quinta-feira, março 19, 2026

Agro

AgroNewsPolítica & Agro

Paraná reforça combate à gripe aviária no litoral


A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná iniciou uma nova ação de combate à Influenza Aviária de Alta Patogenicidade no Paraná, com foco no Litoral do Estado. A operação começou na terça-feira (17), com reunião no Centro de Estudos do Mar da Universidade Federal do Paraná, em Pontal do Paraná, e segue até o dia 27 de março, abrangendo municípios da região.

Participam da operação servidores da Adapar e médicos-veterinários do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos, iniciativa vinculada à Petrobras e executada pelo Laboratório de Ecologia e Conservação da Universidade Federal do Paraná, no âmbito de exigências do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. A reunião inicial apresentou os objetivos e a metodologia de trabalho, com destaque para o caráter preventivo da ação. Segundo a agência, o estado registrou 13 focos da doença em aves silvestres em 2023 e, desde então, não houve novas ocorrências.

A chefe da Divisão de Sanidade Avícola da Adapar, Pauline Sperka, afirmou que “a manutenção de equipes a campo, com ações contínuas de vigilância, orientação e fiscalização, é essencial para mitigar o risco e preservar o status sanitário da agricultura paranaense, garantindo a segurança da cadeia produtiva”.

As atividades envolvem fiscalização de propriedades com criação de aves, além de orientações sobre prevenção da Influenza Aviária de Alta Patogenicidade e da Doença de Newcastle. As ações são conduzidas em conjunto com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, com foco também em educação sanitária para criadores de subsistência.

No primeiro dia, os veterinários do projeto auxiliaram em simulações de procedimentos e na realização de necrópsias para identificação de sinais das enfermidades. Após a etapa inicial, as equipes definiram rotas de atuação para cumprimento do cronograma de vistorias.

A fiscal de Defesa Agropecuária da Adapar, Anna Carolina Penna, destacou a experiência em campo. “É um trabalho totalmente diferente do que estamos acostumados no interior, onde trabalhamos mais com os animais de produção, então, ter esse contato diferenciado aqui no Centro do Mar é importante para a gente. Viemos para somar”, disse.

Segundo a agência, a manutenção do status sanitário é considerada estratégica para a economia e a saúde pública. O Paraná lidera a produção nacional de carne de frango e responde por mais de um terço do total produzido no país, o que reforça a importância das ações de prevenção e controle sanitário.





Source link

News

Tirso Meirelles aponta que Brasil tem capacidade de elevar biodiesel para 25% sem dificuldade


Reprodução Canal Rural

Na estreia como comentarista do Canal Rural, no Rural Notícias desta quarta-feira (18), Tirso Meirelles, presidente do Sistema Faesp/Senar, chamou atenção para o cenário desafiador enfrentado pelo agro brasileiro, com alta nos fretes, encarecimento dos fertilizantes e pressão crescente sobre os custos de produção. Em debate com o comentarista Miguel Daoud, o especialista destacou a ausência de um planejamento de longo prazo para o país.

“É um momento muito difícil, muito complexo. Isso demonstra mais uma vez que o Brasil precisa de uma diplomacia comercial”, afirmou Meirelles. Segundo ele, os efeitos já são sentidos no campo, em meio ao fim da colheita da soja e ao plantio da safrinha.

O avanço dos fretes, somado ao aumento dos insumos, compromete a rentabilidade do produtor e gera efeitos inflacionários. “Trazer fertilizante mais caro eleva muito o custo de produção. E isso cria realmente um processo inflacionário no país”, disse.

Para Meirelles, as medidas adotadas pelo governo até agora têm alcance limitado. “O governo diminuiu seus impostos, mas isso ficou muito pouco”, avaliou. Ele defendeu como alternativa o aumento da mistura de biodiesel no diesel. “Nós temos condições de aumentar o biodiesel de 15% para 25% sem problema algum”, afirmou, destacando que a medida pode reduzir a dependência de importações.

O comentarista também mencionou falhas estruturais no setor energético. “Nós exportamos o óleo bruto e depois importamos ele refinado. O Brasil precisa aprender com as lições que ocorreram”, pontuou. Segundo ele, o avanço do B25 ajudaria a conter a inflação e aliviar os custos no campo.

