quarta-feira, abril 29, 2026

Política & Agro

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Mato Grosso exporta 4,1 milhões de toneladas de milho


No acumulado do ano, o Brasil já exportou 17,94 milhões de toneladas




Foto: Divulgação

Segundo dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), as exportações de milho do Brasil totalizaram 6,06 milhões de toneladas em agosto de 2024, um aumento de 70,67% em comparação ao mês anterior, conforme informações da Secex. No acumulado do ano, o Brasil já exportou 17,94 milhões de toneladas, uma queda de 28,85% em relação ao mesmo período de 2023.

Mato Grosso, o principal produtor de milho do país, foi responsável por 70,35% das exportações brasileiras entre janeiro e agosto de 2024. Somente em agosto, o estado enviou ao exterior 4,1 milhões de toneladas, uma alta de 42,98% em relação ao mês anterior. Embora o volume exportado seja significativo, ele representa uma queda de 24,93% em relação à última safra e 5,10% abaixo da média dos últimos cinco anos.

Apesar dessa retração, as exportações devem se aquecer ao longo do segundo semestre de 2024, impulsionadas pela maior oferta de milho no mercado interno com a chegada da nova safra.





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Ibovespa fecha em alta com declaração de Powell de que chegou a hora de…


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Por Paula Arend Laier

SÃO PAULO (Reuters) – O Ibovespa fechou em alta nesta sexta-feira, com o chair do Federal Reserve, Jerome Powell, sinalizando que o banco central dos Estados Unidos está pronto para cortar os juros da maior economia do mundo.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa avançou 0,32%, a 135.608,47 pontos, tendo marcado 135.174,18 pontos na mínima e 136.477,53 pontos na máxima do dia.

O volume financeiro somou 20,93 bilhões de reais, abaixo da média diária do mês de 28 bilhões de reais.

Na semana, marcada pela renovação de topos históricos, o Ibovespa acumulou valorização de 1,24%, ampliando o ganho em agosto para 6,23%.

O rali recente na bolsa paulista tem como suporte o fluxo de capital externo, com uma entrada líquida de 7 bilhões de reais em agosto até o dia 21, estimulada principalmente pelo aumento das apostas na redução dos juros norte-americanos.

Nesta sexta-feira, Powell possivelmente eliminou qualquer dúvida que ainda pudesse pairar nas mesas de negociações ao afirmar que “chegou a hora de ajustar a política (monetária)” norte-americana.

“A direção a ser seguida é clara, e o momento e o ritmo dos cortes nos juros dependerão dos dados que chegarem, da evolução das perspectivas e do equilíbrio dos riscos”, afirmou no tradicional simpósio de Jackson Hole.

Falando sobre as duas metas que o Fed é encarregado pelo Congresso de atingir, Powell disse que sua “confiança cresceu de que a inflação está em um caminho sustentável de volta para 2%”, enquanto o desemprego está aumentando.

Na visão do economista Francisco Nobre, da XP, as apostas já sinalizavam que o Fed começaria o ciclo de flexibilização monetária na reunião de setembro, mas sem consenso se iniciando com um corte de 0,25 ou de 0,50 ponto percentual.

“Nesse sentido, o discurso dele (de Powell) deixou essas duas possibilidades bastante em aberto”, avaliou.

Para Nobre, dada a ênfase de Powell de que o Fed não vai tolerar um enfraquecimento adicional do mercado de trabalho, o próximo relatório de emprego, previsto para 6 de setembro, pode ser decisivo para consolidar as apostas sobre o ritmo do corte.

O Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) do Fed se reunirá nos dias 17 e 18 de setembro para decidir sobre os juros, atualmente na faixa de 5,25% a 5,50%, com a decisão sendo conhecida no segundo dia do encontro.

Em Wall Street, o S&P 500, uma das referências do mercado acionário norte-americano, fechou em alta de 1,15%, enquanto o rendimento do título de 10 anos Tesouro dos EUA marcava 3,799% no final da tarde, de 3,862% na véspera.

