quinta-feira, março 12, 2026

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Suinocultura independente mantém estabilidade em MG e SC e segue atenta ao…


As bolsas estaduais entram em recesso, mantendo as referências atuais até o início de 2026

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Os preços dos suínos seguem majoritariamente estáveis nos principais polos produtores nesta terceira semana de dezembro.Com semanas encurtadas, negociações pontuais e foco já voltado para janeiro, as bolsas estaduais entram em recesso, mantendo as referências atuais até o início de 2026.

No mercado mineiro, os preços dos animais seguem com estabilidade nesta terceira semana de dezembro e o valor segue ao redor de  R$ 8,50/kg, segundo a Associação dos Suinocultores do Estado de Minas Gerais (Asemg).

“Estabilidade proforma: o número fecha igual, mas o mercado segue negociado no detalhe e de olho em janeiro. Semanas curtas e ofertas ansiosas abrem espaço para vários movimentos”, informou Alvimar Jalles, Consultor de Mercado em Minas Gerais.

Segundo informações da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), os preços dos suínos registraram uma leve baixa de 0,82%, na qual passaram de R$ 8,57/kg para os atuais R$ 8,50/kg. 

De acordo com o presidente da ACCS, Losivânio de Lorenzi, a cotação apresentou uma pequena queda, movimento que ele classifica como um “rearranjo natural” de mercado. O ajuste busca alinhar os preços à realidade atual da oferta e demanda.

“Entramos dentro de uma realidade daquilo que acredito que realmente vai ficar agora. Tivemos uma pequena queda, mas é um rearranjo de mercado. Acreditamos que os preços devem se manter nesse patamar até o dia 8 de janeiro”, afirmou Lorenzi.

A Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS) realizou a última reunião de negociação da Bolsa de Suínos de 2025. O encontro definiu os parâmetros que nortearão o mercado independente até o início do próximo ano, visto que as atividades da bolsa entram em recesso, retornando apenas no dia 8 de janeiro.

No estado de São Paulo, a última bolsa realizada ocorreu na quinta-feira passada, conforme dados da APCS (Associação Paulista de Criadores de Suínos), com o preço fixado em R$ 9,33 por arroba.

Considerando a média semanal (entre os dias 11/12/2025 a 17/12/2025), o Indicador do Preço do Kg vivo do Suíno LAPESUI/UFPR teve queda de 3,70%, fechando a semana em R$ 8,36.

No comparativo mensal das médias semanais, o preço do kg/vivo do suíno no Paraná apresentou queda de 0,43% em relação à semana do dia 19/11/2025.





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Soja: Preços cedem em Chicago, com falta de novidades e pressionada pelo…


Mercado carece de novas notícias para se reestabelecer

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Os preços da soja seguem recuando na Bolsa de Chicago nesta quinta-feira (18), ainda pressionados pela falta de novas informações que possam garantir um combustível a mais ao mercado neste momento. Por volta de 15h20 (horário de Brasília), na reta final do pregão, os futuros da oleaginosa perdiam de 3,25 a 4,25 pontos nos principais contratos, levando o janeiro a US$ 10,55 e o maio a US$ 10,75 por bushel. 

Com o “mais do mesmo” para os traders, as cotações seguem caminhando de lado no mercado futuro norte-americano, esperando por notícias novas que possa redirecioná-lo de forma mais consistente. Assim, para alguns analistas e consultores de mercado, os preços estão agora trabalhando em um intervalo de US$ 10,40 a US$ 11,00 por bushel. 

Continuam a ser monitorados pelo mercado o clima para a nova safra da América do Sul, a demanda da China nos EUA, o movimento dos derivados e os macrocenários, principalmente o geopolítico. 

Outro fator que limitou o fôlego da soja em Chicago nesta semana foram as consecutivas altas do dólar frente ao real. A moeda americana já subiu por quatro sessões, superou os R$ 5,50 e vai dando mais competitividade da oleaginosa brasileira. Já nesta quinta-feira, porém, a divisa americana voltou a recuar, porémm, insuficiente para permitir uma retomada da soja na CBOT. 

Paralelamente, a volatilidade dos derivados também segue acompanhada e hoje as perdas no óleo de soja – embora mais contidas do que as dos últimos dias – também pesam sobre o grão. O farelo de soja, por sua vez, volta a subir e ajuda no suporte e no equilíbrio. 

Nem mesmo um novo anúncio de venda de soja pelos EUA nesta quinta-feira foi suficiente para puxar as cotações. 

