domingo, julho 26, 2026

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Safra da uva 2026 tem 268 amostras analisadas pelo laboratório de referência da Agricultura


O Laboratório de Referência Enológica Evanir da Silva (Laren) da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) concluiu neste mês a microvinificação da safra de uva de 2026, com a análise de 268 amostras de 43 variedades coletadas em 40 municípios gaúchos. O trabalho técnico realizado durante a vindima gera dados estratégicos para a fiscalização, contribuindo para garantir a autenticidade dos vinhos e sucos de uva produzidos no Rio Grande do Sul.

As coletas foram realizadas entre janeiro e março, conforme o Plano Amostral do laboratório, e as amostras encaminhadas à cantina do Laren, em Caxias do Sul. Entre as variedades com maior número de coletas estão bordô, isabel e niágara branca. Os municípios com maior volume de amostras foram Bento Gonçalves, Pinto Bandeira e Flores da Cunha.

A microvinificação consiste na produção de pequenos lotes de vinho para avaliar variáveis qualitativas das uvas. O processo inclui retirada manual das bagas dos cachos, esmagamento, fermentação em pequena escala e análises físico-químicas e isotópicas.

Parâmetros de referência

Segundo a fiscal estadual agropecuária e responsável pelas microvinificações, Fernanda Varela Nascimento, os resultados integram um banco de dados histórico utilizado como referência para o setor há mais de duas décadas.

“O processo envolve a retirada manual das bagas do cacho, o esmagamento das uvas, a fermentação em pequena escala e análises físico-químicas e isotópicas. Os resultados alimentam um banco de dados utilizado há mais de duas décadas como referência para o setor”, explica Fernanda.

As análises mensuram parâmetros como teor de açúcar, acidez, densidade e outros indicadores que influenciam diretamente o perfil dos vinhos produzidos. As informações também subsidiam o monitoramento da safra e auxiliam na caracterização da identidade dos vinhos elaborados no Estado. “Nosso trabalho é verificar se o produto final está de acordo com os parâmetros da legislação”, resume.

Considerado estratégico para o ciclo produtivo, o trabalho do Laren contribui para a qualificação da produção vitivinícola gaúcha. A qualidade das uvas e a precisão das análises enológicas impactam o desempenho das vinícolas e a competitividade dos vinhos do Rio Grande do Sul nos mercados nacional e internacional.

Acervo histórico

Desde 2004, o Laren elabora anualmente vinhos genuínos por meio de microvinificações que compõem um banco de referência utilizado em análises isotópicas e cromatográficas. Atualmente, o acervo reúne milhares de garrafas armazenadas na cantina do laboratório.

O Laren também é o único laboratório do Brasil a realizar análises de água exógena no vinho, método que permite identificar a presença de água adicionada além da naturalmente existente na fruta.

O número de amostras coletadas a cada ano é definido com base na produção do ano anterior, considerando município e variedade. As coletas são realizadas por fiscais estaduais agropecuários em todas as regiões vitícolas do Rio Grande do Sul.





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Segredos do milho e da soja chamam atenção



A Sipcam Nichino apresenta no evento informações sobre os produtos Fiera® e Click® Pr


A Sipcam Nichino apresenta no evento informações sobre os produtos Fiera® e Click® Pro
A Sipcam Nichino apresenta no evento informações sobre os produtos Fiera® e Click® Pro – Foto: Agrolink

Tecnologias voltadas ao aumento da produtividade e ao manejo de pragas e plantas daninhas ganham destaque em um dos principais eventos do agronegócio brasileiro. A edição 2026 da Agrishow, realizada em Ribeirão Preto entre 27 de abril e 1º de maio, reúne empresas e produtores em torno de soluções para diferentes culturas.

A Sipcam Nichino apresenta no evento informações sobre os produtos Fiera® e Click® Pro, além de anunciar uma nova tecnologia voltada à soja. O inseticida Fiera®, recentemente lançado, introduz um novo conceito no controle da cigarrinha-do-milho, praga considerada uma das mais desafiadoras para o cereal tanto na safra de verão quanto na segunda safra.

De acordo com Marcelo Palazim, o manejo da fase ninfal da cigarrinha passou a ser central para interromper o ciclo da praga e garantir melhores resultados produtivos. O produto atua nessa fase e também interfere na fertilidade das fêmeas, reduzindo a postura e a eclosão de ovos.

No caso do herbicida Click® Pro, a empresa destaca a eficiência no controle de plantas daninhas de difícil manejo no milho. A solução combina terbutilazina e mesotriona, com ação pós-emergente e seletividade para a cultura, apresentando resultados consistentes no controle de folhas largas e gramíneas, inclusive espécies resistentes.

