segunda-feira, junho 1, 2026

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IA avança no atendimento técnico do agro


A digitalização no campo avança com novas ferramentas voltadas a tornar o atendimento técnico mais ágil, padronizado e conectado às demandas do produtor rural. Durante a Agrishow 2026, realizada de 27 de abril a 1º de maio, em Ribeirão Preto, será apresentada uma solução inédita de inteligência artificial generativa aplicada ao segmento de pneus agrícolas.

Desenvolvido pela Titan Pneus em parceria com a Inovation AI Global, o agente virtual foi criado para apoiar a rede de revendedores da marca no acesso a informações técnicas sobre um portfólio com mais de 500 SKUs. A ferramenta responde por texto ou áudio, diretamente pelo celular, com dados contextualizados sobre produtos, aplicações e especificações.

Segundo a Titan, a iniciativa surgiu a partir de uma demanda das áreas comercial e de marketing para oferecer informações técnicas de forma clara, rápida e escalável às revendas. A proposta é que o agente atue como um especialista digital, sem substituir pessoas, mas facilitando o processo de atendimento e negociação com clientes.

Na Agrishow, os visitantes poderão testar a versão beta da solução por meio de um QR Code, que direciona o usuário ao WhatsApp. O Atlas Titan poderá detalhar configurações, fichas técnicas, guias de aplicação, imagens de produtos e recomendações de maquinário relacionadas ao portfólio de pneus agrícolas.

A tecnologia também foi projetada para identificar intenção de compra, estruturar leads e, futuramente, direcionar demandas ao revendedor mais próximo. Para a Titan, a plataforma deve ampliar a rastreabilidade das interações e o acompanhamento do funil comercial. A evolução do sistema prevê ainda recursos de hiperpersonalização, com recomendações orientadas pelo perfil e comportamento do cliente.

“A proposta é apoiar a revenda na indicação do produto certo, no momento ideal, com condições alinhadas ao perfil do produtor. Não se trata de envio massivo de informações, mas de uma comunicação altamente personalizada e orientada por dados”, finaliza Rafael Nascimento, CEO da Inovation AI Global.

 





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produtores buscam estratégias para reduzir impacto dos custos


A alta nos preços dos fertilizantes, impulsionada pelas tensões geopolíticas envolvendo Estados Unidos e Irã, pode impactar a agricultura brasileira e pressionar os custos de produção, segundo Instituto Agronômico, de Campinas. Diante desse cenário, a instituição recomenda maior eficiência no uso de insumos para preservar a produtividade. Entre as medidas indicadas estão a realização de análise de solo, a adoção de práticas agrícolas adequadas e o uso de calcário como forma de melhorar o aproveitamento dos nutrientes.

“Nosso objetivo é orientar estrategicamente os agricultores diante da muito provável alta nos preços dos fertilizantes, consequência da guerra que, além de inviabilizar rotas de transporte e encarecer os insumos, também vem comprometendo a infraestrutura de produção”, afirma Heitor Cantarella, pesquisador da área de solos e vice-coordenador do Instituto Agronômico, vinculado à Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios e à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.

Segundo o Instituto Agronômico, a análise de solo permite identificar com precisão as necessidades nutricionais da lavoura, direcionando o investimento para o tipo e a quantidade adequados de fertilizantes. A prática contribui para o uso racional dos insumos, especialmente em um contexto de oferta restrita e preços elevados.

A instituição também destaca a importância da calagem, técnica que melhora a disponibilidade de nutrientes ao corrigir a acidez do solo e reduzir a toxidez do alumínio. O uso de calcário, insumo amplamente disponível no país, favorece o desenvolvimento radicular das plantas, amplia a absorção de nutrientes e contribui para a fertilidade do solo.

De acordo com Heitor Cantarella, as boas práticas agrícolas devem seguir o conceito 4C, baseado em dose certa, época certa, fertilizante certo e local certo. “O produtor pode ainda usar o que ele tem em sua propriedade, como é o caso do estercos e compostos”, orienta.

O pesquisador ressalta que instituições como o Instituto Agronômico têm o papel de antecipar desafios e oferecer soluções técnicas diante de cenários como o atual, marcado por fatores externos ao planejamento agrícola tradicional.

O contexto internacional contribui para a pressão sobre os preços dos insumos, uma vez que o Brasil importa cerca de 80% dos fertilizantes utilizados, muitos deles transportados pelo Estreito de Ormuz, rota estratégica afetada pelo conflito. A região também concentra o escoamento de petróleo, matéria-prima relevante para fertilizantes nitrogenados.

Segundo Cantarella, a incerteza sobre custos de importação dificulta a formação de preços no mercado interno. “Para ilustrar essa situação, o enxofre, matéria-prima de vários fertilizantes, principalmente os fosfatados, já aumentou cerca de 300% a 400% desde o início da guerra”, comenta Cantarella.

