quinta-feira, março 19, 2026

Política & Agro

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Safra de grãos na Argentina mostra bons indicadores


A área projetada para o girassol na Argentina atingiu 2,7 milhões de hectares, impulsionada por uma maior intenção de semeadura no sul agrícola do país. Segundo a Bolsa de Cereais de Buenos Aires (BCBA), 32,4% dessa área já foi implantada, registrando avanço intersemanal de 1,4 ponto percentual e mantendo adiantamento em relação à média dos últimos cinco ciclos e ao ciclo anterior, de 12,3 e 22,1 pontos percentuais, respectivamente. As últimas precipitações favoreceram principalmente o oeste agrícola, incluindo San Luis, centro e sul de Córdoba, além do norte e leste de La Pampa, enquanto regiões do centro-oeste de Buenos Aires e sul de Santa Fé enfrentam excesso hídrico, o que poderá atrasar o início das atividades.

Na cultura do milho, o plantio avançou 7,4 pontos percentuais na última semana, atingindo 19,8% das 7,8 milhões de hectares estimadas para a safra. A boa umidade do solo tem permitido cumprir o cronograma de semeadura antecipada, refletindo avanço interanual de 7 pontos percentuais. No entanto, em áreas do oeste, centro e nordeste de Buenos Aires, a falta de condições de piso e estradas em mau estado tem retardado o ritmo de plantio, enquanto regiões como o centro de Santa Fé e Entre Ríos observam boa resposta à fertilização em lotes já entre V2 e V4.

O trigo também se beneficia das recentes chuvas, com impacto positivo sobre a lavoura. Embora não haja áreas sob condições de restrição hídrica, a umidade é considerada oportuna, especialmente com o aumento das temperaturas, e cerca de 80% do cereal já se encontra em estádio de encanação ou além. As aplicações de defensivos continuam para controle de doenças fúngicas e pragas, enquanto os rendimentos estimados seguem aumentando, aproximando-se dos máximos históricos. Colaboradores do NOA já relatam os primeiros lotes colhidos, com produtividade em torno de 10 qq/ha, alinhada às projeções atuais.

Quanto à cevada, após as chuvas, 88% da área cultivada apresenta condição hídrica adequada ou ótima, e quase 90% das lavouras mantêm estado de cultivo bom ou excelente, em linha com relatórios anteriores. Atualmente, 13% dos lotes iniciaram a espigação e 1% a floração, principalmente nos núcleos norte e sul. No sul de Buenos Aires, a elevada umidade favoreceu a ocorrência de doenças como a “mancha em rede”, intensificando as aplicações de fungicidas. Apesar disso, com 60% das áreas em encanação, 75% dos lotes nos principais núcleos cebadeiros do sul mantêm condição boa ou excelente, sustentada por níveis ótimos de umidade do solo.

 





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Federarroz orienta produtores a repensar área de plantio


A redução da área plantada surge como a principal alternativa para o arroz irrigado enfrentar a próxima safra, segundo informações divulgadas pela Federarroz. O alerta foi reforçado em palestra online nesta quinta-feira (2/10), conduzida pelo presidente da entidade, Denis Nunes, com análise do economista-chefe da Farsul, Antonio da Luz.

O cenário global do arroz é de alerta, com forte pressão da Índia no mercado internacional, estoques elevados e instabilidades econômicas. Durante a palestra “Contexto da Safra de arroz 2025/2026”, Denis Nunes destacou os principais desafios que impactam o setor: variação cambial, juros elevados, instabilidade nos EUA e o crescimento da produção em países asiáticos e norte-americanos.

Segundo a Federarroz, para mitigar os impactos, os produtores devem considerar alternativas como diversificação com pecuária e outras culturas, renegociação de arrendamentos, fortalecimento de associações e aumento das exportações. A principal recomendação prática, no entanto, é a redução da área plantada, ajustada à realidade de cada propriedade, para equilibrar os estoques e evitar queda nos preços internos.

“O choque de realidade é necessário para que tomemos atitudes. São medidas dolorosas, mas que podem evitar o pior cenário”, afirmou Denis Nunes.