Durante a feira, a companhia também inicia o lançamento do herbicida Cervino® Gold, voltado à sojicultura. Segundo Palazim, o produto demonstrou desempenho superior em avaliações de campo no controle das principais plantas daninhas da cultura. “O sojicultor brasileiro passará a contar com uma solução consistente no manejo das plantas daninhas mais importantes da cultura. O novo herbicida superou seus competidores nas avaliações a campo”, antecipa Marcelo Palazim.

 





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XCMG apresenta na Agrishow nova geração de tratores para alta performance rural


Destaques para o protótipo funcional, de uma máquina conceito, XT864-5EBR – com motor Cummins, os modelos XT804-5D e o lançamento do trator de esteira D200H que, em conjunto com a ampla linha de equipamentos em exibição, como as escavadeiras, carregadeiras e retroescavadeiras, entre outros, integram o portfólio voltado ao desempenho e à eficiência do setor do agronegócio.

Na Agrishow 2026, considerada a principal vitrine de tecnologia para o agronegócio no País, realizada de 27 de abril a 1º de maio, em Ribeirão Preto, a XCMG Brasil apresenta ao público sua linha de equipamentos voltada ao campo. A participação da empresa reforça a estratégia de ampliar a presença no setor agrícola brasileiro, em resposta à demanda por soluções que elevem a produtividade e a eficiência das operações. Entre os destaques, no estande da empresa, estão:

O Trator Agrícola conceito XT864-5EBR – o primeiro da XCMG Brasil com motor Cummins no País – é a grande novidade que a multinacional chinesa expõe este ano na feira. Trata-se de uma máquina conceito, resultado de um projeto em desenvolvimento conjunto com a Cummins. O protótipo funcional atende uma das categorias de maior demanda do mercado brasileiro, posicionando-se na faixa de tratores de pequeno porte, com 80 cv de potência e motor mecânico. Com peso aproximado de 4.600 kg, o novo trator é ideal para enfrentar desafios exigentes no campo. Além disso, para o mesmo motor, tem-se a possibilidade de utilizar diferentes potências, até 110 cv. Sua tração 4×4 e transmissão com super redutor garantem máxima capacidade de operação em terrenos difíceis, proporcionando ao operador conforto e capacidade de manobra.

Trator XT804-5D – A linha XT804 de tratores traz mais potência e conforto aos agricultores do mercado nacional.  Com peso operacional de 4.500 kg, o XT804-5D é equipado com motor SC4H100.5G3, possui 73,5 kW (100 cv) de potência, situando-se entre os tratores mais equilibrados de sua categoria, com ênfase também para o novo sistema de admissão de ar, que contribui para melhor performance.

O trator de esteiras D200H PAT conta com potência de 206,5 hp, peso operacional de 18.440 kg e lâmina com largura de 3.345 mm. Foi desenvolvido para oferecer eficiência e facilidade de operação, mesmo em condições severas de trabalho. O modelo também é indicado para atividades como escavação, reaterro e movimentação de materiais em obras de rodovias, ferrovias, aeroportos, canais e projetos urbanos.

Elétricos: eficiência e menor impacto ambiental

Caminhão E7- 95T – Com potência máxima de 550kW/ ~750CV, é o caminhão elétrico mais potente do Brasil, modelo este desenvolvido para atender às demandas pesadas do transporte de insumos nos mercados agrícola e florestal, conferindo elevada capacidade com zero emissões. Com configuração 6×4 e capacidade máxima de tração (CMT) que ultrapassa 120.000kg, o E7-95T é indicado para aplicações 100% fora de estrada, rodoviário ou uso misto. Possui carregamento ultra-rápido, de 20 a 80% em até 55 minutos. Com robustez e alta performance, pode reduzir custos operacionais em até 60%.

Caminhão E3-10T – é uma solução voltada às leves operações logísticas do agronegócio que demandam agilidade, eficiência e menor impacto ambiental. Indicado para o transporte de insumos, hortifrúti e produção em curtas e médias distâncias, como entre propriedades, armazéns e centros de distribuição, o modelo atende às necessidades de uma cadeia cada vez mais orientada por sustentabilidade. De peso bruto total (PBT) de 10.000 kg e capacidade máxima de tração (CMT) equivalente, o modelo alia robustez e versatilidade para operações intensivas, tanto no campo como em áreas urbanas ligadas ao agro.  Com velocidade máxima de 90 km/h, o modelo possui motor elétrico de 270 cv, combinando transmissão automatizada (AMT) e proporcionando condução suave, menor custo de manutenção e eficiência energética.

