terça-feira, agosto 18, 2026

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Chicago registra baixa influenciada pela desvalorização do petróleo



Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) encerraram a segunda-feira com preços mais baixos. Segundo a Safras & Mercado, o grão e o óleo sofreram uma forte queda, com os preços sendo pressionados pela derrocada do petróleo em Londres e Nova York. O andamento da colheita de uma safra cheia nos Estados Unidos também contribuiu para o cenário baixista.

O plantio da safra de soja 2024/25 do Brasil alcançou 36,1% da área total esperada até o dia 25 de outubro. Na semana anterior, o total semeado era de apenas 16,8%. No entanto, essa semeadura está atrasada em relação ao mesmo período do ano passado, quando a área plantada era de 37,1%. A média dos últimos cinco anos é de 33,3%.

Cotação da soja

  • Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com uma queda de 13,75 centavos, ou 1,39%, a US$ 9,74 por bushel.
  • A posição para janeiro de 2025 teve uma cotação de US$ 9,86 por bushel, com um recuo de 11,50 centavos, ou 1,15%.
  • Nos subprodutos, a posição de dezembro do farelo encerrou com baixa de US$ 1, ou 0,32%, a US$ 304,80 por tonelada.
  • Os contratos de óleo com vencimento em dezembro fecharam a 42,69 centavos de dólar, com um recuo de 1,46 centavo, ou 3,3%.



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Firme demanda e retração na oferta elevam preço da soja



Valorização da soja no mercado brasileiro ganhou força




Foto: United Soybean Board

A valorização da soja no mercado brasileiro ganhou força ao longo da última semana, segundo levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). A alta nos preços reflete a firme demanda por parte das indústrias esmagadoras, ao mesmo tempo que os sojicultores mantêm uma postura cautelosa, reduzindo a oferta no mercado spot nacional.

Os pesquisadores do Cepea destacam que essa retração dos produtores está diretamente relacionada ao foco nas operações de campo para a safra 2024/25, cujas atividades vêm apresentando um ritmo mais lento do que em anos anteriores. A hesitação dos agricultores em negociar grandes volumes neste momento contribui para a pressão nos preços.

Como resultado, os Indicadores ESALQ/BM&FBovespa – Paranaguá e CEPEA/ESALQ – Paraná alcançaram os maiores níveis nominais de 2024, consolidando a valorização da oleaginosa no mercado interno. A movimentação sugere que, enquanto a demanda por matéria-prima segue intensa, o avanço das atividades agrícolas pode determinar a dinâmica dos preços nas próximas semanas.

Essa tendência reforça a expectativa de que o desempenho da colheita da safra 2024/25 será decisivo para regular a oferta e atender às necessidades da indústria, especialmente diante da forte demanda por farelo e óleo de soja, produtos estratégicos no mercado doméstico e para exportação.





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Plantio da safra de soja 2024/25 atinge 36%, diz consultoria



O plantio da safra brasileira de soja 2024/25 atingiu 36% da área estimada para o país, na quinta-feira passada (24), em comparação com 18% uma semana antes e 40% no mesmo período do ano passado, de acordo com levantamento da AgRural, “favorecido pela melhora da umidade em diversos estados do Brasil”.

Embora ainda haja um pequeno atraso em relação à safra anterior, o plantio avançou mais de 8 milhões de hectares em apenas uma semana, destacou a AgRural.

Metade do avanço registrado no Brasil ocorreu em Mato Grosso, que foi beneficiado durante a semana pela chegada de chuvas mais regulares. Mas quem ainda está na frente entre os estados é o Paraná, que teve mais uma semana de avanço forte em virtude dos bons níveis de umidade no solo.

Nos demais estados, o plantio também andou bem por causa do aumento das chuvas ou, no caso do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, da redução dos volumes registrados.

Milho

O plantio do milho verão 2024/25 alcançou 52% da área estimada para o Centro-Sul, na quinta passada, em comparação com 48% uma semana antes e 53% no mesmo período do ano passado, segundo dados da AgRural.

Com os trabalhos praticamente finalizados no Sul do país, o foco agora está no desenvolvimento das lavouras, que até o momento é muito bom.

“Nos outros estados, as chuvas permitiram o avanço da semeadura, mas ainda de forma lenta, já que o foco do produtor está no plantio da soja”, disse a AgRural.



