segunda-feira, maio 18, 2026

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CMN aprova ajustes em encargos financeiros



O Conselho Monetário Nacional (CMN) publicou nesta terça-feira (1º) duas resoluções atualizando os encargos financeiros, limites e condições adicionais no crédito rural para o ano agrícola de 2025/2026. As medidas foram aprovadas em uma reunião extraordinária na segunda-feira (30), mas divulgadas apenas na tarde de ontem.

Aumentaram as taxas efetivas para créditos de custeio e comercialização (12% para 14% ao ano), créditos de investimento (10% para 12,5%, créditos a cooperativas de produção agropecuária (11,5% para 14%), Pronamp – custeio e investimento (8% para 10%), Procap – Agro (11,5% para 13,5%), Proirriga (10,5% para 12,5%), Inovagro (10,5% para 12,5%) e Prodecoop (11,5% para 13,5%). Também tiveram alta as taxas do Funcafé (11% para 13% ou 14,5%), Moderfrota e Moderfrota Pronamp (10,5% ou 11,5% para 12,5% ou 13,5%), RenovAgro (7% ou 8,5% para 8,5% ou 10%) e PCA (7% ou 8,5% para 8,5% ou 10%).

Os outros ajustes ocorreram em operações de crédito rural com recursos controlados. Nesse caso, as menores taxas serão aplicadas a financiamentos contratados por agricultores familiares do Pronaf.

O juro foi mantido em 2% ao ano para operações destinadas ao cultivo de produtos da sociobiodiversidade, produtos inseridos em sistemas de base agroecológica e sistemas orgânicos de produção; e em 3% ao ano nos itens relacionados à produção de alimentos.

Também foram mantidas as mesmas taxas praticadas no ano agrícola 2024/2025 para itens de investimento e equipamentos e tratores, assim como para o Pronaf Floresta, Pronaf Semiárido, Pronaf Jovem, Pronaf Grupo ‘B’, Pronaf Agroecologia e Pronaf Produtivo Orientado.

Em contrapartida, foram ajustadas as seguintes taxas: de custeio para aquisição de animais destinados a recria e engorda e operações destinadas ao cultivo de milho que, somadas, ultrapassem R$ 25 mil (6% para 6,5% ao ano); custeio para cultivo de soja, algodão e bovinocultura de corte (para 8,5% ao ano); cooperativa da agricultura familiar, para atendimento a cooperados em projetos destinados à bovinocultura (6% para 8%); e demais itens de investimento (6,0% para 8,0%).

Também aumentaram as taxas do crédito de investimento – Pronaf Agroindústria (6% para 8%); crédito de investimento – Pronaf Mulher para demais finalidades (6% para 8%); Crédito de Industrialização – Pronaf Industrialização de Agricultura Familiar (6% para 8%); Crédito para Integralização de Cotas-Partes – Pronaf Cotas-Partes (6% para 8%); e Crédito de Investimento – Pronaf Bioeconomia para Silvicultura (6% para 8%).



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Mercado do boi gordo mantém preços estáveis, mas vendas de carne seguem fracas



A liquidez do mercado de boi gordo nesta terça-feira (1°) foi um pouco melhor do que no dia anterior, de acordo com o boletim Bom dia do Boi Cepea, preparado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, da Esalq/USP. Ainda assim, não foi um período de grande movimento de negócios. 

Com escalas confortáveis, os frigoríficos não forçam compra e negociam lotes, em geral pequenos, nos mesmos patamares de preços que vinham sendo praticados ou com alguma redução. 

A maioria das vendas é fechada a valores estáveis, segundo o Cepea. Em São Paulo, os negócios têm saído principalmente entre R$ 310 e R$ 315 por arroba, com alguns em até R$ 305. As escalas estão entre 9 e 15 dias na maioria dos casos. 

Carne bovina

No segmento da carne, as vendas estão fracas e todos os cortes com osso recuaram 0,5%. A carcaça casada de boi teve média de R$ 21,95/kg à vista. 

O preço abaixo de R$ 22 não acontecia desde o fim da primeira quinzena de junho. 

A expectativa dos analistas do Cepea é de que hoje o mercado tenha algum aquecimento, como costuma ocorrer às quartas-feiras. Além disso, entre esta e a próxima semana aumenta o ritmo de compras no supermercado, e as vendas de carne tendem a se ampliar.