O cenário pode ter reflexos na economia, seja pelo repasse de custos ao consumidor, com impacto na inflação, ou pelo aumento do endividamento dos produtores, caso não consigam compensar a elevação dos gastos. “Outro complicador é que o cenário de preços elevados de fertilizantes ocorre em um período em que os preços de commodities agrícolas estão deprimidos. Para contribuir nesse cenário, o IAC lança mão de conhecimentos já desenvolvidos e consolidados e reforça as orientações com soluções factíveis para que os produtores possam enfrentar os desafios nessa época de crise”, comenta o especialista em solos no Brasil.





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Clima pode reduzir produtividade no Centro-Oeste


O milho segunda safra no Centro-Oeste brasileiro avança sob condições climáticas adversas, marcadas por chuvas irregulares e temperaturas elevadas, que já começam a afetar o desenvolvimento das lavouras. O cenário, observado nas últimas semanas em estados como Goiás e Mato Grosso do Sul, acende um alerta para possíveis perdas de produtividade em fases críticas do ciclo da cultura.

De acordo com monitoramento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o desenvolvimento do milho segunda safra segue, em geral, dentro de condições consideradas favoráveis, apesar da má distribuição das chuvas e da redução dos volumes em algumas regiões produtoras.

Ainda assim, a irregularidade climática tem provocado respostas distintas entre os estados. Enquanto algumas áreas mantêm bom desenvolvimento, outras já enfrentam limitações hídricas que comprometem o potencial produtivo.

No Mato Grosso do Sul, as chuvas esparsas dificultaram a finalização do plantio em áreas remanescentes. Mesmo com lavouras em bom estado geral, produtores enfrentam aumento da incidência de pragas, como lagartas do gênero Spodoptera e a lagarta-do-cartucho, exigindo intensificação no manejo fitossanitário.

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O principal ponto de atenção está nas regiões sudoeste e sul do estado. Nessas áreas, a combinação de baixos volumes de chuva e temperaturas elevadas tem reduzido os estoques de água no solo. No município de Dourados, estimativas do Sistema de Suporte à Decisão na Agropecuária (SISDAGRO) indicam déficit hídrico persistente ao longo do ciclo, refletindo na perda de potencial produtivo da cultura.

Em Goiás, a umidade residual no solo ainda sustenta o desenvolvimento das lavouras na maior parte do estado. No entanto, o cenário começa a se deteriorar, especialmente nas regiões Sul e Leste. Nessas áreas, a redução das chuvas aliada às altas temperaturas intensifica a perda de água do solo justamente em fases críticas do milho, como floração e enchimento de grãos — períodos de maior demanda hídrica.

No município de Rio Verde, dados do SISDAGRO apontam aumento do déficit hídrico desde março, com impacto direto no rendimento. A estimativa é de perda de 52,6% no potencial produtivo.

A previsão climática para os próximos 15 dias indica manutenção da irregularidade das chuvas no Centro-Oeste.

De acordo com dados divulgados, os maiores volumes — acima de 60 mm — devem se concentrar no noroeste e oeste de Mato Grosso e no centro-sul de Mato Grosso do Sul. Nas demais áreas, os acumulados tendem a ficar abaixo de 40 mm, com possibilidade de volumes inferiores a 10 mm em regiões de Goiás, sudeste de Mato Grosso e Distrito Federal.

As temperaturas máximas devem variar entre 26 °C e 34 °C, podendo ultrapassar esse patamar em algumas áreas. A umidade relativa do ar também deve permanecer baixa, abaixo de 40%, favorecendo a continuidade do déficit hídrico.

O cenário reforça o aumento do risco produtivo para o milho segunda safra, especialmente se a irregularidade das chuvas persistir. A restrição hídrica nas fases mais sensíveis pode comprometer tanto o rendimento quanto a qualidade dos grãos.

 





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Comissão aprova atualização de tecnologia em contratos de governo



Proposta autoriza atualização de tecnologia em contratos públicos durante a vigência


Foto: Renato Araújo / Câmara dos Deputados

23/04/2026 – 18:36  

A Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação da Câmara dos Deputados aprovou proposta que autoriza a inclusão, em contratos de até cinco anos firmados pelo poder público, de regras para a troca de máquinas e a atualização de versões de softwares durante a vigência de acordo.

O texto prevê a adoção de um novo modelo, chamado “como serviço”, com repasse de responsabilidade de infraestrutura e de manutenção para a empresa contratada. A atual Lei de Licitações e Contratos Administrativos permite acordos com este prazo apenas para aluguel de equipamentos e o uso de programas de informática. Além disso, a lei só permite a atualização dos referidos equipamentos e programas após o fim do contrato em vigor.

