sábado, agosto 22, 2026

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Nova frente fria deve trazer alívio ao calorão; veja quando e onde



O ciclo de dias quentes, com ondas de calor intensas que algumas regiões têm enfrentado, terá uma pausa, ainda que breve. Isso porque, nesta quinta-feira (26), uma nova frente fria avançará sobre o Brasil.

O sistema deve atingir o Mato Grosso, trazendo instabilidades significativas para grande parte do país, especialmente nas regiões Centro-Oeste e Sul.

De acordo com a Climatempo, a chegada dessa frente fria trará mudanças bruscas no clima e intensas condições meteorológicas.

Encontro de massas gera frente fria

A maior preocupação com a frente fria está no forte contraste entre a massa de ar fria e a massa de ar quente que domina a região central do Brasil.

Assim, o ar quente, mais leve, quando encontra o frio, que é mais denso, é empurrado rapidamente para cima, gerando intensas instabilidades atmosféricas. Esse processo resulta na formação de nuvens carregadas e tempestades severas, com possibilidade de ventos fortes, granizo e raios.

Esse fenômeno é conhecido como frente fria e a diferença de temperatura e pressão entre as massas de ar amplifica o risco de eventos meteorológicos extremos.

Alerta para temporais

O alerta para tempestades intensas se estende do sul de Mato Grosso do Sul até o norte do Rio Grande do Sul. Em território gaúcho, há o risco de temporais com volumes elevados de chuva e potencial para granizo nas áreas centrais.

Em outras regiões, como o oeste de Mato Grosso e o centro do Paraná, a previsão é de chuvas moderadas a fortes ao longo do dia.

Ventos intensos

Além da chuva, os ventos seguirão fortes devido às diferenças de temperatura e pressão geradas pela frente fria. Quando a pressão atmosférica varia abruptamente entre duas áreas, os ventos se intensificam.

Para esta quinta-feira, as rajadas de vento devem variar entre 50 e 70 km/h no sul de Mato Grosso e em boa parte da região Sul, o que aumenta os riscos de danos causados pelos temporais.

O calor vai terminar?

Embora a frente fria traga um alívio temporário para o calor, a onda de calor que afeta amplas áreas do Brasil não se restringe a uma única região.

O enfraquecimento das altas temperaturas será mais evidente nos estados da faixa centro-sul do país ao longo do final de semana, mas os modelos meteorológicos indicam que o calor pode retornar na próxima semana, afetando novamente diversas regiões.



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Inmet emite alerta de onda severa de calor para 10 estados



O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta laranja de perigo para onda de calor para dez estados e o Distrito Federal. Nesses locais, a temperatura registrada está 5°C acima da média.

Assim, serão afetados pelo forte calor, além do Distrito Federal, as seguintes unidades da federação:

  • Norte do Rio Grande do Sul

Calor e baixa umidade

O Inmet também divulgou alerta laranja para baixa umidade. Estão incluídas no alerta as regiões Centro-Oeste, parte dos estados do Nordeste (com exceção de Alagoas e Sergipe), nos municípios mais afastados do litoral, além de Minas Gerais, São Paulo e Paraná.

Nesses locais, a umidade relativa do ar deve variar de 20% e 12%. Há risco de incêndios florestais e à saúde da população, com ressecamento da pele, desconforto nos olhos, boca e nariz.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o limite ideal da umidade relativa do ar é em torno de 60%.

O Instituto orienta a população a beber mais líquido e evitar tanto atividades físicas quanto a exposição ao sol nas horas mais quentes do dia. Também é importante que as pessoas intensifiquem o uso de hidratante de pele e umidifiquem os ambientes.



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Soja: Chicago fecha em forte alta, com clima no Brasil e EUA no foco



Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam esta quarta-feira (25) com preços mais altos. Após uma fase de realização de lucros durante a manhã, o mercado conseguiu reverter para o território positivo.

Embora chuvas benéficas tenham sido registradas no Sul do Brasil, a região central ainda enfrenta precipitações escassas, o que está atrasando o plantio da soja. Além disso, persistem dúvidas sobre o potencial produtivo nos Estados Unidos.

Conforme agências internacionais, a tempestade tropical Helene pode trazer chuvas para a parte leste do cinturão produtor dos Estados Unidos na próxima semana, o que poderá atrasar a colheita da soja. Ademais, as exportações semanais norte-americanas devem apresentar uma boa demanda pelo produto, com estimativas de analistas variando entre 900 mil e 2,05 milhões de toneladas.

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Soja em grão

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro de 2024 fecharam com alta de 11,00 centavos de dólar por bushel, ou 1,05%, a US$ 10,53 1/4 por bushel. A posição de janeiro de 2025 teve cotação de US$ 10,71 3/4 por bushel, com avanço de 11,25 centavos ou 1,06%.