Pá carregadeira XC968-EV – Com peso operacional de 18.800 kg e caçamba de 3,2 m³, o modelo garante elevada produtividade em diferentes aplicações. Equipada com dois motores de deslocamento de 160 hp cada e um motor hidráulico de 94 hp, a máquina possui potência total de 414 hp, proporcionando força, precisão e excelente resposta mesmo nas operações mais exigentes. A velocidade máxima é de até 36 km/h, contribuindo para maior agilidade nos deslocamentos e otimização dos ciclos de trabalho.

Empilhadeira XCB38-L5-C – Equipada com tecnologia de baterias de lítio e sistema Battery Management System (BMS), o modelo garante maior vida útil, eficiência energética e redução de custos operacionais. Conta com dois motores elétricos — 15 kW para deslocamento e 18 kW para elevação — que proporcionam operação ágil, silenciosa e confiável. Com capacidade de carga de 3.800 kg e altura de elevação de até 3.000 mm, o equipamento possui peso operacional de 5.600 kg, contribuindo para maior estabilidade durante o uso e a certificação IP67 oferece proteção contra poeira e água, permitindo atuação segura mesmo em ambientes mais severos.

 Ampla linha para melhor atender o setor

A XCMG Brasil aproveita o evento para exibir ao visitante especializado sua diversificada linha completa de equipamentos que contribuem para maior produtividade do agronegócio brasileiro. Entre eles, estão: as escavadeiras XE150 e XE225BR (média); mini escavadeiras XE55DA e XE27U; pás carregadeiras LW300KVII (média) e a compacta LW180KV; minicarregadeira XC7-SR08; retroescavadeira XC870BR-II; rolo compactador XS123PDBR; motoniveladora GR1905BR; empilhadeira média XCF706K; manipulador telescópico XT4018K; plataforma articulada XGA16E e o guindaste articulado MUNK 4600.





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LS Tractor eleva o nível tecnológico com o lançamento da nova série Plus PRO na Agrishow


Durante a feira, que acontecerá de 27 de abril a 01 de maio, em Ribeirão Preto/SP, a multinacional irá expor seu portfólio completo de tratores preparados para gerar mais eficiência, economia e precisão, principalmente na citricultura e cafeicultura

A agricultura moderna enfrenta uma série de desafios que exigem cada vez mais eficiência, planejamento e tecnologia no campo. Custos de produção elevados, escassez de mão de obra e a necessidade de aumentar a produtividade sem ampliar áreas cultivadas pressionam produtores de todos os portes. Nesse cenário, a mecanização se torna um fator fundamental, especialmente para agricultores familiares e propriedades que ainda operam com equipamentos antigos, muitas vezes limitados em desempenho e eficiência.

No cultivo de citros e café, por exemplo, esses desafios se intensificam. As particularidades das culturas quanto à relevo, espaçamento e a necessidade de operações mais precisas, exigem soluções específicas e adaptadas à realidade de cada produtor. Atenta a essa necessidade, a LS Tractor apresenta na Agrishow 2026, que acontecerá de 27 de abril a 01 de maio, em Ribeirão Preto/SP, sua linha completa de tratores desenvolvida para atender diferentes necessidades no campo, promovendo mais eficiência, economia e precisão.

Com o lançamento da nova série Plus PRO, a LS Tractor apresenta seus novos modelos de 80, 93 e 105 cv, que se destacam como uma solução completa para produtores das mais diferentes regiões do país e aplicações agrícolas que utilizam tratores nesta faixa de potência. Estes novos modelos entregam excelente torque e eficiência energética com menor consumo de combustível e sem sobrecarga. “Na prática, a motorização Perkins que equipa estes modelos, trabalha em uma faixa ideal de eficiência, sem sobrecarregar e sem esforço”, afirma o consultor de marketing da LS Tractor, Astor Kilpp.

Com transmissão LS 20×20, com reversor sincronizado e super redutor Creeper integrado, estes novos modelos ampliam a versatilidade no campo, possibilitando desde operações de alta precisão, como pulverizações, até atividades mais rápidas, sempre com ganho de produtividade e conforto operacional. “O super redutor integrado é um diferencial aos citricultores de alta performance, pois permite trabalhar em velocidades reduzidas com torque máximo. Já o reversor sincronizado elimina a perda de eficiência em manobras, maior agilidade para inverter a marcha, uma vantagem enorme em operações repetitivas entre as linhas de plantio”, explica o especialista.

Outro ponto forte destes novos equipamentos, segundo o especialista, é o foco em segurança e bem-estar do operador. Uma nova cabine original de fábrica vai entregar ainda mais conforto e o sistema de filtragem moderno cria um ambiente protegido contra defensivos agrícolas, significa segurança total para o operador, além de oferecer um excelente isolamento acústico e ergonomia operacional, reduzindo a fadiga em jornadas prolongadas.