Ao tratar da formação de preços, Meirelles destacou a limitação de controle. “O preço é livre. É a mesma coisa que segurar um rio, não tem jeito”, afirmou.

Durante o debate, Miguel Daoud alertou para os riscos de uma possível greve dos caminhoneiros. “A greve é um desastre para o país. Não prejudica A ou B, prejudica o Brasil”, disse. Ele lembrou ainda que o país enfrenta juros elevados, na casa de 15%, e dívida crescente.

Daoud também chamou atenção para distorções no mercado de fretes. “As grandes empresas contratam outras empresas, que muitas vezes terceirizam e acabam pressionando o caminhoneiro autônomo”, explicou.

Sobre o biodiesel, o analista apontou entraves regulatórios. “O governo alega que parte da frota não está preparada e que o biodiesel seria mais caro, o que não é verdade hoje”, afirmou. Ele também criticou a instabilidade nas regras. “Você muda a regra no meio do jogo. Que segurança tem?”

Meirelles voltou a defender uma estratégia de longo prazo para o país. “Falta um plano Brasil. Precisamos de segurança jurídica e previsibilidade para enfrentar problemas do mercado internacional e nacional”, disse.

A discussão também ganhou participação do público. Um telespectador questionou por que o Brasil ainda não amplia a mistura de biodiesel ao diesel, tema que já vinha sendo abordado no debate. A partir disso, Daoud explicou os argumentos do governo e fez contrapontos.

“O governo alega que o biodiesel seria mais caro, o que hoje não é verdade. Tem muita gente importando diesel puro, sem mistura, porque sai mais barato”, afirmou. Outro ponto levantado, segundo ele, é que parte da frota não estaria preparada para níveis mais elevados de biodiesel, o que exigiria estudos técnicos.

Daoud voltou a criticar a falta de previsibilidade no setor. “Já vimos a mistura cair de 15% para 10%. Que segurança isso traz?”, questionou.

Ao retomar o tema, Meirelles reforçou que o país precisa olhar para o futuro. “O que falta é um projeto de país, com visão de longo prazo”, afirmou, lembrando que o Brasil já discutia biocombustíveis desde a década de 1950, mas sem continuidade.

A discussão também foi refletida entre os produtores. Em enquete do Canal Rural, 71% afirmaram que a guerra no Oriente Médio já impactou o custo de produção, principalmente pelo aumento dos combustíveis. Outros 12% apontaram alta nos fertilizantes, enquanto 17% ainda não perceberam efeitos.

O post Tirso Meirelles aponta que Brasil tem capacidade de elevar biodiesel para 25% sem dificuldade apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Fórum reúne setor produtivo para debater inovação e expansão de mercados


Fórum
Foto: divulgação/Planeta Campo

A cidade de Chapecó, em Santa Catarina, recebeu, nesta quarta-feira, o Fórum Momento Agro: do Campo ao Mercado, reunindo lideranças, especialistas e representantes do setor produtivo para discutir os rumos do agronegócio brasileiro. O evento teve como foco temas como inovação, sustentabilidade e oportunidades de mercado.

O encontro foi realizado no Parque Científico e Tecnológico da Unochapecó, dentro da programação da Mercoagro, uma das principais feiras do setor na América Latina. Durante o fórum, foram debatidos assuntos estratégicos, como o acordo entre Mercosul e União Europeia e seus impactos para o Brasil.

Para Santa Catarina, maior produtor e exportador de suínos do país, o acesso ao mercado europeu é visto como uma oportunidade relevante.

“O bloco da União Europeia é um bloco que historicamente é difícil de entrar, tem muitas exigências, tem um mercado local forte também. Com a aplicação dessas cotas, redução de tarifas, é uma oportunidade muito interessante da gente acessar esse mercado que paga muito bem”, destaca o economista do Rabobank, Wagner Yanaguizawa.

Inovação e IA

A inovação, com o uso de inteligência artificial já é apontada como uma das principais ferramentas para a tomada de decisão e ganho de produtividade no campo. 

“Nós teremos mais eficiência nos processos e mais controle sobre eles desde a própria criação até a fabricação, o resultado do produto final na saída da indústria”, destaca o presidente da Associação Internacional de Inteligência Artificial, Fernando Gomes de Oliveira.