O que a proposta muda na lei:

O colegiado aprovou o parecer do relator, deputado David Soares (Pode-SP), favorável ao Projeto de Lei 5297/25, de autoria do deputado Amom Mandel (Republicanos-AM). Soares reforçou que o modelo atual é incompatível com a velocidade de inovação de tecnologia.

“A proposta confere maior racionalidade à gestão pública de tecnologia, ao permitir que os órgãos e entidades acompanhem o ritmo de evolução do setor, otimizando recursos públicos e evitando a defasagem funcional dos sistemas e equipamentos utilizados”, destacou no relatório.

Próximos passos

A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, o texto precisa ser aprovado na Câmara e no Senado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Emanuelle Brasil

Edição – Ana Chalub





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Tecnologias para milho e soja movimentam equipe da Sipcam Nichino na edição 2026 da Agrishow, em Ribeirão Preto-SP


Ocorre na paulista Ribeirão Preto, no período de 27 de abril a 1º de maio, a edição 2026 da Agrishow, uma das maiores feiras do país nas áreas de máquinas e insumos para o agronegócio. Presente entre as principais empresas do setor de defensivos agrícolas, a Sipcam Nichino leva para seu estande informações relevantes sobre as soluções Fiera® e Click® Pro e também anuncia o lançamento de uma nova tecnologia para soja.

Lançado recentemente no país, o inseticida Fiera® trouxe ao mercado um conceito no controle da cigarrinha-do-milho (Daubulus maidis), hoje considerada a praga mais desafiadora do cereal, na safra de verão e na segunda safra.

“Está comprovado em experimentos: o controle da ‘ninfa’ da ‘cigarrinha’ tornou-se central na estratégia de manejo do produtor de milho, para ele colher sucesso na quebra de ciclo, na contenção da praga e produzir mais e melhor”, explica Marcelo Palazim, coordenador de marketing da Sipcam Nichino. “O inseticida age na fase ‘ninfal’ e na fertilidade e fecundidade das fêmeas adultas da cigarrinha, com redução na postura e na eclosão de ovos”, ele continua.

Em relação ao herbicida Click® Pro, igualmente lançado em períodos recentes, o agrônomo ressalta a efetividade da solução no manejo de invasoras de difícil controle do milho.

“Trata-se de uma solução altamente inovadora, composta pela mistura de dois ativos sinérgicos no controle de plantas daninhas: terbutilazina e mesotriona. É um herbicida de ação pós-emergente, seletivo para o milho, indicado ao manejo de monocotiledôneas e dicotiledôneas”, acrescenta Palazim.

Conforme o agrônomo, o produto revelou em testes e áreas comerciais entregar controle superior de folhas largas e gramíneas, com longo efeito residual pós-emergente, “inclusive ante espécies de difícil controle resistentes ao glifosato e à atrazina”.

Ainda durante a Agrishow, a Sipcam Nichino inicia as ações de lançamento do herbicida Cervino® Gold. “O sojicultor brasileiro passará a contar com uma solução consistente no manejo das plantas daninhas mais importantes da cultura. O novo herbicida superou seus competidores nas avaliações a campo”, antecipa Marcelo Palazim.

Criada no Brasil em 1979, a Sipcam Nichino resulta da união entre a italiana Sipcam Oxon, fundada em 1946, especialista em agroquímicos e bioestimulantes e a japonesa Nihon Nohyaku (Nichino). A Nichino tornou-se a primeira companhia de agroquímicos do Japão, em 1928, e desde sua chegada ao mercado atua centrada na inovação e no desenvolvimento de novas moléculas para proteção de cultivos.

 





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Safra da uva 2026 tem 268 amostras analisadas pelo laboratório de referência da Agricultura


O Laboratório de Referência Enológica Evanir da Silva (Laren) da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) concluiu neste mês a microvinificação da safra de uva de 2026, com a análise de 268 amostras de 43 variedades coletadas em 40 municípios gaúchos. O trabalho técnico realizado durante a vindima gera dados estratégicos para a fiscalização, contribuindo para garantir a autenticidade dos vinhos e sucos de uva produzidos no Rio Grande do Sul.

As coletas foram realizadas entre janeiro e março, conforme o Plano Amostral do laboratório, e as amostras encaminhadas à cantina do Laren, em Caxias do Sul. Entre as variedades com maior número de coletas estão bordô, isabel e niágara branca. Os municípios com maior volume de amostras foram Bento Gonçalves, Pinto Bandeira e Flores da Cunha.