Novas soluções

Melhorando o desempenho e a eficiência operacional, o novo modelo Plus 80 PRO se apresenta como uma opção equilibrada para médias propriedades, com potência no motor de 80 cv, traz economia e versatilidade com o novo sistema hidráulico que passa a oferecer em seu controle remoto uma das válvulas com ajuste de fluxo da vazão (0 à 50) litros/min. É mais performance em atividades agrícolas que exigem uma capacidade hidráulica robusta e com a tecnologia para atender implementos com acionamento por motor hidráulico, o modelo já é reconhecido pelo excelente custo-benefício e pela confiabilidade no dia a dia do campo, e a nova versão vem para confirmar a sua tecnologia.

Complementando a nova linha, o Plus 90 PRO e o Plus100 PRO atendem aqueles produtores que precisam de mais potência e capacidade operacional. O modelo Plus 100 PRO com 105 cv, é indicado para tarefas mais pesadas, entregando robustez e alto desempenho sem abrir mão da versatilidade e da eficiência que caracterizam a Série Plus PRO.

O novo protagonista na cafeicultura

O LS Tractor MT4.70 é um trator utilitário moderno que se destaca pela versatilidade, é considerado o SUV dos tratores, economia e alta eficiência operacional, especialmente na cafeicultura. Agora com potência de 70 cv com o novo motor LS de 4 cilindros, Turbo/Intercooler, com excelente torque em baixas rotações, o modelo oferece desempenho consistente nas atividades do dia a dia, mantendo baixo consumo de combustível.

Na prática, sua grande vantagem no café está na agilidade e precisão. O tamanho médio ideal aliado ao excelente raio de giro e à sua transmissão LS com 32 opções de marcha (incluindo super redutor), permite trabalhar com facilidade entre linhas de plantio do cafezal, realizar manobras rápidas e operar em velocidades ideais para tarefas como pulverização, adubação e manejo e limpeza do carreador.

Além disso, o novo sistema hidráulico eficiente oferece no controle remoto uma válvula com ajuste de fluxo (0 à 35 litros/min.), as diversas opções de rotação na TDP ampliam sua capacidade de uso com diferentes implementos, tornando-o um equipamento extremamente funcional dentro da propriedade. A possibilidade de versão com cabine original de fábrica com alto padrão de conforto e segurança operacional, também agrega ao operador uma melhor qualidade de vida, reduzindo a sua fadiga durante longas jornadas. “O MT4.70 é uma opção única no mercado, por combinar agilidade, conforto e capacidade de trabalho em diferentes operações”, diz o consultor.

Mais agilidade nos cafezais 

Quando a prioridade é agilidade nas operações em áreas com tráfego restrito e plantio adensado do café, onde as dificuldades nas manobras interferem nos custos operacionais, o modelo LS Tractor R65 se destaca como uma excelente escolha. Compacto e fácil de operar ideal para tarefas que não exigem alta potência, este modelo alia eficiência, agilidade, economia de combustível e desempenho na medida certa. 

Com estrutura leve, transmissão LS 32×16 e TDP com cinco opções de rotação, o R65, equipado com motor LS diesel de 4 cilindros de 65cv, entrega uma ótima relação custo-benefício para as atividades rotineiras da cafeicultura. Isso permite manter a operação produtiva sem sobrecarregar o equipamento, garantindo economia ao longo da safra.

Já para operações de colheita e pós-colheita, o R65 se mostra eficiente no reboque de carretas e no transporte do café dentro da propriedade. “Outro fator determinante é em relação ao combustível que pode apresentar até 25% de economia em comparação a tratores convencionais da mesma categoria. Isso graças à eficiência da transmissão e à maior disponibilidade de marchas são 28 opções dentro da principal faixa de operação (0 à 12km/h)”, detalha Kilpp.

Condições especiais durante a feira

Para os produtores que pretendem investir em mecanização durante a Agrishow, a LS Tractor prepara um pacote de condições comerciais atrativas. Segundo Felippe Vieira, diretor comercial da companhia, um dos destaques é o Consórcio LS Tractor, que vem se consolidando como uma alternativa estratégica ao financiamento tradicional, além de contribuir para o planejamento financeiro do produtor. “Com o consórcio, é possível adquirir equipamentos sem juros, com prazo de até 120 meses, sem taxa de adesão e sem comprometer o crédito bancário, além de contar com flexibilidade nos lances. Isso amplia o acesso às nossas tecnologias no campo”, explica o executivo.

Além disso, a marca disponibiliza outras modalidades exclusivas para a feira:

Usado Vale Mais – Na troca de um trator LS usado por um modelo novo, o equipamento seminovo recebe valorização especial durante a feira.

Financiamento Cafeeiro – Condição com até 90% de financiamento, vencimento em 30/09/2026 e carência zero, válida para os modelos G40, J25, R50, R65, MT2, MT4, MT7, P80, P90 e P100.

