segunda-feira, maio 18, 2026

Agro

AgroNewsPolítica & Agro

Milho recua na B3, mas mantém leve alta no mês


O mercado futuro do milho na B3 encerrou a última sessão de junho com queda nos principais contratos, pressionado pelo avanço da colheita da segunda safra no Brasil e pela forte desvalorização do dólar no dia. Segundo análise da TF Agroeconômica, mesmo com a baixa diária, os preços ainda encerraram o mês com leve valorização, confirmando a tendência de canal lateral.

A variação mensal foi positiva em 0,78%, apesar da retração de 0,16% registrada nesta segunda-feira. A diferença entre a abertura e o fechamento do mês foi de apenas R\$ 0,49, o que reforça a análise técnica de estabilidade dos preços. Já os dados do Cepea destacam que o atraso na colheita da safrinha tem limitado maiores quedas em algumas regiões, especialmente onde há mais demanda por milho padronizado. Até 21 de junho, a colheita avançou para apenas 10,3% da área nacional — ritmo bem inferior aos 28% do ano passado e à média de 17,5% dos últimos cinco anos, conforme levantamento da Conab.

Nos fechamentos do dia, o contrato julho/25 foi negociado a R\$ 63,54, queda de R\$ 0,10 no dia e de R\$ 0,34 na semana. O vencimento setembro/25 encerrou a R\$ 66,25, com recuo de R\$ 0,20 no dia e R\$ 0,95 na semana, refletindo a pressão da oferta crescente.

Em Chicago (CBOT), o milho teve desempenho misto na segunda-feira, mas com saldo mensal negativo. O contrato julho fechou em alta de 0,72%, a US\$ 4,2050/bushel, enquanto setembro caiu 0,55%, a US\$ 4,0925/bushel. A combinação entre bom clima, expectativa de área plantada elevada e projeções de safra acima de 400 milhões de toneladas nos EUA segue pressionando os preços no mercado internacional.

 





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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Produtividade da cana no Centro-Sul cai 12% em maio, aponta CTC – Centro de…


Safra na região Centro-Sul registra 80,8 toneladas por hectare em média

As chuvas irregulares reduziram a média da produtividade dos canaviais em maio no Centro-Sul, de 91 para 80,8 toneladas por hectare (THC), uma queda de 12% em relação ao mesmo mês de 2024.

A maior queda (21,6%) foi registrada na região de Ribeirão Preto (SP), onde a produtividade teve redução de 102,5 toneladas por hectare para 80,4 TCH. Assis foi o destaque positivo, com crescimento de 7,4% (de 88,3 para 89,4 TCH).

As informações são do Boletim De Olho na Safra, produzido com dados da Plataforma de Benchmarking do CTC.

A qualidade da matéria-prima em maio teve uma ligeira redução de 2,1%, de 123,4 quilos por tonelada de cana (kg/tc) para 120,8 kg/tc.

No acumulado abril-maio, a produtividade da cana no Centro-Sul registrou queda de 12% em relação ao mesmo período da safra anterior (de 89,6 toneladas de cana por hectare para 78,8 toneladas de cana por hectare). No acumulado até maio, o ATR caiu 2% (de 120,7 kg/tc para 118,3 kg/tc).

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Chicago chega ao intervalo com perdas por ampla oferta e condições das lavouras



A sessão eletrônica da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja chega ao intervalo desta terça-feira (1°) com preços mais baixos para grão e farelo, e cotações mais altas para óleo.

  • Os contratos com vencimento em agosto de 2025 tinham preço de US$ 10,19 1/2 por bushel, baixa de 10,25 centavos de dólar por bushel ou 0,99%.
  • A posição novembro de 2025 era cotada a US$ 10,17 1/4 por bushel, retração de 9,75 centavos de dólar por bushel ou 0,94%.
  • No farelo, dezembro de 2025 tinha preço de US$ 286,60 por tonelada, desvalorização de US$ 2,70 por tonelada ou 0,93%.
  • Já a posição dezembro de 2025 do óleo era cotada a 52,92 centavos de dólar por libra-peso, ganho de 0,17 centavo de dólar por libra-peso ou 0,32%.

