A Tereos abriu processo seletivo com cerca de 400 vagas de emprego para a safra 2026/27 em unidades localizadas no interior de São Paulo. As oportunidades abrangem posições safristas e efetivas, reforçando a operação industrial e agrícola no próximo ciclo pela companhia, que atua nos mercados de açúcar, etanol e amidos.
As contratações contemplam seis unidades: Andrade, Cruz Alta, Mandu, São José, Tanabi e Vertente. Segundo a empresa, o movimento também fortalece o desenvolvimento econômico regional, com geração de empregos diretos em diferentes municípios paulistas.
As vagas estão distribuídas entre funções operacionais e técnicas. Entre os cargos ofertados estão auxiliar industrial, mecânico, operador de movimentação de açúcar, analista de laboratório, tratorista, motorista, auxiliar de serviços gerais, operador de motobomba e operador de colhedora.
Os profissionais selecionados atuarão diretamente nas operações da companhia durante a safra 2026/27, que envolve as etapas de colheita, processamento de cana-de-açúcar e produção de açúcar, etanol e energia renovável.
Benefícios e etapas do processo seletivo
A Tereos oferece um pacote de benefícios que inclui plano de saúde, plano odontológico, vale-alimentação, auxílio-farmácia e transporte. O processo seletivo prevê entrevistas com equipes de Desenvolvimento Humano e Organizacional (DHO) e lideranças, além de testes práticos, exames admissionais e integração.
A companhia reforça que mantém uma política de diversidade e inclusão, com vagas abertas também para pessoas com deficiência.
Como se candidatar
Os interessados devem enviar o currículo até o dia 20 de janeiro de 2026. A inscrição pode ser feita por WhatsApp ou com entrega presencial nas portarias das unidades. Contatos por unidade:
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Foto: Pixabay
Após um ciclo de crescimento acelerado, o mercado de energia solar no Brasil entra em uma fase de maturidade que muda as regras do jogo. Com uma base já consolidada, regulação mais clara e maior concorrência, o chamado primeiro boom ficou para trás e o atual cenário do setor exige preparo técnico, capacidade de gestão e visão estratégica para sustentar o crescimento dos negócios no médio e longo prazo. Segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), o país ultrapassou 60 gigawatts (GW) de potência instalada em 2025, consolidando a fonte na matriz elétrica nacional e elevando o nível de complexidade para empresas que querem crescer de forma consistente.
O crescimento do mercado de energia solar no Brasil foi impulsionado por incentivos, pela economia imediata na conta de luz e por um forte apelo comercial. Esse cenário foi decisivo para popularizar a tecnologia e consolidar o país como um dos mercados mais promissores do mundo. Com a implementação do marco legal da geração distribuída, porém, as regras do jogo mudaram, trazendo novas exigências de consumidores mais informados e elevando o nível de competitividade e profissionalização do setor.
Com isso, o setor enfrenta um inevitável processo de seleção natural em que empresas que cresceram sem estrutura adequada passam a sentir os efeitos da falta de planejamento, controle financeiro e processos bem definidos. A nova fase do mercado valoriza negócios que investem em gestão, capacitação de equipes, padronização operacional e tomada de decisão baseada em dados.
O perfil do empreendedor nessa área também evoluiu, e já não basta identificar oportunidades pontuais ou seguir o ritmo do mercado, é preciso compreender o setor, acompanhar a evolução regulatória, investir em conhecimento técnico e construir modelos de negócio sustentáveis. A energia solar continua sendo um dos pilares da transição energética e um uma ótima opção para novos negócios, mas agora se destaca quem enxerga o longo prazo.
Em suma, o novo momento da energia solar não é menos promissor, porém está mais exigente. O mercado amadureceu, as regras ficaram mais claras e o nível de profissionalização aumentou. Quem entender essa transformação, ajustar sua estratégia e investir em gestão e conhecimento contínuo seguirá crescendo de forma consistente. Quem insistir em práticas do passado, corre o risco de ficar pelo caminho.
À medida que o Brasil se aproxima da eleição presidencial de 2026, marcada por uma polarização ideológica intensa, cresce entre analistas a discussão sobre uma possível influência externa no processo eleitoral.
