sexta-feira, maio 22, 2026

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Goiás projeta safra recorde de girassol em 2024/25


A cultura do girassol vem ampliando sua presença nas lavouras goianas e se consolida como alternativa estratégica para a segunda safra no estado. Segundo o boletim Agro em Dados de junho, divulgado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Goiás, a expectativa para a temporada 2024/25 é de uma colheita recorde de 71 mil toneladas em uma área plantada estimada de 47,3 mil hectares.

Com esses números, Goiás deve responder por 71,6% da produção nacional de girassol. Em comparação com a safra anterior, a projeção é de crescimento de 58,8% no volume colhido, 20,7% na área cultivada e 31,6% na produtividade das lavouras.

A Secretaria aponta que o desempenho é reflexo de boas condições climáticas, ausência de doenças fúngicas e manejo agronômico eficiente. “O girassol tem ganhado cada vez mais espaço nas propriedades rurais de Goiás, assumindo posição de destaque como uma das culturas mais promissoras para a segunda safra no estado”, destaca o boletim.

Cultivado logo após a soja, o girassol se beneficia do período da segunda safra, com maior resistência à escassez hídrica e menor incidência de pragas e doenças. Além disso, favorece a fertilidade do solo e amplia a biodiversidade, especialmente quando associado à apicultura.

Com ampla aplicação industrial, as sementes do girassol são utilizadas para produção de óleo com alto valor nutricional, com destino aos setores alimentício, farmacêutico, cosmético, de nutrição animal e biocombustíveis. O estado de Goiás apresenta vantagens estruturais e climáticas para o cultivo da oleaginosa.

Desde 1997, quando a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) iniciou o monitoramento da cultura, Goiás já se destacava como maior produtor nacional. A retomada da liderança ocorreu na safra 2020/21, com crescimento contínuo desde então. Os municípios de Silvânia, Ipameri, Rio Verde e Catalão figuram entre os principais polos produtores do estado.





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Como as negociações entre China e EUA e os números do IPCA impactam o Brasil


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o alívio nos mercados com sinalizações positivas nas negociações entre Estados Unidos e China. No Brasil, rumores sobre contenção de gastos ajudaram a derrubar os juros futuros e o dólar, que fechou a R$ 5,56.

O Ibovespa recuou 0,30%, pressionado por setores sensíveis a novas tributações. Hoje, o foco é o IPCA de maio, que deve mostrar desaceleração na inflação livre e alta nos preços administrados.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Grande chance de geada e muito frio em três regiões: confira a previsão de hoje



Sul

A previsão é de geada em partes dos três estados da Região: no Rio Grande do Sul, o centro-sul, a campanha gaúcha, áreas do sudoeste e da serra gaúcha, além de regiões próximas à fronteira com o Uruguai podem ser afetadas; em Santa Catarina, pode gear no planalto sul, em parte do meio-oeste catarinense e nas faixas do planalto norte; já no Paraná, apenas o sul do estado, na divisa com o território catarinense, deve sentir os efeitos da geada. Nos três estados, o frio se intesifica de manhã e à noite.

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Sudeste

A frente fria que avançou sobre a costa sul do país nos últimos dias segue na altura do Espírito Santo e ainda estimula instabilidades no estado, além de no Rio de Janeiro e no leste de Minas Gerais. Em São Paulo ainda haverá condições para pancadas no litoral, mas o destaque é para as baixas temperaturas que afetam todo o território.

Centro-Oeste

Tempo firme em toda a região, com sol entre algumas nuvens. A massa de ar polar mantém as temperaturas mais baixas em Mato Grosso do Sul e amenas na metade sul de Mato Grosso. Entre o norte de Goiás e o Distrito Federal, as tardes ainda serão quentes, com umidade relativa do ar em níveis críticos.

Nordeste

A umidade vinda do oceano continuará estimulando nuvens de chuva sobre parte da costa leste. As pancadas são irregulares, mas episódios localizados de temporais não estão descartados, sobretudo entre o litoral de Alagoas e o Rio Grande do Norte. Também pode chover no litoral do Maranhão e do Ceará. No interior, predomínio de tempo firme, temperaturas elevadas e umidade crítica nas horas mais quentes.

Norte

Instabilidades se espalham por Amazonas, Roraima e Amapá, com chuva forte e temporais. No Acre, a chuva fica restrita ao oeste, e no Pará ocorre no norte e no litoral. Tocantins e Rondônia têm tempo firme.