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Umidade alta favorece microrganismos no feijão



Chuvas afetam lavouras finais de feijão




Foto: Pixabay

As lavouras remanescentes de feijão da segunda safra no Rio Grande do Sul foram severamente prejudicadas pelas chuvas intensas dos últimos dias. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (26), cerca de 2% da área ainda não havia sido colhida, e as precipitações inviabilizaram os trabalhos em muitas regiões.

A entidade alerta que a permanência dos grãos nas vagens sob umidade elevada provocou germinação precoce em plantas já maduras. “Esse fenômeno compromete diretamente a qualidade comercial do produto”, aponta o boletim. A combinação de umidade relativa elevada com saturação hídrica nas vagens criou ambiente propício para o surgimento de microrganismos.

Segundo a Emater, esse cenário acelerou a degradação fisiológica e sanitária dos grãos remanescentes, comprometendo o rendimento e a viabilidade da comercialização do feijão colhido neste estágio final da safra.





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Bahia e Alemanha estreitam laços no agronegócio



Delegação alemã visita agro do Oeste baiano




Foto: Pixabay

A adoção de tecnologias, práticas sustentáveis e soluções inovadoras no campo foi o foco da missão oficial do Ministério Federal da Alimentação, Agricultura e Identidade Regional da Alemanha (BMLEH) ao Oeste da Bahia. A visita, realizada entre os dias 17 e 19 de junho, foi coordenada pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura da Bahia (Seagri), com apoio da Bahiainveste.

Durante a missão, a comitiva alemã percorreu os municípios de Luís Eduardo Magalhães, Formosa do Rio Preto e Riachão das Neves, onde teve contato com iniciativas locais ligadas à agricultura regenerativa, rastreabilidade de produtos, recuperação de pastagens e integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF). O objetivo foi conhecer modelos produtivos sustentáveis e discutir parcerias futuras.

Segundo a Seagri, a agenda também incluiu reuniões para tratar de cooperação nas áreas de bioeconomia, segurança alimentar e energias renováveis. “Estamos estreitando relações que podem gerar oportunidades para produtores baianos e fomentar o intercâmbio de conhecimento e tecnologia entre os dois países”, afirmou a secretaria.

O agronegócio é destaque nas relações comerciais entre a Bahia e a Alemanha. De acordo com dados do governo baiano, em 2024, 66% das exportações para o país europeu foram de farelo de soja. Celulose e café representaram 16% e 13%, respectivamente, enquanto outros produtos agropecuários somaram 6%. Por outro lado, o estado importou majoritariamente maquinários e equipamentos agrícolas da Alemanha, intensificando a troca tecnológica entre os mercados.





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Café de Mandaguari conquista selo de origem e valoriza tradição local



Boa notícia para os agricultores do Noroeste do Paraná: o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) concedeu o selo de Indicação Geográfica (IG), na categoria Denominação de Origem (DO), ao Café de Mandaguari, que combina fatores naturais com o saber-fazer dos produtores, resultando em um produto com identidade única.

Além disso, a conquista é a 20ª Indicação Geográfica concedida ao Paraná e a segunda Denominação de Origem, a primeira foi o mel de Ortigueira.

No entanto, o trabalho para a busca da IG começou em fevereiro de 2022, quando o Sebrae/PR deu início à sensibilização de agentes locais e de produtores para a formação de uma nova associação para a classe.

“O reconhecimento fortalece especialmente os pequenos negócios no campo, gerando oportunidades e impulsionando o desenvolvimento econômico da região”, destaca Luiz Carlos da Silva, consultor do Sebrae/PR.

Além disso, cafeicultores de seis municípios da região noroeste do Paraná ( Mandaguari, Marialva, Jandaia do Sul, Apucarana, Cambira e Arapongas), que representam cerca de 200 propriedades, poderão usufruir do reconhecimento à medida que adotarem as práticas do Caderno de Especificações Técnicas.

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Trabalho coletivo que gera frutos

Com a IG, os produtores que compõem a Associação dos Produtores de Café de Mandaguari (Cafeman), esperam negociar as sacas de café por valores mais elevados e abrir possibilidades de exportação. 

“Nosso objetivo sempre foi valorizar o café que produzimos, e agora queremos incentivar outros agricultores familiares a aperfeiçoarem suas técnicas para também se enquadrarem nas exigências da IG”, diz Fernando Rosseto, produtor rural e presidente da Cafeman.