DESTAQUES

– LOJAS RENNER ON saltou 7,32%, embalada pelo alívio na curva de DI na esteira das perpsectivas sobre o Fed, que beneficiou o setor de consumo com um todo, com o índice do segmento na B3 subindo 1,26%.

– COGNA ON avançou 7,52%, buscando apoio no clima positivo do mercado para alguma recuperação, uma vez que até a véspera acumulava um declínio de 12,5% em agosto. No setor de educação, YDUQS ON valorizou-se 6,51%.

– EZTEC ON fechou em alta de 6,93%, em sessão positiva para construtoras de modo geral dado o movimento nos juros futuros, com o índice do setor imobiliário na B3, que inclui empresas de shopping centers, avançando 3,39%.

– BRADESCO PN subiu 0,9%, com analistas do JPMorgan reiterando “overweight” para as ações e estabelecendo um preço-alvo de 20 reais para os papéis ao final de 2025, de 18 reais ao final de 2024.

– ITAÚ UNIBANCO PN encerrou com decréscimo de 0,76%, enquanto BANCO DO BRASIL ON terminou com elevação de 0,75% e SANTANDER BRASIL UNIT avançou 1,03%.

– JBS ON recuou 3,81%, em dia de correção após o rali recente dos papéis na sequência da divulgação do balanço do segundo trimestre. No setor, BRF ON cedeu 2,02% e MARFRIG ON perdeu 0,61%. MINERVA ON subiu 2,58%.

– VALE ON fechou em baixa de 1,68%, acompanhando o movimento dos futuros do minério de ferro na China, onde o contrato mais negociado em Dalian fechou as negociações diurnas em queda de 2,24%, a 719,5 iuanes (100,81 dólares) a tonelada.

– PETROBRAS PN caiu 0,62%, apesar do desempenho robusto dos preços do petróleo no exterior, onde o barril de Brent encerrou o dia negociado em alta de 2,33%.





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Paquistão e Vietnã lideram compras de algodão de MT


Segundo maior volume registrado para o mês de agosto na história




Foto: Canva

Segundo dados do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), agosto de 2024 marcou o início do ciclo de exportações da safra 23/24, com Mato Grosso respondendo por 57,17% dos embarques nacionais de algodão. O estado exportou 63,89 mil toneladas, o segundo maior volume registrado para o mês de agosto na história.

Os principais destinos da pluma mato-grossense foram o Paquistão, com 14,19 mil toneladas, e o Vietnã, com 12,96 mil toneladas. Já as negociações com a China têm se mostrado tímidas nas últimas semanas, após o governo chinês reduzir a cota de importações de algodão em uma tentativa de estabilizar os preços internos e apoiar seus produtores.

Apesar desse cenário, o Imea projeta que as exportações de algodão de Mato Grosso superem as do ciclo 22/23, alcançando um recorde de 1,79 milhão de toneladas na safra 23/24.





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Crédito emergencial alivia produtores rurais afetados por enchentes


70% do valor contratado deve ser usado para refinanciar dívidas




Foto: Divulgação

Segundo informações divulgadas pelo HBS Advogados, os produtores rurais do Rio Grande do Sul, afetados pelas enchentes de maio, podem contar com uma nova linha de financiamento de capital de giro. A resolução 5.172, publicada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), destina o crédito para produtores, cooperativas de produção agropecuária, cerealistas e fornecedores de insumos agrícolas localizados em municípios com decreto de emergência ou calamidade pública.

Os beneficiados são estabelecimentos com perdas comprovadas iguais ou superiores a 30% da produção, de acordo com laudo técnico assinado por um profissional habilitado. Os prejuízos devem ter ocorrido entre 26 de abril e 31 de julho de 2024, em consequência de enchentes, enxurradas, vendavais, ou inundações.

