segunda-feira, agosto 10, 2026

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produção sólida e alta do dólar contribuem com o desempenho do setor



Cerca de 9 mil produtores paranaenses criam frango em 14 mil aviários espalhados pelo estado. O setor segue em expansão, com média de produção anual chegando a 4 milhões de toneladas da proteína. A valorização da moeda norte-americana ao longo deste ano, impactou positivamente no faturamento das cooperativas.

China, Estados Unidos, México e Argentina aumentaram as compras de carne de frango do Brasil, contribuindo com o aumento da receita. Apenas esse ano, o Paraná, que tinha 14 plantas existentes exclusivamente de frangos, ganhou mais quatro para atender o aumento nas vendas externas.

Desafios

Cae Maia é criador no município de São João do Caiuá, e disse que fechou 2024 melhor que 2023, quando os desafios sanitários pressionaram o setor avícola. “O setor da avicultura no ano de 2024 correu com preços praticamente estáveis do custo de produção, com poucas oscilações. O custo de aquecimento não teve muita variação, e a remuneração do frango teve algum tipo de reajuste”, afirmou.

O produtor chama atenção para os custos com manutenção. O ano de 2023 foi bastante desafiador em função da iminência da influenza, os custos altíssimos com ração devido às frustrações de safra. A gente viu que 2024 correu um pouco mais tranquilo.”

Um levantamento de custos feito pela Federação da Agricultura do estado, mostra que os aumentos mais expressivos foram do óleo diesel, gasolina, energia elétrica e da cama-de-frango para adubo. Confira a matéria completa!



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Pastagens de verão sustentam produção de leite


O Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater/RS-Ascar da última quinta-feira (19), a produção leiteira mantém-se estável no Rio Grande do Sul, impulsionada pela oferta adequada de pastagens garantida pelas chuvas regulares nas últimas semanas. Em áreas com precipitações mais expressivas, os produtores conseguiram reduzir o uso de proteína na ração, mantendo o equilíbrio energético na dieta animal e aumentando a rentabilidade. Apesar das boas condições de pasto, o calor intenso e a alta umidade favoreceram o aumento de ectoparasitas, como carrapatos, mosca-dos-chifres e mosca-berneira, exigindo maior atenção no controle sanitário.

Na região de Bagé, temperaturas amenas têm assegurado conforto térmico para o gado leiteiro, enquanto as chuvas mantêm os reservatórios abastecidos e as pastagens em bom desenvolvimento, sem excesso de barro, o que favorece a produção. Em Caxias do Sul, a sanidade do rebanho segue controlada, mas há necessidade de vigilância contínua contra ectoparasitas. Já em Erechim, a oferta de alimentos conservados caiu devido ao uso intensivo do pastoreio direto. A umidade excessiva próxima aos estábulos também aumentou o risco de mastite e problemas nos cascos.

Na região de Frederico Westphalen, espécies anuais de verão, como capim-sudão e milheto, apresentam bom desenvolvimento, embora com pequenos surtos de lagartas e cigarrinhas.

Em Ijuí, o calor e a umidade elevaram a incidência de mosca-dos-chifres e carrapatos. Na região de Pelotas, apesar das boas condições de produção, os preços do leite apresentaram leve queda, afetando as margens de lucro. Produtores também enfrentam altos custos de insumos e interrupções no fornecimento de energia elétrica, levando a investimentos em geradores.

Na região de Porto Alegre, a comercialização de vacas de descarte foi favorecida pelas condições adequadas de pastagem, mas o preço do leite caiu. Já em Santa Maria, as pastagens de verão estão em excelente estado, exigindo monitoramento contínuo para controle de moscas e carrapatos.

Na região de Santa Rosa, produtores intensificaram o fornecimento de silagem, pré-secado e feno no cocho para evitar a ocorrência de LINA (Leite Instável Não Ácido). Em Soledade, o gado tem sido beneficiado pela boa oferta de pastagens de verão, garantida pelas chuvas regulares, radiação solar e temperaturas adequadas, apesar de alguns períodos de frio fora de época.