O post Fórum reúne setor produtivo para debater inovação e expansão de mercados apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Boi gordo mantém preços firmes com oferta restrita


altas nas temperaturas podem prejudicar a qualidade dos pastos brasileiros, boi gordo
Foto: Fernando Carvalho/arquivo Pessoal

O mercado físico do boi gordo segue sustentado pela restrição de oferta, com negociações pontuais acima da referência média em diversas praças do país. Segundo o analista da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, esse cenário tem sido o principal fator de suporte aos preços ao longo de março.

Os frigoríficos continuam enfrentando dificuldades para alongar as escalas de abate, que atendem, em média, entre cinco e sete dias úteis, indicando oferta enxuta de animais terminados. Além disso, o mercado apresenta volatilidade, influenciado por fatores externos como o conflito no Oriente Médio, a alta dos combustíveis e o avanço da cota chinesa, que impactam os contratos futuros do boi gordo na B3.

Os preços nas principais praças:

  • Em São Paulo, a média ficou em R$ 350,42
  • Em Goiás, a indicação foi de R$ 337,68
  • Em Minas Gerais, atingiu R$ 339,71
  • Em Mato Grosso do Sul, a arroba foi cotada a R$ 337,95
  • Em Mato Grosso, a R$ 343,04.

Atacado

No mercado atacadista, os preços permaneceram estáveis ao longo do dia. O consumo interno ainda apresenta limitações para absorver novos reajustes da carne bovina, diante da maior competitividade de proteínas concorrentes. Mesmo assim, os preços seguem próximos das máximas históricas. O quarto dianteiro é cotado a R$ 20,50/kg, o quarto traseiro a R$ 27,00/kg e a ponta de agulha também a R$ 20,50/kg.

Câmbio

No câmbio, o dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,72%, cotado a R$ 5,24, após oscilar entre R$ 5,18 e R$ 5,24 ao longo do dia.

O post Boi gordo mantém preços firmes com oferta restrita apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Soja tem leves altas, mas mercado segue travado no Brasil; saiba os preços


preço soja cotação - preços ao produtor agropecuário
Foto: Daniel Popov/Canal Rural

O mercado brasileiro de soja registrou mais um dia de negócios pontuais e pouca liquidez, com preços entre estáveis e levemente mais altos. Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, o cenário segue sem direção firme, mesmo diante de oscilações externas.

De acordo com o analista, houve leve alta em Chicago Board of Trade e volatilidade no câmbio, em um dia marcado por decisão de juros no Brasil, mas sem força suficiente para destravar o mercado.

A indústria chegou a atuar mais no doméstico, porém os produtores seguem cautelosos e pedindo preços mais altos, o que mantém o ritmo lento. “É um mercado da mão para a boca, com oportunidades pontuais”, resume.

Saiba os preços de soja no Brasil:

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 122,00 para R$ 123,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 123,00 para R$ 124,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 117,00 para R$ 118,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 106,00 para R$ 107,00
  • Dourados (MS): preço estável em R$ 110,00
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 107,00 para R$ 109,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 128,00 para R$ 129,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 128,00 para R$ 129,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja encerraram a quarta-feira em leve alta na Chicago Board of Trade, em um movimento de recuperação técnica após a forte queda registrada na sessão anterior. O avanço do petróleo sustentou os preços do óleo de soja, contribuindo para a reação do grão ao longo do dia.

No cenário internacional, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou o adiamento de sua viagem a Pequim, onde se reuniria com o líder chinês Xi Jinping. A decisão ocorre em meio à escalada da guerra com o Irã e adia as tentativas de reduzir tensões entre as duas maiores economias do mundo.

O adiamento também posterga um possível acordo comercial entre Estados Unidos e China, que poderia incluir a ampliação das compras de soja americana. Na sessão anterior, essa expectativa levou os contratos a atingirem o limite diário de baixa.

Contratos futuros de soja

Na CBOT, os contratos com vencimento em maio fecharam a US$ 11,61 3/4 por bushel, com alta de 4,75 centavos (+0,41%). Já a posição julho avançou 5,25 centavos (+0,44%), encerrando a US$ 11,76 1/2 por bushel.

Entre os subprodutos, o farelo de soja (maio) subiu US$ 10,00 (+3,20%), para US$ 321,70 por tonelada. Já o óleo de soja recuou 0,66%, fechando a 65,53 centavos de dólar por libra-peso.

