sábado, maio 9, 2026

Agro

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Soja segue em alta em Chicago; números do USDA ampliaram ganhos



A soja segue em alta na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) nesta quarta-feira (13). Segundo a consultoria Safras & Mercado, o movimento é sustentado pelo impulso do relatório de agosto do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que apresentou números abaixo das projeções do mercado. A desvalorização do dólar frente a outras moedas reforça o cenário positivo.

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Soja estimada pelo USDA

O USDA estimou a produção norte-americana em 4,292 bilhões de bushels (116,8 milhões de toneladas), recuo em relação aos 4,335 bilhões indicados no mês anterior e abaixo da expectativa de 4,371 bilhões. A área plantada também foi revisada para baixo, passando de 83,4 milhões de acres em julho para 80,9 milhões.

Os estoques finais projetados para 2025/26 caíram para 290 milhões de bushels (7,89 milhões de toneladas), frente aos 310 milhões do relatório anterior e muito abaixo dos 351 milhões esperados pelo mercado. No cenário global, os estoques foram estimados em 124,9 milhões de toneladas, contra 127,9 milhões previstos pelos analistas.

Na CBOT, os contratos para novembro são negociados a US$ 10,42 3/4 por bushel, ganho de 10,00 centavos (0,96%). Já os contratos para janeiro de 2026 avançam 9,50 centavos (0,90%), a US$ 10,60 1/4 por bushel.



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cotações apresentam movimentos distintos nas praças



Os preços do arroz em casca tiveram movimentos distintos dentre as regiões acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). 

Segundo o instituto, enquanto em algumas os valores subiram, puxados pela demanda de varejistas e atacadistas para repor estoques. Já outras, seguiram estáveis ou até mesmo caíram, com a oferta superando a procura. 

Mesmo assim, no geral, prevalece a restrição de vendedores, que esperam melhores cotações para negociar. 

Agentes comentam sobre a possibilidade de intervenções governamentais com a compra do produto, embora, como explicam pesquisadores, ações dessa natureza tendam a ter impacto no médio prazo. O que pode refletir mais rapidamente são negócios de exportação. 

Na semana passada, a queda da taxa de câmbio limitou novos embarques, além de ter restringido a liquidez doméstica.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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mercado spot esteve mais aquecido na última semana



O mercado spot de algodão em pluma esteve mais aquecido nos últimos dias, com vendedores e compradores interessados na comercialização. É isso o que  apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). 

Segundo o instituto, também aumentou o ritmo de negócios de contratos a termo. Quanto aos preços, no geral, o levantamento mostra ligeiros recuos devido à menor paridade de exportação, que está nos patamares observados em maio/24. 

Com isso, pesquisadores explicam que as vendas internas se tornam atrativas. No acumulado da primeira dezena de agosto, o Indicador Cepea/Esalq, com pagamento em 8 dias, caiu 3%, com a média superando em 8% a paridade de exportação.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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AgroNewsPolítica & Agro

Canola mantém potencial produtivo apesar de impactos climáticos


De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na última quinta-feira (7), a cultura da canola apresenta desenvolvimento vegetativo e estruturação adequada adequadamente, mesmo em áreas com baixa densidade de plantas, resultado do excesso de chuvas no pós-plantio e na emergência. Segundo o levantamento, esses cultivos foram registrados como transferências compensatórias de ramos secundários, características fisiológicas que contribuem para a preservação do potencial produtivo inicial.

O avanço das áreas em segurança e a presença de polinizadores, como abelhas, favorecem a formação de síliquas. “A integração entre práticas agrícolas e apícolas é fundamental para a produtividade”, destacou a publicação.

Na Região Noroeste, as ocorrências da primeira semana de julho, que coincidiram com o florescimento de parte das atividades, somadas ao excesso de chuvas, podem ter causado pequena redução no potencial produtivo em relação à estimativa inicial. Ainda assim, a sanidade das plantas é considerada adequada, sem registros relevantes de práticas ou doenças. A estimativa para esta safra é de 203.206 hectares cultivados, com produtividade média projetada em 1.737 kg/ha.

Na região administrativa de Frederico Westphalen, 5% das atividades estão em fase vegetativa, 80% em recuperação e 15% em formação de síliquas, o que indica avanço uniforme do ciclo na maior parte das áreas.

Em Ijuí, cerca de 50% das atividades avançam para o estádio reprodutivo, quando ocorrem alongamentos da pressa principal, separação das gemas floríferas e início da expansão dos pedúnculos florais. O estado fitossanitário é descrito como muito bom, sem consultas de sentenças ou doenças.

Na região de Santa Rosa, 42% dos cultivos estão em desenvolvimento vegetativo, 47% em florescimento, 10% em enchimento de grãos e 1% em maturação. As noites provocaram o aborto floral, redução no número de síliquas e possível queda no teor de óleo das sementes. Apesar dos impactos, os trabalhos ainda em fase vegetativa mantêm bom potencial produtivo, sobretudo com o uso de cultivares tardios e manejo adequado.

