sábado, março 14, 2026

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Complexo portuário de Itajaí tem aumento em todos os índices em janeiro


Presidente da APS considera envolvimento com a comunidade portuária local, além de muito trabalho, como fatores que geraram bom desempenho

O Complexo Portuário de Itajaí registrou aumento em todos os índices de movimentação de cargas em janeiro de 2025, comparado ao mesmo mês do ano anterior. No total, somando área pública e terminais de uso privado, o aumento foi de 26%, com 1,27 milhão de toneladas em 2025 ante pouco mais de um milhão em janeiro de 2024.

De acordo com o presidente da Autoridade Portuária de Santos (APS), gestora da infraestrutura pública do Porto de Itajaí, os resultados refletem a integração entre a boa gestão pública e a eficiência do setor privado: “o crescimento em janeiro é resultado do bom entendimento entre a comunidade portuária de Itajaí e Navegantes, suas administrações municipais e a gestão pública técnica da APS-Itajaí”, destacou. “Nós abrimos a gestão à participação local, inclusive aproveitando os empregados que já estavam na casa, e isso vem permitindo grandes avanços na retomada da grandeza do Porto”, afirmou Pomini.

No cais público do Porto de Itajaí, o destaque foi a atracação de navios de cruzeiros. De 17 atracações em janeiro, 13 foram de navios de passageiros, duas de carga geral, uma de contêineres e uma de ro-ro (carga de veículos). Por isso é relevante a decisão da APS-Itajaí de permitir a movimentação terrestre de carga geral, visando ampliar o embarque e desembarque de cargueiros, sem deixar de atender os cruzeiros.

No cais público, a movimentação foi de 47,9 mil toneladas, aumento de 28% em relação a 2024, quando a movimentação foi de 37,4 mil toneladas. Diferentemente do complexo como um todo, o Porto de Itajaí tem maior movimentação de exportação que de importação. Somando área arrendada com área de uso comum, são 185,4 mil toneladas de carga exportadas contra 174,5 mil desembarcadas.

Totais do complexo

Dos 1,27 milhão de toneladas movimentadas em janeiro no complexo portuário, 54% foram do fluxo de desembarque (690,7 mil) e 46% de desembarque (581,6 mil). O aumento em relação a 2024 nos dois fluxos foi de cerca de 26%.

Na movimentação de contêineres, o aumento foi de 21%, com 117,8 mil TEU este ano ante 97 mil no primeiro mês do ano passado.

O Porto de Itajaí teve movimento de 359,9 mil toneladas e os terminais de uso privado 912,4 mil toneladas. O total de atracações em janeiro no complexo portuário foi de 102, aumento de 28% em relação a 2024, quando foram 80 atracações. Metade daquele número (51 atracações) foram de navios de longo curso.





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Exportações de açúcar reduzem 47,1% na comparação com a média de fevereiro…


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As exportações de açúcar e melaços pelos Brasil durante os primeiros dez dias úteis deste mês tiveram uma média diária 47,1% inferior à de fevereiro de 2024. Isso é o que mostra relatório divulgado nesta segunda-feira (17) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, por meio da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

Enquanto que fevereiro de 2024 teve uma média diária de exportações de açúcar e melaços de 158.125,2 toneladas, sendo que em todo o mês os embarques chegaram a 3.004.379,0 toneladas. No início do mês atual, a média é de 83.709,3 toneladas, com um total de 83.709,3 toneladas até o momento.

Diante de uma queda de 10,6% no preço, que passou de US$ 526,6/tonelada para US$ 471,0/tonelada em 2025. Por isso, houve uma redução de 52,7% na média de faturação, que caiu de US$ 83.263,7 mil para US$ 39.423,7 mil. Dessa maneira, até o momento, em dez dias úteis, o Brasil faturou US$ 394.236,8 mil com embarques de açúcar e melaços, sendo que em todo fevereiro de 2024, em 19 dias úteis, foram US$ 1.582.010,4 mil.

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Ibovespa recua e caminha para 4ª queda semanal seguida


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SÃO PAULO (Reuters) – O Ibovespa caía nesta sexta-feira, a caminho de registrar seu quarto declínio semanal consecutivo, ainda sob o pessimismo do mercado com o quadro fiscal da economia brasileira e os juros altos, e com uma agenda doméstica vazia sem fornecer gatilhos relevantes que ancorassem o índice.

