segunda-feira, março 9, 2026

Política & Agro

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preços firmes apesar de escalas fechadas



Pará registra altas pontuais no mercado do boi



Foto: Canva

O mercado do boi gordo apresentou firmeza em São Paulo na terça-feira (6), segundo a análise do informativo “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria. Mesmo com menor necessidade de compras imediatas por parte dos frigoríficos, reflexo das programações de abate fechadas no fim do ano passado, o cenário foi sustentado pelo bom escoamento da carne bovina no mercado interno e pelas exportações. De acordo com a Scot Consultoria, “o mercado esteve firme”, com escalas de abate atendendo, em média, a seis dias.

No Pará, o início das negociações foi descrito como mais lento, com oferta ajustada e escalas curtas influenciando o comportamento dos preços ao longo do dia. Na região de Redenção, as cotações permaneceram estáveis na comparação diária. Já em Paragominas, houve valorização de R$ 2,00 por arroba para todas as categorias. Em Marabá, o preço do boi gordo avançou R$ 2,00 por arroba, enquanto a vaca registrou alta de R$ 1,00 por arroba.

Ainda no estado, a arroba do boi China subiu R$ 1,00 em Paragominas, sem ágio. Em Redenção e Marabá, os valores permaneceram estáveis. O ágio foi mantido em R$ 3,00 por arroba em Marabá e em R$ 10,00 por arroba em Redenção. Segundo o informativo, todos os preços considerados são brutos e com prazo.

Em Goiás, o mercado apresentou estabilidade. A Scot Consultoria aponta que a oferta seguiu contida e que a demanda “não mostrou força para elevar os preços”, resultando em manutenção das cotações.





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Mercado futuro de milho abre semana em campo positivo



Mercado interno de milho deve ter semana estável



Foto: Pixabay

O mercado futuro de milho iniciou a semana em leve alta na B3, segundo a análise do especialista da Grão Direto divulgada nesta segunda-feira (5). Na abertura do pregão, por volta das 9h56 (horário de Brasília), as principais cotações operavam em campo positivo, com preços entre R$ 70,05 e R$ 74,14. O contrato janeiro/26 era negociado a R$ 70,05, com valorização de 0,14%, enquanto o março/26 registrava R$ 74,14, alta de 0,05%. Já o vencimento maio/26 operava a R$ 73,34, avanço de 0,15%, em um movimento descrito pela Grão Direto como um “ambiente mais firme” logo no início da sessão.

De acordo com a Grão Direto, o comportamento das cotações indica que o mercado doméstico segue encontrando suporte, influenciado pelo câmbio, pelas incertezas em relação à safrinha e por uma postura mais defensiva dos vendedores. Mesmo diante de oscilações no mercado internacional, a análise aponta que o milho negociado na B3 “demonstra resiliência”, reforçando a percepção de sustentação dos preços internos no curto prazo, especialmente enquanto persistirem dúvidas sobre a oferta futura.

Diante desse cenário, a avaliação do especialista é de que o milho deve atravessar a semana “sem grandes movimentações” no mercado interno, com tendência de estabilidade nas negociações.





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Passarela liga estacionamento, para 22 mil veículos, ao parque do Show Rural


Uma passarela com 70 metros de extensão vai ligar o novo estacionamento do Show Rural ao parque que desde 1989 abriga um dos maiores eventos técnicos do mundo em transmissão de conhecimentos e inovações para a agropecuária. Essa é uma de muitas novidades que serão colocadas em atividade de 9 a 13 de fevereiro de 2026, quando será realizada a 38ª edição do evento, em Cascavel, no Oeste do Paraná.

Toda em metal e elevada, a estrutura vai ligar uma área que em fevereiro passado recebeu ônibus das mais diferentes regiões do País, que trouxeram produtores para conhecer as novidades apresentadas por 600 expositores da cadeia do agro. Com a cessão de uma nova área, de 45 mil metros quadrados, o estacionamento passa a ter capacidade para 22 mil veículos (cinco mil a mais que na 37ª edição) e 700 ônibus, diariamente – 300 a mais do que na realização anterior, enumera o presidente da Coopavel, Dilvo Grolli.

“As obras de preparação do estacionamento e da passarela estão adiantadas. Vamos deixar tudo pronto em alguns dias”, comenta o coordenador geral Rogério Rizzardi. Com a mudança e ampliação, o espaço vai abrigar também expositores e imprensa. O antigo ambiente de recepção de expositores e imprensa passa a ser ocupado por empresas que há anos reivindicavam espaços maiores para instalar estandes com dimensões diferenciadas, conforme Rizzardi. “Precisamos agradecer ao empresário Assis Gurgacz que, gentilmente, cedeu essa nova área, viabilizando assim alterações importantes no estacionamento do evento”.