Em Soledade, 70% das atividades estão em florescimento, 25% em fase vegetativa e 5% em formação de síliquas. As atividades de campo concentram-se no monitoramento fitossanitário e na aplicação preventiva de fungicidas para preservar a sanidade dos cultivos.





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perspectiva é de baixo rendimento no final da colheita



A colheita de café arábica deve se encerrar ainda neste mês na maioria das regiões produtoras brasileiras com rendimento menor que o esperado. É isso o que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo o instituto, para se formar uma saca de café beneficiado, têm sido necessários mais grãos que o normal. Em Minas Gerais e parte do estado de São Paulo, há relatos de até 12 saquinhos para completar uma saca de café beneficiado de 60 quilos, contra média de 7 a 8 saquinhos. 

Ainda conforme pesquisadores, esse cenário evidencia que as lavouras de arábica estavam debilitadas após o baixo volume de chuva e os períodos de altas temperaturas durante o outono e o inverno de 2024. 

Além disso, a menor pluviosidade entre meados de fevereiro e março de 2025 piorou as condições das lavouras. Diante disso, parte dos agentes consultados pelo Cepea acredita que dados oficiais de produção podem passar por reajustes negativos nos próximos meses.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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O futuro do agro paulista: conquistas, desafios e o compromisso com o diálogo


É com entusiasmo e senso de responsabilidade que celebramos a nova parceria
entre a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp) e o Canal Rural. Este espaço será dedicado não apenas à divulgação de informações
estratégicas do setor agropecuário paulista, mas também à reflexão crítica sobre os
caminhos que percorremos e os horizontes que ainda podemos construir.

O campo paulista vive um momento de transformação profunda, que exige protagonismo, união e, acima de tudo, compromisso com o conhecimento. O setor agropecuário de São Paulo é uma potência. Representa aproximadamente 14% do PIB agro brasileiro, liderando em diversas cadeias produtivas como cana-de-açúcar, citricultura, flores, olericultura, borracha, café arábica e proteína animal.

Mesmo diante das intempéries climáticas, de instabilidades políticas e dos
frequentes desafios nas relações comerciais internacionais, nossos produtores
seguem demonstrando capacidade de adaptação e resiliência. São
empreendedores que enfrentam a seca e o excesso de chuvas, os entraves
logísticos e as oscilações de mercado com coragem e visão de futuro.

Nossas conquistas recentes são reflexo direto do investimento em capacitação,
inovação e sustentabilidade. O Sistema Faesp/Senar-SP, em parceria com os
sindicatos rurais, oferece anualmente milhares de cursos e programas que
profissionalizam o produtor, elevam a produtividade e promovem a sucessão familiar
no campo. A difusão de tecnologias, o estímulo à agricultura de baixo carbono, o
apoio à regularização ambiental e a inclusão da mulher e do jovem rural nas
decisões estratégicas também são pilares dessa transformação silenciosa, mas
profundamente eficaz, que acontece diariamente nas propriedades paulistas.

Neste espaço no Canal Rural, vamos aprofundar debates que interessam a todos: o
futuro da política agrícola, os impactos de medidas internacionais como as tarifas
sobre produtos brasileiros, a inserção do pequeno e médio produtor no mercado
global, os desafios da segurança hídrica e energética, e os caminhos da transição
agroecológica. Queremos aproximar o produtor da tomada de decisão e da
formulação de políticas públicas. O agro paulista é feito de gente que produz com
paixão, e essa voz precisa ser ouvida com atenção e respeito.

Convido você, produtor, técnica, estudante ou profissional do campo, a nos
acompanhar nesta jornada. Vamos juntos construir um agro cada vez mais forte, inclusivo, competitivo e inovador. Esta parceria é mais do que institucional: é um
compromisso com o Brasil que planta, colhe e alimenta o mundo.

Tirso Meirelles – Presidente do Sistema Faesp/Senar-SP

Economista e produtor rural, atua há décadas no fortalecimento da produção paulista, capacitando e abrindo mercados para pequenos e médios produtores.


O Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação



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Abate de bois cresce 5,4% no 2º trimestre e chega a 10,4 milhões de cabeças, aponta IBGE



O abate de bovinos no Brasil registrou crescimento no segundo trimestre de 2025, tanto em comparação ao mesmo período de 2024 quanto ao trimestre imediatamente anterior, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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De abril a junho, foram abatidas 10,40 milhões de cabeças de bovinos, alta de 3,3% em relação ao segundo trimestre de 2024 e de 5,4%frente ao primeiro trimestre deste ano. Esse volume resultou em 2,63 milhões de toneladas de carcaça bovina, o que representa um crescimento de 1,0%na comparação anual e de 6,0% em relação aos três primeiros meses de 2025.