Antonio da Luz, economista-chefe da Farsul, foi enfático: “Estamos nos aproximando de um iceberg. Precisamos manobrar agora para evitar a colisão”. Para ele, a recomendação da Conab de ampliar a área semeada é “irresponsável”, considerando os altos estoques e a baixa demanda. “Se isso ocorrer, o preço ao produtor vai desabar”, advertiu.

Entre os fatores que acentuam a preocupação estão a queda de renda da população, o crédito mais restrito e a dificuldade de inserção competitiva do arroz brasileiro no mercado internacional frente a países como Índia, China e Estados Unidos. “Todos os indicadores nos levam à redução da área plantada como única alternativa para ajustar oferta e demanda”, concluiu Da Luz.

Além das ações no campo, a Federarroz também propõe mobilização política. Entre as demandas ao governo federal estão o reforço na fiscalização de importações com riscos fitossanitários, subvenções para comercialização e aumento do preço mínimo do arroz. Já ao governo estadual, a entidade pede o uso da taxa CDO para auxiliar produtores afetados por enchentes, equiparação do ICMS com outros estados e incentivo ao consumo interno do grão.

 





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Brasil mantém liderança na exportação de celulose



A logística também contribui para a competitividade


A logística também contribui para a competitividade
A logística também contribui para a competitividade – Foto: Canva

Os Estados Unidos continuam estruturalmente dependentes das importações de celulose, com a celulose de mercado representando 11% da demanda total em 2024. Segundo análise do Rabobank, o Brasil domina o fornecimento de celulose de fibra curta aos EUA, com participação de 82%, apoiado por baixos custos, eucaliptos de rápido crescimento e fábricas integradas em larga escala. A previsão é que a produção brasileira de fibra curta continue crescendo, impulsionada por novos projetos e expansões planejadas até 2029.

A diferença de preço entre a celulose de fibra longa produzida nos EUA e a brasileira de fibra curta se ampliou para USD 250 a USD 300 por tonelada métrica. Avanços tecnológicos, como o uso de processos enzimáticos e refino mecânico de baixa intensidade, permitem substituir a fibra curta em papéis tissue e embalagens sem comprometer o desempenho, aumentando a competitividade brasileira.

No comércio internacional, a celulose da União Europeia enfrenta tarifa de 15% nos EUA, enquanto a brasileira é tributada a 10% e se beneficia de câmbio favorável e frete competitivo. Esse conjunto garante forte vantagem de custo posto em destino, reforçando a atratividade da celulose brasileira frente a concorrentes globais.

A logística também contribui para a competitividade. A expansão portuária na Costa Leste dos EUA e a proximidade com fábricas consumidoras de fibra virgem no sudeste norte-americano reduzem gargalos no transporte marítimo, facilitando o escoamento. Além disso, a redução das importações chinesas, devido ao aumento da produção doméstica e à desaceleração econômica, amplia oportunidades para a celulose brasileira.

 





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Soja tem ganho de até 13% com polinização de abelhas



Estudo confirma impacto das abelhas na sojicultura



Foto: Pixabay

O dia 3 de outubro marca a data nacional das abelhas, insetos reconhecidos como fundamentais para o equilíbrio dos ecossistemas. Responsáveis pela polinização de cerca de 90% das plantas com flores do planeta, segundo a Embrapa, elas exercem papel que vai além da produção de mel, com impacto direto na produtividade agrícola.

Nas lavouras brasileiras, essa contribuição tem sido confirmada por pesquisas. A soja, embora não seja uma planta melífera clássica, mostrou ganhos expressivos quando cultivada em áreas com presença de abelhas. Um estudo conduzido pela BASF Soluções para Agricultura, em parceria com a Embrapa e o Senar, apontou aumento de até 13% na produtividade.

A partir dessa iniciativa, foi validado um protocolo de Boas Práticas Agrícolas e Apícolas, que orienta a integração entre agricultores e apicultores. Como resultado, foi elaborada a cartilha gratuita “Boas práticas para integração entre apicultura e sojicultura”, com recomendações sobre comunicação entre produtores, manejo de colmeias e atenção aos horários de aplicação de defensivos. O objetivo é promover uma convivência adequada entre as atividades.

