segunda-feira, março 9, 2026

Política & Agro

AgroNewsPolítica & Agro

UE aprova pré-listing para gelatina e colágeno do Brasil



EU aprova pré-listing para gelatina e colágeno, facilitando exportação do Brasil



Foto: Pixabay

Entre os dias 4 e 5 de março, foi realizado, em Brasília, o Mecanismo Sanitário e Fitossanitário (SPS) entre Brasil e União Europeia. Na reunião, foi aprovado o mecanismo de pré-listing para estabelecimentos brasileiros de gelatina e colágeno.

Na prática, o pré-listing simplifica o processo de autorização para exportação desses produtos ao bloco europeu. Utilizados em segmentos como alimentos, medicamentos e cosméticos, a gelatina e o colágeno passam a contar com um caminho mais direto para acessar o mercado europeu. A aprovação do pré-listing reforça a confiança da União Europeia nos controles sanitários adotados pelo Brasil nessa área.

Participaram, pelo lado europeu, representantes da DG Santé e da DG Trade, áreas da Comissão Europeia responsáveis, respectivamente, por saúde e segurança dos alimentos e por comércio. Pelo lado brasileiro, estiveram presentes representantes da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI) e da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA), ambas do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), além de representantes do Ministério das Relações Exteriores (MRE).

O encontro faz parte do diálogo técnico mantido entre Brasil e União Europeia para tratar das regras sanitárias e fitossanitárias que envolvem o comércio de produtos agropecuários.

Vale destacar que o avanço ocorre em um momento de maior aproximação entre Mercosul e União Europeia, com a assinatura do acordo após 26 anos de negociações.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Tempestades e frio marcam fim de semana no Sul


A passagem de uma frente fria deve provocar mudanças nas condições do tempo no centro-sul do Brasil ao longo do fim de semana, com previsão de tempestades, volumes elevados de chuva e queda nas temperaturas. As informações são do Meteored.

Segundo o Meteored, “previsões indicam que este final de semana será marcado pela ocorrência de tempestades e chuvas expressivas, junto a uma queda significativa das temperaturas em todo o centro-sul do Brasil”.

De acordo com a previsão, as pancadas de chuva começam a se formar na Região Sul nesta sexta-feira (6) com o avanço de uma frente fria proveniente do sul da América do Sul. Ao longo do sábado (7), o sistema meteorológico deve se intensificar, inicialmente configurando um cavado, caracterizado por uma área de baixa pressão, e posteriormente evoluindo para um ciclone extratropical.

Ainda conforme o Meteored, a atuação desse sistema pode provocar rajadas de vento de até 70 km/h no litoral do Rio Grande do Sul durante o sábado (7). No domingo (8), as rajadas devem atingir também áreas costeiras de Santa Catarina e do Paraná, com possibilidade de deslocamento de dunas de areia sobre construções localizadas na orla.

O sistema também deve impulsionar uma frente fria em direção ao norte do país, favorecendo a manutenção de chuvas intensas em parte das regiões Sudeste e Centro-Oeste ao longo do fim de semana. As pancadas devem ocorrer principalmente entre a tarde e a noite.

A previsão indica que as chuvas devem atingir de forma abrangente as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste entre sexta-feira (6) e domingo (8). Entre as exceções estão o noroeste do Paraná, o sudoeste e o leste de Mato Grosso do Sul e o extremo oeste de São Paulo, onde ainda deve predominar tempo firme.

De acordo com o Meteored, alguns municípios do Sudeste e do Centro-Oeste podem registrar acumulados de até 100 milímetros até o final de domingo (8).

Além das chuvas, a frente fria será acompanhada por uma massa de ar frio que deve provocar queda nas temperaturas, especialmente nas regiões Sul e Sudeste. O ar frio começa a avançar pelo Rio Grande do Sul no sábado (7) e, no domingo (8), deve alcançar áreas de Santa Catarina, Paraná, São Paulo e o sul de Minas Gerais.

A tendência é de queda perceptível das temperaturas já no domingo (8), com intensificação nos dias seguintes. Nos primeiros dias da próxima semana, o resfriamento também deve atingir estados como Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul e parte de Goiás.

Ainda conforme a previsão do Meteored, as temperaturas mínimas podem chegar a cerca de 10 °C na Região Sul e no sul de Minas Gerais entre segunda-feira (9) e terça-feira (10). Apesar da queda, não há previsão de frio extremo ou ocorrência de geadas no país.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Safra de oliva ganha ritmo no Rio Grande do Sul



Safra de oliva avança em regiões do estado



Foto: Pixabay

A colheita de oliva avança em diferentes regiões do Rio Grande do Sul, com expectativa de produção positiva em alguns municípios. As informações constam no Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (5) pela Emater/RS-Ascar.