O levantamento faz parte da Pesquisa Trimestral do Abate de Animais, que coleta dados de estabelecimentos sob inspeção sanitária municipal, estadual ou federal.

Suínos, frango e leite

  • Suínos – O abate somou 14,87 milhões de cabeças, alta de 1,6% sobre o segundo trimestre de 2024 e de 3,8% frente ao primeiro trimestre de 2025. As carcaças totalizaram **1,40 milhão de toneladas, crescimento de 4,7% e 6,1%, respectivamente.
  • Frangos – Foram abatidos 1,64 bilhão de frangos , avanço de 1,1% sobre o mesmo período do ano passado e estabilidade em relação ao primeiro trimestre de 2025. O peso das carcaças foi de **3,56 milhões de toneladas, aumento de 2,7% no comparativo anual e de *2,4% frente ao trimestre anterior.
  • Aquisição de leite cru – O volume foi de 6,50 bilhões de litros, alta de 9,3% em relação ao segundo trimestre de 2024 e de 0,1% frente ao primeiro trimestre de 2025.
  • Couro – Os curtumes receberam 10,55 milhões de peças inteiras de couro bovino, crescimento de 2,6% em relação ao segundo trimestre de 2024, mas queda de 1,9% em relação ao trimestre anterior.
  • Produção de ovos – A produção alcançou 1,22 bilhão de dúzias, aumento de 4,0% no comparativo anual e de 1,6% frente ao primeiro trimestre de 2025.



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Gripe aviária ainda afeta exportações de carne de frango do Rio Grande do Sul



Em julho, as exportações de carne de frango, tanto processada quanto in natura, somaram 46,244 mil toneladas, uma queda de 22,1% em relação ao mesmo mês de 2024, quando foram embarcadas 59,344 mil toneladas. O recuo foi de 13,1 mil toneladas no comparativo anual.

Em receita, o setor registrou baixa de 20,8% no mês, passando de US\$ 104,136 milhões, em julho de 2024, para US\$ 82,505 milhões em julho deste ano, uma redução de US\$ 21,6 milhões.

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No acumulado de janeiro a julho, as exportações somaram 394,548 mil toneladas, queda de 4,5% frente às 413,317 mil toneladas embarcadas no mesmo período do ano passado. Em valor, a retração foi de 3,5%, passando de US\$ 733,841 milhões para US\$ 708,078 milhões.

De acordo com a Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav), a queda nas exportações de carne de frango do Rio Grande do Sul em 2025 está diretamente ligada aos reflexos do caso de Influenza Aviária registrado em uma granja do estado no início do ano. O episódio foi rapidamente controlado, sem novos focos desde então, mas acabou resultando em restrições temporárias de importantes mercados compradores, o que afetou o desempenho do setor.

Ovos

A exportação de ovos do Rio Grande do Sul registrou queda de 30,6% nos sete primeiros meses de 2025 em relação ao mesmo período de 2024, passando de 4,312 mil toneladas para 2,994 mil toneladas — redução de 1,3 mil toneladas. Apesar disso, a receita aumentou 9%, subindo de US\$ 10,205 milhões para US\$ 11,127 milhões, impulsionada pela valorização da tonelada no mercado externo e pelo aumento da demanda no Brasil e no exterior.

Em julho, o estado exportou 587 toneladas de ovos, alta de 7,6% frente às 545 toneladas do mesmo mês de 2024. A receita foi de US\$ 2,103 milhões, avanço de 66,1% sobre os US\$ 1,266 milhão registrados no mesmo mês do ano passado.

A expectativa com a retomada das vendas ao Chile é de um avanço considerável nas exportações de ovos e carne de frango do estado ainda em 2025.



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Massa polar perde força e onda de frio se aproxima do fim; veja quando na previsão do tempo



A circulação de ventos na atmosfera associados à presença de uma área de alta pressão devem manter o predomínio de tempo firme e as temperaturas mais amenas nos estados da região Sul nesta quarta-feira (13). Ainda pela manhã, haverá condições para formação de geada em áreas da serra gaúcha, serra e região central catarinense, além de alguns pontos do centro-sul paranaense.

No decorrer do dia, o sol predomina entre algumas variações de nebulosidade e não há previsão de chuva significativa para nenhuma das áreas. Na parte da tarde, o ar seco ganha força e estabelece o alerta de baixa umidade do ar em boa parte do interior paranaense. Algumas áreas do norte e noroeste ganham destaque, pois podem apresentar índices inseridos em um cenário de alerta – abaixo de 20% – durante as horas mais quentes. Nas demais regiões paranaenses – com exceção do sul e sudoeste – devem apresentar valores abaixo de 30%, incluindo Curitiba.