Nos subprodutos, a posição de dezembro de 2024 do farelo fechou com um ganho de US$ 2,30, ou 0,70%, a US$ 328,50 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro de 2024 fecharam a 44,15 centavos de dólar por libra-peso, com uma elevação de 0,81 centavo, ou 1,86%.



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Chuvas volumosas em breve? Saiba como o clima impacta o início do plantio da soja no Piauí



A carência de chuvas no Piauí, que faz parte do Matopiba, tem gerado incertezas em relação ao início do plantio da soja na região. O Soja Brasil conversou com o presidente da Aprosoja-PI, Alzir Pimentel Aguiar, que explica que os municípios de Baixa Grande do Ribeiro, Uruçui e Ibeiro Gonçalves, parte da microrregião de Santa Filomena, devem iniciar o plantio em meados de outubro, dependendo da colaboração das chuvas.

De acordo com o presidente, a janela de plantio do Piauí é mais deslocada para o final de outubro, apesar do vazio sanitário se encerrar no próximo dia 29. “O encerramento do vazio sanitário não significa iniciar o plantio. Algumas horas de irrigação ou outras perspectivas podem ser consideradas e, normalmente, os produtores do estado aguardam chuvas de no mínimo 80 a 100 milímetros para dar início ao plantio”, comenta Aguiar.

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Positividade para a semeadura

O presidente comenta que tudo indica que o nível de precipitação necessário será alcançado. Assim, os produtores devem estar preparados para iniciar as atividades assim que as condições climáticas melhorarem.

”As práticas na região, incluindo o plantio direto, fazem com que os produtores adotem uma abordagem cautelosa, garantindo um plantio seguro. As chuvas tendem a se intensificar em novembro, momento em que o ritmo do plantio realmente acelera” afirma Alzir Aguiar.

Ele ressalta que as previsões de produtividade para o Piauí são bastante otimistas, com médias já superiores a 60 sacas por hectare. Essa expectativa positiva é um reflexo das condições climáticas favoráveis em breve e das boas práticas agronômicas adotadas pelos produtores..



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AgroNewsPolítica & Agro

produção de milho sofre impacto com seca prolongada


Precipitações desiguais e calor extremo ameaçam safra de milho na Rússia





Foto: Sempre

De acordo com os dados da edição de setembro do boletim de monitoramento de colheitas na Europa, JRC MARS Bulletin, publicado pelo Serviço de Publicações da União Europeia, a produção de milho em grãos na Rússia Europeia enfrenta uma perspectiva desafiadora devido às condições climáticas extremas registradas em agosto. Após um início de mês frio, as regiões produtoras do sul e oeste do país foram impactadas por um clima excepcionalmente quente e seco a partir de 21 de agosto, resultando em um déficit severo de chuvas que prejudicou as safras.

Veja mais informações sobre o clima em Agrotempo

Nas duas primeiras semanas de agosto, as temperaturas nas principais áreas de cultivo estiveram entre 1°C e 3°C abaixo da média, com chuvas abundantes, entre 40 e 140 mm, atingindo os distritos de Volga e Central. Por outro lado, as regiões ocidentais e o sul da Rússia, próximas à fronteira com a Ucrânia, sofreram com precipitações extremamente baixas, variando de 1 a 20 mm. Após o dia 21, praticamente nenhuma chuva foi registrada, e as temperaturas subiram entre 1°C e 6°C acima do normal, exceto no sudeste do distrito de Volga, onde os níveis permaneceram dentro da média, conforme dados do boletim.

As chuvas excessivas até 21 de agosto prejudicaram a colheita de cereais de primavera, afetando a qualidade e causando perdas. No entanto, a expectativa de rendimento para esses cereais na Rússia europeia se mantém próxima da média de cinco anos. Já no sul e oeste, as condições secas e quentes resultaram em rápida deterioração das plantações de verão, reduzindo consideravelmente o rendimento esperado.

Segundo os dados do bolteim, a colheita de milho começou mais cedo no sul do país devido à aceleração do desenvolvimento das plantas, mas a expectativa de rendimento permanece abaixo da média de cinco anos. Enquanto isso, a semeadura de cereais de inverno começou no fim de agosto e está progredindo bem, apesar da seca que afeta o solo e a necessidade urgente de mais chuvas para garantir o desenvolvimento inicial.





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La Niña levará chuva para as lavouras, mas traz alerta na colheita



A primavera começa com um La Niña no horizonte, o que pode significar mais demora para a chegada de chuvas regulares em importantes regiões produtoras do país.

