segunda-feira, junho 1, 2026

Política & Agro

AgroNewsPolítica & Agro

Fertilizantes seguem caros e produtor recua



O quadro internacional permanece apertado


O quadro internacional permanece apertado
O quadro internacional permanece apertado – Foto: Divulgação

O mercado brasileiro de fertilizantes segue em um ambiente de pressão, marcado por preços ainda elevados, demanda cautelosa e limitações para uma queda mais consistente nas cotações. Segundo a StoneX, o mercado CFR no Brasil continua influenciado pelos constrangimentos observados no cenário global, que seguem restringindo o espaço para correções mais expressivas.

Apesar de alguma acomodação recente nos preços, o quadro internacional permanece apertado. Esse movimento indica que eventuais recuos podem ocorrer de forma limitada, sem alterar de maneira relevante a percepção de um mercado ainda sensível às condições externas. A oferta internacional e os entraves logísticos seguem como fatores centrais para a formação dos preços, especialmente em um momento em que o abastecimento global não apresenta sinais suficientes de normalização.

No mercado interno, as relações de troca desfavoráveis continuam pesando sobre as decisões dos produtores. Com menor poder de compra, as aquisições tendem a ocorrer de forma pontual e seletiva, sem indicar uma retomada mais ampla da demanda. Esse comportamento reforça a cautela dos compradores, que avaliam o momento das compras diante de custos elevados e incertezas sobre a evolução das cotações.

Para os próximos meses, a expectativa é de manutenção de um mercado sensível aos desdobramentos geopolíticos e à evolução da oferta internacional. Enquanto os constrangimentos logísticos persistirem, a margem para um alívio relevante nos preços deve permanecer reduzida. Nesse contexto, o mercado brasileiro tende a seguir pressionado, com compradores atentos às condições externas e produtores mantendo uma postura mais seletiva nas negociações.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Mercado do boi ajusta preços após máximas



No mercado externo, as exportações seguem em ritmo robusto


No mercado externo, as exportações seguem em ritmo robusto
No mercado externo, as exportações seguem em ritmo robusto – Foto: Kadijah Suleiman

O mercado pecuário atravessa um momento de ajuste, com sinais de acomodação nos preços após um período de valorização expressiva. De acordo com a StoneX, o cenário recente reflete uma reavaliação das expectativas, diante de mudanças no ritmo de negociação e maior avanço das escalas de abate.

Ao longo da semana, o mercado físico registrou recuos em diversas praças, embora os preços ainda permaneçam em patamares elevados. Esse movimento ocorre em paralelo à ampliação das escalas de abate, que avançaram de forma generalizada e indicam maior conforto por parte da indústria no curto prazo. Esse ambiente reduz a urgência nas compras e contribui para a pressão observada sobre as cotações.

No segmento de reposição, o comportamento segue distinto, com manutenção de firmeza nos preços. Mato Grosso do Sul continua em destaque, com ágios relevantes sendo sustentados, o que evidencia a demanda consistente por animais jovens e a continuidade do ciclo produtivo.

No mercado externo, as exportações seguem em ritmo robusto, com volumes elevados embarcados e preços médios sustentados. Esse desempenho reforça a presença da demanda internacional como um dos principais pilares de sustentação do setor, mesmo diante da acomodação observada no mercado doméstico.

Na B3, os contratos futuros passaram por ajustes ao longo do período. O vencimento de abril recuou para a faixa entre R$ 358 e R$ 362 por arroba, enquanto houve ampliação do spread ao longo da curva. Esse movimento sinaliza maior cautela dos agentes em relação às expectativas futuras, refletindo incertezas quanto à continuidade dos preços em níveis recordes.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Café recupera perdas em semana volátil



O robusta também apresentou recuperação expressiva


O robusta também apresentou recuperação expressiva
O robusta também apresentou recuperação expressiva – Foto: Divulgação

Os preços internacionais do café tiveram recuperação na semana, em meio a um ambiente de volatilidade nas bolsas e ajustes ligados à oferta disponível nos principais mercados. Segundo análise da StoneX, os contratos futuros de arábica e robusta encerraram o período em alta, revertendo parte das perdas recentes.

