segunda-feira, maio 25, 2026

Agro

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Chuvas fortes estão previstas para duas regiões produtoras de soja; saiba quais



A previsão do tempo para os próximos dias traz boas e más notícias para os produtores de soja em diferentes regiões do país. A tendência é que a colheita continue avançando em grande parte das áreas produtoras, especialmente onde o tempo se mantém mais firme. No entanto, altos volumes de chuva podem comprometer os trabalhos no campo em regiões do Pará e Maranhão.

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O tempo no Brasil

No Mato Grosso, Goiás e em parte da região Sudeste, os acumulados devem girar em torno de 50 mm em 5 dias, favorecendo a colheita da soja e o desenvolvimento do milho segunda safra recém-semeado. Por outro lado, o norte de Minas Gerais e o estado da Bahia ainda enfrentam tempo mais seco e quente, o que pode limitar o avanço das lavouras.

Já no centro-norte do Pará e no centro-norte do Maranhão, a previsão aponta volumes entre 80 e 100 mm nos próximos cinco dias, o que pode atrasar a colheita e impactar diretamente os trabalhos no campo.

Atenção às lavouras de soja do Matopiba

Para o período entre os dias 10 e 14 de abril, a tendência é de maior colaboração do tempo para os produtores de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Goiás. No entanto, o oeste do Mato Grosso deve registrar novamente chuvas em torno de 100 mm em cinco dias, o que pode gerar novos atrasos.

O destaque da próxima semana vai para o aumento das chuvas no Tocantins, centro-sul do Maranhão (região de Balsas) e Piauí, além de uma melhora expressiva no interior da Bahia e até no interior de Pernambuco. Nessas regiões, os acumulados também devem chegar aos 100 mm em cinco dias, o que representa alívio para os produtores que ainda enfrentam déficit hídrico.

Impacto

No interior da região do Matopiba , o cenário de chuva mais volumosa deve ajudar no desenvolvimento das lavouras de milho. No entanto, a colheita da soja pode sofrer com paralisações pontuais devido ao excesso de umidade no solo.

Os produtores devem ficar atentos à previsão e ajustar o calendário de campo para evitar perdas, especialmente nas áreas onde o solo tende a encharcar com facilidade.



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AgroNewsPolítica & Agro

Chuvas amenizam perdas na produção de mandioca



Colheita da mandioca se intensifica no RS, aponta Emater




Foto: Canva

A colheita da mandioca avançou na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Soledade para abastecer mercados locais, regionais e a Ceasa, segundo o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (3). O cultivo tem relevância socioeconômica em municípios como Venâncio Aires, Mato Leitão, Ibarama, Vera Cruz e Santa Cruz do Sul.

Na região de Santa Rosa, onde há 6.214 hectares cultivados, a produção atende tanto a demanda familiar quanto a comercialização em mercados informais. Segundo a Emater, as lavouras apresentam bom desenvolvimento, apesar da falta de umidade registrada durante o ciclo. As perdas de produção tendem a se estabilizar com as chuvas recentes, que favoreceram a retomada do crescimento das raízes.

“O produto colhido tem boa qualidade, mas o rendimento ainda é menor devido ao impacto das altas temperaturas em dezembro e janeiro”, informa o boletim. No comércio, a mandioca com casca está sendo vendida a R$ 6,00 o quilo, enquanto a descascada chega a R$ 8,00.





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ANP receberá doações de equipamentos para aferir fraudes no biodiesel



Para aferir a mistura do biodiesel ao diesel in loco, agilizando punições e garantindo o cumprimento do mandato vigente (B14), a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) passará a receber doações de equipamentos do setor privado.

Nessa quinta-feira (3), o Ministério de Minas e Energia (MME) e o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) definiram os procedimentos para este processo com o objetivo de reforçar as ações de combate às fraudes no setor.

Assim, a partir de agora, a ANP dará início aos trâmites necessários, em articulação com as associações representativas do setor de combustíveis, que manifestaram interesse em realizar as doações.

Um deles é formalização para inserção das partes no Sistema de Doações do Governo Federal. De acordo com o diretor do Departamento de Biocombustíveis do MME, Marlon Arraes Jardim, esse procedimento agilizará a doação de equipamentos fundamentais para a fiscalização do abastecimento pela ANP.

“Trata-se de um processo importante que vai ajudar a equipar a ANP, em pareceria com o setor privado, de uma maneira transparente e em menor espaço de tempo possível. Com isso, o MME cumpre o seu papel de coordenar esta operacionalização, que trará benefícios ao setor e aos consumidores”, destaca.

