quarta-feira, maio 20, 2026

Agro

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Previsão do tempo indica mais chuva volumosa no RS hoje; veja áreas



O tempo continua instável na região Sul, com previsão de tempestades (chuva volumosa e trovoadas) no litoral sul do Rio Grande do Sul, e também na Campanha, vale e serra do estado.

Segundo a Climatempo, nas demais áreas gaúchas, a chuva chega em forma de pancadas moderadas a fortes. No litoral do estado, as rajadas de vento podem variar entre 51 e 70 km/h.

A Defesa Civil do Rio Grande do Sul emitiu alertas para condições de atenção em diversas áreas do estado. Nas região de Palmares e Cidreira, o infomativo indica condição de atenção para chuva persistente e raios, com risco moderado de alagamentos.

Também há alerta para as mesmas condições na região de Camaquã, Don Feliciano e São Lourenço do Sul. Também há alertas para Encruzilhada do Sul, Pelotas e Rio Grande.

Em Santa Catarina e no Paraná, a frente fria associa-se ao sistema e intensifica as chuvas, com alerta para temporais na faixa central e no sudeste catarinense.

Impactos da chuva no Rio Grande do Sul

  • Confira abaixo as informações sobre as consequências das fortes chuvas enfrentadas no Rio Grande do Sul, de acordo com o boletim mais atual sobre a situação, divulgado às 9h07 desta sexta-feira:

    Municípios afetados: 98

  • Pessoas em abrigos: 2005
  • Pessoas desalojadas: 4011
  • Pessoas desaparecidas: 1
  • Óbitos confirmados: 3
  • Pessoas resgatadas*: 552
  • Animais resgatados*: 125
  • Município com decreto de estado de calamidade pública: 1
    Jaguari
  • Municípios com decreto de situação de emergência: 8
    Dona Francisca
    Cerro Branco
    Agudo
    Nova Palma
    Cruzeiro do Sul
    Passa Sete
    São Sebastião do Caí
    Cacequi

*Apenas pessoas e animais resgatados pelas forças de segurança do estado.

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Brasil terá 2ª maior safra de milho da história


A safra de milho do Brasil para 2024-25 deverá ser a segunda maior da história do país, com projeção de 127 milhões de toneladas, segundo estudo de Joana Colussi, Gary Schnitkey e Nick Paulson, do Departamento de Economia Agrícola e do Consumidor da Universidade de Illinois. O volume supera o registrado no ano passado e as estimativas anteriores, impulsionado pelas chuvas favoráveis em abril e maio, que beneficiaram as principais regiões produtoras da segunda safra, responsável por 78% da colheita total. 

A previsão mais recente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indica que a produção total, somando as três safras, deve alcançar 126,87 milhões de toneladas — 10% a mais que na temporada passada. Consultorias privadas, porém, apontam uma produção ainda maior, podendo chegar a 137,16 milhões de toneladas. O aumento não é reflexo de uma expansão expressiva da área cultivada, que subiu apenas 1,5%, mas sim do rendimento recorde estimado em 5,96 toneladas (99,4 sacas) por hectare, favorecido pela boa saúde das lavouras de milho safrinha no Centro-Oeste, Sudeste e Sul.

O milho de segunda safra, ou safrinha, mantém sua relevância como motor da produção nacional, com expectativa de alta de 11% na colheita, atingindo 99,79 milhões de toneladas.. Já a primeira safra, concentrada no Sul, recuou nos últimos anos devido à maior atratividade da soja no verão. A terceira safra, que representa parcela menor da produção, deverá ter ligeira queda, mas ainda mostra potencial de crescimento para atender à demanda no Norte e Nordeste.

Apesar da colheita robusta, as exportações de milho brasileiro devem cair cerca de 9% em 2025, impactadas pelo consumo crescente do setor de proteína animal e pelo avanço de novas usinas de etanol de milho, especialmente no Centro-Oeste. “A produção total de milho do Brasil, em suas três safras anuais, está a caminho de atingir o segundo maior volume da história do país, superando as expectativas iniciais”, conclui o estudo.

 





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“Quem entender isso vai liderar o agro”


O pedido de Recuperação Extrajudicial feito pela Lavoro Agro  representa, na análise de Julia Guerra, Especialista em Gestão de Riscos, Planejamento e Execução de Projetos, um movimento estratégico para proteger fornecedores, garantir o abastecimento do produtor e reorganizar a saúde financeira da empresa sem interromper suas operações. 

“Hoje, o mercado ainda digere o impacto. Amanhã, outros players vão repensar sua estrutura — ou serão tragados. A decisão da Lavoro Agro, foi estratégica: proteger fornecedores, manter o produtor abastecido e reorganizar sua saúde financeira sem paralisar a operação”, comenta.