Por volta de 11h10, o Ibovespa, índice de referência do mercado acionário brasileiro, recuava 0,61%, a 119.396,06 pontos, tendo marcado 119.330,34 pontos na mínima e 120.355,51 pontos na máxima da sessão até o momento.

O volume financeiro somava 2,28 bilhões de reais no pregão.

Para o analista-chefe da Planner Investimentos, Mario Mariante, a expectativa é de uma percepção mais clara da tendência do indicador a partir da próxima semana. “Mas seguimos sem otimismo para o mercado no curto prazo, mesmo com preços relativamente descontados em boas empresas”, afirmou.

Estrategistas da XP adotaram uma visão neutra para as ações brasileiras neste ano, com os riscos de revisões de lucro para baixo, devido aos juros mais elevados, ofuscando os preços descontados das ações.

“Ciclos de alta de juros historicamente são negativos para a Bolsa brasileira”, disseram os especialistas, liderados por Fernando Ferreira, em relatório a clientes.

A equipe reduziu a estimativa de valor justo do Ibovespa para o final de 2025 de 150 mil para 145 mil pontos, de modo a levar em consideração o cenário de juros mais elevados.

Segundo Mariante, da Planner, o cenário político adverso e o sentimento de que não haverá mudanças nesse sentido no curto prazo devem manter os investidores aversos ao risco e voltados para a renda fixa, sem apostar numa recuperação da bolsa.

Nos Estados Unidos, os futuros acionários indicavam uma abertura positiva para as bolsas, com investidores atentos aos próximos dados econômicos e se preparando para possíveis mudanças na política sob o novo governo de Donald Trump.

DESTAQUES

– PETROBRAS PN caía 0,41%, apesar da recuperação nos preços do petróleo no exterior, onde o barril de Brent ganhava 0,22%. A estatal informou na véspera que elevou em aproximadamente 7% o preço médio do querosene de aviação (QAV) que será vendido a distribuidoras em janeiro, em praças como Guarulhos (SP), Betim (MG) e Duque de Caxias (RJ).

– VALE ON perdia 1,01%, tendo como pano de fundo a baixa dos contratos futuros do minério de ferro na China, com alguns traders liquidando posições compradas devido à demanda fraca depois que a maioria das siderúrgicas da China concluiu o reabastecimento de matérias-primas antes do feriado. O contrato mais negociado na Bolsa de Mercadorias de Dalian (DCE) da China encerrou as negociações do dia com queda de 2,18%, a 764 iuanes (104,66 dólares) a tonelada.

– ITAÚ UNIBANCO PN perdia 0,56%, BRADESCO PN cedia 0,56%, SANTANDER BRASIL UNIT tinha em baixa de 0,67% e BANCO DO BRASIL ON recuava 0,46%.

– ENEVA ON subia 4,82%, após forte queda na véspera em meio à divulgação de regras pelo Ministério de Minas e Energia para a realização de um leilão de energia, algumas das quais impediriam a Eneva de tentar recontratar certas usinas. Analistas do BTG Pactual consideraram a reação desproporcional e disseram que há uma oportunidade de negociação muito assimétrica sobre o papel.

imétrica sobre o papel.





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Wall St sobe com impulso de ações de tecnologia e novo governo de Trump em foco


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(Reuters) – Os principais índices de Wall Street subiam nesta sexta-feira, com as ações de tecnologia se recuperando de uma série de perdas, enquanto os investidores se preparavam para possíveis mudanças políticas do novo governo de Donald Trump nos Estados Unidos.

O Dow Jones subia 0,53%, a 42.615,51 pontos. O S&P 500 tinha alta de 0,75%, a 5.912,53 pontos, enquanto o Nasdaq Composite avançava 1,00%, a 19.473,50 pontos.

Todos os 11 setores do S&P 500 estavam sendo negociados em território positivo, com o setor de tecnologia da informação subindo 1,3% após cair nas últimas quatro sessões. A Nvidia impulsionava os ganhos em todos os três índices.

Wall Street teve um início de ano ruim, com o S&P 500 e o Nasdaq fechando em baixa pela quinta sessão consecutiva na quinta-feira, contrariando uma tendência histórica em que os mercados obtêm ganhos nas últimas cinco sessões de dezembro e nas duas primeiras de janeiro.

Todos os três principais índices estavam no caminho certo para registrar quedas semanais de cerca de 1% cada.