A microvinificação consiste na produção de pequenos lotes de vinho para avaliar variáveis qualitativas das uvas. O processo inclui retirada manual das bagas dos cachos, esmagamento, fermentação em pequena escala e análises físico-químicas e isotópicas.

Parâmetros de referência

Segundo a fiscal estadual agropecuária e responsável pelas microvinificações, Fernanda Varela Nascimento, os resultados integram um banco de dados histórico utilizado como referência para o setor há mais de duas décadas.

“O processo envolve a retirada manual das bagas do cacho, o esmagamento das uvas, a fermentação em pequena escala e análises físico-químicas e isotópicas. Os resultados alimentam um banco de dados utilizado há mais de duas décadas como referência para o setor”, explica Fernanda.

As análises mensuram parâmetros como teor de açúcar, acidez, densidade e outros indicadores que influenciam diretamente o perfil dos vinhos produzidos. As informações também subsidiam o monitoramento da safra e auxiliam na caracterização da identidade dos vinhos elaborados no Estado. “Nosso trabalho é verificar se o produto final está de acordo com os parâmetros da legislação”, resume.

Considerado estratégico para o ciclo produtivo, o trabalho do Laren contribui para a qualificação da produção vitivinícola gaúcha. A qualidade das uvas e a precisão das análises enológicas impactam o desempenho das vinícolas e a competitividade dos vinhos do Rio Grande do Sul nos mercados nacional e internacional.

Acervo histórico

Desde 2004, o Laren elabora anualmente vinhos genuínos por meio de microvinificações que compõem um banco de referência utilizado em análises isotópicas e cromatográficas. Atualmente, o acervo reúne milhares de garrafas armazenadas na cantina do laboratório.

O Laren também é o único laboratório do Brasil a realizar análises de água exógena no vinho, método que permite identificar a presença de água adicionada além da naturalmente existente na fruta.

O número de amostras coletadas a cada ano é definido com base na produção do ano anterior, considerando município e variedade. As coletas são realizadas por fiscais estaduais agropecuários em todas as regiões vitícolas do Rio Grande do Sul.





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Segredos do milho e da soja chamam atenção



A Sipcam Nichino apresenta no evento informações sobre os produtos Fiera® e Click® Pr


A Sipcam Nichino apresenta no evento informações sobre os produtos Fiera® e Click® Pro
A Sipcam Nichino apresenta no evento informações sobre os produtos Fiera® e Click® Pro – Foto: Agrolink

Tecnologias voltadas ao aumento da produtividade e ao manejo de pragas e plantas daninhas ganham destaque em um dos principais eventos do agronegócio brasileiro. A edição 2026 da Agrishow, realizada em Ribeirão Preto entre 27 de abril e 1º de maio, reúne empresas e produtores em torno de soluções para diferentes culturas.

A Sipcam Nichino apresenta no evento informações sobre os produtos Fiera® e Click® Pro, além de anunciar uma nova tecnologia voltada à soja. O inseticida Fiera®, recentemente lançado, introduz um novo conceito no controle da cigarrinha-do-milho, praga considerada uma das mais desafiadoras para o cereal tanto na safra de verão quanto na segunda safra.

De acordo com Marcelo Palazim, o manejo da fase ninfal da cigarrinha passou a ser central para interromper o ciclo da praga e garantir melhores resultados produtivos. O produto atua nessa fase e também interfere na fertilidade das fêmeas, reduzindo a postura e a eclosão de ovos.

No caso do herbicida Click® Pro, a empresa destaca a eficiência no controle de plantas daninhas de difícil manejo no milho. A solução combina terbutilazina e mesotriona, com ação pós-emergente e seletividade para a cultura, apresentando resultados consistentes no controle de folhas largas e gramíneas, inclusive espécies resistentes.

Durante a feira, a companhia também inicia o lançamento do herbicida Cervino® Gold, voltado à sojicultura. Segundo Palazim, o produto demonstrou desempenho superior em avaliações de campo no controle das principais plantas daninhas da cultura. “O sojicultor brasileiro passará a contar com uma solução consistente no manejo das plantas daninhas mais importantes da cultura. O novo herbicida superou seus competidores nas avaliações a campo”, antecipa Marcelo Palazim.

 





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XCMG apresenta na Agrishow nova geração de tratores para alta performance rural


Destaques para o protótipo funcional, de uma máquina conceito, XT864-5EBR – com motor Cummins, os modelos XT804-5D e o lançamento do trator de esteira D200H que, em conjunto com a ampla linha de equipamentos em exibição, como as escavadeiras, carregadeiras e retroescavadeiras, entre outros, integram o portfólio voltado ao desempenho e à eficiência do setor do agronegócio.