De acordo com levantamento da Emater/RS-Ascar, o preço médio do litro de leite no Estado registrou queda de 4,83% em novembro, fechando em R$ 2,56. A variação nos preços recebidos pelos produtores reflete fatores como volume comercializado e bonificações por quantidade e qualidade, conforme normas de produção.





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Operação Verão Total monitora cargas de origem animal em trânsito



O governo do Rio Grande do Sul colocou em vigor a Operação Verão Total 2024/2025, uma iniciativa coordenada pelo gabinete do vice-governador e integrada entre secretarias e órgãos públicos estaduais, que mobiliza forças de segurança, saúde, meio ambiente e outras áreas para garantir infraestrutura e segurança aos veranistas.

O primeiro dia da ação ocorreu, em Cidreira, no litoral do estado. Servidores da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) participaram da operação.

O Chefe da Divisão de Controle e Informações Sanitárias da Secretaria, médico veterinário Paulo Coelho de Souza, destacou que o foco do trabalho foram as fiscalizações de produtos de origem animal em trânsito. “A gente faz barreiras de trânsito abordando veículos transportadores para verificar condições de armazenamento durante o transporte, origem dos produtos, entre outros”.

Além destas ações, a Seapi também apoia as forças-tarefas de segurança alimentar realizadas pelo Ministério Público em estabelecimentos comerciais, combate ao abate clandestino em parceria com as forças de segurança e as ações de educação sanitária.

No ano passado, dentro da Operação Verão 2023/2024, a Seapi realizou 91 barreiras de fiscalização, tendo 2.100 veículos vistoriados, 680 toneladas de produtos fiscalizados entre carnes, embutidos, lácteos e ovos. Deste total, 4.500 kg foram considerados impróprios para consumo, sendo apreendidos e inutilizados. Também foram realizadas ações de educação sanitária, com cerca de 1.500 pessoas.



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Prazo para entrega do relatório Cancro/HLB está acabando



Os produtores de citros devem entregar o relatório cancro/HLB (Greening) até o próximo dia 15 de janeiro. O documento deve ser enviado através do sistema informatizado de Gestão de Defesa Animal e Vegetal (GEDAVE) e conter o resultado das vistorias trimestrais para cancro cítrico e Greening realizadas entre 1º de julho e 31 de dezembro de 2024 em todas as plantas cítricas da propriedade.

O intuito é combater as doenças mais comuns que atingem as plantações. A solicitação é da Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) do Estado de São Paulo.

“As informações prestadas no relatório não são utilizadas em caráter punitivo e são necessárias para orientar as ações de Defesa Agropecuária e balizar as políticas públicas do Estado, sempre pensando em garantir a sustentabilidade sanitária do agronegócio paulista. A citricultura tem grande relevância econômica para o Estado que é o principal produtor de citros, por isso, é importante que os produtores preencham o relatório declarando de fato o resultado das inspeções”, comenta a engenheira agrônoma Veridiana Zocoler, gerente do Programa Estadual de Sanidade dos Citros.

“Além disso, com a intensificação das ações de combate ao Greening, o relatório será de extrema importância para a Defesa Agropecuária, uma vez que é uma ferramenta de diagnóstico das condições dos pomares existentes no Estado, e quanto mais precisas as informações, melhores serão os resultados”, complementa Alexandre Paloschi, diretor do Departamento de Defesa Sanitária e Inspeção Vegetal.

Doenças

O Greening é causado pela bactéria Candidatus Liberibacter spp., e disseminado pelo psilídeo (Diaphorina citri). A doença acomete todas as plantas cítricas, e não tem cura: uma vez contaminada, não é possível eliminar a bactéria da planta, que fica agindo como fonte de inóculo para contaminação de outras plantas. O Greening é hoje a doença que mais ameaça a citricultura no mundo.

Outra doença que atinge as plantações é o cancro cítrico. O distúrbio é causado pela bactéria Xanthomonas citri pv. citri que ataca todas as variedades e espécies de citros, provoca lesões em folhas, frutos e ramos e, quando em alta incidência, provoca desfolha e queda de frutos.

