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O agronegócio catarinense enfrenta um novo cenário de instabilidade provocado por fatores externos e internos. A escalada do conflito entre Irã e Israel vem elevando os preços de fertilizantes nitrogenados, fundamentais para culturas como o milho. Além disso, cortes nos subsídios do Plano Safra 2024/2025 aumentam a preocupação dos produtores rurais com o futuro da produção agrícola no estado.
Segundo o presidente da Cooperativa Agropecuária Camponovense (Coocam), João Carlos Di Domenico, o Irã é um dos principais fornecedores globais de insumos nitrogenados. O agravamento do cenário geopolítico interfere diretamente na logística internacional. “A guerra gera transtornos no transporte marítimo e pressiona os preços. Já se paga até US$ 50 a mais por tonelada de Ureia comprada do Oriente Médio”, alerta Di Domenico.
O impacto é sentido especialmente no planejamento da próxima safra. Em Santa Catarina, o milho é semeado entre setembro e outubro, exigindo um volume elevado de nitrogênio para alcançar bons índices de produtividade. Com os custos em alta, muitos agricultores avaliam migrar parte da área de cultivo para a soja, que tem menor exigência de fertilizantes nitrogenados.
Essa possível mudança preocupa o setor. “Se o milho se tornar inviável financeiramente, o produtor tende a apostar na soja. Mas isso pode ampliar ainda mais o déficit estadual de milho, que já gira entre 5 e 6 milhões de toneladas. Santa Catarina não tem safrinha e depende do grão para abastecer as cadeias de suínos, aves e leite”, explica o dirigente da Coocam.
Outro desafio é a redução dos recursos para financiamento rural. O corte de quase 50% nos subsídios à equalização de juros no novo Plano Safra pegou o setor de surpresa. Para João Carlos, a constante mudança nas regras do jogo prejudica o planejamento no campo. “Faltam previsibilidade e políticas públicas de longo prazo. O produtor precisa de segurança para investir, e o governo precisa entender que a agricultura não pode parar”, pontua.
Mesmo diante das dificuldades, a esperança segue firme no campo. “O homem do agro é resiliente por natureza. Continuamos acreditando na força da terra e na capacidade de produzir com qualidade e responsabilidade ambiental. O otimismo é o combustível que nos move”, finaliza Di Domenico.
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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou, nesta quarta-feira (25), no Diário Oficial da União (DOU), a Portaria nº 807, que institui o Programa de Projetos Sustentáveis no âmbito do Plano Setorial para Adaptação à Mudança do Clima e Baixa Emissão de Carbono na Agropecuária (Plano ABC+).
O programa tem como objetivo promover iniciativas inovadoras e sustentáveis voltadas para a redução de emissões de gases de efeito estufa, a melhoria da produtividade agropecuária e a adaptação às mudanças climáticas.
Busca incentivar a apresentação de projetos pela sociedade voltados ao desenvolvimento sustentável na agropecuária, promover a articulação entre entidades autoras de projetos e potenciais investidores, viabilizar o financiamento de iniciativas alinhadas aos objetivos do Plano ABC+, fomentar a implementação de tecnologias para mitigação e adaptação às mudanças climáticas na agropecuária e contribuir para o cumprimento das metas climáticas estabelecidas no Acordo de Paris.
Serão realizados chamamentos públicos periódicos para a apresentação de projetos pela sociedade civil, com critérios claros de elegibilidade e seleção de iniciativas que demonstrem viabilidade técnica, econômica e socioambiental, priorizando aquelas que integrem soluções tecnológicas inovadoras e práticas sustentáveis. Também serão estabelecidos mecanismos de transparência e monitoramento dos projetos selecionados, garantindo a conformidade com as metas do Plano ABC+.
A seleção de projetos ocorrerá após a realização de chamamento público, por meio de comissão de seleção a ser instituída por ato específico. A portaria ainda estabelece que as entidades interessadas no financiamento dos projetos selecionados devem comprovar que possuem capacidade técnica para monitorar a aplicação dos recursos alocados.
Será criada uma plataforma para divulgar os projetos selecionados e conectá-los a investidores interessados em financiá-los.
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Ao longo das últimas duas décadas, o setor investiu em uma estrutura de produção pulverizada – Foto: Divulgação
O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou o aumento da mistura obrigatória de biodiesel no diesel, passando de 14% para 15% (B15). A medida representa um avanço no programa Combustível do Futuro e reforça a importância dos biocombustíveis na matriz energética brasileira, com reflexos positivos para a economia, o meio ambiente e a saúde pública.