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volume exportado da Argentina pode ser 2º maior já registrado, diz bolsa



A Argentina poderá exportar 13,3 milhões de toneladas de trigo na temporada 2024/25, estimou a Bolsa de Comércio de Rosário. O volume seria o segundo maior já registrado, ficando atrás apenas dos 15,4 milhões de toneladas do ciclo 2021/22, quando a colheita foi recorde.

A bolsa está otimista, apesar de ter cortado neste mês sua estimativa de produção, de 20,5 milhões para 19,5 milhões de toneladas.

“Esses 13,3 milhões de toneladas representariam um crescimento de 73% ante a temporada atual, na qual se estima que as exportações alcancem 7,7 milhões de toneladas”, disse a bolsa em nota, acrescentando, porém, que “tudo dependerá dos números finais de produção, do nível de vendas domésticas e da competitividade da Argentina no mercado internacional”.

Em seu mais recente relatório mensal de oferta e demanda, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) projetou os embarques argentinos na temporada 2024/25 em 11,5 milhões de toneladas.



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A transformação do varejo na era digital



“Não dá mais para usar as mesmas formas do passado”



"Não dá mais para usar as mesmas formas do passado"
“Não dá mais para usar as mesmas formas do passado” – Foto: Pixabay

Na era digital atual, os padrões de consumo estão passando por uma transformação radical, especialmente no setor de varejo. Para sobreviver, as empresas precisam entender essas mudanças, que vão muito além das vendas online. Edison Tamascia, presidente da Febrafar e da Farmarcas, enfatiza a evolução nos modelos de relacionamento entre varejistas e consumidores como crucial para o sucesso dos negócios. “Não dá mais para usar as mesmas formas do passado”, afirma.

Segundo Tamascia, a indústria passou de um modelo relacional tradicional, que focava no atendimento direto e personalizado, para um modelo transacional centrado em preços e promoções. Hoje, estamos na era do modelo relacional digitalizado, onde a personalização por meio da tecnologia é essencial. Essa nova interação com o consumidor deve ser profundamente personalizada e avançada. “A abordagem superficial já não é mais suficiente”, destaca.

A diversidade geracional também marca esse novo cenário, com consumidores de diferentes faixas etárias apresentando comportamentos distintos. A Geração Silenciosa valoriza a estabilidade e prefere lojas físicas, enquanto a Geração Z faz a maioria de suas compras online, priorizando personalização e inclusão.

Tamascia alerta que é fundamental investir em tecnologia e adotar estratégias diferenciadas para manter a relevância no mercado. A adaptação ao modelo Omnichannel, que integra diversos canais de atendimento, é necessária. Para empresas independentes, a união em redes associativistas pode ser uma alternativa viável para enfrentar os desafios da nova realidade. Assim, entender a jornada do consumidor e enfatizar a digitalização será essencial para a prosperidade do varejo.

 





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preços das flores tem variação de até 574%



O comércio de flores em buquês e em coroas fica tradicionalmente aquecido no Dia de Finados, sempre a cada 2 de novembro.

Para auxiliar o consumidor, o Procon Goiás realizou pesquisa de preços com os produtos mais procurados e encontrou diferenças de até 574,16% nos valores.

O levantamento, realizado entre os dias 15 e 21 de outubro, contemplou 34 itens de 18 estabelecimentos comerciais situados em várias regiões de Goiânia.

A maior variação ocorreu no vaso de Bola Belga, encontrado de R$ 8,90 a R$ 60. Outro item com grande variação, de mais de 495%, foi a dúzia de rosas brancas, com menor preço de R$ 16,80 e maior de R$ 100.

A dúzia de rosas vermelhas, item bastante procurado nesse período, apresentou oscilação de pouco mais de 375%, vendida de R$ 16,80 a R$ 100.

Variação anual das flores

A pesquisa do Procon Goiás também mostra a variação anual dos produtos. Em relação a 2023, alguns tiveram aumento, como o vaso de margarida campestre, que oscilou mais de 88%. Ano passado, a flor tinha preço médio de R$ 19,13 e este ano de R$ 36.

No entanto, alguns itens apresentaram queda nos preços se comparados a 2023, como a dúzia de gérbera, que ano passado tinha preço médio de R$ 86,67 e, em 2024, de R$ 46,38, queda de mais de 45%.

O órgão de defesa orienta que o consumidor pesquise antes da compra de qualquer produto, visto que a variação dos preços é significativa. Com relação às flores, a orientação é que, se possível, sejam adquiridas com antecedência.



