segunda-feira, março 23, 2026

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Demanda por biodiesel impulsiona soja e eleva margem da indústria


biodiesel
Foto: Abiove

A margem de esmagamento da soja, conhecida como crush margin, avançou na última semana no Brasil e nos Estados Unidos, impulsionada principalmente pela valorização dos derivados, segundo dados do Cepea. O movimento ocorre em um cenário de incertezas no abastecimento de combustíveis e de pressão sobre os preços do grão no mercado internacional.

No Brasil, o avanço da margem foi favorecido pela combinação entre a queda no custo da matéria-prima e a alta no preço do óleo de soja. De acordo com pesquisadores do Cepea, a demanda pelo derivado tem se intensificado, especialmente por parte das indústrias de biodiesel, diante das preocupações com o abastecimento e de rumores sobre possíveis paralisações no transporte rodoviário.

Nos Estados Unidos, o cenário também é de valorização da margem, mas com destaque para o farelo de soja. O produto voltou a operar nos maiores níveis desde 2024, sustentando a rentabilidade das indústrias de processamento no país.

Pressão sobre o preço do grão

Apesar do avanço da margem, os preços da soja em grão seguem pressionados no mercado doméstico brasileiro. Segundo o Cepea, a desvalorização do mercado externo e do câmbio tem reduzido a competitividade da oleaginosa nacional, limitando as oportunidades de exportação.

Além disso, fatores sazonais e internacionais reforçam o viés de baixa. O avanço da colheita no Brasil aumenta a oferta no curto prazo, enquanto as condições climáticas favoráveis na Argentina e as expectativas de expansão da área plantada nos Estados Unidos contribuem para um cenário global mais ofertado.

Produtor segura vendas e limita queda

Mesmo com a pressão negativa, a queda nos preços tem sido parcialmente contida pela postura cautelosa dos produtores brasileiros. Muitos optam por armazenar a soja recém-colhida, aguardando melhores condições de comercialização.

Essa estratégia está diretamente ligada às incertezas envolvendo o custo do frete rodoviário e ao cenário geopolítico internacional, que pode impactar tanto os custos quanto a dinâmica de exportação.

O resultado é um mercado mais equilibrado no curto prazo, com margens industriais em alta e produtores adotando uma postura mais estratégica diante das oscilações.

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AgroNewsPolítica & Agro

Brasil e China tratam regras fitossanitárias



Mudança busca agilizar certificados sanitários


Foto: USDA

O Ministério da Agricultura e Pecuária modificou os procedimentos de fiscalização aplicados às cargas de soja destinadas à exportação para a China. A decisão foi oficializada na última sexta-feira (13) pelo Serviço de Vigilância Agropecuária Internacional, após solicitações de empresas tradings do setor.

Com as novas regras, a coleta de amostras de soja para inspeção passa a ser realizada por empresas supervisoras contratadas pelas tradings, enquanto o ministério seguirá responsável pela análise de 10% de todo o carregamento. A medida tem como objetivo agilizar a emissão dos certificados sanitários, que anteriormente eram liberados quando os navios já estavam em alto-mar.

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Além das mudanças operacionais, representantes do ministério devem viajar à China entre os dias 20 e 29 de março para reuniões bilaterais com autoridades do país asiático. A agenda inclui discussões sobre temas sanitários e fitossanitários ligados ao comércio agropecuário, com foco na fiscalização de produtos exportados pelo Brasil, como a soja.

A delegação brasileira participará da X Reunião da Subcomissão de Temas Sanitários e Fitossanitários e da VII Reunião da Subcomissão de Agricultura da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação, que serão realizadas em Pequim.

Os encontros devem abordar protocolos sanitários, exigências fitossanitárias e procedimentos de inspeção que impactam as exportações brasileiras para o mercado chinês, principal destino da soja nacional. A expectativa é de alinhamento nas regras de fiscalização e ampliação da cooperação técnica entre os dois países no comércio agropecuário. Com informações da CNN.*





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Trump fala em ‘conversas produtivas’ com Irã e preço do petróleo despenca


Foto: World Economic Forum/Benedikt von Loebell

Os preços dos contratos futuros do petróleo despencam na manhã desta segunda-feira, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que teve “conversas produtivas” para encerrar o conflito no Oriente Médio.

Segundo Trump, diante do tom positivo das negociações, foi determinada a suspensão de ataques a usinas e infraestruturas energéticas por um período de cinco dias.