De acordo com Frederico Buss, advogado da HBS Advogados, o crédito poderá ser pago em até cinco anos, com possibilidade de prorrogação de três anos via BNDES. A taxa de juros é de 10% ao ano para mutuários com renda bruta anual de até R$ 300 milhões, e 12% para os demais. O prazo para requerer o crédito rural se encerra em 16 de setembro.

Buss também destacou que 70% do valor contratado deve ser usado para refinanciar dívidas de produtores rurais enquadrados na resolução. Além disso, ele alertou que a medida não abrange estabelecimentos com perdas inferiores a 30%, nem aqueles em municípios sem decretação de emergência.

 





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balança comercial tem superávit de 29 mil toneladas


Setor observa um cenário desafiador, mas com perspectivas de melhora




Foto: Pixabay

A balança comercial do arroz no Brasil voltou a apresentar saldo positivo em agosto, com um superávit de 29,03 mil toneladas, após três meses consecutivos de resultados negativos. Esse desempenho traz certo alívio para o setor, mas o acumulado dos últimos 12 meses ainda aponta um déficit expressivo de 185,4 mil toneladas, o maior registrado desde outubro de 2021.

Segundo dados informados pelo Cepea, mesmo com a queda nas exportações em agosto de 2024, o volume embarcado foi o segundo maior do ano, superando as importações. Além disso, os preços tanto de exportação quanto de importação aumentaram. O custo de importação, em reais por saca, atingiu o maior valor nominal da série histórica da Secex. O custo FOB do arroz na origem foi de US$ 478,36 por tonelada, ou R$ 132,98 por saca de 50 kg. Quando ajustado pela inflação, é o valor mais alto desde agosto de 2015, quando chegou a R$ 134,03 por saca.

Com isso, o setor observa um cenário desafiador, mas com perspectivas de melhora, especialmente considerando a retomada do superávit na balança.





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Mapa aprovou 328 registros de agrotóxicos em 2024


Por Flávio Hirata, engenheiro agronomo pela ESALQ-USP, especialista em registro de agrotóxicos e sócio da AllierBrasil.

A partir de 2017, o número de registro de produtos aprovados ultrapassou a marca de 400, tendo atingido o recorde histórico em 2022, com 652 aprovações.

Faltando menos de 4 meses para o final do ano, o Ministério da Agricultura aprovou 328 registros de agrotóxicos em 2024, sendo, 38 produtos biológicos (12%), 182 produtos formulados químicos (55%) e 108 produtos técnicos (33%). 

Dentre os produtos formulados químicos aprovados, a grande maioria é de produtos baseados em produtos técnicos equivalentes, também denominados de “genéricos”. Os produtos genéricos são a força motriz das empresas, em número, que atuam ou que estão tentando o acesso ao mercado brasileiro de pesticidas. E aí se destacam os produtos de origem da China e da Índia, que são os principais fornecedores de produtos genéricos. 

Sete empresas foram responsáveis por 36% dos registros aprovados, com destaque para a AllierBrasil com 9% das aprovações (23), Sumitomo Chemical, 7% (19), Rainbow, 5% (13) e Adama, 5% (12). 

Em comparação aos dados de 2023, praticamente são as mesmas empresas que detêm o maior número de aprovações de registro de produtos formulados químicos, com exceção da Sumitomo Chemical e Bayer.

Em relação aos produtos biológicos, as aprovações de registros são bastante pulverizadas entre as empresas do setor. 

Mesmo com essa quantidade de registros aprovados, é importante salientar que muitos dos produtos aprovados já não têm a mesma demanda, quando comparado à época dos pleitos dos seus respectivos registros. Isto se deve ao fato que o tempo para aprovação de um registro de agrotóxico (químico) é extremamente longo. Diferente do que acontece com o registro de produtos biológicos, cujas avaliações são priorizadas e o tempo para aprovação geralmente não ultrapassa 12 meses.  