Com o reconhecimento do Café de Mandaguari, o Paraná alcançou, só neste ano, seis Indicações Geográficas concedidas pelo INPI. Outros 10 produtos paranaenses ainda estão em processo de análise



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Aveia-branca tem coloração pálida por falta de sol



Doenças foliares avançam em lavouras de aveia




Foto: Canva

As condições climáticas adversas têm dificultado o andamento da semeadura e das atividades de manejo da aveia-branca no Rio Grande do Sul. É o que aponta o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (26). Apesar das chuvas intensas, a cultura apresenta bom desenvolvimento vegetativo, embora com coloração verde-pálida nas folhas, atribuída à baixa incidência de luz solar.

Segundo a Emater/RS-Ascar, a estimativa para esta safra é de 401.273 hectares plantados, com produtividade projetada em 2.254 kg por hectare.

Na região de Frederico Westphalen, a semeadura alcançou 97% da área prevista, mas o desenvolvimento das lavouras está atrasado devido à escassa radiação solar. Além disso, o excesso de umidade favoreceu a incidência de doenças, com destaque para o complexo de manchas foliares.

Na regional de Ijuí, os trabalhos de plantio foram concluídos. No entanto, já se observa acamamento em lavouras em fase de emissão de panícula e floração. Produtores relatam dificuldades no controle de plantas daninhas e na aplicação de adubação nitrogenada em cobertura.

Em Passo Fundo, as condições de solo encharcado impediram o avanço da semeadura, que permanece em 40% da área prevista. As lavouras implantadas seguem em fase de desenvolvimento vegetativo.

Na regional de Santa Rosa, a previsão de tempo seco deve permitir a retomada do monitoramento das lavouras. Durante o período chuvoso, o tráfego de equipamentos agrícolas nas áreas cultivadas foi inviabilizado, levando à suspensão das ações de controle fitossanitário.





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Saiba o que mexe com o mercado hoje com a especialista do Diário Econômico


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca a alta do dólar, que subiu 0,50% e fechou a R$ 5,46, pressionado pela disputa jurídica sobre o IOF e o risco fiscal. O Ibovespa avançou 0,5%, aos 139 mil pontos, sustentado por Vale, Petrobras e setor financeiro.

Lá fora, o dólar perdeu força globalmente, o petróleo subiu e os juros dos Treasuries avançaram após aprovação do orçamento de Trump no Senado.

Hoje, atenção aos dados de emprego nos EUA e à produção industrial no Brasil.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Onda de frio derruba temperaturas e provoca geada; veja a previsão do tempo para hoje



A massa de ar frio de origem polar segue atuando com força nesta quarta-feira (2), derrubando as temperaturas em várias regiões do Brasil.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Segundo a Climatempo, os efeitos do frio atingem a região Sul, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro, além de avançarem até áreas mais ao sul da região Norte, como Rondônia e Acre, onde ocorre o fenômeno conhecido como friagem.

Geada e frio extremo no Sul

No Sul, o amanhecer será gelado, com risco de geada em grande parte do Rio Grande do Sul, centro-oeste e sul de Santa Catarina, além do extremo sul e sudoeste do Paraná.

Porto Alegre pode registrar mínima de apenas 1 °C, enquanto Florianópolis amanhece com 4 °C, ambas com risco de geada. Curitiba permanece nublada, com garoa ou chuva fraca ao longo do dia e máxima de apenas 9 °C nesta quarta-feira, caracterizando uma tarde gelada.

Os meteorologistas apontam a possibilidade de novos recordes de menor temperatura mínima do ano em todas as capitais da região Sul. Apesar do mar agitado na costa do Sul, assim como na do Sudeste, não há alerta de ressaca emitido pela Marinha do Brasil.

Perigo de chuva volumosa no Rio de Janeiro

No Sudeste, a frente fria se afasta da costa, mas a circulação dos ventos do oceano em direção ao continente, somada à atuação de um cavado meteorológico em níveis médios da atmosfera, favorece a ocorrência de chuva persistente no litoral paulista e no estado do Rio de Janeiro. A Climatempo emitiu alerta de perigo para chuva volumosa na capital fluminense.

Em São Paulo, o dia será úmido, com chuva fraca a moderada e temperatura máxima de apenas 14 °C, podendo registrar a tarde mais fria de 2025 até agora.

Amanhecer frio e ar seco no Centro-Oeste

No Centro-Oeste, o amanhecer será gelado no sudoeste e extremo sul de Mato Grosso do Sul, com mínimas mais baixas.