A Portaria MAPA nº 317, de 21 de maio de 2021, institui o Programa Nacional de Prevenção e Controle ao HLB (PNCHLB) e traz como obrigatoriedade, a eliminação de plantas sintomáticas apenas para pomares com idade inferior a oito anos. O monitoramento e o controle do psilídeo são obrigatórios em todos os pomares independente da idade.



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Milho indica alta produtividade em 2024/2025



Safra de milho 2024/2025 segue avançando no Rio Grande do Sul




Foto: Divulgação

A safra de milho 2024/2025 segue avançando no Rio Grande do Sul, com 94% da área projetada já semeada. Os plantios mais tardios evoluíram nas regiões da Campanha, Sul e Vale do Rio Pardo, impulsionados por condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento das lavouras, segundo levantamento da Emater/RS-Ascar.

O bom volume de chuvas em dezembro contribuiu para a recuperação da umidade do solo, beneficiando o peso dos grãos. No entanto, o déficit hídrico registrado em novembro impactou o número de grãos por espiga em algumas áreas, especialmente nas regiões Centro, Planalto Médio e Noroeste. Apesar disso, a produtividade esperada ainda supera a da última safra.

Atualmente, 18% das lavouras estão em floração, 50% em enchimento de grãos, 12% em maturação e 1% já foi colhido. Nas áreas irrigadas e não afetadas pela estiagem anterior, a expectativa de produção é elevada, graças à alta radiação solar e à variação térmica entre dia e noite, fatores que favorecem o crescimento das plantas.

Os produtores seguem com os tratos culturais, aplicando herbicidas e fertilizantes em cobertura nas lavouras semeadas a partir de novembro. Inseticidas e Fungicidas são utilizados de forma pontual, conforme monitoramento. Um dos focos de controle é a lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda), especialmente na Região Oeste do Estado.

A Emater/RS-Ascar estima que o cultivo do milho no Estado ocupará uma área total de 748.511 hectares, com produtividade média esperada de 7.116 kg/ha. Nas regiões onde o estresse hídrico não prejudicou as lavouras, a colheita deve alcançar volumes expressivos, reforçando o potencial produtivo da safra.





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Agronegócio supera setor de mineração pela primeira vez em exportações



Pela primeira vez na história do estado de Minas Gerais, o agronegócio superou o setor de mineração nas exportações. Conforme nota da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, entre janeiro e novembro de 2024, as exportações do agronegócio mineiro alcançaram US$ 15,7 bilhões, ultrapassando em 3% o setor de mineração – tradicional líder da balança comercial de Minas Gerais -, que registrou US$ 14,5 bilhões.

Ainda conforme a pasta, o agronegócio representa, até novembro, 40,7% do valor total das vendas externas do Estado, crescimento de 19% na receita e 9% no volume exportado (16 milhões de toneladas) em comparação com igual período do ano passado. A mineração, por sua vez, representou 37,7% das exportações totais, com 14,5 milhões de toneladas embarcadas.

A secretaria diz também que, antes mesmo do fechamento do ano, o agronegócio mineiro superou o recorde anterior, de 2022, quando foram faturados US$ 15,3 bilhões em exportações pelo setor. “A taxa de câmbio nominal mais alta também contribuiu para o excelente desempenho”, cita a pasta na nota.

Embora café, produtos do complexo sucroalcooleiro e carne bovina continuem sendo os principais expoentes das exportações, a diversificação da produção tem sido um fator decisivo. “Novos produtos, como sementes, sêmen bovino, queijos, iogurte, leite condensado, batatas preparadas, água de coco, tapioca, cogumelos, inhame, azeitonas e grão de bico vêm ganhando espaço no mercado internacional”, complementa.



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Cotação do suíno alcança máximas em três anos


Segundo o Agro em Dados de dezembro da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Governo de Goiás, a cotação do suíno vivo no Brasil segue em alta nas principais praças, com a média mensal de novembro atingindo R$ 9,93 por quilo — o maior valor registrado para o período nos últimos três anos. Segundo o Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), a valorização reflete a crescente competitividade da carne suína em relação à bovina no mercado interno, apesar do aumento nos custos de produção.

