terça-feira, março 24, 2026

Política & Agro

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Mercado do trigo segue pressionado



Quem precisa vender grãos, deve aguardar



Quem precisa vender grãos, deve aguardar
Quem precisa vender grãos, deve aguardar – Foto: Pixabay

O mercado de trigo permanece sob pressão, principalmente devido à vantagem competitiva dos moinhos localizados no litoral, que recebem grãos de alta qualidade a preços similares aos praticados no interior do Brasil. A proximidade desses moinhos com os centros consumidores reforça essa competitividade. Além disso, a colheita antecipada no Centro-Oeste contribui para a pressão baixista. No entanto, o cenário pode mudar a partir do segundo mês de 2026, caso se confirmem danos na qualidade da safra nos estados do Sul do país.

Segundo análise da TF Agroeconômica, a recomendação aos produtores se mantém: quem precisa vender grãos deve aguardar, enquanto os compradores devem agir rapidamente. Entre os fatores de alta estão a recente desvalorização do dólar frente ao euro, que favorece exportações americanas, o acordo comercial entre EUA e Indonésia, o atraso na colheita da região do Mar Negro e a leve alta nos preços no Brasil (0,28% no RS e 0,26% no PR). Porém, esses movimentos positivos ainda são limitados pela concorrência com preços internacionais mais baixos, especialmente os do trigo argentino.

No campo dos fatores de baixa, a colheita acelerada na França está gerando estoques elevados e pode pressionar ainda mais os preços globais. A FranceAgriMer estima exportações modestas para fora da UE e um aumento de 66% nos estoques finais, o maior patamar em 21 anos. No Brasil, a possível ocorrência de geadas severas em agosto preocupa o setor, não pela quebra de safra em si, mas pelos efeitos colaterais observados nas últimas temporadas, quando a baixa qualidade permitiu a alguns moinhos forçar os preços para baixo, retraindo margens e demanda.

Diante desse cenário, o mercado segue com cautela, especialmente atento às condições climáticas e seus impactos na qualidade da safra nacional. A expectativa de maior necessidade de importação ainda não foi completamente considerada pela Conab, o que pode agravar o descompasso entre oferta e demanda interna nos próximos meses.

 





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Demanda para esmagamento impulsiona preço da soja no Brasil



Mesmo com produção recorde global, soja segue valorizada




Foto: Divulgação

A demanda consistente da indústria de esmagamento continua sendo um dos principais motores de sustentação para os preços da soja no mercado brasileiro. Apesar da pressão exercida pela ampla oferta global, os valores internos seguem firmes, refletindo o apetite das indústrias por matéria-prima para a produção de farelo e óleo.

Segundo informações divulgadas pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), essa tendência de valorização tem sido observada tanto no mercado interno quanto nas exportações. No Brasil, os Indicadores CEPEA/ESALQ – Paranaguá (PR) e CEPEA/ESALQ – Paraná registraram avanços de 1,8% e 1,3%, respectivamente, na parcial deste mês até o dia 17. No entanto, os pesquisadores alertam que a trajetória de alta dos preços pode encontrar resistência devido ao crescimento da produção mundial. O relatório mais recente do USDA projeta um novo recorde para a safra global de soja, que deve passar de 421,99 milhões de toneladas na temporada 2024/25 para 427,68 milhões de toneladas em 2025/26.

A elevação nos preços domésticos, mesmo que moderada, é reflexo direto da competitividade da soja brasileira no mercado internacional e da demanda sólida por derivados. O movimento também tem sido acompanhado por agentes atentos ao câmbio e à movimentação dos estoques nos principais portos.

Com o cenário global projetando maior produção, o comportamento dos preços nos próximos meses deve depender do ritmo das exportações brasileiras e da dinâmica interna do esmagamento. Para os produtores, o momento é de atenção às oportunidades de comercialização e à evolução dos mercados futuros.





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produtividade preocupa após geadas no Paraná



Deral aponta queda na qualidade do milho




Foto: Agrolink

A colheita da segunda safra de milho 2024/25 no Paraná alcançou 29% da área total estimada nesta semana, segundo o Boletim de Conjuntura Agropecuária divulgado nesta quinta-feira (17) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab). De acordo com os técnicos do Deral, esse desempenho está levemente acima da média das últimas cinco safras, que girava em torno de 20% no mesmo período.

Apesar do avanço nos trabalhos de campo, os analistas do Deral alertam para o agravamento nas condições das lavouras ainda não colhidas. Conforme o boletim, a proporção de áreas classificadas como em boas condições recuou de 68% para 64% em uma semana. Já as lavouras em situação mediana passaram de 18% para 20%, enquanto as áreas consideradas ruins subiram de 14% para 15%.

