sexta-feira, março 20, 2026

Agro

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Derivados lácteos recuam 5,90% em novembro e mantêm tendência de queda em Goiás



O Boletim de Mercado do Setor Lácteo Goiano foi divulgado nesta segunda-feira (1º) e, na edição de novembro de 2025, aponta novo recuo no índice geral da cesta de derivados lácteos, que caiu 5,90% em relação ao mês anterior, acompanhando a tendência de queda observada nos últimos meses.

Os dados foram fornecidos pela Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), após reunião da Câmara Técnica e de Conciliação da Cadeia Láctea de Goiás.

O comportamento dos preços no período analisado foi homogêneo entre os produtos acompanhados.

  • Creme a granel: -0,77%;
  • Leite UHT integral: -11,74%.
  • Leite condensado: -1,55%;
  • Leite em pó integral: -5,20%;
  • Queijo muçarela: -5,65%.

O índice geral leva em consideração os pesos específicos de cada produto na composição da cesta:

  • Leite UHT integral (20%);
  • Leite em pó integral (23%);
  • Queijo muçarela (37%);
  • Leite condensado (14%);
  • Creme a granel (6%).

A combinação dessas variações resultou no recuo total de 5,90% no mês. Para o titular da Seapa, Pedro Leonardo Rezende, o acompanhamento sistemático do setor é fundamental para embasar decisões estratégicas de produtores e indústrias.

“As oscilações observadas em novembro refletem ajustes de mercado associados ao comportamento da oferta e da demanda. Informações técnicas atualizadas permitem que os agentes da cadeia láctea se planejem com mais segurança”, pontuou.



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Bagagem vinda da China com 240 caranguejos é apreendida em aeroporto



Passageira vinda da China foi flagrada com 240 caranguejos na mala no Aeroporto Internacional de Guarulhos. A carga foi apreendida pela Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa).

Os animais não tinham autorização para entrar no país e estavam distribuídos em 12 caixas, cada uma com 4,6 quilos e contendo 20 unidades.

Avaliação inicial indica que a espécie pode ser o caranguejo-de-mitene (Eriocheir sinensis), conhecido como hairy crab ou caranguejo-peludo, considerado uma iguaria no país asiático e bastante apreciado em lugares como Singapura e Hong Kong.

O coordenador-geral do Vigiagro, Cleverson Freitas, ressalta que o órgão tem o papel de fiscalizar cargas clandestinas, prevenir riscos sanitários no trânsito internacional e proteger a agropecuária brasileira.

Segundo ele, a entrada irregular de organismos aquáticos pode introduzir enfermidades graves, afetar ecossistemas locais, comprometer cadeias produtivas e gerar prejuízos econômicos significativos.

Com isso, o trabalho das equipes torna-se estratégico para impedir o ingresso de produtos e organismos sem autorização, garantindo a sanidade agropecuária, a saúde animal e a segurança dos consumidores.



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Criadouro contesta risco às ararinhas-azuis e questiona laudo de circovírus em 11 aves



Após o ICMBio divulgar que 11 ararinhas-azuis recapturadas na Bahia testaram positivo para circovírus, o Criadouro Ararinha-azul contestou a interpretação de risco iminente às “últimas ararinhas na natureza” e destacou que, até 2019, não havia nenhum indivíduo da espécie na Caatinga.

Quanto às 11 aves de vida livre capturadas, os exames mais recentes identificaram vírus detectado em 5 aves no total (3 do plantel e 2 das recapturadas), com divergência entre metodologias laboratoriais. Testes realizados apontam para 3 aves positivas, em contradição a outro teste que detecta o vírus para as 11 araras. Essas aves estão isoladas, e estão sem contato com outras araras, com separação de utensílios e profissionais.

Até o momento, o criadouro não teve acesso ao laudo técnico completo que Criadouro Ararinha-azul fundamenta a multa de R$1,8 milhão aplicada pelo ICMBio. Segundo a instituição, diante desse cenário de acusações consideradas infundadas e sem a apresentação dos laudos, a direção do criadouro informa que pediu acesso ao processo e uma reunião técnica com laboratórios e autoridades para reavaliar os exames.

Bem-estar animal

A instituição afirma seguir protocolos rígidos de biossegurança e bem-estar animal e conta com instalações e equipamentos adequados ao manejo das aves.

Segundo a instituição, a equipe de trabalho é formada por profissionais brasileiros e estrangeiros de alto nível, como médicos-veterinários e especialistas em manejo e reprodução de ararinhas-azuis, que trabalham há mais de 15 anos para a conservação dessa espécie, 24 horas por dia, 7 dias por semana, durante todo o ano, em um espaço de mais de 2,6 mil metros quadrados.