Enquanto o poder de compra do suinocultor melhorou em outubro em comparação ao farelo de soja, houve perda frente ao milho, devido à valorização do cereal. Mesmo assim, a carne suína manteve vantagem competitiva frente à bovina, impulsionando as vendas domésticas e externas.

No mercado externo, as exportações brasileiras de carne suína atingiram 191,7 mil toneladas entre janeiro e outubro, movimentando US$ 438,7 milhões. Esse desempenho representou um crescimento de 98,5% em volume e 85,7% em receita em comparação ao mesmo período de 2023.

As Filipinas ultrapassaram a China como principal destino das exportações, praticamente dobrando suas aquisições em 2024. Em outubro, o Brasil registrou o segundo melhor desempenho do ano, com o envio de 128 mil toneladas e faturamento de US$ 310,8 milhões — alta de 40,1% no volume e 56,5% na receita frente ao mesmo período do ano anterior.

O Japão também se destacou como terceiro maior destino da carne suína brasileira em 2024. Em outubro, o volume embarcado para o país aumentou em 265,3% em relação ao ano anterior. Além disso, os japoneses pagam 43% a mais por tonelada do que a média recebida pelo Brasil de outros mercados.

O estado de Goiás manteve crescimento nas exportações no segundo semestre, atingindo média mensal de 1,4 mil toneladas — um aumento de 12,3% em relação ao primeiro semestre de 2024. Destaque também para as exportações ao Haiti, que subiram de 44,8 toneladas em julho para 252,8 toneladas em outubro, posicionando o país caribenho como o quarto maior comprador da proteína goiana no mês.





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Balança comercial tem déficit de US$ 283 milhões na 3º semana de dezembro



A balança comercial brasileira registrou déficit comercial de US$ 283 milhões na terceira semana de dezembro. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o valor foi alcançado com exportações de US$ US$ 5,616 bilhões e importações de US$ 5,898 bilhões. No mês, o superávit acumulado é de US$ 1,297 bilhão e, no ano, de US$ 71,153 bilhões.

Até a terceira semana de novembro, a média diária das exportações registrou baixa de 21,3% em relação à média diária do mesmo mês de 2023. O resultado se deu devido a um recuo em todos os seguimentos: queda de US$ 65,28 milhões (-25,2%) em Agropecuária; redução de US$ 190,11 milhões (-49,6%) em Indústria Extrativa; e baixa de US$ 50,05 milhões (-6,3%) em produtos da Indústria de Transformação.

Segundo o MDIC, o movimento de queda nas vendas foi puxado principalmente por produtos como soja (-61%), milho (29,4%), óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos (-53,9%), minério de ferro e seus concentrados (-46,4%), minério de cobre e seus concentrados (-43,9%), minérios de metais preciosos e seus concentrados (-94,7%), gás natural (-100%), açúcares e melaços (-47%) e Álcoois, fenóis, fenóis-álcoois, e seus derivados halogenados, sulfonados, nitrados ou nitrosados (-64,2%).

Já as importações tiveram crescimento de 7,6% na mesma comparação, com alta de US$ 4,77 milhões (25,2%) em Agropecuária; queda de US$ 0,64 milhão (-1,4%) em Indústria Extrativa e avanço de US$ 67,31 milhões (7,5%) em produtos da Indústria de Transformação.

Nos produtos, entre as altas mais expressivas se destacam trigo e centeio, não moídos (31,9%), cevada, não moída (472,6%), Medicamentos e produtos farmacêuticos, exceto veterinários (41,2%), Instrumentos e aparelhos de medição, verificação, análise e controle (58,1%), caldeiras de geradores de vapor, caldeiras de água sobreaquecida, aparelhos auxiliares e suas partes (9.418,0%) e Geradores elétricos giratórios e suas partes (104,6%).



