quinta-feira, março 19, 2026

Política & Agro

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Excesso de chuvas pode afetar qualidade do trigo



Perspectivas produtivas do trigo seguem positivas



Foto: Canva

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (25), as lavouras de trigo no Rio Grande do Sul apresentam evolução no desenvolvimento, mas permanecem sujeitas à variabilidade climática das regiões. As chuvas registradas nos dias 20 e 21 de setembro geraram apreensão quanto à sanidade das plantas e aos riscos de acamamento, principalmente nas áreas em floração e enchimento de grãos.

Segundo o informativo, “o manejo fitossanitário foi intensificado preventivamente, especialmente as aplicações de Fungicidas para proteção contra doenças devido ao período de molhamento prolongado”.

Os trabalhos estão distribuídos em diferentes fases de desenvolvimento: 35% em sólidos, 35% em enchimento de grãos, 25% em desenvolvimento vegetativo e 5% em maturação, o que reflete a heterogeneidade do cultivo no Estado. As áreas mais precoces aproximam-se do final do ciclo.

Conforme o levantamento, o estado nutricional das atividades é considerado adequado, favorecido pela adubação nitrogenada realizada no momento oportuno e pela umidade do solo. “As perspectivas produtivas seguem positivas, principalmente nas áreas conduzidas com maior nível tecnológico”, destaca o informativo. Ainda assim, há preocupações em relação ao excesso de chuvas, que pode afetar tanto a qualidade dos grãos quanto a estabilidade do potencial produtivo.

A Emater/RS-Ascar projeta área de cultivo de 1.198.276 hectares e produtividade estimada de 2.997 kg/ha para a safra atual.





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Satis apresenta manejo completo para aumentar produtividade


Se você planta soja, a Satis quer caminhar com você do preparo do solo ao enchimento de grãos nesta safra 2025/26. Essa é a mensagem da empresa ao sojicultor brasileiro, ao anunciar que reposicionou sua atuação para priorizar a jornada completa da lavoura, combinando nutrifisiologia, insumos biológicos e adjuvantes em um pacote pensado para as todas as fases decisivas do ciclo. A proposta da Satis é unir produtividade e sustentabilidade, com suporte técnico mais próximo da realidade de cada talhão.

Como todo agricultor bem sabe, o ponto de partida é um solo sadio e fértil. No pré-plantio, a Satis apresenta o Trichovex, um biofungicida à base de Trichoderma harzianum (cepa exclusiva IB19/17) para equilibrar a microbiologia e reduzir a pressão de patógenos como Rhizoctonia e Sclerotinia. Ao mesmo tempo, leva ao campo o Nemavex, biodefensivo formulado com bactérias do gênero Bacillus, indicado para manejo de nematoides, protegendo raízes e preservando o arranque inicial. As duas soluções podem ser usadas em conjunto para criar o ambiente ideal de estabelecimento da cultura.

Na largada do plantio, a mensagem é clara: eficiência de Fixação Biológica de Nitrogênio (FBN) e vigor inicial fazem diferença no estande e na regularidade do talhão. Nesse sentido o sojicultor conta com o fertilizante Nodular, que concentra molibdênio, cobalto e níquel para turbinar a FBN e a nodulação. Por sua vez, o Vitakelp é um bioativador fisiológico com extratos de algas que estimula plântulas mais uniformes e resilientes aos estresses da emergência.

Passada a fase de implantação, a Satis propõe um manejo de nutrifisiologia para sustentar o crescimento vegetativo e a transição reprodutiva sem travamentos. Produtos como Soymax, Humicbor, Sturdy e Vitan entram para oferecer nutrição balanceada, mitigar fitotoxicidade e amortecer estresses ambientais, favorecendo arquitetura de plantas, área foliar ativa e maior aproveitamento dos recursos do ambiente.