Na região administrativa de Bagé, a colheita vem se intensificando nos pomares localizados em São Gabriel. De acordo com o relatório da Emater/RS-Ascar, “os produtores estão se surpreendendo positivamente com a produtividade das cultivares em colheita, e há expectativas ainda melhores para a cultivar Koroneiki, que apresenta carga muito elevada e deve ser colhida nas próximas semanas”.

Segundo o informativo, após duas safras com resultados negativos — incluindo casos em que produtores deixaram de colher devido à inviabilidade econômica da operação —, a produção de azeitonas no município deve superar o volume registrado na safra 2022/2023. O desempenho é atribuído às condições climáticas registradas no período e ao início da produção em pomares jovens. O rendimento das frutas processadas até o momento em lagar do município alcança 12% na extração de azeite.

Na região administrativa de Santa Maria, em Cachoeira do Sul, a falta de chuvas regulares no último mês elevou a demanda por água nos pomares de oliva e de noz-pecã. Conforme a Emater/RS-Ascar, nas áreas irrigadas os produtores passaram a utilizar os sistemas para compensar a ausência de umidade, enquanto os níveis dos reservatórios começam a apresentar redução gradual.

Na região de Soledade, as oliveiras estão em fase inicial de colheita e a expectativa é de produção elevada. Em Encruzilhada do Sul, há cerca de mil hectares cultivados com oliveiras, embora parte da área ainda não esteja em fase produtiva.

Já na região administrativa de Pelotas, o trabalho de colheita continua e os produtores mantêm expectativa positiva em relação ao volume da safra, segundo o informativo da Emater/RS-Ascar.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Brasil registra recordes na suinocultura em 2025


O desempenho da suinocultura brasileira em 2025 registrou novos recordes de produção, exportação, importação e disponibilidade interna de carne suína. As informações constam no Boletim Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (5) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), órgão vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab).

De acordo com o Departamento de Economia Rural, os resultados consideram os primeiros dados da Pesquisa Trimestral do Abate de Animais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e informações do sistema Agrostat, do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Segundo o boletim, “o desempenho da suinocultura brasileira em 2025 foi marcado pelo estabelecimento de novos recordes na atividade”.

Em 2025, a produção nacional alcançou 5,598 milhões de toneladas de carne suína, volume 4,5% superior ao registrado em 2024, que até então detinha o recorde da série histórica iniciada em 1997. O resultado foi obtido a partir do abate de 60,15 milhões de suínos, número 3,4% maior que o do ano anterior e também o maior já registrado.

Do total produzido, cerca de 1,471 milhão de toneladas foram destinadas ao mercado externo, o equivalente a 26,3% da produção nacional. As exportações cresceram 12,7% em relação a 2024, estabelecendo um novo patamar para o setor.

O levantamento também aponta que as importações de carne suína atingiram 22,853 mil toneladas, o maior volume já registrado. O total corresponde a 0,4% da produção nacional e representa aumento de 18,3% em relação ao ano anterior, superando em 1,1% o recorde anterior, alcançado em 2022. Do volume importado, 95,2% corresponderam a miudezas, 4,5% a carne suína in natura e 0,3% a carne suína industrializada.

A disponibilidade interna chegou a 4,150 milhões de toneladas, também o maior volume da série histórica. O resultado representa aumento de 2,0% em comparação com 2024 e de 0,9% frente ao recorde anterior, registrado em 2023.

Segundo o boletim do Departamento de Economia Rural, as perspectivas para 2026 indicam a possibilidade de novos recordes, especialmente na produção e nas exportações de carne suína, mantendo a trajetória de crescimento do setor.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Produtores intensificam colheita de mandioca


A cultura da mandioca segue em desenvolvimento e colheita em diferentes regiões do Rio Grande do Sul. As informações constam no Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (5) pela Emater/RS-Ascar.

Na região administrativa de Santa Rosa, a área cultivada soma 6.329 hectares, com produtividade inicial estimada em 17.052 quilos por hectare. Segundo o informativo da Emater/RS-Ascar, “a cultura apresenta bom desenvolvimento, plantas sadias e manejo adequado nas áreas cultivadas”. A colheita avança gradualmente e já alcança cerca de 15% da área.