Câmbio

O dólar comercial encerrou o dia em alta de 0,72%, cotado a R$ 5,24. Ao longo da sessão, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,18 e a máxima de R$ 5,24.

O post Soja tem leves altas, mas mercado segue travado no Brasil; saiba os preços apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Morre Lito Sarmento, ícone da criação do cavalo crioulo no Brasil


Lito Sarmento
Foto: divulgação/ABCCC

Morreu, nesta terça-feira (17), aos 92 anos, Lito Sarmento, um dos nomes mais emblemáticos da pecuária brasileira e da criação de cavalos Crioulos.

Manuel Rossell Sarmento, conhecido como Lito Sarmento, foi uma das figuras centrais na construção da história do cavalo crioulo no Brasil e teve atuação direta na formação de bases sólidas da criação no país.

Lito Sarmento foi patriarca da Estância São Francisco, tradicional criatório localizado no município de Bagé, no Rio Grande do Sul, Lito comandou um dos plantéis mais reconhecidos da raça, com mais de nove décadas de história.

Legado

Ele era filho de Belisário Sarmento, um dos 22 fundadores da ABCCC e responsável por introduzir a raça no Brasil. Foi na própria Estância São Francisco que ocorreu um dos marcos mais importantes da equinocultura nacional: o registro do primeiro exemplar crioulo no país, o RP 01, importado do Uruguai.

Entre as contribuições mais relevantes de Lito Sarmento está a idealização, ao lado de Bayard Bretanha Jacques, de uma das etapas mais exigentes da principal prova da raça.

Nos anos 1980, ambos criaram a seletiva que deu origem à tradicional etapa Bayard-Sarmento, hoje parte fundamental do Freio de Ouro, uma das competições mais importantes da equinocultura sul-americana.

Além disso, Lito integrou o grupo de jurados eméritos da ABCCC, reforçando sua atuação técnica e seu reconhecimento dentro do setor. Em 2018, Lito Sarmento teve seu nome eternizado na Parede da Fama do Cavalo Crioulo, espaço que homenageia personalidades fundamentais para o desenvolvimento da raça.

ABCCC

Com a notícia de que morre Lito Sarmento, a ABCCC decretou luto oficial de três dias em homenagem ao criador, destacando sua importância para a história da raça e do setor. A entidade manifestou solidariedade aos familiares e ressaltou o papel de Lito como um dos grandes responsáveis por preservar e fortalecer o Cavalo Crioulo no Brasil.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.

O post Morre Lito Sarmento, ícone da criação do cavalo crioulo no Brasil apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Em 2025, Bahia registra recordes no abate de bovinos e na produção de leite e ovos


Bahia registra recordes no número de bovinos abatidos e na produção de leite e ovos
Imagem: Reprodução

Em 2025, a pecuária baiana alcançou novos recordes de produtividade. Os números apontam que o estado teve o maior número de bovinos abatidos e a melhor marca na produção de leite nos 29 anos de série histórica do IBGE (iniciada em 1997).

Além disso, a produção de ovos bateu o recorde de 2024, tornando-se a mais expressiva em 25 anos de série (iniciada em 2001). Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (18) e foram extraídos das Pesquisas Trimestrais da Produção Pecuária.

No ano passado, o abate bovino no estado teve um quarto crescimento consecutivo e chegou a 1.463.882 animais, 4,0% a mais do que o recorde anterior, que havia sido registrado em 2024 (+56.045 cabeças).

No Brasil, em 2025, o abate de bovinos registrou alta de 8,2% e chegou a 42,935 milhões de cabeças abatidas, 3,246 milhões a mais do que em 2024 e também o maior resultado na série histórica da pesquisa.

Leite

Também em 2025, a produção de leite cresceu pelo terceiro ano consecutivo, na Bahia. Foram adquiridos 614,434 milhões de litros pelos estabelecimentos de laticínios sob algum tipo de inspeção sanitária no estado, 6,3% a mais do que em 2024 (mais 36,319 milhões de litros).

Com isso, o número de 2025 ultrapassou em 3,2% o recorde anterior, que havia sido registrado em 2021 (595,141 milhões de litros naquele ano).