O mercado é pressionado pela ampla oferta, exemplificada pelos estoques trimestrais dos Estados Unidos acima do esperado. A manutenção nas condições das lavouras norte-americanas também influencia negativamente.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou ontem os dados sobre as condições das lavouras americanas de soja. Segundo o órgão, até 29 de junho, 66% estavam entre boas e excelentes condições, 27% em situação regular e 7% em condições entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os números eram de 66%, 27% e 7%, respectivamente.

Os estoques trimestrais de soja em grão dos Estados Unidos, na posição 1° de junho, totalizaram 1,008 bilhão de bushels, conforme relatório também divulgado ontem. O volume estocado subiu 4% na comparação com igual período de 2024. O número ficou acima da expectativa do mercado, de 971 milhões de bushels.



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perspectiva de ampla oferta global pressiona forte baixa em Chicago



A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho chegou ao intervalo desta terça-feira (1°) com forte baixa nos preços.

Os contratos com vencimento em setembro de 2025 operaram cotados a US$ 4,02 1/2 por bushel, baixa de 6,75 centavos, ou 1,64% em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em dezembro de 2025 operaram com recuo de 7,50 centavos, ou 1,76% em relação ao fechamento do último pregão, cotados a US$ 4,18 por bushel.

O mercado foi pressionado pela perspectiva de uma ampla oferta global, corroborada pelo registro das melhores condições nas lavouras dos Estados Unidos para o período desde 2018 e pela expectativa de uma produção abundante no Brasil.

Além disso, os investidores seguiram digerindo os dados dos relatórios trimestrais de área e estoques, divulgados pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) nesta segunda-feira (30), que alimentou ainda mais as expectativas de uma alta produção no país norte-americano.

Segundo o USDA, até 29 de junho, 73% das lavouras de milho estavam entre boas e excelentes condições; 22% em situação regular; e 5% em condições entre ruins e muito ruins. Na semana anterior, os números eram de 70%, 24% e 6%, respectivamente.

Os Estados Unidos deverão cultivar 95,203 milhões de acres na safra 2025/26, com alta de 5% frente aos 90,594 milhões de acres registrados na temporada 2024/25. O mercado trabalhava com uma expectativa de área de 95,242 milhões de acres.

A área ficou abaixo dos 95,326 milhões de acres divulgados no relatório de intenção de plantio, divulgado no final de março. Na comparação com o ano passado, a expectativa é de que área fique inalterada ou mais alta em 41 dos 48 estados consultados.

A área a ser colhida deverá ficar em 83,774 milhões de acres, 5% acima dos 82,896 milhões de acres colhidos na temporada 2024/25.



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Etanol encerra junho em alta



Os preços dos etanóis no mercado spot do estado de São Paulo encerraram o mês de junho em alta. É isso que apontam levantamentos do  Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea)

Ao longo da última semana de junho, o Indicador Cepea/Esalq do hidratado fechou em R$ 2,6099/litro (líquido de ICMS e PIS/Cofins). O valor representa um aumento de 1,57% sobre o período anterior. 

Já para o anidro, a elevação foi de 2,84% em igual comparativo, com o Indicador  Cepea/Esalq a R$ 2,9962/litro, valor líquido de impostos (sem PIS/Cofins). 

Segundo o centro de pesquisas, o suporte esteve atrelado a chuvas, geadas em alguns estados. Somado a isso, à aprovação do aumento da mistura obrigatória de anidro na gasolina, de 27% para 30%, e o maior volume negociado de hidratado nas usinas também contribuíram para o aumento.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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o agro não pode mais enfrentar sozinho os desastres climáticos


As mudanças climáticas deixaram de ser uma previsão distante para se tornarem uma realidade devastadora, especialmente para quem vive da terra. Em anos recentes, os produtores rurais brasileiros enfrentam secas prolongadas, enchentes históricas, ciclones extratropicais e geadas fora de época — todos eventos extremos que resultaram em prejuízos bilionários e comprometimento da segurança alimentar nacional.

