terça-feira, março 17, 2026

Política & Agro

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Primeiras áreas de soja são cultivadas no Mato Grosso



Semeadura de soja pode ganhar ritmo em outubro



Foto: USDA

Segundo a análise semanal divulgada pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) nesta segunda-feira (22), as primeiras áreas de soja da safra 2025/26 já foram semeadas em Mato Grosso. Até a última sexta-feira (19), 0,55% dos 13,01 milhões de hectares estimados havia sido cultivado no estado, percentual 0,28 ponto percentual acima do registrado na safra 2024/25 e 0,07 ponto percentual superior à média dos últimos cinco anos. “O avanço inicial da semeadura indica um ritmo acima do observado em anos anteriores”, avaliou o instituto.

Segundo informantes do Imea, a maior parte dos talhões cultivados na semana passada corresponde a áreas irrigadas. “Além disso, foram registradas precipitações pontuais em alguns municípios, o que possibilitou a entrada das máquinas também em áreas de sequeiro”, informou o boletim. O instituto destacou ainda que muitos produtores aguardam a regularização do regime de chuvas para acelerar os trabalhos a campo.

De acordo com projeções do NOAA, as chuvas em Mato Grosso devem se intensificar nos próximos sete dias, com potencial acumulado de 15 a 25 milímetros na maior parte do estado. “Esse volume pode favorecer o avanço da semeadura, que historicamente ganha ritmo em outubro”, apontou a análise.





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Projeção indica queda na produtividade do milho



Produtividade do milho cai, mas segue histórica



Foto: Pixabay

Segundo a análise semanal divulgada pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) nesta segunda-feira (22), a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) publicou em setembro de 2025 a primeira estimativa para a safra 2025/26 de milho no Brasil. A área cultivada foi projetada em 22,63 milhões de hectares, representando incremento de 3,55% em relação à safra 2024/25. “Esse avanço é sustentado, sobretudo, pela rentabilidade do milho na segunda safra e pela expectativa de maior consumo doméstico, impulsionado pela demanda das usinas de etanol”, destacou o boletim.

A análise acrescenta que a possível migração das compras asiáticas do milho dos Estados Unidos para a América do Sul reforça as perspectivas de aumento na demanda, fatores que, segundo o Imea, motivam a expansão da área cultivada na próxima temporada. “No que se refere à produtividade, a estimativa ficou em 101,83 sacas por hectare, redução de 1,59% em comparação ao ciclo anterior”, informou a Conab.

Apesar da queda na produtividade, o rendimento se configura como o segundo maior da série histórica da companhia. Por fim, a produção brasileira de milho para a safra 2025/26 foi projetada em 138,28 milhões de toneladas, o que representa queda de 1,01% em relação à temporada anterior.





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Brasil registra superávit de US$ 722 milhões na 3ª semana


Na terceira semana de setembro de 2025, a balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 722 milhões e corrente de comércio de US$ 12,7 bilhões, resultado de exportações de US$ 6,7 bilhões e importações de US$ 6 bilhões. No acumulado do mês, as exportações somaram US$ 19,9 bilhões e as importações US$ 17,5 bilhões, com saldo positivo de US$ 2,4 bilhões e corrente de negociações de US$ 37,5 bilhões. “Esses e outros resultados foram publicados nesta segunda-feira (22) pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC)”, informou o boletim.

No ano, as exportações totalizam US$ 247,5 bilhões e as importações US$ 202,3 bilhões, com saldo positivo de US$ 45,2 bilhões e corrente de negociações de US$ 449,8 bilhões, segundo a Secex.

Nas exportações, comparando as médias até a terceira semana de setembro de 2025 (US$ 1,329 bilhões) com a de setembro de 2024 (US$ 1,355 bilhões), houve queda de 2,0%. Em relação às outras, houve um crescimento de 5,1% na comparação entre as médias até a terceira semana de setembro de 2025 (US$ 1,170 bilhões) e a partir de setembro de 2024 (US$ 1,113 bilhões).