O agro brasileiro, segundo ela, ainda operando com modelos de crédito e gestão herdados de cinco ou mais anos atrás, enfrenta hoje uma pressão inédita: custos de capital de giro elevados pela taxa real ainda alta, margens cada vez mais apertadas entre multinacionais, distribuidores e revendas, produtores mais tecnificados e, consequentemente, mais alavancados e expostos — além de um risco sistêmico na cadeia que continua subestimado.

Na avaliação de Julia, a atitude da Lavoro não é sinal de fraqueza, mas de inteligência adaptativa. Ao reconhecer que o jogo mudou, a empresa se antecipa a um cenário em que só sobreviverá quem entender as novas regras. Diante disso, instituições financeiras, seguradoras, resseguradoras, fundos, tradings e cooperativas precisam refletir se estão apenas financiando ou realmente gerenciando os riscos de uma cadeia que sustenta boa parte da economia brasileira. 

O agro que expande a 3% ao ano não pode mais operar com premissas de gestão e precificação do século passado. Para Julia Guerra, quem assimilar essa realidade mais rápido liderará a próxima década do agronegócio nacional.





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Cursos gratuitos para empreender e turbinar a competitividade do seu negócio



Quer tirar sua ideia do papel, vender mais ou liderar com mais eficiência? O Sebrae/ES preparou uma programação especial de cursos para o mês de junho.

As capacitações são presenciais e online, voltadas para quem já empreende ou pretende começar agora. Os temas vão desde ‘Como se tornar um MEI’, até ‘Empretec o Caminho para o Sucesso’.

Além disso, a iniciativa é uma oportunidade para desenvolver habilidades em áreas como administração, marketing, turismo, vendas e finanças — tudo com foco em tornar sua empresa mais competitiva no mercado.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp

Capacitações Gratuitas – Sebrae/ES

Como se Tornar um MEI

Linhares | 24/6 | 9h | Acesse aqui

Guarapari | 25/6 | 9h | Acesse aqui

Empretec o Caminho para o Sucesso

Nova Venécia | 24/6 | 18h | Acesse aqui

Faça do atendimento uma ótima experiência (Presencial / Remoto ao vivo)

Serra | 25/6 | 8h30 | Acesse aqui

Faça marketing digital bem-feito no seu negócio

Linhares | 25/6 | 18h | Acesse aqui

As Novas Competências do Profissional do Futuro

Vitória | 25/6 | 8h15 | Acesse aqui

Potencialize seu negócio com o Turismo de Experiência

Venda Nova Imigrante | 25/6 | 19h | Acesse aqui

Inbook 2 – Storytelling

Remoto | 16/6 | 14h | Acesse aqui

Sebrae Conecta: de finanças a oportunidades

Vila Velha | 30/6 | 9h | Acesse aqui

Formação do Preço de Venda para o Comércio

Serra | 30/6 | 13h | Acesse aqui



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Saiba o que mexe com os mercados hoje na análise do Diário Econômico


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destacou a véspera de feriado marcada por decisões de política monetária.

O Fed manteve os juros e adotou tom cauteloso, enquanto o Copom elevou a Selic para 15% em resposta ao cenário inflacionário.

Bolsas internacionais oscilaram e investidores adotaram uma postura defensiva diante das incertezas globais e domésticas.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Selic sobe para 15% e atinge maior nível desde 2006, aponta Banco Central



A decisão unânime dos membros do comitê representa a sétima elevação




Foto: Pixabay

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central elevou nesta quarta-feira (18) a taxa Selic em 0,25 ponto percentual, fixando os juros básicos da economia brasileira em 15% ao ano. A decisão unânime dos membros do comitê representa a sétima elevação consecutiva da Selic e leva o índice ao seu maior patamar desde julho de 2006.

De acordo com o comunicado divulgado pelo Banco Central, a medida reflete a necessidade de manter o controle da inflação em um contexto internacional ainda incerto, especialmente em relação à política monetária dos Estados Unidos. As autoridades monetárias destacaram que o cenário externo mais volátil exige uma postura mais cautelosa de países emergentes como o Brasil.

Apesar do novo ajuste, o Copom sinalizou que o ciclo de alta dos juros pode estar próximo do fim. Segundo o comitê, caso as condições econômicas se mantenham estáveis, é possível que a taxa Selic seja mantida no próximo encontro, previsto para os próximos meses.

O comunicado oficial ressalta que, embora uma pausa esteja no radar, o comitê permanecerá atento aos desdobramentos econômicos.  A próxima reunião do Copom será decisiva para confirmar se, de fato, o Brasil entrará em um período de estabilidade na política monetária.





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Preço do glifosato vem aumentando: E agora?



O glifosato responde por cerca de 30% do mercado global de herbicidas



O glifosato responde por cerca de 30% do mercado global de herbicidas
O glifosato responde por cerca de 30% do mercado global de herbicidas – Foto: Divulgação

Desde meados de maio, o preço do glifosato, herbicida mais usado no mundo, vem registrando alta gradual. Em junho, o pó técnico a 95% subiu 2,6% em relação ao início de maio. Este movimento é impulsionado pela retomada das exportações chinesas para a América do Sul, que atingem pico entre junho e agosto. Além disso, a expansão do cultivo de transgênicos e a eliminação de outros herbicidas, como o paraquate, reforçam a tendência de demanda firme, o que sustenta as cotações.