A sinalização reverte a forte alta registrada mais cedo, impulsionada pelo agravamento das tensões envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã. O país asiático chegou a alertar sobre a possibilidade de instalar minas marítimas em todo o Golfo Pérsico.

“Os eventos geopolíticos continuarão sendo o principal, senão o único, foco dos mercados nesta semana, como já vem ocorrendo há algum tempo”, afirmou Michael Brown, estrategista sênior da Pepperstone.

Por volta das 8h17 (horário de Brasília), o contrato do petróleo WTI para abril, negociado na Nymex, caía 9,59%, a US$ 88,86 por barril. Já o Brent para maio, negociado na ICE, recuava 9,75%, a US$ 101,42 por barril.

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Frente fria avança e aumenta o risco de temporais pelo país


trovoadas - pixabay - trovões - temporais
Foto: Pixabay

A semana começa com mudanças importantes no tempo em boa parte do Brasil. A atuação de uma nova frente fria no Sul organiza áreas de instabilidade e provoca chuva forte, enquanto o calor e a alta umidade mantêm o padrão típico de verão nas demais regiões, com pancadas irregulares e risco de temporais localizados. O destaque do dia fica para o avanço das instabilidades pelo Rio Grande do Sul, além da intensificação da chuva no Nordeste e da manutenção do calor em áreas do Centro-Oeste e Sudeste.

Sul

O dia começa com tempo firme em parte da região, mas a instabilidade já atua no sul do Rio Grande do Sul, com chuva moderada a forte desde cedo. Ao longo da manhã, essas áreas avançam rapidamente pelo estado, alcançando o interior, o oeste e regiões mais ao norte, enquanto uma nova frente fria reforça o cenário de instabilidade. A tendência é de intensificação das pancadas ao longo do dia, com risco de temporais, rajadas de vento e acumulados elevados em diversas áreas.

Entre a tarde e a noite, a chuva se espalha também por Santa Catarina e pelo Paraná, com pancadas fortes, trovoadas e possibilidade de tempestades isoladas. Apesar da chuva, o calor ainda predomina na maior parte da região, com temperaturas mais amenas apenas no sul gaúcho, onde a nebulosidade é maior.

Sudeste

No Sudeste do Brasil, o dia começa com maior presença de nuvens e chuva em áreas do leste e nordeste de Minas Gerais e no litoral do Espírito Santo. Ao longo do dia, a combinação entre umidade e a atuação de um cavado em médios níveis da atmosfera favorece o aumento das instabilidades nessas áreas, com pancadas que podem variar de moderadas a fortes e risco de temporais isolados.

Também há previsão de chuva no oeste e noroeste de São Paulo e no norte do Rio de Janeiro. Já nas demais áreas paulistas e na metade oeste de Minas Gerais, o tempo segue mais firme, com predomínio de sol e elevação das temperaturas ao longo do dia.

Centro-Oeste

No Centro-Oeste do Brasil, a chuva perde intensidade em parte da região, mas ainda ocorre de forma pontual. Pela manhã, há registros no norte de Mato Grosso e de maneira isolada no nordeste de Goiás, enquanto nas demais áreas o tempo permanece mais aberto.

Durante a tarde, as instabilidades voltam a ganhar força, principalmente no centro-norte de Mato Grosso, além de áreas do norte e sul de Goiás. Em Mato Grosso do Sul, a atuação de uma baixa pressão sobre o Paraguai favorece pancadas de chuva no leste, sul e nordeste do estado, com intensidade moderada. Mesmo com a chuva, o calor segue predominando em toda a região.

Nordeste

No Nordeste do Brasil, as instabilidades atuam desde cedo no sul, oeste e noroeste da Bahia, com chuva moderada a forte e risco de temporais. Ao longo do dia, essas áreas de instabilidade ganham força e avançam pelo Maranhão, Piauí, além de áreas do Ceará, Paraíba e oeste de Pernambuco.

No sul da Bahia, há possibilidade de volumes mais elevados ao longo do dia. Já no litoral entre Rio Grande do Norte e Sergipe, a chuva ocorre de forma mais fraca. No interior baiano, o tempo permanece firme e as temperaturas sobem.

Norte

A região Norte do Brasil continua sob influência da alta umidade, o que favorece a formação de nuvens carregadas desde o início do dia. Há previsão de chuva em grande parte do Pará, Tocantins e do Amazonas, com intensidade moderada a forte.