“A decisão do CNPE de cumprir o previsto no Combustível do Futuro deve ser celebrada. No Brasil, o tema dos biocombustíveis transcende a questão do clima e das metas de descarbonização da matriz energética”, disse Francisco Turra, presidente do Conselho de Administração da Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil (APROBIO).
Com previsibilidade e segurança jurídica, o setor de biodiesel consolida sua posição estratégica no desenvolvimento nacional. O aumento da mistura impulsiona a produção agrícola, movimenta a cadeia do agronegócio e fortalece a agricultura familiar, além de gerar empregos e agregar valor à produção nacional.
Ao longo das últimas duas décadas, o setor investiu em uma estrutura de produção pulverizada por todo o país, com capacidade instalada para atender à demanda crescente. O biodiesel brasileiro se destaca internacionalmente pela alta qualidade e por sua ampla disponibilidade.
“Ao atingir um novo mandato, com previsibilidade e segurança jurídica, o setor reforça a importância do biocombustível no cenário econômico nacional, pois permite o desenvolvimento sustentável da nossa indústria, impulsiona a agricultura, agrega valor à cadeia produtiva, gera PIB, empregos e amplia a produção de alimentos mais baratos para a gôndola do supermercado. Temos na mão a oportunidade de começar um novo ciclo de crescimento como um legado para as futuras gerações. Ele só depende de nós”, completa Turra.
A Defesa Civil do Rio Grande do Sul atualizou nesta quarta-feira (25) a condição hidrológica do estado, com destaque para o nível elevado dos rios na faixa central, especialmente nas regiões Oeste e Leste. O cenário atual mantém várias bacias acima da cota de inundação, com cidades em estado de atenção e alerta, e a previsão de novas chuvas agrava o risco de enchentes e alagamentos.
Segundo dados da Defesa Civil, o rio Uruguai apresenta cota acima do limite de inundação entre São Borja e Uruguaiana, com tendência de elevação lenta. O rio Ibicuí também permanece acima da cota nas estações de Manoel Viana e Passo Mariano Pinto, embora já apresente tendência de declínio. Na metade Leste, o rio Jacuí segue com elevação no trecho entre Cachoeira do Sul e o Delta do Jacuí.
Além disso, os rios Caí, Sinos e Gravataí estão com níveis elevados nas regiões mais a jusante, influenciados pela cheia do Guaíba, que dificulta o escoamento para a Lagoa dos Patos. O Guaíba, por sua vez, segue acima da cota de inundação nas ilhas e oscila em torno do limite no Cais Mauá, em Porto Alegre, com tendência de manutenção desse cenário nos próximos dias devido à mudança nos ventos, que atrasa o escoamento das águas.
Com os altos volumes de chuva registrados nos últimos dias e a previsão de novas precipitações no norte do estado, o solo permanece extremamente úmido, o que favorece respostas hidrológicas rápidas. Isso eleva o risco de cheias em pequenos rios e arroios não monitorados, enxurradas e inundações urbanas. As regiões mais afetadas continuam com status de atenção (amarelo) e alerta (laranja) no mapa hidrológico da Defesa Civil.
A previsão meteorológica indica o retorno das chuvas entre a noite desta quarta (25) e a quinta-feira (26), com acumulados que podem ultrapassar 70 mm/dia nas regiões Norte, Nordeste, Serra, Vales e Litoral Norte, especialmente nas áreas próximas à divisa com Santa Catarina. Já o restante do estado deve registrar volumes menores, mas ainda com potencial para transtornos localizados. O tempo firme só deve retornar na sexta-feira (27), com o avanço de uma massa de ar frio e seco.
A Defesa Civil reforça que a condição de inundação permanece para os rios Ibicuí, Uruguai, Jacuí, Taquari, Sinos e Guaíba, com destaque para as cidades de Manoel Viana, Itaqui, São Borja, Uruguaiana, Cachoeira do Sul, Taquari, São Leopoldo e Porto Alegre. A população deve ficar atenta aos comunicados oficiais e evitar áreas de risco.
