída pressiona preços



As negociações envolvendo milho seguem de forma pontual e regionalizada




Foto: Divulgação

As negociações envolvendo milho seguem de forma pontual e regionalizada, de acordo com o mais recente boletim informativo do Cepea. Com os produtores focados nas atividades de campo, a colheita da safra de verão avança na maioria das regiões produtoras, enquanto a semeadura da segunda safra se aproxima da fase final. Esse cenário tem impactado o ritmo das comercializações, reduzindo a liquidez no mercado.

Do lado da demanda, compradores se mostram abastecidos e, por isso, evitam novas aquisições em grandes volumes no mercado spot. Muitos consumidores têm optado por compras pontuais, à medida que suas necessidades surgem, o que tem limitado a movimentação dos negócios. Essa retração na demanda já reflete na formação de preços em algumas praças, como Campinas (SP), onde os valores apresentam certa pressão baixista.

Apesar dessa tendência pontual de queda, o Cepea destaca que os preços do milho ainda estão em patamares elevados e, em termos nominais, seguem acima dos registrados no mesmo período de 2023. A sustentação das cotações ocorre devido à influência de fatores externos, como a demanda internacional e os custos logísticos, que continuam impactando o mercado brasileiro.

Para as próximas semanas, a atenção do setor se volta para o andamento da colheita e os possíveis impactos no abastecimento interno. Além disso, o comportamento dos compradores e a influência do mercado externo podem determinar a direção dos preços no curto prazo.


 





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cenário é de alta no curto prazo; veja preços da arroba hoje



O mercado físico do boi gordo voltou a se deparar com negócios acima da referência média nesta segunda-feira (31).

De acordo com a consultoria Safras & Mercado, o cenário ainda sugere pela continuidade do movimento de alta no curto prazo. A análise leva em conta o atual posicionamento das escalas de abate, somado à boa demanda prevista para a primeira quinzena de abril.

Dessa forma, o mais provável é que os frigoríficos ainda atuem de maneira contundente na compra de gado.

“Vale destacar que a redução das chuvas prevista para a segunda metade do mês tende a ampliar o desgaste das pastagens, enquanto o mercado se aproxima do auge da safra do boi gordo”, diz o analista da Fernando Henrique Iglesias, da Safras & Mercado.

Confira preço médio da arroba de boi gordo no país

  • São Paulo: R$ 319,58
  • Goiás: R$ 310,54
  • Minas Gerais: R$ 301,47
  • Mato Grosso do Sul: R$ 310,23
  • Mato Grosso: R$ 310,61

Atacado

O mercado atacadista se depara com preços firmes para a carne bovina. Conforme Iglesias, a expectativa ainda é de elevação dos preços no curto prazo, em linha com a entrada dos salários na economia, somado ao adicional de consumo relacionado ao Domingo de Páscoa.

As exportações permanecem em alto nível, com expectativa de mais um recorde histórico na atual temporada, afirmou o analista

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 25,50 o quilo. O quarto dianteiro ainda é cotado a R$ 18,50 por quilo. A ponta de agulha ainda é precificada a R$ 17,50 o quilo.



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Como ficaram os preços da soja em dia do relatório do USDA?



O mercado brasileiro de soja teve dois momentos distintos nesta segunda-feira (31). Segundo a consultoria Safras & Mercado, antes dos relatórios do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a Bolsa de Chicago operava em alta, e os preços no físico estavam relativamente bons. Poucos negócios foram observados.

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Após a divulgação, o mercado caiu enquanto os prêmios permaneceram praticamente inalterados, resultando em uma queda acentuada nos preços físicos. Com isso, o mercado ficou lento e sem negócios.