O drama mais recente no Rio Grande do Sul, com milhares de propriedades atingidas por enchentes e perdas irreparáveis, escancarou uma fragilidade estrutural: o Brasil não tem hoje um mecanismo robusto, rápido e previsível para indenizar produtores rurais em situações de calamidade pública. O Proagro perdeu cobertura. O seguro rural é subdimensionado e subfinanciado. O crédito emergencial demora a chegar e, muitas vezes, não cobre os prejuízos.

Diante disso, é urgente a criação de um Fundo de Catástrofe Agropecuário Brasileiro (Fundagro) — um fundo de adesão voluntária, financiado por contribuições anuais dos próprios produtores rurais, com capacidade de garantir indenizações automáticas e rápidas em casos de desastres naturais oficialmente reconhecidos.

A proposta é simples, viável e baseada em princípios já adotados em países como os Estados Unidos, França e Japão: se houver calamidade, haverá indenização. Não se trata de substituir o seguro rural ou o Proagro, mas sim de criar uma camada adicional de proteção, mutualista, autossustentável e tecnicamente gerida.

É essencial deixar claro: o Fundagro será um fundo privado, com governança independente, sem qualquer interferência política. A gestão será técnica, transparente e auditada, com foco exclusivo na proteção dos produtores. Um comitê formado por representantes da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), do setor segurador e de instituições privadas será responsável por gerir as reservas, os critérios de elegibilidade e os pagamentos.

O funcionamento do fundo será vinculado a critérios objetivos: decretos oficiais de calamidade pública e georreferenciamento da propriedade no Cadastro Ambiental Rural (CAR). Cada produtor contribuirá com um valor simbólico — entre R$ 50 e R$ 300 por ano — e, ao longo do tempo, o fundo acumulará reservas técnicas que ampliarão sua capacidade de pagamento.

Mais do que isso: é possível engajar toda a cadeia do agro brasileiro na construção desse fundo. Indústrias de insumos, cooperativas, revendas, bancos, tradings e empresas de maquinário agrícola podem se tornar parceiros institucionais. Uma pequena fração das taxas cobradas em feiras e eventos agropecuários — como a Expointer, Agrishow ou Bahia Farm Show — poderia ser destinada ao fundo como contribuição solidária ao setor. Afinal, quando o produtor quebra, toda a cadeia sente.

Essa proposta já inspira movimentos no setor de seguros. Como noticiado pelo Valor Econômico (30/06/2025), seguradoras estão sugerindo a criação de um fundo emergencial para desastres naturais no Brasil. A diferença aqui é o foco exclusivo no campo brasileiro, que responde por mais de 25% do PIB, por quase metade das exportações e pela segurança alimentar de 220 milhões de brasileiros — além de bilhões ao redor do mundo.

A CNA pode liderar esse esforço, contratando um estudo técnico junto à Federação Nacional das Seguradoras (FenSeg) e especialistas em risco climático, para avaliar os parâmetros atuariais e operacionais do Fundagro. Com apoio técnico, jurídico e institucional, o fundo pode se tornar realidade já nos próximos anos.

A realidade nos mostra que o clima será cada vez mais extremo. Não podemos continuar apostando apenas em medidas reativas, nem esperar por decisões políticas que demoram a acontecer. O produtor precisa de previsibilidade. Precisa de respaldo. Precisa de um fundo que diga: se tudo se perder, você não estará sozinho.

Miguel DaoudMiguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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Plano Safra empresarial 2025/26 terá R$ 516,2 bilhões e reforço no custeio



O governo federal anuncia nesta terça-feira (1°) o Plano Safra 2025/26 voltado para a agropecuária empresarial. A apresentação completa ocorre às 11h no Palácio do Planalto, em Brasília, mas a reportagem do Canal Rural teve acesso antecipado a informações do programa.

O montante total será de R$ 516,2 bilhões, alta de 1,5% em relação aos R$ 508,6 bilhões da safra anterior. Mesmo com esse crescimento nominal, levando-se em conta a inflação de 5,32% do período desde o Plano Safra 2024/25 , não há aumento real no volume. Entretanto, o governo destaca o reforço em recursos equalizados, que subirão de R$ 92,8 bilhões para R$ 113,8 bilhões, somando R$ 189 bilhões com outras linhas controladas.