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Por:

Carla Mendes | Instagram @jornalistacarlamendes

Fonte:

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Cotações do açúcar ampliam queda com sinalização de novas exportações pela Índia


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Os contratos futuros do açúcar aprofundaram as perdas nesta quinta-feira (8) e ampliaram o movimento baixista observado ao longo da semana. As baixas ganharam mais força após o secretário de alimentação da Índia, Sanjeev Chopra, afirmar que o governo pode autorizar novas exportações de açúcar para reduzir o excesso de oferta interna.

Em Nova Iorque, as quedas foram fortes. O março/26 recuou 0,28 cent (-1,90%) e fechou a 14,48 cents/lbp. O maio/26 perdeu 0,26 cent (-1,84%), negociado a 14,10 cents/lbp. O julho/26 caiu 0,24 cent (-1,67%) para 14,13 cents/lbp, enquanto o outubro/26 cedeu 0,22 cent (-1,49%) e encerrou a 14,48 cents/lbp.

Em Londres, o movimento foi semelhante. O março/26 reduziu US$ 6,40 (-1,51%) e terminou o dia a US$ 415,90 por tonelada. O maio/26 recuou US$ 6,40 (-1,53%), cotado a US$ 412,50 por tonelada. O agosto/26 perdeu US$ 6,10 (-1,47%) e fechou a US$ 409,10 por tonelada, enquanto o outubro/26 caiu US$ 5,80 (-1,40%) e finalizou o pregão em US$ 409,30 por tonelada.

Segundo a Reuters, o governo indiano avalia liberar excedentes para aliviar o mercado doméstico e proteger os produtores de cana de perdas financeiras. Chopra afirmou que o país precisa conter estoques elevados por meio de exportações e de uma maior destinação de açúcar à produção de etanol.

“O excedente vai prejudicar os agricultores, e isso não podemos permitir. Portanto, no interesse deles e também de todos os envolvidos, é preciso garantir que os estoques excedentes sejam contidos”, declarou o secretário, de acordo com a Reuters.

As projeções são de que a produção indiana no ciclo 2025/26, iniciado em 1º de outubro, deve crescer 18% e alcançar 30,9 milhões de toneladas. A demanda anual do mercado doméstico gira em torno de 29 milhões de toneladas, o que deixa sobra a ser manejada.

Chopra acredita que o setor deve enfrentar preços mais baixos até meados de janeiro, quando o excesso de oferta tende a se acentuar. O governo, segundo ele, deve anunciar medidas nesse período para garantir fluxo financeiro e pagamento aos produtores. Outra alternativa que etá em estudo é a elevação do preço mínimo para vendas de açúcar no mercado interno indiano.





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Lula diz que vetará dosimetria e que Congresso tem direito de derrubar


Presidente afirmou que os condenados pelo STF devem pagar pelos crimes cometidos contra a democracia; projeto que reduz penas foi aprovado no Senado na 4ª feira (17.dez)

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta 5ª feira (18.dez.2025) que vetará o PL (Projeto de Lei) da Dosimetria, aprovado no Senado, na 4ª feira (17.dez), e que reduz as penas dos condenados por tentativa de golpe de Estado. Em café com jornalistas, o petista afirmou que o Congresso “tem o direito de derrubar o veto”, mas defendeu que os condenados pelo STF (Supremo Tribunal Federal) devem pagar pelos crimes cometidos contra a democracia.  

Leia a notícia na íntegra nos site do Poder360

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Decisão do STF sobre marco temporal pode travar investimentos no campo e…


Para Márcia de Alcântara, afastamento da tese reacende disputas possessórias, fragiliza títulos de propriedade e tende a acirrar conflitos agrários e impactos econômicos no médio e longo prazos

A consolidação do entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) contra a tese do marco temporal traz efeitos que alcançam diretamente a dinâmica econômica e social do campo. Na avaliação da advogada Márcia de Alcântara, especialista em Direito Agrário e Agronegócio do escritório Celso Cândido de Souza Advogados, o principal resultado da decisão é a ampliação da insegurança jurídica sobre a posse e o uso da terra no Brasil.

“Do ponto de vista do direito agrário, o afastamento do marco temporal provoca uma instabilidade possessória sistêmica. Abre-se a possibilidade de revisão de títulos de propriedades antigos, regularmente registrados e transmitidos de boa-fé, o que compromete a previsibilidade necessária para quem produz e investe no meio rural”, afirma.