No caso do arábica, o contrato com vencimento em julho fechou a semana cotado a US¢ 294,9 por libra-peso na bolsa de Nova Iorque. O desempenho representou avanço semanal de 3,7%, sustentado em parte pela redução dos estoques certificados na ICE observada ao longo da semana. O volume recuou 2,8%, o equivalente a cerca de 15 mil sacas, ficando próximo de 512 mil sacas. Esse é o menor nível desde o início de março, fator que contribuiu para dar suporte às cotações diante da percepção de menor disponibilidade no curto prazo.

O robusta também apresentou recuperação expressiva. O contrato de julho encerrou a semana negociado a USD 3.403 por tonelada em Londres, com valorização de 6,5% no comparativo semanal. A alta foi influenciada por uma combinação de fatores, incluindo estoques ICE próximos de mínimas recentes, relatos de redução sazonal dos fluxos originados da Indonésia e de Uganda e a pressão dos prêmios logísticos.

No caso da logística, o conflito no Oriente Médio elevou os custos associados ao transporte do café asiático para os mercados ocidentais, o que reforçou o movimento de valorização do robusta. Com isso, a semana foi marcada por retomada dos preços nas duas variedades, em um cenário no qual os fundamentos de estoque, fluxo de exportação e custos de transporte ganharam peso na formação das cotações.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Algodão recua com ajuste de posições



Outro ponto de atenção foi a divulgação mais recente das posições “on-call”


Outro ponto de atenção foi a divulgação mais recente das posições “on-call”
Outro ponto de atenção foi a divulgação mais recente das posições “on-call” – Foto: Canva

O mercado de algodão encerrou a semana com leve queda nos contratos futuros, em um ambiente marcado por ajustes de posições e maior volatilidade entre os vencimentos. Segundo a StoneX, o contrato de julho de 2026 registrou pequenas perdas no período e terminou a sexta-feira, 24, cotado a US¢79,36 por libra-peso.

A proximidade do First Notice Day, observado na última sexta-feira, foi um dos principais fatores de movimentação no mercado. A data intensificou a dinâmica de rolagem de posições, processo em que participantes ajustam seus contratos para vencimentos posteriores, o que costuma ampliar as oscilações entre diferentes meses de entrega. Esse movimento contribuiu para um comportamento mais instável das cotações ao longo da semana.

Outro ponto de atenção foi a divulgação mais recente das posições “on-call”. Os dados indicaram uma fixação elevada por parte das fiações, superando até mesmo a fixação dos produtores. O resultado surpreendeu o mercado e ajudou a limitar parte dos ganhos que poderiam ser sustentados pelos fundamentos ou por fatores técnicos. Com maior volume de fixações pelas indústrias consumidoras, o espaço para avanços mais consistentes ficou mais restrito no curto prazo.

Apesar da pressão observada na semana, as incertezas climáticas seguem atuando como fator de sustentação para os preços. A preocupação com as condições nas áreas produtoras ainda permanece no radar dos agentes, embora os últimos dias tenham sido marcados por chuvas mais intensas no Cinturão do Algodão. Esse cenário reduz parte das tensões imediatas, mas não elimina a cautela em relação ao desenvolvimento das lavouras.

Com isso, o algodão segue em um ambiente de equilíbrio entre fatores técnicos, ajustes de mercado e monitoramento climático. A combinação entre rolagem de posições, fixações acima do esperado e clima ainda incerto deve continuar influenciando o comportamento dos contratos futuros nos próximos dias.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Cacau fecha semana em queda moderada



A ausência de uma tendência definida sugere cautela entre os participantes


A ausência de uma tendência definida sugere cautela entre os participantes
A ausência de uma tendência definida sugere cautela entre os participantes – Foto: Pixabay

O mercado internacional de cacau passou por uma semana de ajustes moderados, com os contratos futuros operando sem direção definida e encerrando o período em queda. Segundo análise da StoneX, o movimento entre 20 e 27 de abril indica um cenário de acomodação, no qual os preços encontraram limites para avanços mais consistentes e também para novas baixas.