Na Agrishow 2026, considerada a principal vitrine de tecnologia para o agronegócio no País, realizada de 27 de abril a 1º de maio, em Ribeirão Preto, a XCMG Brasil apresenta ao público sua linha de equipamentos voltada ao campo. A participação da empresa reforça a estratégia de ampliar a presença no setor agrícola brasileiro, em resposta à demanda por soluções que elevem a produtividade e a eficiência das operações. Entre os destaques, no estande da empresa, estão:

O Trator Agrícola conceito XT864-5EBR – o primeiro da XCMG Brasil com motor Cummins no País – é a grande novidade que a multinacional chinesa expõe este ano na feira. Trata-se de uma máquina conceito, resultado de um projeto em desenvolvimento conjunto com a Cummins. O protótipo funcional atende uma das categorias de maior demanda do mercado brasileiro, posicionando-se na faixa de tratores de pequeno porte, com 80 cv de potência e motor mecânico. Com peso aproximado de 4.600 kg, o novo trator é ideal para enfrentar desafios exigentes no campo. Além disso, para o mesmo motor, tem-se a possibilidade de utilizar diferentes potências, até 110 cv. Sua tração 4×4 e transmissão com super redutor garantem máxima capacidade de operação em terrenos difíceis, proporcionando ao operador conforto e capacidade de manobra.

Trator XT804-5D – A linha XT804 de tratores traz mais potência e conforto aos agricultores do mercado nacional.  Com peso operacional de 4.500 kg, o XT804-5D é equipado com motor SC4H100.5G3, possui 73,5 kW (100 cv) de potência, situando-se entre os tratores mais equilibrados de sua categoria, com ênfase também para o novo sistema de admissão de ar, que contribui para melhor performance.

O trator de esteiras D200H PAT conta com potência de 206,5 hp, peso operacional de 18.440 kg e lâmina com largura de 3.345 mm. Foi desenvolvido para oferecer eficiência e facilidade de operação, mesmo em condições severas de trabalho. O modelo também é indicado para atividades como escavação, reaterro e movimentação de materiais em obras de rodovias, ferrovias, aeroportos, canais e projetos urbanos.

Elétricos: eficiência e menor impacto ambiental

Caminhão E7- 95T – Com potência máxima de 550kW/ ~750CV, é o caminhão elétrico mais potente do Brasil, modelo este desenvolvido para atender às demandas pesadas do transporte de insumos nos mercados agrícola e florestal, conferindo elevada capacidade com zero emissões. Com configuração 6×4 e capacidade máxima de tração (CMT) que ultrapassa 120.000kg, o E7-95T é indicado para aplicações 100% fora de estrada, rodoviário ou uso misto. Possui carregamento ultra-rápido, de 20 a 80% em até 55 minutos. Com robustez e alta performance, pode reduzir custos operacionais em até 60%.

Caminhão E3-10T – é uma solução voltada às leves operações logísticas do agronegócio que demandam agilidade, eficiência e menor impacto ambiental. Indicado para o transporte de insumos, hortifrúti e produção em curtas e médias distâncias, como entre propriedades, armazéns e centros de distribuição, o modelo atende às necessidades de uma cadeia cada vez mais orientada por sustentabilidade. De peso bruto total (PBT) de 10.000 kg e capacidade máxima de tração (CMT) equivalente, o modelo alia robustez e versatilidade para operações intensivas, tanto no campo como em áreas urbanas ligadas ao agro.  Com velocidade máxima de 90 km/h, o modelo possui motor elétrico de 270 cv, combinando transmissão automatizada (AMT) e proporcionando condução suave, menor custo de manutenção e eficiência energética.

Pá carregadeira XC968-EV – Com peso operacional de 18.800 kg e caçamba de 3,2 m³, o modelo garante elevada produtividade em diferentes aplicações. Equipada com dois motores de deslocamento de 160 hp cada e um motor hidráulico de 94 hp, a máquina possui potência total de 414 hp, proporcionando força, precisão e excelente resposta mesmo nas operações mais exigentes. A velocidade máxima é de até 36 km/h, contribuindo para maior agilidade nos deslocamentos e otimização dos ciclos de trabalho.

Empilhadeira XCB38-L5-C – Equipada com tecnologia de baterias de lítio e sistema Battery Management System (BMS), o modelo garante maior vida útil, eficiência energética e redução de custos operacionais. Conta com dois motores elétricos — 15 kW para deslocamento e 18 kW para elevação — que proporcionam operação ágil, silenciosa e confiável. Com capacidade de carga de 3.800 kg e altura de elevação de até 3.000 mm, o equipamento possui peso operacional de 5.600 kg, contribuindo para maior estabilidade durante o uso e a certificação IP67 oferece proteção contra poeira e água, permitindo atuação segura mesmo em ambientes mais severos.