Em especial, surge a pergunta: um eventual apoio de Donald Trump a um candidato brasileiro ajudaria ou poderia, paradoxalmente, atrapalhar?
A dúvida não é retórica. Ela nasce da observação de fatos concretos, tanto dentro dos Estados Unidos quanto na América Latina, e exige uma análise fria, sem paixões ideológicas.
O ponto de partida: polarização no Brasil e alinhamentos externos
O atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva conta com apoio majoritário do campo progressista e de forças de esquerda. Do outro lado, caso a direita apresente um nome competitivo, como Flávio Bolsonaro, por exemplo, é natural que surjam associações internacionais, sobretudo com Trump, símbolo global de uma direita mais assertiva.
Mas política internacional não funciona por afinidade ideológica automática. Funciona por percepção social, e por memória.
Quando o apoio de Trump virou problema dentro dos EUA
Aqui está um dado essencial que muitas análises ignoram: nos próprios Estados Unidos, o apoio explícito de Trump já se mostrou eleitoralmente custoso.
Em diversas eleições regionais e estaduais, candidatos fortemente associados a Trump acabaram derrotados. O fenômeno se repetiu: o apoio mobilizou a base fiel, mas afastou eleitores independentes e moderados. Em vez de discutir temas locais, as eleições se transformaram em plebiscitos sobre a figura de Trump, um personagem profundamente polarizador. Quando o eleitor rejeita o padrinho, o afilhado paga a conta.
Popularidade importa, dentro e fora de casa
Trump continua sendo um líder forte para seu eleitorado, mas mais impopular do que popular no conjunto da sociedade americana. Isso limita sua capacidade de “emprestar prestígio” a candidatos fora dos EUA, especialmente se esse apoio ocorrer em um momento de baixa aprovação doméstica.
Além disso, sua forma de governar, baseada em tarifas, pressão econômica, força militar e intimidação política, gera um efeito sociológico conhecido: quem sofre a pressão não esquece.
Tarifas comerciais, embates diplomáticos, ameaças e imposições criam memória negativa. No caso brasileiro, isso se soma a um sentimento difuso de reação às tarifas impostas pelos Estados Unidos, que, mesmo não sendo o centro do debate eleitoral, pode emergir como ruído político relevante.
Quando essa memória se associa a um candidato estrangeiro, o risco é imediato: o apoio externo passa a ser visto como interferência, não como ajuda.
O contraste argentino: por que lá funcionou
O caso da Argentina ajuda a entender que contexto é tudo. O apoio indireto de Trump ao presidente Javier Milei não foi apenas político ou simbólico. Veio acompanhado de apoio financeiro concreto.
A Argentina atravessava uma crise cambial e fiscal severa. A facilitação de recursos e instrumentos de liquidez ajudou o Tesouro argentino a evitar medidas traumáticas, reduziu a pressão econômica e deu fôlego ao governo. Esse alívio teve impacto direto no humor social e ajudou o campo governista em eleições parlamentares. Na Argentina, o apoio veio com dinheiro. No Brasil, dificilmente viria.
Por que o Brasil é um caso diferente
O Brasil tem instituições mais sólidas, mercado interno robusto e um eleitorado historicamente sensível à soberania nacional. Aqui, qualquer sinal de tutela externa costuma gerar reação, não adesão.
Um apoio explícito de Trump a um candidato brasileiro poderia facilmente reforçar a narrativa de interferência estrangeira e empurrar eleitores de centro para o campo adversário. Em vez de fortalecer, poderia fragilizar, ainda mais se vier associado a um presidente americano impopular no momento da eleição.
Conclusão: ajuda ou atrapalha?
A experiência recente aponta para uma resposta incômoda para quem acredita em soluções simples:
Nos EUA, o apoio de Trump já custou eleições.
Na Argentina, funcionou porque veio acompanhado de alívio econômico emergencial.
No Brasil, o risco de rejeição supera o potencial de ganho.
Em um país polarizado, a tentativa de ajudar pode atrapalhar. E, em política, isso costuma acontecer quando se confunde força com influência e autoridade com aceitação.
A eleição de 2026 será decidida muito mais pelo sentimento do eleitor brasileiro do que por apoios externos, especialmente quando esses apoios carregam memória econômica, ruídos tarifários e alta carga de rejeição global.