Na última quarta-feira (17), o STF formou maioria para derrubar a tese defendida por setores ruralistas, segundo a qual terras indígenas só poderiam ser demarcadas se estivessem ocupadas por povos originários em até 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição Federal. O entendimento contrário foi consolidado com os votos dos ministros Gilmar Mendes, Flávio Dino, Cristiano Zanin, Luiz Fux, Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, em julgamento que segue aberto até às 23h59 desta quinta-feira (18).

Para Márcia, o impacto constitucional da decisão também merece atenção. “Há um tensionamento direto com o direito de propriedade e com o princípio do ato jurídico perfeito. Quando o título deixa de oferecer segurança plena, há desvalorização imediata das terras em áreas de conflito e paralisação de investimentos, porque o produtor passa a conviver com um risco jurídico permanente”, analisa.

O voto do ministro Gilmar Mendes prevê a possibilidade de permanência do ocupante não indígena até o pagamento de indenização e reconhece a validade de atividades econômicas e contratos firmados nessas áreas. Segundo a advogada, a medida busca reduzir danos, mas não elimina as incertezas. “Enquanto a indenização não ocorre, o imóvel perde liquidez, deixa de ser aceito como garantia para crédito rural e enfrenta entraves para licenciamento ambiental. Na prática, o produtor fica imobilizado”, diz.

Ela destaca ainda que contratos de arrendamento, parceria ou investimento em áreas sob disputa passam a exigir cautela redobrada. “São situações de alto risco jurídico. A recomendação é reforçar cláusulas resolutivas e realizar auditorias fundiárias profundas antes de qualquer operação”, afirma.

Outro ponto criticado é o prazo de dez anos estabelecido pelo STF para a conclusão das demarcações pendentes. Na avaliação da advogada, o horizonte é pouco factível. “O processo demarcatório envolve estudos antropológicos, etapas administrativas e uma série de contestações judiciais. A União não dispõe de orçamento nem estrutura para indenizar milhares de propriedades nesse período, o que pode resultar em decisões apressadas e judicializações intermináveis”, avalia.

Mesmo com o entendimento do Supremo, o tema segue no centro da disputa institucional, com o Congresso Nacional avançando na discussão de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) sobre o marco temporal. Para Márcia de Alcântara, o Legislativo ainda tem espaço para atuar. “O Parlamento pode buscar uma regulamentação que dê previsibilidade e reduza conflitos, desde que não esvazie o núcleo essencial dos direitos indígenas. Se houver aprovação da PEC, o embate tende a se deslocar novamente para o Judiciário”, diz.

Na visão da advogada, a falta de uma solução equilibrada tende a acirrar conflitos agrários nos próximos anos. “A expectativa de novas demarcações estimula disputas possessórias, enquanto produtores recorrem cada vez mais a medidas judiciais defensivas. Esse ambiente afasta investidores, encarece o crédito e dificulta o planejamento de longo prazo”, afirma.

Ela ressalta ainda possíveis reflexos sobre a segurança alimentar e a economia. “A instabilidade territorial compromete cadeias produtivas inteiras, reduz a oferta e pressiona preços. O desafio é conciliar a proteção dos direitos indígenas com a segurança jurídica do setor produtivo e o direito à alimentação. Sem esse equilíbrio, todos perdem”, conclui.





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Fávaro defende indenização se STF derrubar marco temporal


O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro (PSD-MT), disse nesta 5ª feira (18.dez.2025) que caso o STF (Supremo Tribunal Federal) decida pela inconstitucionalidade do marco temporal para a demarcação de terras indígenas, o Estado deve indenizar os produtores rurais que receberam títulos de propriedade concedidos pelo próprio poder público.

“Acredito na capacidade dos ministros do STF de ponderar se o Estado brasileiro irá mudar a destinação das terras. Só que então dê a compensação legítima para aqueles produtores que em algum momento histórico o próprio Estado foi lá e os titulou. Titulou aquelas terras, escriturou. Eles fizeram naquilo ali um patrimônio, a dedicação e a produção de alimentos através dessas propriedades”, afirmou em entrevista a jornalistas na sede do Ministério da Agricultura e Pecuária, em Brasília (DF). 

Leia a notícia na íntegra no portal Poder360

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Em meio a ritmo lento de vendas, B3 fecha quinta-feira com desvalorização do…


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A quinta-feira (18) chega ao final com os preços internacionais do milho futuro registrando movimentações positivas na Bolsa de Chicago (CBOT). 

A análise da Agrinvest destaca que os futuros do milho subiram em Chicago com alta sustentada pelo forte ritmo de exportações dos Estados Unidos. 