 Ampla linha para melhor atender o setor

A XCMG Brasil aproveita o evento para exibir ao visitante especializado sua diversificada linha completa de equipamentos que contribuem para maior produtividade do agronegócio brasileiro. Entre eles, estão: as escavadeiras XE150 e XE225BR (média); mini escavadeiras XE55DA e XE27U; pás carregadeiras LW300KVII (média) e a compacta LW180KV; minicarregadeira XC7-SR08; retroescavadeira XC870BR-II; rolo compactador XS123PDBR; motoniveladora GR1905BR; empilhadeira média XCF706K; manipulador telescópico XT4018K; plataforma articulada XGA16E e o guindaste articulado MUNK 4600.





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LS Tractor eleva o nível tecnológico com o lançamento da nova série Plus PRO na Agrishow


Durante a feira, que acontecerá de 27 de abril a 01 de maio, em Ribeirão Preto/SP, a multinacional irá expor seu portfólio completo de tratores preparados para gerar mais eficiência, economia e precisão, principalmente na citricultura e cafeicultura

A agricultura moderna enfrenta uma série de desafios que exigem cada vez mais eficiência, planejamento e tecnologia no campo. Custos de produção elevados, escassez de mão de obra e a necessidade de aumentar a produtividade sem ampliar áreas cultivadas pressionam produtores de todos os portes. Nesse cenário, a mecanização se torna um fator fundamental, especialmente para agricultores familiares e propriedades que ainda operam com equipamentos antigos, muitas vezes limitados em desempenho e eficiência.

No cultivo de citros e café, por exemplo, esses desafios se intensificam. As particularidades das culturas quanto à relevo, espaçamento e a necessidade de operações mais precisas, exigem soluções específicas e adaptadas à realidade de cada produtor. Atenta a essa necessidade, a LS Tractor apresenta na Agrishow 2026, que acontecerá de 27 de abril a 01 de maio, em Ribeirão Preto/SP, sua linha completa de tratores desenvolvida para atender diferentes necessidades no campo, promovendo mais eficiência, economia e precisão.

Com o lançamento da nova série Plus PRO, a LS Tractor apresenta seus novos modelos de 80, 93 e 105 cv, que se destacam como uma solução completa para produtores das mais diferentes regiões do país e aplicações agrícolas que utilizam tratores nesta faixa de potência. Estes novos modelos entregam excelente torque e eficiência energética com menor consumo de combustível e sem sobrecarga. “Na prática, a motorização Perkins que equipa estes modelos, trabalha em uma faixa ideal de eficiência, sem sobrecarregar e sem esforço”, afirma o consultor de marketing da LS Tractor, Astor Kilpp.

Com transmissão LS 20×20, com reversor sincronizado e super redutor Creeper integrado, estes novos modelos ampliam a versatilidade no campo, possibilitando desde operações de alta precisão, como pulverizações, até atividades mais rápidas, sempre com ganho de produtividade e conforto operacional. “O super redutor integrado é um diferencial aos citricultores de alta performance, pois permite trabalhar em velocidades reduzidas com torque máximo. Já o reversor sincronizado elimina a perda de eficiência em manobras, maior agilidade para inverter a marcha, uma vantagem enorme em operações repetitivas entre as linhas de plantio”, explica o especialista.

Outro ponto forte destes novos equipamentos, segundo o especialista, é o foco em segurança e bem-estar do operador. Uma nova cabine original de fábrica vai entregar ainda mais conforto e o sistema de filtragem moderno cria um ambiente protegido contra defensivos agrícolas, significa segurança total para o operador, além de oferecer um excelente isolamento acústico e ergonomia operacional, reduzindo a fadiga em jornadas prolongadas.

Novas soluções

Melhorando o desempenho e a eficiência operacional, o novo modelo Plus 80 PRO se apresenta como uma opção equilibrada para médias propriedades, com potência no motor de 80 cv, traz economia e versatilidade com o novo sistema hidráulico que passa a oferecer em seu controle remoto uma das válvulas com ajuste de fluxo da vazão (0 à 50) litros/min. É mais performance em atividades agrícolas que exigem uma capacidade hidráulica robusta e com a tecnologia para atender implementos com acionamento por motor hidráulico, o modelo já é reconhecido pelo excelente custo-benefício e pela confiabilidade no dia a dia do campo, e a nova versão vem para confirmar a sua tecnologia.

Complementando a nova linha, o Plus 90 PRO e o Plus100 PRO atendem aqueles produtores que precisam de mais potência e capacidade operacional. O modelo Plus 100 PRO com 105 cv, é indicado para tarefas mais pesadas, entregando robustez e alto desempenho sem abrir mão da versatilidade e da eficiência que caracterizam a Série Plus PRO.