A direção do criadouro explica que as aves recebem alimentação balanceada, vivenciam um conjunto de práticas que melhoram o bem-estar físico e psicológico dos animais em cativeiro, têm assistência veterinária permanente e o manejo é feito em ambiente limpo e seguro.

O criadouro reafirma o seu compromisso com a transparência, a ciência e o bem-estar das aves, defendendo que todas as decisões sobre o caso sejam técnicas, proporcionais e orientadas à proteção da espécie e da população de ararinhas na Caatinga.



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Line-up prevê embarques de 2,814 milhões de t de soja no Brasil em dezembro



O line-up, a programação de embarques nos portos brasileiros, projeta a exportação de 4,234 milhões de toneladas de soja em grão para novembro, conforme levantamento realizado pela consultoria Safras & Mercado. No mesmo mês do ano passado, exportações somaram 2,339 milhões de toneladas, segundo a estimativa.

Em outubro, foram embarcadas 6,398 milhões de toneladas. Para dezembro, a previsão é de 2,814 milhões de toneladas.

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Acumulado do ano

De janeiro a dezembro de 2025, o line-up projeta o embarque de 108,681 milhões de toneladas. Pelo Secex, de janeiro a dezembro de 2024 foram embarcadas 98,812 milhões de toneladas.



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Lula liga para Trump e pede redução de tarifas sobre produtos ainda afetados pelo tarifaço



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversou por telefone, nesta terça-feira (2), com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Na ligação, o líder brasileiro pediu a redução das tarifas que ainda atingem alguns dos produtos brasileiros, como café solúvel, mel e pescados.

O diálogo, de acordo com o governo do Brasil, durou 40 minutos. Além do tarifaço, a conversa também passou por ações conjuntas de combate ao crime organizado. Segundo as informações divulgadas pelo Palácio do Planalto, a conversa entre os dois foi “muito produtiva”.

Tarifas e negociações comerciais

Em 21 de novembro, a Casa Branca anunciou a suspensão da cobrança da tarifa adicional de 40% sobre itens brasileiros, como carne bovina, café e frutas. No diálogo com Trump, Lula afirmou que a revisão das tarifas foi um passo importante, mas reforçou que outros produtos seguem taxados.

Neste sentido, o presidente brasileiro defendeu a necessidade de conversas rápidas e contínuas para avançar no tema.

Cooperação contra o crime organizado

Outro ponto da ligação foi a atuação conjunta contra organizações criminosas com ramificações internacionais. Lula citou operações recentes conduzidas pelo governo brasileiro, que miram redes que movimentam recursos dentro e fora do país.

Trump, de acordo com a Presidência, demonstrou disposição para cooperar. Ele indicou apoio a iniciativas de inteligência, investigação e ações coordenadas.

Os dois presidentes concordaram em manter novas conversas para acompanhar o andamento das negociações comerciais e dos esforços conjuntos na área de segurança. A expectativa é de que os próximos contatos detalhem mecanismos de cooperação e os próximos passos das tratativas bilaterais.



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‘Talvez este seja o ano mais difícil para a soja dos últimos tempos’, diz o presidente da Aprosoja MT



O plantio de soja em Mato Grosso está praticamente concluído. O último relatório do Imea indica que cerca de 99% da área já foi semeada, mas, segundo Lucas Beber, presidente da Aprosoja MT, esse número oculta desafios enfrentados no campo.

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Beber ressalta que muitos municípios ainda registram replantios, reflexo do comportamento irregular das chuvas. “Em Nova Xavantina, por exemplo, um produtor ainda não havia conseguido iniciar o plantio. Ele tentou semear no início de novembro, mas precisou refazer a operação e agora aguarda novas precipitações, pois o volume de chuva não foi suficiente para garantir uma boa germinação”, explica o presidente.

O estado enfrenta, segundo Beber, um problema sério de estande e distribuição de plantas, agravado pelo baixo volume pluviométrico. “Em várias regiões, é possível observar lavouras com soja murchando ou plantas pouco desenvolvidas, evidenciando o déficit hídrico”, acrescenta.

O presidente da Aprosoja também destacou um fenômeno que tem frustrado os produtores ao longo da safra: a formação de nuvens que indicam chuva, mas que não precipitam. Para ele, trata-se de um dos anos mais atípicos já registrados. “Desde 2016 não vivíamos um cenário tão desafiador. Talvez este seja o ano mais difícil para a soja em Mato Grosso dos últimos tempos”, comenta.

A preocupação não se limita à soja. Beber alerta que, devido aos atrasos e replantios, “teremos impactos significativos também na segunda safra de milho”, que deverá começar mais tarde em grande parte do estado.