A atuação da Zona de Convergência Intertropical mantém o tempo instável no Amapá e no litoral do Pará. Ao longo do dia, as pancadas se intensificam e se espalham também por Rondônia e Roraima. No Acre, a chuva ocorre de forma mais fraca, com períodos de abertura de sol.

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Disparada do petróleo pressiona inflação e juros


PODCAST Diário Econômico

No morning call desta segunda-feira (23), a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta que a escalada do conflito no Oriente Médio elevou o petróleo acima de US$ 112, pressionando inflação, juros e ativos globais. Bancos centrais mantiveram juros, mas adotaram tom cauteloso, fortalecendo o dólar e abrindo curvas.

No Brasil, o Ibovespa caiu para 176 mil pontos, o dólar foi a R$ 5,30 e BC e Tesouro atuaram para conter volatilidade. A semana traz IPCA-15, Relatório de Política Monetária, PNAD e PMIs globais.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação

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AgroNewsPolítica & Agro

Sul passará por período de mais umidade



As projeções indicam aumento da umidade no Sul


As projeções indicam aumento da umidade no Sul
As projeções indicam aumento da umidade no Sul – Foto: Pixabay

A transição entre outono e inverno de 2026 deve trazer mudanças relevantes no padrão climático do país, com tendência de maior irregularidade nas chuvas e temperaturas acima da média em parte do território. O cenário ocorre após uma estação chuvosa abaixo do esperado e sob influência de uma La Niña fraca.

As projeções indicam aumento da umidade no Sul, enquanto áreas do extremo Norte devem enfrentar condições mais secas. No Centro-Sul, a previsão aponta para períodos de calor mais persistentes e menor frequência de ondas de frio, o que favorece a ocorrência de veranicos ao longo da estação.

De acordo com a Ampere, os sinais de aquecimento no Pacífico Equatorial já são consistentes, com anomalias positivas de temperatura na superfície do mar próximas à costa oeste da América do Sul. Modelos como o ECMWF indicam que esse aquecimento deve se intensificar nos próximos meses, com possibilidade de configuração de El Niño a partir de maio. “Desde o inverno de 2025, a Ampere vem indicando a possibilidade de desenvolvimento de um evento de El Niño em 2026 e, até o momento, os prognósticos vêm corroborando essa sinalização”, completa o meteorologista sênior da consultoria, Bruno César Capucin.

A influência do fenômeno deve ganhar força no trimestre entre maio e julho, período em que são esperadas chuvas acima da média no Sul e em áreas do sul do Sudeste e do Centro-Oeste. Em contrapartida, o extremo Norte tende a permanecer mais seco.

O padrão também favorece temperaturas mais elevadas, especialmente pela maior atuação de ventos de norte, reduzindo a entrada de massas de ar frio. Esse contexto aumenta o risco de eventos extremos, como temporais no Sul e períodos prolongados de calor no Centro-Sul.





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AgroNewsPolítica & Agro

Explosão nos preços da ureia acende alerta máximo



O cenário atual é descrito como incerto e com baixa visibilidade


O cenário atual é descrito como incerto e com baixa visibilidade
O cenário atual é descrito como incerto e com baixa visibilidade – Foto: Canva

A recente movimentação dos preços da Ureia chama atenção pela intensidade e pela velocidade das altas observadas no mercado. As informações são de Jeferson Souza, analista de inteligência de mercado.

De acordo com o comportamento mais recente do indicador, o gráfico da ureia passou a desenhar um formato semelhante ao de um prédio, refletindo um avanço abrupto nas cotações. Esse movimento elevou os preços a patamares considerados elevados, gerando preocupação direta sobre a capacidade de absorção por parte da demanda.

O cenário atual é descrito como incerto e com baixa visibilidade, o que amplia a cautela entre agentes do setor. Mesmo antes dos acontecimentos no Oriente Médio, já havia um sentimento de retração na área destinada ao trigo, motivado por custos e margens mais apertadas.

No final do mês de fevereiro, durante passagem pelo Rio Grande do Sul, o analista observou discussões sobre a redução da área de trigo no estado. No Paraná, a percepção era semelhante, indicando um movimento mais amplo entre produtores da região Sul.

Nesse cenário, com a ureia em níveis elevados, a tendência é de pressão adicional sobre a cultura do trigo, que depende fortemente do insumo. Esse encarecimento pode levar produtores a reavaliar o planejamento da próxima safra.

Diante desse contexto, outras culturas podem ganhar espaço nas áreas antes destinadas ao cereal, alterando a dinâmica de plantio. Esse possível redirecionamento exige acompanhamento atento do mercado, já que pode impactar tanto a oferta quanto os preços agrícolas nos próximos ciclos.