Gratuito

O Show Rural Coopavel tem um diferencial importante: as vagas de estacionamento podem ser ocupadas pelos visitantes sem nenhum custo. O mesmo acontece com o acesso ao parque, também gratuito. “Esse é mais um dos muitos investimentos que fazemos nesse grande evento, que tem por premissa o compartilhamento de inovações e conhecimentos que permitem ao produtor, com as novidades aprendidas, produzir mais, com menos custos, com qualidade superior e conectado aos critérios da sustentabilidade”, comenta Dilvo Grolli.

Com o tema A força que vem de dentro, o 38º Show Rural terá também, como novidades, a ampliação na cobertura de ruas (que alcançará 11 dos 15 quilômetros de vias que conectam todo o parque), ampliação dos prédios da administração e do Espaço Impulso (parceria com o Itaipu Parquetec) e criação de um boulevard entre esses ambientes, bem como ampliação do pavilhão da agricultura familiar (convênio com a Itaipu), implantação de duas novas lanchonetes, pavimentação asfáltica em mais 2,5 quilômetros de vias, reforma nos 14 conjuntos de banheiros e relocação da área de embarque e desembarque de máquinas e equipamentos.





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São Paulo colheu mais de 220 mil toneladas de alface



São Paulo lidera produção nacional de alface



Foto: Seane Lennon

O Estado de São Paulo mantém a liderança nacional na produção e no consumo de alface, segundo informações da Secretaria de Agricultura e Abastecimento. Dados do Instituto de Economia Agrícola indicam que, no ano passado, “foram cultivadas mais de 220 mil toneladas da hortaliça”, volume que resultou em um valor estimado de R$ 947 milhões. A produção está concentrada principalmente no Cinturão Verde, área estratégica para o abastecimento da Grande São Paulo, com predominância da variedade crespa.

Além do destaque produtivo, São Paulo também é o principal comprador da alface oriunda da agricultura familiar paulista. Em 2025, o Estado adquiriu “mais de 80 toneladas”, movimentando cerca de R$ 800 mil por meio do Programa Paulista da Agricultura de Interesse Social. Segundo a Secretaria, os produtos são destinados a escolas, universidades e unidades prisionais, ampliando a participação da produção rural em políticas públicas e na geração de renda das famílias produtoras.

A Secretaria de Agricultura e Abastecimento também aponta que São Paulo foi pioneiro na adoção do cultivo hidropônico e se consolidou como o maior produtor nacional nesse sistema. A modalidade utiliza fazendas verticais e estufas para o cultivo sem solo, permitindo, conforme a pasta, “otimizar o uso de água e do espaço disponível”.

Para incentivar a expansão desse modelo, a Secretaria informa que, por meio do Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista, são oferecidas linhas de crédito destinadas a produtores interessados em investir em sistemas hidropônicos. Os financiamentos, vinculados ao Projeto Desenvolvimento Rural Sustentável Paulista, podem chegar a R$ 250 mil para produtores pessoa física, R$ 500 mil para pessoa jurídica e R$ 800 mil para cooperativas ou associações, com juros a partir de 3% ao ano e prazo de até 84 meses, incluindo carência de até 12 meses.





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Crédito e subvenções alcançam 42 mil produtores em São Paulo


A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo informou que, nos últimos três anos, consolidou uma política pública de apoio financeiro ao agro paulista por meio do Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista. Entre 2023 e 2025, “foram liberados R$ 829 milhões em crédito e subvenções”, beneficiando cerca de 42 mil produtores rurais em todas as regiões do Estado, com foco no fortalecimento da produção, na redução de riscos e na ampliação do acesso a investimentos.

Do total de recursos, a Secretaria detalha que “R$ 378 milhões foram destinados a linhas de crédito”, atendendo mais de 3 mil produtores, enquanto “R$ 451 milhões foram aplicados em subvenções”, alcançando mais de 39 mil produtores. Segundo a pasta, a estratégia combinou financiamento voltado ao desenvolvimento rural com subvenções econômicas direcionadas à mitigação de riscos, ao estímulo à sustentabilidade e aos investimentos produtivos.

De acordo com a Secretaria de Agricultura e Abastecimento, as linhas de crédito permitem que os produtores realizem investimentos diretos na atividade agropecuária, com juros subsidiados e prazos compatíveis com a realidade do campo. Já a subvenção, conforme o órgão, “representa o apoio financeiro direto do Estado, sem necessidade de devolução”, reduzindo custos, protegendo a renda e viabilizando investimentos que não seriam acessíveis apenas por meio de financiamento tradicional. A combinação das duas ferramentas ampliou o alcance da política agrícola paulista no período.