Até a terceira semana de setembro de 2025, o diário médio da corrente de comércio totalizou US$ 2.499,54 milhões e o saldo, também por mídia diária, foi de US$ 158,82 milhões. “Comparando-se este período com a média de setembro de 2024, houve crescimento de 1,2% na corrente de comércio”, informou a Secretaria.

No acumulado até a terceira semana de setembro de 2025, em comparação ao mesmo mês do ano anterior, o desempenho dos setores pela média exportadora diária foi o seguinte: crescimento de US$ 15,56 milhões (5,7%) na agropecuária, queda de US$ 11,21 milhões (3,9%) na indústria extrativa e de US$ 35,45 milhões (4,5%) em produtos da indústria de transformação.

No mesmo período, comparado ao ano anterior, o desempenho dos setores importadores pela média registrou diariamente crescimento de US$ 70,74 milhões (7,0%) em produtos da indústria de transformação, queda de US$ 2,08 milhões (9,5%) em agropecuária e de US$ 10,83 milhões (14,8%) em indústria extrativa.





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Reforma tributária muda cenário das importações



“A carga tributária na importação é elevada”


“A carga tributária na importação é elevada"
“A carga tributária na importação é elevada” – Foto: Divulgação

A reforma tributária em tramitação promete mudanças significativas na forma como empresas brasileiras realizam importações. A substituição do sistema atual, fragmentado e com diversos benefícios regionais, por um modelo uniforme baseado no destino, exigirá que importadoras revisem suas estratégias logísticas e fiscais.

A extinção gradual de benefícios estaduais, prevista até 2032, e a definição do local de incidência de tributos como CBS e IBS terão impacto direto no fluxo de caixa e nas margens operacionais, especialmente durante o período de transição, quando ocorrerá a migração dos tributos atuais para o novo modelo.

“A carga tributária na importação é elevada. Tributos como PIS, COFINS, ICMS e IPI incidem sobre bases de cálculo distintas e, além de todo o cenário burocrático existente no País, o que dificulta a previsibilidade financeira. Por conta desse alto custo fiscal na importação, alguns Estados concedem benefícios fiscais com objetivo de atrair investimento para a região e desonerar o contribuinte, como por exemplo o TTD 410 de Santa Catarina, o Invest do Espírito Santo, TTS Corredor de Importação de Minas Gerais, entre outros”, alerta ele.

Trading companies, que intermediavam operações de encomenda, também deverão se adaptar, já que o novo modelo tende a favorecer compras diretas entre fornecedor estrangeiro e importador final. A reconfiguração das cadeias de suprimento exigirá planejamento tributário integrado e redesenho das rotas logísticas para manter a competitividade. A principal preocupação das importadoras é manter operações eficientes diante do aumento da carga tributária e da eliminação dos incentivos estaduais, que hoje contribuem para atrair investimentos e reduzir custos fiscais.

 





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Fertilizantes e defensivos elevam custo do algodão



Custo do algodão sobe 0,56% em agosto



Foto: Canva

Segundo análise semanal divulgada nesta segunda-feira (22) pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), o projeto CPA-MT apresentou o novo relatório de custo de produção de algodão para a safra 2025/26. “Em agosto de 2025, o custeio do algodão ficou projetado em R$ 10.776,94 por hectare, incremento de 0,56% em relação à estimativa de julho de 2025, com destaque para o aumento de 0,65% nos custos com defensivos e de 0,47% na classe de fertilizantes e corretivos”, informou o estudo.

De acordo com o relatório, quando comparado ao consolidado da safra 2024/25, o custeio está 12,27% superior. Essa elevação é explicada não apenas pelo aumento das despesas com defensivos e fertilizantes, mas também pelo custo de pós-produção, que ficou 104,90% maior.

O documento indica que o custo operacional efetivo (COE) ficou projetado em R$ 15.407,20 por hectare, acréscimo de 0,23% no comparativo mensal e de 17,69% no anual, sendo o maior patamar desde a safra 2022/23.

O Imea ressalta que “os custos mais elevados e o atual patamar de preços são pontos de atenção para o cotonicultor neste momento de planejamento para o próximo ciclo”.