“O impacto das geadas registradas no final de junho em parte das regiões produtoras pode estar diretamente relacionado a essa piora”, destacou o Deral. A equipe técnica também informou que uma avaliação mais precisa dos efeitos sobre a produtividade deverá ser realizada nas próximas semanas.





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avanço lento da colheita interrompe queda nos preços



Ritmo da colheita segue abaixo do registrado no mesmo período de 2023




Foto: USDA

Os preços do milho deixaram de cair em algumas regiões do país na última semana, refletindo um cenário de menor pressão de venda por parte dos produtores. Apesar da continuidade da colheita da segunda safra, o mercado mostra sinais de estabilidade pontual, impulsionado por fatores relacionados à oferta e à demanda interna.

De acordo com informações divulgadas pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), o ritmo da colheita segue abaixo do registrado no mesmo período de 2023 e de anos anteriores. Além disso, muitos vendedores têm se retraído, optando por adiar as negociações em meio à expectativa de preços melhores. Por outro lado, os compradores também estão mais cautelosos nas aquisições no mercado spot, influenciados por previsões de uma safra recorde no Brasil e pela fragilidade nas exportações.

Os pesquisadores do Cepea observam que grande parte dos demandantes está operando com estoques de contratos já fechados anteriormente, o que reduz ainda mais a movimentação no mercado físico. Com a baixa liquidez, o setor permanece atento aos próximos desdobramentos da colheita e ao comportamento da demanda interna e externa.

Em algumas praças, especialmente no Centro-Oeste, a lentidão na colheita tem limitado a oferta disponível no curto prazo, contribuindo para a interrupção na tendência de queda dos preços. Já no Sul, o excesso de umidade em determinadas áreas também tem atrasado os trabalhos de campo, o que influencia diretamente o volume colocado no mercado neste momento.

A expectativa dos agentes é que, com a intensificação da colheita nas próximas semanas e diante da pressão de uma grande produção, os preços possam voltar a ceder. No entanto, esse movimento dependerá do ritmo das exportações e da capacidade de escoamento interno, que segue sendo um dos principais desafios da cadeia do milho em 2024.





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Agrosolidário amplia cuidado com idosos por meio de parceria com a AAPI de Lucas do Rio Verde


Há 13 anos, a Associação de Aposentados, Pensionistas e Idosos (AAPI) de Lucas do Rio Verde realiza um trabalho essencial de assistência social, atendendo mensalmente mais de 50 pessoas com a doação de cestas básicas, fraldas geriátricas e, recentemente, essa missão ganhou um reforço com a bebida de soja. Este último item passou a ser distribuído graças à parceria com o programa Agrosolidário, da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), como forma de oferecer uma alternativa nutricional aos idosos atendidos.

O presidente da AAPI, Hercílio Girardi, conta que a associação foi fundada em 7 de janeiro de 2012 com o objetivo de apoiar idosos em situação de vulnerabilidade por meio de itens de primeira necessidade, bem como fraldas e cestas básicas. “A Aprosoja MT nos ajuda com a bebida de soja, que é muito importante para nós. É uma excelente bebida que muitos idosos estão gostando e, inclusive, falam que é o produto do amor”, relata Hercílio.

Com mais de 400 associados, a entidade conta com apoio de voluntárias que também fazem uso da bebida de soja e percebem os efeitos positivos do suplemento para o dia a dia dos idosos. Para Emília Ferreira, que atua voluntariamente na associação, a bebida trouxe benefícios concretos para sua saúde e a de outros beneficiários.

“Eu vejo a parceria com a Aprosoja Mato Grosso como uma oportunidade para os idosos e, para mim, foi um excelente complemento para minha saúde. Eu super recomendo. As pessoas com quem converso falam que melhora a memória, fortalece as unhas e dá mais disposição. Eu agradeço à Aprosoja MT e à associação, que tem contribuído muito com os idosos da nossa cidade”, reconhece Emília.

Outra voluntária, Conceição Zena Zaltron, também percebeu mudanças positivas após o consumo da bebida. Além disso, ela ressalta que o impacto social da AAPI na vida dos idosos que enfrentam dificuldades para suprir suas necessidades básicas.

“Eu gostei muito do suplemento. Tinha dificuldade para dormir e, depois que comecei a tomar, até nisso ajudou. Também notei melhora nas unhas, no cabelo e passei a me sentir mais disposta e tranquila. É uma parceria muito boa. Assim como eu, os que tomaram também gostaram. Todo mundo está pedindo mais. O trabalho da associação vai ao encontro das necessidades de muitos, pois a aposentadoria, muitas vezes, não é suficiente. A cesta básica ou a fralda que recebem faz a diferença, e eles ficam felizes”, afirma Conceição.