No florescimento e no enchimento dos grãos, quando cada vagem conta, entram tecnologias voltadas à sanidade e ao desempenho final, com destaque para o Fulland, além de Vitaphol Power-K e Vitaphol HSK. O Fulland, um dos carros-chefe da marca, tem patente e formulação única no mercado: um complexo químico sistêmico de cobre desenhado para ativar mecanismos de autodefesa nas plantas e potencializar o manejo fitossanitário. Segundo a empresa, o produto também apresenta sinergia com fungicidas e outros defensivos, melhorando mobilidade e potencial de controle, o que ajuda a proteger o potencial produtivo na fase mais sensível da cultura.

Resultado é confirmado a campo

Para dar lastro técnico a essas recomendações, a Satis cita resultados obtidos em parceria com a Pitanga Agronegócios. Nos ensaios, o uso integrado das soluções da marca elevou em 11,3% a produtividade, aumentou em 14% o número de nós produtivos e acrescentou 3,2% no Peso de Mil Grãos. São números que chamam a atenção, embora a empresa reconheça que respostas variam conforme solo, clima, pressão de pragas e doenças e o conjunto de práticas adotadas. A orientação é posicionar cada solução na janela correta e, quando possível, validar em faixas na própria fazenda para medir retorno técnico e econômico.

Um diferencial que a Satis faz questão de sublinhar é a combinação de formulações inovadoras com concentrações equilibradas de ativos de origem natural, incluindo cepas microbianas selecionadas e complexos de micronutrientes quelatizados para facilitar a absorção. A proposta é entregar eficiência com menor impacto ambiental, alinhada a uma visão de agricultura regenerativa. Nesse caminho, a empresa avança também na linha de biodefensivos registrados, reforçando o pilar biológico do portfólio.

Parceria do início ao fi

A proximidade em campo é outro pilar do novo posicionamento. Equipes técnicas regionais devem atuar lado a lado com você, entendendo as particularidades de solo, clima e sistema de produção antes de indicar o caminho do manejo. A companhia também treinou seu time comercial para o uso estratégico do digital, com produção de conteúdo prático e comunicação mais ágil, numa tentativa de encurtar a distância entre a recomendação e a execução na fazenda. O mote que acompanha a campanha resume a abordagem: “não tem segredo, tem Satis”.

Em termos práticos, o que a empresa oferece é um encadeamento de soluções para reduzir gargalos que costumam drenar potencial da soja: ambiente microbiológico saudável e raízes protegidas no pré-plantio; FBN eficiente e vigor no arranque; nutrição e fisiologia ajustadas para suportar estresses na fase vegetativa; e sanidade com suporte fisiológico na reprodução e no enchimento, mirando grãos mais pesados e com melhor qualidade.

Cabe lembrar que compatibilidade de calda, posicionamento fenológico e boas práticas de aplicação, sobretudo no caso de biológicos, fazem diferença nos resultados. E, como sempre, a melhor decisão nasce do cruzamento entre dados da sua área, histórico de produtividade, pressão de pragas e metas de retorno.

Ao se apresentar para a safra 25/26, a Satis quer ser mais que fornecedora de insumos: pretende ser parceira de manejo, com tecnologia própria, assistência técnica e um roteiro claro para cada fase da lavoura. Em um mercado aquecido e competitivo, onde cada detalhe pesa no teto produtivo, o produtor que alinhar calendário, janela e ferramentas certas tende a transformar potencial em sacas colhidas. A empresa aposta que pode ajudar você a dar esse passo.

A soja está no centro dessa estratégia por ser a cultura que mais ‘engorda’ o caixa do campo: A prova é o Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP), no qual a soja movimentou R$ 341,5 bilhões em 2024, segundo o Ministério da Agricultura. Agora, a Conab projeta 175 milhões de toneladas, um aumento de 4% acima da safra 2024/25. Em função disso, a Satis projeta ganhos para o sojicultor que caprichar no manejo fino e tecnologias complementares.