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São Paulo investe R$ 86 milhões em maquinário rural



Programa estadual investe em pesquisa e maquinário rural



Foto: Pixabay

A Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) realizou nesta terça-feira (23) a entrega de maquinários agrícolas destinados a diversos municípios paulistas, em evento promovido na Fazenda Santa Eliza, em Campinas (SP).

Segundo a pasta, foram entregues 304 maquinários para 267 municípios por meio do programa Patrulha Rural, “sendo 90 rolos compactadores, 90 pás carregadeiras, 35 retroescavadeiras, 39 tratores agrícolas e 50 roçadeiras hidráulicas”. Além disso, foram distribuídos 20 caminhões-pipa pelo programa Agro SP + Seguro. O investimento total do Governo do Estado é de R$ 86 milhões.

As entregas integram a estratégia do Governo do Estado de São Paulo para incentivar a produção agropecuária e apoiar os produtores rurais. Desde 2023, a SAA “entregou cerca de 608 equipamentos aos municípios paulistas, totalizando mais de R$ 125 milhões”, informou a secretaria.

Durante o evento, a Diretoria de Pesquisa de Tecnologia dos Agronegócios (Apta) homologou 37 pesquisadores científicos aprovados no último concurso público. Eles passam a integrar equipes responsáveis pelo desenvolvimento de estudos e inovações para a agropecuária paulista e nacional. “A iniciativa reforça o compromisso da SAA com o avanço do agronegócio por meio da pesquisa científica”, destacou a pasta.





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setembro pode ter a maior média de abate já registrada



Oferta de gado confinado amplia escalas de abate em MT



Foto: Pixabay

Segundo a análise semanal divulgada pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) nesta segunda-feira (22), as escalas de abate de bovinos na parcial de setembro de 2025, até o dia 19, ficaram em média em 12,56 dias. O instituto destacou que esse resultado representa “um alongamento de 35,01% em relação ao mesmo período de agosto de 2025”.

De acordo com o levantamento, o movimento reflete a maior oferta de animais terminados na segunda quinzena de agosto de 2025, “que já havia provocado um primeiro alongamento das escalas e se manteve na primeira metade de setembro de 2025”.

O Imea apontou que o cenário esteve associado ao avanço dos abates no mês de agosto, com aumento mais expressivo na categoria de confinamento, “que registrou alta de 29,29%”. No semiconfinamento, o crescimento foi de 5,38%, enquanto os animais criados a pasto apresentaram retração de 9,23% no comparativo com o mês anterior.

Segundo a instituição, o incremento da oferta sustentou o alongamento das escalas em setembro, “que pode se consolidar como a média mais longa já registrada na série histórica”.





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Plano Safra reforça segurança alimentar no Pará



Pará recebe ações do Plano Safra 2025/26 em Belém



Foto: Divulgação

O fortalecimento da agricultura familiar no Pará ganhou novo impulso nesta terça-feira (23), em Belém, com a realização de ações do Plano Safra 2025/2026. Durante a solenidade, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apresentou medidas que “vão desde o apoio direto às cozinhas solidárias até a formalização de termos que ampliam a participação de cooperativas e associações no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA)”.

A superintendente regional da Conab no Pará, Rosanna de Angelis Vallinoto Costa, participou do evento, que marcou um passo para aproximar a produção dos agricultores familiares das demandas sociais. Entre as ações, ocorreu a entrega simbólica de duas toneladas de gêneros alimentícios destinados a cinco cozinhas solidárias: Mãos de Mulheres e Pão Partilhado (Ananindeua), Mulheres das Flores e Resistência (Belém) e Mãos Solidárias (Igarapé-Açu). Segundo a Conab, “essas iniciativas contribuem para a segurança alimentar de famílias em situação de vulnerabilidade”.

O evento também incluiu a assinatura de quatro Termos de Participação da Agricultura Familiar (TPAFs) referentes ao PAA 2025, instrumento que “assegura espaço para entidades da agricultura familiar na venda direta ao poder público”. Além disso, foi autorizada a entrega de sementes no âmbito do programa, medida que, de acordo com a Conab, “garante melhores condições de plantio e incentiva a produção sustentável no campo”.