A safra 2024/2025 da canola no Brasil apresenta crescimento expressivo, com aumento de 62% na área cultivada em comparação ao ciclo anterior. Segundo dados da Associação Brasileira dos Produtores de Canola (Abrascanola), a cultura passou de 105 mil para aproximadamente 170 mil hectares, impulsionada principalmente pela adesão de grandes empresas do agronegócio interessadas em diversificar a produção de inverno e ampliar o fornecimento de matéria-prima para o biodiesel. “O aumento da área cultivada reflete o interesse crescente em diversificar e rentabilizar o cultivo de inverno, especialmente no Rio Grande do Sul, onde a canola vem sendo incorporada à rotação de culturas”, afirmou a engenheira agrônoma Tuane Araldi da Silva, desenvolvedora de mercado da Biotrop na região Sul.
Neste cenário, os insumos biológicos têm se consolidado como ferramentas estratégicas para garantir o crescimento sustentável da canola. “Os biológicos podem solubilizar nutrientes do solo, tornando-os mais disponíveis para absorção, estimular o desenvolvimento radicular e o estabelecimento inicial da planta, além de proteger contra pragas e patógenos”, destacou Tuane.
Entre as principais ameaças à cultura estão a alternaria, causada por Alternaria alternata, e o mofo branco, provocado por Sclerotinia sclerotiorum. Para ambas, o uso de biofungicidas tem demonstrado eficácia, contribuindo para a redução de perdas e o equilíbrio da lavoura. O biofungicida Bombardeiro atua por meio de diferentes mecanismos. “Bombardeiro atua por meio da indução de resistência, competição por espaço e nutrientes, formação de biofilme, produção de compostos antibióticos e antifúngicos, além de fitormônios e antioxidantes. Esses mecanismos fortalecem as defesas da planta, aumentando sua resistência contra patógenos fúngicos”, explicou Tuane.
O manejo biológico da canola, além de proteger a lavoura atual, também contribui para a sanidade de culturas subsequentes, como soja e milho, ao reduzir a presença de inóculos de doenças no solo. O resultado, segundo especialistas, é um sistema produtivo mais eficiente, com menor dependência de defensivos químicos e maior sustentabilidade.
O mercado brasileiro de soja apresentou poucos negócios e preços quase inalterados nesta quinta-feira (26).
Segundo o consultor de Safras & Mercado Rafael Silveira, houve algumas negociações no porto, mas no interior as vendas seguiram lentas, com os produtores ainda retendo a produção.
Veja os preços da soja hoje
Passo Fundo (RS): R$ 129
Santa Rosa (RS): R$ 130
Porto de Rio Grande: R$ 135
Cascavel (PR): R$ 130
Porto de Paranaguá (PR): R$ 134
Rondonópolis (MT): R$ 115
Dourados (MS): R$ 119
Rio Verde (GO): avançou de R$ 116 para R$ 118
Bolsa de Chicago
Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a quinta-feira em baixa.
O mercado foi pressionado pelo quadro de ampla oferta global do grão e o clima extremamente favorável ao desenvolvimento das lavouras dos Estados Unidos.
“Ao longo do dia, a desvalorização do dólar frente a outras moedas e os sinais de uma demanda aquecida pelo produto norte-americano ensaiaram uma alta nas cotações, que não se concretizou”, pontua Silveira.
Relatório do USDA
Os estoques trimestrais norte-americanos de soja na posição 1º de junho deverão ficar levemente acima do número indicado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em igual período do ano anterior.
A projeção é de analistas e corretores entrevistados pelas agências internacionais, que indicam estoques trimestrais de 971 milhões de bushels. O relatório trimestral será divulgado às 13h desta segunda (30). Em igual período do ano anterior, o número era de 970 milhões de bushels.
Em 1 de março, data do relatório anterior, os estoques de soja estavam em 1,910 bilhão de bushels. As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2024/25, com início em 1º de setembro, ficaram em 402.900 toneladas na semana encerrada em 19 de junho.
De acordo com o USDA, a Holanda liderou as importações, com 63.400 toneladas. Para a temporada 2025/26, ficaram em 156.200 toneladas. Analistas esperavam exportações entre 200 mil e 400 mil toneladas, somando-se as duas temporadas.
Contratos futuros da soja
Foto: Reprodução
Os contratos da soja em grão com entrega em agosto fecharam com baixa de 1,75 centavo, ou 0,16%, a US$ 10,26 3/4 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 10,16 1/2 por bushel, perda de 2,00 centavos ou 0,19%.
Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com recuo de US$ 3,6 ou 1,23%, a US$ 287,10 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 52,85 centavos de dólar, com queda de 0,53 centavo ou 1,01%.
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 1,07%, sendo negociado a R$ 5,4976 para venda e a R$ 5,4956 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4911 e a máxima de R$ 5,5621.