O diretor do Instituto Combustível Legal (ICL), Carlo Faccio, manifestou a intenção de proceder imediatamente a aquisição de cinco equipamentos portáteis de aferição do teor de biodiesel (Espectrofotômetro FT-IR) para a ANP.

A ANP ainda não detalhou quantos equipamentos espera receber da iniciativa privada ou a quantidade necessária para aferir fraudes em todo o país.

Resposta às queixas do setor

O tema da fraude dos biocombustíveis teve o estopim em fevereiro, quando as maiores distribuidoras de combustíveis do país (Vibra, Raízen e Ipiranga, além de Shell, TotalEnergies, YPF, Castrol, Iconic, Moove e Petronas Lubrificantes) consideraram pedir à ANP um “waiver”, espécie de dispensa temporária, do cumprimento da mistura obrigatória de biodiesel no diesel B vendido a varejistas.

O pedido de “waiver” veio em resposta a uma suposta escalada das fraudes ligadas ao alto preço do biodiesel que, em dezembro de 2024, superou o do combustível fóssil em R$ 2,70 por litro, diferença que ficou comumente acima dos R$ 2,30 ao longo do ano.

Assim, ao não realizar a mistura, empresas regionais obtêm vantagem de até R$ 0,37 por litro em cima de empresas que observam a regra, calcula o Instituto Combustível Legal (ICL).



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Incêndio de grandes proporções atinge armazém de algodão


Um incêndio de grandes proporções em um armazém de algodão, localizado na BR-020, próximo ao Distrito de Novo Paraná, sentido Brasília, em Luís Eduardo Magalhães, mobilizou equipes do 17º Batalhão de Bombeiros Militar, no Oeste da Bahia, nesta sexta-feira (4).

De acordo com o Corpo de Bombeiros, a corporação recebeu o chamado de um funcionário por volta das 5h30 da manhã, informando sobre o incêndio em um galpão de uma unidade de beneficiamento da Zanotto Cotton.

Ao chegarem ao local, os bombeiros constataram que o fogo já havia se alastrado por quase toda a estrutura, exigindo uma ação imediata.

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Caminhões-pipa da Abapa ajudaram no combate ao fogo | Foto: 17º Batalhão de Bombeiros Militar

O combate às chamas contou inicialmente com o apoio de dois carros-pipa da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa).

Ainda segundo o Corpo de Bombeiros, com o avanço da ocorrência, reforços chegaram ao local, incluindo mais caminhões-pipa e pás-carregadeiras, que auxiliaram na contenção do incêndio.

Foto: 17º Batalhão de Bombeiros Militar

Após mais de três horas de trabalho intenso, as equipes conseguiram controlar o fogo por volta das 8h50.

Em seguida, foi iniciado o processo de retirada de todo o material combustível que ainda se encontrava no interior do galpão, visando eliminar riscos de reignição.

A atuação rápida e coordenada dos bombeiros foi essencial para evitar que o fogo se espalhasse para outras áreas da unidade.

Ninguém ficou ferido e a quantidade de algodão que estava armazenado não foi informado.


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Morre Ovídio Vieira Ferreira, ex-presidente da ABQM e referência no quarto de milha



A Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Quarto de Milha (ABQM) comunicou, com pesar, o falecimento de Ovídio Vieira Ferreira, de 84 anos, um dos maiores incentivadores da raça quarto de milha no Brasil, ocorrido nesta quinta-feira (3).

Com mais de 50 anos dedicados à criação e ao desenvolvimento da raça, ele se destacou pela atuação nas linhagens de conformação, corrida e trabalho, consolidando o Haras São Matheus como referência nacional.

Conhecido pelo slogan “Mais Versátil do Brasil”, o Haras São Matheus simboliza a trajetória de sucesso construída por Ovídio Ferreira e sua família no universo do cavalo quarto de milha.

Entre abril de 1993 e outubro de 2009, o criador ocupou a presidência da ABQM. Durante esse período, liderou importantes avanços estruturais e institucionais para a raça no país, promovendo o crescimento das provas, o fortalecimento da entidade e a ampliação da base de associados.

Ao longo de sua carreira, Ferreira esteve acompanhado da esposa Elizabeth, que também teve papel ativo na condução do haras e no apoio às atividades da associação. O modelo de gestão familiar e o comprometimento com o fortalecimento da raça contribuíram para seu reconhecimento nacional e internacional.