Financiamento Taxa Zero – Opção com prazo de 12 meses e pagamentos semestrais, ou planos com pagamentos anuais: 24 meses (6,50%), 36 meses (8,50%) e 60 meses (10,50%), todos com até 90% financiado. “Também teremos tratores com bônus de fábrica, reunindo algumas das melhores condições comerciais do ano. É uma oportunidade única para o produtor renovar ou ampliar sua frota”, finaliza Vieira.

Sobre a LS Tractor

A LS Tractor é a marca de tratores da sul-coreana LS Mtron, integrante do LS Group – o 13º maior grupo empresarial da Coreia do Sul, com presença global, mais de 21 mil colaboradores e vendas anuais acima de 30 bilhões de dólares. Presente no Brasil desde 2013, com fábrica em Garuva (SC), a empresa atua no setor de máquinas agrícolas com uma linha de tratores voltada a diferentes perfis de produtores. Com 84 concessionárias em território nacional, a LS Tractor tem ampliado sua presença no mercado brasileiro por meio de estratégias baseadas nos dados de mercado, expansão da rede com foco na proximidade com os clientes e desenvolvimento de novas tecnologias em transmissão para atender as demandas do campo.





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Apesar de forte queda do petróleo por Ormuz, soja e milho fecham 6ª feira…


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Após o movimento intenso e dramático das commodities agrícolas logo na sequência da notícia da reabertura do estreito de Ormuz pelo Irã, os ânimos se acalmaram e os futuros da soja e do milho fecharam o pregão desta sexta-feira (17) com estabilidade na Bolsa de Chicago. Farelo e óleo terminaram o dia no vermelho, porém, com perdas também menos intensas do que aquelas registradas mais cedo. 

E os pequenos ganhos na soja e no milho se deram mesmo com o petróleo terminando o dia com baixas de mais de 10% no WTI e de 8% no brent, com os barris de ambos abaixo dos US$ 90,00. Depois das informações – que ainda carregam fragilidade e incerteza – o WTI chegou a perder mais de 14% na Bolsa de Nova York. 

O trigo, por sua vez, manteve-se em campo negativo e terminou o dia com perdas de mais de 7 pontos nos principais vencimentos. 

A sexta-feira vai terminando, portanto, com a notícia de que o estreito foi reaberto, porém, ao mesmo tempo com a informação de que os EUA manterão sua força naval na região até que um acordo firme, definitivo e consistente seja alinhado. Do mesmo modo, em uma entrevista ao canal CBS dos EUA, o presidente Donald Trump afirmou que neste final de semana as negociações continuarão entre as duas nações. 

Além disso, o noticiário internacional traz ainda que o Irã já ameaçou fechar novamente o estreito de Ormuz caso os EUA não desfaça o bloqueio e que navios que precisem passar pela rota terão de possuir uma autorização da Guarda Revolucionária do Irã. 

E assim, o mundo vive mais um daqueles momentos em que há mais perguntas do que respostas. Porém, até que elas cheguem, a volatilidade se mantém  e os mercados continuam trabalhando no modo especulativo e gerando impactos generalizados com o observado nesta última sessão da semana. 

As principais bolsas em todo o mundo terminaram o dia em alta, o dólar index cedeu levemente e o dólar comercial frente ao real terminou o dia em queda, com R$ 4,98. Mais cedo, porém, a divisa chegou a testar os R$ 4,96. 

COMPLEXO SOJA

Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago concluíram o pregão com pequenas altas de 0,50 a 3,50 pontos nos principais vencimentos, levando o maio a US$ 11,67 e o julho a US$ 11,83 por bushel. 

O óleo de soja, que perdeu quase 3% durante a sessão, amenizou o recuo e fechou a sexta-feira com baixas de pouco mais de 1% nos contratos mais negociados. O vencimento julho, assim, fica em 67,84 por libra-peso. Entre os futuros do farel, baixas de pouco mais de 0,3%. 

O complexo soja sentiu forte a pressão do petróleo – motivada pelo cenário externo da geopolítica – porém, também divide a energia com seus fundamentos. No radar, estão o clima nos EUA, o avanço do plantio – que será atualizado pelo USDA na segunda-feira – e as expectativas crescentes para a reunião entre Trump e Xi Jinping que acontece em maio, em Pequim. 

MILHO 

O milho negociado na Bolsa de Chicago também teve um dia de forte volatilidade, mas o fechamento foi de tímidas oscilações, do lado positivo da tabela. Mesmo com a queda do trigo, os futuros do cereal respiraram, também de olho em seus fundamentos. 

Os traders acompanham não só a semeadura do milho nos Estados Unidos – que até aqui se desenvolve bem e conta com condições climáticas favoráveis – mas também à safrinha do Brasil. 

