quinta-feira, maio 21, 2026

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confira a previsão de hoje



Os três estados do Sul devem continuar com as temperaturas baixas, soprando ar gelado também para o Sudeste. No Nordeste, a frente fria se faz presente. Veja a previsão para todo o país:

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Sul

O destaque desta quinta-feira segue para as baixas temperaturas nos três estados. O centro do sistema de alta pressão começa a se afastar do continente, mas mantém o tempo aberto e as temperaturas amenas durante o dia.

Sudeste

A umidade marítima seguirá alimentando a formação de nuvens de chuva sobre o litoral de São Paulo, no Rio de Janeira e no litoral sul do Espírito Santo. Nas áreas interioranas, predomínio de tempo firme, com sol entre algumas nuvens. A forte massa de ar polar posicionada sobre o Sul continua direcionando o ar frio para o Sudeste, mantendo as temperaturas baixas.

Centro-Oeste

As instabilidades ficam restritas ao Distrito Federal, com pancadas de chuva à tarde e possível chuva forte localizada. Em Mato Grosso e Goiás, predomínio de tempo aberto, com sol e algumas nuvens, mas ainda abafado. Já Mato Grosso do Sul fica sob influência de ar frio, com temperaturas baixas que começam a subir gradualmente.

Nordeste

A frente fria segue na altura da Bahia, intensificando a chuva no litoral baiano, especialmente no Recôncavo. Nas demais áreas da costa leste, os ventos úmidos perdem força e as instabilidades diminuem. No Maranhão, a chuva avança para o interior com fortes pancadas. No sertão, tempo firme e altas temperaturas à tarde.

Norte

A chuva começa a se espalhar mais no Amazonas e Pará, mas em pancadas irregulares. Em Roraima e no Amapá, chove desde cedo e as instabilidades aumentam. Em Palmas, Tocantins, tempo firme e calor, com alerta de baixa umidade. Acre e Rondônia seguem com tempo aberto e sem chuva.



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AgroNewsPolítica & Agro

Óleo de milho de Goiás supera todo ano de 2024


A colheita do milho de 1ª safra no Brasil atingiu 86,9% da área total até 24 de maio de 2025. Em Goiás, algumas lavouras de milho de 2ª safra no sul do estado já entraram na fase de maturação, enquanto a maior parte ainda se encontra na etapa de enchimento de grãos. Apesar da redução no volume de chuvas, o desenvolvimento das lavouras tem sido considerado satisfatório, uma vez que houve uma boa distribuição de precipitações ao longo de abril, o que favoreceu o período reprodutivo. As informações foram divulgadas no boletim Agro em Dados de junho, da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Goiás.

No mercado interno, os preços do milho em maio apresentaram tendência de queda, com um recuo de 12,4% em comparação ao mês anterior. Essa retração é influenciada pelo cenário internacional de baixa e pela proximidade da colheita da segunda safra, que tende a ampliar a oferta do cereal. No entanto, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) destaca que “os estoques ajustados aliado a uma demanda firme devem contribuir para a sustentação dos preços nos próximos meses”.

No panorama internacional, o Brasil embarcou 177,2 milhões de toneladas de milho em abril, um aumento de 176,5% em comparação com o mesmo mês de 2024. Goiás destacou-se nesse período, ampliando o número de países compradores do cereal, incluindo Vietnã, Estados Unidos, Egito e Taiwan, além de Portugal (que era o único destino em abril de 2024). Essa diversificação contribuiu para o desempenho positivo das exportações brasileiras.

Dentre os derivados do milho, o óleo obteve destaque nas exportações brasileiras, alcançando 54,2 mil toneladas embarcadas, no valor de US$ 55,2 milhões. Este é o maior valor já registrado para o mês de abril na série histórica. Para o estado de Goiás, o cenário é promissor, pois em abril foram enviadas 2,3 mil toneladas de óleo de milho para o exterior, superando o volume total exportado em todo o ano de 2024, que foi de 968,4 toneladas.





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plantio quase finalizado nos EUA



Iowa tem 85% do milho em boas condições




Foto: Canva

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou nesta terça-feira (10) que o plantio da safra de milho no país alcançou 97% da área total até 8 de junho. O índice está 3 pontos percentuais à frente do registrado no ano passado e em linha com a média dos últimos cinco anos. A emergência da safra de milho chegou a 87% em nível nacional, superando em 4 pontos percentuais o ano anterior e igualando a média histórica.

As condições das lavouras de milho também apresentaram melhora. Em 8 de junho, 71% da safra do país foi classificada em “boas a excelentes condições”, um aumento de 2 pontos percentuais em relação à semana anterior. Em Iowa, principal estado produtor de milho, 85% da safra foi avaliada nessas categorias.