No país como um todo, a produção de leite também registrou seu recorde na série histórica. Os laticínios sob algum tipo de inspeção sanitária captaram 27,514 bilhões de litros em 2025, 8,5% mais do que em 2024 e 7,3% superior ao recorde anterior, que era do ano de 2020 (25,641 bilhões de litros).

A Bahia respondeu, em 2025, por 2,2% do leite adquirido no país. Reduziu um pouco sua participação frente aos 2,3% de 2024, mas manteve a 7ª posição entre os estados. Minas Gerais é líder histórico, com 23,9% do leite adquirido no Brasil.

Ovos

A produção baiana de ovos de galinha cresceu pelo sexto ano consecutivo, entre 2024 e 2025 (+5,0% ou mais 4,435 milhões de dúzias), ficando em 92,954 milhões de dúzias – também o maior quantitativo nos 25 anos de série histórica (desde 2001), quebrando o recorde do ano anterior.

A produção brasileira de ovos de galinha em 2025 foi de 4,953 bilhões de dúzias, um aumento de 4,4% em relação ao ano anterior.

O total da produção anual também é um recorde na série histórica da pesquisa, iniciada, no país como um todo, em 1987.

Responsável por 25,2% do total, São Paulo liderou a produção de ovos de galinha no país, em 2025. A Bahia se manteve na 12ª colocação entre os estados, respondendo por 1,9% do total, mesma participação de 2024.


Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Siga o Canal Rural Bahia no Instagram e nos envie uma mensagem.

O post Em 2025, Bahia registra recordes no abate de bovinos e na produção de leite e ovos apareceu primeiro em Canal Rural.





Source link

News

Soja e carnes lideram exportações pelos portos paranaenses no 1º bimestre


Foto: Codesp/Divulgação

Os portos paranaenses movimentaram 10,25 milhões de toneladas entre janeiro e fevereiro de 2026, mantendo ritmo aquecido nas operações. O destaque ficou para o avanço nas movimentações de contêineres, que cresceram 11% em fevereiro e 14% no acumulado do bimestre, com forte impulso das exportações de proteína animal.

Segundo divulgado pelo governo do estado do Paraná, a carne de frango liderou os embarques, somando 434,3 mil toneladas, frente a 371,2 mil no mesmo período de 2025. O Paraná respondeu por 52% das exportações nacionais em fevereiro e 49,9% no acumulado, consolidando os portos do estado como o maior exportador de frango do Brasil e do mundo.

A carne bovina também registrou crescimento relevante, passando de 89,7 mil toneladas para 123,5 mil toneladas no comparativo anual. Já a soja em grão reforçou o protagonismo do estado no agronegócio: os embarques cresceram 16% no bimestre, alcançando 2,4 milhões de toneladas. Os portos paranaenses representam atualmente 17,5% das exportações nacionais no mês e 29,4% no acumulado de 2026, com a China liderando como principal destino.

Outro destaque foi o açúcar ensacado, com alta expressiva de 81%, refletindo a recuperação da produção após um 2025 mais fraco. Os embarques de óleos vegetais também avançaram, com crescimento de 63% no bimestre, reforçando a diversificação da pauta exportadora.

Do lado das importações, foram movimentadas 3,88 milhões de toneladas, com destaque para derivados de petróleo, que somaram 681 mil toneladas. Já a entrada de fertilizantes recuou 21%, impactada pela valorização do dólar, custos elevados e restrições na oferta global.

O desempenho do primeiro bimestre reforça o papel estratégico dos portos paranaenses na logística nacional, especialmente no escoamento de commodities agrícolas e proteínas, mantendo o estado como um dos principais hubs de exportação do país.

O post Soja e carnes lideram exportações pelos portos paranaenses no 1º bimestre apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

IV Simpósio Brasileiro de Solos Arenosos acontecerá no Oeste da Bahia em setembro


IV Simpósio Brasileiro de Solos Arenosos
Foto: Divulgação

O Oeste da Bahia será palco de um dos mais importantes debates técnicos sobre manejo, sustentabilidade e produtividade em áreas de solos arenosos do Brasil. A 4ª edição do Simpósio Brasileiro de Solos Arenosos (SBSA) reunirá pesquisadores, consultores, produtores rurais, estudantes e empresas do setor para discutir inovação, ciência aplicada e estratégias práticas voltadas à realidade do campo entre os dias 1 a 3 de setembro de 2026, em Luís Eduardo Magalhães (BA).