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Missa solene recepciona visitantes no primeiro dia da Bahia Farm Show 2025



Bahia Farm Show 2025 teve início nesta segunda-feira (9)


Foto: Divulgação

O primeiro dia da Bahia Farm Show 2025 teve início nesta segunda-feira (9) com a missa solene celebrada na Capela Nossa Senhora de Lourdes, localizada na Praça Central do complexo da feira, em Luís Eduardo Magalhães. A celebração, conduzida pelo bispo diocesano Dom Moacy Arantes, contou com a participação dos padres Mário Correia da Silva, Rárison Milhomens Guedes e Daniel Luiz Pereira dos Santos, reunindo expositores, visitantes e representantes das principais entidades do agronegócio da região.

A cerimônia marcou o início das atividades da maior feira de tecnologia agrícola do Norte e Nordeste do Brasil, que espera receber mais de 100 mil visitantes com o fechamento de bons negócios. Participaram da missa solene o presidente da Bahia Farm Show e da Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), Moisés Schmidt, a presidente da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), Alessandra Zanotto, além de membros da diretoria da Aiba e de outras instituições do setor.

Moisés Schmidt destacou o papel da fé, da união e da inovação no fortalecimento do agronegócio regional. “Expresso minha sincera gratidão a Dom Moacir Arantes por conduzir este momento de reflexão e benção que inicia mais uma edição da nossa feira. Que esta celebração inspire para mais um ano de sucesso da Bahia Farm Show”, afirma. Com o tema “Agro Inteligente, Futuro Sustentável”, a programação da feira agrícola segue até sábado (14) com palestras e demonstrações de tecnologias agrícolas voltadas para o homem do campo.





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Brachiaria ganha força como alternativa sustentável


O uso da Brachiaria tem se intensificado no Brasil como estratégia de manejo agrícola e pecuário. A gramínea tropical, amplamente empregada em pastagens, também vem sendo incorporada a sistemas de produção que integram lavoura e pecuária. A informação é da engenheira agrônoma Alasse Oliveira, em artigo publicado no Blog da Aegro.

Segundo Oliveira, a Brachiaria contribui significativamente para a melhoria do solo. “Essas gramíneas ainda ajudam na fixação de carbono e no aumento da matéria orgânica no solo, o que contribui para a melhoria da sua fertilidade”, afirma. Além disso, a forrageira tem papel relevante na recuperação de áreas degradadas e no controle da erosão, promovendo maior cobertura vegetal e produtividade das pastagens.

A gramínea pode ser plantada após a cultura da soja, aproveitando o período da segunda safra. Essa estratégia, segundo a agrônoma, alia eficiência produtiva com benefícios ao solo e à biodiversidade. “O girassol tem ganhado cada vez mais espaço nas propriedades rurais de Goiás, assumindo posição de destaque como uma das culturas mais promissoras para a segunda safra no estado”, afirma Oliveira.

No sistema de integração lavoura-pecuária, a técnica conhecida como “safrinha de boi” tem atraído produtores. O modelo permite que, após a safra de verão com soja e a safrinha com milho ou sorgo consorciado à Brachiaria, o gado pasteje a área antes do novo ciclo agrícola. “Essa técnica possibilita até uma terceira safra na mesma área, com redução nos custos e diversificação da renda”, explica.

Outra alternativa é a sobressemeadura da Brachiaria na lavoura de soja, feita entre os estágios R5 e R7 da planta. A prática assegura cobertura vegetal após a colheita e contribui para o controle de plantas daninhas, conservação da umidade e estruturação do solo.

Cada espécie e cultivar da Brachiaria tem características específicas que determinam seu uso ideal. A Brachiaria brizantha, por exemplo, é perene, com crescimento ereto ou semi-ereto, e apresenta bom desempenho em solos bem drenados. A cultivar Marandu, introduzida no Brasil em 1967, destacou-se pela resistência à cigarrinha-das-pastagens e boa digestibilidade. Já as cultivares Xaraés e Piatã, lançadas em 2003 e 2007, respectivamente, ampliaram as possibilidades de escolha para o produtor.

A Brachiaria decumbens cv. Basilisk, por sua vez, apresenta crescimento prostrado e alta emissão de estolões, sendo indicada para solos ácidos e de baixa fertilidade. Sua resistência a curtos períodos de seca e boa capacidade de cobertura do solo tornam essa cultivar uma das mais difundidas.