“Falando em clima no Brasil, preocupações com a irregularidade no padrão de chuvas, clima seco e mais quente para os próximos dias começam a ganhar força em relação ao milho safrinha em 2026”, afirma a equipe de análises da Agrinvest Commodities.

Na B3, as cotações recuaram e terminaram o dia em queda nesta sexta-feira. As perdas nos principais vencimentos foram de 0,3% a 0,4% nos principais vencimentos, levando o maio a terminar a semana com R$ 65,70 e o julho com R$ 66,82 por saca. 

“O milho B3 finaliza a sexta-feira com queda de quase 4,5% no acumulado da semana no maio/26. Apesar das preocupações com o clima para a safrinha pelas próximas semanas, a pressão de estoques maiores e a entrada da colheita da safra de verão mantêm os compradores em uma postura de maior pressão”, complementa a Agrinvest Commodities. 

 





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Crise no agro exige reação urgente e nova securitização


A crise no agro brasileiro, marcada por custos elevados, eventos climáticos extremos e juros altos, tem pressionado produtores e ampliado o risco de inadimplência no setor. O cenário, analisado por Maurício Buffon, presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Soja – Aprosoja Brasil, reacende o debate sobre a necessidade de uma nova securitização para garantir a continuidade da produção e evitar impactos na economia nacional.

O agronegócio brasileiro atravessa um dos momentos mais delicados das últimas décadas. No artigo “O Agro Brasileiro no limiar de uma nova securitização”, Buffon avalia que o setor vive uma “tempestade perfeita”, formada pela combinação de fatores econômicos e climáticos.

Segundo ele, a pandemia de Covid-19 e os conflitos geopolíticos elevaram significativamente os custos de produção, especialmente dos fertilizantes — insumo no qual o Brasil depende mais de 90% de importações. Ao mesmo tempo, secas e inundações em regiões como Rio Grande do Sul e Centro-Oeste comprometeram safras e reduziram margens de lucro.

O reflexo direto desse cenário é o avanço do endividamento rural. Com juros reais em níveis elevados e inflação de custos persistente, muitos produtores passaram a enfrentar dificuldades para honrar compromissos financeiros. Buffon destaca que os pedidos de Recuperação Judicial (RJ) no campo cresceram mais de 500% em 2023 em relação ao ano anterior. Para o dirigente, esse avanço da inadimplência deixou de ser um risco pontual e passou a representar uma ameaça sistêmica ao agronegócio e à economia brasileira.

Outro ponto crítico está na estrutura atual de crédito rural. Na avaliação de Buffon, o modelo vigente prioriza garantias para as instituições financeiras, em detrimento da proteção ao produtor. Sem mudanças estruturais, o financiamento da próxima safra já apresenta sinais de desaceleração, o que pode comprometer o setor responsável por grande parte da geração de riqueza e divisas do país.

Nova securitização ganha força no debate

Diante desse cenário, ganha força a defesa de uma solução mais ampla. A proposta vai além de prorrogações pontuais e aponta para um programa estruturado de renegociação de dívidas. Buffon observa que a mobilização da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e do Instituto Pensar Agro (IPA) indica que o tema deve ganhar prioridade legislativa em 2026.

O Projeto de Lei 5122 aparece como peça central dessa estratégia, com potencial de criar uma nova arquitetura de crédito e seguro rural, ampliando a segurança jurídica para os produtores.

A crise atual coloca em xeque a capacidade do Brasil de manter sua posição como protagonista global na produção de alimentos e energia limpa. Na análise de Buffon, a aprovação de medidas estruturantes pode não apenas aliviar o endividamento, mas também permitir que produtores retomem investimentos em produtividade e inovação.

 





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Santa Catarina bate recorde em exportação de carnes


Santa Catarina alcançou no primeiro trimestre de 2026 o melhor resultado da série histórica nas exportações de carnes, considerando tanto receita quanto volume. De janeiro a março, o estado embarcou 518,4 mil toneladas, com faturamento de US$ 1,17 bilhão, o que representa crescimento de 4% em quantidade e de 9,6% em receita na comparação com o mesmo período de 2025.

Os dados foram divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e organizados pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa), que acompanham o desempenho do setor.

A carne suína foi o principal destaque do período. O estado exportou 182,4 mil toneladas, com receita de US$ 454,3 milhões, avanços de 4% em volume e 7,5% em faturamento. O resultado também representa o melhor desempenho da série histórica para o trimestre.

O Japão liderou os destinos da carne suína catarinense, respondendo por 31,7% da receita total, seguido por Filipinas e China. O mercado japonês registrou expansão significativa, com aumento de 59,8% no volume exportado e de 53,7% na receita, impulsionado pela demanda asiática. No cenário nacional, Santa Catarina concentrou 47,8% do volume e 50,1% das receitas das exportações brasileiras de carne suína no período.