Os resultados práticos também foram observados por apicultores. O gaúcho Aldo Machado relatou ganhos acima da média nacional em seus apiários instalados próximos às plantações de soja. “Nós tivemos apiários que deram mais de 50kg só na soja, o que representa duas vezes a média nacional. E é um mel de qualidade, de difícil cristalização, bem aromático e claro. Ou seja, um mel excelente para mesa”, afirmou. Para ele, o diálogo entre agricultores e apicultores e o manejo adequado dos defensivos resultam em benefícios para todos. “É um negócio perfeito. Esse ano estou direcionando as abelhas mais para soja do que para o eucalipto”, acrescentou.

A empresa destaca que os aprendizados obtidos servirão como base para novos projetos. “Além de manter o foco na conservação dos polinizadores, queremos ampliar nosso impacto com iniciativas educacionais que fortaleçam a conscientização ambiental nas comunidades agrícolas”, disse Camila Leonelli, gerente sênior de Estratégia de Sustentabilidade da empresa.





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Mercado da soja opera em meio a incertezas


De acordo com dados divulgados pela Hedgepoint Global Markets, setembro foi marcado por movimentos relevantes no cenário internacional da soja e de óleos vegetais. A redução de 0,25 ponto percentual na taxa de juros dos Estados Unidos reforçou a percepção de início de um ciclo de afrouxamento monetário, em resposta ao desaquecimento da economia. Esse corte reduziu o diferencial de juros frente ao Brasil, valorizou o real e trouxe impactos à competitividade do agronegócio no comércio externo.

No mercado global, a ausência de acordo comercial entre Estados Unidos e China mantém tarifas sobre produtos agrícolas americanos, o que reduz a atratividade da soja norte-americana. Essa lacuna tem sido preenchida pelo Brasil, e também pela Argentina, que ganhou espaço com estímulos fiscais recentes.

No campo climático, a transição para o fenômeno La Niña surge como fator de risco. O padrão pode provocar seca no sul do Brasil e da Argentina entre outubro e dezembro, aumentando a volatilidade no chamado mercado climático da América do Sul.

Segundo as informações, o setor de soja opera em meio a incertezas. Entre os fatores de sustentação estão a demanda por biocombustíveis e a menor safra nos Estados Unidos. Por outro lado, a pressão vem de estoques elevados na China e da ampla oferta na América do Sul.

A China mantém estoques de 43 a 44 milhões de toneladas, suficientes para quase três meses de consumo interno. A expectativa é de importações de 106,5 milhões de toneladas na temporada 2024/25 e 112 milhões em 2025/26. O Brasil segue como principal fornecedor, enquanto os Estados Unidos perdem espaço devido às tarifas e a Argentina aproveita sua vantagem fiscal temporária.

Nos Estados Unidos, a safra 2025/26 deve alcançar 117 milhões de toneladas, abaixo do ciclo anterior, diante da redução da área plantada. A colheita avança em ritmo normal, mas as condições de lavouras têm piorado. As exportações seguem lentas, pressionadas pela ausência da China, enquanto o consumo interno de óleo de soja para biocombustíveis se fortalece.

O Brasil consolidou a liderança no mercado internacional, com estimativa de produção de 171,6 milhões de toneladas em 2024/25 e projeção de 178 milhões para 2025/26. As exportações devem alcançar 109 milhões de toneladas nesta temporada e 112 milhões no próximo ciclo. A política de biocombustíveis, com a mistura B15 em vigor, sustenta parte da demanda doméstica, mas as margens de esmagamento recuaram.

Na Argentina, a produção de soja em 2025/26 está estimada em 48,5 milhões de toneladas, abaixo do ciclo anterior. O país ganhou espaço nas exportações com o corte temporário de impostos, registrando volumes atípicos de vendas no curto período de isenção. A perspectiva é de expansão no esmagamento e manutenção da liderança no mercado de farelo e derivados.

No setor de óleo de palma, Indonésia e Malásia projetam crescimento da produção em 2025/26. As exportações da Indonésia devem atingir 24 milhões de toneladas, enquanto a Malásia deve embarcar 16 milhões. A Índia, principal importadora mundial, deve ampliar suas compras para 8,7 milhões de toneladas, favorecida pela redução de tarifas. O diferencial de preços em relação ao óleo de soja devolveu competitividade ao produto da palma, fortalecendo sua recuperação.