Para áreas com drenagem deficiente, a recomendação é o uso de cultivares da Brachiaria humidicola, que apresentam crescimento estolonífero e adaptação a solos de baixa fertilidade. No entanto, apenas a cultivar comum é tolerante às cigarrinhas-das-pastagens.

No plantio direto, a espécie mais adotada é a Brachiaria ruziziensis, devido ao rápido estabelecimento e facilidade de dessecação. Contudo, a baixa tolerância a solos pobres e a suscetibilidade a pragas limitam seu uso em algumas regiões.

A identificação das espécies no campo requer atenção a aspectos como hábito de crescimento, tipo de folha, inflorescência e formato das sementes. Esses fatores influenciam tanto o desempenho agronômico quanto o manejo ideal para cada situação.

Diante de sua versatilidade e importância crescente, a Brachiaria tem se consolidado como uma ferramenta estratégica na agricultura tropical, aliando produtividade e conservação ambiental.





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Manejo integrado reduz custos e protege lavouras de arroz


A adoção do Manejo Integrado de Pragas (MIP) tem se consolidado como uma estratégia fundamental para aumentar a lucratividade e a sustentabilidade na produção agrícola, especialmente no cultivo de arroz. Segundo o engenheiro agrônomo Mathias Bergamin, em artigo publicado no Blog da Aegro, “o MIP é o alicerce para a lucratividade em qualquer cultivo”.

O sistema integra diferentes métodos de controle – cultural, biológico e químico – com o objetivo de minimizar os danos causados por pragas e doenças, promovendo maior proteção à lavoura e racionalizando os custos de produção. Para Bergamin, o monitoramento contínuo das lavouras é essencial para que as ações sejam planejadas e executadas com precisão. “Tenha o controle dos dados obtidos durante o ciclo da cultura, planeje suas ações antes de colocar em prática”, recomenda o especialista.

No caso do arroz, uma das principais preocupações do produtor é o controle de plantas daninhas, como o capim-arroz, o arroz-vermelho e espécies aquáticas, entre elas a grama boiadeira e os aguapés. Essas invasoras competem com a cultura principal por nutrientes, água e luz, afetando diretamente a produtividade.

Para reduzir esses impactos, Bergamin destaca que o sucesso da lavoura começa com a escolha correta das sementes. “Escolha sementes de procedência e qualidade, livre de mistura varietal e contaminação”, orienta. O manejo na entressafra também é considerado estratégico. Nesse período, o produtor deve realizar roçadas e dessecação com herbicidas para eliminar possíveis focos de infestação.

Outro ponto importante é a preparação do solo. Revolver a terra pode expor sementes de plantas daninhas, favorecendo sua germinação e facilitando o controle subsequente. A rotação com culturas como soja e milho também contribui para quebrar o ciclo das invasoras e fortalecer o sistema produtivo.

No sistema pré-germinado, Bergamin recomenda a inundação das áreas entre 20 a 30 dias antes da semeadura e a manutenção da lâmina d’água ao longo do ciclo, especialmente em regiões com incidência de arroz-vermelho. A qualidade da água usada na irrigação também é um fator determinante. “Água limpa reduz a incidência de plantas aquáticas invasoras”, afirma o agrônomo.

Por fim, o uso de herbicidas deve ser planejado de forma estratégica durante todo o ciclo da cultura, para garantir eficiência no controle e evitar desperdícios. O MIP, aliado a práticas de manejo adequadas, se apresenta como uma ferramenta indispensável para produtores que buscam estabilidade produtiva e redução de riscos.





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Boi China e novilha têm alta de preço em São Paulo


O informativo Tem Boi na Linha, divulgado nesta segunda-feira (9) pela Scot Consultoria, a semana começou com valorização no mercado do boi gordo em São Paulo, com destaque para o chamado “boi China” e a novilha. Segundo levantamento do setor, a cotação da novilha subiu R$3,00 por arroba, enquanto o “boi China” registrou aumento de R$2,00/@. Os preços do boi gordo comum e da vaca, no entanto, permaneceram estáveis.

As escalas de abate seguem ajustadas, com média de sete dias nos frigoríficos paulistas. A combinação entre redução na oferta de animais e melhora no escoamento da carne foi apontada como fator de sustentação dos preços.