O registro de produto somente não garante o sucesso do negócio. Mas, certamente, é a chave mestre para o acesso ao maior mercado de agroquímicos do mundo.

 

 





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Cotação do algodão oscila em setembro com menor oferta e negociações limitadas


Mercado interno de algodão em pluma iniciou setembro com oscilações




Foto: Pixabay

O mercado interno de algodão em pluma iniciou setembro com oscilações nos preços, mostrando maior volatilidade. A dificuldade em acordar valores e qualidade dos lotes disponíveis no mercado spot tem limitado a liquidez das negociações, o que reflete diretamente na dinâmica do setor.

Segundo dados informados pelo Cepea, vendedores continuam priorizando a entrega de contratos a termo, tanto para o mercado interno quanto para o externo, o que reduz a oferta de novos lotes. Por outro lado, comerciantes estão em busca de mais lotes para atender às suas programações, recorrendo, em alguns casos, a negócios “casados”.

Já no segmento de fios, agentes consultados indicam uma melhora nas negociações, com uma demanda pontual para atender à reposição de estoques e às necessidades imediatas do setor.





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Lalguard Java agora é LALGUARD C99


Bioinseticida desenvolvido em parceria com a Embrapa recebe novo nome e registro


Foto: Divulgação

Bioinseticida desenvolvido em parceria com a Embrapa recebe novo nome e registro para manejo da cigarrinha-do-milho

O risco da seleção de pragas resistentes aos inseticidas químicos tem aumentado as chances da redução da eficiência desses produtos. Além disso, muitos desses produtos estão sendo banidos em várias partes do mundo, o que representa um grande desafio para a agricultura moderna. No Brasil, a mosca-branca causou grandes danos em várias culturas na safra passada, enquanto a cigarrinha-do-milho se tornou a praga mais relevante para a cultura do milho. Esses são exemplos claros de uma tendência preocupante e do que podemos esperar para a proteção das plantações no futuro.

Em 2022, a Lallemand Plant Care lançou no mercado brasileiro uma solução inovadora para o manejo de pragas: o LALGUARD JAVA. Este bioinseticida, desenvolvido após anos de pesquisa em colaboração com a EMBRAPA, é formulado a partir do isolado exclusivo BRM27666 do fungo entomopatogênico Cordyceps javanica. O LALGUARD JAVA demonstrou eficácia comprovada no controle da mosca-branca em campo, ganhando a confiança dos produtores em todo o país.

Em julho de 2024, a marca comercial LALGUARD JAVA WP foi alterada para LALGUARD C99 WP. Além disso, o LALGUARD C99 WP foi recentemente registrado no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) para o controle da cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis), ampliando seu espectro de ação em bula e alinhando-se ao posicionamento de marca global da Lallemand Plant Care. Essa mudança reflete o compromisso contínuo da empresa com a inovação e a excelência.

A expertise centenária da Lallemand, em parceria com a EMBRAPA, oferece ao produtor tecnologia de alta eficiência no manejo de pragas, garantindo rentabilidade. Para mais informações, entre em contato com nossos especialistas pelo e-mail: [email protected].





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Feira global de máquinas quer superar sucesso de 2022


Esse aumento é impulsionado pela necessidade de investimentos em tecnologia agrícola



Esse aumento é impulsionado pela necessidade de investimentos em tecnologia agrícola
Esse aumento é impulsionado pela necessidade de investimentos em tecnologia agrícola – Foto: Canva

A 46ª edição da EIMA International, uma das maiores exposições globais de máquinas agrícolas e de jardinagem, será realizada em Bolonha, de 6 a 10 de novembro de 2024. Organizado pela FederUnacoma (Federação Italiana de Fabricantes de Máquinas Agrícolas), o evento promete superar o sucesso da edição de 2022, que contou com 327 mil participantes, sendo 57 mil visitantes internacionais. A feira contará com a presença de operadores de 150 países, incluindo nações como Estados Unidos, Tailândia, Austrália, Nigéria e Bahamas, consolidando-se como um dos eventos mais internacionalizados do setor.