A voluntária Lucinda Nunes Pereira também relata ganhos pessoais com o consumo da bebida. “Ajudou na minha pele, parece que ficou mais macia. Diminuiu as manchinhas e melhorou minha disposição”, conta.

A parceria entre o Agrosolidário da Aprosoja Mato Grosso com instituições como a AAPI é exemplo de como a união entre o setor produtivo e entidades sociais podem promover saúde, dignidade e bem-estar à população, principalmente aos idosos. Mostrando que, com solidariedade e cuidado, é possível transformar vidas.

 





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Abertura de mercado agrícola para o Brasil na África do Sul



Negociação fitossanitária foi concluída




Foto: Pixabay

O governo brasileiro e o governo da África do Sul concluíram negociação fitossanitária para que o Brasil exporte sementes de canola para aquele país.

Com mais de 63 milhões de habitantes, a África do Sul importou cerca de USD 635 milhões em produtos agropecuários do Brasil em 2024, com destaque para carnes, açúcar, cereais e café.

Além de promover a diversificação dos parceiros comerciais do Brasil, esta abertura de mercado representa uma nova oportunidade de negócios para o setor privado brasileiro, uma vez que a África do Sul é um produtor relevante de oleaginosas no contexto regional.

Com o anúncio, o agronegócio brasileiro alcança 394 aberturas de mercado desde o início de 2023.

Tais resultados são fruto do trabalho conjunto entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE).

 





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Tomate e melão lideram alta de preços



Clima frio influencia mercado e altera cotações na CEASA de Mato Grosso do Sul




Foto: Divulgação

Com a queda nas temperaturas e a boa oferta de hortaliças, o consumidor de Mato Grosso do Sul encontrou alface e cebola mais baratas esta semana na CEASA/MS (Centrais de Abastecimento de Mato Grosso do Sul). Por outro lado, frutas como melão e o tomate longa vida registraram forte valorização entre os dias 21 e 26 de julho, segundo o boletim semanal da central.

De acordo com as informações divulgadas pela CEASA/MS, a alface teve uma retração de 14% no valor. A caixa com 7 kg da verdura está sendo vendida a R$ 30,00. A cebola nacional também apresentou queda, com recuo de 11%: o saco de 20 kg agora custa R$ 40,00. A manga Tommy acompanha o movimento de baixa, ficando 7% mais barata, a R$ 60,00 a caixa com 6 kg.

Em contrapartida, o tomate longa vida subiu de preço e está custando R$ 140,00 a caixa com 25 kg. Já o melão espanhol foi o destaque entre os aumentos: a caixa de 13 kg teve alta de 9%, com preço médio de R$ 60,00.

As oscilações refletem tanto o ritmo da colheita quanto a dinâmica do consumo. No caso da alface, a redução da procura com a chegada do frio contribuiu diretamente para a queda nos preços. Já frutas como o melão sofrem influência da redução na oferta vinda de outras regiões produtoras, o que pressiona o valor para cima.

O tomate longa vida, apesar de ser uma das hortaliças mais consumidas do país, sofre com a entressafra em algumas regiões, o que reduz a disponibilidade no mercado atacadista e eleva o preço ao consumidor final. A boa demanda também ajuda a explicar a valorização.





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Seminário reúne apicultores em Uberlândia


Uberlândia foi o centro das discussões sobre a cadeia da apicultura no Triângulo Mineiro nesse fim de semana. O município sediou, no sábado (19), o 1º Seminário de Apicultura da região, uma promoção do Sistema Faemg Senar e do Sindicato Rural. A programação de palestras reuniu apicultores da região, estudantes e lideranças do agronegócio na Casa do Criador, no Parque de Exposições Camaru.

Presente no evento, o vice-presidente secretário do Sistema Faemg Senar, Ebinho Bernardes, destacou a importância de apoiar os produtores desta cadeia. “A apicultura está crescendo a cada ano em nosso estado e tenho certeza que este trabalho vai continuar potencializando o setor. É uma atividade que o produtor pode inserir dentro da sua propriedade rural, diversificando o seu negócio”, afirmou.

Compondo a mesa de abertura do seminário, o gerente regional Ricardo Tuller destacou que a região formou o primeiro grupo do Programa de Assistência Técnica e Gerencial de Apicultura em 2022 e, hoje, tem um segundo grupo sendo assistido. “Este seminário é resultado desse trabalho que o ATeG vem fazendo aqui na região, como uma forma de trazer mais conhecimento aos produtores”, enfatizou Tuller, ressaltando a iniciativa dos técnicos de campo Gabriel Oliva e Tânia Durães para a realização do evento.