Preços da soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 130,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 131,00
  • Porto de Rio Grande (RS): caiu de R$ 134,00 para R$ 133,00
  • Cascavel (PR): caiu de R$ 127,00 para R$ 125,00
  • Porto de Paranaguá (PR): caiu de R$ 134,00 para R$ 132,00
  • Rondonópolis (MT): caiu de R$ 116,00 para R$ 115,00
  • Dourados (MS): caiu de R$ 119,00 para R$ 118,50
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 115,00 para R$ 113,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira em baixa. Ao indicar estoques trimestrais acima do esperado e uma área a ser plantada nos Estados Unidos muito próxima ao estimado, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) adicionou pressão aos contratos.

EUA

As incertezas quanto ao rumo da política tarifária do governo Trump segue sendo motivo de preocupação. A aversão ao risco também pesa. As tarifas recíprocas devem entrar em vigor a partir de 2 de abril e os agentes temem pelas retaliações, que deverão atingir os produtos agrícolas norte-americanos.

A área plantada com soja nos Estados Unidos em 2025 deverá totalizar 83,495 milhões de acres. Se confirmada, a área ficará 4% abaixo do total cultivado no ano passado, de 87,05 milhões de acres.

O número ficou abaixo da expectativa do mercado, que era de 83,76 milhões de acres. O número também veio abaixo da área indicada no Fórum Anual do USDA, divulgado em fevereiro, que era de 84 milhões de acres. Na comparação com o ano passado, a área diminuiu ou ficou inalterado em 23 dos 29 estados produtores.

Os estoques trimestrais de soja em grão dos Estados Unidos, na posição primeiro de de março, totalizaram 1,91 bilhão de bushels. O volume estocado subiu 4% na comparação com igual período de 2023.

O número ficou acima da expectativa do mercado, de 1,895 bilhão de bushels. Do total, 877 milhões de bushels estão armazenados com os produtores, com baixa de 6% sobre o ano anterior. Os estoques fora das fazendas somam 1,03 bilhão de bushels, com alta de 13%.

Em março, a posição maio acumulou desvalorização de 1,07%. No acumulado do primeiro trimestre, a perda é de 0,73%.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com baixa de 8,25 centavos de dólar ou 0,80% a US$ 10,14 3/4 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 10,28 1/4 por bushel, perda de 9,00 centavos ou 0,86%.

Nos subprodutos, a posição maio do farelo fechou com baixa de US$ 0,80 ou 0,27% a US$ 292,70 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em maio fecharam a 44,89 centavos de dólar, com baixa de 0,27 centavo ou 0,59%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,93%, sendo negociado a R$ 5,7073 para venda e a R$ 5,7053 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,7013 e a máxima de R$ 5,7858. No mês e trimestre a moeda recuou 3,52% e 7,64%, respectivamente.



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Preço do feijão preto recua com oferta elevada



Compradores mantêm uma postura cautelosa, aguardando melhores oportunidades




Foto: Pixabay

O mercado do feijão preto encerrou a última semana em queda, impactado pela oferta elevada da primeira safra e pela proximidade da colheita da segunda. Segundo o boletim informativo do Cepea, a desvalorização foi mais expressiva no Paraná, onde a comercialização segue lenta devido à resistência dos produtores em negociar grandes volumes diante do atual cenário de preços.

Pesquisadores do Cepea explicam que a oferta abundante tem pressionado os valores, uma vez que a primeira safra ainda abastece o mercado, e a entrada da segunda deve ampliar a disponibilidade do grão. Com isso, compradores mantêm uma postura cautelosa, aguardando melhores oportunidades de aquisição.

No Paraná, estado que se destaca como um dos principais produtores de feijão preto, a baixa liquidez reflete a estratégia de agricultores que optam por segurar a produção à espera de uma possível recuperação nos preços. No entanto, o avanço da colheita da segunda safra pode intensificar a pressão sobre os valores, dificultando uma reação positiva no curto prazo.

Diante desse cenário, agentes do setor seguem atentos ao ritmo da comercialização e ao comportamento da demanda, fatores que serão determinantes para a definição dos preços nas próximas semanas.





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Melhor em campo em partida de futebol ganha 4 dúzias de ovos como prêmio



O time do goleiro Jan de Boer, o Bryne, da Noruega, não ganhou o jogo do último domingo (30) contra o rival Bodø/Glimt, que marcou o único gol da partida. 