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Noiva chega à igreja de trator e bota e declara: ‘Amor pelo agro’



Em 2013, no Colégio Agrícola de Pinhalzinho, oeste de Santa Catarina, Cauana Capelesso e Dalvan Girardi se conheceram. Tempos depois, foram cursar agronomia e no segundo ano da faculdade, a amizade virou namoro. As informações partem de reportagem do G1.

Onze anos após o primeiro encontro, resolveram se casar e além do amor um pelo outro, decidiram declarar a paixão de ambos pelo agro. Resultado: a noiva chegou à igreja no trator da família e usando bota.

“Eu e Dalvan somos agrônomos, trabalhamos diariamente com a produção leiteira, motivo que me inspirou em ir de trator. O trator é usado pela família na produção de pré-secados”, contou a noiva.

Segundo ela, o veículo não serviu apenas para levá-la ao altar. “Ao término da celebração, eu e meu marido fomos até o local da festa de trator, acompanhados de padrinhos e demais convidados”.

Atualmente, o casal vive na linha Pio Décimo, no interior de Pinhalzinho. A noiva conta que não tinha ideia de que o trator chamaria tanta atenção.

“Não esperávamos tamanha repercussão, mas ficamos muito felizes, pois temos muito orgulho e muito amor pelo agro”.



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Chuvas devem beneficiar o plantio da soja no Brasil em novembro


A previsão do tempo para as áreas produtoras de soja no país indica que a umidade do solo está em boas condições na maior parte do Centro-Oeste e do Sudeste. Entretanto, no Matopiba, a situação é diferente, com índices de umidade abaixo do ideal e solos mais secos.

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Nos próximos cinco dias, as chuvas estarão concentradas em Goiás, Minas Gerais e no sul de Mato Grosso, com acumulados que podem chegar a até 80 milímetros. Por outro lado, o sul do país enfrentará uma semana de tempo mais firme, o que favorece os trabalhos em campo. No Matopiba, as chuvas devem ser escassas, com acumulados que não superam 10 mm.

O que os produtores podem esperar?

Foto: Canal Rural/Reprodução

Entre 3 e 7 de novembro, há previsão de aumento nas chuvas em Mato Grosso do Sul e no interior de São Paulo, responsável pela reposição hídrica do solo. Também são esperadas chuvas em Rondônia e no Pará, mas no Matopiba a situação continua crítica, com precipitações que não devem passar de 10 a 15 milímetros.

A partir da segunda quinzena de novembro, a expectativa é de que a situação melhore. Os acumulados no Tocantins podem alcançar 80 milímetros, enquanto o interior da Bahia deve registrar cerca de 50 milímetros. No Piauí e Maranhão, os acumulados podem ultrapassar de 20 a 30 milímetros. Com isso, os produtores terão a umidade necessária para iniciar a semeadura da safra 2024/25.



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De memórias da infância à paixão pelo agro: a produtora da soja de MS que honra o legado familiar



Natural de Tupã, no interior de São Paulo, Maira Cristina Britto Fernandes, de 57 anos, segue o legado deixado por seu pai na produção agrícola. Hoje, como produtora de soja na região de Rio Brilhante (MS), ela iniciou sua trajetória após se formar em administração de empresas e combinou sua paixão pelo agronegócio com o desejo de adquirir conhecimento.

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Memórias à tona

A paixão de Maira pelo grão começou desde muito cedo. Durante as férias, ela ia para a fazenda de seu pai em Mato Grosso do Sul. ”Minhas memórias de infância são muito fortes aqui. Quando ele comprou a propriedade, eu tinha apenas nove anos. Eu adorava o bosque, que já era uma reserva legal, local onde tinha um riacho que eu descansava”, diz.

Em meio às árvores e às águas do riacho, Maira acompanhava seu pai nas fazendas, que inicialmente eram voltadas para a pecuária, com um pouco de cultivo de cana-de-açúcar. “Vim para o Mato Grosso do Sul aos seis anos, quando tudo era fogão a lenha, lamparina e luz a motor. Sempre gostei de explorar as matas e os pequenos rios, que eu chamava de ‘minha florestinha’, acompanhada por meus irmãos e primos”, conta.

De acordo com a sojicultora, seu pai sempre se preocupou com o meio ambiente e deixou um legado importante. “Nós buscamos viver em harmonia com a natureza, com respeito ao solo e proteção dos mananciais, sempre com o apoio de nossos colaboradores”, complementa.