Em Nova Iorque, o contrato com vencimento em maio de 2026 recuou 2,4% no intervalo analisado, encerrando a 3.218 dólares por tonelada. Em Londres, o contrato equivalente também perdeu força, com queda de 2,1%, fechando a 2.420 libras por tonelada. As variações ocorreram dentro de uma faixa relativamente estreita, reforçando a leitura de que o mercado ainda busca uma direção mais clara no curto prazo.

A ausência de uma tendência definida sugere cautela entre os participantes, que observam tanto os limites para uma recuperação mais forte quanto os fatores que impedem quedas mais acentuadas. Esse comportamento mantém os preços em um período de maior equilíbrio, após fases de volatilidade mais intensa na commodity.

Apesar da acomodação recente, o cenário para a próxima safra segue cercado de atenção. Fragilidades financeiras no Oeste Africano podem gerar riscos produtivos relevantes, considerando a importância da região para a oferta global de cacau. Esse fator adiciona incerteza ao mercado, mesmo em um momento em que as cotações demonstram menor amplitude de oscilação.

Com isso, o desempenho recente dos contratos futuros reflete um ambiente de espera, no qual os agentes acompanham a evolução das condições financeiras e produtivas nos principais países produtores. A combinação entre preços ajustados e possíveis riscos à produção deve seguir no radar do mercado nas próximas semanas.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Colheita argentina avança com ritmos distintos


A colheita de grãos na Argentina avança em ritmo desigual, com ganhos de produtividade em algumas regiões e atrasos ainda relevantes frente à média histórica em parte das lavouras. Segundo a Bolsa de Cereais de Buenos Aires, a melhora nos rendimentos do girassol elevou a projeção de produção da cultura para 6,6 milhões de toneladas.

No caso da soja, a colheita alcança 18,3% dos 17,2 milhões de hectares, após avanço semanal de 8 pontos percentuais. O rendimento médio nacional está em 37 sacas por hectare. Embora os trabalhos tenham ganhado ritmo e estejam quase 4 pontos percentuais à frente da campanha anterior, ainda há atraso de 11 pontos em relação à média das últimas cinco safras.

A soja de primeira avança com fluidez nos dois núcleos produtivos. No Núcleo Norte, os rendimentos médios chegam a 39,6 sacas por hectare, enquanto no Núcleo Sul alcançam 40,5 sacas por hectare, ambos acima dos registros históricos. No Norte de La Pampa e Oeste de Buenos Aires, apesar das dificuldades de colheita por falta de piso, os resultados médios chegam a 41,4 sacas por hectare, favorecidos pelas chuvas acumuladas ao longo do ciclo. A soja de segunda tem 1,3% da área apta colhida, com 84% da superfície ainda em pé em condição normal a excelente. A projeção de produção foi mantida em 48,6 milhões de toneladas.

No milho, a colheita chegou a 28% da área apta, com avanço semanal de 1,5 ponto percentual e rendimento médio de 86,8 sacas por hectare. A melhora do clima permite a retomada gradual dos trabalhos, embora a prioridade dada à soja de primeira limite o ritmo. Os rendimentos estão em 100,5 sacas por hectare no Núcleo Norte e 95,4 no Núcleo Sul. A projeção segue em 61 milhões de toneladas.

Já o girassol atingiu 97% da área apta colhida, após avanço semanal de 5,7 pontos. Mesmo com grande variação nos rendimentos, os resultados médios ficaram acima dos observados anteriormente e também das expectativas informadas por produtores, especialmente no Sudeste de Buenos Aires, que reúne 19% da área semeada.