No Sudeste, a condição de tempo estável também deve predominar ao longo do dia, com predomínio de sol entre algumas variações de nebulosidade. Conforme a massa de ar polar perde força e influência na região, os termômetros voltam a apresentar maior aumento em comparação aos dias anteriores. Ainda nas primeiras horas da manhã, as mínimas permanecem mais baixas, e algumas áreas do extremo sul de MG e da Serra da Mantiqueira podem contar com formação de geada pontual.

À tarde, o ar seco segue ganhando destaque e reforça o alerta de baixa umidade do ar em boa parte do estado de São Paulo, incluindo a região metropolitana, e de Minas Gerais. Em São Paulo, os índices devem permanecer abaixo de 20% durante a tarde. Em Belo Horizonte, entre 21% e 30%. Ainda no estado mineiro, áreas do triângulo devem registrar valores de umidade abaixo de 12% no decorrer das horas mais quentes.

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Enquanto no Centro-Oeste, o tempo firme segue marcando presença em todos os estados, com predomínio de sol ao longo do dia e calor voltando a ganhar destaque – juntamente com o ar seco. Ainda pela manhã, as temperaturas permanecem mais baixas entre Mato Grosso do Sul e sul de Goiás, e o frio ainda segue presente. No decorrer do dia, o sol e o ar seco ganham força, sendo assim, calor e alerta de baixa umidade do ar ganham força já a partir do início da tarde em todos os estados – com índices em níveis de alerta, abaixo de 20%. O cenário de maior atenção fica entre o sul de Goiás e o leste de Mato Grosso, onde há risco para que os índices de umidade fiquem abaixo de 12% durante as horas mais quentes – ilustrando um cenário de emergência.

Já no Nordeste, a incursão de umidade vinda do oceano em direção ao continente deve seguir realizando a manutenção das instabilidades no litoral da Bahia, e as pancadas de chuva ganham força e se espalham ainda no período da manhã. Não estão descartados eventuais temporais – sobretudo entre o litoral sul e a região do recôncavo baiano. Entre o litoral de Sergipe e Alagoas, há risco de chuva forte isolada em alguns intervalos do dia. No litoral do Recife, também pela incidência de umidade vinda do oceano, pode chover com fraca a moderada intensidade ao longo do dia.

Entre o Maranhão, parte do interior do Piauí e do Ceará, a presença de umidade na atmosfera local e a circulação de ventos em superfície também deve favorecer a ocorrência de pancadas de chuva com moderada a pontual forte intensidade.

E no Norte, as instabilidades devem seguir atuando sobre o Amazonas, Pará e Roraima, mas começam a se espalhar sobre o Amapá e parte do Tocantins. O sol aparece entre nuvens no decorrer das horas, no entanto, as pancadas de chuva podem vir com forte intensidade a partir do período da tarde. Não estão descartados temporais localizados, especialmente entre Amazonas e Pará, além do norte do Tocantins. Entre Acre e Rondônia, predomínio de tempo firme, com destaque para o calor intenso à tarde. Em Rondônia, o período da tarde ficará marcado pelo alerta de baixa umidade do ar – com índices que devem permanecer abaixo dos 30%.

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Haddad defende pensar forma de agregar valor às terras raras



O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que os três poderes precisam pensar “estrategicamente” em como vão tratar dos minerais críticos de terras raras brasileiras. “O padrão brasileiro é exportar commodity. E nós devemos pensar nesse caso específico porque é um caso muito especial, não é como minério de ferro. Tem muitos lugares. Aqui não. Aqui você tem concentração no Brasil. Em poucos países, na China tem muito, no Brasil tem muito. E por isso que a turma fica de olho no território nacional”, comentou Haddad.

“Nós tínhamos que pensar uma forma de agregar valor a esse minério”, completou durante participação na comissão mista que analisa a medida provisória (MP) alternativa ao IOF.

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Ele lembrou que o governo brasileiro chegou a discutir com o governo dos Estados Unidos, na gestão do ex-presidente Joe Biden, a possibilidade de joint ventures no Brasil para produção de baterias no país e para a transferência de tecnologia.

“Nós chegamos a começar esse entendimento. E eu espero que nós possamos fazer com a Europa, com a China, com os Estados Unidos, que são nossos parceiros, fazer acordos de cooperação tecnológica para agregar valor no Brasil”, afirmou. Ele defendeu que o Brasil não seja “um simples exportador de mais uma commodity”, e acrescentou que esse debate não pode ser adiado.

Projeto de renúncia fiscal

O ministro também respondeu a uma questão sobre o projeto de renúncia fiscal que está em análise pela Câmara dos Deputados. A matéria define critérios para a concessão de benefícios fiscais.

Ele disse que o deputado Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) tem procurado a equipe econômica para debater e, eventualmente, compatibilizar esse texto com o do governo. “Está havendo ali um entendimento para ver se nós chegamos a um acordo.”



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