segunda-feira, maio 25, 2026

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Massa de ar frio derruba temperaturas e traz muita chuva; veja onde



A prometida massa de ar frio chega com força neste sábado, atingindo o Sul, Sudeste e o Centro-Oeste, trazendo grande volume de chuva e baixas temperaturas. Nem o Norte e o Nordeste ficam impunes e também devem receber elevados índices de precipitação. Confira a previsão para todo o país:

Sul

No sábado, o ar frio avança e o dia começa gelado no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no centro-sul do Paraná. Tem possibilidade de geada nos pontos mais altos das serras gaúcha e catarinense e na região de Bagé (RS). Podemos ter as primeiras temperaturas negativas do ano entre São Joaquim e Bom Jardim da Serra. No norte e leste paranaense, ainda pode chover em pontos isolados por conta da circulação de ventos. O dia em Curitiba será nublado, chuvoso e frio.

Sudeste

No sábado, o ar frio avança pelo estado de São Paulo e as temperaturas despencam na capital paulista, com máximas que não passam de 22ºC e mínima invertida. Na Região Metropolitana, região de Campinas, Sorocaba e no Vale do Ribeira, a previsão é de um dia nublado e chuvoso, sem temporais, mas com volumes altos. No litoral paulista, Vale do Paraíba, litoral sul do Rio de Janeiro, região serrana fluminense e Grande Rio, a chuva será frequente e volumosa durante todo o dia. Assim, é alto o risco de transtornos como alagamentos, enxurradas, deslizamentos de terra e transbordamentos de rios e córregos. A chuva também aumenta no Sul de Minas e na Zona da Mata Mineira. Em Belo Horizonte, a temperatura diminui e há atenção para chuva moderada. Em Vitória, dia quente e com pancadas de chuva.

Centro-Oeste

Um ar frio avança pelo continente e chega até áreas do sul e oeste de Mato Grosso do Sul diminuindo as temperaturas já no amanhecer. À tarde, as temperaturas continuam amenas entre Eldorado, Amambai e Porto Murtinho. Já em Mato Grosso, as máximas também ficam mais baixas entre Pontes e Lacerda, Cáceres e Poconé. Em relação à chuva, a chance aumenta à tarde e pode chover forte em todos os estados, com temporais no interior mato-grossense e goiano.

Nordeste

No sábado, previsão de pancadas no interior da Bahia e chuva frequente entre os litorais maranhense e cearense. Tem alertas em São Luís e em Fortaleza. Em áreas do Sertão, ar quente e seco, com índices abaixo de 30%.

Norte

O sábado começa com chuva no Amazonas, Roraima e Pará. Ao longo do dia, as instabilidades se espalham por todos os estados, com previsão de temporais isolados. Em Boa Vista (RR) e em Manaus (AM), chove o dia todo.



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Trabalhos para estimativa da safra 2025-2026 já foram iniciados



Agentes estão realizando a derriça das plantas


Foto: Fundecitrus

Os trabalhos do departamento de Pesquisa de Estimativa de Safra (PES) para anúncio da safra 2025-2026 já começaram. Os agentes estão realizando a derriça das plantas, e os frutos estão sendo enviados para contagem e pesagem.

Fernando Delgado, supervisor da PES, explica que esse é um momento fundamental para a coleta de dados que servirão como base para a estimativa. “Os frutos chegam aqui no barracão, vindos de toda parte do cinturão citrícola, e fazemos todo o processo de separação por florada, contagem e pesagem. Com isso, no dia 9 de maio, poderemos divulgar a estimativa da próxima safra”, detalha.

A pesquisa utiliza imagens de satélite em alta definição, que permitem a identificação dos pomares de citros. As propriedades citrícolas são visitadas por agentes do Fundecitrus, que medem e identificam todos os talhões de citros, coletando dados como quantidade e variedade. As informações sobre cada pomar são mantidas em sigilo. Os dados são contabilizados e agrupados por região, garantindo o anonimato dos participantes.

O trabalho segue um rigoroso protocolo metodológico, assegurando que as informações coletadas sejam precisas e representativas da realidade do setor citrícola.