Na Bahia, a situação variou conforme a região. No Sul do estado, as escalas estavam mais folgadas, com média de 13 dias, e as cotações permaneceram inalteradas. Já no Oeste baiano, houve alta de R$3,00/@ na novilha, enquanto as demais categorias não apresentaram variação. As escalas de abate na região estavam, em média, para oito dias.

No mercado atacadista de carne com osso, o início do mês impulsionou as vendas, refletindo o efeito da entrada dos salários e a menor oferta de carne no mercado. Esse cenário resultou em elevações nos preços das carcaças bovinas.

A carcaça casada de boi capão teve alta de 1,2%, equivalente a R$0,25 por quilo. Já a do boi inteiro subiu 2,0%, ou R$0,40/kg. No caso das fêmeas, a carcaça da vaca registrou aumento de 1,3% (R$0,25/kg) e a da novilha teve valorização de 1,5% (R$0,30/kg).

No segmento de carnes alternativas, o frango médio teve queda de 1,0%, o que representa R$0,07 por quilo a menos. Apesar disso, a retração foi mais moderada em comparação com as semanas anteriores. Por outro lado, a carcaça de suíno especial apresentou valorização de 1,7%, o que equivale a um acréscimo de R$0,20 por quilo.





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Estado do Sudeste tem previsão de temperatura mínima de 2ºC para esta semana



A Defesa Civil do estado de São Paulo emitiu um alerta para baixas temperaturas no território paulista entre os dias 11 e 14 de junho. As mínimas previstas são de 2°C na Serra da Mantiqueira, com possibilidade de geadas.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Nas regiões do Vale do Ribeira, Vale do Paraíba, Itapeva, Campinas e Sorocaba, os termômetros devem marcar mínimas de 8°C no período.

Já na Região Metropolitana da capital paulista, em Bauru, Araraquara, Barretos, Franca e Ribeirão Preto, são esperadas mínimas de 9°C.

Já as regiões de Presidente Prudente, Marília, Araçatuba, São José do Rio Preto e o Litoral Norte devem registrar 11°C. Na Baixada Santista, os termômetros devem cair até 13°C.

“Diante desse cenário, a Defesa Civil reforça a recomendação de cuidados com idosos, crianças e pessoas em situação de rua, além de orientar a população a não acender fogueiras ou improvisar sistemas de aquecimento principalmente em ambientes fechados, devido ao risco de intoxicação. Sempre que possível, acolha animais abandonados”, destacou a Defesa Civil, em nota.

Abrigo solidário contra baixa temperatura

Pela segunda vez, na capital paulista, será ativado, a partir desta terça-feira (10), o Abrigo Solidário na Estação Pedro II. O espaço funcionará durante quatro dias, das 19h às 8h, até a manhã de sábado (14), oferecendo acolhimento emergencial às pessoas em situação de rua.

A Prefeitura de São Paulo vai reativar também a Operação Baixas Temperaturas, a partir das 18h desta terça-feira (10), e instalar dez tendas de acolhimento à população mais vulnerável nas cinco regiões da cidade. As tendas funcionam das 18h à 0h. No local serão distribuídos alimentos como sopa, pão, chocolate quente, chá e água.

As tendas serão instaladas nos seguintes locais:

  • Região Central: Praça da República e Praça Marechal Deodoro;
  • Região Sul: Santo Amaro (Praça Floriano Peixoto x Rua Paulo Eiró) e Capela do Socorro (Praça José Boemer Roschel);
  • Região Norte: Santana (Praça Heróis da FEB s/n°) e Vila Maria (Praça Novo Mundo);
  • Região Leste: Guaianases (Rua Capitão Pucci, 38), Itaquera (Avenida Musgo de Flor com Avenida Imperador, embaixo do viaduto Jacu Pêssego) e Mooca (Praça Cid José da Silva Campanella);
  • Região Oeste: Lapa (Rua do Curtume, s/nº – esquina com Guaicurus).



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confira os preços às vésperas do relatório do USDA


O mercado brasileiro de soja teve um começo de semana de preços pouco alterados e comercialização em ritmo calmo.

Segundo o consultor de Safras & Mercado Rafael Silveira, houve poucas mudanças nos preços, já que o dólar e a Bolsa de Chicago não inspiraram alterações.

“A expectativa está para a divulgação do relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) na quinta-feira (12). O spread ainda está alto entre o comprador e vendedor”, destaca.