A Aprosoja reforça seu compromisso de proximidade com o produtor. “Enquanto muitos relatórios de mercado apresentam dados de origem desconhecida, a Aprosoja Mato Grosso vai até a lavoura, observa a realidade e conversa com quem está vivenciando o problema”, afirma Beber.

Para ele, essa presença em campo é essencial. “Nosso compromisso é com a transparência e com o produtor. Estar na lavoura, ver e sentir a realidade ao lado dele faz toda a diferença”, conclui Lucas Beber.



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China ultrapassa Rússia e assume liderança no fornecimento de fertilizantes ao Brasil



O boletim de Insumos da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) de novembro trouxe mudanças no perfil dos fornecedores de fertilizantes para o Brasil. Segundo a publicação, a China ultrapassou a Rússia e se tornou o maior exportador destes insumos para o mercado brasileiro, com 9,76 milhões de toneladas. A análise considera o período de janeiro a outubro de 2025.

O boletim, porém, afirma que a Rússia segue como fornecedor estratégico de fertilizantes. Nos oito primeiros meses do ano, os russos embarcaram 9,72 milhões de toneladas – uma diferença de cerca de 400 mil toneladas em comparação com as vendas chinesas. No período, os principais fertilizantes comprados pelo Brasil foram o Sulfato de Amônio (SAM) e formulações a base de NP (Nitrogênio e Fósforo).

Importação maior resulta em filas de navios

Se por um lado os chineses venderam mais fertilizantes ao Brasil, por outro, o rápido aumento no comércio resultou em longas filas no Porto de Paranaguá, no Paraná. A publicação da CNA cita que o tempo médio de espera esteve, ao longo do ano, em torno de 60 dias para o desembarque.

De acordo com o boletim, esse acúmulo criou um gargalo logístico significativo, pressionando a capacidade operacional do porto e elevando os custos e a demurrage.

Panorama de mercado para fertilizantes e defensivos

Conforme a publicação da CNA, as entregas de fertilizantes no Brasil aumentaram 9% até o mês de agosto, com o Rio Grande do Sul a frente das compras em função do atraso nas aquisições do estado. Diante do resultado, o país pode alcançar um novo recorde em 2025.

Já a relação de troca entre as culturas agrícolas e fontes de fertilizantes fosfatados continua desfavorável para o produtor rural. Para a situação atual do mercado de defensivos, o boletim observa um aumento de preços concentrado no grupo de fungicidas. O motivo gira em torno dos tratos culturais da soja, que está em andamento em todo o Brasil.



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AgroNewsPolítica & Agro

Semeadura do milho avança e mantém projeção produtiva


O Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (27) aponta que a semeadura do milho no Rio Grande do Sul atingiu 85% da área prevista, com 58% das lavouras em desenvolvimento vegetativo, 29% em floração e 13% em enchimento de grãos. Segundo o documento, “a cultura apresenta boas condições de desenvolvimento, e o potencial produtivo se mantém”. A entidade registra, porém, a ocorrência de leve estresse hídrico em algumas áreas de sequeiro.

Nas regiões irrigadas, o desempenho é descrito como “excelente”, mas a falta de chuvas preocupa produtores da Fronteira Oeste. Em lavouras com maior nível tecnológico, a expectativa é de produtividades superiores às iniciais, variando entre 6.000 e 10.000 kg/ha. A região Norte registrou queda de rendimento após episódios de granizo.

Apesar da ocorrência pontual de cigarrinha-do-milho, a Emater informa que a praga está sob controle. A estimativa estadual aponta 785.030 hectares cultivados e produtividade média de 7.370 kg/ha.

Na regional de Bagé, lavouras em plena floração e início do enchimento de grãos avançam sob preocupação com a ausência de chuva durante o pendoamento. Na Campanha, o plantio prossegue, com áreas semeadas no início de novembro apresentando bom desenvolvimento, embora haja grande variação no rendimento devido ao manejo e à tecnologia empregada.

Em Caxias do Sul, a Emater afirma que “as lavouras se desenvolvem bem” e projeta boa safra. Áreas mais baixas iniciam a floração, enquanto a maior parte segue em desenvolvimento vegetativo. Na regional de Erechim, o plantio está concluído e 80% das áreas já estão em pendoamento. Os produtores reduziram o uso de adubos em relação ao ano passado, mas a produtividade pode superar 9.000 kg/ha, caso o clima permaneça regular. O granizo recente pode limitar essa projeção em áreas atingidas.

Em Frederico Westphalen, 30% das lavouras estão em desenvolvimento vegetativo, 36% em floração e 33% em enchimento. A presença de cigarrinha é baixa e o estado fitossanitário é considerado adequado. No município de Ijuí, 25% das áreas estão na fase reprodutiva e 35% em pré-pendoamento. A falta de umidade em horários quentes provoca sinais de déficit hídrico, mas as espigas em formação apresentam alto potencial produtivo.