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Importação de fertilizantes cresce 14,1% no início de 2025



Volume importado cresce no 1º bimestre




Foto: Canva

O volume de fertilizantes importados pelo Brasil no primeiro bimestre de 2025 apresentou um aumento de 14,1% em relação ao mesmo período do ano anterior. Segundo dados do Boletim Logístico da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado nesta segunda-feira (30), entre janeiro e fevereiro, foram internalizadas 5,35 milhões de toneladas, ante as 4,69 milhões de toneladas registradas no mesmo intervalo de 2024.

Os fertilizantes são destinados, principalmente, ao plantio da segunda safra de milho e dos cereais de inverno, com destaque para o trigo. O Porto de Paranaguá recebeu 1,43 milhão de toneladas, volume inferior ao registrado no primeiro bimestre do ano passado, quando foram importadas 1,48 milhão de toneladas.

Nos portos do Arco Norte, a movimentação foi de 0,85 milhão de toneladas, acima das 0,75 milhão de toneladas do mesmo período de 2024. Já o Porto de Santos contabilizou a entrada de 1 milhão de toneladas de fertilizantes, contra 1,06 milhão no ano anterior.





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Safrinha de milho avança com foco no controle da cigarrinha



Colheita do milho para silagem atinge 85% da área no RS




Foto: Divulgação

A colheita do milho para silagem chegou a 85% da área cultivada no Rio Grande do Sul. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (3) pela Emater/RS-Ascar, o avanço foi moderado devido ao escalonamento do plantio, estratégia adotada para reduzir riscos climáticos e otimizar a operação.

As chuvas registradas em 27 de março favoreceram a recomposição da umidade do solo, beneficiando as lavouras ainda em desenvolvimento e contribuindo para a manutenção da turgescência dos colmos, aspecto essencial para a fermentação e a qualidade nutricional da silagem.

A produtividade média do milho para silagem no estado está estimada em 36.760 kg/ha, uma redução de 6,8% em relação à projeção inicial, impactada pela estiagem.

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Frederico Westphalen, a safrinha ocupa 7 mil hectares, sendo que 30% das lavouras estão em fase vegetativa e 70% em florescimento e enchimento de grãos. O manejo cultural tem sido voltado para o controle da cigarrinha, cuja presença foi registrada em algumas áreas.





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Guerra comercial vai derrubar commodities agrícolas e minerais em todo o globo, diz economista



A guerra comercial capitaneada entre Estados Unidos e China teve mais um capítulo nesta sexta-feira: os asiáticos anunciaram tarifas de 34% a todos os bens importados dos norte-americanos, respondendo o tarifaço do presidente Donald Trump na mesma moeda.

Diante deste cenário, o economista Roberto Troster avalia que o movimento natural é que os negócios entre as duas potências diminua e, com isso, a atividade econômica global também tenda a cair.

“Com isso, o preço das commodities [minerais e agropecuárias] vão despencar. Caindo esses preços, a rentabilidade das empresas no Brasil e de todas as empresas industriais do mundo também caem por conta de um nível de atividade menor e de concorrência maior.”

Segundo Troster, a queda das bolsas de valores nesta sexta-feira (4), quando o Ibovespa retraiu 2,96%; Londres e Frankfurt caíram 4,95%; Paris 4,26%; Madri 5,83%; e Milão teve tombo ainda mais acentuado, de 6,53%; é só o primeiro reflexo de uma guerra sem vencedores.

“[Essas quedas] são apenas o primeiro choque de algo que não vai terminar na segunda-feira (7), possivelmente vai ter mais ações e reações. É uma política um pouquinho ‘míope’ do governo norte-americano em que todos vão sair perdendo”, considera.

Novo multilateralismo

Nesta tarde, em entrevista ao UOL, o diretor-executivo do Brasil no Fundo Monetário Internacional (FMI), André Roncaglia, ressaltou que se todos os países que foram taxados pelos Estados Unidos responderem também com retaliações, o mundo poderá sofrer uma pobreza coletiva. Troster, por outro lado, não acredita neste cenário.

Para ele, o a geopolítica global está caminhando para um novo multilateralismo. “Haverá uma união mais forte entre a Américo Sul e a União Europeia, entre o Brasil e o restante da América Latina, entre América Latina e Ásia, entre Ásia e Europa e a África também nesse meio”, ressalta.

O economista destaca que os Estados Unidos foram muito importantes logo após a Segunda Guerra Mundial e ainda são, em muitos sentidos, a economia mais importante do mundo. “Mas em outros [sentidos] não é [a economia mais forte do mundo], em paridade de poder de compra a China já produz mais, já é uma potência industrial maior. Então o mundo mudou e o eixo está mudando dos Estados Unidos para a Ásia”, acredita.