 





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Boi gordo avança com oferta restrita e escalas curtas no Brasil


boi gordo, gado nelore
Foto: Breno Lobato/Embrapa Cerrados

O mercado físico do boi gordo registrou negociações acima da referência média em diversas praças do país ao longo da semana. O movimento foi sustentado, principalmente, pela restrição na oferta de animais terminados, que segue como o principal fator de sustentação dos preços em março.

Segundo o analista da Safras & Mercado, Fernando Iglesias, os frigoríficos ainda enfrentam dificuldades para alongar suas escalas de abate, que permanecem entre cinco e sete dias úteis na média nacional. Esse cenário mantém a necessidade de compras mais agressivas por parte da indústria.

Apesar da firmeza nos preços, o mercado segue volátil. Entre os fatores de pressão estão o conflito no Oriente Médio, a alta dos combustíveis e o avanço da cota chinesa, que tornam o comportamento dos contratos futuros do boi gordo na B3 bastante instável.

Nas principais praças, os preços da arroba apresentaram movimentos mistos na semana:

  • São Paulo (SP): R$ 355,00, alta de 2,90% frente aos R$ 345,00 da semana anterior
  • Goiânia (GO): R$ 340,00, avanço de 3,03% ante R$ 330,00
  • Uberaba (MG): R$ 345,00, estável
  • Dourados (MS): R$ 340,00, queda de 1,45% frente aos R$ 345,00
  • Cuiabá (MT): R$ 340,00, estável
  • Vilhena (RO): R$ 310,00, sem alterações

Atacado

No mercado atacadista, os preços permaneceram estáveis ao longo da semana, sinalizando limitações para novos avanços. De acordo com Iglesias, esse comportamento reflete a maior competitividade de proteínas concorrentes.

O quarto do dianteiro seguiu cotado a R$ 20,50 por quilo, enquanto o traseiro bovino permaneceu em R$ 27,00 por quilo.

Exportações

No comércio exterior, as exportações brasileiras de carne bovina seguem aquecidas em março. Até o momento, o país já embarcou 115,678 mil toneladas, com receita de US$ 666,888 milhões. A média diária ficou em 11,567 mil toneladas, com faturamento médio de US$ 66,688 milhões.

Na comparação com março do ano passado, houve crescimento de 20,1% na receita média diária, avanço de 2,1% no volume e alta de 17,6% no preço médio da tonelada, que ficou em US$ 5.765,00.

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AgroNewsPolítica & Agro

MPF pede fim de prescrição remota de agroquímicos



A recomendação também aponta quebra de isonomia regulatória


A recomendação também aponta quebra de isonomia regulatória
A recomendação também aponta quebra de isonomia regulatória – Foto: Canva

A emissão de receituários agronômicos sem vistoria presencial entrou em debate após questionamentos sobre riscos à segurança ambiental e à saúde pública. O tema envolve a necessidade de diagnósticos técnicos precisos para orientar o uso adequado de insumos nas lavouras.

O Ministério Público Federal recomendou ao Conselho Federal dos Técnicos Agrícolas a revogação imediata de normas que autorizam a emissão remota desses documentos. O entendimento é de que a Resolução nº 64/2025 contraria a Lei nº 14.785/2023 e o Decreto nº 4.074/2002, que exigem visita técnica no local. Para o órgão, a legislação determina que o diagnóstico seja feito com base em inspeção direta, considerada essencial para avaliar condições reais do solo, do ambiente e das culturas.

A recomendação também aponta quebra de isonomia regulatória, já que normas aplicáveis a engenheiros agrônomos mantêm a exigência de presença física para emissão de laudos. O procurador responsável pelo documento alertou que a ausência de verificação in loco pode caracterizar negligência técnica, com possíveis implicações legais.

Dados analisados por órgão estadual indicaram irregularidades relevantes. Foram identificados casos de emissão em volume incompatível com a prática técnica, incluindo um profissional com mais de 15 mil receituários em um ano. Também houve registros de prescrições para culturas sem expressão ou inexistentes no estado, o que levanta dúvidas sobre a consistência dos diagnósticos.

O MPF orienta a adequação da norma para tornar explícita a obrigatoriedade da vistoria presencial e propõe fiscalização retroativa dos últimos dois anos. O conselho tem prazo de 10 dias para se manifestar e, em caso de concordância, deverá implementar as mudanças em até 30 dias.

 





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