 





Source link

AgroNewsPolítica & AgroSafra

Petróleo cai 9% após o Irã declarar aberto o Estreito de Ormuz


Logotipo Reuters

Por Georgina McCartney

HOUSTON, 17 Abr (Reuters) – Os preços do petróleo caíram cerca de 9% nesta sexta-feira, depois que o Irã disse que a passagem de todos os navios comerciais pelo Estreito de Ormuz estava aberta durante o período restante do cessar-fogo e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que o Irã concordou em nunca mais fechar o estreito.

Os contratos futuros do petróleo Brent fecharam em queda de US$9,01, ou 9,07%, a US$90,38 por barril, depois de atingir uma mínima da sessão de US$86,09. Os contratos futuros do petróleo West Texas Intermediate  dos Estados Unidos fecharam em queda de US$10,48, ou 11,45%, a US$83,85 por barril, depois de registrar uma mínima de US$80,56.

Ambos os contratos registraram suas maiores quedas diárias desde 8 de abril.

Todos os navios podem navegar pelo Estreito de Ormuz, mas isso precisa ser coordenado com o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã, disse uma autoridade de alto escalão iraniano à Reuters, acrescentando que o descongelamento dos fundos iranianos fazia parte do acordo.

“Com o mercado agora desfazendo rapidamente o prêmio de risco extremo criado nas últimas duas semanas, o petróleo está voltando a precificar a normalização do fluxo real em vez do risco de interrupção”, disseram analistas da Gelber & Associates em uma nota.

Cerca de 20 navios foram vistos se deslocando do Golfo em direção à saída pelo Estreito de Ormuz, de acordo com dados de rastreamento de navios.

(Reportagem de Georgina McCartney em Houston, Robert Harvey, Ahmad Ghaddar, Shadia Nasralla e Seher Dareen em Londres, Helen Clark em Perth; edição de Louise Heavens, Kirsten Donovan, Nia Williams e Bill Berkrot)





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Estoques maiores reduzem pressão no arroz


O mercado de arroz atravessa um período de baixa fluidez, marcado por negócios pontuais e ausência de uma direção clara para os preços. A avaliação é de Sergio Cardoso, diretor de operações na Itaobi Representações, que aponta um cenário influenciado pelo câmbio, pelos estoques e pelo comportamento cauteloso dos agentes do setor.

Nas últimas semanas, o Brasil manteve exportações em volumes relevantes, indicando que ainda há espaço para o produto nacional no mercado externo. Esse fluxo, porém, já não exerce a mesma força observada em outros momentos, quando ajudava de forma mais efetiva a equilibrar a oferta no mercado interno e a dar sustentação às cotações.

No ambiente internacional, a produção global permanece muito próxima do consumo, enquanto os estoques aparecem ligeiramente mais elevados. Esse quadro reduz a percepção de escassez e limita movimentos mais fortes de alta. Nos Estados Unidos, a leitura segue a mesma linha, com produção estável, recuo nas exportações e aumento dos estoques, o que amplia a disponibilidade e diminui a pressão compradora.

No mercado brasileiro, o câmbio passou a ocupar papel central. Com o dólar próximo de R$ 5,00, o arroz nacional perde competitividade, e a exportação deixa de funcionar como canal eficiente de escoamento. Esse fator reduz a capacidade de sustentação dos preços, especialmente em um momento em que o mercado físico opera de forma travada.

O produtor segue retendo o produto, à espera de melhores condições, enquanto a indústria compra apenas o necessário, sem alongar posições. Com isso, as negociações ocorrem de maneira limitada, e o mercado perde referências mais consistentes. Embora os preços mostrem alguma recuperação no curto prazo, ainda acumulam queda relevante no ano, reforçando a percepção de que a sustentação atual está mais ligada à ausência de oferta do que a uma demanda aquecida.

Para os próximos movimentos, a atenção se concentra no comportamento do câmbio e em uma possível retomada da oferta pelos produtores. Até que alguma dessas variáveis mude, o cenário tende a exigir leitura cuidadosa, disciplina comercial e atenção ao momento das negociações.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

plantio de milho supera ritmo de 2025



Clima favorece avanço do milho



Foto: Pixabay

Segundo análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária, divulgada na segunda-feira (27) com base em dados do USDA, a semeadura de milho nos Estados Unidos atingiu 25% da área projetada até 26 de abril. No comparativo semanal, o avanço foi de 14 pontos percentuais, enquanto em relação ao mesmo período da safra passada o ritmo está 3 pontos percentuais acima.