O novo protagonista na cafeicultura

O LS Tractor MT4.70 é um trator utilitário moderno que se destaca pela versatilidade, é considerado o SUV dos tratores, economia e alta eficiência operacional, especialmente na cafeicultura. Agora com potência de 70 cv com o novo motor LS de 4 cilindros, Turbo/Intercooler, com excelente torque em baixas rotações, o modelo oferece desempenho consistente nas atividades do dia a dia, mantendo baixo consumo de combustível.

Na prática, sua grande vantagem no café está na agilidade e precisão. O tamanho médio ideal aliado ao excelente raio de giro e à sua transmissão LS com 32 opções de marcha (incluindo super redutor), permite trabalhar com facilidade entre linhas de plantio do cafezal, realizar manobras rápidas e operar em velocidades ideais para tarefas como pulverização, adubação e manejo e limpeza do carreador.

Além disso, o novo sistema hidráulico eficiente oferece no controle remoto uma válvula com ajuste de fluxo (0 à 35 litros/min.), as diversas opções de rotação na TDP ampliam sua capacidade de uso com diferentes implementos, tornando-o um equipamento extremamente funcional dentro da propriedade. A possibilidade de versão com cabine original de fábrica com alto padrão de conforto e segurança operacional, também agrega ao operador uma melhor qualidade de vida, reduzindo a sua fadiga durante longas jornadas. “O MT4.70 é uma opção única no mercado, por combinar agilidade, conforto e capacidade de trabalho em diferentes operações”, diz o consultor.

Mais agilidade nos cafezais 

Quando a prioridade é agilidade nas operações em áreas com tráfego restrito e plantio adensado do café, onde as dificuldades nas manobras interferem nos custos operacionais, o modelo LS Tractor R65 se destaca como uma excelente escolha. Compacto e fácil de operar ideal para tarefas que não exigem alta potência, este modelo alia eficiência, agilidade, economia de combustível e desempenho na medida certa. 

Com estrutura leve, transmissão LS 32×16 e TDP com cinco opções de rotação, o R65, equipado com motor LS diesel de 4 cilindros de 65cv, entrega uma ótima relação custo-benefício para as atividades rotineiras da cafeicultura. Isso permite manter a operação produtiva sem sobrecarregar o equipamento, garantindo economia ao longo da safra.

Já para operações de colheita e pós-colheita, o R65 se mostra eficiente no reboque de carretas e no transporte do café dentro da propriedade. “Outro fator determinante é em relação ao combustível que pode apresentar até 25% de economia em comparação a tratores convencionais da mesma categoria. Isso graças à eficiência da transmissão e à maior disponibilidade de marchas são 28 opções dentro da principal faixa de operação (0 à 12km/h)”, detalha Kilpp.

Condições especiais durante a feira

Para os produtores que pretendem investir em mecanização durante a Agrishow, a LS Tractor prepara um pacote de condições comerciais atrativas. Segundo Felippe Vieira, diretor comercial da companhia, um dos destaques é o Consórcio LS Tractor, que vem se consolidando como uma alternativa estratégica ao financiamento tradicional, além de contribuir para o planejamento financeiro do produtor. “Com o consórcio, é possível adquirir equipamentos sem juros, com prazo de até 120 meses, sem taxa de adesão e sem comprometer o crédito bancário, além de contar com flexibilidade nos lances. Isso amplia o acesso às nossas tecnologias no campo”, explica o executivo.

Além disso, a marca disponibiliza outras modalidades exclusivas para a feira:

Usado Vale Mais – Na troca de um trator LS usado por um modelo novo, o equipamento seminovo recebe valorização especial durante a feira.

Financiamento Cafeeiro – Condição com até 90% de financiamento, vencimento em 30/09/2026 e carência zero, válida para os modelos G40, J25, R50, R65, MT2, MT4, MT7, P80, P90 e P100.

Financiamento Taxa Zero – Opção com prazo de 12 meses e pagamentos semestrais, ou planos com pagamentos anuais: 24 meses (6,50%), 36 meses (8,50%) e 60 meses (10,50%), todos com até 90% financiado. “Também teremos tratores com bônus de fábrica, reunindo algumas das melhores condições comerciais do ano. É uma oportunidade única para o produtor renovar ou ampliar sua frota”, finaliza Vieira.

Sobre a LS Tractor

A LS Tractor é a marca de tratores da sul-coreana LS Mtron, integrante do LS Group – o 13º maior grupo empresarial da Coreia do Sul, com presença global, mais de 21 mil colaboradores e vendas anuais acima de 30 bilhões de dólares. Presente no Brasil desde 2013, com fábrica em Garuva (SC), a empresa atua no setor de máquinas agrícolas com uma linha de tratores voltada a diferentes perfis de produtores. Com 84 concessionárias em território nacional, a LS Tractor tem ampliado sua presença no mercado brasileiro por meio de estratégias baseadas nos dados de mercado, expansão da rede com foco na proximidade com os clientes e desenvolvimento de novas tecnologias em transmissão para atender as demandas do campo.