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) participou de missão institucional na Argentina para ampliar as possibilidades de inserção de produtos da agricultura familiar brasileira no mercado internacional.
A agenda ocorreu entre os dias 23 e 25 de junho, na cidade de La Plata, capital da província de Buenos Aires.
A iniciativa busca estabelecer parcerias com a Obrera, a segunda maior cooperativa de consumo da América Latina e com a Federação Argentina das Cooperativas de Consumo, que, juntas, reúnem cerca de 3,8 milhões de consumidores associados.
A ação envolveu ainda representantes da União das Cooperativas da Agricultura Familiar (Unicafes), da União Nacional das Cooperativas da Reforma Agrária Popular do Brasil (Unicrab), da empresa Raízes do Campo (SP) e da Cooperativa Copterra (ES). Juntas, essas entidades representam 880 cooperativas e aproximadamente 90 mil associados em todo o país.
“Foi um momento bastante importante para conhecermos o público consumidor da Argentina e as possibilidades da agricultura familiar brasileira fornecer alimentos de qualidade. Ficamos bastante esperançosos de fechar, nos próximos dias, uma relação comercial sólida e uma parceria promissora com a Argentina”, avaliou a diretora da Raízes do Campo, Carla Guindani.
Agricultura familiar brasileira
Durante a missão na Argentina, foram apresentados alimentos produzidos pela agricultura familiar brasileira, como arroz orgânico, pimenta-do-reino, chocolate, palmito, castanha de caju, sucos, geleias, canjiquinha, fubá de milho e frutas desidratadas.
De acordo com os integrantes brasileiros da missão, os produtos foram avaliados positivamente pelos representantes argentinos quanto à qualidade e apresentação.
O presidente da Conab, Edegar Pretto, conta que a iniciativa integra a estratégia institucional da Companhia de apoio à estruturação de mercados para a agricultura familiar, promovendo a geração de renda, a diversificação da produção e o desenvolvimento regional.
A expectativa é de que os entendimentos iniciados resultem, nas próximas semanas, na formalização de parcerias comerciais entre cooperativas brasileiras e entidades argentinas.
A missão dá continuidade às tratativas iniciadas em maio, durante reunião realizada na sede da Companhia, em Brasília, com representantes da Cooperativa Obrera e de organizações da agricultura familiar nacional. As negociações seguem em curso para definição dos termos operacionais da cooperação.
Ainda em solo argentino, o presidente da Conab reuniu-se com representantes do Ministério do Desenvolvimento Agrário da Província de Buenos Aires para tratar de possíveis iniciativas de cooperação técnica entre os dois governos.
No episódio #13 do Porteira Aberta Empreender, vamos conhecer histórias inspiradoras de quem avançou graças à formalização.
Você vai descobrir o que são e para que servem o CAF (Cadastro da Agricultura Familiar), o MEI (Microempreendedor Individual) e o CNPJ Rural — e como cada um pode ser o ideal para seu negócio.
Com a formalização, o produtor rural conquista crédito, apoio e mercado. Porque no campo, formalizar é abrir as porteiras do crescimento com estrutura, segurança jurídica e novas oportunidades. Quer saber mais?
Acesse aqui e assista ao Porteira Aberta Empreender #13
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Portfólio e apresentação estratégica: o segredo para fortalecer sua marca
#PROGRAMA #12
Neste episódio do Porteira Aberta Empreender, vamos falar sobre a importância de ter um portfólio, um cartão de visitas e uma apresentação estratégica.
Ao combinar esses três elementos, você constrói uma identidade profissional forte, transmite confiança e aumenta suas chances de conquistar novos clientes. Quer saber mais?
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Como Feiras e Eventos podem impulsionar o seu negócio
#PROGRAMA #11
Neste episódio do Porteira Aberta Empreender, vamos falar sobre a importância de participar de feiras e eventos, como a WTN e a Anuga, com exemplos de quem já esteve lá.
Vamos acompanhar dicas estratégicas de especialistas do Sebrae.
Entre os destaques estão:
Entenda como escolher o evento certo para o seu negócio
A importância de produtos bem apresentados (embalagens, rótulos, identidade visual)
Como construir uma apresentação que passe clareza e confiança
O papel das capacitações do Sebrae na preparação para esses momentos
Saiba como transformar sua propriedade rural em um negócio lucrativo
#PROGRAMA #10
Neste episódio do Porteira Aberta Empreender, vamos explorar o tema gestão de negócios para os micro e pequenos produtores rurais.