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Colheita do milho avança 13% na Argentina



Chuvas beneficiam lavouras na Argentina, aponta USDA




Foto: Divulgação

As chuvas registradas nos principais distritos agrícolas da Argentina melhoraram a umidade do solo, favorecendo o desenvolvimento das lavouras no fim do verão, de acordo com o boletim Weekly Weather and Crop Bulletin, divulgado nesta terça-feira (1º) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Os volumes de precipitação variaram entre 10 e 100 mm do sul de Buenos Aires até o norte do país. Nas áreas de cultivo de algodão, os acumulados ficaram entre 10 e 60 mm, com alguns pontos isolados ultrapassando 100 mm, o que pode prejudicar a cultura à medida que as cápsulas começam a se abrir.

As temperaturas permaneceram abaixo da média nas regiões ocidentais, com Córdoba registrando até 5°C a menos que o normal. As máximas diurnas oscilaram entre 20°C e 25°C, exceto no extremo norte, onde ficaram entre 30°C e 35°C.

Até 27 de março, 58% das lavouras de girassol haviam sido colhidas, enquanto o milho registrava avanço de 13% na colheita.





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veja como o mercado terminou a semana


O mercado físico do boi gordo voltou a apresentar elevação em seus preços nesta sexta-feira (4). Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado, Allan Maia, o ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo, em linha com o atual posicionamento das escalas de abate, bastante encurtadas neste momento.

“Soma-se a isso ao fato de a demanda seguir aquecida neste momento, com a entrada dos salários na economia adicionado ao maior potencial de consumo relacionado ao Domingo de Páscoa. Exportações seguem em bom nível, com expectativa de mais um recorde de embarques para a atual temporada”, disse.

  • São Paulo: preços firmes, com boa propensão a reajustes do boi gordo no curto prazo. Negociações entre R$ 320 e R$ 325
  • Goiás: mais um dia de negociações acima da referência média. Negócios no sudoeste do estado aconteceram na média de R$ 315 a R$ 320
  • Mato Grosso do Sul: preços ligeiramente mais altos no decorrer da sexta-feira. Na região de Campo Grande e Naviraí, indicações ao nível de R$ 310
  • Mato Grosso: preços mais altos durante o dia. Na região de Paranatinga, relatos de negócios em até R$ 315, assim como em Mirassol d’Oeste.

Preços no atacado

O mercado atacadista apresentou alta em seus preços no decorrer da semana, confirmando a expectativa de boa demanda. Assim, a tendência é de continuidade do movimento no curto prazo, considerando o período de aquecimento da demanda.

O quarto traseiro foi precificado na sexta-feira a R$ 25,50 por quilo, o dianteiro ainda é
cotado a R$ 18,50 e ponta de agulha a R$ 17,50.

Exportações de carne bovina

carne bovina - autoembargocarne bovina - autoembargo
Foto: Abiec

As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 1,055 bilhão em março (19 dias úteis), com média diária de US$ 53,299 milhões, conforme dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

A quantidade total exportada pelo país chegou a 215,427 mil toneladas, com média diária de 11,338 mil toneladas.

O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.898,90. Em relação a março de 2024, houve alta de 40,1% no valor médio diário da exportação, ganho de 29,6% na quantidade média diária exportada e avanço de 8,2% no preço médio.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 3,65%, sendo negociado a R$ 5,8351 para venda e a R$ 5,8331 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6981 e a máxima de R$ 5,8466. Na semana, a moeda teve valorização de 1,29%.



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Negócios moderados no mercado da soja; saiba qual região teve aumento nas cotações



O mercado brasileiro de soja viveu uma sexta-feira (4) de volatilidade. Apesar da forte queda na Bolsa de Chicago, os preços internos subiram de forma expressiva, puxados pela disparada do dólar e pela firmeza nos prêmios.

Além disso, os negócios foram moderados, com muitas tradings preferindo se manter fora do mercado diante do cenário de incertezas, segundo a consultoria Safras & Mercado.