O sul de Mato Grosso terá manhãs frias, mas as temperaturas sobem gradualmente à tarde. Goiás e Distrito Federal terão tempo firme, seco e ensolarado, com umidade relativa do ar abaixo dos 30% no norte goiano, leste e nordeste de Mato Grosso.

Temporais isolados no Norte e Nordeste

No Norte, há previsão de temporais para o norte e noroeste do Amazonas, além da metade oeste de Roraima. Chove de forma moderada a forte no centro-norte do Amazonas, norte do Pará e no Amapá. Por outro lado, a umidade do ar fica abaixo dos 30% no sudeste do Pará, Tocantins, sul do Maranhão, sul do Piauí e interior da Bahia.

No Nordeste, há alerta para temporais no litoral da Paraíba e do Rio Grande do Norte, causados pela infiltração marítima. Também são previstas chuvas fortes no norte do Ceará.

Os meteorologistas alertam para cuidados redobrados com o frio intenso, riscos de geada no Sul, além de chuvas volumosas no Sudeste e temporais isolados em áreas do Norte e Nordeste nesta quarta-feira.



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Fruticultura sofre com alta umidade e queda de frutos



Mamão perde qualidade e banana tem maturação atrasada




Foto: Divulgação

O Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (26) aponta que as condições climáticas adversas vêm impactando a fruticultura em várias regiões do Rio Grande do Sul. Na regional de Ijuí, o aumento da umidade e os dias nublados elevaram a incidência de podridões nos morangos e provocaram queda de frutos nos pomares de citros.

Os preços médios das frutas de mesa permanecem estáveis, conforme informado pela Emater/RS-Ascar: bergamota a R$ 4,00 o quilo, laranja a R$ 4,10 e morango a R$ 35,00.

Em Pelotas, as chuvas dificultaram manejos essenciais, como podas, roçadas e aplicações fitossanitárias, devido ao solo encharcado e ao acesso restrito às lavouras. Apesar disso, o acúmulo de horas de frio foi favorável aos pomares de pêssego, que apresentaram dormência uniforme e redução do inóculo de doenças.

Na regional de Santa Rosa, as rosáceas e videiras entraram na fase de dormência após perda total das folhas. A colheita das nozes segue em andamento, mas a qualidade do mamão foi afetada. Já a maturação dos frutos de banana foi prejudicada pelas temperaturas baixas.

Em Santa Maria, especificamente em Cachoeira do Sul, a colheita das nozes não avançou devido às chuvas, que também causaram queda de frutos, arrastados pelo escoamento para córregos da região.





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Norte pode bater 38°C e Sul registra até -7°C


A chegada de uma nova massa de ar frio deve derrubar as temperaturas em diversas regiões do país nesta semana. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), entre os dias 30 de junho e 7 de julho, os termômetros podem marcar temperaturas negativas no Sul e valores próximos de 0 °C no Sudeste, favorecendo a ocorrência de geadas em áreas de maior altitude.

Segundo o Informativo Meteorológico nº 24/2025, divulgado pelo INMET, o frio mais intenso será sentido nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, onde são previstas mínimas abaixo de 6 °C já a partir de 2 de julho. Nas áreas serranas, as temperaturas podem cair ainda mais, com possibilidade de geadas moderadas a fortes. No dia 25 de junho, por exemplo, os termômetros marcaram -7,8 °C em General Carneiro (PR) e -4,7 °C em Curitibanos (SC).

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Além da Região Sul, o avanço da massa de ar frio também impactará o Sudeste. A partir de 5 de julho, os estados de Minas Gerais e São Paulo devem registrar mínimas abaixo dos 10 °C, especialmente nas áreas mais elevadas, como Monte Verde (MG), onde os termômetros já marcaram -2,9 °C no fim de junho.

No Norte e Nordeste, por outro lado, o calor predomina. As temperaturas máximas devem ultrapassar os 37 °C em estados como Piauí e Tocantins. No dia 25 de junho, Oeiras (PI) registrou 38,8 °C, e Porto Nacional (TO), 37,4 °C. As mínimas, nessas regiões, permanecem elevadas, com valores acima dos 24 °C.

A previsão de chuvas para a semana indica volumes mais expressivos no norte da Região Norte e leste das regiões Sudeste e Nordeste, com acumulados acima de 50 mm. No interior do país, especialmente no Centro-Oeste e áreas do Nordeste, o tempo seguirá seco, com baixa umidade do ar.





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