Na semana encerrada em 27 de novembro, as vendas somaram 1,79 milhões de toneladas e os embarques superaram 1,89 milhões de toneladas. Na temporada 2025/26, o volume comprometido já alcança 44,4 milhões, bem acima das 34,2 milhões do mesmo período do ano passado e do recorde de 2021/22. 

“A elevada competitividade do milho americano, aliada a menor oferta da Ucrânia e a um Brasil mais caro, mantém a demanda aquecida, especialmente na Ásia com rumores de compras chinesas”, apontam os analistas da consultoria. 

“No mercado doméstico norte-americano, a produção de etanol nos Estados Unidos atingiu novo recorde na última semana, com média de 1,131 milhões de barris por dia, reforçando o viés altista”, acrescenta a Agrinvest. 

O vencimento março/26 foi cotado a US$ 4,44 com elevação de 4 pontos, o maio/26 valeu US$ 4,52 com valorização de 4,50 pontos, o julho/26 foi negociado por US$ 4,58 com ganho de 4,50 pontos e o setembro/26 teve valor de US$ 4,51 com alta de 2,50 pontos. 

Mercado Interno 

Já na Bolsa Brasileira (B3), a quinta-feira chegou ao fim com os preços futuros do milho contabilizando movimentações negativas. 

Os analistas da Agrinvest destacam que o milho da B3 não acompanhou as altas registradas de Chicago.  

“Desde a segunda quinzena de novembro, o ritmo de vendas perdeu força, após meses com volumes semanais acima de 1 milhão de toneladas. Enquanto isso, o mercado segue atento ao andamento da safra de verão e as primeiras estimativas para a safrinha”, aponta a consultoria. 

Confira como ficaram todas as cotações nesta quinta-feira 

O vencimento janeiro/26 foi cotado a R$ 71,17 com desvalorização de 1,02%, o março/26 valeu R$ 75,58 com perda de 0,43%, o maio/26 foi negociado por R$ 74,83 com baixa de 0,37% e o julho/26 teve valor de R$ 70,48 com queda de 0,27%. 

No mercado físico brasileiro o preço da saca de milho permaneceu praticamente inalterado neste penúltimo dia da semana. O levantamento realizado pela equipe do Notícias Agrícolas identificou valorização somente em Sorriso/MT. 





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Áreas das regiões Centro-Oeste e Norte seguem com alerta de perigo para…


Aviso laranja do Inmet inclui também pequenas partes do Sudeste e do Nordeste

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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mantém um alerta de perigo para chuvas intensas sobre amplas áreas das regiões Centro-Oeste e Norte, com extensão para pequenas faixas do Sudeste e do Nordeste. O aviso, de nível laranja, passou a valer às 12h desta quinta-feira (18) e segue até as 10h de sexta-feira (19).

Segundo o comunicado, estão previstas precipitações entre 30 e 60 milímetros por hora, podendo alcançar 50 a 100 milímetros ao longo do dia, além de rajadas de vento variando de 60 km/h a 100 km/h. O Inmet destaca o risco de interrupção no fornecimento de energia elétrica, queda de galhos, alagamentos e descargas atmosféricas — efeitos já observados em episódios semelhantes neste período de forte instabilidade.

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A área sob monitoramento cobre uma extensa faixa do território nacional, com maior concentração no Centro-Oeste e na Amazônia. Entre os pontos atingidos estão: Centro, Norte e Sul de Goiás, além do Noroeste Goiano; o Distrito Federal; áreas do Nordeste, Centro-Norte e Centro-Sul de Mato Grosso, bem como o Leste de Mato Grosso do Sul e o Centro-Norte do estado. Também entram no alerta o Sudeste Mato-grossense e o Nordeste Mato-grossense.

No Norte, o aviso se estende por regiões do Amazonas — Centro, Norte, Sul e Sudoeste —, alcança o Baixo Amazonas, áreas do Sudeste e Sudoeste do Pará, além do Sudeste Paraense. Também estão contempladas áreas do Tocantins, tanto no setor Ocidental quanto Oriental.

O alerta ainda atinge pontos do Maranhão — Oeste, Sul, Centro e Leste — e áreas do Oeste Maranhense. No Piauí, abrange o Sudoeste piauiense. No Sudeste, aparecem recortes do Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba, Noroeste e Norte de Minas. No Nordeste, há ainda áreas do Extremo Oeste da Bahia.