*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural
O Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta quarta-feira (7), o recolhimento do lote LM283 do molho de tomate Passata de Pomodoro Di Puglia, da marca Mastromauro Granoro.
Com a decisão, ficam suspensas a comercialização, a distribuição, a importação, a divulgação e o consumo do produto em todo o território nacional.
Segundo a Anvisa, a medida foi adotada após um alerta emitido pela RASFF (Sistema de Alerta Rápido para Alimentos e Rações), que identificou a presença de pedaços de vidro no lote do molho de tomate importado para o Brasil.
O RASFF é um sistema da União Europeia utilizado para a troca rápida de informações sobre riscos graves à saúde relacionados a alimentos e rações animais.
Foto: divulgação/Secretaria da Agricultura e do Abastecimento
Apesar da extensa fronteira de 2.199 km entre Brasil e Venezuela e de laços históricos e políticos entre os dois países, as trocas comerciais permanecem relativamente modestas, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).
Em 2025, o Brasil exportou cerca de US$ 838 milhões em mercadorias para a Venezuela, valor que representa apenas 0,24% das exportações brasileiras no ano. No mesmo período, as importações vindas do país vizinho corresponderam a 0,12% das compras externas do Brasil. A corrente de comércio bilateral atingiu cerca de US$ 1,2 bilhão, posição que coloca a Venezuela no 52º lugar entre os principais destinos das exportações brasileiras.
Embora o volume comercial seja pequeno no contexto geral do agronegócio brasileiro, o Brasil continua sendo o principal fornecedor de alimentos agrícolas para a Venezuela, especialmente milho e arroz, itens essenciais na cesta básica daquele país.
Os dados oficiais de comércio exterior mostram que, entre os principais produtos exportados pelo Brasil para a Venezuela em 2025, “outros açúcares de cana” aparecem no topo, com US$ 87 milhões de dólares em compras, seguidos por produtos agrícolas como milho em grão ( US$ 68,4 milhões) e arroz com casca (paddy), não parboilizado (US$ 63,7 milhões).
Além desses, outros itens alimentícios, como preparações alimentícias e óleos vegetais, também figuram entre os principais produtos exportados.
Queda no comércio bilateral
O comércio entre Brasil e Venezuela vive um período de retração. Desde 2023, o fluxo comercial entre os dois países tem registrado queda significativa, com os valores atuais bem abaixo dos picos observados entre 2011 e 2014, quando o volume de exportações brasileiras chegava perto de US$ 5 bilhões por ano.
Apesar desse cenário, o setor agrícola brasileiro mantém sua relevância no mercado venezuelano, sobretudo em produtos essenciais como milho e arroz, matérias-primas fundamentais para alimentação humana e animal naquele país. De acordo com o Sindarroz, 14% das exportações de arroz do Brasil em 2025 teve como destino a Venezuela.
Em sentido contrário, as importações brasileiras originárias da Venezuela são lideradas por produtos industriais, com destaque para: ureia com alto teor de nitrogênio, alumínio não ligado em formas brutas e metanol (álcool metílico).
Agricultores franceses voltaram às ruas nesta quinta-feira (8) para protestar contra o acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul. Segundo a Reuters, manifestantes bloquearam, ainda antes do amanhecer, rodovias de acesso a Paris e a pontos turísticos da capital francesa.
Os atos foram convocados pelo sindicato Coordination Rurale, que teme que o acordo de livre comércio facilite a entrada de alimentos mais baratos da América do Sul no mercado europeu, ampliando a concorrência sobre os produtores locais.
A França tem liderado a resistência ao tratado e conseguiu, no fim de 2025, adiar a assinatura do acordo, prevista para 20 de dezembro, durante a cúpula do Mercosul em Foz do Iguaçu.
França endurece regras para importação de frutas da América do Sul
Em meio às pressões do setor agrícola, o governo francês anunciou que vai barrar a entrada de produtos agrícolas importados que apresentem resíduos de defensivos proibidos na União Europeia. A medida foi divulgada pelo primeiro-ministro Sébastien Lecornu.