O plantio de soja nos Estados Unidos também está avançado. Até 8 de junho, 90% da área prevista para a oleaginosa havia sido plantada, o que representa 4 pontos percentuais à frente do ano passado e 2 pontos percentuais acima da média dos últimos cinco anos.

Nacionalmente, 75% da safra de soja havia emergido até a mesma data, um avanço de 7 pontos percentuais em relação ao ano passado e 3 pontos percentuais acima da média. As condições das lavouras de soja também são consideradas favoráveis, com 68% classificadas como “boa a excelente” em 8 de junho, um aumento de 1 ponto percentual em comparação com a semana anterior.





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Chuva alivia seca e melhora safras na Europa



Calor acelera colheita no Sul da Europa




Foto: Pixabay

A Europa registrou um contraste climático na última semana, com chuvas moderadas a fortes sobre o centro e norte do continente, enquanto a Bacia do Mediterrâneo enfrentou condições secas e muito quentes. Uma série de sistemas climáticos se deslocou para o leste, provocando uma ampla faixa de precipitações e tempestades, com volumes de 10 a 100 mm, e localmente mais, desde a Inglaterra, França e norte da Espanha, estendendo-se até a Polônia e os Países Bálticos. As informações foram divulgadas nesta terça-feira (10) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em seu boletim Weekly Weather and Crop Bulletin.

As chuvas proporcionaram “alívio adicional da seca na Inglaterra, norte da França, bem como em grande parte da Alemanha”, embora o USDA ressalte que “mais chuva é necessária para erradicar completamente os déficits significativos que se acumularam desde o início da primavera”. Como resultado, as perspectivas de produtividade para o abastecimento das safras de inverno melhoraram significativamente desde o retorno das chuvas na última semana de maio. O tempo nublado e instável também manteve as temperaturas próximas do normal nas regiões norte e noroeste da Europa.

Por outro lado, o centro e sul da Espanha enfrentaram condições ensolaradas e quentes, com temperaturas de 3°C a 6°C acima do normal e máximas variando de 35°C a 42°C. Esse cenário acelerou a secagem e a colheita dos grãos de inverno. Nos Bálcãs, céus ensolarados e temperaturas acima do normal, entre 32°C e 34°C, promoveram a maturação, secagem e colheita antecipada das culturas de inverno. Contudo, essas condições não tiveram impactos adversos no milho, girassol e soja, que ainda estavam nos estágios iniciais de desenvolvimento vegetativo.





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Mato Grosso abate 611 mil bovinos em maio



Abate de fêmeas volta a subir no anual




Foto: Sheila Flores

Mato Grosso enviou 611,94 mil bovinos para abate em maio de 2025, um acréscimo de 5,24% em relação a abril. Desse total, o abate de fêmeas somou 332,85 mil cabeças, representando 54,39% do volume total, o que marca o segundo maior valor na série histórica. Com isso, a variação anual do abate de fêmeas, que acumulava três meses consecutivos de queda, voltou a crescer em maio de 2025, com um aumento de 3,02% no comparativo anual. As informações foram divulgadas na análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) nesta segunda-feira (9).

Apesar do avanço observado no último mês, a média móvel dos três últimos meses para o abate de fêmeas permaneceu negativa, em -2,14%. Segundo o Imea, a expectativa é que “a presença de fêmeas nos abates recue no longo prazo, dada a transição do ciclo pecuário”. Essa projeção baseia-se na melhora da margem da cria, que “estimula o movimento de retenção de matrizes”.

Além disso, o instituto indica que “a tendência é que a oferta de machos seja maior, uma vez que a margem de confinamento tende a melhorar com a recuperação nos preços do boi gordo”.





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Cinturão do milho mexicano recebe chuvas



Chuvas sazonais chegam ao planalto sul mexicano




Foto: Agrolink

A maioria das áreas do cinturão de milho do planalto sul do México finalmente recebeu chuvas durante a primeira semana de junho, com totais variando geralmente de 10 a 50 mm, e quantidades localmente maiores. O milho e outras culturas de verão recém-plantadas se beneficiaram do retorno das chuvas sazonais, que foram mais intensas nas regiões de produção do leste do planalto sul e mais leves no oeste. As informações foram divulgadas nesta terça-feira (10) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em seu boletim Weekly Weather and Crop Bulletin.

A atividade de chuvas também se estendeu ao sudeste do México, enquanto precipitações isoladas se desenvolveram em áreas afetadas pela seca no centro-norte e noroeste do país.

Apesar das chuvas, as temperaturas permaneceram em média de 1°C a 3°C acima do normal em quase todo o México. O clima mais quente, com leituras atingindo 40°C ou mais, afetou o centro-norte do país. O USDA ressalta que, “dada a natureza prolongada da seca no norte do México, qualquer recuperação será lenta devido aos níveis extremamente baixos dos reservatórios e às reservas de umidade do solo esgotadas”.