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Campanha de sazonalidade da uva reforça qualidade



“Queremos mostrar ao consumidor brasileiro a versatilidade e os benefícios da uva”


“Queremos mostrar ao consumidor brasileiro a versatilidade e os benefícios da uva"
“Queremos mostrar ao consumidor brasileiro a versatilidade e os benefícios da uva” – Foto: Arquivo Agrolink

A International Fresh Produce Association (IFPA) iniciou no varejo brasileiro sua campanha de sazonalidade da uva, com o objetivo de ampliar a presença da fruta no dia a dia dos consumidores. A ação busca destacar atributos nutricionais, qualidade e versatilidade da uva, aproveitando o momento de safra para impulsionar vendas e fortalecer a cadeia produtiva.

Segundo a entidade, a iniciativa é estratégica para consolidar a fruta no mercado nacional, reforçando sua imagem junto ao consumidor e estimulando diferentes formas de consumo. Campanhas desse tipo também são vistas como fundamentais para gerar valor a produtores e distribuidores, além de incentivar o consumo regular da fruta.

No campo, a safra de 2025 vem apresentando condições favoráveis, com clima mais adequado em comparação a 2024 e qualidade considerada elevada. Apesar da tarifa aplicada às vendas para os Estados Unidos, o mercado segue aquecido, com boas expectativas para exportações à Europa e outros continentes, além de preços competitivos no mercado interno.

Com esse cenário, a campanha da IFPA reforça a relevância da uva como produto de destaque na fruticultura brasileira. A estratégia busca não apenas estimular o consumo no país, mas também valorizar a produção nacional e ampliar oportunidades para toda a cadeia do setor.

“Queremos mostrar ao consumidor brasileiro a versatilidade e os benefícios da uva, reforçando que a fruta está com qualidade e preços excelentes e deve fazer parte da rotina alimentar. Campanhas de sazonalidade são fundamentais para movimentar o mercado, gerar valor para produtores e distribuidores e, ao mesmo tempo, inspirar os consumidores a redescobrirem a uva em diferentes formas de consumo”, conclui.

 





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Goiás divulga resultado preliminar do PAA 2025



Mais de 180 municípios atendidos pelo PAA Goiás



Foto: Pixabay

O Governo de Goiás divulgou o resultado preliminar do Programa de Aquisição de Alimentos do Estado de Goiás (PAA Goiás) 2025. A iniciativa, liderada pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), em parceria com a Emater Goiás e a Organização das Voluntárias de Goiás (OVG), destinará R$ 30 milhões para agricultores familiares em 181 municípios, abrangendo mais de 73% do estado.

De acordo com o governo, nesta edição foram registrados 3.126 cadastros pela Plataforma PAA Goiás, número que representou registro de participação. Após análise da documentação, 2.809 propostas foram consideradas aptas. Dentre eles, 2.015 produtores foram classificados para fornecimento imediato, enquanto 794 foram contratados em cadastro de reserva.

O processo de avaliação ocorreu entre 8 e 29 de setembro. Conforme previsto em edital, os produtores podem interpor recursos administrativos até esta quinta-feira (2), de forma exclusiva pela Plataforma PAA Goiás.

As próximas fases do programa incluem a definição das entidades sociais responsáveis ??pela recepção e distribuição dos alimentos e a publicação do calendário de entregas. A expectativa é de que os benefícios ocorram de forma parcelada entre novembro de 2025 e julho de 2026.





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Preços do leite e derivados recuam em Goiás



Leite em pó integral tem menor retração no estado



Foto: Pixabay

A Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Goiás (Seapa) divulgou nesta quinta-feira (1º) o Boletim de Mercado do Setor Lácteo Goiano referente a setembro de 2025.

O documento, elaborado pela Câmara Técnica e de Conciliação da Cadeia Láctea de Goiás, aponta detalhadamente nos preços médios da cesta de lácteos no atacado do estado, com variação ponderada de -4,63% em relação ao mês anterior.

De acordo com o boletim, o leite em pó integral apresentou menor retração, com queda de 2,62%. O creme a granel registou uma maior desvalorização no período, acumulando retorno de 9,98%. Outros produtos que também sofreram queda incluem o leite UHT integral (-3,90%), o leite condensado (-4,40%) e o queijo muçarela (-5,48%).