Analistas destacaram a incerteza em torno das medidas que o governo de Trump poderá implementar, especialmente com seu Partido Republicano dominando o Congresso.

As propostas de Trump, que vão desde a redução dos impostos corporativos e a flexibilização das regulações até a imposição de tarifas e a contenção da imigração ilegal, podem aumentar os lucros das empresas e impulsionar a economia. Entretanto, elas também apresentam certos riscos.

“A principal questão na qual as pessoas começarão a se concentrar é se as decisões (de Trump) serão inflacionárias e, se forem, isso sinaliza que o Fed fará uma mudança abrupta de curso e começará a aumentar os juros”, disse Peter Andersen, fundador da Andersen Capital Management.

Os operadores agora esperam que o Federal Reserve reduza a taxa de juros em cerca de 50 pontos-base este ano, de acordo com a ferramenta FedWatch da CME.

No entanto, o que dificulta a justificativa para a redução dos juros é que os dados continuam sugerindo a resiliência da economia. Nesta sexta-feira, uma pesquisa mostrou que o setor industrial se aproximou da expansão em dezembro, com a produção subindo e o volume de novos pedidos crescendo ainda mais.

(Por Johann M Cherian e Pranav Kashyap em Bengaluru)





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Trigo: Vendas semanais dos EUA ficam abaixo do esperado, informa USDA


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O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) informou, nesta sexta-feira (3), as vendas senanais de trigo 2024/25 em 140,6 mil toneladas. O volume ficou aquém das expectativas do mercado de 200 mil a 500 mil toneladas e a Coreia do Sul se destacou como principal destino do grão norte-americano. 

Assim, em todo ano comercial, o país já comprometeu 16,904,9 milhões de toneladas. O total é maior do que o registrado no mesmo período do ano passado, quando pouco mais de 15 milhões de toneladas já haviam sindo comprometidas. O USDA estima que as exportações somem 23,13 milhões de toneladas. 

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Por:

Carla Mendes | Instagram @jornalistacarlamendes

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Baixas do açúcar perdem força e preços ficam próximos da estabilidade no…


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Os futuros do açúcar abriram com baixas próximas de 1% nas bolsas de Nova York e Londres nesta sexta-feira (03). Porém, a redução perdeu força ao longo do dia e as cotações estavam próximas da estabilidade no início da tarde, com as variações chegando a testar valores positivos em alguns momentos na ICE US.

Próximo às 12h (horário de Brasília), em Nova York, o contrato março/25 era negociado a 19,68 cents/lbp, uma redução de 0,05 cents em relação ao fechamento anterior. O maio/25 recuava 0,05 cents, sendo cotado a 18,32 cents/lbp, enquanto o julho/25 caía 0,07 cents, para 17,86 cents/lbp. O outubro/25 seguia a mesma tendência, com queda de 0,06 cents, negociado a 17,81 cents/lbp.

Na Bolsa de Londres, o contrato março/25 estava em US$ 512,10 por tonelada, uma queda de US$ 0,90. O maio/25 recuava US$ 2,30, para US$ 513,70 por tonelada, e o agosto/25 tinha redução de US$ 3,10, cotado a US$ 503,60 por tonelada. O outubro/25 perdia US$ 2,40, sendo negociado a US$ 497,50 por tonelada.

Com isso movimento, os preços do açúcar perdem parte dos ganhos contabilizados na última quinta-feira (02), que ultrapassaram 2% em NY e 1% em Londres. Conforme destacou o Barchart, sinais de menor produção de açúcar na Índia, o segundo maior produtor de açúcar do mundo, desencadearam cobertura curta em futuros de açúcar na quinta-feira, depois que a Indian Sugar and Bio-energy Manufacturers Association (ISM) relatou que a produção de açúcar da Índia de 2024/25 de 1º de outubro a 31 de dezembro caiu -15,5% a/a para 9,54 MMT.





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Sancionada lei que remunera produtor de cana por créditos do Renovabio


Foi sancionada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, a Lei 15.082, de 2024, que garante ao produtor de cana-de-açúcar destinada ao biocombustível participação nas receitas obtidas com a negociação de créditos de descarbonização. A lei altera a Política Nacional de Biocombustíveis (RenovaBio), para incluir produtores independentes de matéria-prima para biocombustíveis na divisão dos chamados Créditos de Descarbonização (CBios). O texto que modifica o marco regulatório do setor permite que produtores de cana participem dessa remuneração, antes exclusiva das usinas produtoras de etanol.

