quarta-feira, maio 6, 2026

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Deputado quer proibir financiamento público ao MST



A medida visa garantir o respeito ao direito de propriedade



A medida visa garantir o respeito ao direito de propriedade
A medida visa garantir o respeito ao direito de propriedade – Foto: Agencia Brasil

Deputado quer proibir financiamento público ao MSTO deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS), presidente da Comissão de Agricultura e Pecuária da Câmara e coordenador da Comissão de Seguro Rural da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), apresentou emenda à LDO 2026 para proibir o uso de recursos públicos em movimentos, entidades ou programas que incentivem invasões de propriedades, prática associada, segundo a FPA, ao MST. A proposta determina que nenhuma verba da União poderá ser destinada, direta ou indiretamente, a iniciativas que promovam ocupações irregulares de terra. 

A medida visa garantir o respeito ao direito de propriedade, previsto na Constituição, além de assegurar segurança jurídica no campo e nas cidades. Segundo o deputado, a emenda protege produtores rurais que cumprem a lei e reforça a responsabilidade na aplicação do orçamento da União. “Não é aceitável que o dinheiro público seja usado para sustentar organizações que atuam à margem da lei e promovem invasões de propriedades. Essa emenda é um passo fundamental para proteger o produtor rural que cumpre a lei, gerar justiça social dentro da ordem constitucional e fortalecer a responsabilidade na aplicação do orçamento da União”, afirmou Nogueira. 

O texto também ressalta a relevância do setor agropecuário, responsável por grande parte da economia brasileira, geração de empregos e segurança alimentar. Permitir que recursos públicos cheguem a entidades ligadas a invasões de terra é, segundo o texto, considerado um desvio de finalidade e afronta ao interesse coletivo. A emenda foi aprovada na Comissão de Agricultura e Pecuária e seguirá agora para análise da Comissão Mista de Orçamento.

  





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Tomate em Portugal: produção sob pressão



Para 2025, as perspetivas não são animadoras



Para 2025, as perspetivas não são animadoras
Para 2025, as perspetivas não são animadoras – Foto: Canva

A cultura do tomate em Portugal atravessa um momento decisivo e desafiador. Segundo Pedro Pereira Dias, Diretor da A Sementeira, o país consolidou-se em 2023 como o 3.º maior produtor de tomate da União Europeia, posição que reflete a força e a relevância desta fileira para a agricultura nacional e para as exportações. No entanto, os números também trazem um sinal de alerta: Portugal perdeu cerca de 10% da sua quota de produção em relação aos restantes países europeus, o que evidencia uma perda de competitividade em um mercado cada vez mais exigente.

Para 2025, as perspetivas não são animadoras. A redução da área instalada e o atraso no desenvolvimento das culturas apontam para uma manutenção dos níveis de produção, sem ganhos relevantes em termos de volume. Essa situação coloca em risco não apenas a presença de Portugal no mercado europeu, mas também a capacidade de manter o prestígio internacional construído ao longo dos anos, baseado na qualidade e no elevado padrão do tomate português, amplamente reconhecido pela indústria transformadora.

O tomate é um dos pilares da fileira agroalimentar portuguesa, setor fortemente orientado para a exportação e fundamental para a economia agrícola do país. Porém, para preservar esta relevância, é preciso enfrentar desafios estruturais, que vão desde a adaptação às condições climáticas até à mitigação das oscilações de mercado. A resposta passa pela união de toda a cadeia: indústria de sementes, produtores, indústria transformadora e decisores políticos. Somente com uma visão estratégica comum será possível reforçar a competitividade, garantir a sustentabilidade do setor e assegurar que Portugal continue a ser um dos protagonistas do tomate na Europa e no mundo.

 





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Preço do algodão registra queda com oferta elevada



Preços do algodão em pluma seguem em queda


Foto: USDA

Levantamentos do Cepea mostram que os preços do algodão em pluma seguem em queda no mercado brasileiro e já operam nos menores patamares desde o final de novembro/24. Segundo o Centro de Pesquisas, o movimento de baixa está relacionado à maior disponibilidade e à pressão exercida por compradores, que ofertam valores menores.

Ressalta-se que esses demandantes também reduziram o ritmo das aquisições, diante de incertezas com o cenário interno e, inclusive, de alguns casos para exportações. Quanto à produção nacional de pluma da safra 2024/25, dados da Conab indicam 3,94 milhões de toneladas, 6,3% a mais que na temporada 2023/24, resultado do crescimento de 7,3% na área cultivada, para 2,09 milhões de hectares; a produtividade nacional é prevista em 1.887 kg/ha, queda de 0,9%. 