Descubra estratégias para agregar valor à sua propriedade, otimizar suas finanças e aproveitar as melhores oportunidades do mercado com Victor Rodrigues Ferreira, analista de competitividade do Sebrae Nacional.
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#PROGRAMA #7
Gestão feminina oferece um novo olhar ao agro
Neste episódio do Porteira Aberta Empreender, você vai acompanhar histórias de produtoras rurais que conquistaram novos mercados, mostrando a força e a determinação feminina no agro.
Juliana Almeida, diretora de Administração e Finanças do Sebrae Alagoas, compartilha orientações essenciais sobre gestão de negócios rurais liderados por mulheres.
Além disso, oferece dicas valiosas que podem ajudar pequenas produtoras a prosperarem em seus empreendimentos.
Nesta edição, você vai conhecer histórias de mulheres que com muita disciplina, planejamento e qualificação conseguiram inovar o negócio no campo e o Sebrae foi um alicerce para as conquistas.
Um dos assuntos abordados no programa Porteira Aberta Empreender, foi sobre o Sebrae/Delas com a participação de Renata Malheiros, que é gestora nacional do Sebrae/Delas e especialista em empreendedorismo feminino. Você também vai conhecer a história de uma produtora de uva no Paraná, que conquistou o primeiro lugar no prêmio nacional do ‘Sebrae Mulheres de Negócios’
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Capacitação: o caminho para impulsionar seu negócio
#PROGRAMA #5
Que tal investir em conhecimento e expandir seu negócio no mercado? O nesta edição do Porteira Aberta Empreender, vamos falar sobre capacitação. A qualificação abre portas para novas oportunidades, melhora a gestão, ajuda no planejamento e, claro, na rentabilidade do seu empreendimento rural. No campo, isso se traduz em mais eficiência, inovação e produtividade. Então, aperte o play e descubra como dar o próximo passo rumo ao sucesso!
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#PROGRAMA #5 | Tema: Capacitação: o caminho para impulsionar seu negócio
Exportação para pequenos produtores
#PROGRAMA #4
Nesta edição do Porteira Aberta Empreender, você vai conhecer algumas formas de exportação para pequenos produtores rurais. A exemplo do Fairtrade (Comércio Justo, em português) e das Trading Companies (Empresas Comerciais Exportadoras, em português). Quer saber mais sobre como transformar o seu negócio? Então, aperte o play e descubra! ▶️✨
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#PROGRAMA #4 | Tema: Exportação para pequenos produtores
#PROGRAMA #3
Acesso ao Crédito: saiba as melhores formas de investimento
Nesta edição do Porteira Aberta Empreender, vamos mostrar como solicitar financiamento de forma simples e eficiente, de acordo com a sua necessidade.
Você também vai conhecer o Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (FAMP), uma solução que pode destravar o crédito para quem aposta na agroindústria e quer expandir seus negócios.
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#PROGRAMA #3 | Tema: Acesso ao Crédito
O programa Porteira Aberta Empreender é uma produção do Canal Rural em parceria com o Sebrae, e é o lugar certo para você descobrir produtos, serviços e inovações que vão fortalecer seu o empreendedorismo no campo.
#3
Indicação Geográfica: “protege ativos do território como história e saberes”
Neste programa do Porteira Aberta Empreender, descubra como as Indicações Geográficas (IGs) podem contribuir para a valorização dos produtos e serviços rurais, destacar qualidades e fortalecer as tradições regionais.
Hulda Giesbrecht, coordenadora de Tecnologias Portadoras do Futuro do Sebrae, explica: “A IG protege os ativos de um território, como sua história, saberes e fatores naturais.”
Acompanhe histórias inspiradoras, exemplos de sucesso e dicas práticas para compreender o impacto desse reconhecimento no mercado. Acesse, AQUI
PROGRAMA #2 | Tema: Indicação Geográfica
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O programa Porteira Aberta Empreender é uma produção do Canal Rural em parceria com o Sebrae, e é o lugar certo para você descobrir produtos, serviços e inovações que vão fortalecer seu o empreendedorismo no campo.
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Crédito consciente: a chave para crescer no campo!
No primeiro episódio do Porteira Aberta Empreender, descubra como acessar crédito de forma responsável e estratégica para transformar o seu negócio rural. Confira:
O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com queda nos preços da arroba. A frente fria trouxe ao mercado uma oferta adicional de animais terminados a pasto.
De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, também precisa ser considerado o avanço da oferta de animais terminados em regime intensivo de produção.