Foco em custeio em meio a juros altos

Diante do cenário de juros elevados, o governo priorizou as linhas de custeio e comercialização, que passam de R$ 401,3 bilhões para R$ 414,7 bilhões. Já os recursos para investimentos recuam de R$ 107,3 bilhões para R$ 101,5 bilhões, reflexo da cautela dos produtores rurais neste momento.

As taxas de juros também tiveram aumento, acompanhando a alta da Selic de 10,5%, à época do lançamendo do Plano Safra passado, para 15% ao ano agora. Para custeio, médios produtores pagarão juros de 10%, enquanto demais produtores terão taxas de 14%. Já para investimentos, os juros vão variar entre 8,5% e 13,5% ao ano.

O governo afirma que, embora tenha havido alta de 1,5 a 2 pontos percentuais, o ajuste foi menor do que o incremento total da taxa básica de juros, como forma de conter o impacto no crédito rural.

Pronamp ampliado

O Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) contará com R$ 69,1 bilhões em crédito, alta de 5,98% em comparação ao ciclo anterior.

O teto de renda anual para enquadramento no programa também foi ampliado, passando de R$ 3 milhões para R$ 3,5 milhões.

Planejamento fiscal e estratégia

O novo Plano Safra foi elaborado em um contexto de restrição orçamentária e aumento da dívida pública, segundo fontes do governo, mas buscou gestão estratégica dos recursos.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva autorizou a ampliação do orçamento para equalização de juros, justificando o apoio pela expectativa de safra recorde.

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou em seu site que, a partir deste ano, o crédito rural de custeio agrícola passa a exigir a observância das recomendações do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc). Anteriormente restrita a operações de até R$ 200 mil contratadas por agricultores familiares do Pronaf com enquadramento obrigatório no Proagro, a exigência agora se estende a financiamentos acima desse valor e a contratos em que o Proagro não é exigido.

O objetivo é evitar a liberação de crédito fora dos períodos indicados ou em áreas com restrições. A exceção ocorre somente nos casos em que não houver zoneamento disponível para o município ou para a cultura financiada.

Outra novidade é a autorização para o financiamento de rações, suplementos e medicamentos adquiridos até 180 dias antes da formalização do crédito, o que flexibiliza o acesso aos insumos.

O crédito de custeio também poderá ser destinado à produção de sementes e mudas de essências florestais, nativas ou exóticas, beneficiando iniciativas voltadas à preservação ambiental. Também será permitido o financiamento de insumos e tratos culturais voltados ao cultivo de plantas utilizadas para cobertura e proteção do solo no período de entressafra, incentivando práticas agrícolas sustentáveis.

Sem entrar em detalhes, o Mapa ainda informa que o novo Plano Safra vai trazer medidas para facilitar a renegociação de dívidas, oferecendo aos produtores que enfrentaram dificuldades em safras anteriores mais flexibilidade para reorganizar seus passivos e retomar o fluxo produtivo.




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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado do milho segue estável: Entenda


O mercado de milho segue estável, mas sem fôlego no Rio Grande do Sul, segundo informações da TF Agroeconômica. “As cotações seguem inalteradas nas principais regiões produtoras: R$ 66,00 em Santa Rosa e Ijuí, R$ 67,00 em Não-Me-Toque, R$ 68,00 em Marau e Gaurama, R$ 69,00 em Seberi e R$ 70,00 em Arroio do Meio, Lajeado e Montenegro”, comenta.

O mercado segue travado em Santa Catarina. “No Planalto Norte, as pedidas seguem elevadas em R$ 82,00 por saca, enquanto as ofertas não passam de R$ 79,00. Em Campos Novos, o descompasso é ainda mais acentuado, com pedidos de R$ 83,00 a R$ 85,00 frente a ofertas CIF de até R$ 80,00, o que impede qualquer avanço nas tratativas”, completa.