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IPPA cai 3,2% em julho; no ano, alta é de 16,4%


Em julho, o Índice de Preços ao Produtor de Grupos de Produtos Agropecuários (IPPA/CEPEA) apresentou queda nominal de 3,2% em relação ao mês anterior, apontam levantamentos do Cepea. Segundo o Centro de Pesquisas, esse desempenho refletiu as baixas no IPPA-Grãos, de 1,4%, no IPPA-Pecuária, de 3%, e no IPPA-Cana-Café, de 9,1%. Na contramão, o IPPA Hortifrutícolas avançou 3,4%.

No mesmo período, o Índice de Preços por Atacado de Produtos Industriais (IPA-OG-DI), calculado pela FGV, subiu 0,8%, indicando que, de junho para julho, os preços agropecuários se desvalorizaram em relação aos industriais na economia brasileira. No cenário internacional, os preços dos alimentos convertidos em Reais recuaram 2,3%, reflexo da combinação de queda do dólar frente ao Real (-0,3%) e de retração dos valores internacionais dos alimentos (-1,9%).

Comparando-se os sete primeiros meses deste ano com igual intervalo de 2024, levantamentos do Cepea mostram que o IPPA registrou expressivo avanço de 16,4%, impulsionado pelas significativas altas nos grupos IPPA-Grãos (7,4%), IPPA-Pecuária (25,8%) e IPPA-Cana-Café (27,7%). Em sentido oposto, o IPPA-Hortifrutícolas caiu 13,4%. No período, o IPA-OG-DI teve aumento de 5%, enquanto os preços internacionais dos alimentos convertidos em Reais subiram 11%, resultado da valorização de 11,1% do dólar, mesmo perante o ligeiro recuo de 0,2% nos preços internacionais dos alimentos. 





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Fiscais agropecuários apresentam dados sobre agrotóxicos



De forma inédita, o painel apresenta dados gerais sobre a prescrição


Foto: Divulgação

Painel Interativo dos Agrotóxicos no Rio Grande do Sul – série histórica de 2018 a 2023 e o primeiro Boletim Técnico da Defesa Vegetal serão lançados segunda-feira (1º/9), às 15h, na Expointer. Os dados serão apresentados pelos fiscais estaduais agropecuários Ricardo Augusto Felicetti, diretor do Departamento de Defesa Vegetal (DDV) da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), Rafael Friedrich de Lima, chefe da Divisão de Insumos e Serviços Agropecuários da Seapi, e Paulo Victor Rysdyk da Silva, chefe substituto da Divisão de Defesa Sanitária Vegetal. O evento será no auditório do estande do Governo Estadual, no Pavilhão Internacional.

De forma inédita, o painel apresenta dados gerais sobre a prescrição, comercialização e uso de agrotóxicos em todo o Estado, no período de 2018 a 2023. A publicação será disponibilizada no site da Seapi. Os dados disponibilizados no painel provêm do Sistema Integrado de Gestão de Agrotóxicos (SIGA), que contém as operações comerciais e recomendações técnicas de agrotóxicos no RS. Já o primeiro Boletim Técnico da Defesa Vegetal do Rio Grande do Sul traz uma análise histórica de dados de comércio e uso de agrotóxicos e também os principais dados e as informações obtidas a partir do Painel de Agrotóxicos.

A Associação dos Fiscais Agropecuários do RS (Afagro) ressalta que os servidores da categoria são fundamentais para a segurança no uso de agrotóxicos. Entre as atribuições dos fiscais estaduais agropecuários da área vegetal, está a fiscalização do comércio, armazenamento e aplicação desses produtos, assegurando a regularidade dos estabelecimentos e a qualidade dos insumos. Combatem a venda de agrotóxicos falsificados ou irregulares, investigam denúncias e controlam a movimentação no Estado, protegendo a saúde da população e a sustentabilidade da agricultura.





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Nova tecnologia promete soja mais resistente



A combinação dessas tecnologias deve ampliar o leque de ferramentas disponíveis



A combinação dessas tecnologias deve ampliar o leque de ferramentas disponíveis
A combinação dessas tecnologias deve ampliar o leque de ferramentas disponíveis – Foto: Agrolink

Três gigantes do agronegócio anunciaram um passo importante para o futuro da soja no Brasil. A BASF, em parceria com a Corteva Agriscience e a MS Technologies, firmou um acordo que promete levar ao campo a primeira tecnologia de resistência a nematoides disponível comercialmente. O avanço é considerado estratégico, já que esses microrganismos, como o nematoide de lesões radiculares e o nematoide de cisto da soja, estão entre os principais vilões da produtividade e são de difícil controle pelas práticas convencionais.

Segundo as empresas, a nova característica genética apresentou resultados consistentes em testes de longa duração, garantindo elevado nível de proteção contra os nematoides. Essa inovação será incorporada às sojas Enlist E3® e Conkesta E3®, que já oferecem benefícios consolidados aos produtores. A primeira permite o uso combinado de diferentes herbicidas para o manejo eficiente de plantas daninhas resistentes, enquanto a segunda alia a mesma tolerância a herbicidas com proteínas específicas para o combate a lagartas que atacam a cultura.