Ainda conforme o levantamento, a qualidade do produto destinado ao consumo é considerada adequada, enquanto os produtores mantêm o controle de plantas invasoras nas lavouras. As agroindústrias que processam mandioca descascada e congelada operam com estoques considerados satisfatórios, com preços de R$ 7,50 por quilo.

Na comercialização direta ao consumidor, a mandioca com casca é vendida a cerca de R$ 6,00 por quilo. Já o produto descascado varia entre R$ 8,00 e R$ 12,00 por quilo, dependendo do ponto de venda. Também há oferta de produtos congelados oriundos de unidades familiares, com preços entre R$ 5,50 e R$ 7,00 por quilo.

Na região administrativa de Soledade, a cultura encontra-se nas fases de desenvolvimento vegetativo e formação de raízes. O início da colheita já foi registrado em áreas com variedades de ciclo precoce.

Na região de Lajeado, no município de Cruzeiro do Sul, a mandioca está em fase de colheita e comercialização. De acordo com o informativo da Emater/RS-Ascar, houve leve atraso em relação ao ano anterior, e a colheita deve se intensificar ao longo deste mês conforme o ritmo das vendas. O levantamento aponta ainda que as plantas apresentam desenvolvimento regular e sanidade nas áreas cultivadas. O preço recebido pelo agricultor está em torno de R$ 40,00 por caixa de 22 quilos.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Massa de ar frio marca primeiro frio do outono


Uma massa de ar polar deve provocar queda de temperaturas no centro-sul do Brasil nos próximos dias, marcando o primeiro episódio de frio do outono meteorológico. As informações são do serviço de meteorologia Meteored.

De acordo com a análise da Meteored, enquanto o outono astronômico começa em 20 de março, às 11h45, o outono meteorológico compreende o período entre 1º de março e 31 de maio. Segundo a instituição, “essa divisão trimestral facilita o monitoramento, a organização e a comparação de dados históricos de temperatura, precipitação e outros elementos climáticos”.

Ainda conforme a análise, o outono é considerado uma estação de transição, reunindo características do verão e do inverno. Mapas climatológicos do Instituto Nacional de Meteorologia indicam redução gradual das temperaturas no centro-sul e diminuição das precipitações no Brasil central e no Sudeste, regiões que passam por período seco durante o inverno.

Segundo a Meteored, as condições meteorológicas devem se aproximar gradualmente das características típicas do inverno. A instituição ressalta que “ao contrário do que vem sendo veiculado em algumas mídias digitais, este frio não será extremo ou fora do comum”.

Entre sexta-feira (6) e sábado (7), uma frente fria deve se formar e provocar chuvas irregulares na Região Sul. Conforme a previsão da Meteored, em algumas áreas as precipitações podem ocorrer em forma de tempestades, enquanto em outras localidades pode não haver registro de chuva.

Nas áreas onde houver precipitação, as temperaturas máximas devem diminuir. Ainda assim, a massa de ar quente que atua entre o Paraguai e o oeste das regiões Sul e Centro-Oeste permanece até domingo (8), com possibilidade de temperaturas superiores a 40°C.

No domingo (8), a frente fria deve atuar entre Santa Catarina e o Sudeste. De acordo com a Meteored, a massa de ar frio poderá provocar mínimas em torno de 10°C nas serras gaúcha e catarinense, enquanto no restante do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e centro-leste do Paraná as temperaturas ao amanhecer devem ficar próximas de 15°C.

Durante a tarde, a sensação de frio deve ocorrer principalmente em áreas de maior altitude no leste do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Nas demais regiões, as temperaturas voltam a subir ao longo do dia.

A partir de segunda-feira (9), a massa de ar frio deve ganhar força. Segundo a Meteored, as mínimas próximas de 10°C devem permanecer nas áreas serranas da Região Sul, enquanto valores em torno de 15°C devem abranger uma área maior entre as regiões Sul, parte do Sudeste e do Centro-Oeste durante o amanhecer.

A massa de ar quente perde intensidade e as temperaturas máximas devem ficar abaixo da média em várias áreas do país, influenciadas tanto pela atuação do ar frio quanto pela presença de chuvas. Em áreas das serras gaúcha e catarinense, as temperaturas podem registrar até 8°C abaixo da média.

Nessas regiões, a amplitude térmica deve ser reduzida, e as temperaturas máximas podem não ultrapassar 14°C ao longo do dia.

A terça-feira (10) tende a ser o dia mais frio do período. De acordo com a Meteored, as mínimas entre 10°C e 12°C devem persistir em áreas elevadas e alcançar também a faixa leste do Sudeste.