De acordo com o diretor de Negócios da Satis, Jair Unfried, com essa evolução e o reforço de produtos biológicos para uma agricultura regenerativa, a empresa estima que será possível alavancar seu faturamento e crescer mais de 20% na temporada. “A empresa está reiterando não apenas sua presença no campo, mas sua missão de impulsionar o futuro da agricultura brasileira com cientificidade, confiança e resultados comprovados. Queremos ser um provedor de soluções inovadoras”, conclui o executivo.





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Início da Primavera: Inmet prevê retorno gradual das chuvas e destaca…


Logotipo Notícias Agrícolas

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou nesta sexta-feira (19) a projeção de chuvas e temperaturas para a primavera de 2025, período que marca a transição entre a estação seca e o regime chuvoso em boa parte do Brasil. A estação começa oficialmente em 22 de setembro, às 15h19, e vai até 21 de dezembro, às 12h03.

Segundo o órgão, há expectativa de retorno gradual das chuvas no Centro-Oeste e Sudeste a partir de outubro, enquanto no Sul os volumes devem ficar próximos da média histórica. Já em áreas do interior do Nordeste, a tendência é de precipitações abaixo do normal, o que aumenta o risco de déficits hídricos em uma fase decisiva para o plantio.

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Precipitação total (à esquerda) e temperatura média (à direita) previstas. Fonte: Inmet
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Anomalia de precipitação (à esquerda) e de temperatura (à direita) previstas. Fonte: Inmet

Possíveis impactos no campo

O relatório do Inmet chama atenção para os efeitos da variabilidade climática sobre a safra 2025/26, em um cenário de possível instalação do fenômeno La Niña durante a primavera. Tradicionalmente, o evento está associado a chuvas mais escassas na Região Sul e a volumes maiores no Norte e Nordeste, mas a intensidade dos impactos depende da combinação com outros fatores atmosféricos e oceânicos.

Nordeste: a previsão de chuvas ligeiramente acima da média em áreas litorâneas pode favorecer lavouras de feijão e milho da terceira safra. No entanto, em áreas do Matopiba, a expectativa de precipitação abaixo da média eleva o risco de dificuldades para a implantação da soja.

Centro-Oeste e Sudeste: a regularização gradual das chuvas deve recompor a umidade do solo e garantir melhores condições para o início do plantio da soja e do milho de primeira safra.

Sul: a tendência de chuvas próximas à média favorece o começo do ciclo de verão, mas há preocupação com o trigo em fase de florescimento. A umidade pode aumentar a incidência de doenças fúngicas, comprometendo rendimento e qualidade dos grãos.

Temperaturas em elevação

O prognóstico também aponta para temperaturas acima da média em praticamente todo o país, com maior intensidade em áreas do Norte e interior do Nordeste. Essa condição, associada à falta de chuvas no sul da Amazônia, tende a manter o risco de queimadas elevado principalmente em outubro.

Monitoramento será decisivo

Para o Inmet, o acompanhamento constante das previsões climáticas e das condições de campo será fundamental para orientar decisões de produtores rurais no início da nova safra. A combinação entre o retorno gradual das chuvas e a possibilidade de influência da La Niña deve ser observada de perto, já que pode alterar o ritmo do plantio e afetar a produtividade das principais culturas de verão.





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Movimento quer reverter queda histórica



A queda no consumo do feijão não impacta apenas produtores e comerciantes


A queda no consumo do feijão não impacta apenas produtores e comerciantes
A queda no consumo do feijão não impacta apenas produtores e comerciantes – Foto: Canva

O consumo de alimentos básicos da mesa do brasileiro passa por mudanças significativas nas últimas décadas. Segundo o Instituto Brasileiro do feijão e Pulses (IBRAFE), entre 1985 e 2025 a queda per capita anual foi de aproximadamente 29,5% no arroz e de 32,6% no feijão, representando uma transformação cultural e nutricional preocupante.