Durante uma conferência de imprensa realizada na sede da Agência Italiana de Comércio (ICE) em Roma, a presidente da FederUnacoma, Mariateresa Maschio, destacou a relevância do mercado de máquinas agrícolas, que movimentou cerca de 164 bilhões de dólares em 2023. Desse total, 57 bilhões foram relacionados a tratores agrícolas, 73 bilhões a outros tipos de maquinário e equipamentos, e 34 bilhões destinados a componentes do setor. O crescimento anual de 4,7% no comércio de tratores nos últimos 15 anos indica que a demanda por tecnologia agrícola tende a aumentar.

Esse aumento é impulsionado pela necessidade de investimentos em tecnologia agrícola em diversos países, uma vez que a agricultura é essencial para a segurança alimentar global e o fornecimento de matérias-primas para a indústria e energia. Embora os maiores mercados atualmente sejam Índia, China, Estados Unidos e Europa, a demanda por máquinas agrícolas deverá crescer em países como Brasil, Argentina, Austrália, Indonésia e Turquia.

Além disso, a colaboração entre a ICE e a FederUnacoma possibilitará a realização de encontros comerciais durante a feira, com a participação de mais de 450 operadores financeiros de 80 nações. Esses operadores foram selecionados pelos escritórios estrangeiros da ICE e atuarão conforme seus interesses específicos, o que reforça a importância da EIMA como plataforma estratégica para o desenvolvimento do setor agrícola global.





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Como a IA Generativa impulsiona o agro


Entre os principais usos da IA Generativa no campo, Orrigo destaca seis aplicações



A IA Generativa também pode apoiar a previsão de demanda e mercado
A IA Generativa também pode apoiar a previsão de demanda e mercado – Foto: Divulgação

Segundo Fabrício Orrigo, diretor de produtos Agro da TOTVS, desde o lançamento do ChatGPT, muito tem se discutido os impactos da Inteligência Artificial Generativa (IA) nos negócios, especialmente no agronegócio. A IA Generativa utiliza algoritmos de aprendizado para processar grandes volumes de dados e é capaz de identificar padrões complexos, especialmente no processamento da linguagem natural. No caso do agronegócio, essa tecnologia pode atuar como um acelerador nas decisões tomadas por gestores e produtores, aumentando a eficiência em várias etapas do processo produtivo.

Entre os principais usos da IA Generativa no campo, Orrigo destaca seis aplicações. A primeira delas é a assistência técnica: chatbots podem oferecer suporte aos agricultores, respondendo a questões sobre fertilizantes, pesticidas e técnicas de plantio. Além disso, a IA pode melhorar a comunicação com clientes, fornecendo informações sobre produtos e coletando feedbacks para aprimorar processos. Outro ponto é a análise de dados, onde a IA processa informações como previsões climáticas e dados de colheita para auxiliar na tomada de decisões.

A IA Generativa também pode apoiar a previsão de demanda e mercado, analisando dados históricos e em tempo real para oferecer insights sobre tendências, e no monitoramento e controle de pragas, processando imagens e informações para diagnosticar doenças e sugerir medidas de controle. Por fim, a otimização do uso de recursos é outro destaque, com a IA ajudando a melhorar o uso de água e fertilizantes com base em dados ambientais e históricos.

“Como em qualquer nova tecnologia, é importante considerar algumas ressalvas antes de incorporar estas aplicações à gestão do agronegócio. O desempenho da IA Generativa depende diretamente da qualidade e da representatividade dos dados com os quais ela é alimentada. Por isso investir na atualização e na escolha dos dados mais relevantes para o negócio é vital para obter respostas corretas. Outro ponto de atenção está relacionado à segurança e privacidade de dados. É essencial garantir o uso responsável dos dados agrícolas para manter a integridade das aplicações e do serviço”, conclui.
 





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