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Tomate editado combate deficiência de vitamina



A deficiência de vitamina D é um problema global


A deficiência de vitamina D é um problema global
A deficiência de vitamina D é um problema global – Foto: Canva

Investigadores do Centro John Innes e do Instituto Quadram, no Reino Unido, iniciaram um dos primeiros ensaios clínicos com alimentos geneticamente editados para avaliar se tomates biofortificados podem aumentar os níveis de vitamina D no organismo. O estudo ViTaL-D recrutará 76 participantes com baixos níveis de vitamina D, que consumirã uma porção diária de sopa de tomate durante três semanas, com o objetivo de verificar o impacto no sangue da forma ativa dessa vitamina, essencial para a saúde óssea, muscular e imunológica.

A deficiência de vitamina D é um problema global, afetando cerca de um em cada cinco britânicos no inverno e quase um bilhão de pessoas no mundo, especialmente veganos, idosos e pessoas com pouca exposição solar. Como plantas geralmente não contêm vitamina D, a equipe do Centro John Innes desenvolveu tomates cujos genes foram editados para acumular provitamina D3, que se transforma em vitamina D3 após exposição à luz solar ou UVB, sem alterar aparência, crescimento ou produtividade das plantas. Cada fruto contém níveis equivalentes à vitamina D de dois ovos ou 28 g de atum.

No estudo, os participantes receberão quatro tipos de sopa diferentes, incluindo tomates biofortificados e tomates expostos à luz UV, e terão sua exposição solar monitorada. Além de análises de sangue, poderão fornecer amostras opcionais de urina e saliva, permitindo avaliar a absorção e conversão da vitamina D pelo organismo.

“Nosso objetivo é compreender melhor como essas novas fontes de vitamina D podem suprir deficiências nutricionais e melhorar a saúde de populações em risco”, afirma o professor Martin Warren, do Instituto Quadram. Para a professora Cathie Martin, do Centro John Innes, a iniciativa demonstra como técnicas avançadas de edição genética podem enriquecer alimentos comuns com micronutrientes essenciais, oferecendo uma abordagem inovadora e sustentável para combater a deficiência de vitamina D.

 





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Equipamentos inteligentes melhoram a produtividade



Insvestir em tecnologia não é apenas uma questão de eficiência


Insvestir em tecnologia não é apenas uma questão de eficiência
Insvestir em tecnologia não é apenas uma questão de eficiência – Foto: Arquivo Agrolink

A agricultura moderna exige cada vez mais precisão, eficiência e proteção dos investimentos no campo. Segundo Alex Galdino, Consultor Técnico Comercial da Coopercitrus, soluções tecnológicas têm se mostrado essenciais para aumentar a produtividade e reduzir desperdícios, permitindo que o produtor trabalhe com mais segurança e controle sobre cada etapa da lavoura.

Entre as ferramentas disponíveis, o GPS Agrícola GT-500 se destaca por oferecer aplicações precisas de defensivos, fertilizantes e sulcamento em culturas como cana-de-açúcar e café, garantindo curvas de nível paralelas com até 25 cm de variação e permitindo que cada operação seja feita com máxima eficiência. Já o Monitor de Plantio GTF-400 proporciona controle total da plantadeira, com contagem de sementes por linha, velocímetro integrado, hectarímetro digital e alertas de falha de linha ou densidade, evitando perdas e otimizando a produtividade.

O Sensor de Barras SB-300 também é uma tecnologia importante, projetada para pulverizadores. Ele auxilia no controle da altura das barras, prolonga a vida útil de bicos e barras e garante aplicações mais seguras e precisas, protegendo tanto o equipamento quanto a lavoura.

Investir em tecnologia no campo, segundo Galdino, não é apenas uma questão de eficiência, mas também de proteger o investimento, garantindo que cada operação seja feita com precisão, segurança e produtividade. As soluções TERRIS, oferecidas pela Coopercitrus, são ideais para produtores que buscam inovação e alta performance em suas lavouras. As informações foram divulgadas em seu perfil na rede social LinkedIn.

 





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