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Polícia apreende 2,7 toneladas de café impróprio para consumo no RJ



A polícia civil do Rio de Janeiro apreendeu nesta quarta-feira (11) 5.500 pacotes de café de 500g cada impróprios para consumo, o que totaliza 2,75 toneladas, em estabelecimentos comerciais da zona norte da cidade após denúncia da Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic).

Os produtos – cujas marcas não foram divulgadas pela corporação – foram recolhidos por agentes da Delegacia do Consumidor (Decon), após peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli constatarem que as marcas tinham grau de impureza muito acima do permitido.

Uma portaria do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) determina que o teor de impureza no café deve ser de no máximo 1%. Contudo, os testes apontaram índices superiores a 10% em algumas marcas.

As fiscalizações contaram com apoio do Mapa e ocorreram nos bairros de Irajá, Jardim América, Maracanã e Bonsucesso, todos na zona norte carioca, recolhendo cerca de 5.500 pacotes de 500g cada.

Os responsáveis pelos estabelecimentos foram conduzidos à delegacia para prestar depoimento sobre a origem da compra e os fornecedores do café.

No mês passado, o Ministério da Agricultura e Pecuária desclassificou três marcas de café torrado para consumo humano (Melissa – imitação do Melitta – Pingo Preto e Oficial).

A medida foi tomada após análises em laboratório apontarem impurezas e presença de micotoxinas e matérias estranhas nos produtos em níveis superiores aos permitidos pela legislação.

São consideradas matérias estranhas no café: grãos ou sementes de outras espécies vegetais, areia, pedras ou torrões. Já as impurezas são elementos da lavoura, como cascas e paus.

O Ministério orienta que consumidores que tenham adquirido os produtos listados deixem de consumi-los imediatamente. O consumidor pode solicitar a substituição do produto.

*Com informações da Agência Brasil



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Exportações do agronegócio somam US$ 15 bilhões em maio



As exportações do agronegócio brasileiro somaram US$ 14,9 bilhões em maio de 2025. Apesar da leve queda de 1,4% na comparação com o mesmo mês do ano anterior, na visão do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o resultado reflete resiliência diante da redução no volume embarcado (-4,2%).

A pasta informa, ainda, que a queda foi parcialmente compensada pela elevação de 2,9% nos preços médios dos produtos exportados.

“Produtos como suco de frutas, sorvetes, papel, goiabas e batatas processadas registraram, em maio, os maiores valores de exportação da série histórica iniciada em 1997. O suco de frutas, por exemplo, saltou de US$ 11,3 milhões em maio de 2024 para US$ 25,5 milhões em 2025, um crescimento de 126%”, diz o Ministério, em nota.

As exportações de sorvetes também avançaram de forma expressiva, passando de US$ 3,6 milhões para US$ 6,4 milhões (+78,6%). A goiaba atingiu US$ 278 mil, o dobro do valor embarcado no mesmo mês do ano anterior.

De acordo com o Mapa, outro destaque foi a celulose, que alcançou recorde em volume (US$ 981,5 milhões) e em volume (2,1 milhões de toneladas). A China, principal destino, ampliou em quase 60% suas compras do produto brasileiro.

As exportações de carne suína in natura também registraram crescimento expressivo, alcançando US$ 274,4 milhões em maio de 2025, uma alta de 30,6% em relação ao mesmo mês de 2024, quando foram exportados US$ 210,1 milhões.

Conforme o Ministério, o aumento foi impulsionado, principalmente, pela demanda de mercados como Filipinas, Chile, Japão e Cingapura.

Exportações recordes

Produtos como óleo de amendoim, manteiga de cacau e sebo bovino também bateram recordes para o mês de maio, evidenciando o potencial de nichos antes pouco explorados.

“O óleo de amendoim, por exemplo, somou US$ 30,1 milhões em exportações, um crescimento de 125% em relação ao valor registrado em maio de 2024 (US$ 13,4 milhões), desempenho que sinaliza novas possibilidades para a agroindústria nacional”, informa o Mapa.

Novos mercados

Em maio, o Brasil ampliou sua presença internacional com a abertura de 25 novos mercados, totalizando 381 acessos desde o início de 2023. Entre os principais novos destinos estão países africanos .

“Também se destaca a China, principal parceiro comercial do agronegócio brasileiro, que recebeu missão presidencial durante o mês de maio, reforçando o papel da cooperação bilateral na expansão das exportações.”

Para o Minstério da Agricultura, mesmo setores já consolidados, como o florestal e o sucroalcooleiro, seguem mostrando força. “A despeito da queda nos embarques de açúcar, o crescimento das exportações para mercados como a China (+354%) compensou, em parte, o recuo nas vendas a outros países.”

E a valorização do café no mercado internacional, embora tenha impacto pontual na receita, também contribuiu para a elevação do índice geral de preços.