Tradicionalmente promovido pela Sociedade Brasileira de Ciência do Solo (SBCS) e realizado pela Embrapa, o evento chega à sua quarta edição se aliando a Fundação Bahia e a empresas parceiras, com a proposta de ampliar o diálogo entre ciência e produção, conectando conhecimento técnico às demandas reais das regiões produtoras.

O desafio

Os solos arenosos representam um dos maiores desafios agronômicos da atualidade. Baixa capacidade de retenção de água e nutrientes, maior suscetibilidade à degradação e necessidade de manejo altamente estratégico tornam fundamental o aprofundamento técnico sobre o tema, especialmente em regiões de expansão agrícola, como o Matopiba e o Oeste baiano.

A programação contará com palestras, painéis e debates com especialistas de referência nacional, abordando fertilidade, construção de perfil de solo, manejo da matéria orgânica, sistemas produtivos sustentáveis, inovação tecnológica e perspectivas futuras para áreas arenosas.

Para o presidente do Simpósio, Dr. Henrique Maluf, o evento representa um momento estratégico para o setor produtivo.

“Os solos arenosos deixaram de ser vistos como limitantes e passaram a ser encarados como ambientes de alta performance, desde que manejados com conhecimento técnico e responsabilidade. O IV SBSA será um espaço de construção coletiva, onde ciência e campo caminham juntos para garantir produtividade com sustentabilidade”, destaca Maluf.

Além da programação técnica, o Simpósio também promoverá a integração entre instituições de pesquisa, universidades, empresas e produtores, fortalecendo parcerias e estimulando a geração de soluções aplicáveis à realidade do agronegócio brasileiro.

O IV Simpósio Brasileiro de Solos Arenosos reafirma o compromisso do setor com a ciência, a inovação e o uso responsável dos recursos naturais, contribuindo diretamente para a evolução da agricultura em áreas desafiadoras e estratégicas para o Brasil.

Mais informações sobre programação e inscrições serão divulgadas em breve pelos canais oficiais do evento.

A 4ª edição do Simpósio Brasileiro de Solos Arenosos é promovido pela Sociedade Brasileira de Ciência do Solo e realizado pela Fundação BA, Embrapa, Comitê de Ciência do Solo do Oeste da Bahia, Galvani Fertilizantes e Amasolo.


Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Siga o Canal Rural Bahia no Instagram e nos envie uma mensagem.

O post IV Simpósio Brasileiro de Solos Arenosos acontecerá no Oeste da Bahia em setembro apareceu primeiro em Canal Rural.





Source link

News

Saúde do bezerro: como evitar doenças e mortalidade antes da desmama?


Foto: Divulgação.
Foto: Divulgação.

O Brasil perde cerca de cinco milhões de bezerros por ano entre o nascimento e a desmama. Segundo o médico veterinário André Desjardins, da Vetoquinol, para proteger o patrimônio da fazenda, a “blindagem” da bezerrada exige um checklist rigoroso que começa antes mesmo do nascimento e se estende até a separação da mãe.

Os primeiros minutos de vida são decisivos. Como o bezerro nasce com “imunidade zero”, o manejo imediato é o que define se ele sobreviverá aos primeiros desafios do pasto.

Confira:

Importância da vacinação e manejo

O sistema imune da bezerrada é imaturo, o que o torna um “primo-vacinado”. Desjardins alerta que vacinar apenas uma vez é o mesmo que não vacinar. Para evitar que doenças comuns matem a bezerrada em poucas horas, o pecuarista deve ter um estoque estratégico de socorro.

O estresse no curral gera cortisol, um hormônio que suprime o sistema imune da bezerrada. Um manejo calmo e a higiene das agulhas, com troca a cada dez a quinze animais, evitam a transmissão de doenças entre o lote e garantem animais mais resistentes.

Fatores que influenciam a saúde da bezerrada

A saúde da bezerrada começa na barriga da vaca e se consolida no capricho do vaqueiro. Evitar acidentes de manejo e seguir o checklist sanitário à risca é o que garante o peso ideal ao desmame e a sobrevivência do lucro da cria.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.

O post Saúde do bezerro: como evitar doenças e mortalidade antes da desmama? apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link