O progresso é sustentado por condições climáticas favoráveis nas principais regiões produtoras. Entre 20 e 26 de abril, foram registrados volumes moderados de chuva, variando entre 0 e 50 milímetros. Estados com maior área cultivada, como Illinois, Iowa, Missouri e Nebraska, apresentaram avanços semanais de 16, 20, 17 e 18 pontos percentuais, respectivamente.

Para a próxima semana, a previsão indica volumes de precipitação entre 10 e 70 milímetros nos Estados Unidos, concentrados em estados como Texas, Mississippi, Oklahoma e Alabama, sem impacto relevante nas principais regiões produtoras. O avanço da semeadura reforça a expectativa de aumento da oferta no país, com potencial de pressão sobre os preços do milho.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Baldan e Amcham debatem recuperação de pastagens degradadas na Agrishow


Diante do desafio global de alimentar uma população que deve alcançar 10 bilhões de pessoas até 2030, o Brasil se consolida como protagonista na segurança alimentar mundial. Com potencial para expandir sua produção de forma limpa, sem a necessidade de derrubar novas áreas de floresta, o país aposta na recuperação de pastagens degradadas como caminho estratégico.

Diante deste cenário, o Comitê de Agronegócio da Amcham Brasil, em conjunto com a Baldan, promoveu um debate sobre o tema e trouxe como exemplo o projeto da empresa com a Embrapa sobre recuperação de pastagens degradadas e discutiu a viabilidade do aumento da produção de maneira sustentável, sem desmatar novas áreas.

A conversa realizada no Espaço Conhecimento, dentro do estande da companhia durante a Agrishow 2026, contou com a participação de Emerson Borghi, pesquisador da Embrapa e referência no assunto, além de lideranças e executivos do setor, em um painel conectado à realidade do produtor.

Segundo o pesquisador, no Brasil, a recuperação dessas terras é possível por meio da transformação das áreas em sistemas ILPF (Integração Lavoura-Pecuária-Floresta), que recupera a qualidade da forragem e aumenta o estoque de carbono no solo. Hoje, já são 17 milhões de hectares de pastagem que utilizam alguma modalidade de ILPF (Integração Lavoura-Pecuária-Floresta) e mais de 27 milhões com potencial de conversão. Os principais desafios, porém, estão relacionados à assistência técnica e à capacitação pecuarista.

“Essa transformação é muito benéfica, pois promove melhor aproveitamento dos recursos naturais e maior produtividade por área, reduzindo desperdícios. Em resumo, torna a propriedade mais sustentável, algo cada vez mais valorizado na pecuária. Hoje, o consumidor quer saber mais sobre a cadeia de rastreabilidade: não apenas se a carne é boa, mas o que o animal consumiu, como foi tratado e a quais insumos foi exposto”, afirma Borghi.

Com o objetivo de transformar conhecimento científico em soluções práticas para uma produção agropecuária sustentável e rentável, a Embrapa e a Baldan estabeleceram uma parceria para validar a Integração Lavoura-Pecuária (ILP) em sistema de plantio direto. A iniciativa promove boas práticas, conhecimento técnico e soluções que contribuem para o aumento da produtividade com o uso de maquinário de última geração. O acordo está alinhado ao Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradadas (PNCDP), que tem como meta restaurar 28 milhões de hectares de áreas com degradação intermediária a severa.

O Espaço Conhecimento da Baldan na Agrishow é um ambiente dedicado à troca de informações qualificadas e ao debate de temas estruturantes para o futuro do agronegócio brasileiro. É uma das diversas iniciativas da empresa na feira que reforçam o seu posicionamento como parceira estratégica do produtor rural.





Source link