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Caíram os preços? Saiba como ficaram as cotações no Brasil



O mercado brasileiro de soja registrou preços entre estáveis a mais baixas nesta quarta-feira (11), com poucas negociações efetivadas. Segundo o consultor da Safras & Mercado, Rafael Silveira, o cenário no meio dos preços foi marcado por lentidão nas operações e por uma combinação de fatores que limitaram a competitividade nas cotações.

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A pressão veio principalmente da queda dos contratos futuros na Bolsa de Chicago e da desvalorização do dólar frente ao real. Apesar de uma leve elevação nos prêmios de exportação, o movimento foi insuficiente para equilibrar o impacto negativo dos demais fatores de formação de preço.

Preços no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 130,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 131,00
  • Porto de Rio Grande (RS): manteve em R$ 135,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 129,00
  • Porto de Paranaguá (PR): caiu de R$ 135,00 para R$ 134,50
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 117,00
  • Dourados (MS): caiu de R$ 120,00 para R$ 119,00
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 119,50 para R$ 118,00

Soja em Chicago

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos futuros da soja fecharam o dia em baixa, revertendo os ganhos iniciais após o anúncio de um acordo comercial entre China e Estados Unidos.

A mudança de direção refletiu a previsão de clima favorável ao desenvolvimento das lavouras norte-americanas e a cautela dos investidores com os dados de oferta e demanda que serão divulgados nesta quinta-feira pelo USDA.

Autoridades norte-americanas expressaram otimismo sobre os acordos internacionais em andamento, mas o mercado agrícola segue cético quanto aos efeitos práticos no curto prazo. O secretário do Tesouro, Scott Bessent, afirmou que a China vive um momento estratégico de transição econômica e pode se beneficiar ao focar no consumo doméstico.

Para a nova safra dos EUA (2025/26), analistas esperam um pequeno corte na produção e aumento nos estoques. A produção deve recuar para 4,338 bilhões de bushels, enquanto os estoques podem subir para 302 milhões.

Globalmente, os estoques finais de soja em 2024/25 devem atingir 123,1 milhões de toneladas, com elevação para 124,6 milhões em 2025/26. O USDA também deve revisar para cima a produção brasileira de soja, de 169 para 169,2 milhões de toneladas, mantendo a estimativa da Argentina em 49 milhões.

Contratos futuros

O contrato julho da soja em grão fechou em baixa de 7,25 centavos (–0,68%), a US$ 10,50 1/2 por bushel. A posição novembro encerrou a US$ 10,29 1/4, com queda de 2,00 centavos (–0,19%). O farelo de soja (julho) caiu US$ 1,70, a US$ 294,20 por tonelada. O óleo de soja (julho) subiu 0,23 centavo, a 48,02 centavos de dólar por libra-peso.

Dólar

O dólar comercial caiu 0,55% nesta quarta-feira, cotado a R$ 5,5382 para venda. A moeda oscilou entre R$ 5,5216 e R$ 5,5806 ao longo do dia, refletindo fluxo estrangeiro e ajustes técnicos no mercado cambial.



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Preços da arroba do boi gordo no país: confira as cotações de hoje


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Foto: Gilson Abreu/AEN

O mercado físico do boi gordo continua com preços acomodados, com uma ou outra negociação realizada acima das referências médias.

Segundo o analista de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, os frigoríficos operam com escalas de abate posicionadas entre cinco e sete dias úteis na média nacional.

“O mercado ainda se depara com alguma dificuldade na aquisição de animais jovens, principalmente aqueles que cumprem os requisitos de exportação para a China. As exportações são a grande variável da atual temporada, considerando o desempenho espetacular, com o país caminhando a passos largos para um recorde de embarques.”

Preços médios da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 317,25 — ontem: R$ 316,33
  • Goiás: R$ 301,43 — estável
  • Minas Gerais: R$ 300,88 — na terça: R$ 300,29
  • Mato Grosso do Sul: R$ 314,32 — anteriormente: R$ 313,86
  • Mato Grosso: R$ 314,59 — ontem: R$ 311,89

Mercado atacadista

O mercado atacadista segue com preços acomodados para a carne bovina. Segundo Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere por alguma alta dos preços no curto prazo, considerando a entrada dos salários na economia como motivador da reposição entre atacado e varejo.

“Por outro lado, o cenário traçado para as proteínas concorrentes, em especial quando se trata da carne de frango, ainda gera preocupação no mercado”, disse o analista.

O quarto traseiro segue no patamar de R$ 24,50 por quilo, o dianteiro ainda é cotado a R$ 19,50 por quilo e a ponta de agulha segue no patamar de R$ 18,50, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em queda de 0,55%, sendo negociado a R$ 5,5382 para venda e a R$ 5,5362 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5216 e a máxima de R$ 5,5806.

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