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Ampliação do acesso ao Funcafé para pequenos e médios cafeicultores é defendida pela CNA



O acesso aos recursos do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) para pequenos e médios produtores e a modernização do fundo foram discutidos pela Comissão Nacional do Café da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) com o governo federal na figura do ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), Paulo Teixeira.

Segundo a CNA, algumas regras do Manual de Crédito Rural impossibilitam que cafeicultores que acessam recursos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) possam também acessar os recursos do Funcafé.

“Essa limitação compromete o financiamento da atividade e restringe as opções de crédito para esses produtores, que representam mais de 80% do setor cafeeiro”, detalhou o vice-presidente da Comissão, Ademar Pereira.

De acordo com ele, a entidade tem atuado para reverter essa situação por meio de uma articulação técnica e política junto ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e ao MDA para garantir esse acesso, o que ampliaria as oportunidades de financiamento, fortalecendo a competitividade da cafeicultura brasileira.

“O acesso ao Funcafé é essencial para a sustentabilidade do setor. Os cafeicultores familiares e médios produtores precisam de mais opções de crédito para investir em tecnologia, qualidade e eficiência produtiva. Trabalhamos em parceria com o governo para eliminar essas barreiras e garantir que os recursos do Funcafé sejam acessíveis a todos os produtores que necessitam”, disse o vice-presidente da Comissão.



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Anvisa proíbe suplementos alimentares com ora-pro-nóbis



A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a comercialização, a distribuição, a fabricação, a propaganda e o uso de suplementos alimentares contendo ora-pro-nóbis. A resolução, publicada no Diário Oficial da União, determina ainda o recolhimento dos produtos.

Em nota, a Anvisa informou que a decisão foi adotada porque a planta, de nome científico Pereskia aculeata, não é autorizada como constituinte para suplementos alimentares.

“Para um ingrediente específico ser autorizado como suplemento alimentar, é necessário que ele passe por uma avaliação de segurança e eficácia”, destacou a agência no comunicado.

Isso significa que empresas interessadas em comercializar o produto devem comprovar, de forma científica, que ele é fonte de algum nutriente ou substância de relevância para o corpo humano.

“Suplementos alimentares não são medicamentos e, por isso, não podem alegar efeitos terapêuticos como tratamento, prevenção ou cura de doenças. Os suplementos são destinados a pessoas saudáveis. Sua finalidade é fornecer nutrientes, substâncias bioativas, enzimas ou probióticos em complemento à alimentação.”

A medida, segundo a Anvisa, não afeta o consumo ou a comercialização da planta fresca, que tem tradição de uso na alimentação, sobretudo em Goiás e Minas Gerais.



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AgroNewsPolítica & Agro

Tecnologia impulsiona produtividade na pecuária



A visita também reforçou a importância da adaptação de práticas tecnológicas



A visita também reforçou a importância da adaptação de práticas tecnológicas
A visita também reforçou a importância da adaptação de práticas tecnológicas – Foto: Bing

A implementação de tecnologia em todas as etapas da pecuária é crucial para enfrentar a escassez de mão de obra e buscar maior eficiência e rentabilidade. Essa é uma das conclusões de Tamires Miranda Neto, gerente de pecuária da Agro-Pecuária CFM, após um tour técnico pelos Estados Unidos, onde visitou propriedades de melhoramento genético, empresas de genética e outras instituições do setor.

“Este intercâmbio de informações e experiências é extremamente enriquecedor – tanto para os profissionais quanto para os negócios. Afinal, foi durante o primeiro tour técnico da CFM aos EUA, em 1999, que criamos o inovador Megaleilão CFM, revolucionando o modelo brasileiro de comercialização de reprodutores. Vinte e seis anos depois, retornamos aos EUA para uma nova jornada de aprendizado”, comenta Neto.

Durante a visita, que percorreu 7.355 quilômetros e passou por nove estados, Neto observou que a valorização do touro como melhorador genético é um ponto crucial nos EUA, destacando o alto valor da demanda por reprodutores e a baixa taxa de inseminação artificial devido à falta de mão de obra. Um dos eventos mais impactantes foi o leilão do Schaff Angus Valley, onde foram vendidos 400 touros, com preços médios de US$ 17 mil por animal.

Além disso, a viagem incluiu visitas ao CUP Lab (Iowa), especializado na avaliação de carcaças por ultrassonografia, e à Integrated Breeders (Texas), que produz até 500 mil doses de sêmen por ano. Para Neto, a experiência foi enriquecedora e trouxe novos insights sobre como melhorar a produção e fortalecer os laços com outros profissionais do setor.