Além disso, os negócios estagnados e clima em alerta no Paraná. “O impasse entre produtores, que resistem a reduzir as pedidas, e compradores ainda reticentes mantém as negociações praticamente travadas. Nos Campos Gerais, o milho disponível é ofertado a R$ 76,00/saca FOB, com registros pontuais a R$ 80,00, enquanto as ofertas CIF para junho seguem em R$ 73,00, voltadas à indústria de rações”, indica.

Segundo a consultoria, o mercado segue em espera com pressão nos preços e colheita lenta no Mato Grosso do Sul. “O mercado de milho em Mato Grosso do Sul segue com pouca movimentação e negociações esporádicas, sem sinais firmes de retomada. As cotações recentes mostram quedas, com preços em torno de R$ 48,00 em Dourados, R$ 49,00 em Campo Grande, R$ 48,00 em Maracaju, R$ 50,00 em Sidrolândia e R$ 47,00 em Chapadão do Sul, praça que tenta se recuperar após fortes perdas anteriores”, conclui.

 





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Artesãos do Vale do Ribeira visitam à maior feira de arte da América Latina



Quem planta também pode colher arte. Esse é o caminho de pequenos produtores rurais que transformam o que seria descartado em peças artesanais e únicas. Um exemplo é a banana: além da fruta, o tronco, antes descartado, agora é aproveitado como fibra — a matéria-prima vira utensílios domésticos e itens de decoração.

No Vale do Ribeira, a artesã Natália Cabral Januário, do grupo quilombola Mucafre,, é produtora de bananas e procurou o Sebrae/SP para apoiar a capacitação dela e de outras mulheres da comunidade. O objetivo: transformar o tronco da banana em arte e, assim, garantir uma segunda fonte de renda.

“Aprendemos todo o processo, desde descascar o tronco, fazer a secagem, até o tratamento químico que prepara a fibra para virar artesanato”, explica a artesã que recebe encomendas de cestos e tapeçarias. 

Assim como Natália, Carmem Oliveira e Ricardo Rodrigues também da região do Vale do Ribeira, decidiram investir no artesanato. Ricardo faz peças náuticas com madeiras de reuso e Carmem reaproveita conchas de ostras para criar biojoias e outros objetos decorativos e uteis para o dia a dia. Juntos comandam o ateliê Maria Farinha

Você sabia que os três empreendedores do Vale do Ribeira têm em comum? A arte como fonte de renda. Pensando nesse potencial, o Sebrae Vale do Ribeira deu um passo à frente e organizou uma missão para a Mega Artesanal 2025 — a maior feira de arte e artesanato da América Latina. O evento acontece entre os dias 5 e 9 de julho, no São Paulo Expo, e a missão será realizada no dia 7.

“Para quem vive do artesanato ou sonha em empreender nesse universo, é uma grande oportunidade para conhecer novas técnicas e materiais, fazer contatos e parcerias, se inspirar e fortalecer a atividade”, destaca Carlos Alberto Pereira Junior, analista de negócios do Sebrae/SP.

Carmem, já sabe o que vai fazer na Mega Artesanal 2025: “vou em busca de novas técnicas, ferramentas, embalagens e papéis, para aprimorar a minha arte”, conta a empreendedora.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp

Inscrições abertas 

A missão do Vale do Ribeira será dividida em três grupos:

Grupo 1: Ilha Comprida, Iguape e Miracatu (18 vagas disponíveis)

Grupo 2: Cajati, Jacupiranga, Pariquera-Açu, Registro e Juquiá (vagas esgotadas)

Grupo 3: Iporanga, Eldorado e Sete Barras (15 vagas disponíveis)

A inscrição custa R$ 20 e pode ser feita aqui. O ingresso da Mega Artesanal 2025 deve ser comprado separadamente. 





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Real lidera ganhos no mundo; ouça análise da especialista do PicPay


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o dólar em forte queda, que recuou 0,89% e fechou a R$ 5,43, menor nível desde setembro. O Ibovespa subiu 1,45%, encerrando o melhor semestre desde 2016, com alta acumulada de 15,44%. Juros futuros despencaram, com o mercado já precificando o fim do ciclo de aperto, enquanto o real liderou os ganhos entre emergentes.

Lá fora, o dólar global segue pressionado, e investidores aguardam Powell e dados de inflação na Europa.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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