Publicada no Diário Oficial da União da terça-feira (31), a norma altera a Lei 9.478, de 1997, sobre a comprovação de estoque para retirada de biodiesel, e reforça a regulação do setor com medidas como o aumento de multas para os agentes que não cumprirem as metas estabelecidas. O não cumprimento das metas de descarbonização passa a ser tipificado como crime ambiental e a comercialização de combustíveis será proibida para distribuidores inadimplentes com sua meta individual.

A legislação também revoga a autorização dada pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) em casos de reincidência de descumprimento das metas. 

O RenovaBio é um programa de descarbonização da matriz de transportes, com impactos relevantes para o meio ambiente, contribuindo para o atendimento aos compromissos do Brasil no âmbito do Acordo de Paris sob a Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima.

Receitas

De acordo com a lei, os produtores de cana-de-açúcar deverão receber parcelas de, no mínimo, 60% das receitas oriundas da comercialização dos CBios gerados a partir do processamento da cana entregue por eles às usinas. Quando o agricultor fornecer à indústria os dados primários necessários ao cálculo da nota de eficiência energético-ambiental, além desses 60%, ele deverá receber 85% da receita adicional sobre a diferença de créditos, já descontados os custos de emissão.

Já os produtores das demais matérias-primas de biocombustíveis, como soja e milho, usados para a produção de biodiesel e etanol, respectivamente, poderão negociar a parcela de remuneração no âmbito privado.

Crime ambiental

A nova lei também endurece as regras para o cumprimento das metas individuais de descarbonização pelas distribuidoras de combustíveis. Elas deverão ser cumpridas até 31 de dezembro de cada ano. O descumprimento configura crime ambiental, com multa que poderá variar de R$ 100 mil a R$ 500 milhões. Para cumprir as metas, as distribuidoras compram os CBios emitidos pelas usinas de biocombustíveis.

Cada crédito representa uma tonelada de carbono equivalente que deixou de ser emitida.

Vetos

Lula vetou dois trechos da lei. Um deles permitia a tomada de créditos de contribuições tributárias pelas distribuidoras na aquisição dos CBios. Os ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento observaram que o texto vetado “equipara os créditos de descarbonização a insumos para os distribuidores a fim de gerar créditos para compensação no processo de não cumulatividade de tributos federais”.

Segundo o Executivo, “o preceito contraria o interesse público” e é inconstitucional por criar “renúncia de receita sem estimativa de impacto orçamentário e financeiro”.

O outro veto também foi pedido pelo Ministério da Fazenda ao trecho que equipara os CBios aos demais valores mobiliários.

Projeto

A Lei 15.082, de 2024, teve origem no PL 3.149/2020, aprovado pelo Senado em 4 de dezembro. O texto é de autoria do então deputado e atual senador Efraim Filho (União-PB). Ele próprio foi o relator da matéria no Senado. 





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Café: preços seguem com baixas nas bolsas internacionais no início da tarde…


Mercado trabalha com ajustes técnicos após fortes altas

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Às 12h20 (horário de Brasília), os preços do café continuavam trabalhando com quedas moderadas nas bolsas internacionais.

Em NY, o arábica registrava baixa de 495 pontos no valor de 321,90 cents/lbp no vencimento de março/25, um recuo de 415 pontos cotado por 317,95 cents/lbp no de maio/25, uma baixa de 410 pontos no valor de 312,05 cents/lbp no de julho/25, e uma queda de 470 pontos no valor de 305,10 cents/lbp no de setembro/25.

A Somar Meteorologia relatou na última segunda-feira (30) que Minas Gerais (maior área de cultivo de café arábica do Brasil) recebeu 102,8 mm de chuva na semana passada, ou 182% da média histórica. 

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O robusta trabalhava com ganho de US$ 34 no valor de US$ 5.155/tonelada no contrato de janeiro/25, uma queda de US$ 9 no valor de US$ 5.047/tonelada no de março/25, uma baixa de US$ 15 negociado por US$ 4.962/tonelada no de maio/25, e um recuo de US$ 15 no valor de US$ 4.877/tonelada no de julho/25.
 