As temperaturas máximas devem variar entre 18°C e 21°C em uma área que inclui o norte do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e a faixa leste de São Paulo e do Rio de Janeiro.

Esse padrão de temperaturas mais baixas deve permanecer até quarta-feira (11). Já na quinta-feira (12), a atuação do frio deve ficar restrita às áreas mais elevadas da faixa leste entre as regiões Sul e Sudeste.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Expodireto Cotrijal 2026 abre com estrutura ampliada e expectativa de movimentar o agro


A Expodireto Cotrijal 2026 começa nesta segunda-feira, 9 de março, em Não-Me-Toque (RS), e segue até sexta-feira, 13 de março, reunindo fabricantes de máquinas, bancos, cooperativas e empresas de insumos em um momento decisivo para o agronegócio. A feira volta a ser observada como um importante termômetro do investimento rural no país.

Realizado desde 2000, o evento chega à nova edição em um cenário de maior cautela no campo. Após safras marcadas por custos elevados, crédito mais restrito e rentabilidade pressionada, produtores devem adotar postura mais seletiva, especialmente diante de preços internacionais mais acomodados para soja e milho e de juros ainda altos.

Na edição de 2025, a feira movimentou cerca de R$ 7,9 bilhões em negócios, com destaque para financiamentos de máquinas agrícolas, estruturas de armazenagem e ferramentas de agricultura de precisão. O resultado mostrou recuperação em relação ao ano anterior, mas também reforçou uma mudança no perfil dos investimentos, cada vez mais concentrados em eficiência e retorno prático.

Em 2026, a expectativa é de que a demanda se concentre em tecnologias capazes de elevar a produtividade e reduzir custos operacionais. Soluções voltadas à conectividade no campo, monitoramento digital de lavouras e aplicação mais precisa de insumos tendem a ganhar espaço, enquanto investimentos maiores podem ser adiados.

Com cerca de 600 expositores em uma área de 131 hectares, a Expodireto funciona como uma vitrine de negócios e tendências do agro. Além da exposição de tecnologias, a presença de bancos e cooperativas transforma o parque em um centro de negociações, com operações fechadas diretamente no local durante os cinco dias de evento.

A feira também tem peso estratégico para o mercado por reunir tradings, cooperativas exportadoras e visitantes estrangeiros. Durante o encontro, são frequentes tratativas envolvendo compra futura de grãos, barter e contratos de fornecimento, o que reforça o papel da Expodireto como um dos principais pontos de encontro do calendário agrícola nacional.

Entre as novidades da edição está o novo traçado da ERS-142, em frente ao parque. A mudança, em um trecho de cerca de dois quilômetros, altera o acesso aos estacionamentos e deve permitir a ampliação da área da feira em 42 mil metros quadrados, com previsão de uso já na edição de 2027.

O público contará com três estacionamentos e cerca de 12,5 mil vagas. O valor é de R$ 50 por dia ou R$ 220 para os cinco dias. Os estacionamentos abrem às 7h, enquanto o acesso ao parque, que é gratuito, ocorre das 8h às 18h.

Na área de alimentação, a feira terá três pontos de almoço, além de espaços para lanches, totens de autoatendimento e venda antecipada pela internet. O almoço custará R$ 55 para adultos e R$ 35 para crianças de 8 a 12 anos, com bebida incluída. O parque também contará com produtos da agricultura familiar e pontos de venda de picolés.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Importações moderam ritmo de alta no mercado de feijão



Importações moderam ritmo de alta no mercado de feijão


Importações moderam ritmo de alta no mercado de feijão
Importações moderam ritmo de alta no mercado de feijão – Foto: Pixabay

A chegada de feijão importado ao mercado brasileiro tem provocado ajustes no ritmo das negociações e na formação de preços no curto prazo. Parte desse movimento está ligada ao tempo necessário entre a compra do produto no exterior e sua efetiva entrada no circuito comercial no Brasil, processo que envolve verificações técnicas antes da liberação para venda.

Segundo informações do Instituto Brasileiro de Feijão e Pulses (Ibrafe), parte do feijão que começa a ser nacionalizado agora foi adquirida há cerca de dez a quinze dias. Esse intervalo ocorre porque os lotes passam por análises de resíduos antes de ganhar fluidez no mercado interno. O procedimento está ligado a práticas de compliance adotadas por importadores para evitar riscos regulatórios.