Segundo ele, a decisão será formalizada por meio de uma portaria do Ministério da Agricultura, comandado por Annie Genevard. O texto deve vetar mercadorias com resíduos de mancozebe, glufosinato, tiofanato-metílico e carbendazim.
Frutas como abacate, manga, goiaba, cítricos, uvas e maçãs estão entre os produtos citados. A fiscalização nas fronteiras também será reforçada com a criação de uma brigada especializada.
Itália sinaliza apoio
Apesar da resistência francesa, a Comissão Europeia avançou nas negociações e conquistou o apoio da Itália, que até então se opunha ao tratado, ao lado de França, Polônia e Hungria.
Com a mudança de posição italiana, o bloco europeu pode alcançar a maioria necessária, 15 Estados-membros que representem ao menos 65% da população da União Europeia, para a efetivação do acordo, possivelmente já na próxima segunda-feira (12).
A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, havia pedido mais tempo para dialogar com agricultores do país, preocupados com a concorrência de produtos agropecuários de Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Bolívia. O apoio veio após a Comissão Europeia propor a aceleração de € 45 bilhões em recursos para o setor agrícola.
Já o ministro da Agricultura da Itália, Francesco Lollobrigida, destacou que a União Europeia passou a discutir o aumento, e não a redução, dos investimentos no agro no período de 2028 a 2034.
Fato evidencia graves falhas no processo de boas práticas de fabricação
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Foto: Marcelo Camargo, Anvisa
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta segunda-feira (5), o recolhimento do lote 6802956 do Chá de Camomila Lavi Tea, da marca Água da Serra, proibindo sua comercialização, distribuição, divulgação e consumo. Segundo a agência, a medida ocorreu depois da empresa informar o recolhimento voluntário do lote, depois da detecção de irregularidades em seu produto.
“O ensaio de identificação de elementos histológicos (células, tecidos e matriz extracelular) apontou a presença de talos, ramos e sementes que não são comuns no chá. O ensaio de pesquisa de matérias estranhas acusou 14 larvas inteiras e 224 fragmentos de insetos em 25g do produto, sendo que o limite aceitável é de 90 fragmentos em 25g de produto”, explicou a Anvisa em nota.
Segundo a agência, o fato evidencia graves falhas no processo de boas práticas de fabricação do referido lote.
Também foi proibida a fabricação, distribuição, comercialização, divulgação, importação e utilização da Pomada Cicatrizante Inkdraw Aftercare, indicada para uso pós-tatuagem. Segundo a Anvisa, a origem do produto é desconhecida e não há registro ou notificação da pomada na agência.
A decisão da China de estabelecer uma cota anual para a importação de carne bovina promete alterar profundamente a dinâmica do comércio global. A partir de 1º de janeiro de 2026, volumes que ultrapassarem esse limite estarão sujeitos a uma tarifa extra de 55%, válida por três anos. A medida visa proteger a produção doméstica chinesa, mas representa um forte desafio para os principais exportadores, especialmente o Brasil.
Segundo Paulo Bellincanta, presidente do Sindicato das Indústrias de Frigoríficos do Estado de Mato Grosso (Sindifrigo-MT), a maior preocupação do setor está na forma de contabilização da cota. Em artigo, ele aponta que as autoridades chinesas pretendem desconsiderar contratos anteriores, cargas já embarcadas e produtos em trânsito. Isso obrigaria o Brasil a descontar da cota cerca de 350 mil toneladas já comprometidas.
Com esse cenário, o país teria aproximadamente 750 mil toneladas disponíveis para exportar à China em 2026 — bem abaixo da média atual, que supera 160 mil toneladas mensais. “Na prática, isso reduz de forma significativa o espaço disponível para novas produções ao longo de 2026”, afirma Bellincanta.
A estimativa de redução, que gira em torno de 35%, segundo dados da Farsul (Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul), levanta um sinal de alerta em toda a cadeia da carne bovina. A discrepância entre os volumes disponíveis e o consumo chinês exigirá, nas palavras do autor, “um entendimento equilibrado, construído de governo para governo”.
Bellincanta ressalta que a pecuária brasileira avançou nos últimos anos com investimentos em genética, manejo e eficiência, enquanto a indústria frigorífica modernizou plantas e ampliou sua capacidade para atender ao mercado chinês. “Uma mudança abrupta dessa magnitude obriga toda a cadeia a revisar expectativas, projeções e investimentos”, pontua.