A combinação dessas tecnologias deve ampliar o leque de ferramentas disponíveis ao agricultor, reforçando a sustentabilidade e a segurança da produção. Para a BASF, a iniciativa representa a entrega de uma solução inédita em biotecnologia agrícola; para a Corteva e a MS Technologies, a oportunidade de agregar valor a materiais que já têm grande adesão entre os produtores latino-americanos.

A previsão é de que as primeiras cultivares contendo a nova característica estejam acessíveis aos agricultores brasileiros no final desta década ou início da próxima, após a conclusão dos processos regulatórios e testes adicionais. Outros mercados também podem ser contemplados futuramente.

 





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Acordos entre Brasil e México envolvem de pêssegos e aspargos a aviões e farinha



O vice-presidente Geraldo Alckmin, que é ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, avaliou como positiva a visita oficial ao México, encerrada nesta quinta-feira (28), na Cidade do México, a capital do país.

O último compromisso e ponto alto da viagem foi uma audiência com a presidenta mexicana, Claudia Sheinbaum, no Palácio Nacional.

“Convidei a presidenta Claudia para a COP30, em Belém, no mês de novembro. Falamos de multilateralismo, fortalecimento da democracia, inclusão e combate à fome. Então, foi uma conversa muito proveitosa”, destacou Alckmin em uma entrevista coletiva pouco antes de embarcar de volta a Brasília.

Brasil e México são as duas maiores economias da América Latina e possuem uma corrente de comércio que soma US$ 13,6 bilhões em 2024. Um dos objetivos da viagem foi tentar ampliar negociações comerciais em setores estratégicos, como agronegócio e indústria.

Acompanhado por empresários, pelo ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, e pela ministra do Planejamento, Simone Tebet, o vice-presidente anunciou a assinatura acordos para abertura de novos mercados entre os países.

“São três produtos que o Brasil abrirá o comércio: aspargos, pêssego e derivados de atum. E eles abrem o mercado para a farinha de ração animal para bovinos e suínos”, destacou.

Pacote contra a inflação

O governo brasileiro também solicitou ao México a continuidade dos incentivos do Pacote contra a Inflação e a Escassez, conhecido como Pacic, na sigla em espanhol, que facilita a compra de alimentos pelo Brasil.

“O México é o segundo destino da carne bovina brasileira. Solicitamos a continuidade do Pacic, e ele complementa a agropecuária mexicana. Eles têm uma exigência de que haja uma rastreabilidade individual [da carne]. Vamos cumprir, mas queremos que não se interrompa essa venda enquanto o Brasil caminha na rastreabilidade. O Brasil cumprirá na rastreabilidade, temos um cronograma”, observou.

O vice-presidente comentou o avanço em conversas para a atualização do Acordo de Complementação Econômica nº 53 (ACE 53) assinado com o México em 2002 e que trata da eliminação ou redução de tarifas de importação para um universo de aproximadamente 800 posições tarifárias.

Também foram assinados acordos nas áreas de vigilância sanitária para a aprovação de novos fármacos e na área de pesquisa sobre arboviroses, que incluem troca de experiências no desenvolvimento de vacinas, como a da dengue, em que o Brasil está em estágio avançado.

Venda do KC-390

Outro destaque da agenda, segundo o vice-presidente, foi o avanço dos negócios da Embraer no México. A empresa brasileira fechou a venda de 20 aeronaves das famílias de jatos E190 e E195 para a companhia estatal Mexicana de Aviación, a maior do país.

Segundo o vice-presidente, o governo também ofereceu a possibilidade de abrir negócios no setor militar, com a venda do cargueiro KC-390, também fabricado pela Embraer, uma aeronave multimissão com capacidade para transportar até 26 toneladas, realizar reabastecimento aéreo e atuar em missões como busca e salvamento e ajuda humanitária.

“A Embraer está presente no México, tem aqui fábrica de componentes com mais de mil colaboradores”, destacou Alckmin. “Colocamos a pretensão de oferecer o cargueiro KC-390. Não foi resolvido, mas ficou o pleito brasileiro com todos os argumentos favoráveis”, finalizou.



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Queimas controladas são suspensas por 30 dias em SP durante estiagem



O governo de São Paulo suspendeu por 30 dias a partir desta quinta-feira (28), todas as autorizações de queima controlada no estado. A medida da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) inclui a palha da cana-de-açúcar, além das queimas agrícolas e para controle de pragas.

Durante esse período, não serão aceitos novos pedidos. O prazo poderá ser estendido caso a estiagem continue. As chamadas queimas prescritas, usadas no combate a incêndios florestais ou mediante solicitação da Secretaria da Agricultura, continuam autorizadas.