Segundo a meteorologista Desirée Brandt, o fenômeno climático ainda está para se firmar, o que deve se concretizar no decorrer dos próximos meses.

Ela lembra que o último relatório da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA, na sigla em inglês) aponta que o La Niña será de fraca intensidade. “Vamos começar a sentir os efeitos desse fenômeno apenas no início de 2025, então temos alguns alertas para o início do próximo ano”.

De acordo com ela, até lá as expectativas são boas. “Só pelo fato de a gente não ter o El Niño, não temos o risco da irregularidade [de chuvas]”, lembra.

A profissional afirma que o setembro deve terminar com instabilidades despertando entre o Sudeste e o Centro-Oeste do país. “A umidade da Amazônia vai começar a se espalhar um pouco mais, fazendo a conexão com os sistemas que avançarem pelo Sudeste e o Centro-Oeste do Brasil e a gente precisa dessa umidade para que chova no interior do país”.

Segundo Desirée, ao longo de outubro, a umidade vai avançar gradualmente para importantes áreas produtoras do país. “Não vejo nenhuma quebra nessa evolução, só vejo evoluir tanto o volume de chuva quanto a abrangência dessa chuva nestas áreas que foram tão afetadas pelo fenômeno El Niño na última safra”.

La Niña traz um alerta

Para o início de safra, as expectativas são positivas. A meteorologista destaca que a chuva pode não vir de uma hora para outra, mas, a partir de outubro, ganham volume.

Contudo, há uma importante ressalva: “Com o La Niña, existe um risco que não podemos deixar de mencionar, que é o de invernada, o que pode atrapalhar no momento de colheita da safra, na logística, ou seja, atenção ao início de 2025, especialmente para o centro do país

De acordo com Desirée, o próximo La Niña deve ser de baixa intensidade e, também, durabilidade. “O fenômeno se consolida especialmente no último trimestre de 2024 e pode durar até o final do primeiro trimestre de 2025, depois, aos pouquinhos, começa a perder intensidade”.

Uma das dificuldades para a formação do La Niña é que as águas de grande parte do planeta estão muito aquecidas, inibindo o fenômeno, fato que está diretamente ligado às mudanças climáticas.

“Não dá para comparar o La Niña de agora com o de anos atrás. Temos outro cenário de forma global, visto que os oceanos de uma forma geral estão mais quentes do que o normal, o que acaba interferindo na evolução dos fenômenos climáticos”, considera a meteorologista.



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Chuvas e alagamentos atingem parte do Rio Grande do Sul



A Defesa Civil do Rio Grande do Sul fez um alerta de fortes chuvas à população do estado na manhã desta quarta-feira (25). Várias regiões estão sofrendo com tempestades isoladas, chuvas persistentes, rajadas de vento intensas e alagamentos pontuais.

Em algumas áreas, como a região metropolitana de Porto Alegre, parte do litoral médio e norte, também foram registradas chuvas com vento forte, raios e granizo.

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) já havia divulgado um alerta de perigo nessa terça-feira (24). As áreas mais afetadas são, principalmente, o sudoeste, sudeste e o centro do estado, incluindo a região metropolitana de Porto Alegre.

A Defesa Civil orienta a população a buscar abrigo caso seja surpreendida pelo temporal severo. “Se estiver em casa, feche bem portas e janelas. Durante os temporais, retire da tomada os eletroeletrônicos. Abrigue animais e mantenha-os em segurança. Não atravesse áreas inundadas ou alagadas a pé ou de carro. A água pode esconder riscos como buracos, bueiros abertos e correnteza”.

“Procure informações junto à Defesa Civil da sua cidade, conheça os planos de contingência municipais para saber quais os riscos e como agir em caso de desastre no seu município”, acrescentou o órgão.



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Cade aprova operação Marfrig-Minerva, mas impõe restrições



O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) deu aval nesta quarta-feira (25) à venda de ativos da Marfrig para a Minerva condicionada a restrições, como a alienação de uma planta em Goiás.

O “remédio” foi imposto pelo órgão antitruste diante da preocupação com a “concentração excessiva” que a operação geraria no estado.

Por isso, a planta produtiva no município de Pirenópolis (GO) que hoje é da Marfrig terá de ser vendida pela Minerva. Embora esteja inativa, a reativação da unidade geraria uma concentração danosa após a operação, disse o relator.

O órgão também decidiu declarar sem efeitos a cláusula que previa um limite de expansão da capacidade própria da Marfrig em abate e desossa na planta produtiva de Várzea Grande, em Mato Grosso – embora a empresa não possa iniciar novas plantas no estado por cinco anos.