Caminho de adaptações

Na década de 1980, a separação da empresa familiar trouxe mudanças à vida de Maira. Seu pai ficou com as terras em Mato Grosso do Sul, mas enfrentou dificuldades financeiras, o que o levou a arrendar parte da propriedade. Nesse período, seu irmão mais velho, que decidiu não continuar os estudos, começou a trabalhar na fazenda, abrindo novos negócios, enquanto sua mãe assumiu a administração da empresa.

Por outro lado, Maira e seu irmão mais novo focaram na educação. Maira se mudou para São Paulo para ampliar seus conhecimentos, enquanto seu irmão se formou em agronomia, em Dourados.

Safra atual

A sojicultora destaca que a safra atual está com 80% das áreas plantadas e 60% das sementes germinadas, no entanto, enfrenta desafios, especialmente relacionados à dessecação das plantas. Ela menciona que o problema vai além de questões específicas da propriedade, o que reflete na ineficiência nos manejos adotados. Quanto às pragas, a situação está controlada na maior parte das áreas, embora em regiões mais úmidas tenha sido notado o surgimento de caramujos.

Para lidar com as adversidades, os produtores da região têm adotado um manejo cauteloso, com a rotação de culturas e gramas. Além disso, buscam diversificar as moléculas e princípios ativos nos fungicidas e inseticidas para evitar a resistência. “Algumas áreas, como aquelas onde o ciclo da cana-de-açúcar é interrompido pela soja, apresentam uma infestação maior de pragas, o que é esperado”, detalha Maira.

Ela explica que, atualmente, foram realizadas coberturas com crotalária e braquiária na propriedade, e há expectativas de que essa mistura melhore a fertilidade do solo e, consequentemente, a produção da próxima safra de soja. A equipe segue atenta e avalia os resultados ao longo da temporada, com o objetivo de garantir tanto a produtividade quanto a saúde do solo.

Tecnologias e estratégias

Maira destaca a importância da tecnologia no manejo agrícola: ”Investimos em rotação de culturas, manejo da fertilidade do solo e controle de pragas. Nossas análises de solo estão bem equilibradas, sem toxicidade de alumínio, graças às correções que realizamos anualmente.”

Ela ressalta que os mixes de sementes para cobertura, como a braquiária combinada com crotalária, têm mostrado resultados positivos na produção de soja. ”O plantio do milho safrinha é realizado com cobertura, a fim de garantir que o solo permaneça protegido, inibindo o crescimento de mato e mantendo a umidade do solo”, conclui Maira.

Embora o ano tenha sido marcado por um regime de chuvas tardias, a estratégia de irrigação em algumas áreas proporciona segurança adicional. Maira enfatiza que a equipe é fundamental para o sucesso da produção: ”Priorizamos a qualificação dos trabalhadores e a aquisição de equipamentos, pois são eles que fazem a diferença.”

Ela conclui que o cuidado com a fertilidade do solo e a sustentabilidade das práticas agrícolas são essenciais. ”Devolvemos ao solo o que ele utiliza, em um equilíbrio que nos proporciona estabilidade na produção, mesmo em anos secos. A gestão adequada das coberturas e a proteção contra incêndios são igualmente importantes para manter a saúde dos mananciais e das reservas naturais.”



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AgroNewsPolítica & Agro

Chuvas impulsionam semeadura, e preço do milho sobe com oferta restrita



Produtores negociam o cereal apenas para necessidades pontuais




Foto: Divulgação

As cotações do milho registraram alta em todas as regiões monitoradas pelo Cepea, refletindo a postura estratégica dos produtores, que estão limitando as vendas no mercado spot. Com o retorno das chuvas, os agricultores intensificaram a semeadura da safra de verão 2024/25, negociando o cereal apenas para atender necessidades pontuais, o que tem reduzido a oferta disponível e impulsionado os preços.

Por outro lado, consumidores do mercado interno estão ativos na tentativa de recompor estoques, intensificando a demanda e reforçando a valorização do milho. A combinação de oferta limitada e procura aquecida tem sustentado as altas nas cotações nas últimas semanas.

Segundo o levantamento da Conab, até o dia 20 de outubro, 32% da área estimada para o milho da safra 2024/25 já havia sido semeada. A regularização das chuvas tem favorecido o avanço dos trabalhos no campo, especialmente nas regiões produtoras do Centro-Sul.

A expectativa é que, à medida que a semeadura avance e o mercado se ajuste, a disponibilidade do grão aumente, podendo influenciar os preços nas próximas semanas. Entretanto, a cautela dos produtores e a movimentação dos consumidores seguem como fatores-chave na definição das cotações no curto prazo.





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