Nesse cenário, o glifosato responde por cerca de 30% do mercado global de herbicidas. Depois de picos superiores a 80.000 yuans por tonelada em 2021, os preços recuaram, pressionando as margens. Com estoques na China reduzidos a 51.200 toneladas em junho, o que representa quase 8% a menos em um ano, e encomendas agendadas até julho, especialistas indicam que o cenário de preços baixos tornou o reajuste inevitável, além de necessário para reequilibrar a cadeia.

A produção global é altamente concentrada em poucos players. A Monsanto, da Bayer, lidera com 370 mil toneladas anuais, enquanto empresas chinesas como Xingfa Group (230 mil t), Fuhua Chemical (180 mil t) e Xinan Chemical (80 mil t) dividem o restante. O Xingfa confirmou que sua produção já está comprometida e que o aumento de preços deve melhorar o desempenho financeiro. Já a Fuhua reforça sua posição com uma cadeia produtiva integrada e certificação de baixo carbono reconhecida na União Europeia, fator que amplia sua competitividade externa.

Apesar do risco de falência da Monsanto, caso a Bayer não consiga contornar processos judiciais, a perspectiva é de que a demanda por glifosato siga crescendo em 2025. O tema será aprofundado no Workshop de Exportação de Pesticidas da China (CPEW), nos dias 10 e 11 de julho, em Hangzhou, onde fabricantes e compradores debaterão estratégias para superar gargalos e elevar o padrão de qualidade do setor. 

 





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Trânsito na BR-287 sofre bloqueios após cratera abrir cabeceira de ponte no RS



Volume elevado das águas do Arroio Divisa causou a abertura de uma cratera




Foto: Dnit

O tráfego na BR-287 foi interrompido na manhã desta terça-feira (17) após o rompimento de uma das cabeceiras da ponte que conecta os municípios de Jaguari e São Vicente do Sul, na Região Central do Rio Grande do Sul.

Segundo informações divulgadas pelo Diário de Santa Maria, o volume elevado das águas do Arroio Divisa causou a abertura de uma cratera em uma das cabeceiras da estrutura. A outra lateral da ponte também apresentou rachaduras preocupantes, comprometendo a segurança no local.

Ao longo do dia, equipes técnicas trabalharam para restabelecer o tráfego. No fim da tarde, o trecho foi parcialmente liberado sob sistema de pare e siga, permitindo a passagem alternada de veículos em ambos os sentidos.

A expectativa, conforme técnicos do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), era de que o tráfego fosse normalizado completamente até o fim da noite desta terça-feira, caso as condições climáticas permitissem a conclusão dos reparos emergenciais.

Enquanto isso, o Dnit orienta os motoristas que preferirem evitar o ponto de bloqueio a utilizarem uma rota alternativa pelas rodovias RS-241 e RS-377, retornando à BR-287 pelo município de São Francisco de Assis.





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AgroNewsPolítica & Agro

RS tem mais um dia de chuvas e alerta de inundação



O tempo instável deve persistir até o fim da semana




Foto: Arquivo

A quinta-feira (19) começou com chuvas intensas no Rio Grande do Sul. A Defesa Civil estadual renovou os alertas em razão da continuidade das instabilidades que atingem diversas regiões. Cidades como Horizontina, Três de Maio, Santo Ângelo e Ijuí seguem sob condição de alerta severa, com alto risco de alagamentos.

Segundo comunicado emitido pela Defesa Civil, a situação se agravou também na região da Fronteira Oeste. Um novo alerta foi publicado para o rio Ibicuí, com condição severa de inundação. O destaque vai para o município de Manoel Viana, onde o risco é considerado muito alto de enchentes. A orientação é clara: evitar áreas de risco e, em caso de emergência, acionar os números 190 ou 193. O alerta é válido até às 6h40 desta sexta-feira, 20 de junho.

Clique aqui e acesse AGROTEMPO

O acúmulo de chuvas nas últimas 24 horas ultrapassou os 100 mm em algumas localidades, contribuindo para o transbordamento de rios, alagamentos urbanos e encharcamento do solo. A Defesa Civil pede atenção redobrada da população e reforça a importância de seguir os protocolos dos Planos de Contingência Municipais, que orientam como agir em casos de desastres.

Além do impacto nas áreas urbanas, há risco de isolamento em zonas rurais, com estradas alagadas e pontes comprometidas. O tempo instável deve persistir até o fim da semana, com a possibilidade de novas frentes úmidas avançando sobre o estado. A manutenção das chuvas pode agravar a situação nos municípios já impactados, especialmente nas regiões de vales e bacias hidrográficas.





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