A apicultora Laís Lavareda saiu de Araguari para participar do evento, juntamente com um grupo de mais dez apicultores. “É fantástico aprender mais sobre a apicultura, estar aqui e fazer conexões junto com outros colegas de atividade, o que fortalece a nossa produção”, afirmou.

De acordo com informações do Instituto Mineiro de Agropecuária, nos últimos anos a apicultura mineira tem crescido e um dos indicativos é o aumento de produtores cadastrados. Em 2024, 1.085 novos cadastros foram realizados no IMA, 34% a mais que em 2023.

Programação

O seminário contou com palestras sobre “Viabilidade financeira e importância econômica do mel”, com o supervisor do Sistema Faemg Senar, Luan Dourado; “Importância da Polinização”, com o técnico especialista do Sistema Faemg Senar, Franklin Souza; “Atuação do profissional técnico nas agroindústrias de pequeno porte”, com a médica veterinária da Secretaria Municipal do Agronegócio, Renata Barbosa Andrade; e ainda da Federação Mineira de Apicultura e do IMA, para falar da importância do cadastramento dos apiários junto ao instituto.

O evento também contou com as presenças do vice-prefeito de Uberlândia, Vanderlei Pelizer, da deputada federal Ana Paula Leão, da diretora do Sindicato Rural, Cristiane Castro, do gerente do IMA, Rodrigo Carvalho, entre outras lideranças. O seminário teve o apoio da equipe Terra Fértil, uma das participantes do Maratona Faemg Jovem.





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Exportação de óleo de palma da Indonésia sobe 53% em maio, com demanda…


Logotipo Reuters

Por Fransiska Nangoy e Rajendra Jadhav

JACARTA (Reuters) – As exportações de óleo de palma bruto e refinado da Indonésia aumentaram 53% em maio em relação ao ano anterior, segundo dados do departamento de estatísticas, conforme o óleo tropical começou a ser negociado com desconto em relação a seus rivais, aumentando a demanda dos principais compradores.

A expectativa é de que o aumento das exportações da Indonésia, o maior produtor mundial de óleo de palma, reduza os estoques e apoie os preços do produto, que caíram para um desconto em relação ao óleo de soja depois de terem sido negociados com um prêmio no início deste ano.

De acordo com os dados, a Indonésia exportou 1,88 milhão de toneladas de óleo de palma bruto e refinado em maio, acima dos 1,23 milhão de toneladas um ano antes.

Em valores, as exportações aumentaram quase 71% em relação ao ano anterior, para US$1,85 bilhão, segundo os dados.

Entre janeiro e maio, a Indonésia exportou 8,3 milhões de toneladas de óleo de palma bruto e refinado, acima das 8,01 milhões de toneladas de um ano atrás.

No entanto, os dados da agência excluem o óleo de palmiste, produtos oleoquímicos e o biodiesel.

A GAPKI, associação de óleo de palma da Indonésia, geralmente divulga seus dados em uma data posterior, abrangendo mais produtos e com diferentes valores de exportação.

O óleo de palma compete principalmente com os suprimentos de óleo de soja e de girassol da Argentina, Brasil, Rússia e Ucrânia.

(Reportagem de Fransiska Nangoy e Rajendra Jadhav)





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Cultivo de pêssego tem início de floração



Região Sul implanta cultivares tardias de pêssego




Foto: Pixabay

A Emater/RS-Ascar informou, nesta quinta-feira (17), que a floração dos pessegueiros de ciclo superprecoce e precoce já teve início na região administrativa de Caxias do Sul. Conforme o Informativo Conjuntural divulgado pela entidade, os produtores têm realizado tratamentos fitossanitários voltados à prevenção da podridão-cinzenta durante a floração e ao controle da crespeira-verdadeira.

Segundo a Emater/RS-Ascar, as temperaturas mais amenas dos últimos dias favoreceram o início do intumescimento das gemas florais nos pomares de ciclo médio. Também foi registrada a presença de cochonilha-de-tronco em diversas propriedades da região. “Produtores adotaram controle localizado da praga, sem registro de perdas provocadas pelas geadas até o momento”, relatou a entidade.

Na região de Pelotas, o frio manteve as plantas em dormência, o que favoreceu a realização de práticas culturais como poda, roçada e aplicação de tratamentos de inverno. Segundo a Emater/RS-Ascar, esses tratos envolvem o uso de caldas fungicidas e produtos à base de cobre, fundamentais para a sanidade dos pomares. Como parte do planejamento para renovação das áreas de cultivo, os agricultores da região também têm realizado o preparo e a correção do solo, formado camalhões, semeado plantas de cobertura e adquirido mudas. “Cultivares de ciclo tardio, como a Eldorado, foram implantadas para atender demandas de mercado”, informou a entidade.

Na região de Erechim, também foi observado o início da floração dos pessegueiros, com a poda já finalizada.





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