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Vendas semanais abaixo do esperado trazem mais pressão negativa para o milho…


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Os preços futuros do milho perderam força na Bolsa Brasileira (B3) ao longo do pregão desta sexta-feira (03). As principais cotações flutuavam na faixa entre R$ 72,44 e R$ 73,19 por volta das 12h56 (horário de Brasília), ficando próximos da estabilidade. 

O vencimento janeiro/25 era cotado à R$ 73,19 com queda de 0,10%, o março/25 valia R$ 73,18 com perda de 0,11% e o maio/25 era negociado por R$ 72,44 com baixa de 0,12%. 

Mercado Externo 

Já a Bolsa de Chicago (CBOT), segue com movimentações negativas para os preços internacionais do milho futuro ao longo do pregão desta sexta-feira. 

Por volta das 12h51 (horário de Brasília), o março/25 era cotado à US$ 4,51 com baixa de 7,75 pontos, o maio/25 valia US$ 4,59 com desvalorização de 8,00 pontos, o julho/25 era negociado por US$ 4,62 com perda de 8,00 pontos e o setembro/25 tinha valor de US$ 4,38 com queda de 6,75 pontos. 

Os números do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) para as vendas semanais de milho para exportação somaram 777 mil toneladas, ficando abaixo do intervalo esperado pelo mercado de 800 mil a 1,4 milhão de toneladas. 

“As vendas semanais de exportação relatadas esta manhã foram decepcionantes em todos os aspectos. As vendas líquidas de milho na semana encerrada em 26 de dezembro chegaram a 777.000 toneladas métricas, queda de 44% em relação à média de quatro semanas e abaixo das estimativas comerciais”, informou o Brock Report, conforme reportado pelo site internacional Successful Farming. 





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Complexo soja intensifica perdas em Chicago nesta 6ª feira com baixas de…


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Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago vêm intensificando suas perdas no pregão desta sexta-feira (3), acompanhando a nova despencada do farelo de mais de 3%. O mercado do derivado pressiona ainda mais os preços do grão que, perto de 12h55 (horário de Brasília), recuavam entre 15,75 e 20,75 pontos, levando o janeiro a US$ 9,83 e o maio a US$ 10,05 por bushel. 

As baixas entre as cotações do farelo se dão, em parte, pela melhora que alguns modelos climáticos sinalizam para a Argentina nos próximos dias, como explica o time da Agrinvest Commodities. “O modelo EC (europeu) começou a mostrar alguma melhora de clima para a parte central da Argentina”. 

No entanto, esse recuo também vem como um ajuste diante das altas dos últimos dias. Ainda segundo a Agrinvest, “o farelo de soja subiu mais de 10% em relação às mínimas de dezembro do ano passado. Nos últimos cinco anos, o derivado emplatou quatro anos de rally nesta época. Destes quatro, apenas dois o rally se estendeu até o final de maio. Nesse ano, os fundamentos não são muito firmes. Os prêmios do farelo mostram ainda que não há falta de produto”. 

Assim, perto de 13h15, o contrato março/25 – que é o mais negociado agora – tinha US$ 309,90 por tonelada curta, perdendo 3,13%. O óleo também completava o movimento negativo do complexo, recuando mais de 1% entre as principais posições, com o março valendo 39,70 cents de dólar por libra-peso. 

O mercado continua sem grandes novidades e ainda frente a fundamentos baixistas. O ano de 2025 começa com os traders ainda muito atentos à safra recorde que se desenvolve no Brasil, às condições de clima na América do Sul e às expectativas sobre o governo Trump II, com Donald Trump tomando posse no dia 20 e colocando ainda mais incertezas sobre suas relações com a China, maior importadora global de commodities. 

Hoje, os números da demanda também pesaram. Os dados trazidos pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) apontaram vendas semanais para exportação abaixo das expectativas do mercado, com 484,7 mil toneladas, enquanto o mercado esperava algo entre 500 mil e 1,2 milhão de toneladas. Todavia, em toda temporada, os EUA já comprometeram 40,171,4 milhões de toneladas de soja, acima do mesmo período do ano passado, quando eram pouco mais de 36 milhões. O USDA projeta as exportações totais dos EUA nesta temporada em 49,67 milhões de toneladas. 

Além disso, o cenário geopolítico mais amplo também está no radar do mercado, com conflitos em andamento, protecionismo crescente, e a China dando sinais de que segue focada em manter seu crescimento “ao redor dos 5%” neste ano.





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