“Para o ano de 2025 será considerável a incidência de animais de parceria (contratos a termo), o que sugere um confortável posicionamento das escalas de abate. Vale destacar que o movimento de queda não acontece de maneira contundente, até porque a demanda segue aquecida, em especial quando se trata das exportações de carne bovina“, disse.
São Paulo: R$ 319,83 — ontem: R$ 320,58
Goiás: R$ 299,82 — R$ 302,50
Minas Gerais: R$ 307,06 — R$ 310,29
Mato Grosso do Sul: R$ 316,02 — R$ 316,93
Mato Grosso: R$ 322,97 — R$ 322,50
Mercado atacadista
Os preços da carne bovina caíram no atacado. Segundo Iglesias, o ambiente de negócios aponta para um lento escoamento da carne, o que resulta na perspectiva de continuidade do movimento de queda.
“Enquanto isso, a população ainda prioriza o consumo de proteínas de menor valor agregado, em especial da carne de frango, dos ovos e embutidos.”
O quarto traseiro permanece precificado a R$ 23 por quilo. Já o dianteiro foi cotado a R$ 19 por quilo, queda de R$ 1,00. A ponta de agulha, por sua vez, foi precificada a R$ 18,50 por quilo, queda de R$ 0,50.
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 1,07%, sendo negociado a R$ 5,4976 para venda e a R$ 5,4956 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4911 e a máxima de R$ 5,5621.
No próximo dia 30 de junho, São Paulo sediará o IV Encontro Women in Cotton Brazil, evento que discutirá o papel da comunicação na solução de desafios da cadeia do algodão. A programação contará com nomes de destaque da moda brasileira, como Paulo Borges (SPFW), Camila Toledo (Style W.) e Cyntia Kasai (C&A Brasil). Com o tema “A comunicação resolve problemas complexos. Como aplicar na cadeia do algodão”, o encontro será realizado na Bisutti Casa Itaim, das 10h às 13h, com previsão de reunir cerca de 220 participantes.
Organizado pelo comitê brasileiro do Women in Cotton — braço da International Cotton Association (ICA) —, o evento tem como missão ampliar a presença feminina em posições de decisão na cadeia da fibra natural. Esta será a primeira edição com programação independente no país.
Segundo a presidente do comitê, Marcella Albanez, a proposta é criar espaços de debate estratégico e conexão entre os elos da cadeia. “Nosso objetivo é dar mais voz às mulheres e fortalecer a cadeia como um todo, a partir da informação qualificada. A comunicação é o elo capaz de alinhar discurso, gerar pertencimento e projetar o algodão brasileiro para além de nossas fronteiras”, afirma.
O evento também funcionará como prévia do ANEA Cotton Dinner, promovido pela Associação Brasileira dos Exportadores de Algodão (Anea), e conta com o apoio de 48 patrocinadores.
A palestra de abertura será conduzida por Camila Toledo, diretora da Style.W e referência em tendências globais de moda e comportamento. Ela abordará como o consumo e a cultura influenciam o posicionamento de produtos e marcas ligados ao algodão.
O painel seguinte será composto por Paulo Borges, idealizador da São Paulo Fashion Week, e Cyntia Kasai, diretora de Sustentabilidade da C&A Brasil. Borges abordará o papel da comunicação na valorização do algodão na moda contemporânea. Kasai, por sua vez, compartilhará experiências de sua atuação em projetos ligados à economia circular, rastreabilidade e redução de impactos ambientais no setor têxtil. A mediação será de Silmara Ferraresi, diretora de Relações Institucionais da Abrapa e líder do movimento Sou de Algodão.
De acordo com Marcella Albanez, a estratégia do Women in Cotton busca aumentar a representatividade feminina nos espaços de poder da ICA, fortalecer a presença digital do grupo e promover eventos regulares. “A cadeia produtiva nos acolheu. Homens e mulheres que acreditam que só há fortalecimento quando caminhamos juntos. Nosso compromisso é construir um ambiente onde a fibra natural brasileira tenha competitividade não apenas no campo, mas também nas percepções de consumo”, destaca.
Dados da Abrapa mostram que, embora a presença feminina seja significativa em áreas como a indústria de confecção, sua participação nas lavouras ainda é limitada. Na safra 2023/2024, menos de 10% dos empregos diretos nas fazendas certificadas pelo programa Algodão Brasileiro Responsável foram ocupados por mulheres.
O evento busca contribuir para a mudança desse cenário, promovendo maior inclusão, reconhecimento e visibilidade para as mulheres que atuam ao longo da cadeia do algodão.