A visita também reforçou a importância da adaptação de práticas tecnológicas de acordo com as particularidades locais, e motivou a CFM a retornar ao Brasil com novas ideias e energias renovadas para aprimorar suas operações. “O exemplo dessas empresas e profissionais nos motivou a voltar ao Brasil cheios de novas ideias e com a energia renovada para aprimorar nossas práticas por aqui”, finaliza.

 





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Produtores de soja utilizam cama de frango para fortalecer o solo e enfrentar estiagem



A Expedição Soja Brasil chegou ao estado de Mato Grosso do Sul e fez uma parada em Sidrolândia. No município, chamou atenção o trabalho desenvolvido na Fazenda do Grupo Stefanello, que tem conseguido manter altos índices de produtividade com a soja mesmo enfrentando veranicos intensos, que são períodos curtos de estiagem que prejudicam o desenvolvimento das lavouras. O motivo disso? A técnica do uso da cama de frango.

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Apesar das dificuldades climáticas, a fazenda alcançou uma colheita de 68 sacas de soja e 110 sacas de milho por hectare. Para manter esse resultado positivo, mesmo em um cenário desafiador, os produtores investiram em estratégias que priorizam a saúde do solo. Um dos principais diferenciais foi o uso da cama de frango.

Cama de frango e os benefícios para a soja

A cama de frango é um subproduto da avicultura. Trata-se de uma cobertura feita com serragem, palha ou casca de grãos, como arroz, que forra o chão dos aviários. Com o tempo, esse material acumula fezes, penas, restos de ração e outros resíduos, tornando-se um adubo altamente nutritivo e rico em matéria orgânica.

Segundo os responsáveis pela fazenda, a introdução da cama de frango no manejo da soja trouxe melhorias para o solo. Com o aumento da matéria orgânica e da atividade biológica, o solo se tornou mais equilibrado e produtivo. O uso médio é de 4 a 5 toneladas por hectare, com reaplicações a cada três ou quatro anos.

Adubação

Com raízes mais profundas e robustas, as lavouras conseguem acessar a água que está nas camadas mais profundas do solo. Isso torna as plantas mais resistentes aos períodos de estiagem.

Esse tipo de manejo inteligente sustenta a produtividade em anos desafiadores e fortalece a sustentabilidade do sistema produtivo ao longo do tempo. É um exemplo de como práticas simples, quando bem aplicadas, podem gerar grandes resultados no campo.



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Guerra tarifária pode beneficiar agro brasileiro, mas futuro ainda é incerto, diz analista



A política de retaliações comerciais entre China e Estados Unidos tem provocado fortes turbulências nos mercados internacionais — e o Brasil não deve escapar dos impactos. Em participação no telejornal Mercado & Companhia, o comentarista Miguel Daoud avaliou as consequências da resposta chinesa ao aumento de tarifas imposto pelo então presidente norte-americano Donald Trump.

Segundo Daoud, o embate comercial adota uma lógica de “olho por olho, dente por dente”, que tende a prejudicar não apenas as duas maiores economias do mundo, mas também o equilíbrio econômico global.

Entre os efeitos mais imediatos, está a queda acentuada no preço das principais commodities, como petróleo, soja, milho e algodão — produtos que têm grande peso nas exportações brasileiras. A desvalorização desses itens no mercado internacional pode influenciar diretamente a inflação, o câmbio e o desempenho de setores-chave da economia nacional.

Guerra tarifária: consequências para o Brasil

Daoud ressalta que o fato dos Estados Unidos serem um grande exportador de commodities agrícolas aos chineses, com o embate entre os dois gigantes, o Brasil poderá ser beneficiado.

“Evidente que o Brasil pode, sem dúvida nenhuma, diretamente ser favorecido. Mas, indiretamente, o cenário ficará difícil. A gente não sabe as consequências indiretas na economia, com a bolsa desabando, com dólar subindo. Tudo isso não é bom para o mercado financeiro”, afirmou.

Nesta sexta-feira (4), após a China anunciar que vai retaliar os americanos com tarifas de 34%, no Brasil, até o fechamento deste texto, o dólar subia 3% em comparação ao dia anterior e estava sendo cotado a R$5,80. Pelo mundo, as bolsas de valores estavam em queda e os preços da soja, milho e algodão também apresentaram baixas.

Você pode assistir à análise completa de Miguel Daoud no Mercado & Companhia em nosso canal do Youtube.



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