Mesmo assim, o atleta saiu consagrado como o melhor jogador em campo. E recebeu um prêmio por isso.

Em razão de ter defendido um pênalti – e certamente por não ter levado nenhum frango -, Boer recebeu um belo prêmio: cartelas com quatro dúzias de ovos.

O “troféu” foi um oferecimento da Steinsland & Co., empresa norueguesa fundada em 1953 e que se tornou a maior produtora de galinhas poedeiras do país. 

“Nós chocamos as galinhas que põem os melhores ovos da Noruega”, diz o site da companhia. 

A Steinsland & Co. está sediada na mesma região da cidade do Bryne.

“Irmão! Venha ao Brasil imediatamente. Você (agora) está rico”, escreveu um brasileiro no instagram do time norueguês. 





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Estoques de soja nos EUA sobem 4%



Os estoques trimestrais de soja em grão dos Estados Unidos, na posição de 1º de março, totalizaram 1,91 bilhão de bushels, segundo relatório divulgado nesta segunda-feira (31) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Segundo a consultoria Safras & Mercado, o volume representa um crescimento de 4% em relação ao mesmo período do último ano e ficou acima da expectativa do mercado, que projetava 1,895 bilhão de bushels.

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O aumento foi impulsionado pelos estoques fora das fazendas, que cresceram 13%, atingindo 1,03 bilhão de bushels. Por outro lado, os estoques mantidos pelos produtores recuaram 6%, totalizando 877 milhões de bushels. Esse movimento pode indicar que os agricultores estão aproveitando boas oportunidades de venda, enquanto empresas e tradings aumentam suas reservas em meio às incertezas sobre a oferta global.

Os números mostram um mercado em constante adaptação, impactado por fatores como a demanda chinesa, oscilações nos preços internacionais e o avanço da colheita na América do Sul. Com a oferta maior nos armazéns, investidores e analistas já especulam sobre os reflexos nos preços da soja e nos próximos movimentos do setor. A expectativa agora se volta para os próximos relatórios do USDA, que devem trazer mais clareza sobre o ritmo das exportações e o impacto desse cenário para os produtores norte-americanos.



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Falta de chuvas na Bahia; o produtor de soja pode esperar por melhora?



A escassez de chuvas na Chapada Diamantina, especialmente na região de Iraquara, na Bahia, tem gerado crescente preocupação entre os produtores de soja. Segundo o Canal Rural, a previsão indica precipitações irregulares apenas a partir da segunda quinzena de abril, tornando o cenário desafiador tanto para a agricultura quanto para a pecuária.

No próximo mês, espera-se um acumulado de apenas 29 mm de chuva, insuficiente para reverter a seca que assola o solo. Além disso, maio também trará pouca esperança, com apenas 7 mm de previsão. Essa falta de umidade afeta diretamente culturas como a soja, que necessita de condições climáticas favoráveis para um bom desenvolvimento.

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Altas temperaturas

A situação se agrava com as altas temperaturas, que seguem elevadas durante o dia, atingindo máximas acima dos 31ºC. Esse quadro aumenta a evapotranspiração, reduzindo ainda mais a umidade do solo e dificultando o crescimento das plantas.

Além disso, a amplitude térmica também impacta a lavoura, pois as baixas temperaturas da manhã e as altas do período da tarde podem estressar as plantas e comprometer a produtividade.

Situação dos produtores de soja

Diante desse cenário, produtores de soja devem adotar estratégias para minimizar os impactos da seca. Técnicas como o manejo adequado do solo, o uso de culturas de cobertura e a escolha de variedades mais resistentes à seca são alternativas para tentar mitigar os efeitos negativos da estiagem.

A previsão meteorológica para os próximos meses não traz boas notícias para os produtores de soja da região. Portanto, monitorar as condições climáticas e buscar soluções adaptativas será essencial para atravessar esse período de escassez hídrica.



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