As exportações de carne de frango também apresentaram crescimento. Foram embarcadas 316,7 mil toneladas, com faturamento de US$ 664,3 milhões, altas de 3,2% em volume e 7,7% em receita. O resultado configura o maior faturamento da série histórica e o segundo maior volume já registrado para o trimestre.

Apesar do desempenho geral positivo, houve recuo nos embarques para o Oriente Médio em março. Segundo o analista da Epagri/Cepa, Alexandre Giehl, “A retração reflete tensões geopolíticas na região, que têm provocado atrasos logísticos e aumento de custos”. Ainda de acordo com ele, o crescimento das exportações para mercados como Japão, China e Chile compensou a queda registrada naquele destino.

No consolidado nacional, Santa Catarina respondeu por 24,5% da receita e 22,3% do volume das exportações brasileiras de carne de frango no trimestre, mantendo posição relevante no setor.





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Colheita do feijão avança e confirma estimativas


A colheita do feijão da primeira safra no Rio Grande do Sul está em fase de encerramento, sem maiores restrições operacionais, conforme o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (23). Na maior parte das regiões produtoras, os rendimentos ficaram próximos das expectativas iniciais, embora haja variações conforme o sistema de cultivo e as condições hídricas.

Na região dos Campos de Cima da Serra, onde se concentra a maior produção estadual, os trabalhos estão praticamente concluídos, restando apenas áreas pontuais com cultivares tardias. A produtividade média regional não deve ultrapassar 1.200 kg por hectare, abaixo do esperado. Em áreas irrigadas, os rendimentos chegaram a 2.800 kg por hectare, enquanto nas lavouras de sequeiro variaram entre 900 e 1.200 kg por hectare, evidenciando o impacto das condições de umidade sobre o resultado final. A estimativa estadual de produtividade é de 1.781 kg por hectare, segundo a Emater. A área cultivada com feijão de primeira safra no estado está estimada em 23.029 hectares.

Para a segunda safra, as lavouras se encontram majoritariamente em fase reprodutiva avançada, com enchimento de grãos e início de maturação, e apenas uma pequena parcela já foi colhida. O desenvolvimento da cultura tem sido favorecido pela disponibilidade de água no solo e pelas temperaturas amenas, o que mantém o potencial produtivo.

De acordo com a Emater/RS-Ascar, “As plantas apresentam desenvolvimento vegetativo e reprodutivo satisfatórios, além de formação de vagens e enchimento de grãos ideais, mantendo o bom potencial produtivo”. A colheita ocorre de forma gradual, acompanhando a distribuição das fases das lavouras, sem variações expressivas de produtividade entre as áreas.

No aspecto fitossanitário, as lavouras apresentam condições adequadas na maior parte das regiões, com baixa incidência de pragas e doenças. Ainda assim, a elevada umidade relativa do ar aumenta o risco de doenças fúngicas, o que exige monitoramento contínuo. A projeção para a segunda safra é de área de 11.690 hectares e produtividade média de 1.401 kg por hectare.

Na região de Ijuí, a cultura se aproxima da maturação, com predominância da fase de enchimento de grãos, representando 64% das lavouras. Cerca de 14% das áreas estão maduras e 5% já foram colhidas. Em Santa Maria, a colheita atinge aproximadamente 30% da área, com produtividade confirmando o potencial projetado.

Na região de Soledade, as lavouras apresentam desenvolvimento dentro do esperado, embora a alta umidade tenha aumentado a pressão de doenças, com destaque para a antracnose. As áreas se distribuem entre fases de enchimento de grãos, florescimento, maturação e vegetativa, mantendo o potencial produtivo ao longo do ciclo.





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AgroNewsPolítica & Agro

Geopolítica e energia moldam o cenário das commodities


O mercado global de commodities agrícolas inicia o segundo trimestre de 2026 em um ambiente de possível alívio, após meses de forte volatilidade. Informações divulgadas pela Hedgepoint Global Markets indicam que a redução das tensões geopolíticas pode favorecer cortes de juros, embora clima, energia e oferta ainda mantenham o setor em alerta.

O primeiro trimestre foi marcado pela intensificação do conflito entre Estados Unidos e Irã, que afetou diretamente o complexo de energia, a inflação, o dólar e as condições financeiras globais, conforme análise da Hedgepoint Global Markets.

Para o segundo trimestre, a consultoria aponta que um eventual cessar-fogo pode reduzir as tensões no curto prazo, contribuir para a queda do petróleo e melhorar o apetite por risco. Esse cenário abriria espaço para cortes nas taxas de juros, mas os efeitos inflacionários do choque energético ainda exigem cautela dos bancos centrais.