“Mais uma vez adotamos a suspensão como medida preventiva para atravessar o período crítico de estiagem. Nosso objetivo é reduzir os riscos de incêndios florestais e preservar a qualidade do ar, em linha com o histórico recente e a experiência de anos anteriores”, afirmou o diretor de Controle e Licenciamento da Cetesb, Adriano Queiroz.

No ano passado, São Paulo enfrentou um inverno de tempo seco, altas temperaturas e aumento das queimadas em diversas regiões. O histórico de 2024 levou os órgãos ambientais a reforçarem as ações neste ano.

Queima da palha da cana já tinha restrições

Desde julho, a queima da palha da cana já estava limitada: só podia ser autorizada em dias com umidade relativa do ar acima de 40% e fora do período entre 11 e 15 horas, quando o risco de propagação do fogo é maior. Agora, até mesmo essas liberações ficam suspensas.

Apesar de ainda permitida em situações específicas no estado, a prática está em queda acelerada. Desde 2007, o uso do fogo na colheita da cana já foi reduzido em 99%, segundo dados da Cetesb.



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Ibama resgata 41 animais silvestres em churrascaria



Operação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) resgatou 41 animais silvestres mantidos em cativeiro em São João da Fronteira, no Piauí.

A operação, em parceria com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e o Batalhão Especial de Policiamento do Interior da Polícia Militar do Piauí (Bepi) ocorreu no distrito de Alto Alegre, às margens da BR-222, após denúncia de que uma churrascaria funcionava ao lado de um criadouro ilegal.

De acordo com os agentes, foram encontrados no local 18 caititus (Pecari tajacu) e 23 cutias (Dasyprocta sp.), que eram abatidos para comercialização de carne de caça.

Segundo o analista ambiental e médico veterinário do Ibama Fabiano Pessoa, a prática representa não apenas crime ambiental, mas também um risco à saúde pública.

“É importante destacar o risco de saúde para quem mantém esses animais silvestres em cativeiro ilegal e o consumo da carne, pois as condições de manutenção e manejo dos animais vendidos ilegalmente pelo restaurante não passavam por nenhum controle de cuidados de higiene e veterinários, sendo um meio de transmissão de doenças, além do crime ambiental”, afirmou.

Os animais foram avaliados por médicos veterinários e equipes ambientais ainda no local e, em seguida, encaminhados ao Ibama em Teresina, capital piauiense. As equipes estudam agora a possibilidade de formação de grupos para soltura em Áreas de Soltura de Animais Silvestres (ASAS).



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calor, chuva forte e queda de temperatura


A Expointer 2025 começa com tempo firme e calor no primeiro fim de semana (30 e 31/08), mas uma frente fria prevista para terça-feira (02/09) muda o cenário: chuvas, queda nas temperaturas e sensação térmica mais baixa devem marcar os dias seguintes. O público que visitar a Expointer 2025 nos dias 30 e 31 de agosto encontrará tempo seco e calor, com temperaturas máximas entre 25 °C e 27 °C. O cenário, no entanto, deve mudar drasticamente a partir de terça-feira (02/09), com a chegada de uma frente fria.

“O aquecimento pré-frontal deste fim de semana prepara o terreno para a mudança brusca que vem na sequência”, alerta o meteorologista Gabriel Rodrigues, do Portal Agrolink. Segundo ele, os acumulados de chuva podem superar os 10 mm, com maior instabilidade nas regiões centrais e sul do Rio Grande do Sul.

Frente fria traz instabilidade e sensação térmica mais baixa

Na quarta-feira (03/09), as chuvas se deslocam para Santa Catarina, mas o Rio Grande do Sul ainda terá reflexos da instabilidade no período da manhã. A chegada de uma massa de ar frio pelo sul do estado derruba as temperaturas e muda a sensação térmica no parque.

“O contraste entre o calor do fim de semana e o frio no meio da semana será significativo”, destaca Rodrigues.

A quinta-feira (04/09) tende a ser mais estável, com céu encoberto e temperaturas amenas. Há pouca chance de chuva, o que deve favorecer o deslocamento dos visitantes pela Expointer.

Previsão para o segundo fim de semana da Expointer

No sábado e domingo (06 e 07/09), novas áreas de instabilidade devem avançar sobre o Rio Grande do Sul. A previsão é de pancadas de chuva isoladas, quebrando o padrão de tempo firme observado nos primeiros dias do evento.

Alerta para visitantes: como se preparar para a virada no tempo

A combinação entre calor, chuvas e queda de temperatura exige atenção dos expositores e visitantes. O uso de roupas leves nos primeiros dias e vestimentas mais quentes e impermeáveis a partir de terça-feira pode garantir maior conforto e segurança.





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