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Apesar de forte queda do petróleo por Ormuz, soja e milho fecham 6ª feira…


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Após o movimento intenso e dramático das commodities agrícolas logo na sequência da notícia da reabertura do estreito de Ormuz pelo Irã, os ânimos se acalmaram e os futuros da soja e do milho fecharam o pregão desta sexta-feira (17) com estabilidade na Bolsa de Chicago. Farelo e óleo terminaram o dia no vermelho, porém, com perdas também menos intensas do que aquelas registradas mais cedo. 

E os pequenos ganhos na soja e no milho se deram mesmo com o petróleo terminando o dia com baixas de mais de 10% no WTI e de 8% no brent, com os barris de ambos abaixo dos US$ 90,00. Depois das informações – que ainda carregam fragilidade e incerteza – o WTI chegou a perder mais de 14% na Bolsa de Nova York. 

O trigo, por sua vez, manteve-se em campo negativo e terminou o dia com perdas de mais de 7 pontos nos principais vencimentos. 

A sexta-feira vai terminando, portanto, com a notícia de que o estreito foi reaberto, porém, ao mesmo tempo com a informação de que os EUA manterão sua força naval na região até que um acordo firme, definitivo e consistente seja alinhado. Do mesmo modo, em uma entrevista ao canal CBS dos EUA, o presidente Donald Trump afirmou que neste final de semana as negociações continuarão entre as duas nações. 

Além disso, o noticiário internacional traz ainda que o Irã já ameaçou fechar novamente o estreito de Ormuz caso os EUA não desfaça o bloqueio e que navios que precisem passar pela rota terão de possuir uma autorização da Guarda Revolucionária do Irã. 

E assim, o mundo vive mais um daqueles momentos em que há mais perguntas do que respostas. Porém, até que elas cheguem, a volatilidade se mantém  e os mercados continuam trabalhando no modo especulativo e gerando impactos generalizados com o observado nesta última sessão da semana. 

As principais bolsas em todo o mundo terminaram o dia em alta, o dólar index cedeu levemente e o dólar comercial frente ao real terminou o dia em queda, com R$ 4,98. Mais cedo, porém, a divisa chegou a testar os R$ 4,96. 

COMPLEXO SOJA

Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago concluíram o pregão com pequenas altas de 0,50 a 3,50 pontos nos principais vencimentos, levando o maio a US$ 11,67 e o julho a US$ 11,83 por bushel. 

O óleo de soja, que perdeu quase 3% durante a sessão, amenizou o recuo e fechou a sexta-feira com baixas de pouco mais de 1% nos contratos mais negociados. O vencimento julho, assim, fica em 67,84 por libra-peso. Entre os futuros do farel, baixas de pouco mais de 0,3%. 

O complexo soja sentiu forte a pressão do petróleo – motivada pelo cenário externo da geopolítica – porém, também divide a energia com seus fundamentos. No radar, estão o clima nos EUA, o avanço do plantio – que será atualizado pelo USDA na segunda-feira – e as expectativas crescentes para a reunião entre Trump e Xi Jinping que acontece em maio, em Pequim. 

MILHO 

O milho negociado na Bolsa de Chicago também teve um dia de forte volatilidade, mas o fechamento foi de tímidas oscilações, do lado positivo da tabela. Mesmo com a queda do trigo, os futuros do cereal respiraram, também de olho em seus fundamentos. 

Os traders acompanham não só a semeadura do milho nos Estados Unidos – que até aqui se desenvolve bem e conta com condições climáticas favoráveis – mas também à safrinha do Brasil. 

“Falando em clima no Brasil, preocupações com a irregularidade no padrão de chuvas, clima seco e mais quente para os próximos dias começam a ganhar força em relação ao milho safrinha em 2026”, afirma a equipe de análises da Agrinvest Commodities.

Na B3, as cotações recuaram e terminaram o dia em queda nesta sexta-feira. As perdas nos principais vencimentos foram de 0,3% a 0,4% nos principais vencimentos, levando o maio a terminar a semana com R$ 65,70 e o julho com R$ 66,82 por saca. 

“O milho B3 finaliza a sexta-feira com queda de quase 4,5% no acumulado da semana no maio/26. Apesar das preocupações com o clima para a safrinha pelas próximas semanas, a pressão de estoques maiores e a entrada da colheita da safra de verão mantêm os compradores em uma postura de maior pressão”, complementa a Agrinvest Commodities. 

 





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