Em 2025, o FEAP registrou seu maior nível de diversificação. Segundo a Secretaria, “foram R$ 119 milhões em crédito”, distribuídos em dez linhas e 1.127 operações, que atenderam desde a produção sustentável e orgânica até a pecuária, o leite, a aquicultura e políticas específicas para mulheres e comunidades quilombolas. Os programas Desenvolvimento Rural Sustentável e Mulher Agro SP concentraram grande parte das operações, refletindo o foco na inclusão produtiva feminina e no fortalecimento da base da agricultura paulista.

No segmento de subvenções, o volume disponível chegou a R$ 206 milhões em 2025, com cerca de 17 mil operações e 12 mil produtores atendidos, abrangendo cinco programas. A Secretaria destaca que o Seguro Rural manteve papel central na proteção da atividade no campo, enquanto o Pró-Trator avançou na modernização da produção. O Pagamento por Serviços Ambientais reforçou o compromisso ambiental do Estado, e iniciativas como Irriga+ e Artesanal + Legal ampliaram o alcance da política pública para áreas como irrigação e regularização da produção artesanal.





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Portos da Região Norte crescem mais de 31% e movimentam 12,6 milhões de…


Resultado é impulsionado pela navegação interior e pela expansão da cabotagem, com destaque para o transporte de contêineres

Os portos da Região Norte do Brasil movimentaram 12,6 milhões de toneladas de cargas em outubro de 2025, volume 31,46% superior ao registrado no mesmo período de 2024, quando a movimentação somou 10,2 milhões de toneladas. Os números, da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), confirmam a trajetória de crescimento da atividade portuária na região.
 

Segundo o levantamento feito pelo Ministério de Portos e Aeroportos, o avanço foi impulsionado principalmente pela navegação interior, que respondeu por 7,4 milhões de toneladas, crescimento de 25,28% na comparação anual. A modalidade tem papel fundamental na integração logística regional, especialmente no escoamento da produção agrícola e mineral.

A navegação de cabotagem também apresentou desempenho positivo, com alta de 26,71% em relação a outubro do ano anterior, totalizando 872 mil toneladas movimentadas. O principal destaque foi o transporte de contêineres, que registrou crescimento de 128%, evidenciando o fortalecimento da cabotagem como alternativa logística eficiente, sustentável e competitiva.

Para o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, os dados demonstram que investimentos estratégicos na região são importantes também para a logística nacional. “O desempenho da Região Norte reflete os investimentos em infraestrutura portuária e logística e reforça o papel dos portos como vetores de desenvolvimento econômico, integração regional e ampliação da competitividade das exportações brasileiras”, afirmou.

Movimentação

A navegação de longo curso alcançou 4,4 milhões de toneladas, crescimento de 19,22% na comparação com outubro de 2024, mantendo papel relevante no fluxo de exportações da Região Norte.

Entre as principais mercadorias movimentadas no período, o milho liderou com 3,8 milhões de toneladas, seguido pela bauxita, com 1,9 milhão de toneladas, e pelos contêineres, que somaram aproximadamente 1 milhão de toneladas.

No recorte por terminal, o Porto de Vila do Conde (PA) registrou o maior volume movimentado em outubro, com 1,8 milhão de toneladas. Na sequência, o Porto de Santarém (PA) alcançou 1 milhão de toneladas movimentadas no período.

Crescimento nacional

O resultado da Região Norte acompanha o bom momento do setor portuário brasileiro. Segundo a Antaq, os meses de setembro e outubro registraram movimentações de 120,4 milhões e 121,5 milhões de toneladas, respectivamente, os maiores volumes da série histórica.





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Brasil exporta US$ 348,7 bilhões e alcança novo recorde


As exportações brasileiras atingiram um recorde histórico em 2025, mesmo em um cenário internacional adverso. Dados divulgados nesta terça-feira (6) pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços indicam que as vendas externas somaram US$ 348,7 bilhões no ano passado, superando em US$ 9 bilhões o recorde anterior, registrado em 2023. Com isso, os últimos três anos passaram a concentrar os melhores resultados da série histórica da balança comercial brasileira.

Em comparação com 2024, o valor exportado em 2025 cresceu 3,5%. Em volume, o avanço foi de 5,7%, percentual superior ao dobro da projeção da Organização Mundial do Comércio para o crescimento do comércio global em 2025, estimado em 2,4%. O desempenho também foi marcado pela ampliação da presença internacional dos produtos brasileiros, com mais de 40 mercados registrando recorde de compras ao longo do ano, entre eles Canadá, Índia, Turquia, Paraguai, Uruguai, Suíça, Paquistão e Noruega.