Na regional de Passo Fundo, 70% das lavouras permanecem em desenvolvimento vegetativo, favorecidas pelo clima. Em Pelotas, as chuvas foram insuficientes para recompor a umidade do solo, atrasando semeaduras e mantendo o plantio em 41% da área prevista. A adubação de cobertura já foi realizada.

Em Santa Maria, 58% da área está plantada, com avanço previsto após a colheita do tabaco. Em Santa Rosa, a semeadura alcança 89%, e o restante será destinado à safrinha. Há 17% das lavouras em vegetativo, 52% em floração e 31% em enchimento, com baixa presença de cigarrinha. Já em Soledade, 68% da área está semeada, e as condições de temperatura, umidade e luminosidade impulsionam o desenvolvimento. Em áreas mais baixas, pendoamento e enchimento já se iniciam em cerca de 5% das lavouras.





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Rússia perde posto e Brasil tem novo líder no fornecimento de fertilizantes



O boletim de Insumos da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) de novembro trouxe mudanças no perfil dos fornecedores de fertilizantes para o Brasil. Segundo a publicação, a China ultrapassou a Rússia e se tornou o maior exportador destes insumos para o mercado brasileiro, com 9,76 milhões de toneladas. A análise considera o período de janeiro a outubro de 2025.

O boletim, porém, afirma que a Rússia segue como fornecedor estratégico de fertilizantes. Nos oito primeiros meses do ano, os russos embarcaram 9,72 milhões de toneladas – uma diferença de cerca de 400 mil toneladas em comparação com as vendas chinesas. No período, os principais fertilizantes comprados pelo Brasil foram o Sulfato de Amônio (SAM) e formulações a base de NP (Nitrogênio e Fósforo).

Importação maior resulta em filas de navios

Se por um lado os chineses venderam mais fertilizantes ao Brasil, por outro, o rápido aumento no comércio resultou em longas filas no Porto de Paranaguá, no Paraná. A publicação da CNA cita que o tempo médio de espera esteve, ao longo do ano, em torno de 60 dias para o desembarque.

De acordo com o boletim, esse acúmulo criou um gargalo logístico significativo, pressionando a capacidade operacional do porto e elevando os custos e a demurrage.

Panorama de mercado para fertilizantes e defensivos

Conforme a publicação da CNA, as entregas de fertilizantes no Brasil aumentaram 9% até o mês de agosto, com o Rio Grande do Sul a frente das compras em função do atraso nas aquisições do estado. Diante do resultado, o país pode alcançar um novo recorde em 2025.

Já a relação de troca entre as culturas agrícolas e fontes de fertilizantes fosfatados continua desfavorável para o produtor rural. Para a situação atual do mercado de defensivos, o boletim observa um aumento de preços concentrado no grupo de fungicidas. O motivo gira em torno dos tratos culturais da soja, que está em andamento em todo o Brasil.



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Tempestade rara devasta Sudeste Asiático e deixa mais de 1,5 mil mortos



Uma tempestade tropical rara provocou uma tragédia de grandes proporções no Sudeste Asiático. Nos últimos dias, Indonésia, Malásia e Tailândia enfrentaram chuvas torrenciais, ventos extremos e um rastro de destruição que já soma mais de 1.500 mortos, além de milhares de desaparecidos e milhões de pessoas afetadas.

Segundo autoridades locais, a tempestade manteve intensidade por quase duas semanas, causando alagamentos, deslizamentos de terra, bloqueios de estradas e devastação urbana e rural. A Indonésia concentra o maior impacto: 502 mortos confirmados, 508 desaparecidos e 28 mil casas danificadas. Apenas na Tailândia, 100 pessoas perderam a vida, enquanto a Malásia contabiliza 3 mortes.

As agências de gestão de desastres calculam que mais de 10 milhões de pessoas foram atingidas direta ou indiretamente pelos temporais.

Fenômeno raro: monções prolongadas e águas muito aquecidas

A região enfrenta efeitos combinados que ampliaram a destruição. De acordo com o meteorologista Artur Müller, do Canal Rural, há dois fatores principais:

  • Águas excepcionalmente aquecidas no Pacífico e no Índico, que potencializam tempestades, ciclones e tufões.
  • Monções prolongadas, que deveriam ter terminado em outubro, mas se estenderam para novembro e início de dezembro.

Com isso, os sistemas tropicais estão mais intensos e em sequência, alimentando semanas de chuva ininterrupta e volumes extremos: algumas áreas já registram mais de 1.500 mm acumulados.

A situação afeta inclusive atividades agrícolas importantes na região, como a colheita do café robusta no Vietnã.



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