Ele reconhece o esforço do governo brasileiro na abertura de novos mercados, liderado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária. Contudo, adverte que os destinos alternativos ainda não têm a mesma capacidade de absorção da China e já possuem fornecedores consolidados, o que torna o reposicionamento mais lento e estratégico.
A urgência, portanto, está no campo diplomático. Sem uma solução que considere os contratos e fluxos já estabelecidos, o impacto sobre o setor virá de forma rápida e profunda. “A eventual redução de volumes incide sobre o setor como uma guilhotina afiada”, alerta o presidente do Sindifrigo-MT.
Para Bellincanta, o setor brasileiro precisará, mais uma vez, adaptar-se e buscar novas formas de atuação diante de um cenário incerto. Os excedentes são grandes demais para serem redirecionados com rapidez, e a única saída realista passa pela negociação internacional e pelo fortalecimento de mercados alternativos. A carne bovina brasileira enfrenta agora não um fim de ciclo, mas um momento de reinvenção.
O Rio Grande do Sul continua sob efeito de uma frente fria, levando pancadas de chuva fortes ao estado. Em grande parte do país, o tempo abafado também traz precipitações passageiras, com chance de temporais em algumas áreas. Confira a previsão:
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Sul
O avanço de uma frente fria em alto mar aumenta o risco de pancadas de chuva mais fortes e temporais em áreas do litoral, interior e faixa leste do Rio Grande do Sul, incluindo a capital Porto Alegre desde as primeiras horas da manhã. Ao longo da tarde, as pancadas de chuva aumentam em áreas de Santa Catarina e do Paraná e novas instabilidades, associadas a uma baixa pressão entre o Paraguai e norte da Argentina, também avançam para o oeste gaúcho. Enquanto nas capitais de Florianópolis e Curitiba as máximas ficam próximas dos 30°C, as temperaturas ficam mais agradáveis no Rio Grande do Sul.
Sudeste
O dia começa com tempo mais estável em grande parte da região, com chance de chuvas fracas no Triângulo, sul e nordeste de Minas Gerais desde as primeiras horas da manhã, além do nordeste paulista. Ao longo do dia, a formação de áreas de instabilidade contribui para nuvens mais carregadas em grande parte do estado de São Paulo, incluindo o sul, norte, nordeste e o Triângulo de Minas. No sul do Espírito Santo, além do interior do Rio de Janeiro, a chuva é mais fraca, enquanto nas demais áreas o tempo fica mais firme, e ao longo do dia as temperaturas estarão mais elevadas.
Centro-Oeste
Chove desde as primeiras horas da manhã no norte e interior de Goiás, além de áreas da faixa norte, leste e sudeste de Mato Grosso, com a chuva se espalhando ainda mais ao longo da manhã. Ao longo do dia, as temperaturas sobem e o calor, junto ao tempo abafado, aumenta em grande parte das áreas. A partir da tarde, são esperadas pancadas de chuva de moderada a forte intensidade pela região devido à combinação de calor e umidade na atmosfera, intercaladas com períodos de sol. Já em Mato Grosso do Sul, as instabilidades ganham força ao longo do dia devido à presença de uma área de baixa pressão sobre o Paraguai, o que favorece pancadas de chuva mais fortes em alguns pontos.
O dia começa com calor e tempo abafado no interior nordestino, enquanto em áreas do litoral e no interior do Piauí e do Maranhão, além do sul e faixa litorânea da Bahia, há chance de chuvas fracas a moderadas nas primeiras horas da manhã. Ao longo do dia, o sol e o tempo firme predominam na maior parte, com chance de pancadas de chuva moderada a forte na metade oeste e interior do Maranhão, entre Salvador e Porto Seguro, além do litoral entre Sergipe e a Paraíba.
Norte
O dia começa com chuvas em boa parte do Amazonas, Rondônia e Pará. À tarde, as temperaturas sobem, ocasionando sensação de calor e abafado na maior parte da região. Porém são esperados temporais de moderada a forte intensidade em grande parte do Amazonas, Pará, Rondônia, Acre, Tocantins, além do norte do Amapá.