As restrições impostas pelo órgão antitruste foram apontadas pelo relator do processo, o conselheiro Carlos Jacques, como “cruciais” para o prosseguimento do aval do Cade à venda.

Todos os integrantes do tribunal seguiram o voto de Jacques. O presidente do Cade, Alexandre Cordeiro, não votou por impedimento.

O negócio, anunciado em agosto de 2023, envolve 16 ativos pelo valor de R$ 7,5 bilhões. São 11 plantas de bovinos no Brasil, uma unidade industrial na Argentina e outras três no Uruguai, além de uma planta de cordeiros no Chile e um centro de distribuição no Brasil. Segundo o relator, a operação entre a Marfrig e a Minerva ainda precisa ser analisada pelos órgãos antitruste da Argentina e Uruguai.

O conselheiro ressaltou que buscou ser célere na análise do caso, que chegou ao seu gabinete há pouco mais de 40 dias. Desde então, o maior foco das discussões foram os efeitos da operação nos mercados de Goiás e Mato Grosso.

Inicialmente, Jacques buscou a assinatura de um Acordo em Controle de Concentração (ACC) com as requerentes, como sugerido pela Superintendência Geral (SG), mas “resistências” das empresas emperraram o ACC, o que foi lamentando pelo relator, embora elas tenham concordado em vender a unidade em Pirenópolis.

A alienação da unidade na cidade de Goiás deve obedecer uma série de regras. A Minerva deverá alienar a planta em até seis meses do trânsito em julgado do ato de concentração no Cade. Esse prazo pode ser prorrogado por seis meses, mediante petição ao órgão. Após esse período, se a venda não for feita, a companhia deverá promover um leilão aberto em até seis meses, com fixação de preço mínimo. Mas se o leilão for frustrado, a obrigação de alienação será dada como satisfeita.

Já o ajuste sugerido pela SG em agosto – acatado pelo relator e já incorporado pelas companhias – visou a revisão de uma cláusula de não competição no mercado de carne bovina prevista no contrato de compra e venda.

De acordo com a SG, diante das preocupações do Cade, “foi negociada a redução do escopo geográfico e de produto da cláusula de não competição inicialmente planejado” pela Marfrig e Minerva.



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Confira a projeção da área cultivada da soja na safra 2024/25 em Uberlândia (MG)



A forte estiagem que atinge a região de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, favoreceu a ocorrência de queimadas nas palhadas, o que representa um desafio adicional para o plantio da safra da soja 2024/25.

Segundo a Emater local, embora tenham sido registrados alguns episódios de chuvas em determinadas áreas, o clima seco continua predominando na região. Neste momento, a expectativa é que a área cultivada mantenha os 62 mil hectares registrados na safra anterior.

Caso as chuvas se normalizem, o cultivo poderá iniciar dentro de 30 dias. Se as condições climáticas forem favoráveis, espera-se que o rendimento médio das lavouras alcance 4.300 quilos por hectare.

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Plantio da soja

Além disso, um levantamento realizado pela Safras & Mercado indica que o plantio da soja em Minas Gerais deve ocupar 2,35 milhões de hectares na temporada 2024/25, um aumento de 4,4% em relação aos 2,25 milhões de hectares cultivados na safra passada.

A produção no estado está projetada para atingir 8,979 milhões de toneladas em 2024/25, o que representa um crescimento de 7,8% em comparação com as 8,328 milhões de toneladas obtidas na safra 2023/24. O rendimento médio esperado é de 3.840 quilos por hectare, superando os 3.720 quilos por hectare registrados na temporada anterior.



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AgroNewsPolítica & Agro

Brasil projeta alta histórica na produção de algodão


Aumento está sendo impulsionado pela expansão da área cultivada





Foto: Divulgação

A safra de algodão 2024/25 no Brasil promete alcançar um novo recorde de produção, com estimativa de 3,97 milhões de toneladas de pluma, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira dos Produtores de algodão (Abrapa) em setembro de 2024. Esse volume representa um crescimento de 8% em relação à safra anterior.

Esse aumento está sendo impulsionado pela expansão da área cultivada, que deverá atingir 2,14 milhões de hectares, um incremento de 7,35% em comparação ao ciclo 2023/24. Mato Grosso e Bahia, os dois principais estados produtores de algodão do país, são os responsáveis por essa ampliação na área plantada, refletindo a confiança dos produtores no potencial do mercado.

Além disso, a produtividade média também apresenta sinais positivos, com expectativa de alcançar 123,95 arrobas por hectare, um crescimento de 0,61% em relação ao ciclo anterior. Esse aumento na produtividade, aliado à maior área cultivada, consolida a previsão de recorde para a produção nacional.





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