Diante desse cenário, o IBRAFE propõe um desafio coletivo: como cada cidadão pode contribuir para mudar essa realidade? A entidade reforça que não se trata apenas de ações de grandes proporções ou investimentos futuros, mas também de atitudes simbólicas que geram visibilidade e diálogo. Um exemplo é o movimento Viva Feijão, que convida a sociedade a aderir a pequenos gestos, como exibir um adesivo em veículos, tratores ou notebooks, transformando o feijão em símbolo de orgulho nacional.

A queda no consumo do feijão não impacta apenas produtores e comerciantes, mas também a saúde pública. A redução do hábito de incluir o grão no prato cotidiano abre espaço para o avanço de doenças como obesidade, diabetes e hipertensão. Enquanto o mercado global de feijão seco projeta expansão até 2035, o Brasil corre o risco de perder um traço cultural e nutricional que historicamente nos diferencia.

Mais do que uma questão de mercado, o feijão representa propósito, identidade e comunicação estratégica. O IBRAFE busca engajar instituições, empresas, associações e a população em geral para reforçar a ideia de que o Brasil não é rural ou urbano, mas um só diante do tradicional Prato Feito que une arroz, feijão, salada, verdura, proteína e frutas. O adesivo pode ser o primeiro passo de um movimento maior em defesa desse símbolo da nossa alimentação.





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Capim-pé-de-galinha ameaça produtividade da soja



O controle tem se tornado mais difícil


O controle tem se tornado mais difícil
O controle tem se tornado mais difícil – Foto: Canva

O capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) tem se tornado um dos principais desafios para os sojicultores brasileiros. De acordo com a Embrapa, essa planta daninha pode reduzir em até 12% a produtividade da soja em apenas 21 dias de infestação, devido à competição por água, luz e nutrientes. Com rápido desenvolvimento, produz milhares de sementes por planta e se espalha facilmente nas áreas de cultivo.

O controle tem se tornado mais difícil porque a espécie já não responde bem a herbicidas usados repetidamente, o que favorece a multiplicação de indivíduos resistentes. Os sinais de infestação incluem touceiras densas, folhas estreitas e hastes que podem ultrapassar 30 centímetros, exigindo monitoramento constante.

“Isso acontece porque, quando se usa repetidamente o mesmo tipo de produto, as plantas mais resistentes sobrevivem e se multiplicam, tornando o controle químico menos eficiente ao longo do tempo”, informa Hudslon Huben, gerente sr. de efetividade e go to market da ORÍGEO.

Para enfrentar o problema, especialistas da ORÍGEO recomendam soluções específicas para plantas resistentes. Um exemplo é o herbicida Thunder, da UPL, que atua de forma sistêmica e apresenta eficácia contra hastes de até 15 cm. A recomendação é associar a aplicação ao uso de adjuvantes à base de óleo metilado de soja, como o Strides, que aumenta a penetração e a aderência do produto.

O Thunder também apresenta alta performance no controle de buva e permite o plantio de soja ou algodão em até cinco dias após a aplicação. Em casos avançados de infestação, com seis a oito perfilhos, a indicação é realizar uma aplicação sequencial com herbicidas de contato, como o Version, também da UPL.

 





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Queda da ureia traz alívio parcial



A ureia segue mais cara em comparação com 2024


A ureia segue mais cara em comparação com 2024
A ureia segue mais cara em comparação com 2024 – Foto: Canva

Os preços da Ureia apresentaram queda nas últimas quatro semanas no mercado internacional. No Brasil, essa retração foi acompanhada por um fator adicional favorável: além da redução em dólar, o câmbio atual tem auxiliado o produtor que realiza suas compras em reais, avalia Jeferson Souza, analista de inteligência de mercado. Esse movimento trouxe algum alívio imediato, mas ainda não foi suficiente para colocar os valores abaixo do observado no último ano.