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Preços do algodão enfrentam queda nos EUA



Cotações do algodão no mercado spot registraram queda na última semana




Foto: Canva

As cotações do algodão no mercado spot registraram queda na última semana nos Estados Unidos, com média de 126 pontos abaixo em relação à semana anterior, segundo relatório do USDA (Departamento de Agricultura dos EUA), divulgado pelo Agricultural Marketing Service’s Cotton and Tobacco Program.

De acordo com o relatório, o preço médio semanal para a qualidade base do algodão — classificação cor 41, folha 4, fibra 34, mike 35-36 e 43-49, resistência 27,0 – 28,9 e uniformidade 81,0 – 81,9 — foi de 64,07 centavos por libra na semana encerrada em 19 de dezembro de 2024. Esse valor representa uma queda em relação aos 65,33 centavos registrados na semana anterior e está abaixo dos 75,32 centavos observados no mesmo período de 2023.

As cotações diárias oscilaram entre 64,73 centavos na sexta-feira, 13 de dezembro, e 63,37 centavos na quinta-feira, 19 de dezembro. O volume de transações spot também recuou na comparação semanal. Foram reportados 35.749 fardos negociados até o dia 19 de dezembro, contra 42.641 fardos registrados na semana anterior. Apesar do recuo semanal, o volume superou os 28.779 fardos negociados no mesmo período do ano passado.

Desde o início da temporada, o total acumulado de vendas spot alcançou 295.246 fardos, uma queda expressiva frente aos 385.073 fardos comercializados no mesmo intervalo de 2023.

No mercado futuro, o contrato para março na ICE Futures fechou a semana cotado a 67,91 centavos por libra, abaixo dos 70,09 centavos registrados na semana anterior.





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Chuva predomina no Natal em grande parte do Brasil



O Natal deve ser chuvoso em boa parte do Brasil. A combinação de calor, alta umidade do ar e a circulação dos ventos formam muitas nuvens no céu, provocando pancadas de chuva, principalmente no período da tarde. Acompanhe os detalhes do tempo em cada região do país, segundo a Climatempo.

Sul

A circulação de ventos do oceano em direção ao continente aliado ao calor e alta umidade já presente na atmosfera favorece um dia com mais presença de nebulosidade e pancada de chuva à tarde nas regiões oeste e noroeste paranaense, litoral e região metropolitana do Paraná, região no vale do Itajaí e região metropolitana de Florianópolis e nas regiões norte e nordeste do Rio Grande do Sul. Nas demais áreas, o sol aparece sem previsão de chuva e o dia será bem ensolarado, exceto no extremo sul do Rio Grande do Sul, RMPOA e campanha gaúcha, onde tem previsão de chuva passageira, mas no fim do dia.

Sudeste

As instabilidades continuam predominando e chove em praticamente todo o estado de Minas Gerais, Espírito Santo e também no Rio de Janeiro. Em São Paulo, a chuva se concentra nas regiões oeste, noroeste, litoral, vale do Paraíba e região metropolitana – é uma chuva que acontece à tarde e não tem previsão para temporais. As demais regiões do estado seguem com o tempo bem ensolarado.

Centro-Oeste

As instabilidades predominam em todos os estados da Região Centro-Oeste do Brasil. A chuva acontece à tarde em formato de pancadas com raios e trovoadas, não descartando ocorrências de temporais. Ao longo do dia, o sol deve aparecer em alguns momentos e por isso a temperatura sobe bem. As máximas ficam mais altas e a sensação será de tempo abafado.

Nordeste

A circulação de ventos mantém as instabilidades mais intensas entre os estados Maranhão, Piauí e oeste da Bahia, enquanto entre as capitais Salvador e Natal, os ventos que sopram do oceano em direção ao continente também formam nuvens carregadas, mas a chuva acontece de forma muito esporádica. No sertão nordestino, o tempo continua bem ensolarado, com máximas elevadas.

Norte

A chuva se concentra entre o interior do Acre, sul e leste do Amazonas, Pará, Tocantins e também todo o estado de Rondônia. No Amapá, a ZCIT continua causando chuva no norte do estado, enquanto na região norte do Amazonas e em Roraima, o tempo firme predomina, com um sol parecido entre poucas nuvens.



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