Segundo o vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin, o resultado foi alcançado apesar do ambiente externo desafiador. “Em meio às dificuldades geopolíticas, conseguimos conquistar novos mercados e ampliar os que já tínhamos”, afirmou. De acordo com ele, o desempenho reflete “o conjunto de programas e ações do governo do presidente Lula para aumentar a produtividade e a competitividade de nossas empresas no exterior, sobretudo com a Nova Indústria Brasil e com o Plano Brasil Soberano”.

As importações também registraram recorde em 2025, ao totalizarem US$ 280,4 bilhões, valor 6,7% superior ao de 2024 e quase US$ 8 bilhões acima do maior patamar anterior, de 2022. Com isso, a corrente de comércio alcançou US$ 629,1 bilhões, o maior nível já registrado, com crescimento de 4,9% em relação ao ano anterior. O superávit comercial ficou em US$ 68,3 bilhões, o terceiro maior da série histórica, atrás apenas dos resultados de 2023 e 2024.

Os dados de dezembro de 2025 também indicam resultados expressivos. No mês, as exportações somaram US$ 31 bilhões, alta de 24,7% e recorde para dezembro. As importações alcançaram US$ 21,4 bilhões, com crescimento de 5,7%, enquanto o saldo comercial atingiu US$ 9,6 bilhões, aumento de 107,8% e o maior já registrado para o mês. A corrente de comércio fechou dezembro em US$ 52,4 bilhões, avanço de 16,2% e novo recorde mensal.

Ao longo de 2025, as exportações da indústria de transformação cresceram 3,8% em valor, impulsionadas por aumento de 6% no volume, e alcançaram o montante recorde de US$ 189 bilhões. Contribuíram para esse resultado embarques históricos de produtos como carne bovina, carne suína, alumina, veículos automotores de carga, caminhões, café torrado, máquinas e aparelhos elétricos, máquinas e ferramentas mecânicas, produtos de perfumaria, cacau em pó, instrumentos de medição e defensivos agrícolas. A indústria extrativa também apresentou avanço, com aumento de 8% no volume exportado, e recordes de embarque de minério de Ferro, com 416 milhões de toneladas, e de petróleo, com 98 milhões de toneladas.

Os bens agropecuários registraram crescimento de 3,4% em volume e de 7,1% em valor. O café verde atingiu valor recorde de US$ 14,9 bilhões, enquanto a soja alcançou volume recorde de 108 milhões de toneladas, assim como o algodão em bruto, com 3 milhões de toneladas exportadas.

Em relação aos destinos, as exportações para a China cresceram 6% e somaram US$ 100 bilhões, impulsionadas principalmente por soja, carne bovina, açúcar, celulose e Ferro-gusa. Para a União Europeia, houve crescimento de 3,2%, com destaque para café, carne bovina, minério de Cobre, milho e aeronaves. As vendas para a Argentina avançaram 31,4%, puxadas pelo setor automotivo. Já as exportações para os Estados Unidos recuaram 6,6% no ano, queda concentrada entre agosto e dezembro, atribuída ao aumento de tarifas imposto pelo governo norte-americano sobre parte dos produtos brasileiros. Em dezembro, no entanto, houve melhora, com redução de 7,2% e embarques acima de US$ 3 bilhões.

Do lado das importações, os bens de capital lideraram o crescimento, com alta de 23,7%, seguidos pelos bens intermediários, que avançaram 5,9%, e pelos bens de consumo, com aumento de 5,7%. As importações de combustíveis, por outro lado, recuaram 8,6%. Houve crescimento das compras originárias da China, dos Estados Unidos e da União Europeia, enquanto as importações de produtos argentinos apresentaram queda de 4,7%.





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São Paulo amplia combate ao greening na citricultura


O governo de São Paulo anunciou a abertura do Edital Público SAA nº 03/2025 para a contratação de 28 profissionais que irão atuar, em conjunto com servidores da Defesa Agropecuária, no enfrentamento ao HLB/Greening, doença que ameaça a citricultura mundial. A iniciativa é conduzida pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento e prevê investimento anual estimado em R$ 3,6 milhões.

A contratação será realizada por meio de termo de colaboração com uma Organização da Sociedade Civil, com vigência inicial de um ano e possibilidade de prorrogação. Os profissionais serão distribuídos em seis equipes e atuarão em regiões estratégicas da produção citrícola paulista, que ainda serão definidas. Segundo a Secretaria, o objetivo é regionalizar as ações e ampliar a cobertura nas áreas produtivas do Estado. As propostas das OSCs interessadas poderão ser apresentadas até 26 de janeiro de 2026.