Mesmo com as baixas recentes, a ureia segue mais cara em comparação com 2024. Em moeda nacional, os preços estão cerca de 8% acima dos do ano passado, enquanto em dólar a alta acumulada chega a 16% no comparativo entre setembro de 2024 e a última semana de setembro de 2025, representando aproximadamente US$ 50 por tonelada a mais. Esse avanço demonstra como a pressão internacional continua influenciando diretamente o custo do insumo no Brasil, mesmo em momentos de desvalorização.

Souza destaca que o ano de 2025 vem sendo marcado por uma competição intensa entre ureia e sulfato de amônio, com este último se mostrando mais competitivo. Essa diferença de desempenho tem reduzido a liquidez da ureia no mercado doméstico, ao passo que as importações do produto caem em relação a 2024. O movimento oposto ocorre com o sulfato de amônio, que alcança recordes históricos de entrada no país, consolidando-se como uma alternativa cada vez mais presente no planejamento de fertilização.

Outro fator de peso é a demanda projetada para os próximos ciclos. Ainda há um amplo espaço para negócios ligados ao milho “safrinha” de 2026 neste último trimestre do ano, e operações antecipadas para 2027 já estão sendo registradas. Para Souza, o cenário reforça a necessidade de análises regionais no mercado de insumos. 

 





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Projeto de algodão orgânico com irrigação avança



A ação integra diferentes apoios


A ação integra diferentes apoios
A ação integra diferentes apoios – Foto: Pixabay

Mais um passo importante foi dado para ampliar o cultivo de algodão orgânico consorciado no Semiárido paraibano. O projeto, desenvolvido pela Empresa Paraibana de Pesquisa, Extensão Rural e Regularização Fundiária (Empaer) em parceria com o Instituto Casaca de Couro (ICC), utiliza sistema de irrigação que possibilita até três colheitas por ano. A iniciativa começou no município de Pilar, na Comunidade Chã de Areia, envolvendo três produtores locais.

A ação integra diferentes apoios: a Empaer oferece assistência técnica, a prefeitura de Pilar garantiu o preparo da terra e o ICC compra toda a produção com preço fixo, além de fornecer a certificação. O modelo também prevê o plantio de milho e gergelim, ampliando as alternativas de renda para os agricultores.

“O Governo do Estado, por meio da Empaer, vai prestar todo a assistência técnica. A prefeitura municipal de Pilar entrou com o corte da terra. Já o Instituto Casaca de Couro garante a compra da produção”, explicou o gerente regional da Empaer em Itabaiana, Paulo Emílio.

Segundo os técnicos, a proposta aproveita as águas da transposição do Rio São Francisco, com meta de expandir o sistema irrigado do Cariri até o Agreste, alcançando municípios às margens do Rio Paraíba. Financiamentos via Banco do Nordeste, por meio do Agroamigo, podem auxiliar os produtores a investir na irrigação.

Com isso, o projeto busca consolidar um modelo produtivo sustentável e garantir mercado para a produção agrícola regional, fortalecendo a economia do Semiárido e oferecendo novas oportunidades aos pequenos produtores. “Enfim, inicialmente, queremos chegar a todos os municípios que estão às margens do Rio Paraíba. Mas se alguém tem um poço, um açude, um manancial que tenha condições de irrigar, estaremos juntos, Empaer e ICC, para executarmos esse projeto”, afirmou.

 





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Projeto de algodão orgânico com irrigação avança



A ação integra diferentes apoios


A ação integra diferentes apoios
A ação integra diferentes apoios – Foto: Pixabay

Mais um passo importante foi dado para ampliar o cultivo de algodão orgânico consorciado no Semiárido paraibano. O projeto, desenvolvido pela Empresa Paraibana de Pesquisa, Extensão Rural e Regularização Fundiária (Empaer) em parceria com o Instituto Casaca de Couro (ICC), utiliza sistema de irrigação que possibilita até três colheitas por ano. A iniciativa começou no município de Pilar, na Comunidade Chã de Areia, envolvendo três produtores locais.