As ações, segundo a companhia, reforçam o compromisso do Governo Federal “em integrar a agricultura familiar, a pesca e a aquicultura às políticas de desenvolvimento rural sustentável, com reflexos positivos para o abastecimento alimentar e a geração de renda no estado”.





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Dólar encerra o dia estável e acumula queda ante o real pela 4ª semana


Logotipo Reuters

Por Fabricio de Castro

SÃO PAULO (Reuters) – O dólar fechou a sexta-feira praticamente estável no Brasil, em meio a uma agenda esvaziada de indicadores e eventos econômicos, mas ainda assim a divisa norte-americana completou a semana com uma baixa acumulada ante o real, a quarta queda semanal consecutiva.

Apesar do avanço firme ante boa parte das demais divisas no exterior, o dólar à vista fechou a sexta-feira com leve alta de 0,02% no Brasil, aos R$5,3205. Na semana a divisa acumulou queda de 0,62% e, no ano, baixa de 13,89%.

Às 17h05, na B3 o dólar para outubro — atualmente o mais líquido no Brasil — subia 0,23%, aos R$5,3320.

A sexta-feira foi marcada por nova alta do dólar ante as demais divisas no exterior, com investidores ajustando posições após o Federal Reserve cortar, na quarta-feira, sua taxa de juros em 25 pontos-base, para a faixa entre 4% e 4,25%, sinalizando a intenção de promover novas reduções até o fim do ano.

No Brasil, em um dia de agenda esvaziada, o dólar chegou a subir em sintonia com o exterior, atingindo a cotação máxima de R$5,3405 (+0,40%) às 9h36 — ainda na primeira hora de negócios –, mas perdeu força logo depois, reaproximando-se da estabilidade.

Por trás do movimento estava novamente a percepção de que, com uma taxa Selic de 15%, o Brasil tem um diferencial de juros bastante atraente em relação aos EUA, o que atrai investimentos externos.

Em publicação nesta sexta-feira, o Departamento de Pesquisa Macroeconômica do Itaú Unibanco informou a revisão de sua projeção para a taxa de câmbio no fim deste ano, de R$5,50 para R$5,35, mantendo o valor de R$5,50 para o encerramento de 2026.

“O cenário externo benigno, com enfraquecimento global do dólar, deve permitir que o real siga operando em níveis mais apreciados no curto prazo”, registrou nota assinada pelo economista-chefe do banco, Mário Mesquita.

“Para o ano que vem, no entanto, o estreitamento do diferencial de juros, o prêmio de risco e o cenário desafiador das contas externas limitam perspectivas mais favoráveis.”

Pela manhã, o Banco Central vendeu um total de US$2 bilhões em dois leilões de linha (venda de dólares com compromisso de recompra) simultâneos para rolagem do vencimento de outubro. Além disso, vendeu 40.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de outubro.

Às 17h08, o índice do dólar — que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas — subia 0,32%, a 97,656.





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Preço de bezerros sobe em Mato Grosso



Preços dos bezerros sobem devido à menor oferta



Foto: Pixabay

A menor oferta de bezerros em Mato Grosso tem elevado os preços e beneficiado o sistema de cria no estado, segundo análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgada nesta segunda-feira (22). De acordo com os dados, “o preço do bezerro de 12 meses deflacionado, média de janeiro a setembro de 2025, foi de R$ 12,88/kg para machos e R$ 9,92/kg para fêmeas, aumento de 42,19% e 43,24%, respectivamente, em relação ao mesmo período de 2024”.

O aumento nos preços está relacionado ao maior descarte de fêmeas registrado nos anos anteriores, que resultou em menor disponibilidade de animais jovens. Segundo o Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea), na parcial de maio de 2025, o rebanho de bezerros machos de 0 a 12 meses foi de 4,90 milhões de cabeças, enquanto o de fêmeas somou 4,20 milhões, representando redução de 3,29% e 5,39%, respectivamente, em relação a 2024.

A valorização do preço dos bezerros tende a estimular o sistema de cria no estado, incentivando a retenção de fêmeas e reduzindo o volume de abates de matrizes. Segundo o Imea, “o cenário atual favorece a produção de animais jovens, mantendo o rebanho mais estruturado para os próximos ciclos”.





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