No açúcar, o ambiente segue pressionado pelo excesso de oferta. Ainda assim, o mercado encontra algum suporte no complexo energético, por causa da relação com o etanol e da definição do mix produtivo no Brasil. A Hedgepoint também avalia que o café mantém viés baixista nos fundamentos, diante da expectativa de uma safra robusta no Brasil. Por outro lado, custos elevados, dificuldades logísticas e a estrutura do mercado limitam correções mais intensas. No cacau, os preços passam por ajustes diante da expectativa de excedente e de uma demanda mais fraca.

Grãos respondem a biocombustíveis e tensão global

Entre os grãos, a soja encontrou sustentação na perspectiva de maior demanda nos Estados Unidos, impulsionada pelo avanço da mistura de biocombustíveis. A eclosão do conflito no Oriente Médio reforçou esse movimento, ao valorizar o óleo de soja.

Já o milho operou de forma lateral durante boa parte do primeiro trimestre, em meio ao equilíbrio entre ampla oferta e forte demanda por exportações norte-americanas. A partir de março, porém, o setor de energia, especialmente o etanol, deu novo fôlego às cotações.

No trigo, as preocupações com a qualidade da safra de inverno dos Estados Unidos e a possível redução da área plantada em 2026/27 sustentaram os preços em Chicago. A leitura foi reforçada pelo início do conflito no Oriente Médio.

Clima ganha força como vetor dos preços agrícolas

A Hedgepoint destaca que o clima deve assumir papel central no segundo trimestre. Modelos climáticos indicam o fim do La Niña e maior probabilidade de formação de um El Niño entre maio e julho.

Esse fenômeno pode alterar padrões climáticos globais e aumentar o risco de seca, chuvas excessivas e ondas de calor em regiões produtoras importantes. O impacto pode chegar diretamente à produtividade e aos preços agrícolas.

Energia mantém canal de volatilidade aberto

A análise da Hedgepoint mostra que o mercado de energia continuará exercendo influência relevante sobre as commodities. No primeiro trimestre, riscos geopolíticos, inclusive sobre infraestrutura e rotas estratégicas, sustentaram preços elevados e maior volatilidade.

Mesmo com expectativa de alívio parcial, a permanência de riscos geopolíticos e logísticos mantém o complexo energético como um dos principais canais de transmissão de instabilidade para as commodities.

Cenário exige atenção do produtor e do mercado

O segundo trimestre começa com sinais de melhora no ambiente global, mas ainda sem afastar os riscos. Para produtores, tradings e agentes financeiros, clima, energia e geopolítica seguem como variáveis decisivas na formação dos preços agrícolas.

 





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AgroNewsPolítica & Agro

Embrapa Soja prorroga até 30 de abril envio de trabalhos para a 40ª Reunião de Pesquisa de Soja



A expectativa da organização é receber cerca de 500 participantes



Foto: Nadia Borges

A submissão de trabalhos científicos para a 40ª edição da Reunião de Pesquisa de Soja (RPS) foi prorrogada até o dia 30 de abril. Promovido pela Embrapa Soja, o evento será realizado nos dias 10 e 11 de junho, em Londrina (PR), e vai reunir pesquisadores, técnicos, consultores, estudantes e profissionais ligados à cadeia produtiva da soja. Segundo a organização, os trabalhos devem ser enviados na forma de resumos e serão publicados na versão on-line dos Resumos Expandidos da reunião.

A prorrogação abre uma nova janela para que instituições públicas e privadas ampliem sua participação em um dos fóruns técnicos mais tradicionais da sojicultura brasileira. A expectativa da organização é receber cerca de 500 participantes, com foco na troca de conhecimento, atualização profissional e construção de estratégias voltadas à sustentabilidade e à competitividade da cultura.

Com caráter técnico-científico, a RPS chega à 40ª edição mantendo o papel de discutir os principais avanços, desafios e inovações que impactam a cadeia da soja no Brasil. A reunião também busca fortalecer a integração entre pesquisa, extensão e setor produtivo, além de impulsionar ações de transferência de tecnologia em um momento em que a oleaginosa segue no centro das discussões sobre produtividade, sanidade, manejo e sustentabilidade.

Ao ampliar o prazo, a comissão científica tenta estimular a adesão de novos estudos e experiências regionais, enriquecendo o debate técnico previsto para junho em Londrina. Na prática, isso significa mais espaço para apresentação de resultados de pesquisa, validação de tecnologias e compartilhamento de soluções voltadas ao campo, em uma cultura estratégica para o agronegócio nacional.

Serviço

40ª Reunião de Pesquisa de Soja (RPS)

Data: 10 e 11 de junho de 2026

Local: Londrina (PR)

Submissão de trabalhos: até 30 de abril

Inscrições e informações: site oficial da RPS.

 





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