A Defesa Agropecuária segue responsável pelas ações sanitárias, de fiscalização e de orientação técnica em todo o território paulista e permanece na linha de frente no combate a doenças como o HLB/Greening e o cancro cítrico. De acordo com a Secretaria, a legislação estadual estabelece medidas rigorosas de defesa sanitária vegetal, incluindo a proibição do comércio ambulante de mudas cítricas, prática considerada de alto risco para a sanidade dos pomares comerciais.

Em 2025, a Defesa Agropecuária fiscalizou 17.549 propriedades para o controle do HLB, o que resultou na retirada de circulação de 60.316 mudas. No mesmo período, foram realizadas 26 palestras educativas voltadas ao público externo. A Secretaria informou ainda que mantém um canal direto para o recebimento de denúncias sobre pomares abandonados ou com manejo inadequado.

As ações foram reforçadas em maio de 2025, com a publicação de duas resoluções pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento. A Resolução nº 23/2025 passou a proibir o plantio e a manutenção de plantas hospedeiras da bactéria em todos os imóveis mantidos ou gerenciados pela pasta. Já a Resolução nº 24/2025 proibiu a produção, o plantio, o comércio, o transporte e o uso da murta no paisagismo urbano, em áreas públicas e privadas do Estado, com exceção das plantas destinadas à pesquisa científica e devidamente cadastradas na Defesa Agropecuária.

Dados do Levantamento de Greening 2025, do Fundo de Defesa da Citricultura, indicam que a incidência da doença no cinturão citrícola paulista permanece elevada. O índice passou de 44,35% em 2024 para 47,63% em 2025, acompanhado de aumento da severidade média das plantas afetadas, o que mantém o setor em estado de atenção.

Apesar do avanço, o levantamento aponta que, pelo segundo ano consecutivo, houve redução na taxa de crescimento da doença. O avanço registrado em 2025 foi menor do que em anos anteriores e houve queda expressiva da incidência em pomares mais jovens. Segundo a Secretaria, o resultado indica maior eficiência das estratégias de controle, erradicação de plantas doentes e manejo preventivo adotadas pelos citricultores paulistas.





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Empresas já estão autorizadas a montar estandes ao Show Rural


Para evitar atropelos e dar ainda mais atenção à segurança dos trabalhadores, a direção do Show Rural Coopavel decidiu antecipar a autorização de início da montagem dos estandes da 38ª edição. Em vez de no começo de janeiro, como em anos anteriores, elas puderam optar por aproveitar o mês de dezembro.

“Conversamos sobre essa medida e entendemos que essa mudança seria bem-vinda, porque permite às empresas trabalhar sem tanta pressão de prazo, dando ainda mais atenção aos detalhes e à segurança”, diz o coordenador-geral Rogério Rizzardi. Algumas empresas, principalmente as que têm por responsabilidade a montagem de estandes maiores, estão aproveitando essa janela, comenta Rizzardi.

A montagem, em dezembro, seguirá até a próxima terça-feira, 23. O retorno será no dia 2 de janeiro. Todos os estandes deverão estar prontos até as 19h do dia 4 de fevereiro. Inúmeras reuniões foram realizadas com os representantes das 97 montadoras credenciadas para trabalhar no parque, e um dos pedidos mais importantes é o da utilização, por todos os colaboradores, de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual).

Estandes maiores

O Show Rural acontece, desde 1989, em uma área rural de 72 hectares, a dez quilômetros do centro de Cascavel. Para atender a solicitação de alguns dos mais tradicionais de seus expositores, a direção do evento fez mudanças, como a troca de local do estacionamento de expositores e imprensa. Assim, a área desse antigo estacionamento foi toda gramada e, com ganho de metragem no parque, algumas empresas terão a chance de mostrar as suas novidades em estandes maiores.

Alguns terão, para 2026, área na casa dos 3,5 mil metros quadrados, os maiores da história do Show Rural – terão cerca de até mil metros a mais em comparação com os maiores das edições anteriores. É o caso da Jacto e da John Deere. “Nosso objetivo não é aumentar o número de expositores, e sim melhorar ainda mais o que já temos. Com isso, investimos no conforto e comodidade dos visitantes, que então terão a oportunidade de potencializar o resultado de sua jornada pelo parque”, enfatiza Rogério Rizzardi. A 38ª edição será realizada de 9 a 13 de fevereiro de 2026. O tema será A força que vem de dentro.





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