Preços da saca de soja

  • Passo Fundo (RS): permaneceu em R$ 130
  • Santa Rosa (RS): ficou em R$ 131
  • Porto de Rio Grande: avançou de R$ 134 para R$ 135
  • Cascavel (PR): seguiu em R$ 129
  • Porto de Paranaguá (PR): passou de R$ 134 para R$ 135
  • Rondonópolis (MT): seguiu em R$ 117
  • Dourados (MS): ficou em R$ 120,50
  • Rio Verde (GO): permaneceu em R$ 119,50

Bolsa de Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira em baixa. O dia foi de volatilidade.

Segundo Silveira, as chuvas sobre as regiões produtoras dos Estados Unidos beneficiam as lavouras e adicionam pressão sobre os preços.

“Os investidores acompanham de perto as negociações iniciadas hoje entre China e Estados Unidos em torno das tarifas comerciais. A possibilidade de avanço nas conversas limitou a pressão sobre as cotações.”

Relatório do USDA

Para o analista, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) deverá, no seu relatório de 12 de junho, indicar um pequeno corte na produção de soja norte-americana em 2025/26. No entanto, os estoques devem ser revisados para cima.

Analistas consultados pelas agências internacionais indicam que o número para a safra norte-americana em 2025/26 deverá ficar em 4,338 bilhões de bushels, contra 4,340 bilhões previstos em maio.

Para os estoques de passagem, a previsão é de um número de 302 milhões de bushels para 2025/26, contra 295 milhões projetados em maio. Para 2024/25, a aposta é de um aumento, passando dos 350 milhões indicados em maio para 352 milhões de bushels.

Em relação ao quadro de oferta e demanda mundial da soja, o mercado aposta em estoques finais 2024/25 de 123,1 milhões de toneladas. Em maio, o número ficou em 123,2 milhões.

Segundo o mercado, a indicação do USDA para 2025/26 deverá ser de 124,6 milhões de toneladas, contra 124,3 milhões projetados em maio.

O USDA deverá elevar a estimativa para a safra do Brasil em 2024/25 de 169 milhões para 169,2 milhões de toneladas. Já a estimativa para a Argentina deverá ser mantida em 49 milhões de toneladas.

Contratos futuros da soja

cotação preço soja queda Chicagocotação preço soja queda Chicago
Foto: Reprodução
Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com baixa de 1,25 centavo de dólar ou 0,11% a US$ 10,56 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 10,30 3/4 por bushel, perda de 6,25 centavos ou 0,60%.
Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com baixa de US$ 0,20, ou 0,06%, a US$ 295,50 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 47,38 centavos de dólar, com perda de 0,12 centavo ou 0,25%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,13%, sendo negociado a R$ 5,5616 para venda e a R$ 5,5596 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5522 e a máxima de R$ 5,5987.



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Confira os preços da arroba do boi gordo neste início de semana



O mercado físico do boi gordo iniciou a semana com inexpressivo fluxo de negócios. De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, a expectativa ainda é de alguma elevação dos preços no curto prazo, considerando o posicionamento das escalas de abate, entre cinco e sete dias úteis na média nacional.

“A oferta de animais jovens é a grande justificativa para este movimento: a indústria não encontra quantidade expressiva de animais que cumprem os requisitos de exportação para a China.”

Segundo ele, as exportações brasileiras permanecem agressivas, com o país caminhando a passos largos para um recorde de embarques na atual temporada.

Preços médios do boi gordo

  • São Paulo: R$ 316,67
  • Goiás: R$ 300,54
  • Minas Gerais: R$ 300,29
  • Mato Grosso do Sul: R$ 313,86
  • Mato Grosso: R$ 310,54

Mercado atacadista

O mercado atacadista apresenta preços firmes para a carne bovina. O ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade do movimento de alta no curto prazo, considerando a entrada dos salários na economia.

“Os movimentos da carne de frango no atacado e varejo são pontos de atenção que precisam ser mencionados”, disse Iglesias.

O quarto traseiro segue no patamar de R$ 24,50 por quilo; o dianteiro ainda é cotado a R$ 19,50, por quilo; e a ponta de agulha continua no patamar de R$ 18,50, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,13%, sendo negociado a R$ 5,5616 para venda e a R$ 5,5596 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5522 e a máxima de R$ 5,5987.



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