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Cotações da soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 128,00 para R$ 131,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 129,00 para R$ 132,00
  • Porto de Rio Grande (RS): subiu de R$ 133,00 para R$ 135,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 124,00 para R$ 128,00
  • Porto de Paranaguá (PR): subiu de R$ 131,00 para R$ 135,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 112,00 para R$ 117,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 117,00 para R$ 120,00
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 112,00 para R$ 116,00

Chicago

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos futuros da soja encerraram a sexta-feira em forte baixa, ampliando as perdas acumuladas na semana. A principal causa foi a retaliação da China às tarifas dos Estados Unidos, revivendo temores de uma guerra comercial e pressionando negativamente as commodities agrícolas. No acumulado da semana, a queda foi de 4,5%.

O sentimento de aversão ao risco se espalhou pelo mercado financeiro global, com fortes quedas nas bolsas da Ásia, Europa e dos Estados Unidos. O temor de uma recessão nos EUA derrubou os juros e o preço do petróleo, impactando também outras commodities. O dólar, por outro lado, registrou valorização.

A China anunciou que irá impor tarifas adicionais de 34% sobre todos os produtos importados dos EUA, o que pode abrir espaço para o Brasil ganhar mais participação no mercado chinês. Segundo o analista Fernando Iglesias, da Safras & Mercado, o país pode se tornar a principal origem de importações chinesas de carnes e soja, reduzindo a competitividade norte-americana.

Palavra de especialista

Rafael Silveira, analista de soja da consultoria, acredita que, no segundo semestre deste ano, os embarques dos EUA devem cair, com a China voltando seus olhos ao produto brasileiro.

Iglesias também destaca que a nova tarifa chinesa se soma a uma já existente de 20% sobre diversos produtos norte-americanos, incluindo carnes e soja, o que agrava ainda mais a relação comercial entre os países.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com baixa de 34,50 centavos de dólar, ou 3,41%, a US$ 9,77 por bushel. A posição julho caiu 33,25 centavos, ou 3,23%, para US$ 9,93 por bushel.

Nos subprodutos, o farelo (maio) fechou com baixa de US$ 4,90, ou 1,7%, a US$ 283,10 por tonelada. O óleo (maio) recuou 1,22 centavo, ou 2,59%, para 45,84 centavos de dólar por libra-peso.



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Conselho autoriza prorrogação de pagamento para agricultores afetados por seca



Em reunião extraordinária do Conselho Monetário Nacional (CMN) desta sexta-feira (4), foi aprovada a prorrogação do prazo de pagamento das operações de crédito rural de custeio contratadas com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) entre 2 de janeiro e 31 de julho de 2022.

A medida beneficia agricultores familiares, mini e pequenos produtores rurais, especialmente na região de atuação da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), que segue sofrendo com os efeitos da seca e estiagem no início deste ano.

Devido à persistente crise hídrica que compromete a capacidade de pagamento de diversos produtores na região, o CMN autorizou a extensão do prazo de pagamento do crédito rural de custeio em até 48 meses, incluindo um período de carência de 12 meses.

As operações abrangidas pela medida foram realizadas entre 2 de janeiro e 31 de julho de 2022, nos municípios da área de atuação da Sudene, e estavam com vencimento previsto para o primeiro trimestre de 2025.

Devido ao calendário de vencimento, essas operações não puderam ser renegociadas com base nas Resoluções CMN nº 5.120, de 7 de fevereiro de 2024, e 5.200, de 20 de fevereiro de 2025.

Para os agricultores e produtores beneficiados, a nova formalização do pedido de renegociação deverá ser realizada até 31 de maio de 2025.



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Exportações agropecuárias aumentaram 4,6% no primeiro trimestre



As exportações agropecuárias brasileiras tiveram alta de 4,6% no primeiro trimestre, destacou nesta sexta-feira (3) o diretor de Planejamento e Inteligência Comercial do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Herlon Brandão.

Apesar do número positivo, as vendas da soja, a principal commodity agrícola produzida e exportada pelo país para a China – maior compradora do mundo – caíram 10,4% no período.

De forma geral, os embarques ao gigante asiático tiveram recuo de 13,2% entre janeiro e março. No entanto, as vendas gerais de café aumentaram 69,8%.

Segundo Brandão, a indústria de transformação também apresentou indíces positivos de exportação, com avanço de 5,6% no trimestre, ao passo que a indústria extrativa teve tombo de 16,7%.

No caso das importações, o diretor do MDIC destacou que houve forte avanço de bens de capital no primeiro trimestre, influenciado especialmente pela compra de uma plataforma de petróleo, que foi registrada em fevereiro. No total, as importações cresceram 13,7% no período.



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