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Fonte:

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Nova ferramenta digital facilita a vida do agricultor e moderniza acesso ao…


Um novo aplicativo, chamado “Meu Imóvel Rural”, será lançado durante a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP 30), evento que acontece em Belém/PA, de 10 a 21 de novembro. A inovação, desenvolvida pelo Governo Federal, através do Ministério de Gestão e Inovações dos Serviços Públicos (MGI), Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater), está sendo implantada no Rio Grande do Sul como projeto piloto, por meio de parceira com a Emater/RS-Ascar e promete facilitar o acesso de mil famílias, em 40 municípios gaúchos atingidos pelas enchentes de 2024, na regularização fundiária e ambiental utilizando o crédito rural como ferramenta de apoio aos produtores atingidos pela catástrofe do ano passado.

Com o “Meu Imóvel Rural”, a antiga “pastinha” mantida pelos agricultores em suas propriedades — contendo documentos fundamentais para o acesso ao crédito rural, como o Cadastro Ambiental Rural (CAR), Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF), entre outros — será substituída pelo recurso digital. Além de garantir a segurança de ter toda a documentação sempre na palma da mão, evitando o risco de extravio, há ainda as “credenciais verificáveis”, que podem ser validadas criptograficamente e possuem os dados e documentos do agricultor e da propriedade, facilitando a atualização das informações.

O presidente em exercício da Emater/RS, Claudinei Baldissera, destaca que o Crédito Rural Assistido é uma das principais ferramentas de Assistência Técnica e Extensão Rural e Social (Aters) utilizadas pela Instituição. Segundo ele, a Emater/RS-Ascar, vinculada às secretarias estaduais do Desenvolvimento Rural (SDR) e da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), vem aperfeiçoando continuamente os assessoramentos prestados aos agricultores gaúchos.

Baldissera observou que o avanço das ferramentas digitais representa um passo importante nessa modernização. “O acesso rápido e seguro aos documentos necessários no formato digital vai facilitar tanto a vida do agricultor quanto do extensionista e dos agentes financeiros envolvidos na contratação do crédito rural”, afirmou.

Ele ressaltou ainda a importância do lançamento do projeto durante a COP 30, que contemplará mil famílias de 40 municípios atingidos pela calamidade de maio de 2024. “Esse projeto piloto servirá como elemento de teste para aprimorar a ferramenta digital, que depois poderá ser utilizada pelos demais estados e agricultores de todo o Brasil”, explicou.

Para Baldissera, o crédito rural é um instrumento essencial para o desenvolvimento econômico, social e ambiental. “É por meio dele que os agricultores têm acesso a recursos financeiros para produzir alimentos, que abastecem o Rio Grande do Sul, o Brasil e chegam todos os dias à mesa da população”, concluiu.

APRESENTAÇÃO DO APLICATIVO

A fim de apresentar nova ferramenta que chega para facilitar a vida de quem produz, uma reunião está sendo realizada na sede do Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR) de Venâncio Aires nesta terça-feira (04/02). O encontro reúne agricultores familiares de Doutor Ricardo, Cruzeiro do Sul, Sinimbú, Vale do Sol, além do munícipio que sedia a atividade, extensionistas, o assistente técnico regional de Soledade, Olívio Pedro Faccin, e o gerente regional da Emater/RS-Ascar de Soledade, Rotiere José Busatto Guarienti e o gerente adjunto de Lageado, Carlos Legemann.





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Lula diz que ligará novamente para Trump se negociações sobre tarifas não…


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Por Katy Daigle e Lisandra Paraguassu

BELÉM (Reuters) -O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta terça-feira que ligará novamente para o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se as negociações entre os dois países não avançarem até o final da COP30, a conferência climática das Nações Unidas que o Brasil está sediando este mês.

Lula e Trump se reuniram na Malásia em outubro com o objetivo de superar as tensões entre Brasil e Estados Unidos depois que Trump aumentou as tarifas sobre as importações norte-americanas da maioria dos produtos brasileiros de 10% para 50% em agosto.

“Eu saí da reunião com o presidente Trump certo de que a gente vai estabelecer um acordo”, disse Lula a repórteres em Belém. “Disse a ele que era muito importante que nossos negociadores começassem a negociar logo.”

Lula disse que o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, estão prontos para uma nova rodada de negociações e podem viajar aos EUA, se necessário.

“Quando terminar a COP, se não tiver marcada a reunião entre os meus negociadores e os dele, eu vou ligar para Trump outra vez”, acrescentou.

(Reportagem de Katy Daigle e Lisandra Paraguassu)

((Tradução Redação São Paulo))

REUTERS ES PF

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