A ação integra diferentes apoios: a Empaer oferece assistência técnica, a prefeitura de Pilar garantiu o preparo da terra e o ICC compra toda a produção com preço fixo, além de fornecer a certificação. O modelo também prevê o plantio de milho e gergelim, ampliando as alternativas de renda para os agricultores.

“O Governo do Estado, por meio da Empaer, vai prestar todo a assistência técnica. A prefeitura municipal de Pilar entrou com o corte da terra. Já o Instituto Casaca de Couro garante a compra da produção”, explicou o gerente regional da Empaer em Itabaiana, Paulo Emílio.

Segundo os técnicos, a proposta aproveita as águas da transposição do Rio São Francisco, com meta de expandir o sistema irrigado do Cariri até o Agreste, alcançando municípios às margens do Rio Paraíba. Financiamentos via Banco do Nordeste, por meio do Agroamigo, podem auxiliar os produtores a investir na irrigação.

Com isso, o projeto busca consolidar um modelo produtivo sustentável e garantir mercado para a produção agrícola regional, fortalecendo a economia do Semiárido e oferecendo novas oportunidades aos pequenos produtores. “Enfim, inicialmente, queremos chegar a todos os municípios que estão às margens do Rio Paraíba. Mas se alguém tem um poço, um açude, um manancial que tenha condições de irrigar, estaremos juntos, Empaer e ICC, para executarmos esse projeto”, afirmou.

 





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Preço do tomate sobe após período de baixas



Caxias do Sul se prepara para nova safra de tomate



Foto: Divulgação

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (25), o preço do tomate apresentou alta na Ceasa/Serra, em Caxias do Sul. O quilo passou de R$ 4,10 para R$ 4,71 após um período de quedas.

“Os produtos comercializados são provenientes de outras regiões do Brasil, pois, durante o inverno, a produção local não se desenvolveu, mesmo em estufas”, informou o boletim.

No município de Caxias do Sul, produtores de regiões mais baixas, como no Distrito de Vila Cristina, já iniciaram o plantio das áreas para antecipar a colheita. No entanto, “a maior parte da produção e das mudas de tomateiros deve ser transplantada em outubro e novembro para ser colhida nos primeiros meses de 2026”, destacou a Emater/RS-Ascar.





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Falta de manivas afeta lavouras de mandioca



Produtores enfrentam desuniformidade nas lavouras



Foto: Canva

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (25) pela Emater/RS-Ascar, os produtores de mandioca da região administrativa de Santa Rosa estão enfrentando dificuldades para obter manivas. O destacou que “a germinação irregular leva à desuniformidade das lavouras, dificultando o manejo e impactando a produtividade final”, reforçando a importância de selecionar bem as manivas e, quando possível, realizar testes de previsões antes do planejamento. O preço médio pago ao produtor teve redução para R$ 4,50/kg com casca e R$ 7,00/kg industrializado.

Na região administrativa de Lajeado, em São José do Hortêncio, o plantio da nova safra está praticamente concluído e cerca de 90% da área já foi colhida. Segundo a Emater/RS-Ascar, “houve aumento na cotação neste último mês” e os preços variam entre R$ 25,00 e R$ 30,00 por caixa de 20 kg para venda na Ceasa de Porto Alegre. Em Cruzeiro do Sul, a cultura encontra-se em entressafra e o plantio, realizado preferencialmente neste mês, chega à fase final.

A Emater/RS-Ascar informou que “a maioria dos agricultores do município perdeu manivas em decorrência de ocorrências ocorridas durante o inverno e precisou adquirir ramas de outras regiões ou estados”. No entanto, há o risco de que as variedades não se adaptem ao clima local ou não sejam aceitas pelos consumidores, além de poderem facilitar a entrada de previsões e doenças nos cultivos.





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