Um dos pontos observados envolve o glifosato. No Brasil, o produto não possui registro para dessecação pré-colheita do feijão e órgãos técnicos alertam que esse tipo de uso é proibido. Do ponto de vista regulatório, a Anvisa mantém uma monografia que estabelece definições de resíduo e limites máximos permitidos para a substância, o que reforça a cautela de empresas que optam por realizar análises antes de distribuir o produto.

No mercado, a entrada desse feijão-preto importado com custos definidos ainda no ano passado tem efeito direto sobre os preços. O produto tende a funcionar como uma espécie de referência ou teto psicológico, reduzindo a velocidade de eventuais valorizações no curto prazo. Ainda assim, o Ibrafe avalia que o movimento não altera a tendência estrutural quando a oferta interna está ajustada e há necessidade de reposição.

Relatos de comerciantes da região dos Campos Gerais indicam que produtores têm resistido a ofertas consideradas baixas. A percepção no setor é de que tentar adquirir volumes a preços menores neste momento tende a não avançar nas negociações.

As avaliações se aplicam tanto ao feijão-carioca quanto ao feijão-preto. Em relação à Argentina, também citada nas negociações recentes, a leitura do mercado é que exportadores do país vizinho acompanham os preços pagos pelo Brasil e não têm incentivo para liquidar estoques com valores reduzidos.





Source link

AgroNewsPolítica & AgroSafra

Greve na Petrobras alcança plataformas próprias da petroleira no pré-sal de…


Logotipo Reuters

Por Marta Nogueira

RIO DE JANEIRO, 18 Dez (Reuters) – A greve dos petroleiros da Petrobras teve a adesão de trabalhadores em todas as suas unidades próprias na Bacia de Santos, incluindo as unidades do campo de Búzios, no pré-sal, disse o secretário-geral da Federação Nacional dos Petroleiros (FNP), Adaedson Costa, à Reuters, nesta quinta-feira.

Ele citou que as unidades P-66, P-67, P-68, P-69, P-70 e P-71 estão entre unidades de Santos com adesão dos grevistas da Petrobras, além das unidades próprias que operam em Búzios, o maior campo do Brasil.

Em nota, a Petrobras reiterou nesta quinta-feira que equipes de contingência seguem mobilizadas e que a paralisação não gera impacto na produção e no abastecimento do mercado.

Costa disse à Reuters que a FNP, que tem quatro sindicatos filiados, está avaliando se há eventuais impactos na produção. Ele também explicou que as plataformas afretadas que atuam no pré-sal operam com mão de obra terceirizada, por isso não participam da greve.

(Por Marta Nogueira)

Já segue nosso Canal oficial no WhatsApp? Clique Aqui para receber em primeira mão as principais notícias do agronegócio





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Tecnologia amplia proteção no tratamento de sementes


O tratamento de sementes é uma prática amplamente utilizada no manejo inicial das lavouras, contribuindo para proteger as plantas contra doenças e pragas logo nas primeiras fases de desenvolvimento. A adoção de tecnologias voltadas a essa etapa tem ganhado relevância por favorecer o estabelecimento das culturas e reduzir perdas produtivas no campo.

Uma solução voltada a esse manejo teve recentemente sua bula ampliada para novas culturas e alvos biológicos. O fungicida Torino®, da Sipcam Nichino Brasil, passou a contemplar mais 11 cultivos e dois nematoides de importância agrícola. Entre eles estão o nematoide-das-lesões Pratylenchus zeae, no milho, e o nematoide-das-galhas Meloidogyne incógnita, na soja. A ampliação também inclui algodão, amendoim, aveia, canola, centeio, cevada, ervilha, girassol, pastagem, sorgo e triticale.

De acordo com o engenheiro agrônomo Iago Carraschi, da área de Pesquisa e Desenvolvimento da Sipcam Nichino, o produto já vinha sendo utilizado por produtores de soja, arroz irrigado, feijão, milho e sorgo desde seu lançamento, há cerca de três anos. A empresa também avalia a possibilidade de obter novos registros para a tecnologia nos próximos meses.

Segundo o especialista, a solução apresenta recomendações para doenças relevantes em diferentes culturas. Na soja, o produto é indicado para controle de podridão-da-semente, phomopsis, mancha-púrpura, antracnose, podridão aquosa e mofo-branco. No milho e no trigo, atua contra bolor-azul, podridão-do-colmo, helmintosporiose e brusone. Já no algodão, a bula ampliada inclui doenças como tombamento, mofo-branco e ramulose.

 





Source link